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Lucas Fernando

POLÍTICA

870 posts neste tópico

Ele é analfabeto, mas sabe trabalhar!

Vamos convidá-lo para administrar o FUCH! :P

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Ele é analfabeto, mas sabe trabalhar!

Vamos convidá-lo para administrar o FUCH! :P

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:muttley:

De repente o Tiririca pega o exemplo :P

E não viram. Ele conseguiu despistar todo mundo...

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Já que o assunto do tópico é "POLÍTICA", trouxe um vídeo do Vlog do Diego (primo do PC) sobre capitalismo, para discutirmos sobre esse mal cujo poucos tem a consciência do que realmente é.

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PSOL alia-se a partidos da oposição para criar CPI do caso Palocci

O PSOL aliou-se ao PSDB, DEM e PPS e começou nesta sexta-feira a coletar assinaturas para a criação de uma CPI para investigar a evolução de patrimônio do ministro Antônio Palocci (Casa Civil) nos últimos quatro anos.

Depois que a Folha revelou na edição desta sexta-feira que a empresa do ministro, a Projeto, faturou R$ 20 milhões em 2010, ano eleitoral, PSDB e DEM decidiram colher assinaturas para tentar instalar a CPI no Congresso.

Amil contratou consultoria de Palocci
Palocci liga para se desculpar a ex-ministros
Planalto escala parlamentares da base para defender Palocci
Oposição vai pedir CPI para investigar evolução financeira de Palocci

Paralelamente à CPI mista, o PPS vai colher assinaturas para instalar uma comissão exclusivamente na Câmara --onde acredita ter mais chances de emplacar a sua criação.

O deputado Chico Alencar (RJ) afirmou que conversou mais cedo com o líder do PSDB na Câmara, Duarte Nogueira (PSDB), para participar da coleta de assinaturas.

"A questão do Palocci é lamentável, principalmente com essa blindagem dele na Câmara e no Senado", disse Alencar, que espera conseguir assinaturas de dissidentes da base aliada.

Segundo ele, a CPI deve investigar não só Palocci, mas outros agentes públicos que fazem consultoria.

Nesta semana, os deputados do PSOL apresentaram na Câmara um projeto que proíbe a prestação de consultoria remunerada de parlamentares durante o exercício do mandato.

Para que a CPI mista seja instalada, os oposicionistas precisam do apoio de 27 senadores e 171 deputados --que devem assinar o requerimento para a sua criação.

O número de adesões é o mesmo, na Câmara, para que a CPI exclusiva da Casa saia do papel.

No Senado, a oposição conta atualmente com 19 parlamentares (incluindo dois do PSOL).

"Há gente constrangida dentro do governo, o que pode ajudar na investigação. Acreditamos em defecções dentro da base governista", disse o líder do DEM no Senado, Demóstenes Torres (GO).

Para o líder do PSDB, senador Álvaro Dias (PR), a "máquina de blindagem" do governo não vai impedir as investigações do Legislativo. "Temos que fazer tentativas de investigar. Também é uma forma de pressão para que o governo tome providências."

Os líderes do PSDB na Câmara e no Senado conversaram nesta sexta-feira com o presidente do partido, deputado Sérgio Guerra (PE), quando foi definida a estratégia para o início da coleta de assinaturas pró-CPI mista.

Na Câmara, o líder do DEM, deputado Antônio Carlos Magalhães Neto (BA), afirmou que as novas denúncias complicam a situação do ministro. "As suspeitas deixam de ser apenas em torno das ações privadas do ministro e agora começam a ter uma conexão com o contexto eleitoral."

A oposição também promete encaminhar um adendo à representação protocolada na Procuradoria Geral da República, esta semana, para informar o órgão sobre as novas denúncias contra Palocci. "Agora apareceu o cliente da época em que ele tinha a empresa de consultoria. O procurador tem elementos para determinar a instauração de inquérito civil público", afirmou Demóstenes.

DENÚNCIAS

A empresa de consultoria do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, faturou R$ 20 milhões no ano passado, quando ele era deputado federal e atuou como principal coordenador da campanha de Dilma Rousseff à Presidência da República.

Segundo duas pessoas que examinaram números da empresa e foram ouvidas pela Folha, o desempenho do ano passado representou um salto significativo para a consultoria, que faturou pouco mais de R$ 160 mil no ano de sua fundação, 2006. O jornal também revela que uma das empresas clientes da Projeta era a WTorre, empreiteira que fez doações às campanhas do ministro e à de Dilma.

