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Professor Girafales

Netflix

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Doutor Delgadinho

Séries que assisti em 2019:

  • A maldição da Residência Hill
  • Dark
  • Scream (que foi a melhor delas na minha opinião).

 

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E.R
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https://natelinha.uol.com.br/televisao/2020/10/03/maisa-deixa-sbt-por-proposta-milionaria-da-netflix-151927.php

A apresentadora Maisa Silva anunciou que está de saída do SBT após uma trajetória de 13 anos na emissora. 

O Na Telinha apurou que a decisão foi reforçada por conta de uma proposta milionária da Netflix para um combo de projetos que a plataforma deve investir nos próximos meses tendo a jovem como protagonista.

Além disso, Maisa pretende se dedicar aos estudos fora do Brasil e outros negócios no meio digital. 

 

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E.R
NOTÍCIAS

https://exame.com/revista-exame/o-mago-do-streaming/

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O império da Netflix funciona hoje sob a liderança de dois presidentes, uma configuração rara mesmo entre empresas de tecnologia. Enquanto o Google tem Sundar Pichai, a Amazon tem Jeff Bezos, a Microsoft tem ­Satya Nadella e a Apple tem Tim Cook, a Netflix conta com a liderança do fundador Reed Hastings e, agora, com a de Ted Sarandos.

Apesar de todos os gigantes da tecnologia serem inovadores, a Netflix é um destaque em transformação — e Ted Sarandos, ao lado de Reed Hastings, liderou as revoluções que transformaram a Netflix na maior companhia de streaming de vídeo do mundo.

Sempre um passo à frente das tendências, a Netflix agora colhe os frutos. Se hoje muito se fala em transformação digital, a Netflix mostrou como se faz isso na prática, deixando para trás rivais de longa data, como a antiga rede de videolocadoras Blockbuster.

Imune à crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus, a Netflix tem disputado com o grupo Walt Disney (concorrente cada vez mais forte da Netflix no streaming) a posição de empresa de entretenimento mais valiosa do mundo, com um valor de mercado superior a 230 bilhões de dólares. Enquanto os cinemas e parques temáticos estavam fechados, o que prejudicou os negócios da Disney, a Netflix virou a primeira opção de entretenimento em milhões de lares no mundo.

Os lançamentos de filmes e séries originais continuaram a todo vapor. O conteúdo próprio de qualidade é a principal arma para atrair assinantes.

Com a quarentena, a Netflix conquistou 26 milhões de novas assinaturas nos primeiros seis meses de 2020 — o melhor semestre de sua história e quase a mesma quantia que no ano de 2019 (28 milhões). Atual­mente são ao todo 193 milhões de assinantes. 

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O feito consagrou de vez o talento de Ted Sarandos, hoje uma das pessoas­ mais poderosas de Hollywood. A história do executivo se assemelha à de grandes nomes do Vale do Silício, como Bill Gates e Steve Jobs.

Nascido na cidade de Phoenix, no Arizona, ele largou a faculdade de jornalismo para gerenciar uma videolocadora em 1983, quando tinha 19 anos, o que, na época, não parecia uma decisão inteligente. Mas ter trabalhado nesse mercado a vida toda deu a Ted Sarandos uma visão sem igual sobre as produções audiovisuais.

Até 1999, seu trabalho tinha sido em cargos de gerência em redes de locadoras, e, quando Reed Hastings, da Netflix, viu um perfil de Ted Sarandos na capa de uma revista em uma reportagem sobre o crescimento do setor, ele soube que aquele deveria ser seu parceiro nos negócios. Em maio de 2000, depois de muitas ofertas, Hastings convenceu Sarandos de que era uma boa ideia migrar para a Netflix. À frente da área de conteúdo da Netflix por 20 anos, ele foi nomeado copresidente global da empresa em julho, aos 56 anos de idade.  

