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VÔLEI

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Brasil ignora provocações, derruba a Rússia e é o único invicto no Mundial

http://globoesporte.globo.com/volei/noticia/2014/09/brasil-ignora-provocacoes-derruba-russia-e-e-o-unico-invicto-no-mundial.html

Confira jogos e resultados da terceira fase do Mundial masculino de vôlei

http://globoesporte.globo.com/volei/noticia/2014/09/confira-jogos-e-resultados-da-terceira-fase-do-mundial-masculino-de-volei.html

Torneio muito desorganizado, nem as seleções sabem o que irá acontecer, e quem se dá mal são os jogadores, por exemplo, no time do brasil Murilo teve um estiramento, Sidão sentindo o joelho, e Wallace torcendo o tornozelo, lamentável essa organização..

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Impecável, Brasil derrota a Rússia em jogo de vida ou morte e vai à semifinal:

Um dia depois de sofrer sua primeira derrota no Mundial da Polônia, seleção conta com volta de Murilo e mostra que está bem viva na briga pelo tetracampeonato

Os olhares mostravam a frieza que a situação pedia. Pela primeira vez no Mundial da Polônia, o Brasil se via sob grande pressão. Um dia depois da amarga derrota para a Polônia no tie-break, entrou em quadra sem outra alternativa: era ganhar ou dar adeus ao sonho de conquistar o quarto título seguido. Murilo esqueceu o estiramento na coxa direita, foi para o sacrifício e devolveu a segurança na linha de passe. Wallace não se lembrava do tornozelo machucado e dava trabalho. A Rússia sentia e, pela segunda vez, caía diante da seleção. Nesta quarta-feira, na Atlas Arena, os tricampeões do mundo mostraram que força e venceram a partida pelo placar que precisava: 3 sets a 0, parciais de 25/22, 25/20 e 25/21. Com o resultado, a equipe assegurou um lugar nas semifinais da competição e aguarda agora o confronto entre poloneses e russos para saber se passará como primeiro ou segundo do Grupo H. Na outra chave estão França, Irã e Alemanha. A próxima fase será disputada no sábado, em Katowice.

- Nós encaramos como um jogo de quartas de final e estamos na semifinal: objetivo já carimbado. Não tinha volta, então não tinha motivo para eu ficar fora. Nós demonstramos mais uma vez a força do grupo, a força do nosso time e da nossa camisa. Nós estamos defendendo não só a nossa história, mas a honra de todo o nosso país - afirmou Murilo, em entrevista ao SporTV logo após a partida.

Com o ponteiro sólido no passe, Bruninho recebeu a bola na mão e conseguiu distribuir bem as jogadas. Mesmo com jogadores muito altos, a Russia só conseguiu fazer quatro pontos de bloqueio durante toda a partida. Lucarelli foi o maior pontuador, com 15 acertos. Logo atrás veio Wallace, com 14. Pelo lado russo, Pavlov foi responsável por 12. E Muserskiy marcou 11.

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O JOGO


A dor que incomodava até ontem parecia ter dado uma trégua. Wallace voava em quadra. Era decisivo para abrir a vantagem de 16/13 para a seleção. Murilo, com uma proteção na coxa machucada, também voltava ao time. Contribuía com os passes e liderava a equipe. Do outro lado, o oposto Pavlov, com uma lesão na panturrilha ia para o sacrifício, mas não conseguia saltar com antes. Mas Muserskiy fazia os russos com seu saque forte (19/18). O empate não demoraria a chegar (20/20). O Brasil respondia imediatamente e fugia no marcador. Murilo subia na ponta e deixava o time a um ponto de levar a primeira parcial. Andrey Voronkov pedia tempo. Na volta, a Rússia evitava o fim do set, mas lamentava, logo em seguida, o erro no serviço de Apalikov: 25/22.

A passagem de Wallace no saque arrancava sorrisos dos companheiros. Dois aces. Mostrava que a sorte estava ao seu lado quando a bola batia na fita e caía caprichosamente do outro lado, para desespero dos adversários (6/4). Os russos iam voltando aos eixos graças a seu gigante. Muserskiy subia mais que o bloqueio brasileiro e conseguia a virada (13/12). Lucarelli tratava de colocar ordem na casa (16/15). Lucão se apresentava e garantia três pontos seguidos para a seleção (21/18). Muserskiy continuava pecando no serviço e dava o tom do que era seu time naquele momento da partida. E Vissotto mostrava qual era o do Brasil: 25/20.

O terceiro set começava com a Rússia virando boas bolas, principalmente com Muserskiy e Pavlov. Spiridonov, o Tintim, provocava e tentava irritar os brasileiros. Os campeões olímpicos eram bons de briga. Murilo também. Se não podia saltar muito, ganhava pontos com inteligência. Falava o tempo todo, chamava o time. Ele e seus companheiros estavam com a faca nos dentes e determinados a vencer.

Começava então um rodízio de atacantes sedentos. Wallace, Lucarelli, Sidão e Lucão pontuavam de todos os jeitos. Até o bloqueio, que pouco apareceu nos dois primeiros sets, mostrou a sua cara. Foi usando e abusando do seu paredão que a seleção ficou a um ponto de selar a vitória. Sidão fez o 23º ponto, Murilo o 24º. Mas o triunfo veio com um toque de rede dos russos. Eles pediram o desafio, mas a imagem era clara: 25º ponto brasileiro e vaga na semifinal.

Fonte: Globoesporte

http://globoesporte.globo.com/volei/noticia/2014/09/brasil-derrota-russia-e-vai-semifinal-do-mundial-de-volei-masculino.html

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Brasil freia a França e fica a um passo do tetracampeonato do Mundial:
Seleção vence surpresa do torneio no tie-break e garante lugar na quarta final seguida; rival sai da outra semi entre a dona da casa Polônia e a Alemanha

A França chegou de mansinho. Resistiu ao Grupo da Morte na primeira fase, que tinha Itália, EUA e Irã. Foi mostrando uma defesa consistente, um ataque forte e preocupando adversários no Mundial da Polônia. O Brasil sabia o tamanho do problema que iria enfrentar por uma vaga na final. Manteve a cabeça no lugar, resistiu às investidas de Ngapeth, à torcida contra e assegurou, no tie-break, o direito de lutar pelo tetracampeonato do mundo. Neste sábado, na Spodek Arena, os tricampeões venceram a surpresa da competição por 3 sets 2, parciais de 25/18, 23/25, 25/23, 22/25 e 15/12.Lucarelli terminou como o maior pontuador, com 22 acertos. Ngapeth, com 21, ficou logo atrás.