A Folha revelou no último domingo (15) que o ministro multiplicou por 20 seu patrimônio entre 2006 e 2010. No período, ele adquiriu dois imóveis pela Projeto --um apartamento de luxo em São Paulo no valor de R$ 6,6 milhões e um escritório na mesma cidade por R$ 882 mil.

Em nota, a empresa diz que o crescimento de contratos em 2010 foi "natural"

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O direito de greve dos bombeiros e a liberdade nossa de cada dia

"Em vez de serem apenas livres, esforcem-se /Para criar um estado de coisas que liberte a todos/ E também o amor à liberdade/ Torne supérfluo!" (Bertolt Brecht)
Ser livre é uma condição de existência que nenhum entre nós aceitaria abrir mão. A liberdade, em seus múltiplos significados, é um valor exaltado como singular e essencial, especialmente, em sociedades que se pretendem democráticas.

Por Dida Figueiredo*, em Brasil de Fato

A liberdade é também um direito. Um direito fundamental! O artigo 5º de nossa Constituição assegura serem todos e todas iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza e dentre os direitos fundamentais exaltados em seu caput (início) está a liberdade.

Esse mesmo artigo determina que ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente, salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar, definidos em lei. Sim, a Constituição trata cidadãos civis e militares de forma diferente. Resquícios de um estado no qual vicejava uma ditadura militar ou necessidade de defesa? Há divergências. O que nos importa questionar neste momento é: até onde vai essa diferença? Podem 439 cidadãos serem presos pelo exercício de outro direito fundamental?

A mesma Constituição assegura, em seu artigo 9º, no qual também se enumeram, de modo não-exaustivo, direitos fundamentais: o direito de greve. Diz a norma, é “assegurado o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender”.

Na falta de uma legislação específica por quase 20 anos vicejou a polêmica sobre o direito de greve dos servidores públicos. Até que, em 2007, o Supremo Tribunal Federal, através dos Mandados de Injunção 670 e 708, definiu que na falta de lei específica o Congresso Nacional deveria criar a lei em 60 dias e se não o fizesse seriam aplicados aos servidores públicos as mesmas regras dos empregados privados (lei 7.783/89).

A lei 7.783/89 trata especificamente do direito de greve e, dentre outras determinações, reconhece que se considera “legítimo exercício do direito de greve a suspensão coletiva, temporária e pacífica, total ou parcial, de prestação pessoal de serviços a empregador”, bem como que é válido “o emprego de meios pacíficos tendentes a persuadir ou aliciar os trabalhadores a aderirem à greve”.

Os bombeiros do Rio de Janeiro estão lutando pelas melhorias de suas condições de trabalho. Suas reivindicações se referem ao direito à saúde (protetor solar) e direito ao trabalho (vale transporte e aumento do piso salarial que hoje é de R$ 950,00). As manifestações tomaram contornos dramáticos neste final de semana.

Há vários meses os bombeiros fluminenses tentam negociar melhores condições de trabalho sem sucesso. Há mais de dez dias, promovem manifestações pacíficas nas quais solicitam serem ouvidos pelo governador Sergio Cabral. Em protesto por não verem seus pleitos serem negociados, ocuparam o quartel central do Corpo de Bombeiros na sexta-feira.

Diante da intransigência do governo do Estado, que exigia a saída deles do local sem assegurar qualquer diálogo, resolveram permanecer. O protesto era pacífico, nenhum bombeiro havia cometido qualquer ato de violência. Alguns estavam na companhia de suas esposas e filhos.

No sábado pela manhã, a Polícia Militar invadiu o Quartel, lançando bomba de efeito moral e gás lacrimogêneo nos manifestantes. Duas crianças foram socorridas por terem se intoxicado. O clima se tornou tenso e houve danos ao patrimônio do quartel. Quem provocou tais danos? Os bombeiros que reagiram quando atacados de forma inesperada, ou o próprio efetivo do Bope ao praticar a invasão?

Ao todo, 439 bombeiros permanecem detidos e sem comunicação com seus advogados. O Presidente da OAB/RJ, Wadih Damous , criticou publicamente a dificuldade de acesso dos advogados aos bombeiros. Alega-se que podem chegar a serem punidos com 12 anos de prisão. Talvez mais. São acusados de motim, danos ao bem público e impedimento de socorro. De acordo com o Código Penal Militar, o motim deve ser punido com reclusão de 4 a 8 anos, o dano de bem público com detenção de 6 meses a 3 anos, e o impedimento de socorro com reclusão de 3 a 6 anos.