Ted Sarandos, o “mago” do streaming, tem como mérito a produção dos maiores fenômenos audiovisuais da plataforma e é dono da fórmula secreta da Netflix para criar séries viciantes. A base do conhecimento veio dos anos dedicados à boa e velha locadora. De tanto assistir a filmes e a programas de TV, ouvindo comentários de clientes, Ted Sarandos desenvolveu uma aptidão rara para entender os consumidores e seus gostos. Já na época das videolocadoras, era preciso ajustar a recomendação de filmes a cada um.

O faro para as produções de sucesso, aliado aos dados sobre os hábitos das pessoas na plataforma, é o que faz a Netflix criar fenômenos como a série Stranger Things, um dos maiores acertos de Ted Sarandos. A terceira temporada foi vista por 41 milhões de assinantes em um fim de semana em 2019.

Como o meio de transmissão é outro, o estilo de produção para o streaming é único e diferente da TV. “A forma de escrita dos roteiristas muda completamente porque já se sabe que a maioria das pessoas verá o próximo episódio na sequência, evitando extrapolações ou resumos. O fim de um capítulo pode indicar quando a pessoa deve ir dormir, mas não dita o ritmo da narrativa”, disse Ted Sarandos em uma entrevista exclusiva à EXAME — a primeira desde que assumiu a nova posição 

Ao todo, a Netflix tem mais de 1.000 produções próprias, 30 delas brasileiras. Nem sempre as criações dão lucro, mas, para Ted Sarandos, o conteúdo original é o que ajuda a diferenciar a Net­flix de outras plataformas e torna a empresa um serviço essencial para os clientes.

“Temos muitos competidores locais e globais que já deixam sua marca. O conteúdo vai nos distinguir”, diz. Sob sua gestão, a Netflix decidiu lançar todos os episódios de uma temporada de uma só vez, mesmo que isso não fosse a melhor escolha do ponto de vista dos negócios, uma vez que poderia aumentar a audiência. A medida foi tomada porque, para ele, a empresa é centrada nos assinantes e eles já manifestavam o desejo de assistir a todos os episódios de uma tacada só.

A Netflix chegou ao Brasil em 2011. Apesar de relativamente novo, o setor de streaming já fatura bilhões no país.

Um levantamento inédito feito pelo pesquisador Murillo Dias, coordenador e professor da Fundação Getulio Vargas, mostra que o mercado de streaming de vídeo no Brasil faturou 17,8 bilhões de reais no período de 12 meses até julho de 2020.

O valor equivale a 0,24% do produto interno bruto de 2019. Apesar de a Netflix ser líder global do mercado de streaming, no Brasil quem lidera é o Globoplay. A pesquisa aponta que o serviço da Rede Globo tem 20 milhões de assinantes, enquanto a Netflix tem 17 milhões. Para Murillo Dias, da FGV, o conteúdo transmitido via internet veio para ficar. “O setor terá crescimento avassalador mesmo depois da pandemia”, afirma. 

Para continuar a crescer, o Globoplay investiu 1 bilhão de reais na produção de conteúdos exclusivos e em novas tecnologias em 2020. O aplicativo fechou o primeiro semestre com 150% mais assinantes do que no mesmo período em 2019. 

Recentemente, a Globoplay unificou o conteúdo de streaming (como filmes, documentários e séries) às transmissões de seus canais de TV a cabo, como Globonews e Multishow. Erick Bretas, diretor-geral do Globoplay, conta que o foco é o mercado brasileiro. “Todo aplicativo de streaming é um jardim cercado de conteúdo. Cada um tentará montar seu playground da melhor forma e estamos no jogo”, diz Erick Bretas. Para manter a produção na pandemia, foi preciso criatividade. A empresa criou o seriado Diário de um Confinado, estrelado pelo ator Bruno Mazzeo, que gravou as cenas de casa. Outro exemplo é a série Amor e ­Sorte, que tem no elenco a atriz Fernanda Montenegro e sua filha, Fernanda Torres. “Além das produções dramatúrgicas, as plataformas de streaming deram um novo papel aos documentários e séries documentais. Por isso, criamos séries sobre João de Deus e até Sandy & Júnior”, diz Erick Bretas, que acredita que a barreira entre a TV paga e o streaming cairá por terra em poucos anos.

