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Victor235

ROUPAS E CALÇADOS

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Victor235

Que que são essas roupas?

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Victor235

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Na capa de Zé Carioca # 1917, lançado em outubro de 1991, bem como na história de abertura "Ganhar brinquedo não é brinquedo" (veja mais no tópico de gibis), vemos Zé Carioca disfarçado de criança. No disfarce, o papagaio vestiu uma camiseta do Mickey. Hoje em dia, camisetas do Mickey são totalmente universais, sendo muito frequentemente utilizadas por adultos. Uma curiosidade: a dupla Rick & Ricardo gravou em 2017 uma música chamada "Camisa do Mickey":

 

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Victor235

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(via Almanaque do Peninha (2s) # 07, de dezembro de 1991)

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Victor235

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(via Tio Patinhas # 63, de outubro de 1970)

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E.R

Roupas

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E.R
NOTÍCIAS

LAURO JARDIM - O GLOBO

O Grupo Soma (dono de marcas como Animale e Farm) quer comprar a Richards, que hoje pertence à Inbrands.
 

 

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E.R
NOTÍCIAS

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/09/demanda-surpreende-e-deve-deixar-as-roupas-mais-caras-no-pais.shtml

O consumidor poderá se deparar em breve com outro item mais caro no comércio : as roupas.

O preço do algodão subiu no campo, encareceu para a indústria e começa a atingir os produtos têxteis.

As negociações de tecidos para a temporada do outono/inverno de 2021, que começam a ser realizadas agora, já estão sendo feitas em patamares de preços até 40% maiores do que há um ano.

O setor, que praticamente paralisou as atividades no início da pandemia, foi pego de surpresa com a volta dos consumidores às compras.

Em julho, por exemplo, segundo o IBGE, as vendas de tecidos, vestuário e calçados subiram 25,2% na comparação com o mês anterior.  Em 12 meses, porém, o setor ainda registra queda de 19,7%.

Parte da demanda foi impulsionada pelo auxílio emergencial de R$ 600 pago aos mais pobres, que agora será reduzido para R$ 300.

Isso não quer dizer, porém, que as compras de roupas voltarão a cair : a Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil) considera haver uma demanda reprimida entre consumidores de maior poder aquisitivo.

Eles gastaram menos nos primeiros meses da crise, fizeram poupança e devem retomar as compras em breve, especialmente com os trabalhadores voltando do home office (quase 10 milhões de brasileiros deixaram o isolamento rigoroso desde julho, segundo o IBGE) e quando as aulas forem retomadas.

O resultado é que os empresários precisaram ir atrás da matéria-prima num momento de algodão caro, poucos insumos disponíveis no mercado e menos oficinas funcionando, já que parte delas não aguentou o pico da crise e fechou as portas.

Essa combinação de fatores é atípica para o setor. Apesar da safra recorde, a arroba do algodão pluma subiu 35% em 12 meses até agosto.

Com o dólar a mais de R$ 5, as exportações são mais vantajosas e há menos produto para o mercado interno, reduzindo a quantidade de algodão disponível para a fiação.

A fibra responde por 50% a 60% do custo da fiação.

Fernando Pimentel, presidente da Abit, diz que há ainda defasagem entre a colheita — que praticamente terminou — e o beneficiamento da fibra, que pode causar o que ele considera um “estresse temporário de abastecimento”.

Nas últimas três semanas, o movimento da cadeia produtiva se intensificou. No caso das pequenas confecções, que trabalham sem estoque, o repasse da alta dos preços pode ser praticamente imediato.

Mas marcas grandes não estão imunes. Tito Bessa Jr, da TNG, diz que ter encontrado aumentos de 20% nos preços do tecido, patamar que ele considera inviável.

Na semana passada, Amanda Santos da Silva, gerente-executiva da Ideia Crua, confecção de pequeno porte na zona leste da capital, percorreu dez lojas e fábricas de malhas de algodão no Brás, importante polo têxtil de São Paulo. Somente três tinham o produto a pronta-entrega.

Os preços do quilo da malha vêm subindo a cada visita. Dos R$ 27 pagos há um mês, o tecido estava oscilando entre R$ 43 e R$ 48 na última semana.

Com o aumento na matéria-prima, foi necessário reajustar o preço das camisetas, diz Amanda. A marca anunciou a alta de R$ 3,50 em uma rede social. “Temos uma política de comunicação baseada na transparência. Se o algodão voltar cair, vamos voltar para o preço antigo”, diz.

 

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E.R
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O ESTADO DE S.PAULO

Depois de 23 anos com a Alpargatas, dona da Havaianas, a Mizuno está de “casa” nova no Brasil : a Vulcabrás/Azaleia, que está ampliando sua presença no segmento esportivo.

Ao assumir a marca famosa pelos tênis de corrida, o grupo gaúcho Vulcabrás reforça seu portfólio na área, que já inclui a Olympikus e a Under Armour.

