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ECONOMIA

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Não devemos lamentar o fiasco da fusão Carrefour-Pão de Açúcar
Reza um velho ditado popular que quando dois meliantes brigam algo de bom acontece.

Por Umberto Martins

A desavença entre o empresário Abílio Diniz e seu sócio francês na Companhia Brasileira de Distribuição (CBD, que inclui o Pão de Açúcar), o grupo Casino, afastou o risco de participação do BNDES no polêmico projeto de fusão da empresa varejista com as filiais brasileiras do também francês Carrefour. O banco público, que inicialmente cogitava gastar mais de R$ 2 bilhões na transação privada, anunciou na tarde de terça-feira (12) que estava fora do negócio, acatando recomendação da presidente Dilma.

Pulo do gato

Os executivos do Casino se sentiram como cônjuges traídos pelos movimentos de Diniz, que procurou um acordo com a direção do Carrefour e o respaldo do governo sem consultar os sócios, informados da ocorrência pelo semanário francês Le Journal Du Dimanche. Jean-Charles Naouri, presidente do conselho de administração do grupo francês, classificou a manobra de atentado à “ética dos negócios” (sic). É um comportamento típico de magnatas capitalistas.

Em 2005, o fundador do Pão de Açúcar assinou um acordo de acionistas com o Casino, pelo qual este aumentaria gradualmente sua participação na CBD até adquirir, em 2012, o controle da companhia. Recentemente, próximo do prazo estabelecido para a transferência do comando, usando a notável influência que goza no governo, ele ensaiou um pulo do gato, negociando furtivamente a fusão com o Carrefour e o financiamento bilionário do BNDES. Mas a reação indignada do sócio francês e as críticas suscitadas ao banco público acabaram inviabilizando a obscura transação.

Devemos é comemorar

O povo brasileiro não tem razões para lamentar o fiasco da fusão, que interessava exclusivamente ao capitalista Diniz e ao Carrefour. O negócio proposto pelo empresário não garantia a nacionalização da nova empresa, que de um ou outro modo cairia nas mãos dos franceses. Certamente resultaria na supressão de empregos e ampliação da concentração no ramo, em detrimento dos consumidores e das empresas de menor porte.

Conforme notou o ex-presidente do BNDES Carlos Lessa, “Abílio Diniz multiplicaria seu patrimônio, mas, para o Brasil, praticamente nenhuma vantagem. O setor varejista já está desnacionalizado [e não é o único nem o mais importante]”. O processo de concentração no ramo de supermercados, relativamente recente, foi acompanhado, no Brasil, pela progressiva desnacionalização. O avanço de gigantes como o francês Carrefour e o estadunidense Wal-Mart (maior empresa do mundo pelos critérios da revista Fortune) não são os únicos sintomas deste triste fado. O próprio Pão de Açúcar, que parecia o último brasileiro de peso no ramo, já estava prometido aos franceses.

Cobra engolindo cobra

O processo de concentração e centralização do capital, analisado por Marx em meados do século 19, é inexorável e cruel com os mais fracos. Nele sobrevivem apenas os grandes grupos, engolindo os menores. Foi no seu rastro que surgiram as modernas multinacionais e teve início, como observou Lênin, a nova fase do capitalismo, o imperialismo, o capitalismo dos monopólios.

Abílio Diniz engoliu alguns concorrentes nacionais e, pelo visto, agora chegou a sua vez de ser engolido. É curioso e irônico que o fundador do Pão de Açúcar e seus aliados levantem a bandeira dos interesses nacionais para justificar uma transação em benefício próprio e, de resto, com forte vocação para escândalo. Afinal, não foi o próprio Diniz que assinou, em 2005, o acordo que transferia o controle da CBD ao Casino? Não merecia, por isto, ser caracterizado de entreguista?

O capitalista e o capital

O capitalista, notava Karl Marx, encarna a lógica e os interesses do capital. O capital não tem pátria, ou melhor, sua única pátria é o lucro. O deslocamento de fábricas e investimentos da Europa e dos EUA para a China e outros países asiáticos – em busca de mão de obra barata e maximização dos lucros e em detrimento do emprego de milhões de trabalhadores nos países de origem – é uma prova, entre outras, desta verdade.