A entrada das emissoras de TV no streaming é uma mudança urgente para o setor audiovisual brasileiro. A receita da TV paga tem caído nos últimos anos. Em 2019, o valor líquido foi de 18,6 bilhões de reais, uma queda de 11,3% em dois anos. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações, o número de assinantes de TV por assinatura chegou a 15,1 milhões em julho, o nível mais baixo desde setembro de 2012. No mundo, o cenário é parecido. Enquanto a TV por assinatura mantém o patamar de 1 bilhão de assinantes desde 2016, o número de consumidores do streaming cresce em ritmo acelerado e deve atingir 800 milhões neste ano, segundo a consultoria britânica Digital TV Research. É por isso que as emissoras têm apostado no streaming.

Outro caso de investimento em serviço de streaming é o da americana HBO, um dos maiores canais de TV paga do mundo e criadora de sucessos como a série Game of Thrones.

A HBO tem dois aplicativos de streaming, o HBO Go e o HBO Max. O primeiro dá acesso às produções do canal. Já o segundo, o HBO Max, inclui filmes e séries das demais emissoras da Warner, dona da HBO. O serviço recebeu investimentos de 2 bilhões de dólares neste ano. Por enquanto, funciona apenas nos Estados Unidos, onde tem 4,1 milhões de assinantes (a estreia do HBO Max no Brasil está prevista para 2021).  Em meio à pandemia, a HBO buscou alternativas para não parar as gravações. “Paramos as filmagens e todas as atividades que exigiam que as pessoas se encontrassem pessoalmente”, diz Roberto Rios, vice-presidente de produções originais da HBO na América Latina. 

Enquanto as emissoras correm para se adaptar e não ficar para trás, uma das maiores ameaças à dominação da Netflix é outro gigante da tecnologia : a Amazon. O serviço de streaming Prime Video é o que mais se aproxima da Netflix em número de assinantes, com 150 milhões. A estratégia, porém, é diferente. Além do streaming, a assinatura inclui vários serviços, como frete grátis para as compras, um aplicativo de música e um acervo de livros para o leitor digital Kindle. O catálogo do Prime Video conta com mais de 250 produções originais, como a distopia com super-heróis The Boys.

Outro gigante da tecnologia de olho no mercado é o Google, com o YouTube. Desde o ano passado, o site de vídeos passou a investir em produções próprias. Elas podem ser vistas por qualquer pessoa, não apenas assinantes do plano Premium (a vantagem para quem paga é que não há anúncios). As produções são realizadas com os influenciadores digitais já conhecidos na plataforma. Mais de 30 programas foram criados no Brasil.

Para Margie Moreno, diretora de conteúdo criativo internacional do YouTube, as produções locais de cada país são importantes para a empresa e o público. “Precisamos ter uma boa programação em português para atender a audiência brasileira”, afirma.

Além do YouTube e da Amazon, a Apple também busca espaço no mercado de streaming. Lançado no ano passado, o serviço Apple TV+ trouxe produções com atores e atrizes de peso, como Jennifer Aniston e Steve Carell na série The Morning Show. Mas a iniciativa não foi o suficiente para garantir crescimento exponencial. A empresa tem 33 milhões assinantes e um catálogo menor.

O movimento começou com a Netflix. Mas o que todas as companhias querem é se tornar o destino favorito de centenas de milhões de espectadores. É uma batalha que esquentou como nunca na pandemia. Sem a possibilidade de frequentar cinemas, muitos se voltaram para o streaming. A indústria do cinema teve um prejuízo de 17 bilhões de dólares nos primeiros seis meses do ano de 2020.

Para atenuar as perdas, a Disney lançou o longa Mulan em sua nova plataforma, o Disney+, com um preço adicional de 30 dólares. É uma forma de diminuir o prejuízo com o fechamento das salas de cinema (leia mais sobre o Disney+ abaixo). O movimento indica a força da principal rival da Netflix, que pode lançar um filme em seu streaming e ainda cobrar separadamente por ele — algo que a Netflix nunca fez.

