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Victor235

QUADRINHOS & GIBIS

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Victor235
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Outro gibi que ganhei do Rivaldo para leitura é Almanaque Disney # 352, lançado em maio de 2003. Após o índice, uma página introdutória contextualizou a história "Mickey San e os Guerreiros do Oriente", catalogada erroneamente no Inducks como "Samurai Sam e os Guerreiros do Oriente" (solicitei a correção). A história nos leva até o Japão feudal e nos apresenta a figura dos samurais e ronins, "um samurai sem honra". Na página 45, há um erro: Mickey delega aos "artesões" que construam armadilhas. O plural de artesão, aqueles que realizam trabalhos manuais e mais recentemente artesanatos, é "artesãos". A palavra "artesões" existe, mas se refere a um tipo de adorno usado entre molduras, arcos e abóbadas. Os profissionais que produzem objetos manualmente, o que era o caso, recebem o nome de "artesãos". Nesta história também aparece uma "torta de arroz" que foi colorizada de tons de marrom.

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Na seção de cartas "Correio do Almanacão", o leitor Paulo Ricardo aproveitou a sugestão da Editora Abril, que solicitou que os leitores mandassem o nome de sua "gangue" para os "clubes". Os clubes por correspondência começavam a se esvaziar e já haviam grupos criados em plataformas como o Yahoo e o MySpace (Spaces MSN), antes mesmo da criação do Orkut e mais ainda do Facebook. No Web Archive é possível ver como eram algumas páginas desse grupo na época (2003): [ http://web.archive.org/web/20030222224537/http://groups.yahoo.com/group/hqsdisney/ ]. Se entramos pelo link direto, aparece uma mensagem dizendo que a página "foi desativada, não estando mais em funcionamento". Será que esse pessoal conhece a existência dos atuais grupos sobre quadrinhos no Facebook e WhatsApp?

As histórias deste almanaque que eram republicações receberam um tratamento especial nas cores digitais. Em "A má Magali", Maga e Min se aproveitam das penas de Laércio. Quando não precisavam mais das plumagens, ordenaram à Magali (Schmitz's style): "Pode soltá-lo! Não precisamos mais das penas dele!". Se o corvo é maltratado pelas bruxas, já foi solto uma vez e tem autonomia para voar por aí, não entendo porque está sempre ao lado das bruxas.

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@Usagi White

A tira "Lá vou eu!", do Capitão Bóing, foi publicada com informações da publicação latina (PDAL172/3). De fato, a tira foi publicada nesta edição colombiana: [https://inducks.org/issue.php?c=co%2FPDA++172]. Era mais comum acontecer o contrário (gibis da América Latina imprimirem códigos de publicações brasileiras). Já a tira "Papo Descolado" (Amadeu & Pateta), que vocês podem ler acima, estava sem nenhuma imagem cadastrada no Inducks. Apesar da lombada quadrada, digitalizei a página inteira para contribuir com o trabalho de catalogação de histórias sem "imagens mundiais" disponíveis que está sendo realizado pelo Rogelho.

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Em "Babá? Bah!", vemos o trio Bebeto, Beto e Betinho.

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"Um agente nada secreto" mostra uma "cena" que talvez seria repensada em histórias mais recentes.

