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Marcos Albino

Eleições de 2014 no Brasil

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JoelJunior15

Não defendendo, mas vc acredita que a mudança de partido é significativa na prática do governo?

Não. Do ponto de vista diplomático, o país continua a mesma porcaria.

Mas já tou de saco cheio de ouvir falar da roubalheira escancarada do PT.

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Carne Seca

Copa e eleições reduzem expectativas do setor de TI para 2014 no Brasil

Evento esportivo e Carnaval mais tarde preocupam empresários por conta da redução de dias úteis para negócios, além da suspensão das compras de tecnologia pelos governos federal e estadual a partir de abril.



Apesar de ser considerado um ano de oportunidades para o Brasil, 2014 traz uma pouco de apreensão para algumas empresas de TI. É um ano atípico com Copa do Mundo, Carnaval mais tarde e eleições gerais. Esses eventos reduzem a quantidade de dias úteis para realização de negócios, diminuindo também as expectativas de crescimento do setor, que deve ficar abaixo dos dois dígitos, segundo Gartner e outros analistas do mercado, levando em consideração a conjuntura econômica do País, com previsões menos favoráveis.

Previsões de empresários são de que os negócios este ano vão ficar nos mesmos patamares de 2013, que também não foi de muita euforia para o segmento, comparado com o ritmo registrado entre 2010 e 2012, quando a economia brasileira estava em expansão.

Um dos maiores impactos para o setor de TI deverá ser provocado pelas eleições gerais, que este ano elegem presidente da República, novos governadores, senadores, deputados federais e estaduais. Haverá dois turnos em outubro dia 5 e 26.

Com isso as licitações de governo nessas esferas poderão ser realizadas somente até abril, segundo a lei de licitações. Em empresas de TI que têm órgãos de governo federais e estaduais como grandes clientes há só o primeiro trimestre para fazer negócios no setor.

Algumas empresas estão numa corrida contra o tempo para fazer receita no primeiro trimestre. Rogério Brecha, CEO da Capgemini Brasil, acredita que o curso dos negócios de TI vai se inverter em 2014, principalmente por conta das eleições. Segundo ele, tradicionalmente é o segundo semestre que gera mais receita para o segmento.

"Acho que o primeiro semestre será mais forte e o segundo mais lento", prevê o executivo, que conta que no último trimestre de 2013 o mercado estava a todo vapor, já prevendo o impacto de 2014.

2013 não foi um ano fácil para a indústria de TI e 2014 promete também ser difícil para o setor, avalia Marco Stefanini, presidente da Stefanini, prestadora de serviços brasileira com atuação global. Com a desaceleração da economia brasileira, ele observa que o mercado cresceu menos que o esperado.

O executivo diz ainda que a Copa do Mundo, pelo menos para sua empresa, não gerou grandes negócios. Outros analistas do setor têm opinião semelhante. Eles dizem que os maiores investimentos do Brasil para sediar o mundial de futebol tem sido realizados na parte de infraestrutura de telecomunicações, com a construção das redes 4G nas principais capitais e expansão da banda larga.

Com o cenário atípico, Stefanini acredita que em 2014 sua empresa registrará os mesmos índices de crescimento de 2013, que foram de 11% quando o previsto era 15%. Ele reforça que a Stefanini se reacomodou e se preparou para enfrentar o ano mais curto.

Clima de apreensão

Para Humberto Barbato, presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), o cenário para 2014 também não é muito otimista. Embora as projeções da entidade sinalizem que o setor deverá faturar R$ 165,1 bilhões, com aumento de 5% sobre a receita de 2013, ele afirma estar preocupado com os eventos do ano, com Carnaval em março, Copa em junho e duas eleições em outubro.

Esses eventos deverão reduzir as oportunidades de negócios, segundo Barbato, que protesta principalmente sobre o efeito das eleições, quando muitos projetos e leis param, aguardando os novos governos.

Pelas suas projeções, 2014 será um ano maléfico para indústria, que produzirá menos e terá que gerenciar as incertezas sobre a jornada de trabalho. Ele afirma que não se sabe ainda quais dias serão feriados durante a Copa, nem como as empresas vão resolver essa questão.

