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Seu Furtado

VOTAÇÃO - 1º CONCURSO DE FANFICS E REMAKES

  

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  1. 1. Quem fez a melhor fanfic?



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Seu Furtado

1º CONCURSO DE FANFICS E REMAKES - 2012

FANFICS:

O Atari do Quico - por MVNS

ABERTURA

Este é o sensacional Chaves do oito!

Interpretado pelo super comediante Chespirito!

Com Maria Antonieta de las Nieves, como a Chiquinha!

Carlos Villagrán,como Quico!

Ramón Valdéz como Seu Madruga!

Atuação especial de Arturo García Tenório como HERO

José Antonio Mena como E.T. - O Extraterrestre

E Marta Zabaleta como Elizabeth!

Marcelo Gastaldi: O Atari do Quico!

====================Bloco 1====================

Começa com Quico batendo no barril do Chaves.

Chaves: Quem é?

Quico: Sou eu!

Chaves: Não estou.

(RS)

Quico: Pois é uma pena, pois eu ganhei um presente e ia Chamar você para abrir junto comigo!

Chaves: Sim Estou!

(RS)

Quico: Pois para aprender a não contar mentiras, não vou deixar você abrir nada!

Chaves: Pois saiba que nem me interessa!

(Chiquinha sai de sua casa)

Chiquinha: Quico, que presente é esse?

Quico: É meu, e não te empresto!

Chiquinha: E quando vai abrir?

Quico: O Que te Importa?

Chiquinha: Ah seu mal educado, pois fique sabendo...que...que... eu também ganhei um presente e não dou pra você!

Quico: Pois saiba que é uma grande mentira!

Chiquinha: Pois saiba que é verdade, eu ganhei um...um...um...

Quico: MENTIRA!

(Os dois começam a brigar)

Chaves: SILÊNCIOOOO!

(Os dois param de brigar, Quico vai para a casa e chiquinha grita para ele)

Chiquinha: Você é mais besta que o tonto do Chaves!

(RS)

Chaves: Tonto é seu pai!

(Seu madruga passa por perto)

Seu Madruga: Quem é tonto?

Chaves: É um senhor que mora no 72, ele tem uma cara de chipanzé amestrado (RS), tem um corpo de tripa seca (RS) e tem um bigode mais feio do que....

(Chaves percebe o Seu Madruga) (RS)

Chaves: É que me escapuliu....

Seu Madruga (imitando o Chaves): É que me escapuliu....

(Seu Madruga bate no Chaves)

Chaves (chorando) : AAAAANNNNRRRANNRAAANNRRRANNNNN

(Seu Madruga se Assusta) (RS)

Seu Madruga: O___O

Chiquinha: Chaves, você chorou como uma pessoa normal!

Chaves: Mas eu não fiz esse ruído!

Seu Madruga: Parece que veio da casa do Quico!

Chaves: Foi de lá mesmo, mas ele não tá chorando.

Seu Madruga: Então?

Chaves: Ele tá se expressando e rindo!

Seu Madruga: Porquê será?

(A Câmera dá um Close no Seu Madruga, que está curioso)

(Aparece o Quico em sua casa pulando de alegria após abrir seu presente) (RS)

====================Bloco 2====================

(Chaves e Chiquinha chegam pela janela. Seu Madruga foi para a casa)

Chaves: Já abriu seu presente?

Quico: Sim! É um Atari 2600!

Chiquinha: Dá pra me dar um?

Quico: Como?

Chiquinha: Você disse que tinha 2600.

(RS)

Quico: E depois dizem que eu sou burro.

Chiquinha: Tá me chamando de burra?

(Os dois começam a brigar, Chaves entra e vai ligando o Atari)

Chaves: Agora eu acho que deve colocar esse negócio no "furaco".

(Chaves consegue ligar o console, com o jogo "E.T.")

Chaves: Nossa, que porcaria!

(Quico olha para Chaves, e vai correndo e toma o controle da mão do garoto)

Quico: QUEM DEIXOU VOCÊ PEGAR MEU ATARI?

Chaves: Mas é que...

Quico: Tá,tá,tá,não precisa explicar. Legal, veio com duas manetes! Na caixa diz que só vem uma!

Chaves: Não veio duas manetes, é que quando você tomou a manete da minha mão, você tirou apenas a "varinha" de deixou a "caixinha" aqui.

(RS)

(Quico chora)

Quico: Minha manete novinha!

Chaves: Calma Quico, lembre-se que alí na venda da esquina vende manetes.

Quico: Ahhh, é mesmo! Vamos lá comprar!

Chiquinha: Eu vou com vocês!

(Mudança de cena. Chaves, Quico e Chiquinha chegam em casa)

Chaves: Liga alí,vai!

(Quico conecta a manete, mas não consegue ligar o vídeogame)

Chaves: Demora tanto assim?

Quico: Seu Besta, não tá vendo que o Atari não quer ligar?

Chiquinha: Está quebrido?

Chaves: Não se diz "Quebrido", se diz " Rachido".

Quico: Parem de dizer baboseiras e me ajudem aqui.

(Eles tentam ligar o vídeogame, mas Quico esbarra e deixa o vídeogame cair no chão)

Chaves: Olha aí seu idiota! Ficou em pedaços!

Quico: He,he, errar é humano não?

Voz: É isso aí.

Chaves: Quem disse isso?

Voz: Sou eu!

(As crianças viram de frente, e olham para a câmera com caras de assustadas)

====================Bloco 3====================

Quico: Q-quem é vo-você?

ET: Eu sou o ET, daquele jogo.

Quico: Turma, acho que precisamos ir dormir, já estamos com Alucinações!

(RS)

ET: Sou eu mesmo. Vocês desvendaram o maior segredo do jogo. Esse garoto (Olha para Chaves) fez uma sequência de movimentos no controle, que na verdade é um cheat que faz o que nenhum vídeogame fez até hoje: Trazer o personagem principal do jogo para a casa de quem está jogando!

Chiquinha: Olha, vai embora daqui! Se não eu vou chamar a polícia!

(ET cai na gargalhada)

Chiquinha: Seu idiota,porque está rindo?

ET: Adultos não podem me ver! Apenas crianças como vocês!

Chiquinha: Pois eu duvido! Vou chamar meu papai!

(Chiquinha vai chamar Seu Madruga)

Chaves: Mas ele não é tão feio assim no jogo!

(RS)

ET: Agora você vai ver.

(ET tira uma pistola de laser do bolso e tenta atirar contra Chaves. Mas ele sempre erra e o lazer atravessa os móveis, fazendo buracos neles)

Chaves: Quico! Chama o Seu Madruga para ver a parede esburacada!

Quico: Para quê? A Chiquinha já foi chamar ele.

(ET cai na gargalhada)

Chaves: Do que está rindo?

ET: É que ninguém consegue me dedurar!

(A Cena muda para Chiquinha tentando falar com Seu madruga)

Chiquinha: Papai, na casa do asudhawfuhsdilaghaeuighaerlgheog!

Seu Madruga: O Quê????

Chiquinha: Na casa do ajgfnsajkgnaerighrgjaregjyerpyhp

Seu Madruga: FALA DIREITO!

Chiquinha: Direito!

(RS)

Seu Madruga: Estou falando, de uma maneira...que...eu..consiga..ENTENDERRRR!!!!

Chiquinha: É que minha boca não me deixa dizer! (RS) Eu estou tentando dizer que na casa do as,fnerkwljgnrelhmnerlyherlyjherlyerynoeynoeoty

Seu Madruga: CHEGAAAAA!!! Eu não tenho tempo para brincadeiras!

Chiquinha: Espera papai, akfn,sd,knbt,ksnrhyb.snberbnel

Seu Madruga: Olha, eu vou para a casa, se voltar a fazer essa brincadeira imbecil, eu vou deixar você de castigo, mocinha!

(Casa do Quico)

ET: Mas que gritaria!

(ET atira com a pistola contra Chiquinha e Seu Madruga, que ficarão por 10 anos paralizados)

Quico e Chaves: Oh, e agora, quem pdoerá nos ajudar?

Voz: EU!!!

Quico e Chaves: O Chapolin col....

(Quico e Chaves olham assustados)

====================Úlimo Bloco====================

HERO: Chapolin Colorado? Chapolin é uma ova, eu sou o HERO! Já salvei mais de

mil caras que ficaram presos em uma caverna!

Chaves: Legal! Seu jogo é um dos melhores pro Atari!

HERO: Obrigado!

Chaves: Você é legal!

HERO: Muito Obrigado!

Chaves: No vídeogame você parecia ser feio...

HERO: São os gráficos, são os gráficos!

Chaves: Só que no vídeogame não é tão feio assim.

(RS)

HERO: Em que precisam de ajuda?

Chaves: Tem um ET maluco que quer destruir tudo!

HERO: Eu o conheço! Ele é famoso por ser do filme de sucesso!

Chaves: Mas não é famoso por ser daquele jogo tão ridículo, né?

HERO: Hahaha, não!

Quico: CHEEEEEEEEEEEEEEEGA! AO INVÉS DE FICAREM CONVERSANDO, VÃO CAPTURAR ESSE ET MALUCOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!

HERO: É pra já!

ET: Olhem se não é o HERO!

HERO: Olhem se não é o ET!

ET: Você não vai me vencer!

(ET saca uma pistola de laser)

HERO: Com isso aí você vai me vencer? Rá,rá,rá!

(ET dá um tiro e faz HERO adormecer por 10 anos)

Chaves e Quico: BURROOOOO!!!!!

(RS)

(ET também paralisa Chaves e Quico por 10 anos)

ET: Ninguém...vence...o...ET!!!!!

(ET está saindo da vila, quando dá de cara com Elizabeth)

ET: Nossa, que menina feia, parece um animal, hahahahahahaha!!!

Elizabeth: O Animal maior do mundo é a baleia, um cetáceo que habita principalmente os mares árticos, há baleias que chegam a ter 30 metros...

(RS)

ET: Já chega! Não me interessa saber sobre os animais!

Elizabeth: Os vertebrados se dividem em cinco grupos: Mamíferos, Aves, Répteis, Anfíbios e Peixes! É isso aí!

(RS)

(ET está super irritado)

ET: JÁ CHEGAAAA!!!!

(Elizabeth começa a se retorcer)

ET: O que deu em você?

(Elizabeth continua se retorcendo)

ET: Está louca?

(Elizabeth continua se retorcendo)

ET: Olha que eu tô nervoso hein....

(Elizabeth continua se retorcendo)

(ET está super-multi-mega-irritado)

ET: CHEGAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!

(Elizabeth continua se retorcendo)

ET: Vou te paralisar durante 10 anos!

(ET percebe que sua arma estragou)

ET: DROGA!!!!

(Elizabeth continua se retorcendo)

ET: AI PARAAAAAAAAAAAAAA PARAAAAAAAAAAAAA ISSO É IRRITANTEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE PARAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA SUUUUUUUUUUUUUUUUUUAAAAAAAAA LOOOOOOOOOOOOOOOUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUCAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!

(ET fica tão irritado que sua cabeça explode. Após sua cabeça explodir, a vila fica cheia de fumaça,e vai desaparecendo)

(A Fumaça desaparece)

Chaves: Já abriu seu presente?

Quico: Abri, era pra ser um Atari 2600,mas aqui só tem ar!

Chaves: E teria coisa melhor?O Ar puro está em extinção!

(Quico Chora. Os Créditos sobem)

FIM

Seu Madruga no Hospital - por Don_aCHiles

Seu Madruga no Hospital

Ano: 1975

Personagens: Roberto Gómez Bolaños - Chaves

Ramón Valdés - Seu Madruga

Maria Antonieta de las Nieves - Chiquinha

Carlo Villagrán - Quico

Florinda Meza - Dona Florinda

Rubén Aguirre – Professor Girafales

O episódio começa com Chiquinha chorando na escada, e de repente aparece chaves.

Chaves – O quê está acontecendo Chiquinha?

Chiquinha – Ué, ué, ué, meu pa-papai tá no hospital.

Quico chega de repente do segundo pátio e diz.

Quico – NOSSA. Mas por que Chiquinha?

Chiquinha – Po...

Chaves interrompe na hora e diz.

Chaves – Vai ver que ele emagreceu ainda mais

Quico – É possível? Então daqui a pouco ele desaparece.

[RISADAS]

Chiquinha – CHEGAAAA. Olh...CHAVES.

Chaves toma um susto.

Chaves – Ai quê?

Chiquinha – Vamos visitar meu papai no hospital.

Chaves – Zás, zás, zás, e então nós, e zás.

Chiquinha – Mas temos que levar o Quico.

Quico – E por que eu tenho que ir?

Chiquinha – “Como porquê”, pra o médico te fazer uma operação

Quico – Eu não preciso de nenhuma operação.

Chiquinha – Como que não, se nós precisamos colar o seu cérebro.