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Edited by Victor235

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Victor235
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Aventuras Disney (Culturama) # 05 (agosto de 2019) inicia-se com a história "O papiro da eternidade". Apesar de referir-se oficialmente a esta história, a ilustração de capa mostra uma cena diversa da encontrada na HQ. Na trama, é Donald quem vai atrás da múmia, com sua lanterna. Amnéris, porém, consegue fugir. Donald estava trabalhando como guarda em um museu sobre o Antigo Egito. No mesmo dia em que trabalhou no local, foi convocado para o turno da noite e levou seus sobrinhos para seu emprego. Na página 13, acho que ficou faltando alguma continuação na frase "pra lhes mostrar!". Também não entendi como o papiro da eternidade foi parar no museu em Patópolis, já que a personagem Amnéris revelou que, após a realização de seu feitiço, o papiro havia ficado no próprio Egito. Essa história é voltada ao público infantil e tem muitas saídas rápidas e fáceis. Leitores mais exigentes podem não curtir muito. Por exemplo, logo após serem obrigados a realizar trabalhos forçados, Huguinho, Zezinho e Luisinho encontram um caminho em direção a "um gigantesco templo subterrâneo", nunca encontrado pelas dezenas (ou centenas) de trabalhadores fixos do local. Para ajudar, o local era exatamente onde Amnéris estava presa. Outro detalhe que não pude deixar de notar diz respeito à frase "Prometo que nunca mais vou deixar o reino na mão de assessores suspeitos". Na verdade, quem tinha assumido o reino na ausência do faraó era um "tjati", cuja própria tradução da HQ explicou em nota de rodapé ser "o mais alto governante do Egito depois do faraó". Ou seja, era alguém realmente ligado à linha de sucessão do governo, e não um mero assessor. Confundindo ainda mais o sistema de governo local, o faraó do roteiro da história disse posteriormente iria indicar sua própria filha como "primeira-ministra".

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Apesar de curta, "O mistério da Ilha Escarpada" é, na minha opinião, de longe a melhor história desta edição. Trata-se de mais uma HQ da sub-série "Grandma Duck Mysteries", com Vovó Donalda e Stella Curfew, por aqui chamada Estela Dina. Nesta história, descobrimos que o gentílico dos habitantes do país fictício Brutopia é "brutopiano". Em alguns quadros, a ilha citada na história foi referenciada como "continente".

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"A Emergência", mais um trabalho de Enrico Faccini, ganhou páginas de fundo na cor amarela. A máquina de lavar roupas de Donald pifa e ele fica preocupado por não conseguir retirá-la da tomada, o que faria sua casa ser alagada. O pato se desespera em busca de um técnico. Em nenhum momento da HQ pensaram em desligar a energia elétrica do cômodo onde estava a máquina. Depois o Pateta é que leva a fama de burro...

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@Usagi White

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Zé Carioca # 1707, de julho de 1984, começa com uma história muito boa, que faz analogias com o mundo da política, situação e oposição, acordos, compra de votos e também referências a episódios concretos da política brasileira, como a chamada "Política do Café com Leite". A história foi produzida em plena época da campanha pelas Diretas no Brasil. A eleição do contexto da história tinha como finalidade a escolha do presidente do Clube da Vila Xurupita.

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Na dinamarquesa "Quem cata a sucata?", representantes de um comitê local de moradores visitam Prof. Pardal para intimá-lo a não guardar sucatas em seu quintal. Um guarda passa e obriga Pardal a se livrar das peças caso não queira ser "preso por desfiguração do ambiente". Porém, as coisas guardadas dentro da propriedade privada de Pardal deveriam dizer respeito apenas a ele mesmo, não? O próprio fato de ficarem olhando sobre o muro e julgando o inventor acaba sendo uma invasão a algo que é dele.

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A HQ "O melhor da festa" nunca foi republicada.

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"A Anacozeca volta ao ataque!" referencia, em tom de brincadeira, diversas histórias com títulos parecidos com este. A maioria delas não existe de fato. O chefe da Anacozeca arma um plano para que Zé Carioca arranje um emprego e assim tenha dinheiro para pagar suas dívidas. Ao descobrir uma vaga tentadora de um emprego "fácil e bem pago" (guarda-noturno na Mansão Rocha Vaz), Zé Carioca disfarça-se de Nestor para assumir o trabalho. Disfarçado, ele chega na casa da Rosinha afirmando que não sabia que a periquita morava lá. Nos quadros abaixo, podemos ver Zé Carioca com mãos que não foram colorizadas.

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Rocha Vaz ganhou cabelos loiros nesta história:

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@James Revolti

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Zé Carioca # 629, de novembro de 1963, trouxe mais um remake da série "Zé Fraude". "O senhorio de peixes" é uma espécie de "charge" da vida em conjuntos residenciais e condomínios. Com seu "acervo de ferro velho", Pateta monta um conjunto de "moradias" para que peixes deixem de abandonar o Aquário Municipal de Patópolis em busca de melhores condições. Na história, Zé Carioca se refere a uma âncora como "chata".