Agora, a seleção aguarda o vencedor da outra semifinal para conhecer seu adversário na decisão: Polônia ou Alemanha. A final será às 15h25 (de Brasília) deste domingo, com transmissão ao vivo do SporTV e cobertura em Tempo Real do GloboEsporte.com. Os assinantes do Canal Campeão também podem acompanhar os lances pelo SporTV Play.

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O jogo

Sacando melhor e atento no bloqueio, o Brasil abria 8/4. Se o passe saía errado, Lucarelli consertava se livrando com categoria de um triplo que subiu bem na sua frente. Rouzier, o maior pontuador dos Bleus na competição, tinha dificuldade de colocar as bolas no chão. Ngapeth também (16/9). Bruninho vibrava. O jogo do time fluía. O DJ da arena colocava o ritmo de "Allez les Bleus", e a arquibancada respondia. Mas os tricampeões davam de ombros. O técnico Laurent Tillie entava consertar o estrago. Pedia tempo. Na volta, Wallace soltou uma pancada que teve como destino o peito de Yoann Jaumel.

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O ritmo não parava. Se os franceses são conhecidos por sua consistência defensiva, a seleção também se segurava bem lá atrás, chegando a vencer um bonito rali, muito aplaudido (19/11). Uma boa sequência de saques de Ngapeth fazia a diferença diminuir (21/17). Até Lucarelli acabar com a festa. Bernadinho promovia a inversão. Rapha e Vissotto entravam nos lugares de Bruninho e Wallace, respectivamente. O set estava no bolso: 25/18.

A França começava a segunda parcial na frente (3/1). Kevin Tillie chamava o jogo (10/6). O bloqueio já não funcionava tão bem, e Le Roux aproveitava para fazer seu time se distanciar ainda mais (13/7). Bruninho chamava Lucarelli. Dava certo. Acionava Wallace. Chão de novo (14/10). Vissotto deixava o banco e contribuía com mais um bloqueio (14/11).

Os adversários se seguravam. O Brasil insistia. Murilo acreditava em todas as bolas e salvava uma com o pé. Vissotto subia e diminuía para dois pontos (17/15). Ngapeth tirava os franceses do aperto (20/16). Lipe fazia isso para o Brasil com dois aces seguidos. Após um ataque certeiro de Wallace, a seleção desperdiçava a chance do empate. Na segundo, Lucarelli não perdoava (22/22). O comandante dos Bleus se irritava. Mas era seu time que conseguia o set point pouco depois (24/23). Um ataque para fora de Wallace fazia Spodek comemorar. Tudo igual: 25/23.

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No terceiro set, as ações ficavam equilibradas (8/8). A seleção perdia a chance da virada com um ataque de Lucarelli na rede. Num erro de Mory Sidibe, a vantagem veio (12/11). Lucão começava a aparecer mais. Sidão pegava Le Roux no bloqueio (17/15). Os rivais conseguiam o empate e logo em seguida exploravam a muralha brasileira para retomar o comando do placar. Vissotto igualava (18/18). As equipes trocavam erros. Vissotto fazia 21/20. Ngapeth respondia. Lucão também (22/21). Num saque de Lipe, a seleção parava o contra-ataque com um duplo bem montado e abrir 23/21. Em seguida, via Ngapeth atacar para fora, mas Wallace tocava na rede (23/22) como apontava o desafio pedido. Lucão deixava a equipe a um ponto do 2 a 1. Lucarelli tratava de encerrar o set: 25/23.

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A França já dava pontos de graça no comecinho da quarta parcial. O Brasil ia no mesmo ritmo e ficava atrás no placar (7/4). Wallace, Sidão e Bruninho diminuíam o prejuízo (8/7). O empate chegaria com Wallace. Numa falha francesa, os tricampeões comemoravam o 12/11. Até o serviço dos adversários voltar a dar trabalho. A frente subia para 14/12 e se mantinha na casa dos dois pontos. A seleção ia buscar para desespero dos comandados de Laurent Tillie (16/15). Bola para Ngapeth. Empate. O serviço de Le Goff fazia a França respirar (19/17). A seleção cometia erros ofensivos na reta final, e o jogo seria decidido no tie-break: 25/22.

No set desempate, Bruninho & Cia. fugia dois pontos (5/3), mas os rivais reagiam. O Brasil tinha em Lucarelli e Wallace seus homens de segurança (9/7). Bernardinho não piscava. Só vibrou com o bloqueio simples de Lucarelli, que parava Sidibe. Logo depois, Vissotto dava sua contribuição na saída de rede por cima do bloqueio. A sorte estava do lado brasileiro. Os franceses atacavam para fora (13/8). Os dois pontos seguidos feitos pelos Bleus soaram como uma alerto. Bernardinho parava o jogo. Na retomada, Sidão fazia o match point. Sidibe salvava. Vissotto desperdiçava um ataque. Novaparada. Na volta, o oposto não perdoou: 15/12.

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Fonte: Globoesporte.com

http://globoesporte.globo.com/volei/noticia/2014/09/brasil-freia-franca-e-fica-um-passo-do-tetracampeonato-do-mundial.html

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Diante de mar vermelho, Brasil leva virada da Polônia e adia sonhos do treta:

Seleção brasileira oscila a partir do segundo set, vê anfitriões crescerem na partida e evitarem o quarto título seguido do time comandado por Bernardinho no Mundial

O último passo precisava ser o mais firme de todos. Daqueles para não deixar dúvidas de quem mandava naquele pedaço. Quando pisaram na Spodek Arena, neste domingo, para enfrentar novamente a Polônia, Murilo, Bruninho, Lucão, Lucarelli & Cia. não estavam sozinhos. Traziam com eles Giba, Nalbert, Serginho, Maurício e todos os outros que vestiram a mesma camisa e fizeram do Brasil um tricampeão mundial. Queriam honrar a tradição e fazer o que nenhuma outra equipe havia conseguido na competição: ser tetra. E em série. Os anfitriões tinham a esperança de conseguir impedi-los. Convocaram seu "sétimo jogador", um mar vermelho que lotou dentro e fora o caldeirão, mas levaram um susto logo no primeiro set. A história começou a mudar com Mateusz Mika na parcial seguinte. No embalo dele, os poloneses cresceram na partida, mostraram mais consistência e colocaram fim ao sonho dos comandados de Bernardinho, vencendo a final por 3 sets a 1, parciais de 18/25, 25/22, 25/23 e 25/22.