[RISADAS]

Chaves e Chiquinha riem muito.

Quico – JÁ BASTA. Em 1º lugar não tem porque colar o meu cérebro, pois eu não tenho um, e em 2º l...Digo...

[RISADAS]

Chaves e Chiquinha riem muito mais.

Chaves – Mas Chiquinha, vamos visitar o seu pai ou não vamos?

Chiquinha – Siiim.

Logo, os três vão ao hospital onde seu Madruga está. Chegando lá, eles vêem Seu Madruga roncando, parecendo porco resfriado.

Quico – Mas afinal Chiquinha, por que ele está assim?

Chiquinha – Disseram-me que foi um caminhão que o atropelou

Chaves – NOSSA. E MACHUCOU?

Chiquinha – Claro Chaves, não tá vendo ele aí.

Chaves – Sim

Quico – Então por que pergunta?

Chaves – Eu perguntei se machucou o caminhão.

[RISADAS]

Chiquinha – TÁ, TÁ, TÁ, TÁ.

Chaves – Assim você parece o professor Lingüiça.

Professor Girafales chaga de repente, e diz.

Professor Girafales – Exato. Hã? Quê?

Chaves – É que me escapuliu

Professor Girafales – “É que me escapuliu”.

Quico – PAPI. Digo querido professor, o que faz aqui?

Professor Girafales – Soube que o Seu Madruga foi atropelado, e então vim fazer uma visita.

Chiquinha – Mas soube como?

Professor Girafales – Quem me disse foi a velha burrona, digo...

[RISADAS]

De repente Seu Madruga fica rindo mesmo dormindo. Professor Girafales furioso, pega Seu Madruga pela camisa e diz.

Professor Girafales – DO QUÊ ESTÁ RINDO?

Chiquinha – Você acordou.

Seu Madruga – Nããão, eu ainda to dormindo

Chiquinha – Então é uma mágica.

Seu Madruga – Deixe de falar bobagens Chiquinha, e professor.

Professor Girafales – Diga.

Seu Madruga – Tá me segurando.

Professor Girafales – Ah sim.

FIM DO BLOCO 1.

Professor Girafales – Mas eu estava segurando você por um bom motivo, por ter rido do meu erro com a velha burrona, digo Dona Florinda.

[RISADAS]

Seu Madruga – Bem professor, mas o senhor tem que admitir que foi engraçado.

Professor Girafales – Tudo bem, vamos esquecer esse assunto, e me diga por que está no hospital.

Seu Madruga – Por que estou mal.

Professor Girafales – Sim, mas por que está mal?

Seu Madruga – Porque não estou bem.

[RISADAS]

Quico – HAHAHAAHAHAHAHAHAHAHA

E todo mundo discute, então professor girafales diz.

Professor Girafales – Silêncio, silêncio, silêncioo.

E todo mundo para de discutir e Chaves diz.

Chaves – Isso só acontece porque o professor Girafales tem cara de besta.

Professor Girafales – O QUÊ CHAVES?

[RISADAS]

Quico – HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Professor Girafales anda lentamente a Quico e o olha ameaçadamente, e Quico diz.

Quico – De burro?

Quico – De touro, isso sim.

Quico – De boi?

Quico – Então não deu.

Professor Girafales – JÁ BASTA.

Seu Madruga – QUICO.

Quico – Quiéé?

Seu Madruga – O professor tá perguntando por que eu vim para no hospital, e...

Quico interrompe e diz.

Quico – Por que freou?

Seu Madruga olha ameaçadamente pra Quico, e diz.

Seu Madruga – O QUÊÊÊÊ?

Quico – Por que brecou?

Quico – Po....

Seu Madruga – Já, já, já...

Quico se afasta e vai pro outro lado do quarto.

Professor Girafales – Mas enfim é isso mesmo Seu Madruga.

Seu Madruga – Bem professor, pra falar a verdade eu nem me lembro.

[RISADAS]

Professor Girafales indignado diz – O quêêê? O senhor não sabe???

Seu Madruga – Bem eu só me lembro que eu estava correndo de algo e de repente PUM.

Chaves – PUM? Hehehe, isso sempre acontece.

Seu Madruga – O quêêê?

Chaves – Pois, pois.

Seu Madruga – JÁ BASTA.

Professor Girafales – De qualquer forma Seu Madruga, você foi liberado pelo médico.

Quico o interrompe e diz.

Quico – Estava preso?

Professor Girafales olhe de novo ameaçadamente a Quico.

Quico – Pego em flagrante?

Quico – Saiu da cadeia? Não deu.

Seu Madruga dá um empurrão em Quico, e diz.

Seu Madruga – Que bom professor.

Todos ficam felizes e saem do hospital rumo a vila.

FIM DO BLOCO 2.

Ao chegarem na vila, todos vão para a casa do Seu Madruga, para saber o que foi que o atropelou, logo.

Professor Girafales – Bem Seu Madruga, gostaríamos de saber o quê o atropelou.

Seu Madruga – Pois eu não sei Professor.

Quico – BURRO.

[RISADAS]

Seu Madruga vai até Quico olhando-o ameaçadamente.

Quico – Jegue?

Quico – Jumento?

Quico – Cavalo, isso sim.

Quico – Não deu.

Seu Madruga – Só não tem dô uma porque me lembrei de uma coisa.

Professor Girafales – O quê?

Seu Madruga – Eu me lembro que fui atropelado três vezes.

[RISADAS]

Professor Girafales – O quê? Três vezes? Então quer dizer que o caminhão passou três vezes por cima de você?

Chaves – E machucou o caminhão, não?

Seu Madruga – O quê?

Chiquinha – Claro que não Chaves já que meu pai pesa menos que uma pena, o caminhão nem sentiu o impacto.

[RISADAS]

Seu Madruga – Olhe filhinha vá pro seu quarto.

Chiquinha – Não, mas é qu...

Seu Madruga – PRO QUARTO.

Chiquinha – Mas é...

Chiquinha – PRO QUARTO.

Chiquinha – Ma...

Seu Madruga – PRO QUARTO JÁ.

Chiquinha – Ué, ué, ué.

Chiquinha entra no quarto chorando.

Seu Madruga – Ah professor, me lembrei de outra coisa.

Professor Girafales – O quê?

Seu Madruga – O caminhão passou três vezes pela minha cabeça.

[RISADAS]

Professor Girafales – O quê? Pela cabeça, e não morreu?

Chaves – Bebeu cedo Seu Madruga?

[RISADAS]

Seu Madruga – O que quer insinuar?

Quico – BÊBADO.

[RISADAS]

Seu Madruga – O quê?

Quico – De fogo?

Quico – Com a cabeça no alto?

Quico – Então não deu.

Seu Madruga dá um beliscão em Quico, que o Quico sai da casa do Seu Madruga até o 2ºpátio.

Professor Girafales – Bom, com essas provas é muito difícil de saber quem ou o quê o atropelou, portanto eu vou embora.

Seu Madruga – Não vai passar na casa da velha carcumida?

Professor Girafales – Não, sabe que...ah quê?

Seu Madruga – Digo, digo, Dona Florinda.

Professor Girafales – Não, já está muito tarde, por isso eu me vou, com licença.

Chaves – Eu também me conlicenço.

Professor Girafales sai rapidamente da casa do Seu Madruga, e vai embora da vila pelo portão da frente, e Chaves também sai e vai pro 2ºpátio.

Seu Madruga – Droga, eu queria saber quem me atropelou.

A câmera vai saindo devagarzinho da casa do Seu Madruga e vai até o portão da vila, de repente aparece uma sombra, que é Dona Florinda e diz.

Dona Florinda – Que bom que não descobriram que eu dei três batidas na cabeça do Seu Madruga com o bastão do Quico. Será que bati muito forte?

[RISADAS]

FIM.

Os Ladrões: Assaltando a Delegacia/ A Casinha da Chiquinha - por Chaves 1000

Assaltando a Delegacia

Personagens:

Roberto Gómez Bolaños - Chompiras

Rámon Valdés - Peterete

Carlos Villagrán - Delegado

Rúben Aguirre - Homem que passa na rua

Enredo:

[Peterete vem caminhando em uma noite iluminada do mesmo jeito de sempre: como Pantera Cor-de-Rosa. Um homem passa na rua e diz debochando para o Peterete]

- Só falta o rabo para ficar igual a Pantera Cor-de-Rosa, pois a cara e todo resto é exatamente igual!

[risadas de fundo]

[Peterete fica bravo. O homem vai embora. Chega o Chompiras apontando uma arma nas costas de Peterete]

Chompiras: Mãos pra cima!

[Peterete fica desesperado]

Peterete: Eu me rendo policial! Eu me rendo...

[Peterte descobre que é o Chompiras. O baixinho começa a rir]

[risadas de fundo]

Peterete: Então é você

[Chompiras responde com uma risada debochada]

Chompiras: Sim

[risadas de fundo]

Peterete: Chega de rir por causa disso

Chompiras: Eu não estou mais rindo disso

Peterete: Então do que?

Chompiras: Da sua cara

[risadas de fundo]

Chompiras: Eu concordo com o que aquele homem disse

Peterete: Concorda com o que?

Chompiras: Que só falta um rabo para ficar igualzinho a Pantera Cor-de-Rosa

[risadas de fundo]

Peterete: Espera que vou fazer uma coisa

Chompiras: Vai me dá um tapa?

Peterete: Como adivinhou?

[risadas de fundo]

[Peterete dá um tapa em Chompiras]

Peterete: E da próxima vez, eu faço você comer bastante e depois andar na Montanha Russa para vomitar até não poder mais!

[risadas de fundo]

Chompiras: Por que você não me deu um tapa quando disse que eu estava rindo da sua cara?

Peterete: Porque eu quero dá dois tapas seguidos

[risadas de fundo]

[Peterete dá um tapa em Chompiras]

Peterete: E da próxima vez, eu faço você assistir programa de política o dia todo!

[risadas de fundo]

Peterete: Nós vamos assaltar este lugar

Chompiras: O que tem de importante aí?

Peterete: Como é que vou saber. Eu nunca trabalhei aí

[risadas de fundo]

Chompiras: Vamos assaltar?

Peterete: Vamos!

[Chompiras vai até a porta e toca nela]

Peterete: O que está fazendo?

Chompiras: Estou batendo na porta para atenderem e depois entrarmos para assaltar

[risadas de fundo]

Peterete: Não seja burro! Vamos entrar pelo mesmo lugar de sempre

Chompiras: E qual é?

Peterete: Pela janela!

Chompiras: Mas as janelas me dão coisas

[risadas de fundo]

Chompiras: Aprendi isso com um médico qualquer aí

[risadas de fundo]

Peterete: Chega! Me ajuda abrir a janela

[Chompiras olha para cima e vê escrito neste local "Delegacia"]

Chompiras: Peterete?

Peterete: Para de falar e me ajuda aqui

Chompiras: Mas Peterete?

Peterete: Chega!

Chompiras: Então tá

[risadas de fundo]

[Os dois entram dentro da delegacia]

Peterete: Acende a luz. Está muito escuro

[Chompiras aperta o interruptor, mas a luz não acende]

Chompiras: Não quer acender

Peterete: Que coisa!

[Chompiras deixa o interruptor ligado]

Chompiras: Não se lembra que acabou a luz na cidade? Não pude nem assistir ao programa do Dr. Chapatin

[risadas de fundo]

Peterete: Dr. Chapatin?

Chompiras: Sim. Aquele que eu disse para você que é um médico qualquer

[risadas de fundo]

Peterete: É mesmo. Foi ele que te curou daquele bala disparada pelo policial que te acertou e você ficou mal na hora

Chompiras: Não. Eu não fiquei mal na hora com a bala que me acertou

Peterete: Como não? A bala foi bem fundo e...

Chompiras: Mas era uma bala perdida. Só depois de alguns minutos que ela encontrou o meu estômago

[risadas de fundo]

Peterete: É. Ainda bem que eu consegui assistir ao Concurso de Miss Universo antes que acabasse a luz

[risadas de fundo]

Peterete: Tem uma vela e um isqueiro aí?

Chompiras: Espera... e... tenho...

Peterete: Ótimo!

Chompiras: Uma vela

[risadas de fundo]

Peterete: Só a vela?

Chompiras: Sim

Peterete: Roubou de uma loja?

Chompiras: Não. De um cemitério

[risadas de fundo]

Peterete: De um cemitério?

Chompiras: Sim. Roubei de um túmulo de um homem que estava me devendo 5 mangos. Como ele não me pagou, estou roubando coisas do túmulo dele como pagamento

[risadas de fundo]

Peterete: Coitado. Este não vai conseguir descansar em paz

[risadas de fundo]

Peterete: Acho que eu tenho um isqueiro aqui. Tenho sim

Chompiras: Ótimo

[Eles acendem a vela]

Peterete: Agora sim!