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Há um erro na tira "Visitas enlameadas". Mickey pretendia deixar sua casa "sem a menor mancha", e não "melhor mancha".

Em "Esquilos de Arribação", Tico & Teco chamam os personagens cadastrados como Compadre Coruja e Brer Duck from W CND 16-06 de "Seu Corujão" e "Seu Patão". Serão os nomes traduzidos de tais personagens ou apenas um vocativo utilizado pelos esquilos?

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Victor235
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Zé Carioca # 1705, de julho de 1984, foi um dos números do papagaio mais difíceis de serem encontrados por mim. Encontrei-o somente na loja Rika Comic Shop. Porém, descobri que existem duas versões diferentes deste número. Continue seguindo o post para descobrir as diferenças. Ambas as versões trazem o anúncio de um concurso que seria inusitado nos dias de hoje, "Ganhe um dálmata". Confira as instruções da época:

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Por outro lado, há diferenças no meu exemplar em relação ao que foi digitalizado por Nick e Evandrops do blog Quadradinhos Patópolis. Na capa, onde no meu exemplar está escrito "Nesta edição: Malandragens, calotes e muito humor! Pag. 5", lemos "Reino Mágico. Ganhe $ 1.000. Cupom nesta edição" no exemplar disponibilizado na internet. Segue a capa para comparação:

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A propaganda da página 2 também é diferente. Segue a propaganda que está no meu exemplar e em seguida a propaganda que está na outra versão deste gibi, vendida provavelmente apenas no Estado de São Paulo:

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Algum "engraçadinho" também colou este adesivo em uma página do exemplar que hoje é meu:

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Vejam a cor da camisa do Zé Galo neste quadro de "Zé Carioca Invisível":

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A história "Fotos que são um crime" mostra um banco cujo esquema de segurança é fraquíssimo. Os Metralhas dão um golpe fácil e são vítimas de suas próprias vaidades (tiraram fotos durante o assalto). História bem manjada.

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Em "Gosto não se discute", Vovó Donalda chama seu automóvel de "meu velho Forde Bigode", uma expressão que já mencionamos antes por aqui.

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Que "interruptor" é este na HQ "Que dia é hoje?"?

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Victor235
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Alguém já enviou ao Inducks as imagens de todas as primeiras páginas das histórias que saíram em Zé Carioca # 631, lançado em dezembro de 1963. O gibi começa com "O repórter dorminhoco", história na qual a calça e o boné de Pateta foram colorizados de verde, e não com o tradicional azul. No remake "Pintando o Sete" também há uma colorização pitoresca: com uma trincha molhada com tinta rosa, saída de uma lata amarela, Zé Carioca pinta seu teto (que antes era verde) de branco. Neste número também saiu pela primeira vez (de sete) no Brasil a HQ de Barks "O tabu das pérolas negras". A trama traz palavras e expressões como "tanque de lótus" e "sorvedouro". Na tira publicitária do Guaraná Antarctica, conhecemos o peixe "poraquê".

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Victor235
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O último gibi da "casa 1700" do Zé Carioca que li foi o #1703, lançado em junho de 1984. @Ramyen Matusquela comentou sobre esta edição em dezembro do ano passado. Além do que ele já mencionou, destaco o seguinte:

- Em "Usando a cabeça", aparece um touro da Vovó Donalda, aqui chamado Bastião. Será que podemos pedir para que o Inducks o considere como o personagem genérico já existente "GD's bull"?

