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Seu Furtado

BEBIDAS

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E.R
NOTÍCIAS

https://exame.com/seu-dinheiro/brasil-tem-uma-das-cervejas-mais-barata-do-mundo-veja-ranking/

O Brasil está na lista dos países com a cerveja mais barata do mundo.

Uma pesquisa realizada pela Numbeo e divulgada pela plataforma de desconto online Cuponation apontou que o Brasil ocupa a 71ª posição no ranking de preços.

A pesquisa calculou o preço do produto tendo como base 0,5 litro.

No Brasil, meio litro da bebida custa US$ 1,02, aproximadamente 5,45 reais.

O levantamento destaca que o valor é uma média de todos os estados brasileiros. Na grandes capitais, os preços podem chegar a ser o dobro ou até mais pelo mesmo ml do produto.

Entre os países com a cerveja mais barata estão Uzbequistão (US$ 0,57) Irã (US$ 0,59) e Bósnia (US$ 0,69).

Já entre os com meio litro da bebida mais cara estão o Catar (US$ 9,00), e a Jordânia (US$ 5,50).

Segundo um levantamento anterior realizado pelo Cuponation, os brasileiros consomem cerca de 6 litros de cerveja mensais. Supondo que o valor a ser avaliado com este dado seria o de um salário de R$1.045,  foi registrado que os brasileiros gastam em média 6,26% do salário mínimo com a cerveja nacional. 

A situação pode mudar. Com a alta do dólar, que acumula ganhos de mais de 30% desde janeiro, os produtores de cervejas podem reajustar os preços. O grupo Heineken, por exemplo, será um deles. Em live realizada pela EXAME, o presidente da companhia, Maurício Giamellaro explicou que cerca de 70% dos insumos usados na produção da cerveja são precificados em dólar, como malte e lúpulo, principais ingredientes das cervejas do grupo, e até o vidro das embalagens. 

Além da alta do dólar, outro fator que pode impactar nos preços  é a quarentena, que impactou na procura no consumo de bebidas em casa. Isso acarretou uma demanda por latas de alumínio superior à produção da matéria-prima.

Apesar do retorno do comércio, o volume de garrafas de vidro retornáveis ainda segue em baixa nos estoques. Os comentários foram feitos por um relatório divulgado pelo Credit Suisse nesta semana. O banco acredita que a cerveja pode subir 5% no mês de setembro. 

 

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E.R
NOTÍCIAS

A Coca-Cola vai lançar a bebida alcoólica Topo Chico em outubro de 2020 no Brasil.

A bebida chegará nos sabores Lima-Limão, Abacaxi e Morango-Goiaba.

O preço sugerido para o produto é de R$ 4,99.

 

Edited by E.R

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E.R
NOTÍCIAS

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2020/10/falta-de-cerveja-em-supermercado-e-a-mais-alta-em-dois-anos.shtml

O consumidor de cerveja que foi ao supermercado nos últimos meses sentiu falta de algumas marcas nas prateleiras.

A ruptura do produto, que é o indicador da ausência de algum item no varejo, está no nível mais alto dos últimos dois anos, segundo a Neogrid, que monitora pontos de venda.

Robson Munhoz, presidente da empresa Neogrid, atribui a dificuldades na cadeia de produção. “O problema está no fornecimento de lata e vidro. Se falta embalagem, não tem como produzir”, diz ele.

O índice de ruptura, que rondava os 9,5% a 10% entre julho e agosto do ano passado, neste ano superou os 16% no mesmo período. 

A escassez da bebida não é generalizada, porém, ficou mais frequente entre algumas marcas em diferentes momentos.

A situação começa a alertar o varejo na região Norte. A instabilidade no fornecimento de cervejas em lata apareceu no mês passado, segundo Adem Araújo, presidente da Asa (Associação de Supermercados do Acre) e dono da rede Araújo.

O presidente da Asa afirma que a ruptura da Heineken chamou a atenção no estado, mas também há dificuldades com Ambev e Petrópolis.

Ele diz ter recebido justificativas, informalmente, dos gerentes de vendas e vendedores mencionando falta de embalagens.

Em São Paulo, a Apas (Associação Paulista de Supermercados) afirma que já recebeu algumas reclamações de redes associadas sobre o desabastecimento de cervejas em lata, mas as queixas ainda são pontuais.

Procurada pela coluna, a Ambev afirma que não registra falta de produto e as entregas estão normais.

A Petrópolis diz que não há desabastecimento em nenhum estado.

E a Heineken, que trabalha para atender à crescente demanda e que seu processo produtivo leva cerca de 28 dias.

 

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E.R
NOTÍCIAS

O ESTADO DE S.PAULO

O governo federal editou decreto que torna permanente o benefício fiscal de 8% do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) concedido a concentrados de refrigerante produzidos na Zona Franca de Manaus.

O benefício consiste numa devolução feita pelo governo às empresas do setor em crédito pelo pagamento de IPI.

Com o novo decreto, a taxa de 8% se tornará definitiva, passando a vigorar daqui quatro meses.

O decreto do presidente Jair Bolsonaro está publicado no Diário Oficial da União de ontem. A decisão é uma vitória parcial do setor de concentrados.

 

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