Neste, como em muitos casos, não há solução jurídica simples. Inúmeros direitos fundamentais podem ser postos em questão. Levantei acima alguns deles. Há a opção pela lei e a ordem que alega serem as instituições militares organizadas com base na hierarquia e disciplina e, portanto, a favor da punição dos bombeiros. Há uma leitura relacionada à superioridade dos direitos fundamentais que considera os atos tidos como de insubordinação e passíveis de pena como atos de execução do direito legitimo de greve e, em conseqüência, impuníveis.

Ora, os bombeiros há meses vem buscando em vão o diálogo. A paralisação representa o modo legítimo de exercício do direito de greve. Como demonstrado pelo artigo 149 do Código Penal Militar, qualquer desobediência a ordem de superior hierárquico por grupo de militares pode ser considerada um motim.

Assim, há duas opções. Ou consideramos que os e as militares não podem ter direito de greve, o que seria negar-lhes também o direito a um trabalho digno, pois jamais conseguiriam contestar as condições injustas sob as quais são colocados; ou realizamos uma filtragem constitucional do dispositivo e verificamos que o direito de greve é uma insurgência legítima.

Contrariando o que afirma o governador do Estado, para a segurança da sociedade o melhor é a segunda opção. Um efetivo militar bem remunerado e com direitos garantidos é muito mais tendente a salvaguardar de modo eficaz a sociedade do que o contrário.

É preciso que, mostremos nossa indignação por vermos esses trabalhadores serem tratados como cidadãos sem direitos; serem ameaçados a permanecer 12 anos atrás das grandes sem terem cometido qualquer ato que causasse dano a vida ou integridade física de alguém (pelo contrário, em sua atuação profissional zelaram pela vida e integridade física dos cidadãos fluminenses, em ações nas quais colocam em risco suas próprias vidas).

Um verdadeiro Estado democrático de direito não pode permitir que seus trabalhadores sejam tratados como criminosos ao travarem lutas sociais legítimas.

Comecei com Brecht, termino com Maiakovski: “na primeira noite, eles se aproximam e colhem uma flor de nosso jardim. E não dizemos nada. Na segunda noite, já não se escondem, pisam as flores, matam nosso cão. E não dizemos nada. Até que um dia, o mais frágil deles, entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E porque não dissemos nada, já não podemos dizer nada.”

Digamos…! Gritemos…! Nos indignemos, em favor da liberdade, deles e nossa!


*Dida Figueiredo é pesquisadora do Ibase


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Chávez: Ação na Líbia mostra "loucura imperial" dos EUA

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, afirmou nesta terça-feira (07) que os Estados Unidos sofrem de uma "loucura imperial" que, segundo ele, é demonstrada nos ataques a outros países como a Líbia.

"Poucas vezes se viu ou se viveu um bombardeio a um país para, entre aspas, proteger os civis", quando "precisamente as bombas atingem todo mundo", disse Chávez à imprensa em sua chegada na madrugada desta terça-feira à cidade equatoriana de Salinas, onde se reunirá com o presidente Rafael Correa.

Chávez questionou a estratégia da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) de bombardear de forma indiscriminada a Líbia e denunciou que os aliados enviaram helicópteros para "caçar" ou "matar" o líder líbio, Muamar Kadafi.

"O que estamos vendo hoje é o cúmulo do cinismo", disse Chávez, que acrescentou que as sanções impostas por Washington à companhia petrolífera venezuelana PDVSA, por vender gasolina ao Irã, "são parte dessa loucura imperial".

Chávez agradeceu aos governos que manifestaram solidariedade com a Venezuela após as sanções dos EUA e ressaltou que as supostas tentativas desestabilizadoras de Washington contra a Síria e outros países do Oriente Médio não poderão ser aplicadas na América do Sul. "Não vão conseguir desestabilizar nem a Venezuela, nem o Equador, nem a Bolívia e muito menos o Brasil ou a Argentina", declarou o governante.

"Eles não podem com a força que nos dá a independência, a soberania e a liberdade", acrescentou. Chávez revelou que, na reunião com Correa, além de revisar o estado dos convênios entre Equador e Venezuela, os dois líderes se propuseram a fortalecer a integração binacional, assim como a latino-americana. Segundo ele, o objetivo da integração é criar uma "região de paz, de democracia e de desenvolvimento humano".