O conteúdo original também é uma das forças da Disney. Logo de primeira, a série The Mandalorian, derivada da saga Star Wars, destronou Stranger Things como a série original mais vista no streaming. Segundo a consultoria Parrot Analytics, mais de 100 milhões de pessoas assistiram ao seriado em uma semana. No meio dessa batalha, o consumidor é o maior beneficiado e tem cada vez mais opções de conteúdo de alta qualidade.

Entretanto, a dúvida é quanto as pessoas estarão dispostas a pagar por todos esses serviços daqui em diante. Para assinar todas as grandes plataformas disponíveis (Netflix, Amazon Prime Video, Globoplay, HBO Go, Apple TV+ e YouTube Premium), uma pessoa paga hoje 131 reais por mês (mais do que um pacote de TV por assinatura com dezenas de canais), e o valor deve subir com a estreia do Disney+ em novembro. É uma conta que pesa cada vez mais no bolso e torna ainda mais difícil a entrada de novos competidores.

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Com mais concorrência no mercado de streaming, a estratégia de produzir conteú­do original em escala mundial impõe desafios não só criativos como também financeiros. Num mar de opções, é cada vez mais caro criar uma série impactante o suficiente para atrair assinantes e se distinguir das rivais. A série The Crown, da Netflix, tem custo estimado de até 12 milhões de dólares por episódio. The Mandalorian, da Disney, com apenas oito episódios, custou cerca de 100 milhões de dólares (12,5 milhões cada um). Morning Show, da Apple+, teve custo de 15 milhões de dólares por episódio. Em comparação, a série Sobrenatural, da Warner, de 2005, custou 45 milhões de dólares por uma temporada de 22 episódios (2 milhões cada um). 

Ainda que as produções locais possam ser mais baratas, as empresas que almejam conquistar o mercado global precisarão aumentar os investimentos ao máximo. Assim, o risco de uma série custosa dar prejuízo é cada vez mais alto. Para continuar a crescer no longo prazo, as empresas precisam encontrar não só a fórmula da série irresistível mas também retorno financeiro. A Netflix vive uma boa fase em 2020, com um fluxo de caixa positivo no primeiro e no segundo trimestre. Mas a última vez que a conta fechou havia sido em 2014. A estratégia tem sido gastar para crescer.

A empresa prevê fazer ainda mais investimentos em conteú­do no ano que vem, o que pode impactar o resultado financeiro, especialmente se o número de novos assinantes crescer em ritmo menor — o que é provável. Para evitar que isso ocorra, é preciso crescer em mais países, com estratégias locais.

Apesar dos desafios, o fato é que o entretenimento nunca mais será o mesmo depois de 2020. E as empresas que ainda não se adaptaram precisam agir — e gastar, esperando que o retorno venha antes dos letreiros finais.  

Entrevista com Ted Sarandos

Qual é o maior desafio que a Netflix tem hoje ?

A barra ficou muito alta para o conteúdo de qualidade. Nossa estratégia sempre foi colocar o usuário antes de tudo. Seria melhor fazer o público retornar todas as noites para ver um novo episódio de cada vez ou exibir publicidade. Mas quando liberamos uma temporada inteira de uma vez fazemos isso em prol da felicidade dos assinantes. Também não deixamos de lado a experiência de usuário. 

Por que é importante para a Netflix ter conteúdos próprios ? É mais lucrativo ?

Não é mais lucrativo, mas ajuda a estabelecer a marca. É uma forma de diferenciação quando não se é mais a única empresa do ramo. Temos muitos competidores locais e globais que já deixam sua marca no mundo. O que vai distinguir as empresas de streaming de vídeo são os conteúdos, as marcas e o valor de acordo com cada centavo pago pelo assinante. Criar conteúdo próprio nos ajuda a ter mais controle sobre ele e ainda traz menos conflito com produtores terceirizados. 