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Poloneses levantam troféu de campeão do mundo (Foto: Reuters)

Até então, o último título conquistado pelo país no Mundial havia sido em 1974. Eles tiveram nova chance em 2006, mas foram derrubados exatamente pelos brasileiros. A espera foi longa, mas o gosto de erguer um troféu diante de 12.528 torcedores apaixonados, em Katowice, compensou. O maior pontuador da decisão foi Mika, com 22 acertos.

Para completar a festa, Mariusz Wlazly foi eleito o MVP do torneio. Ficou também com o prêmio de melhor oposto e anunciou logo depois que encerrava ali a sua carreira equipe nacional. Seu companheiro, Karol Klos, levou o de segundo central. O time ideal do campeonato também teve Lucarelli e Murilo (ponteiros), o alemães Lukas Kampa (levantador) e Marcus Böhme (1º central), e o francês Jenia Grebennikov (líbero).

- É um sonho que todo jogador tem vencer um Mundial pelo seu país. Ainda não temos ideia do que fizemos, mas minha missão na seleção polonesa chegou ao fim. Estou feliz de ter feito parte de algo grande - disse Wlazly.

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Torcida polonesa lota praça em frente ao ginásio da final (Foto: Divulgação / FIVB)

O jogo

O Brasil entrava em quadra com o uniforme azul, escolhido a dedo por estar invicto no Mundial. Não dava tempo para que os donos da casa respirassem. O bloqueio estava atento, a defesa também. Lá na frente, Lucarelli se livrava da marcação e virava as bolas (13/8). O primeiro sinal de tentativa de aproximação fazia Bernardinho parar o jogo. Wlazly havia conseguido um ace e diminuído a vantagem para três pontos. Murilo respondia (14/10). Lucão silenciava a torcida ao subir sozinho e parar o ataque polonês (16/11).

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Walalce vira mais uma bola de ataque para o Brasil (Foto: Agência Reuters)

Os comandados de Stephane Antiga sentiam a pressão. Wazly, o maior pontuador do campeonato, via seu ataque não passar para o outro lado da rede (18/11). Era a hora de tirar Kubiak - o jogador de estilo provocador que irritou os brasileiros no confronto da terceira fase - do banco de reservas. E Vissotto dava as boas-vindas com uma cortada sem defesa, bem em cima dele. A situação não mudava. Os tricampeões davam as cartas e contavam com um saque para fora de Winiarski para fazer 1 a 0: 25/18.

Após a respirada no intervalo, a Polônia abria 4/1, tirando proveito das falhas em sequência do Brasil. A equipe voltaria aos trilhos depois de um ponto marcado por uma bonita defesa de Bruninho e finalização de Murilo. O capitão apontava para os companheiros que estavam na lateral da quadra. Não demorava para o empate chegar (7/7). Os anfitriões resistiam e retomavam o comando. Mika brilhava e aumentava sua pontuação de dois para 12 acertos (17/11). O serviço de Bruninho fazia estragos e levava preocupação a Antiga (17/14). Quando olhava de novo para o placar a vantagem havia sido se perdido (17/17). A seleção voltava a oscilar. Duas falhas seguidas de Lucarelli, uma no bloqueio e outra no ataque, renovavam o fôlego polonês (22/20). Sidão sacava longe da linha e dava o set point para os anfitriões, que mataram o ponto: 25/22.

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Konarski supera o bloqueio (Foto: Divulgação/FIVB)

Lucão evitava que Winiarski e seus companheiros se distanciassem (8/8). Mika era acionado e dava conta do recado. Passava pelo bloqueio sem muita cerimônia (11/8). O Brasil se recuperava e deixava tudo igual (11/11). A agressividade ofensiva que faltava aos tricampeões sobrava nos rivais, que faziam 18/16 e colocavam a arquibancada de pé. A seleção criava, mas desperdiçava as chances de passar. A Polônia não perdia as dela (21/19). Os brasileiros chegavam a fazer 23/23, mas outra vez não tinham tranquilidade para fechar a parcial e se complicavam: 25/23.

No intervalo, Sidão chamava o time: "Vamos ganhar isso!". A seleção lutava. O problema é que do outro lado havia um time bom de briga e que pecava menos. Bruninho reclamava de uma marcação da arbitragem e levava o cartão amarelo, que vinha acompanhado de vaias (15/13). Um bloqueio de Lucão colocava o Brasil na frente (17/16). Lipe ia para o saque e via Lucão frear a Polônia de novo. Lucarelli também dava a sua contribuição explorando os dedos do bloqueio dos rivais (20/17). Na sequência, a pancada de Lipe passou da quadra. Os poloneses encostavam (20/19). Por sorte, Mika também cometia falhas. Um passe ruim e um ataque de Winiarski, uma invasão por baixo de Lucarelli e lá estavam os anfitriões na frente: 22/21. O Brasil se perdia e dava adeus ao sonho do quarto título seguido. O dono daquele pedaço era a Polônia.

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Poloneses comemoram muito a vitória e o título sobre o Brasil (Foto: Reuters)

Fonte: Globoesporte.com

http://globoesporte.globo.com/volei/noticia/2014/09/diante-de-mar-vermelho-brasil-leva-virada-da-polonia-e-adia-sonho-do-tetra.html

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Sheilla e Fabiana comandam vitória sobre a Bulgária na estreia no Mundial:
Entrosadas, brasileiras eliminam susto na primeira partida na Itália e iniciam busca pelo título inédito um com importante triunfo por 3 sets a 0 sobre algoz de 2013

Até o primeiro toque na bola, a preocupação com a difícil estreia contra a forte equipe búlgara era inevitável. Jogadoras e comissão técnica temiam começar a busca pelo título inédito do Mundial de vôlei feminino com um tropeço. Mas bastou a ponteira Jaqueline fazer o primeiro ponto, um ace, para o Brasil começar a se sentir à vontade na quadra do Palatrieste, em Trieste, na Itália. Liderada pela musa Vasileva, a Bulgária não fez frente ao equilibrado time verde e amarelo. Com uma vitória tranquila por 3 sets a 0, parciais de 25/19, 25/22 e 25/16, a atual seleção bicampeã olímpica distribuiu, com autonomia, seu cartão de visitas na competição italiana e enterrou de vez a derrota para as rivais no Grand Prix 2013.

Com 15 pontos marcados, a oposta Sheilla foi a maior pontuadora da partida. A central Fabiana também foi um dos destaques da equipe brasileira, com 13 pontos. Pelo lado búlgaro, Vasileva e Rabadzhieva anotaram 14 cada.