Fonte: EFE





Depois de três semanas de crise, Palocci cai

Antonio Palocci não é mais o ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República. De condestável do governo Dilma, passou a ser nas últimas três semanas fator de desestabilização, com as acusações de enriquecimento ilícito e tráfico de influência formuladas a partir de uma reportagem do jornal Folha de S. Paulo, revelando o meteórico aumento do seu patrimônio.

Palocci entregou na tarde desta terça (7) carta à presidente Dilma Rousseff solicitando o seu afastamento do governo.

Ele considera que a manifestação do Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, que arquivou o pedido de investigação sobre as acusações, confirma a legalidade e a retidão de suas atividades profissionais no período recente, bem como a inexistência de qualquer fundamento, ainda que mínimo, nas alegações apresentadas sobre sua conduta.

Entretanto, chegou à conclusão de que a continuidade do embate político com o crescimento do clamor pela sua demissão poderia prejudicar suas atribuições no governo. Diante disso, preferiu solicitar seu afastamento.

Palocci coordenou a campanha eleitoral de Dilma à presidência e em seguida assumiu a equipe de transição. É a primeira baixa do alto escalão do governo da presidente. É a segunda vez que Palocci é afastado do governo depois de se envolver em crises políticas. Em 2006, ele deixou o cargo de ministro da Fazenda do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após o escândalo da quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo dos Santos Costa, que havia testemunhado sobre a frequência de Palocci a uma casa em que se faziam rumorosas festas às margens do Lago Paranoá, na capital federal.

Efetivamente, a permanência de Palocci à frente da Casa Civil tornou-se insustentável. Primeiro porque demorou a se pronunciar sobre o assunto. Segundo, quando o fez, nada esclareceu. Em duas longas entrevistas, uma ao Jornal Nacional, outra à Folha de S. Paulo, na sexta-feira passada (3), não deu explicações satisfatórias sobre o seu rápido enriquecimento. Recusou-se a revelar os nomes da clientela da sua próspera consultoria. Disse apenas que realizava atividade privada e prestava serviços de consultoria a empresas de diversos segmentos da indústria, de serviços, bancos e financeiras.

A oposição em crise, sem bandeiras e dividida, encontrou no caso Palocci a oportunidade de se relançar na cena política.

Mas o que tornou insustentável a sua permanência foi a falta de apoio entre as forças que compõem o governo Dilma.

Até mesmo o seu próprio partido, o PT, negou-lhe uma nota oficial de apoio. A reunião da semana passada da Comissão Executiva nacional petista foi palco de enorme celeuma, com alguns de seus membros pedindo a demissão do ministro. Figuras renomadas do petismo, como o ex-prefeito de Porto Alegre, Raul Pont, foram a público exigir a sua saída do importante posto que ocupava no centro do governo. O presidente do diretório estadual de Minas Gerais, Reginaldo Lopes, embora em termos mais amenos, foi na mesma direção.

Entre outros partidos de esquerda da base do governo, desde a semana passada era grande a preocupação com os prejuízos que a atitude de Palocci acarretava para o governo. Eduardo Campos (PSB) e Renato Rabelo (PCdoB) pediam explicações. Na 7ª reunião plenária do Comitê Central, realizada no último fim de semana (4 e 5), o PCdoB emitiu nota pública propondo uma solução rápida para a crise.

A Força Sindical, central de trabalhadores dirigida pelo PDT do deputado federal Paulinho e do ministro do Trabalho Carlos Lupi, fez pronunciamento enfático pedindo a demissão do ministro petista.

Nesta terça, apesar do arquivamento do pedido de investigação pela Procuradoria Geral da República, a situação de Palocci agravou-se com o crescimento de adesões à criação da CPI no Senado.

Da redação



Editado por Will CH

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Será que o Palocci tinha culpa no cartório?

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Pelo que parece...Ele nunca teve uma boa fama. Agora que não vai ter mesmo :P

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Ex-Presidente Itamar Franco morre aos 81 anos em São Paulo


Itamar Franco, presidente da República de 1992 a 1994, morreu aos 81 anos neste sábado no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, onde estava internado desde o dia 21 de maio, quando foi diagnosticado com leucemia.

Segundo o hospital, Itamar morreu às 10h15 após acidente vascular cerebral. O corpo será transferido para Juiz de Fora (MG), para ser velado e depois para Belo Horizonte, cidade na qual, por desejo do presidente, o corpo será cremado, após receber homenagens no Palácio da Liberdade.

