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Beterraba

Estádios do Brasil e do Mundo

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Barbirotto

Fifa demonstra preocupação com atraso na entrega do Itaquerão

A Fifa demonstrou preocupação com a possibilidade de o Itaquerão só ficar pronto para a Copa do Mundo do Mundo-2014 dois meses após o prazo estabelecido pela entidade. O atraso nas obras da arena foi citado pelo engenheiro-chefe da obra, Frederico Barbosa, em entrevista ao UOL Esporte.

"Com certeza a Fifa está preocupada, pois é vital a manutenção do prazo de dezembro de 2013 [para a conclusão dos estádios para a Copa-14]. As cidades-sede, o governo federal e os proprietários dos estádios se comprometeram com esta data. Isto é crucial não só para a Fifa, mas para o país inteiro", informou a entidade em nota oficial.

Segundo Barbosa, a Odebrecht conseguirá entregar o Itaquerão dentro do prazo estabelecido, mas sem a estrutura necessária para abrigar a partida de abertura da Copa. Em 31 de dezembro, data-limite estabelecida pela Fifa para a conclusão das obras, o estádio estará com 48 mil lugares disponíveis. Faltaria montar a estrutura das arquibancadas provisórias, o que aumentaria a capacidade para 68 mil pessoas.

Pelo padrão estabelecido pela Fifa, o primeiro jogo da Copa deve ser realizado em um estádio com capacidade mínima para 65 mil pessoas. O engenheiro-chefe das obras no Itaquerão disse que a instalação das arquibancadas provisórias só pode ser feita após a conclusão da obra principal. A arena ficaria 100% pronta apenas dois meses depois.

A Fifa reiterou que os seis estádios da Copa-14 que não serão utilizados na Copa das Confederações (em São Paulo, Porto Alegre, Manaus, Cuiabá, Natal e Curitiba) devem ficar prontos, impreterivelmente, até 31 de dezembro.

"As equipes técnicas da Fifa e o Comitê Organizador Local reforçaram o rígido monitoramento dos seis estádios do Mundial que não receberão partidas da Copa das Confederações, não se limitando apenas à cidade de São Paulo", concluiu a Fifa em seu comunicado.

A instalação das arquibancadas provisórias no Itaquerão se tornou uma dor de cabeça para o governo paulista, que ainda não anunciou qual empresa realizará este trabalho. Também não foram definidos os custos desta obra, nem o prazo oficial para que o trabalho seja concluído.

De acordo com Barbosa, seis empresas que estariam interessadas em montar as arquibancadas provisórias já visitaram o local . "Não sei qual empresa será a responsável pela obra. Está para ser definido. Nos próximos meses, vai chegar esta empresa, vai sentar aqui conosco, para saber onde vai depositar essas peças e como vai executar o trabalho", disse o engenheiro.

Fonte: http://copadomundo.uol.com.br/noticias/redacao/2013/05/08/fifa-demonstra-preocupacao-com-possivel-atraso-na-entrega-do-itaquerao.htm

Tinha que ser o Corinthians mesmo...

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Raphael

Tinha que ser o Corinthians mesmo...

E quem diz isso é logo o Corinthiano Roxo... digo... :blink:

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Barbirotto

E quem diz isso é logo o Corinthiano Roxo... digo... :blink:

O que que foi, que que foi, que que há...

Será que nunca vão esquecer dessa bizarrice. :sunglasses_unhappy:

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E.R

Para o Flamengo construir um estádio algum dia só sendo ali na região do Parque Olímpico ou do Terra Encantada.

Fora isso, melhor continuar alugando a Ilha e jogar alguns jogos no Engenhão e no Maracanã.

O Atlético-MG é que deverá ter um estádio novo, até porque tem ajuda do prefeito de BH.

 

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E.R

O ESTADO DE S.PAULO

O Uruguai avalia a possibilidade de demolir o mítico Estádio Centenário como parte do seu projeto para ser um dos países sede da Copa do Mundo de 2030.

