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Marcos Albino

VEÍCULOS

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Victor235

1934 Belchfire Runabout, o carro do Pato Donald:

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Victor235
Inspeção veicular será obrigatória até o final de 2019

Contran publica resolução e vistoria será pré-requisito para o licenciamento anual

por O Globo
08/12/2017 12:36 / Atualizado 08/12/2017 14:08

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Vistoria deverá ocorrer a cada dois anos e será pré-requisito para o licenciamento anual - Antonio Scorza / Agência O Globo

BRASÍLIA - O Conselho Nacional de Trânsito do Ministério das Cidades (Contran) publicou uma resolução, nesta sexta-feira, que estabelece como obrigatória a inspeção veicular até o final de dezembro de 2019. A vistoria deverá ocorrer a cada dois anos e será pré-requisito para o licenciamento anual.

Nos três primeiros anos de implantação do programa, vão ficar isentos os veículos zero quilômetro com capacidade para até sete passageiros e que não tenham sofrido acidente com danos médio ou grande.

Para veículos de transporte de cargas e passageiros, o prazo será menor, dependendo da finalidade do veículo. O valor cobrado ainda será definido pelos Detrans de cada estado e do Distrito Federal.

De acordo com a resolução, a operação de inspeção veicular poderá ser feita pelos órgãos executivos de trânsito, ou através de pessoa jurídica de direito público ou privado, previamente credenciada. Os equipamentos e instrumentos necessários devem ser aprovados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

Outra novidade é a realização da inspeção ambiental para o controle de emissão de gases poluentes e ruído. A fiscalização será de responsabilidade dos Detrans e poderá ocorrer tanto de forma presencial quanto de forma remota.

Os órgãos terão que informar o Contran sobre o cronograma de implementação da inspeção técnica até o dia 01 de julho do próximo ano.

EXIGÊNCIAS

A resolução define que, no primeiro ano de operação da inspeção, serão reprovados os veículos que apresentarem defeitos muito graves; defeito grave no sistema de freios, pneus, rodas ou nos equipamentos obrigatórios ou que utilizarem equipamentos proibidos. Também serão reprovados os veículos que não não cumprirem as regras de controle de emissão de gases poluentes e ruído.

No segundo ano, as exigências aumentam. Também serão reprovados os veículos com defeito grave no sistema de direção. E, a partir do terceiro ano, todos aqueles que apresentarem qualquer defeito classificado como defeito grave para os itens de segurança, ou não atenderem aos parâmetros estabelecidos pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) para emissão de gases poluentes e ruído.

O GLOBO

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Professor Inventivo

Apenas um modo de tirar dinheiro do povo, já que estas vistorias não garantem nada e ainda por cima em alguns lugares aceitam "peita". 

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E.R

https://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2018/09/10/rio-de-janeiro-e-primeiro-estado-do-brasil-a-adotar-placa-mercosul.htm

O Rio de Janeiro será o primeiro estado do Brasil a adotar a placa Mercosul.

O lançamento foi confirmado pelo Planalto e acontecerá nesta terça-feira (11), em cerimônia realizada com as presenças de autoridades do Ministério das Cidades e governo estadual.

Preço será de R$ 219,35, mesmo valor praticado atualmente no estado, segundo Detran-RJ. Outros detalhes e prazo para início da adoção da nova placa devem ser revelados apenas nesta terça-feira. 

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E.R

https://g1.globo.com/carros/noticia/2018/11/26/gm-anuncia-plano-de-reestruturacao-e-deve-fechar-fabricas-na-america-do-norte.ghtml

A General Motors anunciou nesta segunda-feira (26) um plano de reestruturação que pode fechar 5 fábricas na América do Norte e cortar 15% do total de empregados, a fim de gerar economia de US$ 6 bilhões.

De acordo com a agência Associated Press, o plano pode levar à demissão de 14.700 trabalhadores.

Além de diminuir a força de trabalho da dona da Chevrolet nos Estados Unidos e no Canadá, o processo vai reduzir a produção e encerrar a fabricação de alguns modelos.

As ações da montadora na bolsa de Nova York estavam subindo após o anúncio da medida.