“Não adianta pedir para os funcionários trabalharem 15 minutos a mais por dia. A produção da indústria não funciona assim”, reclama Barbato. “O Brasil vive uma crise de imprevisibilidade e nossa expectativa para 2014 não é muito otimista”, opina o presidente da Abinee.

Calendário do Brasil em 2014

Em geral, os brasileiros têm nove feriados nacionais e sete pontos facultativos por ano. Mas em 2014 o País poderá ter mais feriados por causa da Copa do Mundo, de 12 de junho a 13 de julho, com jogos em 11 capitais e no Distrito Federal.

Na fase inicial do torneio estão garantidos três jogos da Seleção Brasileira de Futebol em dias úteis: 12/6 (quinta-feira), 17/6 (terça-feira) e 23/6 (segunda-feira). Caso seja aplicada a Lei Geral da Copa e a seleção brasileira avance até a fase final da competição, serão mais quatro jogos, e haverá mais um jogo do Brasil em dia útil, já na fase semifinal, dia 8 ou 9 de julho.


FONTE: Uol

Edited by Carne Seca

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Victor235

Seria interessantes eles priorizarem o transporte público, fazendo um "bench" de outros países, porque pra utilizar pra Copa, deveria ser pra ontem.

Mais um termo utilizado pela Biia que não sei o significado :P.

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Victor235
NOTÍCIAS
Ibope incluirá Pastor Everaldo, do PSC, nas pesquisas de intenção de voto
Fernando Rodrigues
04/02/2014 18:38

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Lula Marques/Folhapress

O Ibope incluirá o nome de Pastor Everaldo (foto), pré-candidato do PSC à Presidência da República, nas próximas pesquisas de intenção de voto.

Everaldo Dias Pereira é pastor da Assembleia de Deus em Madureira e vice-presidente nacional do PSC, legenda do deputado Marco Feliciano, que fez fama em 2013 ao criticar a união civil de pessoas do mesmo sexo.

Ele reuniu-se nesta 3ª feira (4.fev.2014) com o presidente do Ibope, Carlos Augusto Montenegro, para comunicar sua pré-candidatura e obteve a confirmação de que estará nas próximas pesquisas.

Nos últimos anos, o PSC foi um dos partidos pequenos que mais cresceu. Em 2002, elegeu 1 deputado federal e teve 500 mil votos no país inteiro. Em 2006, pulou para 9 deputados federais e 1,8 milhão de votos. Em 2010, 17 deputados e 3,1 milhões de votos. Ou seja, de 2002 a 2010, o PSC agregou 2,6 milhões de brasileiros ao seu eleitorado. Um salto de 508% na sua votação para a Câmara dos Deputados.

O PSC apresenta um discurso que pode ser descrito como conservadorismo pró-família e valores cristãos. É a única das 32 legendas brasileiras que fala de maneira direta sobre suas convicções com imbricações em ideais religiosos.

O Ibope também incluirá nas próximas pesquisas o nome de outro pré-candidato nanico, Levy Fidélix, do PRTB.

A eleição deste ano será realizada em 5 de outubro. Os candidatos só serão conhecidos em julho, quando os partidos precisam registrar as candidaturas. Até agora há 5 possíveis nomes já apresentados como pré-candidatos: Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB), Eduardo Campos (PSB), Pastor Everaldo (PSC) e Levy Fidélix (PRTB).

Também falam em disputar a Presidência da República, entre outros, os seguintes políticos: Randolfe Rodrigues (PSOL), Ronaldo Caiado (DEM) e José Maria (PSTU).
BLOG DO FERNANDO RODRIGUES/UOL Edited by Victor235

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Biia*~*

Presidencia 2014 mais diversificada que nunca... e mano, não curti Alexandre Padilha do governo de SP. O cara apesar de trabalhar...parece que não tem personalidade D=

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Victor235

Ué, porque? Tenho propensão a votar nele (claro, antes irei analisar os demais candidatos e tudo mais).

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Seu Furtado

PT? Eca..

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Will CH

Acho perigosa essa mistura de política e religião chegando a patamares altos da conjuntura nacional. Penso em votar em Randolfe Rodrigues-PSOL para a presidência, mas com a possibilidade da não-realização de uma frente de esquerda, devo analisar os outros programas.

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Victor235

Também irei analisar muita coisa. Eu disse apenas "propensão". Entre o petista e Alckmin, meu voto seria no Padilha.