O aborto do Carreçúcar nos remete à polêmica sobre a política do BNDES a favor da consolidação e expansão de grandes empresas privadas nacionais. Devemos abordar o tema à luz da teoria marxista, ou, em outras palavras, sob uma ótica classista, conforme aconselha o meu amigo e camarada Carlos Pompe, colunista deste Vermelho.

Outro caminho

O governo Lula procurou, com êxito, resgatar o BNDES do desmanche e da irrelevância a que foi relegado pelo tucano FHC. É inegável o papel positivo do banco no desenvolvimento nacional. Mas isto não isenta a instituição de críticas. O dinheiro que opera é público, apesar das insinuações em contrário, e não só estatal, pois compreende a administração de recursos do Fundo de Amparo do Trabalhador (FAT) que em maio deste ano somavam R$ 137,91 bilhões.

A monopolização da economia e expansão dos negócios e interesses de grandes capitalistas brasileiros no exterior, financiada com dinheiro público, não está em sintonia com um projeto nacional de desenvolvimento fundado nos interesses da maioria do povo, dos pequenos e médios empresários e, em especial, da classe trabalhadora brasileira. Há destino melhor e mais produtivo para o dinheiro do povo.

Não podemos olvidar o fato de que vivemos um contexto de crise geral do sistema capitalista, que sugere e em certa medida impõe aos povos a busca de alternativas sociais mais avançadas e radicais do que uma inserção supostamente mais vantajosa na globalização neoliberal seguindo os passos das economias consideradas mais avançadas, ou seja, trilhando o caminho da monopolização burguesa, capitulando à lógica da concorrência internacional e reproduzindo as relações imperialistas. Os interesses da grande burguesia não são progressistas em lugar algum do globo. Outro caminho é possível e, em nome dos interesses imediatos e futuros da classe trabalhadora, devemos procurá-lo ou, se preciso, inventá-lo, a exemplo do que fizeram líderes revolucionários de outra época.




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Will CH
Chávez apoia Putin e aponta EUA como parasitas do mundo
O presidente venezuelano Hugo Chávez afirmou nesta quarta-feira (3), por meio de sua conta no Twitter que os "Estados Unidos são um verdadeiro parasita da economia mundial", expressando assim o seu apoio à declaração de segunda-feira do primeiro-ministro russo Vladimir Putin.

"Eu somo-me ao que disse o nosso amigo, o primeiro-ministro russo Vladimir Putin: os Estados Unidos são um verdadeiro parasita da economia mundial", escreveu Chávez.

"Veja o vídeo das declarações claras e corajosas (de Putin)", acrescentou Chávez numa ligação para o canal VTV, na qual anunciou que vai telefonar para o primeiro-ministro russo para apoiá-lo nas suas declarações sobre a dívida americana.

Na segunda-feira, Putin acusou os Estados Unidos de "parasitarem" a economia mundial com a sua dívida, durante um encontro com jovens militantes.

"O país vive de crédito além dos seus meios, e carrega uma parte do peso (da sua dívida) na economia mundial. Parasita a economia mundial utilizando a situação de monopólio do dólar", afirmou.

Putin cumprimentou, por outro lado, a "responsabilidade e o sentido comum" de Washington, que evitou um déficit.

"A economia americana é uma das locomotivas da economia mundial e se houver uma deficiência, não é positivo. Alguns países, como Rússia e China, têm uma parte importante de dólares nas suas reservas, mas a questão não está aí, o problema é que a economia inteira (desses países) poderá se ver afetada", completou.

Fonte: Voz da Rússia


Vermelho.org.br

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Victor235
NOTÍCIAS
BC anuncia recall de moedas de R$ 0,50 que 'valiam' R$ 0,05
20/12/2012 - 16h47
Do UOL, em São Paulo

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O Banco Central anunciou nesta quinta-feira (20) o recolhimento de um lote de moedas de R$ 0,50 que foram fabricadas com defeito, e exibem o valor de R$ 0,05 na face. O problema foi reportado no Rio de Janeiro, e pode ter afetado um lote de 40 mil unidades de moeda. Esse número equivale a duas horas de produção em um equipamento da Casa da Moeda.
Leia mais

O Banco Central afirmou que as moedas com defeito não têm valor de circulação, e podem ser trocadas prontamente em qualquer agência bancária pelo valor individual de R$ 0,50. Os bancos devolverão as moedas defeituosas ao BC para substituição.