- Foi importante a vitória por 3 sets a 0, conseguimos os três pontos. Mas ainda vacilamos um pouquinho no segundo set, a gente precisa ser mais constante. Para uma estreia, foi bom. Acho que tirou um pouco daquele nervosismo, daquela ansiedade do início - disse a exigente bicampeã olímpica Sheilla.

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Meninas do Brasil não tiveram grandes dificuldades para vencer a Bulgária por 3 a 0 (Foto: Divulgação / FIVB)

O Brasil volta a jogar nesta quarta-feira, contra Camarões. A partida será ao meio-dia (de Brasília), novamente no Palatrieste, com transmissão ao vivo do SporTV e cobertura em Tempo Real do GloboEsporte.com. Os assinantes do Canal Campeão também podem acompanhar os lances pelo SporTV Play.

- Foi uma vitória boa, mas ainda poderia ter sido melhor. Nós cometemos erros bobos, principalmente de contra-ataque, que acabaram complicando o segundo set. Mas eu gostei do sistema defensivo. Era um jogo que esperava nervoso, difícil. Então, para estreia, foi bom. Acho que o time se comportou bem - avaliou o técnico José Roberto Guimarães.

O JOGO

O ace de Jaqueline logo no primeiro ponto do Brasil no Mundial diminuiu a tensão da estreia. O set começou equilibrado, mas logo o Brasil começou a desgarrar no placar. Com um bloqueio da central Fabiana, fez 5/3. Variando bem nos ataques pelo meio e pelas pontas, a seleção foi ampliando. Depois de uma bela bola no fundo de Sheilla, a diferença subiu para 11 a 7. A temida ponteira búlgara Vasileva, no entanto, puxou uma pequena reação de sua equipe: 20/16. A Bulgária ainda levou a melhor depois de um rali cheio de boas defesas das duas equipes, mas o time de Zé Roberto seguiu superior em quadra. Com um erro de saque de Rabadzhieva, veio a vitória parcial por 25/19.

A Bulgária voltou para quadra melhor no segundo set. Rabadzhieva, que “entregou” o último ponto da parcial anterior, abriu o placar para sua equipe. Erros bobos brasileiros, em seguida, permitiram que as rivais abrissem três pontos no placar. Mas o Brasil entrou no jogo e, com um bloqueio de Fabiana, deixou tudo igual: 3/3. Inspirada, a central atacou bem pelo meio e deixou o time mais confortável: 6/4. A seleção, porém, perdeu pontos importante no ataque e permitiu a virada da Bulgária. Com dois pontos de bloqueio seguidos, se redimiu e voltou a comandar: 10/9. Vasileva seguiu liderando sua equipe, mas também encontrou dificuldades diante do paredão brasileiro: 17/14. Quando as brasileiras pareciam dominar, se depararam com uma nova reação adversária, desta vez, com destaque para Ruseva: 20/19 para a Bulgária. Os dois países seguiram medindo forças até Fabiana encerrar com um potente ataque pela diagonal: 25/22 para o Brasil.

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A central Fabiana foi um dos principais destaques do Brasil na partida (Foto: Divulgação / FIVB)

Depois de deixarem escapar a vitória na parcial anterior, as búlgaras voltaram para quadra sem demonstrar muita resistência. Logo no início do set, Thaísa acertou dois aces e deixou sua equipe confortável: 5/1. A levantadora Dani Lins seguiu distribuindo com categoria os ataques brasileiros. Sheilla e Fernanda Garay apareceram bem e ajudaram o Brasil a fazer 7/2. Rabadzhieva e Vasileva ainda mantiveram a equipe búlgara viva no jogo, diminuindo a diferença para três pontos: 12/9. Não foi o suficiente, porém, para tirar a seleção de Zé Roberto do caminho da vitória. Sacando bem e mantendo o bom entrosamento do início ao fim, as brasileiras voltaram a “passear em quadra”. Com uma bela pancada na diagonal de Thaísa, o Brasil fechou em 21/16 e começou o Mundial como esperava.

Fonte: Globoesporte.com

http://globoesporte.globo.com/volei/noticia/2014/09/fabiana-lidera-e-selecao-da-cartao-de-visitas-com-vitoria-sobre-bulgaria.html

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Com time reserva, seleção atropela frágil e animado time de Camarões:
Após vencer a Bulgária, brasileiras entram em quadra com equipe B e conseguem segunda vitória tranquila, novamente por 3 sets a 0, no Mundial da Itália

O resultado do confronto contra a seleção bicampeã olímpica poderia deixar o time de Camarões feliz ou muito feliz. A vibração e alegria a cada ponto conquistado em cima do Brasil, na partida desta quarta, deixavam claro que, para a fraca equipe camaronesa, já era um motivo de orgulho dividir a mesma quadra que as brasileiras. Mesmo com as reservas, o time do técnico José Roberto Guimarães contribuiu dando uma aula de vôlei às animadas adversárias. Apesar de algumas falhas no terceiro set, a segunda vitória no Mundial da Itália veio com tranquilidade, por 3 sets a 0, com parciais de 25/14, 25/15 e 25/18, no Palatrieste.

- O legal de tudo isso é a forma como o time de Camarões está jogando. Elas entraram no jogo, tentaram. É um time forte fisicamente que, se melhorar a parte técnica e individual, pode ser outro time no futuro. A atmosfera do jogo também foi muito legal. O técnico pediu para tirar foto e todas começaram a brincar, dançar. Essa troca é muito bacana - comentou Zé Roberto.

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Jogadoras do Brasil comemoram durante a vitória contra Camarões nesta quarta-feira (Foto: Divulgação/FIVB)

Diante do frágil time de Camarões, o técnico José Roberto Guimarães preferiu dar ritmo de jogo para as atletas reservas da seleção. Apenas a líbero titular Camila Brait voltou para a quadra do Palatrieste. Tandara, Carol, Fabiola, Gabi, Natália e Adenízia saíram do banco e não decepcionaram o treinador. Natália foi a maior pontuadora da partida, com 18 pontos. Adenízia e Tandara marcaram 10 vezes cada uma. Do lado de Camarões, Nana foi o destaque, com 13 pontos. No final da partida, as camaronesas tietaram as brasileiras, e os dois times caíram juntos no samba.

- A gente sabe que elas se divertem, e a gente tem é que dar o nosso melhor. É isso o que elas esperam da gente, seja com as reservas ou com o time titular. Elas ficam sempre olhando, pedem blusa... A melhor forma de retribuir é jogar bem e nos divertir junto - disse a central Carol.

