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Chandler

Aborto

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Professor Baratinha

Sou a favor até um certo ponto da gestação.

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Chyspiritto

Em casos de estupro, claro que sou a favor. Na minha opinião, a mulher deve decidir se quer ou não ter o filho, mas como disse o Professor Baratinha, até certo ponto da gestação, pois também não acho justo acabar com uma vida que já está quase formada . Ainda tenho uma opnião meio vaga sobre o assunto, que é muito polêmico.

Mas também não sou contra outras opniões. Tenho a minha e a defendo, mas não critico qualquer um outro que pense diferente de mim. Cada um tem seu modo de pensar e sua liberdade de expressão.

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ViniCH

Não concordo com o Aborto,é terrível,além de ser uma coisa muito triste. Mas respeito suas devidas opiniões galera!

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Chandler

Bom, já faz mais de um ano...

Eu sou a favor da legalização do aborto até a 12ª semana de gestação. A decisão é da mulher que engravidou.

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José Antonio

Fiquei em dúvida sobre postar aqui ou no tópico de religião, mas vou postar aqui para subir o tópico:

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Professor Inventivo

Sou a favor de aborto em caso de estupro, até o terceiro mês. De resto esquece é assassinato.

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Victor235
NOTÍCIAS
Descriminalização do aborto volta a causar polêmica em Comissão
Da Redação | 28/04/2016, 18h59 - ATUALIZADO EM 28/04/2016, 20h08

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Geraldo Magela/Agência Senado
A interrupção da gravidez antes da 12ª semana de gestação foi tema de audiência realizada pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa

A legalização do aborto até as doze primeiras semanas de gestação foi tema de mais um debate na Comissão de Direitos de Direitos Humanas e Legislação Participativa (CDH). Na audiência pública desta quinta-feira (28), feministas e advogadas defenderam a regulamentação e o direito de escolha das mulheres, com base em sua dignidade e autonomia. Militantes de grupos pró-vida, contrários ao aborto, rejeitaram enfaticamente a proposta, a partir da visão de que a vida começa na concepção e desde esse momento deve ser protegida.

Esse foi o quinto debate realizado pela comissão para instruir a análise da Sugestão 15/2014, proposta de iniciativa popular recebida pelo Senado, que contou com mais de 20 mil manifestações de apoio pelo sistema e-Cidadania. Pelo texto, a interrupção voluntária da gravidez dentro das doze primeiras semanas deve ser garantida por meio do sistema público de saúde.

A audiência foi solicitada pelo senador Magno Malta (PR-ES), que dirigiu a maior parte da reunião, aberta pelo presidente da CDH, Paulo Paim (PT-RS).

Inconstitucionalidade

A advogada Eloísa Machado de Almeida lembrou decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) a respeito de temas controversos como a questão das células-tronco e a extensão do aborto a grávidas de fetos anencéfalos. Segundo ela, nesses casos ficou evidente o respeito aos princípios da dignidade humana e da autonomia, os mesmos que, na sua avaliação, devem ser aplicados à questão do aborto. Por isso, concluiu que criminalizar a prática é inconstitucional.

— Mas não basta deixar de criminalizar. É preciso que, por demanda constitucional, se garanta a criação de políticas públicas de saúde que garanta esse direito a todas as mulheres que assim desejarem optar — afirmou.

A ativista feminista Leila Linhares, também advogada, observou que as cortes constitucionais internacionais, ao tratar do aborto, estão tendendo à regulamentação da prática dentro de doze semanas. Observou ainda que o próprio Código Penal brasileiro, de 1940, já mostra que a vida não é um valor absoluto, estando sujeito a regras de ponderação.

Um exemplo dessa gradação de valores no código, segundo Leila, está na regulamentação do aborto em caso de gravidez de risco ou quando resultar de violência. A seu ver, esse tipo de norma mostra que o que está em jogo não é negar que o embrião tenha vida ou direito, mas sim que a saúde física e mental da mulher está acima disso.

Condenação

Para as ativistas “pró-vida”, os argumentos que relativizam o valor da vida do embrião são inaceitáveis. Para Rosemeire Santiago, o melhor significado para a palavra “mulher” é a concepção da vida. Em São Paulo, ela dirige o Centro de Reestruturação para a Vida, que apoia mulheres que passam por uma gravidez indesejada. O centro já atendeu mais de 9 mil mulheres, 5 mil das quais com resultado positivo para a gravidez indesejada. Por conta do trabalho feito, segundo disse, apenas 1% delas mantiveram a ideia de abortar.