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NOTÍCIAS
Eleger Eduardo Campos é mais fácil que Marina, diz homem forte da Rede
Fernando Rodrigues
05/02/2014 06:00

JOAO_PAULO_CAPOBIANCO_FOLHAPRESS_SERGIO_
Sérgio Lima/Folhapress - 21.set.2003

Coordenador da campanha marineira em 2010 elogia experiência de Campos
Ele aposta em crescimento das doações individuais a políticos neste ano

João Paulo Capobianco (foto), coordenador da campanha de Marina Silva à Presidência em 2010, afirma que o projeto da ex-senadora acriana tem “muito mais chance” de sair vitorioso neste ano ao lado de Eduardo Campos (PSB), pois o pernambucano tem “experiência executiva” como governador de seu Estado.

Marina fez carreira política no Legislativo –transitou 21 anos entre Câmara de Vereadores de Rio Branco, Assembleia Legislativa do Acre e Senado Federal– e comandou por 6 anos o Ministério do Meio Ambiente no governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Na 3ª feira (4.fev.2014), durante o lançamento das diretrizes de governo da sua aliança, Marina foi assertiva ao dizer que o candidato a presidente é Campos —talvez da maneira mais explícita até agora.

Capobianco cita outro trunfo para o otimismo: a existência de 2 partidos bem estruturados na coligação, o PSB e o PPS. Segundo ele, em 2010 o PV, que lançou Marina, estava “muito desorganizado” e prejudicou a logística da campanha.

Atual presidente do Instituto Democracia e Sustentabilidade e membro da coordenação nacional do Rede Sustentabilidade, Capobianco foi secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente na gestão Marina e deixou a Esplanada junto com a acriana, em 2008.

Ele aposta que o volume de doações de pessoas físicas fará a diferença neste ano. No último pleito presidencial, Marina montou um site para receber doações de R$ 5 a R$ 100, via cartão de crédito, mas o sistema não vingou: apenas 3.095 pessoas contribuíram, no valor total de R$ 170 mil. O montante equivale a 0,7% do arrecadado por Marina, de R$ 24,1 milhões.

“A sociedade não estava acostumada [em 2010]. Mudou muito em 4 anos. Apostamos que a sociedade estará aberta a isso”, diz Capobianco, citando que 4 dos 11 ministros do Supremo Tribunal Federal já votaram por proibir doações de pessoas jurídicas às campanhas. “O Brasil está na direção de proibir doações de empresas para campanhas políticas. Se isso de fato ocorrer, não vai existir outro caminho”, afirma.

Indagado sobre a gestão da atual ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, Capobianco afirma que a pasta está “subserviente” às vontades do Palácio do Planalto e que o governo perdeu o contraponto ambientalista em suas decisões. “Qualquer agenda de retrocesso não encontra mais enfrentamento interno”, diz.

A seguir, trechos da entrevista concedida ao Blog:

UOL – O sr. trabalhou com Marina Silva na campanha à Presidência em 2010. Agora vai ajudá-la a enfrentar as eleições em 2014. O que muda?
João Paulo Capobianco – Em 2010 foi nossa primeira campanha. O PV era muito desorganizado e tivemos dificuldade para operar. Mas tivemos uma enorme receptividade às nossas teses e propostas. Fizemos uma campanha baseada em propostas, tínhamos um programa e o divulgamos seriamente. Todo mundo dizia que isso não faria diferença, mas a nossa avaliação é que fez.

Agora nós começamos com um patamar de apoio maior, temos uma estrutura mais organizada. São 3 partidos, que têm uma estrutura melhor e estão muito mobilizados. Temos o mesmo processo que em 2010 foi muito vitorioso, que é a elaboração do programa. E temos um candidato com experiência executiva, como governador, coisa que nós não tínhamos em 2010. Temos muito mais possibilidades [de vencer] agora, mesmo porque o país também está numa conjuntura muito pior, mais adversa.

O sr. se refere à economia?
Não, mais do que isso. Um país que está sem rumo, sem projeto, onde a política está se degradando a cada dia que passa. Tudo vira acordo político, tudo vira troca partidária. Você tem uma degradação da política e uma expectativa de mudança. As pesquisas mostraram isso. Por mais que tenhamos a presidente Dilma à frente, há um desejo de mudança na maioria da população brasileira. É necessário canalizar esse debate de forma positiva. Estamos com muito mais possibilidades que em 2010, sem dúvida nenhuma.