O Brasil volta a jogar nesta quinta-feira, às 5h30 (horário de Brasília), quando enfrenta a seleção canadense, com transmissão ao vivo do SporTV e cobertura em Tempo Real do GloboEsporte.com. Os assinantes do Canal Campeão também podem acompanhar os lances pelo SporTV Play.

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Camarões dá trabalho no terceiro set, mas vitória sai por 3 a 0 (Foto: Divulgação/FIVB)

O JOGO

Logo no início da partida, a superioridade brasileira ficou clara. Camarões cometeu erros bobos, e o Brasil aproveitou para abrir boa vantagem no placar (10/1), com destaque para a central Carol, bem no bloqueio e nos ataques pelo meio. Nana, a melhor jogadora entre as rivais, trouxe seu time para o jogo com dois pontos seguidos: 12/4. Mesmo sempre distantes no placar, as camaronesas vibravam muito a cada ponto conquistado. Mas o Brasil seguiu forte no ataque, com boas pancadas de Natália e Adenízia. Gabi ainda fez uma incrível defesa com o pé, de costas, mas o ponto acabou indo para as adversárias. No fim do set, Nana voltou a ganhar destaque, sua equipe conseguiu mais três pontos, mas parou por aí. A seleção bicampeã olímpica fechou em 25/14.

No início do segundo set, Camarões não deixou as rivais abrirem uma vantagem tão grande. Nana voltou a encaixar seus potentes ataques no fundo da quadra, deixando sua equipe próxima do Brasil no placar: 3/2. Diversificando bem as jogadas, a seleção voltou a embalar. Natália seguiu bem pelas pontas, enquanto Adenízia acertou duas bolas rápidas seguidas pelo meio: 11/5. Nana e Bikatal ainda tentavam salvar algumas jogadas, mas a recepção ruim de Camarões atrapalhava a bom desempenho do time. Com mais uma bela pancada de Natália, o time de Zé Roberto fez 25/15.

As camaronesas voltaram do intervalo decididas a aproveitar um pouco mais a experiência de jogar com as vitoriosas brasileiras. Com mais um bom ataque de Nana, conseguiram empatar em 4/4. O Brasil relaxou depois das vitórias nos dois primeiros sets e cometeu erros seguidos, permitindo que as adversárias seguissem na cola. Em uma briga na rede com Natália, Fotso levou a melhor e colocou sua equipe na frente no placar: 9/8, para delírio de todo grupo. Quando o set parecia se complicar, as reservas da seleção voltaram a dominar o jogo, marcando cinco pontos seguidos. Com uma bola de segunda de Carol, o Brasil fez 25/18 e fechou a partida.

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Brasil é favorito a ganhar esse torneio. As únicas que podem ameaçar são os EUA e a Rússia.

Além disso, o Mundial é o único título que essa seleção ainda não tem.

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Brasil mostra força do conjunto, bate Canadá e avança à 2ª fase do Mundial:

Três jogadoras fazem mais de 10 pontos, e Jaqueline se destaca no ataque e na defesa na vitória tranquila por 3 sets a 0, com parciais de 25/14, 25/8 e 25/18

O time do Canadá tinha um nome que preocupava: Brittney Page. Do outro lado da quadra, porém, estava uma equipe inteira de estrelas. Provando mais uma vez a força do conjunto, o Brasil conquistou sua terceira vitória no Mundial feminino de vôlei, em Trieste, na Itália, com facilidade. A seleção do técnico José Roberto Guimarães, que desta vez escalou de volta as titulares, atropelou as canadenses por 3 sets a 0, com parciais de 25/14, 25/8 e 25/18, e seguiu invicto na competição com três vitórias em três jogos.

Com três vitórias por 3 sets a 0 em três partidas, o Brasil já garantiu a classificação matemática para a segunda fase da competição, e os confrontos restantes servirão apenas para acumular mais pontos e definir a classificação para a próxima etapa. Depois de um dia de folga, a seleção volta a jogar neste sábado, contra a Turquia. A partida será às 15h (de Brasília), no Palatrieste, com transmissão ao vivo do SporTV e cobertura em Tempo Real do GloboEsporte.com. Os assinantes do Canal Campeão também podem acompanhar os lances pelo SporTV Play.

- O jogo foi tranquilo, acho que o time teve um bom comportamento, continuou agredindo no saque. Foram seis pontos de saque e oito de bloqueio, mas tocamos em várias bolas. Esses dois jogos (Camarões e Canadá) nós sabíamos que passaríamos com uma certa tranquilidade. Agora são os jogos que vão contar muito para a classificação para a próxima fase - alertou o técnico Zé Roberto.

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Seleção comemora vitória tranquila sobre o Canadá com direito a massacre no segundo set (Foto: Divulgação/FIVB)

A ponteira Jaqueline foi a maior pontuadora da partida, com 16 pontos. Além da força no ataque, a bicampeã olímpica também se destacou fazendo incríveis defesas. A oposto Sheilla também foi bem, pontuando 12 vezes, e a central Fabiana, marcou 11. A capitã Brittney Page foi a melhor do time canadense, com 10 pontos.

- Eu venho crescendo no decorrer deste campeonato. A minha função é fazer o fundo de quadra bem feito para que as outras possam pontuar. A minha felicidade é essa. Estou muito contente que estou evoluindo. É só o meu segundo jogo, ainda tenho muito campeonato pela frente. Mas, iniciando dessa maneira, me dá muita confiança para ajudar ainda mais no futuro - disse Jaque, tratada como musa pela organização do campeonato.

BRASIL MOSTRA FORÇA DO CONJUNTO E ATROPELA

O jogo começou equilibrado. Depois de um ataque de Fabiana pelo meio, o Brasil abriu a primeira vantagem: 4/2. Mas as rivais seguiram na cola. Lideradas pelos potentes ataques de Brittney Page, as canadenses conseguiram empatar em 6/6. Quando a defesa brasileira se organizou, o jogo começou a fluir. Com um ponto de Sheilla e dois de Fê Garay, a seleção abriu 12/8. Tabitha Love achou espaço na paralela e diminuiu a diferença. Com defesas incríveis de Jaqueline, Dani Lins conseguiu montar bem os contra-ataques, e as brasileiras fizeram seis pontos seguidos: 18/10. Pelas mãos de Brittney, o Canadá ainda tentava se manter vivo no set. Mas de nada adiantou. Depois de duas boas bolas de Jaqueline, o time de Zé Roberto fechou em 25/14.