Qual foi o efeito da pandemia do novo coronavírus para a Netflix ?

As pessoas se engajaram mais com a plataforma. Em uma época em que as pessoas precisavam de entretenimento, a Netflix entregou isso a elas. Agora, o público não acha que há conteúdo demais na Netflix. E o fechamento de nossas produções afetou o cronograma de lançamento de algumas produções locais, mas conseguimos retomá-las, seguindo os protocolos de segurança.

Como vê o mercado brasileiro atualmente ?

É um dos nossos mercados mais importantes. Lançamos o serviço em 2011 e em 2016 já começamos a produzir conteúdo local no país. Temos mais de 100 profissionais no Brasil. Já investimos mais de 350 milhões de reais em 2020 em conteúdo original no país e proporcionamos 40.000 empregos com produções no país. 

A TV por assinatura e a TV aberta continuam sendo seus maiores concorrentes ?

Somos serviços complementares. Não temos esportes ao vivo nem notícias. Esses conteúdos são valiosos na TV por assinatura. Agora, em relação à programação tradicional, conseguimos oferecer um conteúdo de qualidade superior.

A fórmula para fazer as pessoas assistirem a séries, um episódio atrás do outro, é diferente da fórmula usada na televisão ?

Sim. Na Netflix, nós não dependemos de um gancho para despertar o interesse do espectador e fazê-lo voltar amanhã. Há muitos episódios em nossas séries que têm finais anticlímax e as pessoas pulam para o próximo episódio. Os assinantes assistem a dois ou três capítulos toda vez que entram na Netflix. Isso tem impacto na criação. A forma de escrita do roteiro muda completamente porque já se sabe que a maioria das pessoas verá o próximo episódio em sequência, evitando extrapolações ou resumos. O fim de um capítulo pode indicar quando a pessoa deve ir dormir, mas não dita o ritmo da narrativa. 

A Netflix era uma empresa de entrega de DVDs que fez uma transformação digital de sucesso. Mas como inovar no longo prazo ? 

Parece que nunca termina. Estou na Netflix há 20 anos e a cada dois parece que estou em uma nova empresa. Por exemplo, na minha primeira viagem ao Brasil fiquei num hotel de frente para a Rede Globo. Ela parecia tão grande. Estar na arena contra ela parecia uma tarefa difícil. Hoje atores como o Wagner Moura, que já eram estrelas no Brasil, são conhecidos mundialmente. O mesmo aconteceu com José Padilha. Criamos uma programação brasileira de alto calibre para o mundo e de forma única.

 

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E.R
NOTÍCIAS

https://exame.com/tecnologia/netflix-reduz-ritmo-menos-assinantes-maior-receita-no-3-trimestre/

O ritmo de novos assinantes da Netflix parece ter diminuído.

Em resultado trimestral divulgado nesta terça-feira, a Netflix afirmou que ganhou 2,2 milhões de novos assinantes, pouco abaixo dos 2,5 milhões que eram esperados para o período.

O resultado ficou abaixo do mesmo trimestre do ano passado, quando a empresa trouxe para sua base 6,8 milhões de assinantes novos.

Apesar disso, o resultado agregado do ano de 2020 é positivo para a Netflix.

Até o momento, a Netflix acumula 28,1 milhões de assinantes novos em 2020.

A receita também veio acima do esperado : a Netflix faturou 6,4 bilhões de dólares no 3° trimestre, uma alta de 22,7% em relação aos mesmo três meses de 2019.

A rede de streaming de conteúdo projeta um resultado com crescimento para o resto de 2020, esperando faturamento de 6,5 bilhões no último trimestre.

 

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E.R
NOTÍCIAS

https://oglobo.globo.com/cultura/the-crown-tem-desafio-de-renovar-historia-da-princesa-diana-24745197

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Quando a vemos pela primeira vez, minutos após o começo da quarta temporada de “The Crown”, Lady Diana Spencer se esconde atrás de uma planta. “Desculpe, não estou aqui”, diz ela timidamente ao Príncipe Charles, o herdeiro do trono britânico, que chegara à propriedade de sua família para um encontro com a irmã mais velha, Sarah.