Chompiras: Um cofre!

Peterete: Sim. E não é de segredo

Chompiras: É fofoqueiro?

[risadas de fundo]

Peterete: Quero dizer que não é de segredo para abrir. Simplesmente abre normal. Assim fica mais fácil de abrir

Chompiras: Com esta ferramenta dá para abrir?

Peterete: Sim, mas está muito difícil

Chompiras: Por que não chamamos o dono daqui para ajudar agente abrir?

[risadas de fundo]

[Peterete dá um tapa em Chompiras]

Peterete: E da próxima vez, não te pago o salário do seu trabalho!

[risadas de fundo]

Chompiras: Desde quando você é o meu patrão?

Peterete: Desde agora!

[risadas de fundo]

[A luz volta. Como Chompiras deixou o interruptor ligado, a luz da delegacia acende. O delegado está atrás deles, mas eles não percebem]

Chompiras: A luz voltou

Peterete: Ainda bem. Pode deixar esta vela em qualquer lugar

[Chompiras dá a vela para o delegado]

Chompiras: Segura para mim

[risadas de fundo]

[Chompiras pega a vela de volta]

Chompiras: Peterete?

Peterete: Espera aí!

Chompiras: Peterete?

Peterete: Espera!

[Chompiras não percebe e queima Peterete com a vela]

Peterete: AIIIIII!

[risadas de fundo]

Peterete: Não dá para deixar esta vela em outro lugar?

Chompiras: Mas...

Peterete: Por que não deixa com este senhor?

[Peterete percebe que é o delegado]

[risadas de fundo]

Chompiras: Era o que eu estava tentando dizer para você. Isto aqui é uma delegacia!

[risadas de fundo]

Delegado: Vamos para a cela! Vamos!

Chompiras: Pelo menos não vamos ter que andar muito até a prisão

[risadas de fundo]

FIM

A Casinha da Chiquinha

Personagens:

Roberto Gómez Bolaños - Chaves

Ramón Valdés - Seu Madruga

Maria Antonieta de las Nieves - Chiquinha

Carlo Villagrán - Quico

Florinda Meza - Dona Florinda

Angelines Fernandez - Dona Clotilde (Bruxa do 71)

1º Bloco

Chiquinha está no pátio montando a sua casinha com tijolos em frente a casa dela.

[Chiquinha entra em casa e pergunta para o Seu Madruga que está lendo o jornal]

- Papai, você sabe onde está o meu lençol?

Seu Madruga: Eu lavei ele. Você não viu que está pendurado no varal?

Chiquinha: É mesmo, mas não deveria ter lavado ele.

Seu Madruga: Por que não?

Chiquinha: Ele nem estava tão sujo.

Seu Madruga: Não se lemba que você e o Chaves sujaram ele de terra?

Chiquinha: Mas sujamos pouco. O lençol estava sujo, pois você nestes últimos dias começou a dormir com ele. [risadas de fundo]

Seu Madruga: O que será que ela quis dizer? [risadas de fundo] Além disso, para que você quer o lençol?

Chiquinha: Para fazer o telhado da minha casinha.

Seu Madruga: Sua casinha?

Chiquinha: Sim!

Seu Madruga: É, pois fique sabendo que você não usar ele como telhado de sua casinha.

Chiquinha: E como tapete? [risadas de fundo]

Seu Madruga: Olha Chiquinha...

Chiquinha: Eu sei que vai sujar, mas como não sou que lavo mesmo... [risadas de fundo]

Seu Madruga: Ah, é? Pois da próxima vez, você vai lavar ele! Agora vai lá brincar com seus amiguinhos, menos de casinha. Não quero que você suja o lençol que eu acabei de lavar.

Chiquinha: Mas papai...

Seu Madruga: Fora!

Chiquinha: Mas...

Seu Madruga: Fora!

Chiquinha: Ma...

Seu Madruga: Fora!

Chiquinha: M...

Seu Madruga: Foooora!

[Chiquinha começa a chorar]

Chiquinha: Ué, ué, ué, ué, ué, ué! Você não deixa eu brincar de casinha! Saiba que eu vou sujar todas as roupas e lençóis para o senhor lavar tudo! Ué, ué, ué! [risadas de fundo]

[Chiquinha sai da casa]

Seu Madruga: Mas que menina desobediente! Será que não tem ningúem que eduque ela?! [risadas de fundo]

[Chiquinha para de chorar e vai até a casa do Quico e da Dona Florinda. Ela bate na porta]

[Quico abre a porta e vê a Chiquinha]

- Quem é?

Chiquinha: Mas como você é burro!

Quico: Até aí sem novidades. [risadas de fundo]

Chiquinha: Concordo. [risadas de fundo] Você é cego? Não está vendo que sou eu, besta!

Quico: Sim, eu sei que você é besta. [risadas de fundo]

Chiquinha: O quê?

Quico: Não, nada. O que você quer?

Chiquinha: Eu queria saber se você tem um lençol para me emprestar?

Quico: Para que você quer?

Chiquinha: Para fazer a minha casinha. Olha, já estou montando ela.

Quico: Mas você não tem lençol?

Chiquinha: Sim, mas o meu lençol de cama está molhado.

[Quico começa a rir]

Quico: Nesta idade e você ainda molha o seu lençol? [risadas de fundo]

[Chiquinha dá um pontapé no Quico]

Quico: Você não vai com a minha cara? [risadas de fundo]

Chiquinha: A culpa é sua! Eu não quis dizer que ele está molhado daquele jeito e sim que o meu pai lavou ele. Mesmo estando molhado, eu poderia usar ele, pois já esta quase seco, mas o meu pai não deixou eu usar.

Quico: Ah, bom! Eu vou ver se tem algum lençol.

Chiquinha: Quico, você não vai querer brincar de casinha comigo?

Quico: Brincar naquilo ali? [Quico começa a dar uma risada debochada] [risadas de fundo]

Chiquinha: Mas o que tem de errado na minha casinha?

Quico: Tudo! Olha, uma casinha gentalhinha assim como a dona! [Quico começa a rir] [risadas de fundo]

Chiquinha: O quê?

Quico: Se eu for brincar de casinha, eu sou brinco em casinhas decentes. É uma pena que você e o Chaves não são como eu.

Chiquinha: Ainda bem! [risadas de fundo]

[Quico fica bravo]

Quico: Ah, é? Agora eu vou...

[Chiquinha ameaça bater no Quico]

Chiquinha: O que você vai fazer, hein?!

Quico: Eu vou procurar o lençol para você.

Chiquinha: Ah, bem.

[Quico entra na casa dele para procurar o lençol. Chiquinha empurra o barril do Chaves (com ele dentro dele), até a casinha dela]

[Chaves sai do barril] [risadas de fundo]

Chaves: Quem foi que empurrou o barril comigo aqui dentro?

Chiquinha: Eu.

[risadas de fundo]

[Chaves fica espantado com a resposta da Chiquinha]

Chaves: Você?!

Chiquinha: Sim.

Chaves: Eu não suspeitei desde o princípio. [risadas de fundo]

Chiquinha: O que disse?

Chaves: Não, nada. Só não sei como você conseguiu empurrar o barril comigo dentro.

Chiquinha: Pois saiba que eu também não sei. [risadas de fundo]

Chiquinha: Olha, Chaves! Estou montando a minha casinha. Só falta o telhado. Você quer brincar comigo nela?

Chaves: Não, pois casinha é brincadeira de meninas.

[Quico sai da casa dele sem o lençol]

Quico: Chiquinha, eu não consegui encontrar um lençol na minha casa.

Chiquinha: Ah, que coisa ruim.

Chaves: Ora, mas o Quico não tem culpa de ser desse jeito. [risadas de fundo]

Quico: A Chiquinha não estava se referindo a mim quando ela disse “coisa ruim”. Ele disse isso, pois ficou indignada por eu não ter encontrado um lençol.

Chiquinha: Não, eu me referi a você. [risadas de fundo]

Quico: Está vendo como ela não... O que você falou, Chiquinha?

Chaves: E quando eu disse que você não tem culpa de ser desse jeito, eu não quis dizer que você é uma “coisa ruim” e sim que você é burro. [risadas de fundo]

Quico: Chiquinha, viu só... Você não vai com a minha cara? [risadas de fundo]

Chiquinha: O Chaves tem razão. Você é burro, pois não conseguiu achar um lençol. [risadas de fundo]

Quico: Eu não consegui achar nenhum lençol, pois a minha mãe lavou todos eles. Olha, estão todos no tanque.

Chiquinha: Onde eu vou consegui um lençol para fazer o telhado da minha casinha?

Quico: Ah, Chiquinha! Você pode perguntar para a Bruxa do 71 se ela tem um lençol para te emprestar.

Chiquinha: Para bruxa?

Chaves: Vai me dizer que você tem medo da Bruxa do 71?

Chiquinha: Claro que não, Chaves!

Chaves: Então, vai lá.

[Chiquinha vai até a casa da Dona Clotilde e ela bate na porta]

[Dona Clotilde atende a Chiquinha]

Dona Clotilde: O que você deseja?

[Chiquinha fica paralisada sem dizer nada]

Dona Clotilde: O que você deseja? Diz alguma coisa.

Chiquinha: AHHHHHHH! [risadas de fundo]

[Chiquinha sai correndo para a sua casa com medo da Dona Clotilde. Chaves e o Quico permanecem na vila]

Dona Clotilde: Mas o que deu nesta menina?

2º Bloco

[seu Madruga vê a Chiquinha assustada e pergunta para ela]

- Minha filha, o que houve?

[Dona Clotilde aparece na janela do Seu Madruga]

Chiquinha: A Bruxa do 71 me assustou!

Seu Madruga: Isto é normal. [risadas de fundo]

[Dona Clotilde houve o que Seu Madruga disse e pergunta para ele]

- O que disse, Seu Madruga?

Seu Madruga: Dona Clotilde, eu não sabia que a senhora estava aí.

[Dona Clotilde entra na casa do Seu Madruga e da Chiquinha]

Dona Clotilde: Bem, eu queria saber o que houve com a Chiquinha para ela sair tão assustada em frente da minha casa.

Chiquinha: A senhora ainda pergunta? [risadas defundo]

[seu Madruga fica bravo]

Seu Madruga: Chiquinha!

Dona Clotilde: Eu só queria saber uma coisa que...

Chiquinha: Quando a senhora ficará bonita. [risadas de fundo]

Dona Clotilde: Exatamente, eu... O que você falou menina?

Seu Madruga: Chiquinha, para que ficar dizendo coisas que nunca vão acontecer? [risadas de fundo]

Dona Clotilde: O quê!?

Seu Madruga: Sim, o dia em que senhora ficar bonita, vai ser no dia 31 de Fevereiro. [risadas de fundo]

Dona Clotilde: Como!?

Seu Madruga: Digo...

Dona Clotilde: É o melhor o senhor não dizer mais nada. Pro senhor ficar bonito não é uma coisa impossível.

Seu Madruga: É mesmo!

Dona Clotilde: Claro, poderia acontecer em qualquer dia.

Seu Madruga: Obrigado, obrigado!

Dona Clotilde: Sim, pois o senhor está precisando muito que fique bonito. [risadas de fundo]

[seu Madruga fica bravo e Chiquinha começa a rir]

Chiquinha: Essa foi boa! [risadas de fundo]

[seu Madruga olha para Chiquinha com cara de bravo]

Chiquinha: Ah, ohh, aihh, ahhh! É que me escapuliu! [risadas de fundo]

Seu Madruga: Francamente, francamente! É melhor você ficar quieta, Chiquinha!

Dona Clotilde: Seu Madruga, você não precisa ficar bravo com que eu falei.

Seu Madruga: Por que eu não deveria ficar bravo?

Dona Clotilde: Porque mesmo o senhor sendo desse jeito, eu ainda te acho lindo! [risadas de fundo]

Seu Madruga: Agorinha mesmo disse que eu precisava ficar mais bonito.

Dona Clotilde: Sim, aí eu vou achar que você é mais lindo! Um galã! [risadas de fundo]

Seu Madruga: Olha, é melhor agente saber o que a Chiquinha queria com a senhora.

Chiquinha: Bom, eu só queria saber se a Dona Clotilde tinha algum lençol para me emprestar.

Seu Madruga: Para fazer o telhado da sua casinha, não é?

Chiquinha: Como foi que adivinhou? [risadas de fundo]

Dona Clotilde: Mas acontece que eu uso todos os meus lençóis. Acho que eu não vou poder emprestar para a Chiquinha.

Chiquinha: Aahhnn! [Chiquinha fica triste]

Seu Madruga: Tudo bem, Chiquinha. Você pode pegar o seu lençol.