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Bem no passe, Jaqueline também foi fundamental no ataque brasileiro (Foto: Divulgação/FIVB)

O Brasil seguiu ditando o ritmo do jogo no segundo set. Com um bloqueio de Garay, abriu 5/2 e, em seguida, um ace de Thaísa e um ataque de Sheilla colocaram o país ainda mais confortável no placar: 7/2. Nessa altura, o Canadá já não demonstrava muita resistência. Bem nos saques, Sheilla garantiu um ace e, forçando, facilitou o trabalho de Fê Garay na rede: 11/3. Shanice Marcelle conseguiu arrancar um ponto de bloqueio, mas sua equipe seguiu cometendo muitos erros, principalmente de recepção. Soltas em quadra, as ponteiras Jaqueline, que defendeu bolas incríveis, e Garay seguiram colocando a bola no chão. Pelo meio, Fabiana deu conta do recado e ajudou a aumentar a vantagem: 19/6. Com uma pancada no fundo da quadra seguido de um bloqueio, Thaísa marcou outros dois pontos: 24/7. Mais uma vez com um ataque de Jaqueline no fundo, o time verde amarelo fechou em 25/8.

Bem na defesa, salvando bolas difíceis, e nos ataques, Jaqueline seguiu comandando o jogo. Com uma bela paralela da ponteira, o Brasil fez 5/2. Brittney voltou a se encontrar na partida e fez a diferença, equilibrando um pouco mais o confronto. O time canadense, porém, não chegou a ameaçar as brasileiras. A central Thaísa foi consistente nas bolas de meio e somou mais pontos para a seleção. Um ace de Adenizia deixou a vitória mais próxima 22/16. O último ponto veio com um erro das canadenses: 25/18.

Fonte: Globoesporte.com

http://globoesporte.globo.com/volei/noticia/2014/09/brasil-mostra-forca-do-conjunto-bate-o-canada-e-segue-invicto-no-mundial.html

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Em jogo de ralis incríveis, Brasil bate a Sérvia e termina fase em primeiro lugar:
Seleção perde primeiro set, mas vira e se despede da primeira fase do Mundial vencendo todos os cinco jogos. EUA e Rússia estão no grupo da segunda etapa

Pela primeira vez, o ginásio do Palatriste ficou lotado. As arquibancadas estavam cheias para ver o duelo entre Brasil e Sérvia, as duas melhores equipes do Grupo B do Mundial feminino. E os dois times não decepcionaram os mais de seis mil torcedores presentes. Com direito a vários ralis marcados por defesas incríveis, a seleção feminina venceu a forte equipe sérvia de virada, por 3 sets a 1, (parciais de 24/26, 25/21, 25/19 e 25/23) e garantiu o topo da chave pela primeira etapa da competição italiana. O grupo do técnico José Roberto Guimarães se despede de Trieste com 100% de aproveitamento, depois de cinco jogos e cinco vitórias.

- Eu achei o time da Sérvia mais agressivo do que o nosso no primeiro set. No começo do segundo set, a gente começou a se ajustar melhor ao time da Sérvia, e elas cometeram mais erros. O nosso time também começou a ter uma agressividade diferente. Quando abaixamos um pouquinho a guarda no quarto set, perdemos cinco pontos ali e precisamos correr atrás de novo. Essas são as lições que ficam. Não se pode abaixar a guarda para um time bom como esse - comentou o técnico José Roberto Guimarães.

Pouco depois do fim do jogo, o Brasil conheceu a sua chave na segunda fase, em Verona. A equipe estreia na quarta-feira contra Cazaquistão e pega a Holanda no dia seguinte. No sábado e no domingo terá pela frente Estados Unidos e Rússia, respectivamente. Todos os jogos serão às 15h, no horário de Brasília, e terão transmissão ao vivo do SporTV e cobertura do GloboEsporte.com em Tempo Real - os assinantes do Canal Campeão ainda podem assistir pelo SporTV Play. Sérvia, Bulgária e Turquia também estão no grupo F, mas equipes que vieram do mesmo grupo não se enfrentam novamente. Todas, porém, levam os pontos dos confrontos contra os rivais que avançaram para a segunda fase - os EUA lideram com nove, à frente do Brasil, com oito. Os três melhores avançam para a terceira etapa, quando se juntam aos três melhores do grupo E. Dos seis times, saem os quatro semifinalistas.

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Brasil comemora ponto na partida contra a Sérvia: vitória de virada e invencibilidade na primeira fase
(Foto: Divulgação/FIVB)

A nova revelação do vôlei sérvio, Tijana Bošković, foi a maior pontuadora da partida, com 24 pontos. Pelo Brasil, a ponteira Jaqueline a central Thaísa marcaram 16 pontos cada. A ponteira Fê Garay e a central Fabiana também foram bem, marcando 12 pontos.

O jogo

O primeiro ponto do jogo saiu de uma pancada da nova sensação europeia: a oposto Bošković, de apenas 17 anos. Como contra a Turquia, o Brasil começou com o sistema defensivo desorganizado, atrapalhando a construção dos contra-ataques. Duas bolas brasileiras para fora e um ataque de Brankica colocaram as sérvias em confortável vantagem: 6/1. Com Thaísa forçando no saque, o Brasil pontuou duas vezes no bloqueio e entrou para o jogo. Jaqueline cresceu no ataque e deixou tudo igual: 8/8. A virada veio depois de um belo ace de Fabiana: 10/9. Mais uma vez bem ofensivamente, Jaque soltou outras duas pancadas pela ponta e ajudou sua equipe a abrir vantagem: 13/11. A Sérvia seguiu na cola. Com boas bolas de Brizitka e Brankica conseguiu recuperar o comando: 19/18. Os dois times foram trocando de posição. Quando o placar estava em 24/23 para as brasileiras, um ataque duvidoso de Brankica mudou os rumos do set. O árbitro não quis ouvir os pedidos de bola fora. As adversárias cresceram e, com mais um ataque de Brankica, fecharam em 26/24.

O segundo set começou com ponto de ataque de Fê Garay. O confronto seguiu equilibrado. Depois de uma pancada de Fabiana na diagonal e um erro de ataque sérvio, o Brasil abriu 5/3. Mas, em seguida, as brasileiras voltaram a cometer muitos erros. Desorganizadas em quadra, permitiram a virada: 8/6. Com um ataque de Fê Garay e um bloqueio de Thaísa, a seleção deu o troco: 9/8. O jogo seguiu com belos ralis. Em um deles, Jaqueline fez duas defesas incríveis, e Sheilla colocou a bola no chão: 12/9. A central Milena Rasic cresceu no jogo, pontuando no ataque e bloqueio deixou tudo igual mais uma vez: 15/15. Em seguida, Sheilla desperdiçou um contra-ataque atacando para fora. Mas, depois de um erro de posicionamento das sérvias e um bloqueio de Thaísa, o Brasil respirou: 19/17. Um ace de Thaísa fez aumentar a vantagem: 22/19. Com um belo ataque de Jaque explorando o bloqueio adversário, a time de Zé Roberto fechou em 25/22.