Essa é Diana em sua glória contraditória, ingênua e conspiradora, cheia de charme e de astúcia, destinada a se casar com um príncipe e causar estragos na monarquia britânica.

Todo mundo já conhece o triste final dessa história de amor. Mas a nova temporada de “The Crown”, que estreia neste domingo (15) na Netflix, nos leva de volta ao seu início, quando Charles era solteiro, Diana era uma filha de um conde pouco convencional, e o mundo ficou emocionado ao acreditar no que parecia ser o mais feliz dos contos de fadas.

Os fãs da série esperam com entusiasmo a temporada, antevendo a parte da história que conhecem melhor: o surgimento de Diana como o glamouroso vórtice sugador de atenção em torno do qual a família real girou por tantos anos.

“The Crown”, sob o olhar atento de seu roteirista e showrunner, Peter Morgan, precisa fazer uma história tão conhecida parecer nova.

Para o papel de Diana, a produção escalou Emma Corrin, uma desconhecida atriz de 24 anos, recém-formada na Universidade de Cambridge. Ela interpreta a princesa dos 16 aos 28 anos. “Dianófilos” mais atentos conseguirão notar que ela alcançou com sucesso o movimento que era uma assinatura da princesa : a cabeça inclinada para o lado, os olhos mirando sedutoramente para cima através de sua franja.

Mas dar vida a essa mulher apresenta desafios por si só.

“É muita coisa para assimilar e muita pressão, especialmente quando nos aproximamos do lançamento”, disse Emma Corrin em entrevista. A série é uma ficção, ela ressalta. “Nunca pensei em encarná-la ou imitá-la”, afirmou. “Eu penso nela mais como uma personagem, e esta é a minha interpretação dela.”

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Essa nova temporada de "The Crown" nos traz à década de 1980, época de Margaret Thatcher, a primeira mulher a ser primeira-ministra da nação.

À medida que nos aproximamos do presente, os eventos parecem menos uma história distante e mais com um passado compartilhado por muitos telespectadores.

A série contou agora com uma equipe de consultores com conhecimento direto dos eventos, uma mudança em relação às temporadas anteriores, quando “havia menos pessoas vivas com quem poderíamos conversar”, disse Oona O Beirn, produtora que trabalhou com a equipe de pesquisa.

Por exemplo, na primeira temporada, eles tinham apenas uma fonte sobrevivente do escritório de Churchill; agora há uma infinidade de especialistas contemporâneos, incluindo Patrick Jephson, um ex-secretário particular de Diana.

Annie Sulzberger, chefe de pesquisa, conta que, com tantas pessoas vivas para lembrar o que aconteceu, a maior preocupação foi com as nuances, para reconhecer possíveis preconceitos até mesmo em fontes bem informadas. Por exemplo, relatos simpáticos a Diana enfatizaram seu desespero com a infidelidade de Charles, enquanto convenientemente eliminaram suas próprias aventuras adúlteras.

Mas “The Crown” deixa claro que havia dois lados na história, mostrando Diana prometendo à Rainha que ela desistiria de seu amante, James Hewitt, e então voltando a ele após Charles não conseguir terminar seu caso com Camilla Parker-Bowles. 

 

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E.R
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https://www.comboinfinito.com.br/principal/the-witcher-retoma-as-filmagens-da-2a-temporada-apos-ultimo-surto-de-covid-19/

A série exclusiva da Netflix, The Witcher, está finalmente voltando à rotina para finalizar as filmagens da segunda temporada.

O hiato começou no dia 7 de novembro, após quatro membros da equipe técnica testarem positivo para a doença, o que levou a protocolos rápidos de prevenção a serem colocados em prática para evitar mais propagação.