- Nessa história, Gansolino leva o jantar para Vovó Donalda. Ela toma café na janta!
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- As cores das mesmas embalagens de presentes variam na história "O aniversário da Rosinha". Esta HQ também brinca com a condição antropomórfica dos personagens Disney:
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- Ao contrário do exemplar do Jonas, o meu não termina com a propaganda do Iô-iô Crem, mas sim dos Sucos Maguary:

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Victor235
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Apesar de ser um almanaque, o Almanaque do Peninha (2s) # 07, de dezembro de 1991, começou com uma história inédita. Quando publicada, "O deus do vulcão" estava guardada havia alguns anos, já que recebeu código iniciado por B 86. Parte do roteiro lembra um pouco "Tem Biquinho na bagagem", história da série "Zé em Patópolis": Peninha cai dentro de uma mala/baú e acaba viajando no mesmo avião que Donald. Depois, ambos pulam de paraquedas (um paraquedas com Donald e outro com a mala/baú) e os personagens se encontram somente quando tocam o solo.

Em um quadro, esqueceram de colorizar o bico do Peninha:

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Outra coisa que acontece em meu exemplar é que algumas páginas foram impressas com estas bordas (provavelmente algum controle da gráfica para impressão):

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Uma das duas histórias do "Barão da Mansão" foi publicada neste número. Em "Assombração do Porão do Barão", uma tira que aparece na página 16 repete-se na página 20. Confira as imagens dos personagens:

• Aranha Tetéia
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• Assombração da Mansão
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• Barão da Mansão
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- No universo parodiado de "A História do Pequeno Polegada", os bandidos Bigode e Comprido (Bigode e Boné) receberam o nome de Barbano Barbinha e Cartola.

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- Casa enorme a de Donald, hein?
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@Usagi White

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Victor235
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Pato Donald (Culturama) # 05, de agosto de 2019, traz duas histórias sobre exposições de objetos raros. Ambas envolvem a realização de viagens longínquas. Em "Donald e o Bastão Tubetano", os Escoteiros-Mirins organizam uma "Grande Mostra Esportiva". Para cumprir uma promessa, competir contra Gastão e agradar seus sobrinhos, Donald chantageia Patinhas para poder ir ao Tubet em busca de "bastões de futebol usados num esporte tubetano chamado Montaiaque". Apesar de serem recepcionados como visitantes, os patos descobrem que "ninguém sai da aldeia" de Vaifica após entrar nela, exceto se vencer uma partida "montaiaque". Na página 24, Donald tem uma interessante lembrança de sua infância, onde podemos ver um balão de pensamento com Donald Menino e Tôni. Donald ganha força no jogo após refletir: "Quando eu era menino... Um momento! Aquele menino sou eu". E ainda: o jogador de beisebol Barry Bonds é referenciado com o nome "Barry Bonde". Quanto ao "bilionário Justo Leal", será uma referência indireta a Roberto Justus? A história também cita uma "saborosa sopa local" como "candja". Na página 9, Patinhas puxa com força os cabelos de seu empregado Batista.

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"Donald e a Estrela-dos-Andes", por sua vez, nos apresenta a "Exposição de Raridades Botânicas". Patinhas disputa contra Patacôncio quem faria a doação da flor mais rara à exposição. Por isso, Donald e Peninha são enviados à Cordilheira dos Andes em busca da flor "estrela-dos-andes". Os patos, porém, ficam com dó de retirar um exemplar da planta de seu habitat natural, onde vivem em conjunto, e são recompensados por isso. O personagem Biquinho é citado na HQ: "Ela [planta] não é agitada por querer ir embora" / "Deve ser o jeito dela" / "Me lembra o Biquinho". Além da exposição e da expedição em busca de objetos de outras partes do mundo, esta história também tem como ponto em comum com a anterior a tomada de uma sopa pelos personagens quando de sua chegada ao seu destino.

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Victor235
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Em Zé Carioca # 635, de janeiro de 1964, na história "Caçadores de Ursos", podemos ver os irmãos do coelho Tambor. Eles estão cadastrados no Inducks como "Thumper's siblings" e no total aparecem em sete HQs.

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Em "Castigo para o honesto" podemos ver o Clube dos Malvados, frequentado por Lobão. Segundo o Inducks, os membros do clube aparecem em 56 histórias.