Chiquinha: Obrigada, papaizinho lindo meu amor! [risadas de fundo]

[seu Madruga, Dona Clotilde e Chiquinha vão para o pátio]

Dona Clotilde: O lençol já está seco, Seu Madruga.

Seu Madruga: É, está. Vou sacudí-lo um pouco.

[seu Madruga sacode o lençol sem querer na Dona Florinda]

[risadas de fundo]

Dona Florinda: O que o senhor pensa que está fazendo?

Seu Madruga: Bom, eu estaca sacudindo o lençol e...

Dona Florinda: Está bem! Eu não vou bater no senhor, pois estou com bom humor.

Seu Madruga: Dona Clotilde, que sorte que a senhora tem.

Dona Clotilde: Eu?

Seu Madruga: Sim, pois se a Dona Florinda está de bom humor, hoje só pode ser dia 31 de Fevereiro, dia em que a senhora deixará de ser feia. [risadas de fundo]

Dona Clotilde: É melhor eu ir para a minha casa.

[Dona Clotilde entra para casa]

Seu Madruga: E que novidade ver a senhora de bom humor!

[seu Madruga coloca o braço no ombro da Dona Florinda para parabenizá-la]

[risadas de fundo]

[Dona Florinda tira o braço do Seu Madruga do ombro dela]

Dona Florinda: Mas é melhor o senhor não aproveitar desta situação, pois eu posso muito bem ficar de mal humor e você sabe o que pode acontecer com o senhor.

Seu Madruga: Sim, claro que sim.

Dona Florinda: Não sou obrigada a aguentar a gentalha, principalmente um velho mulambento como o senhor. [risadas de fundo] E por falar nisso: Tesouro, não se misture com esta gentalha!

Quico: Sim, mamãe! Gentalha, gentalha, prrrrr! [risadas de fundo]

[Dona Florinda e Quico entram para casa. Seu Madruga fica bravo. Joga o chapéu no chão e começa a pisar nele. Depois pega o chapéu e coloca na cabeça]

Seu Madruga: Mas eu tenho que aguentar isso.

Chiquinha: E imagine se ela estivesse de mal humor. [risadas de fundo]

Seu Madruga: Chiquinha, tome muito cuidado para não sujar este lençol.

Chiquinha: Sim, papai. Chaves, agora você vai querer brincar de casinha comigo?

Chaves: Já disse que não e também já disse que é brincadeira de meninas, além disso, gostaria de saber qual o motivo de você ter pego o meu barril?

Chiquinha: Eu queria usar ele como um cômodo da minha casinha.

Chaves: Pois eu não vou deixar. Você pode usar ele como banheiro e daí onde fico depois. [risadas de fundo]

Chiquinha: Está bem, Chaves. Mas você não quer mesmo brincar de casinha, mesmo tendo comida de verdade?

Chaves: Já disse que não... Comida de verdade?

Chiquinha: Sim!

Chaves: Zás, zás, e agente brincava e... e brincava e... e,e,e... comia muito sanduíche de presunto e... zás!

Chiquinha: Mas tem uma condição?

Chaves: Qual?

Chiquinha: Que você seja o meu marido.

[risadas de fundo]

Chaves: De brincadeira?

Chiquinha: Lógico!

Chaves: Mas porquê tem que ter esta condição?

Chiquinha: Pois um casal, a mulher sempre prepara a comida para o marido. Eu vou preparar muita comida para você comer.

Chaves: Ah, bom! Se é assim, sim! [risadas de fundo]

Chiquinha: Daí você vai comer um monte de tipo de comida!

Chaves: Isso, isso, isso, isso!

Chiquinha: Bem, agora eu vou até a minha casa buscar uma coisa comum entre casais e que não vai se diferente com agente.

Chaves: E o que é?

Chiquinha: O nosso filho.

[Chaves fica espantado]

[risadas de fundo]

Chaves: Nosso filho?

Chiquinha: Sim, pois é, pois é, pois é! Eu vou lá buscar.

Chaves: Mas Chiquinha...

[Quico sai da casa dele com a sua bola de plástico]

Quico: Chaves, você quer jogar futebol comigo?

Chaves: Zás, zás e... Não vai dar.

Quico: Por que não?

Chaves: Porque eu vou brincar de casinha e eu vou ser o marido da Chiquinha.

[Quico começa a rir]

Quico: Marido da Chiquinha?! Tem gosto pra tudo neste mundo. [risadas de fundo]

Chaves: Você sabe que é de mentira! E eu só vou brincar de casinha, pois a Chiquinha disse que ia ter comida na brincadeira. Por isso, eu prefiro brincar de casinha, pois eu vou comer alguma coisa. Brincar de futebol não tem nada para comer, já que as bolas não são comestíveis e...

Quico: Ai, cale-se, cale-se, cale-se você me deixa louco! [risadas de fundo]

Chaves: Tá bom, mas não se irrite! [risadas de fundo]

Quico: Então, não me deixe irritado!

Chaves: Ninguém tem paciência comigo.

[risadas de fundo]

Quico: Não! Sobre o que você falou que as bolas não são comestíveis, eu posso provar que elas são sim.

Chaves: Como assim?

Quico: Olha só!

[Quico morde bem forte a sua bola de plástico, até que ela estoura. Chaves e o Quico se assustam]

[risadas de fundo]

Chaves: Mas o que você fez?

Quico: Viu como são comestíveis, mas o problema é que tem gosto ruim e acaba rápido.

[Quico fica triste e começa a chorar]

Quico: Agrrrrrrrrrrrrrrrrrr!

[risadas de fundo]

Seu Madruga: Mas o que está acontecendo aqui, Chaves?

Chaves: É que a bola do Quico estourou e agora ele não para de chorar.

[seu Madruga pega a bola estourada e Dona Florinda vem correndo para saber o que houve]

Dona Florinda: O que foi, tesouro?

Quico: Mamãe, estourou a minha bola!

Dona Florinda: Ah! Mas tinha que ser o senhor mesmo! E eu ainda avisei para não provocar que eu ficaria de mal humor.

Seu Madruga: E daí?

Dona Florinda: Que eu estou de mal humor! Toma!

[Dona Florinda dá um tabefe no Seu Madruga]

[risadas de fundo]

Dona Florinda: Vamos tesouro, não se misture com esta gentalha!

Quico: Sim, mamãe! Gentalha, gentalha, prrrrrrr!

[risadas de fundo]

[seu Madruga fica bravo. Joga o chapéu no chão e começa a pisar nele. Depois pega o chapéu e coloca na cabeça]

Dona Florinda: E da próxima vez, vai estourar as bolas da sua vó!

[Dona Florinda entra para casa. Quico permanece no pátio.]

Chaves: Seu Madruga, não estoura as bolas da sua vó. Empresta elas para eu jogar futebol.

[risadas de fundo]

[seu Madruga fica bravo e bate no Chaves]

Seu Madruga: Toma!

[Chaves começa a chorar]

Chaves: Pipipipipipipipi!

[risadas de fundo]

Seu Madruga: Pipipipipipipi! Só não te dou outra, pois a minha avozinha adora se divertir com as bolas dela.

[risadas de fundo]

[Dona Clotilde aparece na janela da casa dela, perguntando para o Seu Madruga]

- O que houve, Seu Madruga?

Seu Madruga: O de sempre! Eu tenho que aturar estes moleques, a Dona Florinda me batendo... Ela sempre se aproveita de mim.

[Dona Clotilde sai da casa dela]

Dona Clotilde: Bom, eu não sou o tipo de mulher igual a Dona Florinda que dá tabefes no senhor, mas eu me aproveito de você também, Seu Madruga! [risadas de fundo]

Seu Madruga: Ai, meu Deus! [risadas de fundo]

[Dona Clotilde abraça o Seu Madruga]

Dona Clotilde: Eu me aproveito do senhor, ficando sempre perto de você! [risadas de fundo]

Seu Madruga: Pois eu quero 5km de distância da senhora. [risadas de fundo]

[Dona Clotilde fica brava e entra para casa]

Seu Madruga: Ainda bem! [risadas de fundo]

3º Bloco

[seu Madruga entra na casa dele]

Chaves: Quico, tem uma coisa que está me pertubando.

Quico: E o que é, Chaves?

Chaves: O que a Chiquinha disse para mim.

Quico: O que ela disse?

Chaves: Eu não sabia que ela ia levar tão sério esta brincadeira de casinha, que eu sou o marido dela, mas ela levou e foi até a casa dela buscar o nosso filho.

[risadas de fundo]

[Quico fica espantado]

Quico: Que história essa de nosso filho, meu e seu, Chaves!? Você está louco!? [risadas de fundo]

Chaves: Que meu e seu! É da Chiquinha é meu.

Quico: Ui, que alívio. [risadas de fundo] O que você vai fazer, Chaves?

Chaves: Eu não sei! [Chaves fica apavorado]

[Chiquinha chega no pátio com uma boneca]

Chiquinha: Eu demorei um pouco, pois eu não estava conseguindo achar o nosso filho, mas aqui está ele!

[Chaves não olha e vira as costas]

[risadas de fundo]

Chaves: Ai, não!

Chiquinha: Ai, não?

Chaves: Sim, você está falando de filho e...

Chiquinha: Sim, o nosso filho. Uma boneca. Por isso, na verdade não é um filho e sim uma filha.

Chaves: Uma boneca?

Chiquinha: Sim.

[Chaves fica aliviado]

[risadas de fundo]

Chiquinha: Por que você ficou deste jeito, Chaves?

Quico: Bom, eu vou contar o que é. Acontece que o Chaves...

[Chaves dá um beliscão no Quico para ele não contar]

[risadas de fundo]

Chaves: Não fala, seu bestão!

Quico: Desculpa!

[Chaves e Chiquinha vão brincar de casinha]

Chaves: Chiquinha, e minha comida?

Chiquinha: Eu ainda vou preparar.

Chaves: Mas rápido, pois eu tenho que ir trabalhar.

[risadas de fundo]

Quico: Olha o outro! Falando de trabalho! [Quico começa a rir]

[risadas de fundo]

Chaves: O que disse?

Quico: Se você não vai bem na escola, como você fala de trabalho.

[risadas de fundo]

Chaves: O quê?

Quico: Você é tão burro, que tem trabalho para conseguir um trabalho!

[risadas de fundo]

Chiquinha: Quico, não está vendo que agente está brincando. É tudo de mentira o que agente faz.

Chaves: Deixa! Ele vai aprender a não mexer comigo.

[Chaves bate no Quico]

[risadas de fundo]

Chiquinha: Chaves! O que você fez?!

[seu Madruga sai da casa dele]

Seu Madruga: O que houve?

Quico: Mamãe!

[Dona Florinda sai da casa dela]

Dona Florinda: O que foi, tesouro?

Quico: Ele me bateu!

Dona Florinda: Outra vez o senhor aprontando com o meu filho!

[seu Madruga fica apavorado e entra na casinha da Chiquinha]

Seu Madruga: A senhora seria capaz de destruir a casinha da Chiquinha?

Dona Florinda: Claro que não, Seu Madruga. Eu não vou destruir a casinha da sua filha para bater no senhor.

Seu Madruga: Então?

Dona Florinda: Vou fazer algo bem melhor.

[Dona Florinda tranca a janela e a porta da casa do Seu Madruga]

[Dona Clotilde aparece na janela da casa dela e vê tudo o que está acontecendo]

Dona Florinda: Trancando toda a sua casa, o senhor escolhe: ou fique aí e não bota mais os pés na sua casa ou saia da aí e leva o tabefe que merece, para depois poder ter a sua casa de volta

[risadas de fundo]

Seu Madruga: Nenhuma das opções é boa!

Dona Florinda: E o que me interessa!

[risadas de fundo]

Dona Florinda: Vamos tesouro, não se misture com esta gentalha!

[Dona Florinda entra na casa dela]

Quico: Não sei como vou fazer gentalha com o senhor aí dentro, então faço na casinha. Gentalha, gentalha, prrrrrr!

[Quico empurra a casinha e desmorona em cima do Seu Madruga]

[risadas de fundo]

Quico: Puxa, Seu Madruga! Ficou sem duas casas. Acho que é melhor o senhor sair daí e levar um tabefe.

[Quico entra na casa dele]

[risadas de fundo]

Seu Madruga: Poderia ter mais alguma coisa para piorar?

Chaves: Sim! Eu fiquei sem a minha comida da brincadeira.

[Chaves começa a chorar e entra no barril]

[risadas defundo]

Chaves: Pipipipipipipipi!

[seu Madruga começa a chorar também]

Seu Madruga: Ainnnnnnnn!

[risadas de fundo]

[Dona Clotilde sai da casa dela]

Dona Clotilde: Não chore mais, Seu Madruga. Eu tenho uma ótima solução para o senhor não levar o tebefe da Dona Florinda e ter uma casa de volta.

Seu Madruga: E qual é?

Dona Clotilde: Ir morar comigo!