De acordo com a Redanian Intelligence, a produção foi retomada na última terça-feira (17) no Arbofield Studios, no Reino Unido.

A segunda temporada tem previsão de encerramento das filmagens em fevereiro de 2021, com um possível lançamento dos novos episódios no verão norte-americano.

Esta é a segunda vez que as filmagens da série sofrem uma pausa na segunda temporada. Vale lembrar que The Witcher começou suas filmagens originalmente em fevereiro, mas teve que parar as gravações por conta da pandemia e da quarentena.

Em março, o ator Kristofer Hivju confirmou que estava com o vírus e anunciou sua recuperação em abril.

Após meses de paralisação, a produção dos novos episódios acabou retomada em agosto seguindo os protocolos de segurança.

 

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E.R
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https://meups.com.br/noticias/henry-cavill-machuca-atrasa-the-witcher/

Henry-Cavill-se-machuca-e-atrasa-filmage

As filmagens da série de The Witcher da Netflix foram interrompidas após o ator Henry Cavill, intérprete de Geralt de Rívia, ter se machucado.

O artista foi orientado pelos médicos a descansar e esperar a lesão curar, uma vez que as armaduras do seriado são extremamente pesadas.

As filmagens da série de The Witcher já estavam atrasadas devido à pandemia. Agora, terão que esperar mais algumas semanas – dependendo da gravidade da lesão – pelo retorno do protagonista da produção.

 

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E.R

Vi no começo desse ano, a quarta temporada da série "The Crown".:joinha:

 

 

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E.R
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https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2021/01/netflix-ultrapassa-marca-de-200-milhoes-de-assinantes.shtml

A Netflix não vai mais levantar dívida para financiar seus altos gastos em programas de televisão e filmes, e poderá começar a devolver dinheiro aos acionistas por meio de recompras de ações, marcando um ponto na história da evolução da companhia que disse ter ultrapassado 200 milhões de assinantes.

Desde 2011, quando a Netflix se lançou na programação original com "House of Cards", a pioneira do streaming financiou conteúdo por meio de papéis de alto rendimento, tentando superar os estúdios de Hollywood e formar um catálogo interessante.

Os números mais recentes do último trimestre da Netflix salientaram como essa estratégia teve sucesso : a empresa tinha quase 204 milhões de assinantes no final de 2020, segundo disse, tendo acrescentado 37 milhões de novos clientes pagantes durante o ano.

Cerca de 8,5 milhões destes foram adicionados no trimestre que terminou em dezembro, eclipsando as previsões dos analistas, de 6 milhões.

"Acreditamos que não precisamos mais levantar financiamento externo para nossas operações cotidianas", disse a Netflix em uma carta aos investidores, acrescentando que vai explorar recompras de ações.

As ações saltaram cerca de 10% após o pregão.

A Netflix tinha prometido que quando conseguisse mais clientes e aumentasse o preço das assinaturas, não precisaria mais continuar levantando dívida junk para alimentar seus gastos com conteúdo.

Essa tese em geral se realizou, ajudada por uma pandemia global que deixou as pessoas presas em casa e as atraiu para a plataforma da Netflix e a manteve confortavelmente à frente na corrida por assinantes. Sua adversária mais forte, a Disney Plus, tem 87 milhões de assinantes globalmente.

A maioria das novas assinaturas no quarto trimestre veio de fora dos Estados Unidos. Em outubro, a Netflix aumentou os preços nos EUA, seu maior mercado, de US$ 1 a US$ 14 por mês em seu plano mais popular.

As receitas no quarto trimestre saltaram 22% em relação ao mesmo período do ano anterior, para US$ 6,6 bilhões, em linha com as previsões de analistas.

 

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tokufan4
On 12/29/2019 at 4:39 PM, Doutor Delgadinho said:

Séries que assisti em 2019:

  • A maldição da Residência Hill
  • Dark
  • Scream (que foi a melhor delas na minha opinião).

 

Caramba! Na mesma lista de Dark você preferiu Scream... Essa série deve ser boa mesmo! :woot:

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