O secretário de Esportes do governo, Fernando Cáceres, disse à imprensa ontem que existem vários projetos que estão sendo considerados.

Alguns supõem apenas a remodelação do estádio, inaugurado em 1930, para adaptá-lo aos tempos modernos.

Outros são mais radicais, com a substituição de alguns setores.

No mais radical de todos, tudo seria demolido e só seria preservada a Torre das Homenagens e os dois blocos de concreto contíguos, que são a sua sustentação.

Em todos os casos, seria mantida a Torre, uma estrutura icônica de 100 metros de altura, que presta homenagem às equipes uruguaias que faturaram a medalha de ouro do futebol nos Jogos Olímpicos de 1924 e 1928, e que não pode ser demolida, já que foi declarado patrimônio nacional.

De qualquer forma, Cáceres enfatizou que o atual do Estádio Centenário “não resiste mais porque sua manutenção é muito cara e não se encaixa no espetáculo esportivo moderno”.

O secretário de Esportes admitiu que falar em demolir o estádio é um choque para todos os uruguaios, pelo valor simbólico que tem para os habitantes de um país que é apaixonado pelo futebol. “Claro que ninguém é indiferente. Eu também senti uma grande resistência inicial na primeira vez que ouvi a proposta. Mas que grande obra neste país não gerou resistência inicial ?”, questionou.

O Centenário foi construído em 1930 para ser a principal sede do primeiro Mundial, disputado naquele mesmo ano. A obra foi feita em tempo recorde, em apenas seis meses e culminou na consagração do Uruguai como primeiro campeão mundial, após vencer na final a Argentina por 4 a 2.

Reduto tradicional da seleção, o Centenário é também o palco de partidas dos dois grandes clubes do país : Peñarol e Nacional.

Mas estes fazem cada vez menos jogos lá, usando seus próprios estádios, o que dificulta a obtenção de recursos para a sua manutenção. Além disso, foi palco de shows históricos.

Cáceres disse que até US$ 300 milhões (aproximadamente R$ 1 bilhão) poderiam ser investidos na remodelação ou construção de um novo Centenário e que a decisão de qual projeto será adotado deve ocorrer em três ou quatro meses.

O Uruguai compõe candidatura conjunta com Argentina e Paraguai para organizar a Copa de 2030, quando se completará um século do primeiro Mundial, realizado no país.

Nesta semana, foi anunciado um princípio de acordo, não definitivo, em que o torneio seria jogado em oito estádios na Argentina, dois no Uruguai e dois no Paraguai.

O Uruguai também quer que a final seja jogada em seu território.

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E.R

https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2018/05/mane-garrincha-russo-estadio-repete-indefinicao-pos-copa.shtml

Onde há três anos não havia nada na confluência dos rios Oka e Volga, hoje se destaca um gigante de pouco mais de 46 m de altura: o estádio de Nijni Novgorod, sede de seis jogos da Copa do Mundo da Rússia, incluindo um das oitavas e um das quartas de final.

Quem olhar de relance a fachada da arena vai pensar estar diante do estádio Mané Garrincha, em Brasília. 
O formato redondo e as 88 colunas do lado externo dando sustentação ao teto —do lado interno são mais 44 — fazem deste palco russo praticamente uma réplica do brasileiro. E não à toa. 

A companhia de arquitetura responsável por desenhar os dois foi a mesma, a GMP-Architekten, da Alemanha.

A diferença é que em Nijni os pilares externos são em formato triangular e não redondos. A capacidade é bem menor. São 45 mil espectadores, contra 72.800 de Brasília.

Os custos de construção também diferem. O estádio russo foi erguido por cerca de 17,9 bilhões de rublos (R$ 1 bilhão) enquanto o de Brasília custou R$ 1,8 bilhão.

O que pode unir os dois mais uma vez no futuro é a utilização pós-Copa.

Quatro anos após o Mundial do Brasil, o Mané Garrincha raramente recebe jogos de futebol, que deixou de ser sua principal atividade. Em todo o Campeonato Brasiliense de 2018 foram só sete partidas.