A Mizuno faturou R$ 444 milhões em 2019 no Brasil, segundo informou a Vulcabrás.

A Alpargatas afirmou, em nota, que a venda do negócio foi celebrada por cerca de R$ 200 milhões e que não inclui fábricas (a Vulcabrás passará a produzir a Mizuno em suas próprias unidades).

A Alpargatas informou ainda que suas unidades hoje dedicadas à Mizuno serão remodeladas para produzir Havaianas.

A Alpargatas era dona de outras marcas esportivas, como Rainha e Topper, mas essas foram repassadas ao grupo do empresário Carlos Wizard Martins.

O negócio está sujeito a aprovações de órgãos reguladores, entre eles o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

“A Vulcabrás Azaleia tem como diferenciais a flexibilidade na produção, a rapidez na reposição e a agilidade na distribuição. A rapidez de reposição da nossa empresa faz com que nossos clientes consigam se abastecer de maneira mais segura, sem ter de assumir compromissos com muita antecedência e, dessa maneira, possam planejar seu negócio de forma mais assertiva”, disse Pedro Bartelle, presidente da Vulcabrás/azaleia, em comunicado.

Para banco o BTG Pactual, a aquisição da Mizuno no Brasil é mais um passo na estratégia da Vulcabrás de entrar em novas categorias no segmento esportivo. O analista Luiz Guanais lembrou que a Mizuno tem um valor médio de produto mais alto que a Under Armour, com margens maiores. “Apesar de um segundo trimestre difícil devido à pandemia e de uma recuperação ainda gradual nos próximos meses, mantemos uma visão positiva (sobre a Vulcabrás) devido às oportunidades dos acordos recentes da Under Armour e Mizuno”, disse o analista.

 

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E.R
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https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2020/10/depois-da-ca-renner-vai-instalar-maquina-de-vendas-de-camisetas-nos-metros.shtml

A Renner vai instalar máquinas de vendas em estações de metrô, aeroportos e outros pontos com produtos como camisetas e acessórios.

A primeira delas vai ficar na estação São Bento do Metrô de São Paulo.

A ação da varejista começa poucas semanas após a C&A anunciar que também investiria neste canal de vendas.

 

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E.R
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https://exame.com/negocios/depois-de-comprar-a-reserva-arezzo-mantem-apetite-para-aquisicoes/

Após anunciar hoje a compra da grive carioca Reserva, num negócio de 715 milhões de reais, quais os próximos passos da Arezzo & Co ?

A ação da companhia subiu mais de 16% no dia, num sinal de otimismo dos investidores.

A compra da marca de estilo de vida carioca Reserva abre um novo mercado para a Arezzo — e a companhia tem apetite para crescer ainda mais.

Além de calçados e bolsas, a Arezzo & Co passará a comercializar itens de moda masculina, feminina e infantil, incluindo roupas e acessórios, aumentando o tamanho do mercado potencial. 

A transação, que contempla as seis marcas do grupo — a própria Reserva, Reserva Mini, Oficina Reserva, Reserva Go, Eva e Ink, depois de concluída, ampliará o portfólio da Arezzo & Co para 13 marcas, ampliando a intenção da companhia de ser uma house of brands, ou “conjunto de marcas”.

Até então, a Arezzo atuava com sete marcas  Schutz, Anacapri, Alexandre Birman, Fiever, Vans e Alme.

A expansão não para por aí. Depois de incorporar a operação brasileira da Vans, em janeiro, e a da Reserva, a Arezzo acredita que há espaço para mais. “A ideia da house of brands não é apenas trazer novas marcas, mas também soluções e tecnologias novas”, diz Alexandre Birman, presidente da Arezzo.

“Em termos de consolidação, vemos o que deu certo para a Arezzo. Não é só trazer marcas, mas criar uma plataforma que fere eficiência para as marcas”, afirma Rony Meisler, presidente e cofundador da Reserva. 

 

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E.R
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https://blogs.oglobo.globo.com/lauro-jardim/post/o-otimismo-da-industria-textil.html

A indústria têxtil brasileira está trabalhando com 75% de capacidade de produção ocupada.

Em abril, esse percentual era de magros 15%.

Pela estimativa do setor, o Natal que vem aí será igual ao de 2019 — um alívio, portanto.

 

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E.R
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https://veja.abril.com.br/blog/radar/cade-aprova-compra-da-nike-do-brasil-pelo-grupo-sbf/

O Cade aprovou a aquisição da Nike do Brasil pelo Grupo SBF, controlador da Centauro.

O negócio de 900 milhões de reais foi anunciado em fevereiro de 2020.

A operação envolve a compra de todos os contratos ativos da Nike Brasil.

O Grupo SBF passa agora a operar não apenas a distribuição exclusiva da marca no país, mas também se torna responsável pela operação das lojas físicas e online da Nike.

