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Marcos Albino

Educação

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SâmaraCH

Esses professores de escolas públicas realmente sofrem bastante. Muitos alunos não respeitam, pensam que estão fazendo favor para os professores e para a escola por estarem lá. Sendo que são eles mesmos que mais precisam.

Fora o salário e seus atrasos que não ajuda muito.

Nao é à toa que estão direito de greve.

Se a situação não melhorar, vamos ter menos professores com o passar do tempo, infelizmente.

Não é à toa que estão direto em greve.

Corrigindo. :like:

NOTÍCIAS

Deputado tenta aprovar kit bíblico para escolas públicas e privadas de São Paulo

Projeto de autoria de Rodrigo Moraes (PSC) quer distribuir conteúdo religioso para crianças de 6 a 12 anos do Estado

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Um projeto de lei que prevê a entrega de um kit bíblico para escolas da rede estadual paulista tramita na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O PL 679/2013, de autoria do deputado Rodrigo Moraes (PSC), evangélico e missionário da Igreja Mundial do Poder de Deus, teve parecer favorável do relator, deputado Adilson Rossi (PSB), pastor da Assembleia de Deus, na última reunião da Comissão de Educação e Cultura realizada no dia 17 de novembro.

A proposta é que um material com histórias da Bíblia seja divulgado em livros, vídeos e palestras. Ele seria repassado para alunos de 6 a 12 anos que frequentam o ensino fundamental das redes pública e privada. O texto do projeto permite que as unidades de ensino façam parcerias com entidades religiosas para desenvolver o conteúdo e prevê que se “respeite e observe as diversas religiões existentes no país”. O autor busca parcerias privadas e com entidades religiosas para que ele tenha “o mínimo de custo possível” ao Estado.

Segundo o deputado Rodrigo Moraes, “a Bíblia é laica e o projeto não tem a ver com a questão do estado laico”. “Queremos levar esse conhecimento para a juventude e que ela cumpra o mandamento bíblico”. O parlamentar afirma que as aulas teriam caráter extracurricular e não seriam obrigatórias.

No texto de justificativa do projeto, o deputado argumentou: “Sabemos que a palavra do SENHOR é viva, eficaz e tem grande poder para mudar a história destas famílias, independente de religião ou de preconceitos criados pela sociedade. O contato com a palavra de Deus proporcionará aos alunos um desenvolvimento intelectual, social e cultural mais produtivo, tornando-os mais solidários e altruístas.”

O deputado Gilmaci Santos (PRB) pediu vista ao projeto e disse que votará contra a aprovação. “Quem quer ensinar a Bíblia para o filho tem de fazer isso dentro de casa, não na escola. Embora eu seja de origem evangélica, acho que não cabe a discussão. Defendo a laicidade do Estado”, afirma.

O deputado João Paulo Rillo (PT) também pediu vista ao projeto. Com o voto favorável do relator Adilson Rossi, o texto deve seguir para o plenário da Assembleia Legislativa (Alesp) e para votação nas Comissões de Educação e Cultura, presidida pela deputada Rita Passos (PSD), e na de Constituição, Justiça e Redação, presidida pela deputada Célia Leão (PSDB). Se aprovado, será colocado em prática no ano letivo seguinte ao da publicação.

'Inconstitucional'

A doutora em Educação pela Universidade de São Paulo (USP), Roseli Fishmann, afirma que o projeto de lei é inconstitucional e não pode ser aprovado. "O impacto de qualquer ensino religioso imposto pelo Estado em qualquer nível de ensino é devastador, no sentido da violação do direito à liberdade de consciência, de crença e de culto. A Constituição Federal estabelece que não cabe ao Estado privilegiar este ou aquele grupo religioso", diz.

A especialista relata que o PL confunde os níveis de ensino, extrapola a questão do ensino religioso em escolas públicas e privadas e fere o caráter laico do Estado. "Não cabe a um projeto de lei propor sobre um tema tão delicado relativo às liberdades fundamentais. Em se tratando de educação infantil, o dano pode ser ainda maior. É inaceitável", argumenta.

Último Segundo

Edited by SâmaraCH

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zerovercetti

País que tem José Genoíno nos livros escolares como "Rei do Brasil" não merece ter escola nenhuma. Tem que fechar todas

Mais em: http://www.forumch.com.br/topic/24155-a-degradacao-da-educacao-brasileira/


Resumo da greve dos profesores: 200 dias letivos no ano. 100 dias de greve, 20 dias de feriado, 7 dias de semana acadêmica e os outros 60 e poucos dias eles passam ensinando que o socialismo não é genocida e que é tão bonito quanto nos livros de história.