Na moeda com defeito, o reverso apresenta, no lugar de seu desenho característico, o desenho contido no reverso da moeda de R$ 0,05: linhas diagonais de fundo sobrepostas pelo número 5, correspondente ao valor facial, seguido das legendas “centavos” e “2012”.

A Casa da Moeda do Brasil informou que uma moeda de R$ 0,50 foi recebida como troco na cidade do Rio de Janeiro com o reverso estampado com a denominação de R$ 0,05. Exame pericial concluiu tratar-se de defeito de fabricação.
UOL ECONOMIA Editado por Victor235

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Don_aCHiles

Apesar de ter sido um erro, bem que podia ficar assim, fica bem mais bonita que a atual de 5 centavos.

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Victor235

NOTÍCIAS
Você já viu uma moeda de R$ 3,00?
Sim, ela existe. Em edição comemorativa, mas existe.

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Em dezembro de 1997, a cidade de Belo Horizonte completou um século de fundação. Como parte das comemorações, o Banco Central lançou uma moeda comemorativa em prata, com valor facial de R$ 3,00, com motivos alusivos à história e à vida mineiras. Foram cunhadas 20 mil exemplares, em prata. É interessante ressaltar que Belo Horizonte é o primeiro município brasileiro a ser celebrado com uma emissão desta natureza.

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Exemplar: No anverso, a convivência harmoniosa entre passado e presente, tradição e modernidade, tão peculiar à personalidade mineira, está retratada pelo detalhe da fachada da Igreja de São Francisco de Assis, considerada obra-prima do conjunto urbanístico da Pampulha, pelo detalhe da iluminação do Viaduto de Santa Tereza, marco arquitetônico no fim dos anos 20 e pela alegoria da Serra do Curral, símbolo da cidade que expressa a preocupação da população com questões relativas à preservação do meio ambiente. No reverso, está presente conjunto de linhas sinuosas alusivas ao belo horizonte proporcionado pelas montanhas integradas às curvas da Igreja de São Francisco, arquitetura revolucionária de Oscar Niemeyer, reveladora das inusitadas possibilidades plásticas do concreto armado, em contraposição ao rígido vocabulário funcionalista da época.

Fonte: Dinheiro de Metal

http://www.feriasdoclark.blogspot.com.br/2013/02/voce-ja-viu-uma-moeda-de-r-300.html

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mayu1998

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Victor235

NOTÍCIAS
Ações da Tim caem depois da decisão do Cade
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Por Redação Olhar Digital - em 06/12/2013 às 17h12

http://img1.olhardigital.uol.com.br/area_logada/imagem.php?id=424763
(Foto: Logos)

As ações da Tim caíram nesta quinta-feira diante da percepção de parte do mercado de que uma eventual venda da companhia pode ocorrer em condições menos favoráveis. Na quarta-feira, o órgão antitruste brasileiro determinou que a Telefónica se desfaça da sua participação direta ou indireta na Tim ou busque um sócio para compartilhar o controle da Vivo.

As ações da Tim recuaram 2,73%, às 12h17, a R$ 11,05, enquanto os papéis da Vivo tinham valorização de 0,28 por cento a R$ 43,06. No mesmo momento, o Ibovespa operava em alta de 0,33%.

Depois de a Telefónica ter elevado participação na Telco, empresa controladora da Telecom Italia, expectativas sobre uma possível venda da Tim ganharam força. Mas a decisão de quarta-feira levantou temores sobre as condições em que o negócio poderia ser realizado.

"A decisão do Cade não elimina uma venda da Tim, mas tal venda provavelmente seria feita para um novo entrante no mercado. O preço pago por tal comprador seria provavelmente menor que o pago por operadoras existentes devido aos menores benefícios com sinergias", afirmaram os analistas Andrew T. Campbell e Daniel Federle, do Credit Suisse, em relatório.

Segundo um operador estrangeiro, embora o prazo imposto pelo órgão antitruste brasileiro não esteja claro, "o mercado está provavelmente pensando sobre uma rápida venda da TIM, o que significa que o preço que eles podem conseguir seria menor do que a avaliação da companhia feita pela maior parte das pessoas".

Tal entendimento, contudo, não era unânime. Analistas do Itaú BBA classificaram a notícia como benéfica para a empresa."Vemos a notícia como positiva para a TIM, pois ela traz urgência adicional para sua venda. Acreditamos que a Telefónica vai optar por vender a TIM em vez de uma fatia na Vivo", afirmaram, em nota ao mercado.