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Fabi encara o bloqueio de Mihajlovic na vitória do Brasil sobre a Sérvia vôlei feminino (Foto: Divulgação/FIVB)

Com dois pontos de ataque e um de bloqueio de Bošković, a Sérvia abriu 4/0 no início do terceiro set. Thaísa, no bloqueio, interrompeu a boa sequência das adversárias. Depois de uma bola de segunda da levantadora Dani Lins, o Brasil encostou: 5/4. O empate saiu com um bloqueio de Fabiana e, a virada, depois de um erro de dois toques de Brankica: 8/7. Daí por diante, a seleção cresceu. Dois pontos de bloqueios seguidos deixaram a vantagem mais confortável: 12/7. Sobrando em quadra, Jaque seguiu somando muitos pontos para o time verde e amarelo. As sérvias sentiram, cometeram falhas e facilitaram a armação das jogadas das adversárias: 20/11. Bošković e Brankica ainda soltaram boas pancadas, mas já era tarde para ensaiar uma reação. Com um belo ataque pelo meio de Thaísa, as brasileiras venceram o quarto set por 25/19.

O quarto set começou com as duas equipes medindo forças. Depois de uma bola para fora de Jaque na paralela, as sérvias abriram pequena vantagem: 5/3. Mas o Brasil seguiu na cola. Após uma sequência de incríveis defesas, Thaísa deixa tudo igual com um ponto de bloqueio: 7/7. Em um dos ralis mais bonitos da partida, a categoria de Fê Garay fez a diferença, e a seleção virou: 9/8. O ponto suado deu moral para o time de Zé Roberto. Fabiana voltou a soltar suas bombas pelo meio, e Jaqueline explorou o bloqueio rival para ampliar: 16/12. Com a boa margem de vantagem no placar, as brasileiras relaxaram, cometeram erros seguidos de recepção, e as rivais arrancaram o empate: 21/21. No momento decisivo, Fê Garay soltou uma bomba, e a bola não voltou: 25/23, e vitória por 3 a 1.

Fonte:Globoesporte.com

http://globoesporte.globo.com/volei/noticia/2014/09/em-jogo-de-ralis-incriveis-brasil-bate-servia-termina-fase-em-primeiro-lugar.html

Vamos ver se conseguimos este mundial.

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Brasil peca no 1º set, mas se recupera, bate a Holanda e fica perto da 3ª fase:
Invicta, seleção brasileira comete erros no início da partida, mas vence as holandesas de virada por 3 sets a 1 e se aproxima da próxima etapa do Mundial da Itália

Os erros de recepção diante do forçado saque das rivais custaram o primeiro set ao Brasil, na partida desta quinta-feira, contra a Holanda, pelo Mundial feminino de vôlei. No momento de dificuldade, porém, a experiência e paciência da seleção bicampeã olímpica fizeram a diferença. Mais uma vez de virada, o time de José Roberto Guimarães se reencontrou em quadra e arrancou a vitória por 3 sets a 1, com parciais de 23/25, 25/20, 25/16, 25/16, no ginásio Palaolimpia, em Verona, na Itália. Com o triunfo sobre as holandesas, as brasileiras somaram mais três pontos e se aproximaram da classificação para a terceira fase da disputa.

A ponteira Fernanda Garay foi o principal destaque da seleção brasileira e da partida, com 20 pontos marcados. A central Thaísa também fez mais um ótimo jogo, com 19 pontos, sendo oito de bloqueio. Pelo lado holandês, Lonneke Slöetjes anotou 13 pontos.

- A gente sentiu já no aquecimento que elas vieram acreditando que poderiam ganhar da gente. Tirando essa responsabilidade, elas têm um pouco de facilidade. Chegam no saque e colocam tudo. É claro que nós estamos preparadas para as dificuldades, mas a verdade é que, no primeiro set, a gente ainda estava vendo o que elas estavam fazendo. Isso não pode acontecer. Mas a gente tem tentado melhorar. Isso vai melhorando a cada partida.- afirmou Fê Garay na saída de quadra.

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Com 20 pontos anotados, Fê Garay foi o principal destaque da partida (Foto: Divulgação / FIVB)

Com a vitória, o Brasil segue na segunda colocação do Grupo F, com 14 pontos. Os Estados Unidos lideram a chave, com 15. Com 11 pontos somados, a Sérvia completa o grupo dos três times que avançam para a terceira fase até agora. A Rússia, que tem 10, segue na briga.

- Nós perdemos um contra-ataque importante e, depois, pegamos uma boa sacadora e não conseguimos mais colocar o passe na mão. Naquela posição, tomamos quatro pontos seguidos. Elas começaram a acreditar no jogo de novo. A gente que colocou a Holanda no jogo. Essa foi a dificuldade que encontramos. Mas, depois, a gente restabeleceu o controle - explicou o treinador José Roberto Guimarães.

A sexta-feira será de folga para todas as equipes. As partidas do Mundial da Itália retornam no sábado, quando o Brasil enfrenta a Rússia, às 15h (de Brasília). O SporTV transmite ao vivo, e o GloboEsporte.com acompanha em Tempo Real com vídeos. O assinante do Canal Campeão também pode assistir no SporTV Play.

O JOGO
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Central Thaísa fez mais um bom jogo no Mundial da Itália (Foto: Divulgação / FIVB)

Depois de começar os dois últimos confrontos desatento, o Brasil, desta vez, entrou melhor em quadra, abrindo logo 3/0. A levantadora Dani Lins acionou bem as centrais, com um ponto de Thaísa e dois de Fabiana no início da partida: 6/2. Fernanda Garay aumentou a vantagem com um ace (8/2). Do outro lado quadra, a capitã Robin de Kruijf apareceu bem no bloqueio, tentando deixar sua equipe viva no set. Após um bloqueio de Fabiana e mais um ace de Fê Garay, a seleção voltou a garantir boa diferença: 17/12. Mas, forçando no saque, as holandesas reagiram e somaram quatro pontos seguidos, encostando no placar: 17/16. Em seguida, depois de um ataque de Jaqueline para fora, veio a virada: 20/19. Foi também depois de um erro da oposto Flier, da Holanda, que o time verde e amarelo voltou a assumir a liderança: 22/21. A parcial foi disputada até o final. Após um ponto de bloqueio da oposta Plak e um contra-ataque para fora de Fê Garay, as holandesas fecharam em 25/23.