Resultado: Brasil ultimos resultados nos testes internacionais (PISA) desde 2002.

Edited by zerovercetti

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chavesmaniaco1002

200 + 100 + 20 + 7 + 60 = 387

Estranho, afinal 1 ano é de 365 dias.... :ponder::assobiando:

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zerovercetti

LETIVOS

dos 200 = 100 ficam de greve

sobram 100 dos quais 20 dias feriado + semana acadfemia = 27

= 73

Dos que sobram (pouco mais de 60) são doutrinação marxista

Então meu comentário ainda está correto, o seu é que não leva em conta o que eu disse e tenta, erradamente, me corrigir

Edited by zerovercetti

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chavesmaniaco1002

Na verdade você que não soube se expressar. :muttley:

Enfim, voltando ao tópico, SP desistiu da reorganização escolar, uma vitória para os estudantes.

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SâmaraCH

Enfim, voltando ao tópico, SP desistiu da reorganização escolar, uma vitória para os estudantes.

Foi rápida essa decisão.

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chavesmaniaco1002

Moderação, como o mesmo posta em 2 tópicos o exato teor de notícias não seria certo juntá-los? :headscratch:

Muito ilógico isso, Spock desaprova. :non:

Algo deve ser feito para resolver a situação, abandono de qualquer lugar gera isso, lembro que em um clube de futebol no Rio está acontecendo a mesma coisa, ponto de drogas e afins, triste o abandono.

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zerovercetti

É que estão ameaçando fechar meu tópico :( não queria que isso acontecesse.

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Victor235

Complicou...

NOTÍCIAS
MEC apoiará cobrança de mensalidades se universidades públicas quiserem

Fernando Rodrigues 17/05/2016 08:43

Vagas não gratuitas seriam para extensão e pós-graduação

Mendonça Filho defendeu, na Câmara, projeto sobre o tema

Desafio da pasta, no entanto, será investir no ensino básico

mendonca-filho-rafael-carvalho-1024x679.

Após “universalização'' do acesso às faculdades, ministro quer melhorar qualidade do ensino básico

O novo ministro da Educação, Mendonça Filho, afirma que apoiará a cobrança de mensalidades em cursos de extensão e pós-graduação profissional nas universidades públicas caso as instituições assim desejem. Em 2015, ainda como deputado federal, Mendonça posicionou-se a favor de 1 projeto sobre o tema.

A medida, sustenta o ministro, daria fôlego aos caixas das universidades, afetados nos últimos anos em decorrência da queda na arrecadação de impostos. A USP (Universidade de São Paulo), por exemplo, registra déficit desde 2013 e projeta um rombo de R$ 543 milhões para este ano.

As informações são do repórter do UOL Guilherme Moraes.

Atualmente, algumas universidades públicas já cobram por cursos de pós-graduação. Mas há uma PEC (proposta de emenda à Constituição) no Congresso que pretende regulamentar a questão. A ideia é permitir oficialmente o oferecimento de vagas não gratuitas para cursos de extensão, pós-graduação lato sensu e mestrado profissional.

Em outubro do ano passado, o ex-deputado foi um dos 318 a aprovarem o texto, em 1º turno. O projeto ainda tramita na Câmara e precisa ser votado em 2º turno antes de ser encaminhado ao Senado.

“Embora não seja prioritária no momento, esta é uma discussão que deve ser feita com os reitores e representantes das universidades'', afirma o novo ministro da Educação. “Na época da votação da PEC, esta era uma demanda muito forte do setor''.

Mas Mendonça Filho diz que sua gestão terá como principal foco a educação básica. Se isso de fato ocorrer, haverá uma espécie de rompimento com uma agenda voltada ao ensino superior que vigorou durante os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

“Mas isso não significa que haverá descontinuidade de programas voltados à educação superior'', diz. “Nos últimos anos, o Brasil conseguiu universalizar o acesso às universidades. O desafio agora é investir em qualidade no ensino básico.''

Ainda não há, no entanto, nenhuma proposta estruturada. O ministro pretende completar, ainda nesta semana, o núcleo de sua equipe, que até agora conta com a secretária-executiva, Maria Helena Guimarães de Castro, e a presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), Maria Inês Fini.

FERNANDO RODRIGUES / UOL

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