Eleito senador pelo PPS de Minas Gerais no ano passado, Itamar estava licenciado do cargo desde que foi internado, em maio deste ano.

No dia 27 de junho, porém, boletim médico mostrou que o senador havia contraído uma pneumonia grave e foi transferido para a UTI (Unidade de Tratamento Intensiva) do hospital. A leucemia havia sido detectada após o presidente realizar exames devido a uma forte gripe.

Itamar, que completou 81 anos no último dia 28 de junho, assumiu a Presidência após a renúncia de Fernando Collor de Mello. Ele também governou o Estado de Minas Gerais entre 1999 e 2003 e foi eleito senador no ano passado, com 5.125.455 votos.

PERFIL

O engenheiro Itamar Augusto Cautiero Franco nasceu em 28 de junho de 1930 a bordo de um navio. Ele foi registrado em Salvador (BA). Sua carreira política teve início no MDB (Movimento Democrático Brasileiro), legenda pela qual foi eleito prefeito de Juiz de Fora em duas gestões, entre 1967 e 1971 e entre 1973 e 1974.

Também representando o MDB, Itamar chegou a Brasília para seu primeiro mandato como senador em 1974. Ele se reelegeu em 1982, já como militante do PMDB.

Quatro anos depois, Itamar migrou para o PL, após divergências com o diretório mineiro do PMDB. Ele chegou a concorrer ao governo de Minas, mas perdeu a disputa para a antiga legenda.

Em 1989, durante as primeiras eleições diretas para presidente depois da ditadura militar, Itamar foi eleito vice-presidente do Brasil pelo PRN, na chapa de Fernando Collor de Melo. Collor recebeu 20 milhões de votos no primeiro turno e 35 milhões no segundo turno, contra o petista Luiz Inácio Lula da Silva.

PRESIDÊNCIA

Itamar Franco assumiu a Presidência da República em 2 de outubro de 1992, depois da renúncia de Collor e do processo que levou ao seu impeachment. O político nascido na Bahia permaneceu no cargo de comandante em chefe da nação durante dois anos, três meses e 29 dias.

Seu governo foi marcado por uma coalizão de partidos, cujo objetivo era garantir a governabilidade e a estabilidade democrática após o processo de impeachment que mobilizou a sociedade, além da administração dos crescentes problemas econômicos, como a escalada da inflação.

Entre os feitos de Itamar como presidente, está a aprovação do IPMF (Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira) que, em 1996, passou a se chamar CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira).

Em 1993, o governo realizou um plebiscito previsto na Constituição de 1988 para escolher a forma e o sistema de governo brasileiros. O resultado confirmou o regime republicano e o sistema presidencialista.

Ainda durante a gestão de Itamar, em 1993, Fernando Henrique Cardoso foi nomeado ministro da Fazenda, e incumbido com a tarefa de combater a inflação. No mesmo ano, o Brasil adotou o Cruzeiro Real, e foi lançado o Plano de Estabilização Econômica, que preparava o país para a introdução de uma nova moeda.

Em julho de 1994, o real começou a circular.

A estabilidade econômica do Plano Real garantiu a FHC a vitória na disputa presidencial daquele ano.

VIDA PÚBLICA

Desde que passou a faixa de presidente a FHC, em 1º de janeiro de 1995, Itamar seguiu na vida pública. Ele se tornou embaixador do Brasil em Portugal entre 1995 e 1996 e, depois, representou o país na OEA (Organização dos Estados Americanos) de 1996 a 1998.

Neste ano, depois de não ter conseguido a indicação do PMDB para disputar a Presidência, Itamar venceu as eleições para o governo de Minas Gerais.

Ele tentou concorrer nas eleições presidenciais de 2002 e 2006, mas perdeu a indicação do partido novamente para outros candidatos. Em 2009, Itamar anuncia sua filiação ao PPS e, no ano seguinte, disputa as eleições para o Senado.

O presidente foi eleito senador por Minas com 5.125.455 votos. Seu primeiro suplente é José Perrela de Oliveira Costa.


Fonte: Folha.com

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Apesar das divergências ideológicas, é sempre uma pena a partida de alguém que fez parte da história do nosso país.

Mas esse José Perrela é o presidente do Cruzeiro?