Doris Hipólito, também contraria ao aborto, fundou e dirige no Rio de Janeiro as Casas de Amparo às Gestantes do Rio de Janeiro. Ela mostrou na audiência um vídeo em que diversas mulheres contam de sua desistência de abortar depois de buscar apoio da instituição, cujo trabalho envolveria atenção medica e capacitação profissional para as mulheres. Assim como Rosemeire, Doris detalhou pormenores de modalidades de aborto e descreveu tipos de sequelas que afirmou serem comuns entre as mulheres que recorrem ao ato.

— Nenhuma mulher é capaz de fazer um aborto se conhecesse a monstruosidade que é essa prática. A mulher que tem informação não recorre a esse crime, a esse genocídio — disse.

Estudos

A médica obstetra Melânia Amorim trouxe dados de pesquisas que reforçam o ponto de vista sobre a necessidade de descriminalização do aborto, como parte de uma política pública de saúde. Segundo ela, uma a cada cinco mulheres aos 40 anos já terá feito pelo menos um aborto.

Para classes sociais desfavorecidas, segundo a médica, a alternativa tem sido recorrer a procedimentos com profissionais que atuam clandestinamente, colocando sua saúde e vida em risco. No mundo, afirmou, 15% das mortes maternas decorrem de abortos inseguros.
AGÊNCIA SENADO

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Hyuri Augusto

Não sou a favor do Aborto. E mais, acho que se fez, tem que assumir! Pois se foi homem pra fazer, tem que ser homem pra aceitar também. A criança não tem culpa das burradas dos pais.

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Victor235

Hyuri por aqui?

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Victor235
Ele coletou bebês abortados e os enterrou. Em seguida, descobriram a sua Intenção

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Tong Phuoc Phuc é um vietnamita que passou mais de 15 anos dando um enterro apropriado para todos os bebês abortados em uma clínica da sua cidade. E tudo começou em 2001 quando ele foi para o hospital com a esposa grávida, alguns dias antes do filho nascer. Ele reparou que muitas gestantes entravam na sala de parto e saiam de lá sem os bebês.

Levou um tempo para perceber o que estava acontecendo. Mas quando o fez, o seu coração se despedaçou e não conseguiu conter as lagrimas que saiam incessantemente de seus olhos. Elas estavam lá para abortar e não para dar à luz. O homem ficou muito triste ao pensar que aquelas crianças estavam sendo privadas do direito à vida. Foi aí que ele resolveu parar de chorar e pensar em fazer algo que pudesse fazer a diferença. Ele comprou um terreno na colina com suas economias e começou a enterrar os bebês abortados apropriadamente.

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No início, sua esposa pensou que ele era louco, mas Tong não desistiu. Desde então enterrou mais de 10.000 bebês. Mas o que ninguém sabia até então, era a sua verdadeira intenção. O objetivo é sensibilizar as grávidas que estivessem na dúvida de abortar ou não. Ele diz que seu cemitério não é apenas um lugar de tristeza, mas um jardim feito para tocar os corações das mulheres que se perguntam se devem ou não ter os seus filhos.

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As gravidas que não tinham condições de ter os seus filhos, estavam se aproximando de Tong para obter ajuda. O homem deixou de ser um coveiro e começou a adotar crianças com a ideia de que; Ele adotava as crianças, até que as mães pudessem voltar a ficar com elas. Se isso não fosse possível, ele próprio as educava e criava.

Hoje em dia Tong cuida de mais de 100 crianças em sua casa.

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Como são muitos nomes para decorar, ele resolveu chamar todas as meninas de Coração, e os meninos de Honra. Ele cuida de todos eles como se fossem seus próprios filhos.

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Nutrir e cuidar dos filhos é, obviamente, uma tarefa enorme, mas Tong ama esse papel como um pai.

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Via Compartilhavel / BUD

http://failstrollseafins.blogspot.com.br/2016/07/ele-coletou-bebes-abortados-e-os.html

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JoelJunior15

Linda atitude! Que nobre coração! Exige uma responsabilidade enorme e só posso admirá-lo e aplaudi-lo. ;)

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