A montadora disse que pretende interromper a produção no próximo ano nas unidades de Lordstown, Ohio, Hamtramck, Michigan e Oshawa, Ontário.

Também deverão ser afetadas as fábricas de transmissão de Michigan e Baltimore, que ficarão sem modelos de carros para os quais produzir.

A questão será abordada com o sindicato dos trabalhadores no ano que vem, informou a agência Reuters.

Além das fábricas na América do Norte, a GM divulgou que mais duas unidades fora da região serão fechadas, mas os locais ainda não foram divulgados.

No início do ano, a empresa já havia anunciado o encerramento da unidade fabril na Coreia do Sul.

“Estamos adequando nossa capacidade à realidade do mercado", disse a presidente-executiva da GM, Mary Barra.

A CEO da montadora disse que as reduções são preventivas, "enquanto a empresa é forte e a economia é forte".

Entre modelos agora montados nas fábricas que podem fechar, estão inclusos Chevrolet Cruze, Cadillac CT6 e Buick LaCrosse. 

Em contrapartida, a GM disse que vai transferir mais investimentos para veículos elétricos e autônomos, além de ressaltar o recente investimento em picapes, crossovers e SUVs.

Além disso, Mary Barra promete dobrar os recursos para engenharia voltada a carros autônomos e elétricos a partir de 2020.

 

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E.R

O ESTADO DE S.PAULO

A proposta da General Motors aos trabalhadores da fábrica de São José dos Campos (SP) envolve uma redução de 30% no piso salarial, de R$ 2,3 mil para R$ 1,6 mil por mês, informou ao ‘Estadão/ Broadcast’ o vice-presidente do sindicato dos metalúrgicos da região, Renato Almeida. A oferta da montadora, segundo o sindicato, ainda mexe em itens como jornada do trabalho, banco de horas, participação em resultados, liberação da terceirização e fim da estabilidade para trabalhadores que sofrerem lesões.

Por trás das propostas duras, que devem se estender à outra fábrica da montadora no Estado – em São Caetano do Sul, no ABC Paulista –, está uma ordem da presidente global da GM, Mary Barra: a empresa precisa voltar ao na América do Sul. Do contrário, a companhia não vai só cortar investimentos, como poderá deixar a região. O recado foi transmitido pelo líder da operação do Mercosul, Carlos Zarlenga, aos funcionários da GM na semana passada.

A montadora americana, líder de mercado no Brasil, disse aos seus funcionários que passa por “momento crítico”. Para ter algum alívio financeiro, pediu ao governo paulista antecipação do crédito a que tem direito no ICMS (leia mais abaixo). Para completar a reorganização nas contas, tenta também barganhar com os funcionários cortes em vencimentos e benefícios. Sindicalistas já sinalizaram que vão aconselhar os funcionários a não aceitarem os termos na forma em que estão sendo propostos.

Linha. Apesar de a companhia americana ser líder de mercado no País, os carros produzidos pela GM nas fábricas de São Paulo tiveram vendas abaixo do desempenho do mercado em 2018, conforme levantamento feito pelo Estadão/Broadcast com dados da Fenabrave, federação que reúne as concessionárias de veículos.

A unidade de São José dos Campos monta a picape S10 e o utilitário esportivo TrailBlazer. Em São Caetano são produzidos o Cobalt, a Spin, o Cruze e algumas versões do Onix – a maior parte das unidades deste modelo é feita em Gravataí (RS).

O mercado de veículos leves brasileiro cresceu 13,7% em 2018. Todos os modelos produzidos pela GM em São Paulo tiveram desempenho abaixo disso ou aquém de seu segmento específico, alguns até com retração. As vendas da S10, por exemplo, tiveram expansão de 4,3%, enquanto o segmento de picapes grandes registrou expansão de 16,9%. A Spin, carro que praticamente não tem concorrência no Brasil, avançou 1,94%.

 

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E.R

https://quatrorodas.abril.com.br/noticias/onix-e-prisma-ka-hb20-as-familias-de-carro-mais-vendidas-no-brasil/

QUATRO RODAS somou os números de vendas acumulados no primeiro trimestre de 2019 das principais gamas de compactos vendidas no Brasil, revelando um ranking de vendas um pouco diferente.