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Mudança na lei isentará crimes leves de pena de prisão

Vem aí uma grande mudança no sistema penal e carcerário brasileiro. Amanhã (4), entra em vigor a Lei n. 12.403/2011, que altera 32 artigos do Código de Processo Penal, de 1941. Com a nova lei, pessoas que cometeram crimes leves – punidos com menos de quatro anos de prisão - e que nunca foram condenadas por outro delito só serão presas em último caso.

A legislação brasileira considera leves crimes como furto simples, porte ilegal de armas, homicídio culposo no trânsito – quando não há intenção de matar -, formação de quadrilha, apropriação indevida, dano a bem público, contrabando, cárcere privado, coação de testemunha durante o andamento do processo, falso testemunho, entre outros.

Hoje, só há duas possibilidades para as pessoas que cometem esses crimes: a prisão, se o juiz entender que elas podem oferecer riscos à sociedade ao longo do andamento do processo, ou a liberdade. Com a nova regra, haverá um leque de opções intermediárias, que poderão ser aplicadas e a prisão só poderá ser decretada em último caso – quando a pessoa já tiver sido condenada, em casos de violência doméstica, ou quando houver dúvida sobre a identidade do acusado.

Nove medidas poderão substituir a prisão antes do julgamento definitivo do acusado. As principais são: pagamento de fiança de um a 200 salários mínimos (que poderá ser estipulada pelo delegado de polícia, e não apenas pelo juiz), monitoramento eletrônico, recolhimento domiciliar no período noturno, proibição de viajar, frequentar alguns lugares e de ter contato com determinadas pessoas e suspensão do exercício de função pública ou de atividade econômica.

A nova lei permite também que as medidas alternativas sejam suspensas - e a prisão decretada - se houver descumprimento da pena.

A lei determina ainda que se a somatória das penas ultrapassar quatro anos, cabe a prisão preventiva.

Outra mudança importante no caso de prisão preventiva é a obrigação de separar as pessoas presas provisoriamente daquelas que já foram condenadas.

Agência Brasil




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Pronto...formação de quadrilha, contrabando, cárcere privado...todos levíssimos. Alguns perturbam indiretamente, mas causam males do mesmo jeito. Belo tiro no pé!

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Com Serra em baixa, PSDB já “lança” abertamente Aécio para 2014

O presidente nacional do PSDB, deputado federal Sérgio Guerra (PE), afirmou nesta quinta-feira (07) ser “uma grande ideia” o senador Aécio Neves (PSDB-MG) sair candidato à Presidência da República em 2014. Questionado, ele respondeu: "E é uma grande idéia. Só podemos considerá-la assim".

Guerra esteve no apartamento de Aécio em Belo Horizonte, acompanhado do ex-senador Tasso Jereissati (CE), que preside o Instituto Teotônio Vilela. O dirigente tucano afirmou também ser uma boa estratégia vincular a eleição municipal do próximo ano à candidatura de Aécio em 2014: “Acho que é uma linha positiva e apostamos muito nas perspectivas do atual senador, ex-governador Aécio Neves.”

O presidenciável do PSDB em 2010, o ex-governador de São Paulo José Serra, não compareceu ao encontro de líderes tucanos na casa de Aécio — que durou mais de três horas e foi interrompida para que os políticos falassem com os jornalistas. Ao chegar ao encontro, Jereissati disse que estava ali para apenas uma visita porque ainda não tinha visto o colega mineiro de tipoia.

Aécio se recupera de uma queda de cavalo, mas confirmou que retoma atividades no Congresso Nacional na próxima semana. Ele desconversou quando questionado sobre recente discussão entre o presidente do PSDB mineiro, deputado federal Marcus Pestana, e o ex-governador Serra. “Apenas soube pelos jornais”, esquivou-se.

Aécio vem articulando para ter cada vez mais espaço dentro do PSDB. Aliados e entusiastas de sua candidatura em 2014 vêm ganhando espaço na gestão de seu afilhado Antonio Anastasia. Desde maio, três líderes nacionais — dois do PSDB e um do aliado PPS — foram nomeados conselheiros em empresas controladas pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig).

O ex-senador tucano Papaléo Paes (AP) está na Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig), o ex-prefeito tucano de Cuiabá Wilson Santos está na Transmissora Aliança de Energia Elétrica (Taesa) e o ex-ministro do governo Fernando Henrique Cardoso, Raul Jungmann (PPS), está na Ligth. Todos os cargos foram por indicações da estatal mineira Cemig e rendem salários em torno de R$ 10 mil para participação mensal em apenas uma reunião.