O presidente-executivo da Telecom Italia, Marco Patuano, disse no mês passado que a Tim é um importante ativo e que iria considerar a sua venda apenas por um preço "convincente". Uma fonte com conhecimento da situação disse que a Telecom Italia pretendia levantar pelo menos 9 bilhões de euros com a venda de sua participação de 67% na Tim.

OLHAR DIGITAL

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Victor235

NOTÍCIAS
Dogecoin, a moeda nascida de um meme, é a nova moda na internet
Por Redação Olhar Digital - em 20/12/2013 às 15h00

http://img1.olhardigital.uol.com.br/area_logada/imagem.php?id=435508
(Foto: reprodução)

Nos últimos meses, Bitcoin e, em menor escala, Litecoin, tomaram o noticiário de tecnologia e economia. As criptomoedas, no entanto, não se restringem a estes dois nomes. A moeda da vez é outra, tem uma origem no mínimo curiosa e se chama Dogecoin.

Se você é como nós do Olhar Digital e está sempre conectado, você provavelmente se deparou com o meme "Doge", que mostra um gracioso cão da raça Shiba inu falando coisas desconexas com um inglês quebrado. E alguém achou interessante criar uma moeda com base no meme, que está se valorizando de forma galopante.

Tudo começou com um tuíte de Jackson Pallmer, funcionário do marketing da Adobe em Sydney, na Austrália. Ele resolveu falar que investiria em Dogecoins, que ele tinha "certeza de que seria a próxima moda". Um seguidor, Billy Markus, nos Estados Unidos, decidiu que era uma boa ideia alterar o código das Bitcoins para criar uma própria moeda.

Desde então, ela vem ganhando popularidade no Reddit e fóruns internet afora como forma de dar "gorjetas" para outros usuários. Mas o que tem acontecido é uma valorização rápida.

Na última quinta-feira, 19, a Dogecoin chegou a ser trocada com uma alta de 250%, mas já viu uma queda brusca nesta sexta-feira, 20, com uma desvalorização de 30%.

Uma Dogecoin, atualmente, não vale muita coisa. Segundo o site Crypto-Currency Market Capitalizations, ela vale US$ 0,00096. Já existem cerca de 10 bilhões de Dogecoins no mundo, totalizando um valor cerca de US$ 9 milhões. Entretanto, para uma moeda que nasceu de uma piada, ser cotada como a 10ª maior criptomoeda do mundo, certamente já é bastante coisa.

Via Business Insider

OLHAR DIGITAL

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Victor235

Levy Fidelix, que as vezes tem um discurso bem à direita e em outros momentos fala como seus opositores de esquerda, criticou o Ministro da Fazenda: “O meu homônimo vai levar o Brasil a uma recessão terrível. Dilma deveria colocar no posto um industrial, uma pessoa que paga impostos e produz, não uma pessoa que trabalha para elevar os juros, para os bancos. O arrocho vai economizar R$ 20 bilhões. Só o aumento de 1% da Selic representa os mesmos R$ 20 bilhões. Trata-se de um crime de lesa pátria, eles estão drenando recursos para os bancos”, disse (fonte).

Editado por Victor235

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Victor235
NOTÍCIAS
Dólar bate máxima de 2002 com tensão sobre rating, mas ameniza para R$ 3,62
InfoMoney
4 horas atrás

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© Shutterstock Dólar futuro supera R$ 3,70 e renova máxima de 2009, com risco de rebaixamento

SÃO PAULO - Após ultrapassar a marca de R$ 3,68, o dólar ameniza alta nesta segunda-feira (31). A moeda era puxada por notícias de que o governo irá prever um déficit primário na proposta do Orçamento de 2016. O mercado acredita que isso poderá fazer o Brasil perder o grau de investimento.

Às 12h43 (horário de Brasília), o dólar comercial subia 1%, a R$ 3,6210 na venda, depois de ter batido R$ 3,684 na máxima do dia, atingindo o maior patamar desde dezembro de 2002.

Segundo o diretor de câmbio da Wagner Investimentos, José Faria Júnior, o cenário interno abre caminho para o dólar buscar seu objetivo de longo prazo, entre R$ 3,80 e R$ 4,00.