[risadas de fundo]

Seu Madruga: Não, Dona Clotilde!

Dona Clotilde: Vamos saia daí desta casinha destruída e vamos para a minha casa!

Seu Madruga: Espere!!!

[Dona Clotilde e Seu Madruga entram na casa dela]

[risadas de fundo]

[Chiquinha começa a chorar também]

Chiquinha: Ué, ué, ué, ué, ué!

[risadas de fundo]

FIM

Chapolin Begins - por jpxchacal

Chapolin Begins

Chapolin Begins, Capítulo 1: Fim

A história começa com Chapolin ao lado de dois homens na porta de uma mansão mal assombrada. A câmera se aproxima e vemos que são Tripa Seca e Quase Nada.

CH: É agora ou nunca. Ao passarmos por esse portão, provavelmente não voltaremos. Alguém quer voltar atrás?

TS: Não, já estou aqui mesmo.

QN: Eu também não.

CH: Mas eu sim! Xau pra vocês!

Chapolin fige e Tripa Seca o puxa pela camisa.

QN: Coragem homem, só nós podemos fazer isso.

CH: Se não há outra opção, SIGAM-ME OS BONS!

Chapolin avança e TS e QN ficam parados.

CH: ... e os maus também...

Chapolin abre a porta e os 3 avançam pela mansão correndo. ao longe veem uma sala com uma luz mais forte, e ao entrar se deparam com Super Sam acorrentado pelos braços na parede, cartola destruída ao seu lado no chão, todo arrebentado.

os 3: SUPER SAM!

Super Sam levanta a cabeça e olha para os 3, e desfere um breve sorriso de alegria.

voz misteriosa masculina, de tom elegante: Enfim vocês chegaram...

CH: Então você está aqui...

voz misteriosa feminina, de tom agudo: HIAHIAHIAHIAHIA. E não esqueça de mim...

CH: Ficaria triste se você não extivesse junto...

As duas figuras surgem tranquilamente detrás de 2 pilastras, revelando ser Mefistófeles e a Bruxa Baratuxa.

MF (Mefistófeles): Então, vejo que trouxe amigos.

BB (Bruxa Baratuxa): São para o nosso acordo?

TS e QN: ACORDO? Que acordo?

CH: Eu vim para resgatar o Super Sam, não vou aceitar acordo nenhum!

MF: ... Infelizmente você não me deixa escolha.

Mefistófeles faz um gesto circular com a mão no ar e surge um bastão (o Cherrín cherrión). Bruxa Baratuxa o vê e puxa de sua manga sua varinha mágica.

QN: Nós já estávamos preparados pra isso.

TS e QN então sacam duas pistolas cada um e apontam para Mefistófeles e para a Bruxa Baratuxa.

MF: Já sabem que essa é uma disputa que vocês não tem como vencer.

TS: Não custa tentar - e dá um sorriso sarcástico.

Um tiroteio começa. TS e QN atiram furiosamente contra MF e BB

BB: "Que todas as armas deles virem madeira! PARANGARICOTIRIMIRRUARO!"

MF: Balas, Cherríon.

As armas se tornam pedaços de madeira e as balas desaparecem no ar.

BB: HIAHAIHAIHAIHAIAHA! E o que vocês podem fazer agora, hein?

CH: ISSO!!!

MF e BB olham para trás e veem Chapolin pulando sobre eles.

Chapolin se joga sobre os dois e agarra a varinha da bruxa e o cherrín cherrión do diabo.

CH: O que vocês estão esperando??? Liberem o Super Sam!!!

TS e QN então vão ao resgate de SS, enquanto CH tenta tirar as duas varinhas, puxando-as dos dois.

CH: Vocês não vão conseguir o que querem! Já dizia o ditado, "depois da tempestade, com ferro será ferido". Não, é "quem com ferro fere sempre vem a bonança". Não, é "quem é ferido na bonança com ferro depois da tempestade..." Bom, quase isso.

MF: Largue!

CH: Não!

BB: Desista, você não consegue vencer nós dois!

CH: NUNCA!!!

MF e BB então se olham, e com o olhar entendem a intenção um do outro. Então ao mesmo tempo apontam a varinha e o Cherrín Cherrión na direção do Chapolin.

BB: Que esse inseto vermelho se transforme em poeira! PARANGARICOTIRIMIRRUARO!

MF: Polegar Vermelho, Cherríon!

A tela fica preta, e só ouvimos a voz do Chapolin:

É na hora da morte que te direi quem és. Não, é Diga-me com quem andas que entedemos tudo. Ou seria Diga-me com quem andas na hora da morte que direi que entendemos tudo? Não é assim também... Ah, já sei!

É na hora da morte que entendemos tudo. Foi preciso morrer pra entender o que me levou a chegar até aqui. Tudo começou naquele dia...

Chapolin Begins, parte 2: Origens

A câmera vai se aproximando de um menino no meio da rua. Devia ter pouco mais de 4 anos, vestia uma calça muito comprida com suspensórios, que arrastava pelo chão, descalço, uma camisa velha e um boné com duas grandes abas laterais, verde amarronzado. Além de um saco amarrado num cabo de vassoura pendurado em seus ombros.

O menino vai andando pela rua quando se depara com um portão de uma simples vila. Procurando abrigo, então adentra o portão dessa vila.

---BGM: MUM

"Olha bem pra cá, aqui vai sair o passarinho", ouve um homem dizer. Curioso, vai atrás de quem falou tal frase. Ao olhar mais pra frente, próximo ao muro esquerdo lateral ao portão, vê uma menina de vestido vermelho que diz "Onde papi?"

"Bem aqui filinha, bem aqui. Você vai ver que bonito passarinho...", ouve novamente a voz do homem. Então para, olha para os lados, e vê que o homem do qual ouvia a voz estava junto à uma câmera fotográfica.

Homem: Menino, você tem que entrar na frente bem na hora que vou tirar a foto da minha filha?

"Menino, eu falei com você. Sai daí". Mas o menino não se move. "Você não tá escutando?". Mais silêncio. "O que é que você tem?"

Menino: Fome.

Homem: Escuta, você gostaria de comer um sanduíche de presunto?

Os olhos do menino brilham, e ele responde euforicamente "zás, zás, zás! E eu comia o sanduíche de presunto, e depois outro sanduíche de presunto, e depois outro, e outro, e zás!".

"Só tem um incoveniente, e onde eu vou tirar um sanduíche de presunto?" diz trsitemente o homem.

A euforia se torna tristeza novamente. O homem então vê seu olhar de decepção e diz que vai procurar algo pra que ele possa comer, e entra numa casa à esquerda, com o número 14 na porta.

A menina então fala com ele: "Você está perdido menino?"

Ele responde "não sei...". Como as calças abaixo dos pés o incomodavam, se agacha para erguê-las, quando um senhor passa e tropeça nele. "más cuidado por donde camina, chavo!", grita o homem com sotaque nitidamente mexicano.

Menina: Hihihi, esse é o seu nome? Chave?

Menino: Não, meu nome é...

Ei menino! - chama uma senhora bem idosa, com dois coques na cabeça, uma manta vermelha nos ombros e vestido branco. saindo da mesma casa número 14. - Você gostaria de um sanduíche de presunto?

O menino responde com a cabeça que sim, e ao ver o sanduíche na mão da senhora sai correndo em sua direção, mas tropeça na calça e cai. A senhora então levanta o menino no colo e o leva pra dentro de casa.

"Vovó, sabe o nome desse menino? O nome dele é Chaves, que nem chave de casa. Hihihi", diz a menina.

"Esse é seu nome mesmo? Chaves?" pergunta a senhora pro menino em seu colo, mas a fome e o sanduíche apetitoso em suas mãos o impedem de falar.

"Vamos entrar com esse menino e depois vemos o que fazer com ele." diz o homem, recolhendo a máquina de fotografias que estava no meio do pátio da vila. "E vou dar um par de sapatos meus pra ele, pra que ele não fique tropeçando nas pernas"

Chapolin Begins, parte 3: Mudanças

Uma senhora escuta o que aconteceu e bate na porta da casa 14. Ao abrirem a porta, reconhecem-na como a senhora que mora na casa número 8.

"Olá Seu Madruga, tudo bem?" Pergunta a Senhora.

O senhor, que agora sabemos que seu nome é seu Madruga, responde:

Sim, achamos esse garoto perdido agora aqui no pátio, e estamos dando o que comer pra ele antes de levarmos ele pra algum orfanato.

Velha Senhora do 8 (S8): Sim, eu ouvi os rumores, e é exatamente isso que queria falar com vocês.

Seu Madruga (SM): Pois não?

S8: O senhor sabe que eu sou sozinha e nunca tive filhos. Sempre quis adotar uma criança mas nunca pude, porque sou paciente cardíaca crônica. Mesmo meus médicos me garantindo mais 20 anos de vida, nenhum orfanato quer me deixar adotar uma criança, dizem que eu posso morrer a qualquer momento. Acho que o senhor está entendendo o que eu quero dizer...

SM: Sim, entendo a senhora, mas não acho que essa sea uma boa idéia, pois...

S8: Por favor, essa é uma oportunidade única pra mim. Se essa criança for embora, não sei quando outra chance dessa pode ocorrer... - interrompe a senhora, com uma lágrima nos olhos.

SM: ... Tudo bem, mas fique avisada: qualquer coisa que aconteça com essa criança eu ligo pro juizado de menores pra que venham pegá-la.

S8: certo. O senhor sabe que não sou rica, o pouco que tenho é pra pagar meu tratamento e me sustentar. Não garanto tudo de bom e do melhor pra ele, mas prometo dar todo meu amor e carinho pra ele.

SM: ... estou de olho na senhora.

A senhora então leva o menino para casa. Através de ligações para alguns amigos, consegue registrar a criança e colocá-la numa escola pública próxima à escola, onde conscidentemente mora Chiquinha, a menina filha do Seu Madruga.

A cena muda pra longe dali, um apartamento de classe alta no Guarujá. Essa é a casa dos Matalascayano, onde um Marinheiro se despede de sua esposa e filho.

Marnheiro: Bem querida, está na hora de partir.

Tenha muito cuidado, Frederico - Responde a mulher. Ela diz tristemente, dizendo que tem um mal pressentimento.

FR (Frederico): Por favor querida! - diz ele acalmando-a. - Cuide bem do menino.

A cena muda e mostra Frederico Jr., com cerca de 3 anos, dentro de um cercado.

FR: Ele é a minha cara...

Mas tem saúde, e é isso que importa - Responde Florinda, sua mulher.

Florinda lhe dá um beijo de despedida e pede pra ele se cuidar, pois uma tempestade em alto mar é sempre perigosa. Principalmente quando o barco não está em boas condições. E o barco dele não é uma coisa que se diga 'minha nossa, como é bom aquele barco', e um barco velho não aguenta nada. E muito menos com uma tempestade.

Frederico se enfeza, grita e parte.

Florinda então fala com seu filho que acha que nunca mais irão vê-lo novamente, e o menino tem o mesmo pressentimento.

Dias depois, chega a notícia que o barco de Frederico tinha virado. Os dois sobrevivem alguns anos com o dinheiro de Frederico que havia guardado, mas esse dinheiro estava acabando e em breve teriam que se mudar, pois não conseguiria manter a casa.

4 anos após a chegada do Menino "Chaves" na vila, a senhora que vinha cuidando dele passa muito mal e precisa realizar uma cirurgia de emergência. Porém não tem dinheiro pra isso, e fica entre a vida e a morte. Seu Madruga, que passou a se aproximar mais dela após ter adotado o menino Chaves, então gasta todo o seu dinheiro para fazer a cirurgia dessa senhora.

Ele começa a atrasar o aluguel, e pra não ser expulso pede ao senhorio, Sr. Barriga, para que pudesse ficar numa casa mais barata, e então se muda pra casa próxima, que é tão desvalorizada que até a numeração muda constantemente.

Florinda então, com pouco dinheiro, começa a procurar uma casa mais barata. Encontra então a antiga casa de Seu Madruga pra alugar, e em primeiro momento não vê nenhum problema em se mudar praquela vila, pensando que ali teria paz...

Chapolin Begins, parte 4: Vida

O tempo então vai passando. Chaves se torna amigo de Frederico Jr., ou Quico, Chiquinha, Filha do Seu Madruga e de outros personagens que passavam pela vila. Também vemos Chaves usar um barril que seria usado para aparar goteiras da calha de um dos telhados da vila como brinquedo, e Seu Barriga, com pena de estragar a brincadeira daquele menino pobre, deixa o barril pra ele.

Passam cenas de alguns momentos engraçados deles, como com Madruguinha, Chaves vendendo refrescos, Seu Madruga vendendo Churros, Festival da boa vizinhança, Espíritos zombeteiros, Velho do saco,...até o momento de Chaves e Quico brincando de piratas escavando o 3º pátio.