Se transformou em um local majoritariamente para shows e outras festividades, em uma cidade em que não há times nas três primeiras divisões do futebol nacional. O grupo Arena BSB —formado pela RNGD e Amsterdam Arena— quer fazer desta uma prática ainda mais comum de agora em diante caso assuma a administração do estádio.

Em Nijni, a Copa do Mundo nem começou, mas a discussão é sobre a forma de utilizá-lo e como fazer a manutenção, que custará cerca de 300 milhões de rublos por ano (R$ 16,5 milhões).

Único time da cidade, o Olimpiets tem apenas três anos de existência, joga na segunda divisão e corre grande risco de ser rebaixado para a terceira. A duas rodadas do fim, está somente um ponto fora da zona de descenso. Em seus jogos como mandante, leva, em média, 1,7 mil torcedores por jogo.

Os 28 mil que estiveram presentes no sábado (28) para o segundo jogo-teste da arena —entre o Olimpiets e o Rotor Volgogrado — foram uma exceção, e não à toa estabeleceram um recorde para eventos esportivos no município.

“O nosso projeto é para que alguma companhia assuma o estádio por pelo menos cinco anos e cuide destes gastos. Estamos trabalhando junto com o Ministério do Esporte da Rússia para encontrar uma solução. Hoje, a responsável pelo estádio é a administração municipal”, disse Dimitri Svatkosvski, vice-governador da região de Nijni Novgorod. 

A ideia é que o local não receba apenas partidas de futebol, mas também possa sediar congressos, espetáculos musicais e outros eventos esportivos como provas de motocross e partidas de hóquei no gelo.

O aluguel de camarotes para que empresas montem escritórios, academias, entre outras atividades, também faz parte dos desejos das administrações municipal e regional.

“Para este estádio justificar os gastos apenas com futebol, precisamos ter ao menos 20 jogos por ano aqui”, disse o governador Gleb Nikitin.

Criar esta cultura futebolística é vista como um desafio. E muito vai depender do sucesso que alcançará o Olimpiets dentro de campo ao longo dos próximos anos.

A equipe não conta com nenhum tipo de financiamento público, mas há incentivos fiscais para empresas da região que queiram investir no clube.

“Esperamos que o Olimpiets jogue bem, haja partidas de alto nível e as pessoas se empolguem. Que sejam 30 mil torcedores por jogo”, disse Serguei Panov, ministro do Esporte da região de Nijni Novgorod.

A aposta também é pelo desenvolvimento urbano e comercial da região do estádio que a partir de meados de maio será servida por uma nova estação de metrô.

Pesquisa divulgada em 2014 por uma agência independente apontava que 68,1% dos entrevistados na cidade apoiavam o lugar escolhido para construção do estádio.

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https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2018/05/oito-estadios-da-copa-podem-ficar-fora-da-elite-do-futebol-russo.shtml

As três principais divisões do Campeonato Russo ainda estão em andamento, e há brigas acirradas contra o descenso e pelo acesso. Mas já é certo que na temporada 2018/2019 —a primeira após a Copa do Mundo— cinco dos doze estádios que receberão o torneio não estarão em uso na primeira divisão do país.

São eles os de Nijni Novgorod, Saransk, Sochi, Volgogrado e o Lujniki, em Moscou. 

Este último, porém, é a casa oficial da seleção russa. Um tipo de Stade de France, construído para receber os jogos da  seleção francesa e pouco utilizado em outros períodos, a não ser em finais de copas nacionais e jogos da seleção de rúgbi do país.

E o número de estádios fora da primeira divisão na Rússia poderá chegar a oito. 

Isso acontecerá caso o Rostov, de Rostov do Don, não consiga evitar o rebaixamento e o Baltika de Kaliningrado e o Krilia Sovetov, de Samara, não obtenham acesso para a elite do campeonato.
Destes, quem vive situação mais complicada é o Baltika, quinto colocado da segunda divisão. Precisa terminar ao menos em quarto para ir ao playoff de acesso. 