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- Quadro do Lobinho:
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Victor235
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Em "Disputa enrolada" (Zé Carioca # 2040, de janeiro de 1996), ao contrário do que ocorre na história "Papagaios em Órbita" (Zé Carioca # 621, de outubro de 1963), Zé Carioca não manja nem se interessa por io-iôs. Ao saber que Zé Galo iria participar de um campeonato, o papagaio sente-se desafiado, mas afirma: "Ih, mas não sei nem dar nó em barbante". Apesar de se chamar Galdino José, Zé Galo foi mencionado por extenso como "José Galo" pelo jurado deste campeonato. Confira os demais competidores citados por nome nesta história:

• Orlando Enrolado
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• João Marcha Lenta
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• Juca Fera
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Em "O negócio dos caracóis", vemos o garçom Pierre the waiter, nos traços de Luiz Podavin:

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Em "O surfista musical", conhecemos Zenóbio, tio de Zé Carioca (ou será irmão dele e tio de Zico & Zeca?), cantor que adota várias identidades conforme o ritmo musical que está fazendo sucesso no momento.

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História de Amadeu & Pateta nunca republicada:

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- O que será esse objeto acoplado no carrinho de brinquedo que estava no baú de lembranças do Amadeu?
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- Amadeu se imagina como Patinhas
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- Quadros de destaque:
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Na história "Em nome da ciência... e do amor", vemos o personagem diferente Florêncio da Mata e um boneco do Pateta sobre a cama de Rosinha:

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A história "Cinco semanas e meia de vexame", desenhada pelo grande Gustavo Machado, faz referência a "Uma história interativa", na qual Afonsinho "construiu, testou e comandou um submarino feito em casa". Segundo o roteirista Arthur Faria Jr., o nome completo de Afonsinho é Afonso Patoso.

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Na quinta página da história, aparece uma personagem diferente chamada Dona Ana:

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Victor235
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O gibi de hoje é Zé Carioca # 641 (fevereiro de 1964), que pode ser encontrado no blog Marduke Evolution. A maior parte deste número é composto por uma história do Mickey, "O esturro do jaguar". A palavra "esturro" relaciona-se ao rugido ou urro de certas feras. El Jaguar é um bandido que aparece nessa história. No Inducks, ele também está cadastrado na história "Zorro contra El Jaguar", todavia não sei se se trata do mesmo personagem.

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Na página 6, vemos uma placa que assinala o limite do Estado de Chilihuahua. Num diálogo da página 8, porém, é dito que Chilihuahua seria um país composto por diversos Estados. Em outra parte da história, Chiquinho e Francisquinho ligam um gravador para captar "vozes de alguns animais selvagens". Sem querer, as crianças gravam um dos capangas de El Jaguar dizendo "Pare e desça, moço!". Quando ouvem a gravação, porém, a história diz que a frase captada foi "Pare, em nome da lei!". Ao contrário das demais, a página 13 saiu sem o número da página no rodapé.

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No remake "Loucos por panquecas", foi inserido o texto "Lanches Zé Carioca" em uma barraca de panquecas. Em uma confusão, guardanapos com o nome da barraca foram espalhados por um parque. Para evitar que Zé fosse expulso do parque por causa da sujeira, Tico e Teco inventam uma nova função para tais papéis: os esquilos bolam uma promoção onde cada guardanapo levado até a barraca daria direito a uma "panqueca extra". Ao saber disso, o guarda que iria caçar a licença de Zé Carioca volta atrás, elogia a ideia e a considera como uma boa estratégia publicitária. Oras, de um jeito ou de outro, Zé Carioca sujou o parque!

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Em "É fácil fazer doces", ao ver seus netos tendo dificuldades em vender bolinhos, Vovó Donalda disfarça-se de velhinho para comprá-los. Segundo ela, se os ajudasse diretamente, "isso iria ferir-lhes o amor próprio... aceitar ajuda de uma mulher!". Talvez eles ficassem envergonhados pelo fato de precisarem contar com o "empurrão" de um familiar, mas não pelo fato de Donalda ser mulher... Ao final, Huguinho, Zezinho e Luisinho fazem Donalda experimentar vários bolinhos e ela tem uma indigestão.