A arrecadação para a campanha será mais fácil ou difícil que em 2010?
Teremos maior possibilidade de fazer agora o que planejamos em 2010, que é a perspectiva de muitos doando pouco. Ao contrário do que é feito hoje, com poucos doando muito. Teremos melhores condições para isso. Somos inovadores na experiência de coleta e captação pela internet.

Em 2010 as doações pela internet para a Marina não tiveram impacto significativo…
Não, mas teve um grande impacto do ponto de vista da mobilização, de permitir um outro “approach” na campanha, foi importante politicamente. E isso se traduziu em votos, pois significou uma nova forma de relacionamento entre política, campanha e doação. Do ponto de vista econômico, o resultado realmente não foi grande. Mas, repito: nós fomos os primeiros a fazer, foi uma novidade, a sociedade não estava acostumada. Mudou muito em 4 anos. Com essa revolução digital, as coisas mudaram muito no Brasil. Agora essa plataforma tende a ser mais bem sucedida.

Em termos percentuais, qual a meta de arrecadação de pessoas físicas na campanha deste ano?
Não me arrisco a dizer quanto será, mas nossa meta é de que esse seja um dos principais mecanismos de captação. Estamos apostando que a sociedade estará aberta a isso e que a nossa proposta encontrará eco na vontade das pessoas. A doação de pessoas físicas será muito importante. O Brasil está na direção de proibir as doações de empresas para campanhas políticas. Se isso de fato ocorrer, não vai existir outro caminho.

A Rede está ao lado de outros 2 partidos antigos, o PSB e o PPS, o que tem provocado alguns conflitos nos arranjos estaduais. Dois exemplos: possível coligação com o PSDB em São Paulo e apoio da família Bornhausen em Santa Catarina. Isso constrange o projeto de Marina?
Não acho que constrange. O que precisamos é compromisso com as diretrizes lançadas hoje [4.fev.2014]. Esse compromisso fica mais evidente com candidaturas próprias, mas você pode ter candidaturas em uma coligação comprometida com o programa. É um processo político, considerando que o PSB e PPS já tinham uma história de negociações e de arranjos. Se você perguntar para mim, militante da Rede, o que eu gostaria? Eu gostaria que nós tivéssemos candidaturas próprias, comprometidas com o que está escrito aqui, comprometidas com uma nova forma de fazer política, em todos os Estados brasileiros e no Distrito Federal. Agora, do ponto de vista da viabilidade política, o que importa é o compromisso com o programa.

O sr. trabalhou no governo Lula, no Ministério do Meio Ambiente então comandado por Marina. Qual a sua avaliação da política ambiental do governo Dilma Rousseff?
Não existe política ambiental hoje. No governo Lula, e mesmo no governo Fernando Henrique [Cardoso], nós vínhamos em um crescendo. O governo Lula foi um governo onde houve uma afirmação forte da política ambiental. Realizamos uma série de iniciativas na agenda sócio-ambiental e permanecemos no governo até que as forças contrárias começaram a adquirir mais força que a nossa força de renovação. Desde o final do governo Lula essa agenda foi perdendo densidade e agora não existe agenda nenhuma.

O que Dilma deveria estar fazendo na área do meio ambiente, mas não está?
Poderia estar fazendo tudo. Avançando na legislação de gestão do patrimônio genético. Na implantação do código florestal, que já foi uma enorme derrota neste governo. Tivemos enormes retrocessos e, mesmo assim, temos um código que não se implementa, pois a regulamentação está parada na Casa Civil desde meados do ano passado. Não temos uma ação afirmativa em relação às unidades de conservação. Não temos uma gestão eficiente sequer de uma vitória já conseguida, que foi o controle de desmatamento da Amazônia, estamos assistindo à volta do desmatamento. É uma catástrofe.