O bloco de oposição ao governo Anastasia na Assembleia Legislativa, “Minas Sem Censura”, aponta que as nomeações fariam parte de loteamento de cargos por Aécio, para construir seu projeto presidencial em 2014. Nesta quinta-feira (07), questionado sobre as nomeações dos aliados de fora de Minas, Aécio desconversou. “Aplaudo as nomeações, mas isso você deve perguntar ao governador Anastasia.”

Da Redação, com informações do iG



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PR diz que não vai botar "faca no peito" de Dilma para impor nome
A decisão sobre o nome que irá assumir o Ministério dos Transportes pode ficar para quarta-feira (13). Diante do impasse criado pelo impedimento do senador Blairo Maggi (PR-MT) para assumir o cargo, o Partido da República (PR) só voltará a se reunir no meio da próxima semana para discutir o assunto.

Maggi admitiu a sondagem do Palácio do Planalto, mas como as empresas das quais ele é sócio têm contratos com o governo, ele não pode, legalmente, ficar com a vaga de ministro sem deixar os negócios privados.

Segundo o líder do PR na Câmara, Lincoln Portela (PR-MG), a próxima reunião marcada entre ele, Maggi e o senador Magno Malta (PR-ES) - os três encarregados pela cúpula do PR para encontrar um nome que agrade à presidenta Dilma Rousseff e que seja fiel ao partido - será na quarta-feira (13).

Apesar do impasse gerado pela recusa de Maggi, que era o preferido do PR para ficar com o cargo, Lincoln Portela procurou ser cauteloso quanto à indicação do partido, que é da base aliada do governo e tem uma bancada de 40 deputados federais e seis senadores, já contando com o retorno do ex-ministro Alfredo Nascimento (PR-AM) para o Senado.

“Quem tem o comando é a presidenta [Dilma Rousseff]. Esses três homens [Malta, Maggi e Portela] que foram colocados como interlocutores do partido para encontrar alguém, em nenhum momento estão impondo nenhum nome”, disse Portela. “Jamais colocaríamos a faca no peito da presidenta”.

Os três parlamentares passam o fim de semana nos respectivos estados de origem, apenas mantendo contatos telefônicos. Não há reuniões previstas com outros membros do PR para hoje ou amanhã.

Segundo Portela, não haverá "mágoas" no partido se Dilma optar pela efetivação do ministro interino, Paulo Sérgio Passos, que também é filiado ao PR. “Nós vamos continuar sendo base aliada, seja o escolhido o Sérgio Passos, o Antônio, o Pedro ou a Maria”, declarou. “Um ou outro pode ficar magoado, claro, mas não faria sentido deixar de ser da base [de apoio do governo Dilma]. Como é que nós fomos para as ruas dizer que a Dilma era a melhor para governar o Brasil e agora deixaríamos de apoiá-la? Eu vou com ela até o fim”, afirmou Malta.

A assessoria de Blairo Maggi informou que o senador só irá se manifestar oficialmente sobre o convite que recebeu para ser ministro após o depoimento de Luiz Antonio Pagot na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, na terça-feira (12). O ex-diretor geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e apadrinhado político de Maggi irá falar aos senadores sobre as denúncias de corrupção e favorecimento em licitações do departamento.

Reportagem publicada pela revista Veja no fim de semana passado denunciou que contratos, incluindo de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), teriam sido superfaturados. Também foi revelado um suposto esquema de pagamento de propina no Dnit. Em função do escândalo, as cúpulas do ministério e do Dnit foram afastadas e o ministro Alfredo Nascimento pediu demissão.

A Controladoria-Geral da União (CGU) designou uma equipe para fazer rigorosa auditoria nas licitações, contratos e execução de obras a cargo do Dnit e da empresa estatal Engenharia, Construções e Ferrovias S.A (Valec), envolvidas nas denúncias de irregularidades.

Fonte: Agência Brasil


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Raupp: PMDB pode romper com PT e lançar presidenciável em 2014
Fiador da governabilidade, mas pronto para disputar as eleições presidenciais já em 2014, caso a aliança com o PT da presidente Dilma Rousseff não seja mais possível. É esta a posição defendida pelo presidente em exercício do PMDB, senador Valdir Raupp (RO).

Para Raupp, o partido vive seu melhor momento de união, liderado pelo vice-presidente da República, Michel Temer, e deve se capacitar para lançar uma candidatura própria, mesmo que Dilma ainda tenha direito a uma reeleição. "A gente tem que estar preparado para disputar a Presidência em 2014. Isso não quer dizer que obrigatoriamente tem que lançar candidatura. Masm se não for possível reeditar a aliança com o PT, o PMDB tem que estar preparado", disse.