"Primeiro foi a redução da meta fiscal, que levou a cotação para perto de R$ 3,50, e, hoje, com o envio do Orçamento com o primeiro rombo da história, de R$ 30 bilhões. Isso praticamente garante o nosso rebaixamento nos próximos meses caso o Congresso não encontre uma solução", disse Faria Júnior. No meio de tudo isso, comenta, ainda tem a queda das bolsas chinesas e dos Estados Unidos e temor de alta dos juros do Federal Reserve no dia 17 deste mês.

Para tentar conter a escalada da moeda, o Banco Central antecipou anúncio da rolagem de swaps (será integral novamente) e está fazendo leilão de US$ 2,4 bilhões de linha hoje.
MSN DINHEIRO / INFOMONEY Editado por Victor235

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Victor235
NOTÍCIAS
PT deve estar mordendo a língua ao dizer que recebeu governo quebrado, diz FHC
InfoMoney
2 dias atrás

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© Bloomberg FHC alfineta governo do PT, que chama de ''desgoverno''

SÃO PAULO - O dólar atinge máximas a cada dia e hoje, chegou a superar os R$ 4,20 logo no início da sessão desta quinta-feira (24).

E, logo nesta manhã, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso deu uma "alfinetada" no governo da presidente Dilma Rousseff em sua página no Facebook. Segundo ele, o "PT deve estar mordendo a língua, de tanto que disse que recebeu um governo quebrado em 2002".

"Nunca reconheceram que o dólar disparou e a inflação subiu naquele ano exatamente em função do medo causado pela eleição do Lula", afirmou o ex-presidente. Ele ressaltou que, agora, a alta do dólar bateu todos os recordes devido ao medo causado pelo "desgoverno do próprio PT", afirmando que nada nas contas externas justifica tão forte desvalorização do real frente ao dólar.

"Só mesmo a percepção de que nas mãos do governo do PT não existe capacidade para corrigir os erros de política econômica que seu governo fez, reiteradamente. São as lições da história", completou.

Confira a nota na íntegra:

"O PT deve estar mordendo a língua, de tanto que disse que recebeu um governo quebrado em 2002. Nunca reconheceram que o dólar disparou e a inflação subiu naquele ano exatamente em função do medo causado pela eleição do Lula.E agora? A alta do dólar bateu todos os recordes devido ao medo causado pelo desgoverno do próprio PT. Nada nas contas externas justifica tão forte desvalorização do Real frente ao dólar. Só mesmo a percepção de que nas mãos do governo do PT não existe capacidade para corrigir os erros de política econômica que seu governo fez, reiteradamente. São as lições da história"
MSN NOTÍCIAS / INFOMONEY

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SâmaraCH

NOTÍCIAS

Crise piora e mercado já fala em queda de 3% do PIB também em 2016

A economia brasileira pode estar no meio da mais severa crise em mais de um século. Já há consenso entre os analistas de que o Brasil enfrentará dois anos de recessão, o que não ocorria desde 1930. O recuo deste ano é apontado pelos analistas como algo próximo de 3%. Os números para 2016 ainda variam bastante, mas, se estiverem corretas as projeções mais pessimistas que começam a aparecer, com queda até superior a 3%, o quadro será mais desalentador: o ciclo econômico do atual biênio vai ser o pior pelo menos desde 1901, início da série histórica disponível no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

O Bank of America Merrill Lynch já prevê para 2016 um recuo de 3,5% no PIB, número pior que a queda de 3,3% projetada para este ano. O Banco Fibra prevê para o ano que vem queda de 2,6%, enquanto o BNP Paribas já projeta um recuo de 2,5%.

A revisão de parte dos bancos e consultorias para o cenário econômico ocorreu principalmente por causa da fraqueza dos indicadores divulgados ao longo deste segundo semestre. Nos últimos meses, a economia brasileira vem colhendo uma série de dados negativos em quase todos os setores, sobretudo na indústria, e tem enfrentando uma deterioração muito acentuada no mercado de trabalho.

“Para 2015, percebemos um aprofundamento da recessão no segundo semestre puxado pelo setor industrial. Os estoques continuam elevados, em especial os da cadeia automobilística”, diz Rodolfo Margato, economista do banco Santander. O banco revisou a sua projeção para o PIB deste ano de -2,8% para -3,2%. E a recessão esperada para 2016 passou de -1% para -2%.

MSN

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