Assim, outras cidades além de Nijni Novgorod pensam em soluções pós-Mundial. 

Em Sochi, não há time de futebol profissional, e a ideia é tentar atrair outras equipes para fazerem jogos no Estádio Olímpico Fisht, que tem capacidade para cerca 42 mil espectadores. 

Em Saransk, estuda-se ainda diminuir a capacidade da arena de 45 mil espectadores para cerca de 32 mil, retirando-se assentos temporários.

Algo parecido, mas em menores proporções, com o que foi feito com o Itaquerão em 2014, após o torneio no Brasil.

O Mordovia está atualmente na terceira divisão, mas bem próximo da segunda. Há dois anos já esteve na primeira.

“Esperamos que o time volte a ter sucesso. Estamos trabalhando em parceria com empresas para voltar à elite, o que fará com que o estádio tenha muita utilidade”, afirmou à Folha o prefeito de Saransk, Piotr Tultaiev.

“Podemos negociar com alguma empresa para que assuma os naming rights ou pensar em outros eventos caso nosso time não chegue na primeira divisão. Se não, será difícil manter o estádio”, reconheceu o primeiro-ministro da República da Mordovia, Alexei Merkushin, em mais uma semelhança com a Arena Corinthians, que foi erguida com a perspectiva de negociar o naming rights, mas até o momento não teve sucesso na empreitada.

Em Volgogrado, o time local Rotor luta para não cair para a terceira divisão. 

O descenso seria golpe duro para a cidade, que conta com novíssimo estádio para 45 mil pessoas e também teria problemas financeiros para mantê-lo.

Havia a expectativa de que o terceiro jogo-teste em Volgogrado, na próxima quarta (9), reunisse times da elite russa.

Porém, a final da Copa da Rússia colocará frente a frente o Tosno, que é forte candidato a cair para a segunda divisão russa, e o Avangard Kursk, que está no meio da tabela da segunda divisão. 

O Tosno surpreendeu ao eliminar o Spartak Moscou fora de casa, nos pênaltis.

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E.R

https://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/novo-estadio-do-tottenham-sera-inaugurado-sem-venda-de-naming-rights_35098.html

A Máquina do Esporte vem informando há vários meses que o Tottenham fechou uma série de parcerias para o novo estádio do clube, que vem sendo construído em Londres. Nesta sexta-feira (27), no entanto, os Spurs anunciaram que o local será inaugurado como “The Tottenham Hotspur Stadium”, ou seja, não terá seus naming rights vendidos.

A notícia pegou de surpresa os veículos de comunicação britânicos. Com parcerias fechadas com empresas como Daktronics, Beavertown, GKR Scaffolding, Zumtobel Group, Schneider Electric, Mitel, Redstone Connect, Harman e SCX, era esperado que o clube fechasse um grande acordo pelos direitos de nome.

Um estudo recente da consultoria Duff & Phelps chegou à conclusão de que os naming rights do novo estádio poderiam gerar um acordo de mais de 15 milhões de libras por ano aos Spurs. O próprio Tottenham imaginava algo até maior, em torno de 20 milhões de libras anuais, ao mesmo tempo em que queria um bom “encaixe de marca”, provavelmente com uma marca B2C.

Tudo, no entanto, não passou de suposição. O estádio, orçado em 850 milhões de libras e que poderá receber até 62 mil espectadores para jogos da Premier League, Liga dos Campeões e Liga Europa, além de shows e até um jogo anual da NFL, não terá seus naming rights vendidos.

O anúncio mostra mais uma vez a dificuldade encontrada pelos clubes ingleses em vender os direitos de nome de seus estádios. O London Stadium, erguido para os Jogos Olímpicos de 2012 e que atualmente é a casa do West Ham, teve uma série de tentativas fracassadas e também não conseguiu ter êxito na venda até o momento.

Entre os grandes clubes ingleses, apenas o Arsenal (Emirates Stadium) e o Manchester City (Etihad Stadium) possuem os naming rights de seus estádios vendidos.