Eles cavam um grande buraco (furando o cano de água), e veem um bastão amarelo enterrado. Cavam um pouco mais e descobrem que aquele bastão tem na ponta uma marreta vermelha. Quico tenta erguê-la, mas não consegue.

CH: Você é muito burrinho, muito fraco. Deixa comigo.

Ao pegar na marreta, vê flashes de um homem vestindo uma roupa vermelha enfrentando bandidos, e então escuta uma voz divina "Somente aquele que encontrar o que nunca perdeu poderá empunhar essa marreta".

Chaves então pisca, sacode a cabeça e se afasta.

Quico (QU): Viu só, viu só? Tu também não aguenta...

CH: Aguento sim, quer ver? - E puxa a marreta, mas ela não se move nem um milímetro.

CH: Quer saber, ela deve estar enterrada aqui por algum motivo. Vamos enterrar ela de novo.

Mais cenas do tempo passando. A senhora que cuidava do Chaves então morre, devido a complicações de sua saúde, e Chaves passa a dormir várias vezes no barril, pra não ficar sozinho na casa 8 e sentir saudades daquela senhora que cuidava dele.

A situação de Chaves piora, não tem condições de se sustentar e passa a ser alimentado com ajuda de Seu Madruga, Dona Clotilde e algumas vezes de Dona Florinda. Seu Barriga, com pena de expulsar o menino (mesmo que sempre batesse nele), o deixa morando na casa 8, já que era mesmo a menor e mais depreciada casa da vila.

Mais cenas do tempo passando. Vemos então Dona Florinda mandar Quico morar com umas tias, para poder estudar em um colégio melhor. Pouco tempo depois, vemos Seu Madruga se despedindo de Chiquinha, prometendo que iria viajar pelo mundo em busca de fortuna. Chiquinha chora vendo seu pai partir, mas com um sorriso de esperança de que a situação iria melhorar. Nisso já fazem 6 anos desde que Chaves chegou a vila pela primeira vez.

Chapolin Begins, parte 5: Morte

Após a partida de Seu Madruga, o tempo parece correr. Dona Florinda abre um restaurante, Dona Clotilde, que triste pela partida de Seu Madruga começa a descarregar seus ímpetos de carinho sobre Jaiminho, o novo carteiro da Vila, e Dona Neves, avó de Seu Madruga e Bisavó de Chiquinha, passa a morar na Vila para cuidar de sua biscaneta.

Um ano se passa, quando vemos um rosto familiar entrando pela vila. Vestindo a mesma roupa de sempre, mas com uma mala e um casaco preto, ele olha adimirado por estar de volta ao lar. O primeiro a vê-lo é Chaves, que fica atônito por não acreditar. Logo depois é Pópis, que reconhece facilmente e logo o chama pelo clássico apelido de Chipanzé Reumático. Seu Barriga logo o encontra e relembra o velho hábito de cobrar o aluguel. Professor Girafales também, e pergunta se conseguiu fazer a fortuna que tanto desejava, mas é respondido que não, que chegou a ter uma oportunidade de ganhar muito dinheito, mas tinha um incoveniente: teria de trabalhar. Dona Florinda também o reencontra, mas não fica tão feliz. Finalmente Chiquinha o vê, e não acredita. Mas sim, ele estava ali. SEU MADRUGA, seu pai, retornara de sua viajem para nunca mais partir.

A vida volta ao normal, ou o mais próximo disso, até o fatídico dia. Chaves está brincando na rua, quando vê um menino de mais ou menos 4 anos atravessando a rua. De repente surge um carro em alta velocidade que vai atropelar o menino. Sem pensar, Chaves se joga na frente do carro, salvando o menino. Mas pra que o menino se salvasse, Chaves morreu.

Chaves está estirado no chão, quando a vista escurece e tudo fica preto. Então tudo fica branco, e Chaves se vê no nada, mas tudo iluminado. Surge então a figura de uma mulher encapuzada, e Chaves não tem difuculdade de reconhecê-la.

Era Dona Clotilde. Sim, ela é uma bruxa mesmo.

Dona Clotilde: Chaves, eu vi o que você fez. Você passou sua vida toda sendo bom com os outros, nunca agiu com egoismo ou vaidade.

CH: Eu... estou morrido?

DC: Não se diz morrido.

CH: Mortado?

DC: Também não.

CH: Molhado?

DC: Se diz morto.

CH: Mas estou molhado também, estou coberto de sangue.

DC: Na verdade você ainda não morreu. Ainda há chances de você viver, e eu vou te dar essas chances. Você é um bom menino, não merece morrer agora.

Dona Clotilde então ergue os braços e uma intensa movimentação de energia começa.

DC: EU LHE DAREI AGORA O PODER SECRETO QUE É PASSADO DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO SOMENTE PARA OS ESCOLHIDOS. VOCÊ TERÁ O PODER DO CHAPOLIN, O ACRÍDEO, E SERÁS FORTE, SERÁS IMORTAL, TERÁS O PODER DE SE MOVER PELO TEMPO E TERÁS A FORÇA DE MIL HOMENS PARA ENFRENTAR QUALQUER MAL NO MUNDO!!

Um brilho intenso se condensa em uma esfera de energia que entra através do peito do espírito do Chaves.

DC: Alguma pergunta?

Chaves: Sim. O que é um acrídeo?

DC: Um primo do gafanhoto.

CH: Ah. Só isso, obrigado.

DC: Só uma coisa. Por motivos que não posso lhe explicar agora, você deve se afastar dessa vila por alguns anos. Você deve sair daqui e não retornar em pelo menos 20 anos.

CH: Mas porque?

DC: Não posso explicar agora. Vá, e cumpra seu dever.

Chaves então acorda e vê um monte de pessoas ao seu redor, mas ninguém conhecido. Seguindo as palavras de Dona Clotilde, ou melhor, da Bruxa do 71, ele começa a andar sem destino, seguindo um caminho sem rumo.

Chapolin Begins, capítulo 6: Proposta

Os anos passam. Por viver nas ruas, se aliou a alguns bandidos para sobreviver, e então Chaves assume vários nomes (Beterraba, Chompiras, Chaveco,...) para que possa fugir e continuar em liberdade.

Com o dinheiro de trambiques e pequenos furtos consegue sobreviver. Entrou para a faculdade de medicina e conseguiu concluí-la, mas nunca exerceu a profissão. Às vezes encontrava seu amigo de infância Quico, que agora se tornara policial, mas não revelava quem realmente era pra não ser descoberto. Também se encontrava com Nhonho, filho de Seu Barriga, que se rebelara contra o pai e se tornara bandido também, adotando o nome de Botijão. Outro com quem trabalhara era um homem que jurava ser o Seu Madruga pela igualdade na feiúra, Peterete, mas descobriu não ser ele.

20 anos se passam e Chaves, agora Chaveco, sente saudades da vila. Chaveco agora tem mais de 30 anos, e vai visitar sua velha vila.

Chegando lá, conversa com os novos moradores e descobre o destino de seus antigos vizinhos.

Após seu sumiço, Seu Madruga ganhou na loteca como ele queria. Deu casa pra todo mundo porque então falou mais fundo o que ele tem no coração, e levou Dona Neves e Chiquinha pra morar com ele numa mansão. Dona Florinda pegou Quico com suas tias e foi morar com o Professor Girafales, com o qual casou.

Quico virou policial pra prender seu meio irmão que era bandido.

Ficamos sabendo que Frederico, pai de Quico, sobreviveu ao desastre do navio junto com uma tripulante e ficaram presos numa ilha deserta por mais de 15 anos. Lá, como não tinha televisão, Frederico acabou tendo um filho com a tripulante do navio que se salvou com ele. Ao serem resgatados, O filho de Frederico entra pro mundo do crime ainda na adolescência, onde passa a se chamar Quase Nada.

Jaiminho se aposentou dos correios e foi viver em Tangamandápio. Dona Clotilde sumiu como se fosse tragada pela terra (e talvez tenha sido). Seu Barriga vendeu a vila pro Sr. Calvillo e foi viajar junto com a mulher.

Em um flash, se lembra daquilo que deixara no 3º pátio, e vai até lá escavá-lo. encontra aquela marreta no mesmo lugar, imóvel, e mesmo assim ainda não consegue erguê-la.

Chaveco então se senta e fica olhando aquela marreta enterrada, sem entender porque ela o atrai ali. Então, uma voz sinistra surge e lhe diz: "ainda não encontrou o qur você nunca perdeu?".

Era Mefistófeles. Ele ainda completa: Eu estou esperando ansioso o dia que você levante essa marreta.

CH: Quem é você, e o que você quer?

MF: Eu sou Mefistófeles, e o que eu quero? Quero lhe dar o que você deseja.

CH: Como assim?

MF: Me veja como um comerciante. Lhe dou o que você quiser, e você me dá algo em troca.

CH: Minha alma, por exemplo?

MF: HUM-HUM (balançando sim com a cabeça). Alguns séculos de serventia às vezes podem ser um pequeno preço por um grande desejo.

CH: Sinto dizer, mas não me interesso.

MF: Tudo bem, mas se mudar de idéia, sabe onde me encontrar. E eu sei que você vai me procurar.

Chaveco não entende nada do que acontecera lá, e novamente tenta erguer a marreta, sem resultado.

Ele olha então o telhado da casa ao lado, e lá em cima vê uma mulher de costas, pronta pra cair do telhado. Ela então diz:

Oh, e agora, quem poderá me defender?

Chapolin Begins, capítulo 7: Reencontro

A mulher diz "Oh, e agora, quem poderá defender-me" <---OBS: erro de continuidade proposital

Chaveco então sente uma sensação estranha. Ele não sabe o que é, só sente um intenso impulso de erguer a marreta ao seu lado e tacar na figura que impunha medo na mulher ameaçada. Ao tocar na marreta nesse momento, seu desejo de justiça faz com que uma massa amorfa vermelha se deslocasse da marreta em direção ao seu corpo. Essa massa então se espalha e cobre todo seu corpo, dando origem a uma vestimenta vermelha com um coração amarelo no meio do peito, onde tem as letras CH.

Mesmo assim não conseguiu mover a marreta, mas conseguiu correr e segurar a mulher atirada do telhado. Ao olhar pra cima, só escutou a risada aguda "HIAHAIHAIHAIHAIA". QUando olhou pra mulher em seus braços, se espantou em reconhecer quem era...

Era ela, Chiquinha, sua amiga de infância. Aquela menina desdentada, sadenta, agora era um mulherão, de tirar o chapéu. Mesmo a reconhecendo, não revelou ser o menino Chaves, a quem ela deu esse apelido.

Chapolin: O que você estava fazendo no telhado? E quem era ela?

Chiquinha (CQ): Eu não sei, ela veio voando numa vassoura, me tirou do chão e me trouxe até aqui. E você, quem é?

CH: Quem eu sou? Bem... É... Pode me chamar de Polegar Vermelho.

CQ: Baixinho e de vermelho... É, o nome combina.

CH: Tenho que ir. Outras pessoas precisam da minha ajuda nesse momento. Veja se não se mete mais em encrencas!

Chapolin se vira e bate com a cara na parede, cambaleia um pouco e parte.

Chaveco então desiste da vida de criminoso. A roupa de Chapolin lhe dava sexto sentido pra poder ajudar os outros, indicando onde precisavam de sua ajuda. Descobriu como utilizar seu poder de viagem pelo tempo-espaço, salvando pessoas em diversas eras e locais, estando na Lua, no Egito, no Velho Oeste,... Também descobriu sua invulnerabilidade e imortalidade, onde podia enfrentar inimigos armados ou até mesmo monstros. Entre seus momentos como herói, usava o disfarce de Chespirito, onde vivia a vida de uma pessoa comum, procurando emprego, estando no exército, e encontrando Chiquinha, com a qual começa a desenvolver um romance.

Chapolin Begins, capítulo 8: Sacrifício

Em uma ação como Chapolin, ele deve salvar uma senhora perdida dentro de uma floresta. Quando ele a encontra, ela se vira e lança uns raios em Chapolin, o lançando longe.

Mulher misteriosa: HIAHIAHAIHIAHAI. Já esqueceu de mim, Chapolin?

CH: Eu conheço essa risada!

Mulher misteriosa: Deixa que eu me apresente. Sou a Bruxa Baratuxa HIAHIHAIHAIHAIA. Você não lembra de mim, mas eu lembro de você! Lembra da pobre camponesa de nobre coração que vai todos os dias ao bosque para recolher lenha?

CH: Oi?

Bruxa Baratuxa: Você não lembra, mas eu lembro!! Por sua causa meu filinho ficou todo deformado!!!

CH: Desculpa senhora, mas nunca a vi antes.