 

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E.R
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https://valor.globo.com/empresas/noticia/2020/11/04/lucro-da-alpargatas-atribuido-aos-controladores-recua-919percent-no-3o-trimestre.ghtml

A Alpargatas, dona das marcas Havaianas, Osklen e Dupé, encerrou o terceiro trimestre com um lucro atribuído aos sócios controladores de R$ 5,4 milhões, queda de 91,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

Excluindo gastos não recorrentes, o lucro chegou a R$ 122,4 milhões.

A Alpargatas apresentou o melhor desempenho de vendas de Havaianas para um terceiro trimestre neste ano, disse o presidente da companhia, Roberto Funari.

A receita líquida da companhia foi impulsionada por Havaianas, que cresceu 24% no trimestre, em comparação com o mesmo intervalo de 2019.

Em volume, as vendas de Havaianas cresceram 13% e o preço médio aumentou 5%, com melhora no mix de produtos vendidos e melhora na gestão de receita.

 

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E.R
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https://linhadechegada.blogfolha.uol.com.br/2020/11/05/disputa-por-tenis-de-corrida-mais-rapido-se-acirra-entre-nike-e-adidas/

A corrida nas grandes maratonas do mundo e na preparação para a Olimpíada de Tóquio, em 2021, não se limita apenas ao asfalto.

As principais marcas de tênis do mercado – Nike e Adidas,– têm batalhado cada vez mais para fornecer aos seus atletas tecnologia de ponta, que garanta performance melhores.

Essa disputa já ocorre há anos, mas ganhou novos holofotes quando os patrocinados da Nike passaram a ter recordes em corridas com protótipos da linha Vaporfly e sua sucessora, a Alphafly.

Tanto os calçados da Nike quanto os da Adidas trazem em sua tecnologia a placa de carbono, que ajuda na propulsão do atleta. Segundo o ortopedista Thiago Bittencourt, especialista em pés e tornozelos, a placa auxilia no ciclo da pisada e funciona como uma mola.

“Toda vez que se pisa no chão, o pé alterna entre dois modos, flexibilidade e rigidez. O primeiro é para absorver o impacto quando o corpo está no ar e o pé está caindo no chão”, explica.

“Logo depois, quando o corpo já jogou todo o peso no chão e esse peso já está para frente, o pé muda completamente a postura e fica rígido para transformar a força da musculatura em impulso, jogar a energia do músculo para o chão para se impulsionar para frente.”

É exatamente uma melhor performance desse ciclo que os novos tênis buscam, tendo na placa de carbono sua grande protagonista. “O que as empresas querem é espremer o resto de impulso que esse movimento do final que o desprendimento do hálux dá, a última parte da pisada no chão”, afirma o médico.

O Alphafly traz uma placa de carbono única ao longo de toda a entressola, proporcionando “uma sensação de dinamismo a cada passada”, afirma a Nike.

A empresa explica ainda ter ajustado a largura da placa de acordo com a ponta de cada calçado, para “torná-la mais macia para tamanhos menores e mais espessa para tamanhos maiores”.

Além disso, os calçados possuem duas cápsulas de ar na ponta do pé, para fornecer mais retorno de energia, e a espuma ZoomX, que oferece um amortecimento mais robusto que seus antecessores.

O Adios Pro tem uma placa de carbono multidirecional, com cinco hastes no formato dos ossos dos pés, chamadas de EnergyRods, que proporcionam rigidez e limitam a perda de energia. Essas hastes são combinadas com uma placa de calcanhar de fibra de náilon e fibra de carbono, para alcançar “estabilidade da articulação do tornozelo e corrigir o comportamento de torção do pé”, segundo a Adidas.

Também traz tecnologia nova na entressola, batizada de LightstrikePRO, que “tem o material mais leve e ágil já lançado pela marca, para fornecer amortecimento máximo e mais armazenamento de energia”, afirma a empresa.

No solado, o calçado tem “uma borracha leve que fornece tração amortecida quando necessário, sem comprometer o peso do tênis”.

Um levantamento feito pelo jornal americano The New York Times no fim do ano passado confirmou o desempenho superior dos tênis da Nike. O estudo, feito com dois modelos da linha Vaporfly (4% e Next%), teve como base quatro metodologias.

Como os calçados se tornaram populares entre corredores americanos, milhares de dados foram compilados desde 2014, muito antes de os modelos serem lançados oficialmente no mercado.

Eles mostraram que quem usou o calçado correu de 4% a 5% mais rápido do que aqueles que usaram um par considerado mediano e de 2% a 3% mais rápido do que quem usou o que seria o segundo melhor tênis em velocidade disponível.

Não houve diferença significativa entre o 4% e o Next% quando seus efeitos foram medidos separadamente.

Segundo o New York Times, a diferença é vista independentemente de serem atletas profissionais, corredores rápidos ou lentos, frequentes ou ocasionais. O que se observa é que muito mais gente passou a usar esses tênis – especialmente aqueles que correm mais rápido.

 

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