Tira com o carro que muda de cor:

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Victor235
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Um dos últimos Zé Carioca da "casa 2000" que consegui foi o número #2070, lançado em fevereiro de 1997. Encontrei um exemplar em perfeito estado de conservação, quase novo. Apesar dele ser de uma época em que a produção nacional de quadrinhos Disney começava a baixar, este gibi trouxe apenas histórias inéditas. Até hoje, apenas duas delas foram republicadas. Abrindo o gibi, "Tremores da Noite" mostra um encontro de Prof. Pardal com a turma da Vila Xurupita. Ao contrário das primeiras HQs nacionais, que misturavam indistintamente a turma da vila com os habitantes de Patópolis, esta traz uma justificativa para o "crossover": Zé Carioca passa um "interurbano a cobrar" para Pardal investigar "ruídos estranhos e tremores misteriosos". Nesta história também vemos Pedrão utilizar uma camiseta com um Tatu-canastra estampado.

Em "Febre de picaretagem", aparece o Prof. Picaretus. Porém, não se tratava de um professor verdadeiro. Em outro quadro da história, aparentemente esqueceram de colorir a pele de um personagem.

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Esta edição trouxe um pôster de Zico & Zeca. O estranho é que o pôster, apesar de estar grampeado no miolo central da revista, conta páginas, ocupando 4 das 68 desta edição.

Verso do pôster:
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Também há um anúncio sobre novidades da seção de cartas "Cantinho do Malandro":
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- Zé não quer largar a periquitinha:
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- Personagens diferentes de "Um programa bem dirigido", história da sub-série "Zé na TV":

• Dona Guiomar Pachuchu
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• Caio Ladhe Cima
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- Personagens diferentes de "Orelhas quentes":

• Dalvinha
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• Elman Sinho
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- Em "Contando um conto", Zé Carioca conta, à sua maneira, histórias para seus sobrinhos. É feita uma inversão humorística entre Lobo Mau (Lobão) e os Três Porquinhos:

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- Tira do Amadeu:
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@Usagi White

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- Essa propaganda de uma coleção de livros da Barbie meio que incentivava as próprias crianças a ligarem para comprar:
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Victor235
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Através do Sebo Ousados, comprei o número #655 de "Zé Carioca", lançado em maio de 1964. As imagens que ilustram esse post foram extraídas do scan disponibilizado no site Tralhas Várias. Na capa do gibi, Pateta desafia uma superstição popular e abre um guarda-chuva dentro de sua casa.

O número começa com uma HQ de Carl Barks, "Guerra ao Vizinho". A história resgata o personagem Silva, que segundo Donald viveu na casa vizinha à sua "há muito tempo atrás". Ele até pergunta a seus sobrinhos: "Lembram-se do velho Silva?". Em uma parte da história, Donald movimenta-se embaixo da neve. Me veio a dúvida: é possível respirar sob a neve?

Como o Jonas já havia mencionado, esta HQ destaca-se pelo poema "O amor de abril em julho expira em ais, mas velhas rixas não morrem jamais". No final da HQ, Donald diz que se vingou "para retribuir os cupins que você [Silva] despejou na minha salada". Na frase dita na primeira página da história, o inseto era outro: "Ainda devo a ele um direto pelas formigas que êle jogou na salada do meu churrasco". A história também usa palavras e expressões como "lutador de têmpera", "catadura", "cabeçorra" e "celerado".

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Ao contrário do que geralmente ocorre em HQs, a tira "Torcedor privilegiado" mencionou os times Palmeiras e Vasco de forma nominal, sem trocadilhos.

@Maylene @Chapolin

- Histórias que estavam sem imagem no Inducks:

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- "Memes":

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No remake "O alpinismo científico", vence o Campeonato de Alpinismo a dupla que "fincar sua bandeira no cume da montanha". Ao final, Zé Carioca e Prof. Ludovico acabam vencendo. Porém, pelos desenhos eles não fincaram a bandeira, apenas chegaram ao cume.

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Victor235

Panini Comics divulga periodicidades e preços das edições Disney de capa-dura:

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