Nessa conta, a Chevrolet continua imbatível. Onix e Prisma, líderes de seus segmentos, somaram 76.055 emplacamentos até o final de março.

Para quem achava que a Ford estava mal das pernas, pelo menos em relação à sua família de compactos a marca americana continua mostrando força :  Ka e Ka Sedan juntos somam 33.016 carros vendidos no período.

A família formada por Volkswagen Gol, Voyage e Saveiro tem o trunfo de possuir três representantes ao invés de dois. Isso a ajudou a ficar na terceira posição, com 31.504 emplacamentos.

Logo atrás aparece a famílias de Hyundai HB20, HB20X e HB20S, 30.725. Depois vêm VW Polo e Virtus (25.107), Fiat Argo e Cronos (21.717) e Renault Sandero e Logan (18.113).

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E.R

Maio Amarelo.

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E.R

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/06/argentina-quer-prorrogar-acordo-automotivo-ate-2023-e-brasil-resiste.shtml

Os presidentes Jair Bolsonaro, do Brasil, e Maurício Macri, da Argentina, demonstraram bastante afinidade em reunião na semana passada em Buenos Aires, mas os negociadores dos dois países estão esbarrando em um problema antigo da relação bilateral : o acordo automotivo.

Os argentinos solicitaram a prorrogação do atual sistema de comércio administrado de veículos e autopeças até julho de 2023.

Já os brasileiros preferem manter o que estava inicialmente previsto : o livre-comércio no setor a partir de julho do ano que vem.

Depois de anos de negociação, o Mercosul e a UE estão próximos de fechar um acordo, que, se assinado ainda em 2019, só começaria a valer daqui a dois ou três anos, após ser ratificado por todos os países membros dos dois blocos.

Na versão atual, o entendimento prevê uma abertura importante do setor automotivo do Mercosul.

Com convicções bastante liberais, a equipe econômica de Bolsonaro não vê com a simpatia a prorrogação do comércio administrativo de veículos com a Argentina.

Técnicos dizem acreditar que é preciso finalmente incluir o setor automotivo no Mercosul.

Além disso, a avaliação do governo brasileiro é que a estratégia de ser intransigente na defesa do livre-comércio vem colhendo bons frutos.

O Brasil não atendeu, por exemplo, o pleito das montadoras de prorrogar o sistema de cotas com o México e, por causa disso, os mexicanos toparam negociar um acordo mais amplo com o país, que pode até incluir a agricultura.

Para conseguir prorrogar o acordo automotivo, a Argentina está sinalizando com a possibilidade de aceitar mais importações do Brasil.

A proposta do país é elevar o chamado “flex” dos atuais 1,5 para 1,6 ou até 1,7.

O “flex” é um medida de troca que funciona assim: para cada US$ 1 exportado da Argentina para o Brasil em veículos e peças, o país tem direito a enviar US$ 1,50 para o vizinho.

As montadoras estão bastante interessas em um um “flex” mais amplo para evitar o pagamento de multas.

Como o mercado argentino vinha um pouco mais aquecido que o brasileiro, as montadoras enviaram mais produtos do que poderiam para o outro lado da fronteira.

Se essa relação não se equilibrar até o fim da vigência do acordo, as empresas serão obrigadas a pagar os impostos de importação devidos do volume que extrapolar os limites.

Algumas montadoras já tiveram, inclusive, que depositar garantias para o governo argentino.

Segundo uma fonte próxima às empresas, o livre-comércio entre o Brasil e Argentina é o caminho desejável, mas, se não for factível, é melhor garantir de uma vez que não haverá mudança nas regras do jogo até 2023.

Se isso não for feito agora, o acordo segue valendo por mais um ano sem garantias de que os argentinos vão efetivamente aceitar o livre-comércio a partir de julho do ano que vem.

Apesar de representar uma fatia relevante do comércio entre Brasil e Argentina, o setor automotivo é uma das exceções do Mercosul desde que o bloco foi criado em 1991.

Nas últimas quase duas décadas, a troca de veículos e peças é regulado por um acordo, que vem sendo seguidamente renovado ao longo dos anos, postergando a promessa de livre-comércio.

 

 

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