Em 2008, quando o projeto do novo estádio começava a decolar, o presidente do clube, Daniel Levy, chegou a declarar que um acordo de venda dos direitos de nome eram “um componente necessário e crítico do financiamento de um estádio de futebol moderno”.

Sem os naming rights comercializados, o estádio será inaugurado no dia 15 de setembro, quando o Tottenham receberá o Liverpool, pela 5a rodada da Premier League.

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E.R

O ESTADO DE S.PAULO

Há anos, o torcedor são-paulino ouve notícias do que seria o novo Morumbi: um estádio modernizado graças a reformas megalomaníacas anunciadas por diferentes gestões. Bem, de fato, há um projeto de revitalização em curso. Mas não espere por cobertura retrátil ou arquibancadas aproximadas do gramado, duas das intervenções mais especuladas. Aos olhos do público, pouca coisa vai mudar nos próximos meses.

“Por que vamos cobrir um estádio que já tem 30 mil lugares cobertos?”, questionou Eduardo Rebouças, diretor executivo de infraestrutura do São Paulo, durante visita que o Estado fez ao estádio para acompanhar os rumos da atual reforma.

Fato é que em ao menos dois momentos recentes a tal cobertura veio à tona. Em 2009, quando o clube ainda alimentava esperanças de a Fifa escolher o Morumbi como uma das sedes da Copa de 2014, um projeto previa não só o estádio coberto como a construção de um prédio anexo de sete andares.

Depois, em 2011, seria a Andrade Gutierrez quem trabalharia com o clube na cobertura metálica do Morumbi e construção de um hotel. “Se nos próximos 40 dias o poder público aprovar, iniciamos as obras em 60 dias”, cravou, à época, o presidente Juvenal Juvêncio.

Em 2015, na gestão de Carlos Miguel Aidar, voltou à pauta outra obra: trazer o anel intermediário para o nível do gramado, aproximando a torcida. Pouco depois, em vez de mexer nos anéis do Morumbi, o clube comandado já pelo atual presidente, Carlos Augusto de Barros e Silva, aventou a possibilidade de construir uma estrutura por cima do fosso que separa o campo das cadeiras cobertas. Todas essas intervenções jamais saíram do papel, mas serviram para alimentar a esperança de parte da torcida e de cartolas.

Com o novo estatuto aprovado em abril de 2017 que implementou dirigentes remunerados no clube, o São Paulo resolveu colocar os pés no chão e, em vez de obras revolucionárias, passou a considerar mudanças exequíveis a curto prazo.

“É um estádio superavitário há muito tempo, com custo de manutenção bem menor do que as arenas, mesmo tendo 58 anos de idade. O que estamos fazendo é aprimorar cada vez mais. Temos a preocupação de melhorar o Morumbi, mas sem essa visão de que temos de que buscar algo parecido com as arenas”, explicou Rafael Palma, diretor executivo do estádio.

O que muda? Graças a uma parceria com a Ambev que já resultou na revitalização de todo o centro de mídia do Morumbi, o São Paulo vai reformar os vestiários e os túneis de acesso ao gramado. “A ideia é que em fevereiro ou, no mais tardar, março, esteja pronto”, disse Rebouças.

Hoje, os times acessam o campo por túneis diferentes, com três metros de largura cada, que desembocam atrás de um dos gols. Com as mudanças, um único túnel com nove metros de largura sairá no mesmo lugar. Já os vestiários serão modernizados e ampliados: de 120 para 210 metros quadrados.

Já os refletores contarão com lâmpadas de LED, mais econômicas e de maior duração. O clube estima entre R$ 55 mil e R$ 60 mil o custo atual com manutenção da iluminação, que teria uma redução de 30%. A expectativa é de que a montagem seja feita entre dezembro e janeiro, a tempo da estreia no Campeonato Paulista. Também previstos para serem instalados até fevereiro, de acordo com Rebouças, estão dois telões.

 

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