BB: AH, querendo se fazer de sonso, né? Então prepare-se! - E saca a varinha da bruxa da manga da camisa - Que esse inseto vermelho se transforme em um animal! PARANGARICOTIRIMIRRUARO!

CH: Oh, e agora, quem poderá me ajudar? - Diz Chapolin, antes que a bruxa termine sua frase.

ME! - Diz um homem misterioso, que no mesmo momento enfia um saco de papel na frente dos raios da varinha da bruxa, e quem se torna um sapo é o saco de papel.

CH: Quem é você?

homem misterioso: Mim ser Super Sam! Oh, yeah.

CH: Super Sam?

SS: Yes! Mim estar atrás de 2 bandidas, Tripa Sheca e Quase Nada. Vocês ver eles passar por aqui?

CH: Não, não passou ninguém por aqui não.

SS: Oh, Thank you. O-bri-gah-dho (lendo o dicionário)

BB: Onde você pensa que vai? Me interrompe e pensa que vai sair ileso? Volta aqui! QUE ESSE SUPER-HERÓI SUPERFATURADO SE TRANSFORME EM UM ANIMAL! PARANGARICOTIRIMIRRUARO!

Mas nada acontece.

BB: Ahn? Porque não funcionou?

CH: Mas funcionou, veja. Ele está com cara de chimpanzé amestrado.

SS: Que que foi, que que foi, que que há?

BB: Ah, mas isso não fica assim. Eu te transformarei em um inseto!

SS: Essa bruxa só fazher bhruxaria desnechessária?

CH: Hã?

Nisso, eles ouvem um barulho no meio da floresta, e Tripa Seca e Quase Nada dão de cara com eles.

QN: Eu te disse pra não fugirmos por aqui, viu, andamos em círculos!

TS: Eu ia saber que a trilha de fuga que eu criei a 10 anos ia sumir?

BB: Mais intrometidos?

QN: Olha aqui vovó, nós só queremos fugir com esse dinheiro, não temos nada contra a senhora.

BB: O QUE? Me chamou de velha?

QN: TS: Imagina, só achamos que a senhora deve ter jogado futebol com bola de couro de mamute.

TS e QN começam a rir então.

BB: Mas isso não fica assim!! Que uma rocha caia na cabeça de vocês dois! PARANGARICOTIRIMIRRUARO!

Surge então uma pedra imensa que cai sobre a cabeça dos dois, mas Super Sam recebe o impacto e salva os dois.

TS: Porque você fez isso?

SS: Vocês ter que ser phresos. Não podher deixar vochês morrher.

BB: AHHH! Mais uma vez esse aí se intromete onde não é chamado!! QUE ESSA MINHOCA ESTICADA FIQUE PRESA NO MEU ESCONDERIJO! PARANGARICOTIRIMIRRUARO!

Super Sam então some no ar.

CH: O que você fez?? Não vou deixar você sair livre depois de matar um super-herói!!

Chapolin parte para cima da Bruxa, mas então ele vê tudo congelar, menos ele.

Chapolin Begins, Capítulo 9: Aliados

Espantado, Chapolin sente um odor fétido no ar e uma voz assombrosa o surpreende.

Voz misteriosa: Então você é aquele que possuiu os poderes do Chapolin...

CH: Quem é você?

Um homem feio de terno então surge.

CH: Você de novo?

Mefistófeles: Então, esse é um bom momento pra aquele acordo, não? Você não tem como parar aquela bruxa.

CH: Mas eu nunca irei vender minha alma a você!

MF: Lembre-se da frase que ouviu ao segurar aquela marreta. "somente aquele que encontrar o que nunca perdeu..." Sabe o que você nunca perdeu? Seu desejo de poder, de riqueza! Desde pequeno você foi um menino pobre, queria dinheiro para comer, ficava dias com fome sonhando em almoçar numa mansão! Quando adulto então, se tornou um ladrão, seco pelo dinheiro. Pense bem, seja meu servo, e terá todo o poder, toda a riqueza que nunca imaginou.

CH: Nunca, jamais serei seu escravo!

MF: Ah, mas não precisa ser exatamente você. Eu desejo ter "funcionários", não importa quem. Pode ser uma ou mais pessoas, quanto mais, melhor pra mim.

CH: Esqueça.

MF: ... Tudo bem então. - E descongela a Bruxa Baratuxa. Essa aqui é minha sócia, foi ela quem atacou sua amiga, e pode atacar novamente ao meu comando. Ela tem uma rixa pessoal com você, mas você ainda não sabe porque. Com o tempo descobrirá. Se mudar de idéia, e quiser garantir a sua segurança e a de seus amigos, me encontre na mansão ao fim dessa floresta.

Os dois então somem. O tempo volta a correr normalmente e Tripa Seca e Quase Nada ficam olhando para os lados, procurando pelos dois. Perguntam então o que havia ocorrido ao Chapolin, e este conta que deve ir na mansão no fim da floresta para salvar o Super Sam.

TS: Vamos aproveitar para ir embora daqui, Quase Nada, antes que ele se solte e tente nos prender novamente!

QN: Sim, vamos logo!

Chapolin olha os dois fugindo, mas está mais preocupado agora em ir ao encontro de Mefistófeles. Ele segue pela floresta, e após uma hora de caminhada encontra a mansão.

CH: É, é agora ou nunca. Minha decisão já está tomada.

Ele se prepara pra entrar na casa quando escuta alguém dizer:

- Ei, espere por nós.

QUando olha, vê Tripa Seca e Quase Nada.

CH: Porque vocês estão aqui? Sabe que depois daqui, Ou Super Sam ou eu iremos atrás de vocês.

QN: Sim, sabemos, mas Super Sam salvou nossas vidas, temos uma dívida com ele.

CH: Mas essa era obrigação dele, ele é um herói! Vocês não, vocês são bandidos, não deviam se importar com isso.

TS: Somos bandidos, porém honrados! Nossa consciência nunca iria nos permitir fugir e deixar alguém que nos salvou morrer, sem que fizessemos nada pra ajudar.

CH: Sabem que é quase certo não sairem dessa mansão, não?

TS: Sabemos do risco.

QN: E aceitamos.

Eles começam a avançar em direção da casa, e flashes do que ocorreu no início passam. Eles entrando na mansão, Super Sam amarrado, Mefistófeles puxando o Cherrín Cherrión, os dois atirando, as armas sumindo, Chapolin agarrado nas varinhas, Mefistófeles e Bruxa Baratuxa atirando contra Chapolin.

- PARANGARICOTIRRIMIRUARO!!

- CHERRIÓN!!

Chapolin Begins, capítulo 10: CORAGEM!

Chapolin então fecha os olhos e se prepara pra sumir, mas então entre ele e as varinhas surge a Marreta Biônica! Ela repele as magias das varinhas e Chapolin então a agarra e dá um salto para trás.

MF: Mas como isso pode acontecer???

CH: Mefistófeles, você errou em algo muito importante. Eu sempre tive desejo sim, mas não era de poder. O que eu acabo de encontrar foi algo que eu nunca perdi, só não lembrava que eu tinha. E isso é a CORAGEM, é a força de vontade de lutar por alguma coisa. Nesses momentos lembrei que na infância, sempre tive esperança de melhorar de vida e poder comer direito, e sempre trabalhei, ajudei aos outros em troca de um pouco de comida, enfrentando dias de frio na esperança de um amanhã melhor. Minha fase como salafrário foi triste, sim, mas lutei pra me regenerar e me tornar uma pessoa normal outra vez. Vendo esses dois ali, minha força de vontade se renovou, pois mostrou que até mesmo aqueles que entram em uma situação sem chance de vitória encaram o problema de cabeça erguida para fazer o que acham certo! Sempre pensei que minha coragem era só segurança devido minha imortalidade, mas não, foi a coragem pra lutar por um futuro melhor que eu pensava não ter que me guiou todos esses anos!

MF: Palavras muito bonitas para alguém que irá desaparecer. CHAPOLIN, CHERRIÓN!

Chapolin então some e aparece atrás de mefistófeles.

CH: Muito lento. - Então começa a espancar Mefistófeles com a Marreta Biônica.

BB: Deixa eu fugir daqui antes que sobre pra mim! - E ela desaparece no nada.

MF: Dessa vez você venceu, Chapolin, mas eu voltarei. E voltarei pior que nunca. Você ainda se renderá a mim, eu sei disso. ME AGUARDE!

E numa explosão de fumaça, Mefistófeles some.

Chapolin então vai libertar Super Sam, e este procura por Tripa Seca e Quase Nada, mas não os vê. calcula que fugiram no momento que a Bruxa Baratuxa também sumiu.

SS: Bom, eu ther que ir. Precisar rechuperar minhas energias. Bye!

Super Sam então sai voando, todo torto. Detrás de uma parede então saem Tripa Seca e Quase Nada.

QN: Vamos aproveitar que eles se foram e... Oh-oh! - Eles então veem Chapolin parado no meio so saguão.

TS: E agora, você vai tentar nos prender?

CH: Dessa vez não. Eu acredito que vocês também podem se regenerar, e deixarei vocês irem. Mas se cometerem mais algum crime, não será mais o Super Sam atrás de vocês, mas sim eu, aquele que derrotou Mefistófeles.

Chapolin então fita a Marreta empunhada por um momento e volta a falar. - Espalhem a notícia que o crime agora tem um novo inimigo, o Chapolin Colorado!

A tela escurece e começa a tocar o som de invocação do Chapolin Colorado, e termina.

Epílogo - Futuro

Após os créditos, o tempo avança. Mostra então "40 anos depois..." - depois aparece "...ou não." e cenas em um hospital. Vemos então um homem de costas trajando um grande casaco amarronzado, quando uma enfermeira chega.

- Doutor, temos dois pacientes internados no quarto 16 esperando pelo senhor.

O homem se vira e vemos um rosto conhecido, mas envelhecido usando óculos e com grandes cabelos e bigode brancos.

-explicações:

Chespirito ganhou poder de se mover pelo tempo e espaço, e usa para ajudar os outros tanto como Chapolin quanto Chapatin

Se der, tenho planos pra "Chapolin - O Cavaleiro das Trevas", onde mostra como surgiram as pílulas de polegarina e a ligação dos poderes do Chapolin que ganhou com Mefistófeles. Será que esse poder é maligno, e Chapolin ficará do mal???

Fique Jaiminho! - por Gustavo-CH

Fique Jaiminho!

Chaves

Fique Jaiminho!

Bloco 1

O episódio começa com Chaves, Quico e Nhonho brincando de futebol. Estavam no pátio da vila, o gol era a entrada da vila, Nhonho era o goleiro e Chaves e Quico eram quem batiam os pênaltis. A bola era as típicas jogadas em jogo de futebol. Era dia. Quico estava para dar um chute na bola e, como sempre, se preparava ajeitando seu cabelo, testando alguns passos e chutes.

- Vai logo, seu tonto! – Nhonho e Chaves irritados pelo fato de Quico não chutar a bola depressa, gritaram ainda posicionados perto do “gol”.

- Olha! Não me chamem de tonto em! – Quico falou nervoso para seus dois amigos.

- Então vai logo com essa bola! – Nhonho também ansioso querendo que Quico chutasse a bola, disse.

- Claro que vou com essa bola, você é pesado demais para se chutar. – Quico afirmou, imaginando Nhonho como uma bola.

Quico se imaginou como um famoso jogador de futebol (se imaginava com a roupa da Argentina, parecido com Maradona), deu alguns passos para trás e correu em direção da bola, dando um baita chute (em sua imaginação). Porém, Nhonho consegue pegar a bola com bastante facilidade, (o gordinho não se imaginou como nenhum jogador) assim a fantasia de Quico acaba. Fazendo o garoto ficar decepcionado.

- Agora é a minha vez. – Chaves falou com expressão de estar feliz, pegando a bola das mãos de Nhonho.

- Ta bom Chaves, vai lá! – Nhonho disse ao seu amigo, que se distanciava da bola.

- O Quico é muito burro, não consegue nem fazer um gol! – Chaves foi em direção à bola, mas parou para falar sobre seu amigo.

- Viu Chaves, vai logo. – Quico parecendo perceber que não tinha dado um chute muito forte, pediu ao seu amigo.

Chaves novamente pegou distância e foi em direção à bola, entretanto quando estava para chutar parou outra vez.

- Ahn!? – Quico e Nhonho já não estavam entendendo o porquê de Chaves ainda não ter chutado a bola.

- O Nhonho é muito bom como goleiro, por isso o Quico não conseguiu... – Chaves estava continuando o que havia dito anteriormente.

- Ok, ok Chaves! Agora chute essa bola logo. – Quico já começando a ficar irritado, falou ao garoto.

O pobre menino órfão volta a pegar distância e quando de novo estava para chutar, parou.

- O Quico também com essas pernas tortas nunca vai conseguir fazer um gol... – o menino continuava a dizer, quando Quico se irritou de vez.