O governo Lula deixava a disputa entre ambientalistas e ruralistas ocorrer dentro do próprio governo. No governo Dilma essa queda de braço pendeu mais para os ruralistas?
No governo Dilma não existe área ambiental, vista como um aparato de governo conectado com as lideranças da sociedade, com as inovações, com as demandas da agenda ambiental. Existe um ministério subserviente, que cumpre as ordens e os desejos do Planalto de [pedidos de] licenciamento. O problema é que não existe contraponto no governo. Nós sempre tivemos, não só no governo Lula, mas em todos os governos, contraponto, debate interno. A área ambiental debatendo com outras áreas, ganhando algumas disputas, perdendo outras. Desta vez não há contraponto nenhum. Qualquer agenda de retrocesso apresentado pelo próprio governo, como a redução de unidades de conservação por medida provisória, que é uma aberração, não encontra mais enfrentamento interno. O ministério [do Meio Ambiente] não existe enquanto ator político.

(Bruno Lupion)

BLOG DO FERNANDO RODRIGUES/UOL

Edited by Victor235

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Seu Furtado

E eu, se votasse, votaria nulo.

Ou no Eymael. :P

Edited by Seu Furtado

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Victor235

No caso, estamos falando das eleições para o governo de São Paulo, não presidência do Brasil.

Pro governo de SP você votaria no Kassab?

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Will CH

No caso, estamos falando das eleições para o governo de São Paulo, não presidência do Brasil.

Pro governo de SP você votaria no Kassab?

A candidatura dele está praticamente certa, né? Eu jamais votaria nele, mas num segundo turno entre Tucanos e Petistas como é de praxe costumo optar pelo PT como um "voto útil", no caso o Padilha.

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Victor235

Sim, a candidatura está praticamente certa. Ele já está até percorrendo o estado de São Paulo.

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Victor235
NOTÍCIAS
Em Pernambuco não existe nova política, diz senador Randolfe Rodrigues
Publicado em 08/02/2014 às 18:18 por Marcela Balbino em Notícias

randolfe.jpg
Foto: Moreira Mariz/Agência Senado

Quase três meses após ter lançado oficialmente a pré-candidatura para Presidência da República, o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) retornou neste sábado (8) a Garanhuns, terra em que nasceu há 41 anos, para receber a medalha Luiz Souto Dourado, mais alta honraria concedida pela Câmara Municipal. Em conversa com o Blog, ele falou das propostas do partido para o País, da formação de alianças e da pré-candidatura do conterrâneo Eduardo Campos (PSB) ao Palácio do Planalto.

Com o discurso de que será um candidato legitimamente de esquerda, Randolfe fez críticas a Eduardo Campos e afirmou que os acordos firmados pelo governador são o “retrato da velha política”.

“A única candidatura com condições de dizer que os que estão postos não vão permanecer no governo é a minha. Em Pernambuco não existe nova política”, afirmou o senador. “Se ele faz nova política, então eu sou Papai Noel”, ironizou o pré-candidato.

Segundo o senador, o objetivo do PSOL é oferecer ao povo brasileiro a oportunidade de ver Renan Calheiros (PMDB-AL) e José Sarney (PMDB-AP) ocupando o lugar da oposição. “Todos os três candidatos [Aécio, Dilma e Eduardo] contam com o apoio destes senhores, representantes do que existe de mais velho na política. Comigo, eles estarão fora.”

SEMINÁRIOS - Semelhante à proposta traçada pelo PSB/Rede, o PSOL também fará seminários regionais para disseminar as propostas pelas cinco regiões do País. A expectativa, segundo Randolfe, é que os encontros tenham início em maio. Por enquanto, Recife e Fortaleza são as únicas capitais no Nordeste com passagem garantida.

ALIANÇAS - Sobre as coligações para a disputa eleitoral em outubro, o senador acredita que a maior vitória será unificar a esquerda no País, a partir da aproximação do PSOL com o PSTU e o PCB. “É inaceitável o Brasil não ter uma esquerda constituída”, destacou.

Segundo Randolfe, o partido já iniciou os diálogos com o PSTU. Esta semana, haverá uma reunião entre PSTU e PSOL, em Brasília, articulada pelo presidente nacional da sigla, Luiz Araújo.

http://blogs.ne10.uol.com.br/jamildo/2014/02/08/em-pernambuco-nao-existe-nova-politica-diz-senador-randolfe-rodrigues/
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Marcos Albino

Interessante, gostei do que ele falou...

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