Questionado sobre a possibilidade de rompimento com o governo Dilma, Raupp tratou como natural um racha entre o PMDB e o PT. "Mas isso [rompimento] acontece em alianças de Estados, de municípios. [E não] precisa nem romper. Se não der, fazer o quê? Se não for possível, o PMDB tem que ter nomes preparados para lançar", afirmou, citando Temer e o governador do Rio, Sérgio Cabral, como os mais viáveis.

Sobre as recentes crises do governo, Raupp disse que "elas passam" e não necessariamente se devem à concentração de ministérios e poder nas mãos do PT — o que tem desagradado aliados como o PMDB. Mas afirmou que deveria haver uma mudança, "um rodízio [entre os partidos], colocar em outra área".

Ao mesmo tempo, Raupp defendeu que o PMDB — tido como fisiológico — não depende de cargos e tem condições de ganhar uma eleição, mesmo fora do governo. "Para ganhar eleição não precisa ter cargo, não. Às vezes, se ganha eleição sem cargo nenhum. O PMDB sempre soube fazer campanha na oposição. Eu mesmo disputei oito eleições, a maioria na oposição estadual, e nacional também. Eleição não se faz só com dinheiro ou cargo. Às vezes só atrapalha.”

Aao se referir às denúncias de corrupção que derrubaram a cúpula do Ministério dos Transportes, comandado pelo Partido da República (PR), Raupp diz que “tem muitos cargos que ajudam meia-dúzia e atrapalham o partido inteiro".

Para o senador, Temer agiu certo no episódio em que o vice-presidente, numa discussão áspera por telefone, rebateu a ameaça do ex-ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, de demitir os seis ministros do PMDB, caso o partido não apoiasse o governo na votação do Código Florestal. "Se tivesse que entregar os cargos entregaria. Ficamos dois anos no governo Lula sem cargo. E isso também não ia mudar a posição do PMDB de apoio ao governo. Um partido do tamanho do PMDB não pode se dar ao luxo de fazer oposição, porque oposição significa a ingovernabilidade."

Raupp lembrou que o PMDB caminha para ter no próximo biênio a presidência da Câmara dos Deputados — hoje ocupada por Marco Maia, do PT, e reservada, por acordo, para o líder da sigla na Casa, Henrique Eduardo Alves (RN) — e do Senado, onde, segundo a tradição, o partido com a maior bancada elege o presidente. "Como fazer oposição? Inviabiliza o governo", concluiu.

Como estratégia de fortalecimento do PMDB, Raupp afirma que o partido lançará, nas eleições municipais do próximo ano, candidatos próprios em 24 capitais. Apenas em Goiânia e Porto Alegre a tendência é de apoio aos atuais prefeitos, ex-vices que sucederam peemedebistas no cargo. Em 2008, o PMDB só lançou candidatos a prefeito em 11 capitais.

Para isso, a sigla tem investido na "contratação" de líderes de outros partidos, como o deputado federal Gabriel Chalita, que saiu do PSB e disputará a Prefeitura de São Paulo; o ex-deputado Gustavo Fruet (PSDB), que tem negociado com a legenda para concorrer ao cargo em Curitiba; e o ex-prefeito de Salvador Mário Kertész (sem partido). Há também conversa para a filiação de um nome de peso para concorrer em Recife.

Em São Paulo, o objetivo é preparar o terreno para, em 2014, aumentar o número de deputados do partido na Câmara, hoje de apenas um, para oito ou até dez, graças a um trabalho conjunto, que não havia, segundo Raupp, devido à disputa interna entre Temer e o ex-governador Orestes Quércia, morto no ano passado.

O presidente do PMDB defendeu a abertura de uma janela de transferência partidária, nos seis meses anteriores às eleições, e criticou o forte processo de migração para o PSD, em criação pelo prefeito de São Paulo Gilberto Kassab. Atualmente, a fundação de um novo partido é uma das quatro justas causas para que um político mude de sigla sem perder o mandato.

"Não é justo que um partido que não teve nenhum voto agora vá para 55 deputados", disse. Raupp afirmou desconhecer que três senadores de seu partido, em votação na CCJ do Senado, foram contra a exclusão da criação de novo partido como justa causa, num apoio indireto do PMDB ao PSD.

Da Redação, com informações do Valor Econômico



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