- Ai cale-se! Cale-se! Cale-se! Você me deixa louco! – Quico falou irritado com Chaves.

- Ta bom, mas não se irrite! – Chaves tentou se desculpar, com a bola de futebol em sua mão.

- Ta bom, mas não me deixe irritado! De castigo vocês não vão mais brincar com minha bola. – Quico falou e logo depois tentou tirar a bola das mãos do garoto órfão, que não quis entregá-la.

- Ah, é!? Você vai ver o que eu vou fazer com essa bola! – Chaves também chateado pelo fato de Quico não querer mais brincar, colocou a bola no chão e chutou.

A bola foi em direção do portão da vila. Nhonho conseguiu desviar, só que a bola acabou acertando a cabeça de Senhor Barriga que estava chegando. A bola fez com que dono da vila caísse no chão.

- Tinha que ser o Chaves! Sempre que eu chego aqui na vila você me recebe com um baita de uma pancada. – Senhor Barriga se levantou e disse muito nervoso para o menino.

- É que foi sem querer querendo. – Chaves passando a mão em seu suspensório, mostrava estar arrependido.

- “É que foi sem querer querendo”, veja só que vou fazer com isso. – Senhor Barriga imitou o garoto e pegou a bola que estava no chão, querendo acertar em Chaves.

- Papai não faça isso. Essa bola é do Quico! – Nhonho tentava impedir seu pai, puxando pelo terno.

- Mamãe!!! – Quico levantou a cabeça e gritou bem alto pelo nome de sua mãe.

- Não Seu Barriga, não é necessário isso! – Senhor Madruga estava lendo o jornal dentro de sua casa e se assustou com o grito de Quico, saiu rapidamente de sua casa e tirou a bola da mão de Senhor Barriga, ficando do lado esquerdo dele e de todos os outros.

Neste mesmo momento Dona Florinda saiu de sua casa e chegou perto de seu filho.

- O que foi tesouro? – preocupada com o grito de seu filho, a dona de casa perguntou.

- Queria roubar minha bola. - Quico bastante triste, respondeu à sua mãe.

- Era de se esperar! – Dona Florinda com os olhos pegando fogo de tanta raiva, chegou perto de Senhor Madruga.

Dona Florinda deu uma cacetada tão forte em Senhor Madruga que lançou ele no céu, e o velho caiu com a boca toda quebrada.

- Toma tesouro, e não brinque com a gentalha usando suas coisas. Agora vamos, e não se junte com essa gentalha! - Dona Florinda entregou a bola para seu filho, e lhe deu um conselho.

Seu Madruga se levantou, bravo.

- Sim, mamãe. Gen... - Quico estava para falar, quando parou um pouco porque estava segurando sua bola.

- Segura um pouco Seu Madruguinha? - Quico pediu ao Seu Madruga que segurasse a bola por um instante.

Seu Madruga mesmo irritado segurou a bola entregue por Quico.

- Gentalha! Gentalha! Prr.... - Quico bateu em Seu Madruga e pegou a bola da mão dele.

O garoto entrou para sua casa e não saiu mais. Seu Madruga nervoso pisoteou seu chapéu e depois de um tempo Dona Florinda saiu de sua casa para dar mais umas pequenas palavrinhas ao Seu Madruga.

- E da próxima vez, vai roubar a bola da sua avó! - Dona Florinda ainda irritada, gritou.

- Seu Madruga, o senhor fazia muitas travessuras com sua avó? - Chaves curioso se aproximou de Seu Madruga e logo perguntou.

Seu Madruga lambeu sua mão e deu um cascudo no gorro de Chaves, que começou a chorar.

- Só não te dou outra por que... Minha vózinha gostava de brincar de esconde-esconde. - Seu Madruga respondeu, lembrando de quando sua avó brincava de esconde-esconde.

- Pi pi pi pi pi pi pi... – Chaves chorando entrou em seu barril.

O velho senhor do chapéu azul se aproximou de Nhonho e Senhor Barriga, que já não estava mais nervoso.

- Senhor Madruga, me perdoe por ter... – Senhor Barriga tentou pedir desculpas por ter causado a discussão, porém foi interrompido.

- Desculpado... As pessoas devem perdoar as confusões! – Seu Madruga perdoou Seu Barriga, mas ainda iria continuar a falar.

- Exatamente! – Seu Barriga concordou com seu inquilino.

- Devem perdoar as ofensas... – Seu Madruga continuava a falar.

- Sim, é verdade. – novamente o pai de Nhonho concordou com o velho senhor com olheiras.

- Devem perdoar quatorze meses de alugueis atrasados... – o devedor de alugueis já estava falando demais.

Depois disso Seu Madruga tentou fugir do dono da vila, indo para o outro pátio.

- Volte aqui Seu Madruga! Volte aqui! – Seu Barriga corria atrás de Seu Madruga.

- Pega ele papai, pega ele! - Nhonho seguiu seu pai torcendo para que ele conseguisse alcançar o caloteiro.

Chiquinha saiu de sua casa, a garota estava bastante animada e com vontade de brincar com seus amigos da vizinhança, primeiro decidiu que iria brincar com Chaves e então se aproximou do barril e deu dois chutes.

- Chavinho! Chavinho! – Chiquinha chamou pelo “nome” do órfão.

- Não estou! – Chaves ainda demonstrando estar irritado, falou de dentro do barril.

- Sou eu, besta. – Chiquinha falou, e Chaves reconheceu que era a menina pela voz.

- Que você é besta todo mundo sabe. – Chaves se levantou, saindo do barril.

- Besta? Eu? Esqueceu que eu sou a mais esperta de toda a classe? – quando a menina estava para terminar de falar, Jaiminho caiu depois de tropeçar em um dos degraus da escada que levava à sua casa.

- Jaiminho! Jaiminhozinho, você está bem? – Chiquinha perguntou Jaiminho, Chaves saiu de dentro do barril para ajudar a garota a levantar o carteiro.

O velho senhor estava triste por motivos desconhecidos pelos jovens.

- Ai crianças... É difícil de explicar. Vocês não iriam entender. – Jaiminho triste por falar do assunto, achou que as crianças não poderiam lhe ajudar.

- Conta Jaiminho, por favor. – Chiquinha implorou, querendo muito saber o que estava acontecendo.

- Tudo bem, mas vamos à minha casa. – o velho senhor e as duas crianças subiram as escadas, entrando na casa do velho.

Sentaram-se no sofá do tangamandapiano, que já iria começar a falar.

- Primeiro vou contar à vocês a história de minha cidade natal... Ahh, Tangamandápio. É a mi... – quando iria continuar a falar, foi interrompido por Chaves.

- Isso nós já sabemos, besta! – o garoto falou já cansado da história.

- Ta bom, ta bom! Vou contar logo de uma vez... – Jaiminho falou, não querendo prolongar a história.

O velho contou a história, porém se passara o flashback. O velho carteiro estava no correio da cidade e conversando com o responsável pelos carteiros que trabalhavam por ali.

- Jaiminho! Você não está entregando as cartas em dia. – o gerente dali falou ao velho senhor.

- Ai... É que eu prefiro evitar a fadiga. – Jaiminho disse, demonstrando já estar meio cansado de entregar cartas.

- Jaiminho, este é seu trabalho. Ganha um dinheiro bem bom por ser um trabalhador preguiçoso, e não estamos mais admitindo pessoas como você aqui... – disse o importante homem ao velhinho que já estava entendendo.

- Veja todos os outros carteiros, entregam todas as cartas que são pedidas a ser entregues! – o homem apontou o dedo indicar para alguns carteiros que estavam trabalhando, estes conversando com donas de casa mostrando ter bastante amizade.

- É mesmo... Não estou entregando muito bem as cartas, será que estou muito velho? Aonde terá alguém que irá me dar um novo emprego? – o carteiro pensou, sabia que já estava muito velho e não havia a mesma agilidade que tinha no passado.

- Então Jaiminho, você tem mais uma semana. Se nessa semana o senhor não melhorar... Teremos que te despedir. – o gerente foi bem franco com o simpático carteiro.

- Ta certo... Ta certo, farei o possível para melhorar. Perdoe-me. – Jaiminho já apressado para ir logo à sua casa.

E assim, o velhinho terminou de contar para a criançada o que havia lhe acontecido.

- Quer saber o que vai acontecer comigo? Então não percam a próxima etapa, nesse mesmo concurso e nesse mesmo tópico... Isso se vocês aprovarem!

Curto Sketch remake. Professor Girafales, Godinez e Nhonho estão no pátio da escolinha, Professor Girafales está com um violão bem antigo ensinando as crianças a tocar violão.

- Gosta da música, Godinez? – ainda tocando o violão, o professor perguntou.

- Sim! Mas, também gosto disso que o senhor está fazendo. – o menino respondeu.

- Ta! Ta! Ta! Ta! Ta! Godinez, se você não sabe... Há muito tempo, eu fui cantor e também guitarrista. – nervoso, Girafales revelou.

- O senhor? – apontando o dedo para seu professor, Nhonho não acreditou.

- Claro! – respondeu, parando de tocar o violão.

- Aham... – o filho de Senhor Barriga ainda duvidava.

- Aliás, esse meu violão foi dado por uma pessoa que me gostava muito..... – Professor Girafales lembrou de quando ganhou seu violão.

- Sua mamãe? – Nhonho palpitou.

- Não, não foi minha mãe! Foi algo muito importante no meio da música! – Professor Girafales explicara.

- Como assim o “si” foi importante para o senhor? – Nhonho perguntou, o professor não entendeu a pergunta.

- Não disse que o “si” foi importante... – Girafales respondera.

- Como não!? Disse que foi algo muito importante no meio da música! – Nhonho falou, mas não era nesse sentido que seu professor havia falado.

- Nhonho... Quero dizer que eu ganhei esse violão de uma pessoa importante para mim, e que fui também um cantor de primeira fila! – Professor Girafales explicou de forma mais clara.

-E os da segunda fila já não chegavam ao lhe escutar, não é? – Godinez quis saber.

- Escuta, Godinez... Eu quero dizer que pude ter sido um cantor de fama! De muita fama! – o mestre de classe dissera. – O que acontece... É que teve pessoas que fizeram o impossível para me escutar.

- O público! – Godinez tentou adivinhar quais eram essas pessoas. – Sim, por que... O senhor era velhaco.

- Você já me escutou cantar alguma vez!? – irritado, Girafales perguntou.

- Não... – Godinez tímido respondeu.

- Então, por que falou que eu era velhaco!? – o professor quis saber.

- Porque já era velho quando cantor. – Godinez zoou.

- Pois sim, é mesmo verdade... – Girafales teve que concordar, porque seu aluno não houvera dito nenhuma mentira.

- Me dá esse violão, professor! Me dá! – Nhonho pegou o violão das mãos de seu professor.

- Não, Nhonho! Não!!! – Professor Girafales tentava tirar das mãos de seu aluno, que segurava com bastante força.

- Então ta! – Nhonho soltou de uma vez.

Professor Girafales caiu de cara na fonte da escola, quebrando seu violão e começando a chorar.

FIM

VOTEM, A VOTAÇÃO VAI ATÉ SEGUNDA!

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Alan1509

Votei em "Os Ladrões: Assaltando a delegacia / A Casinha da Chiquinha" :aplausos:

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JoãoNeto RGB

Votei no Seu Madruga no Hospital - por Don_aCHiles.

Muito Legaaal. :s_success:

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jpxchacal

Posso votar em mim mesmo, pra ter pelo menos um voto?

Sabia que não devia ter escrito um texto tão longo... Ninguém lê...

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Seu Furtado

Posso votar em mim mesmo, pra ter pelo menos um voto?

Sabia que não devia ter escrito um texto tão longo... Ninguém lê...

Pode sim.

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Tony Nelson

Meu voto vai pra "Os Ladrões: Assaltando a delegacia / A Casinha da Chiquinha" , ficou muito boa, sensacional!

Em segundo lugar fico com o Seu Madruga no Hospital do Don Achiles, muito bem bolada também :joinha:

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jpxchacal

Pode sim.

Não precisei, algum maluco teve saco pra ler e gostou da minha história! :reverencia:

Meu voto foi pro MVNS, O Atari do Quico. Pouca gente vai entender porque nunca jogou Atari (meus pêsames).

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Seu Furtado

AVISO: As votações vão até as 14h de amanhã.

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Gustavo-CH

Nossa, só ganhei 1 voto e foi o meu próprio... =[

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jpxchacal

Nossa, só ganhei 1 voto e foi o meu próprio... =[

Ah, ganhei um voto sem ser o meu. Tô melhor que você, mané (zoa, leva a sério não valeu?)

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Seu Furtado

VOTAÇÕES ENCERRADAS

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Don_aCHiles

rsrsrs, nem deu tempo de votar. :P

Obrigado a quem votou em mim. ^^

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