O segundo set começou como o primeiro: Brasil na frente. Com dois pontos seguidos de Thaísa, de bloqueio e de ataque, a seleção brasileira abriu 4 a 1. Em seguida, Fabiana também pontuou no bloqueio, e Sheilla ampliou a vantagem depois de uma pancada: 8/2. A Holanda, porém, voltou a forçar o saque, com a oposto Flier, complicando a recepção brasileira e, consequentemente, a armação dos contra-ataques. Depois de um ataque para fora de Jaqueline, as holandesas, com destaque para a oposto Sloetjes, chegaram ao empate: 10/10. O técnico Zé Roberto pediu tempo, e a seleção voltou para quadra melhor. Fez três pontos seguidos e respirou. Depois de um rali cheio de boas defesas, Plak explorou o bloqueio e diminuiu a vantagem: 15/13. Tandara e Fabíola entraram em quadra no lugar de Sheilla e Dani Lins. Mesmo ainda cometendo falhas na recepção, as brasileiras conseguiram se manter na frente. Jaqueline pontuou no bloqueio, marcando 20/16. Tandara cresceu na partida e, depois de soltar o braço no ataque e marcar um ace, fez 23/18. A vitória da parcial saiu depois de uma pancada de Fê Garay: 25/20.

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Bloqueio foi uma importante arma no duelo com as holandesas: 14 a 5 para no fundamento (Foto: Divulgação/FIVB)

Mais uma vez Thaísa comandou o time brasileiro no início do terceiro set. Com dois pontos de bloqueio da central, o Brasil fez 4/1. Bem na defesa, no ataque e no saque, Fê Garay continuou se destacando. Depois de um ace da ponteira, a seleção abriu em 11/4. Melhor na recepção, o país conseguiu variar mais nas jogadas. Jaqueline acertou uma bela paralela. Em seguida, Thaísa fechou o paredão e fez dois pontos de bloqueio: 17/8. No mesmo fundamento, Fê Garay e Tandara também marcaram os seus: 21/12. Destaque do time holandês no segundo set, Sloetjes ainda tentava manter sua equipe viva, mas a vantagem brasileira já era muito grande. Com um ataque de Tandara, a seleção fechou em 25/16.

As holandesas sentiram as derrotas nos dois sets anteriores e não ofereceram mais tanto perigo às brasileiras. Encaixando melhor as jogadas, o Brasil logo abriu larga vantagem no placar: 8/2. Além de Thaísa, as ponteiras também pontuaram bem. Jaque apareceu mais nos ataques e, depois de uma bela pancada de Fê Garay, o Brasil fez 17/6. Em mais um dia inspirada, Thaísa fez seu sétimo ponto de bloqueio: 18/10. Após um longo rali, de De Kruijf decidiu o ponto para a Holanda, diminuindo a diferença: 20/14. O time de Zé Roberto, no entanto, manteve o bom ritmo até o final. Depois de dois pontos seguidos da central reserva Adenízia, o time de Zé Roberto fez 25/16 e venceu mais uma partida de virada.

Fonte: Glopoesporte.com

http://globoesporte.globo.com/volei/noticia/2014/10/brasil-peca-no-1-set-mas-se-recupera-bate-holanda-e-fica-perto-da-3-fase.html

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Murilo cobra ação da CBV: "É um sentimento de indignação, de traição":
Por causa de irregularidades, jogador pressiona gestão da confederação por "novo ponto de partida para o vôlei". Ele por ora descarta greve ou boicote à seleção

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Murilo descarta greve na Superliga no momento (Foto: Alexandre Arruda/CBV)

As irregularidades na gestão da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) geraram um sentimento de indignação nos jogadores da modalidade. O ponteiro Murilo Endres assumiu o posto de porta-voz do grupo e fez uma cobrança à nova gestão da entidade máxima do vôlei brasileiro para que os cartolas tomem as atitudes recomendadas pelo relatório da Controladoria-Geral da União (CGU). A auditoria do órgão do Governo Federal identificou irregularidades em contratos que juntos têm o valor de R$ 30 milhões em pagamentos feitos entre 2010 e 2013.

- É difícil de se segurar. A gente acaba lendo as notícias na internet, e a rede social está ali como um modo de desabafar. A gente acaba atingindo muita gente, e as pessoas dão um feedback, então dá para ter uma ideia se você está falando coisas boas ou se está falando besteira. Nesse caso, 100% dos meus seguidores estão apoiando. Temos que deixar de ser o país da impunidade. Nós como atletas envolvidos com o voleibol precisamos cobrar, precisamos dar a cara à tapa, precisamos falar na televisão, precisamos pedir punição às pessoas envolvidas nesses escândalos, precisamos pressionar a nova gestão da CBV para que peça o ressarcimento desses valores que são destinados ao voleibol. Não é para mim, não é para o Bernardo, não é para a seleção feminina, mas para o voleibol em si, para o desenvolvimento, para o fomento do esporte. É isso que a gente deseja - disse Murilo.

Medalhista olímpico e campeão mundial, Murilo já se posicionava contra as irregularidades da CBV antes mesmo da confirmação apontada pela auditoria da CGU. Ele conta que os jogadores da modalidade têm conversado bastante nos últimos dias, especialmente na última noite, e que o grupo quer a punição dos dirigentes envolvidos e o ressarcimento do dinheiro irregular.

- É um sentimento de indignação, de traição por parte dessas pessoas. Estamos esperando uma resposta da CBV, não em forma de nota oficial, que é muito fácil fazer uma nota oficial. Nós queremos que a nova gestão venha a público e se pronuncie. Vamos continuar cobrando para que eles se pronunciem e tomem uma atitude. Confiamos que eles possam tomar as atitudes corretas, que foram até mesmo solicitadas pela auditoria da CGU, que eles corram atrás e punam os responsáveis e sejam ressarcidos desses valores. É isso que nós atletas esperamos para termos um novo ponto de partida para o voleibol. A gente não vai compactuar com esse tipo de ação, de desvio de dinheiro.

Entre as irregularidades apontadas pela CGU está o não repasse de bônus de performance aos atletas. Murilo pede esclarecimento sobre o que os contratos da CBV com seu principal patrocinador, o Banco do Brasil, em relação às premiações.

- Precisamos entender direito a forma com que isso é feito, porque a gente nunca teve acesso aos contratos com o Banco. Não sabemos quais campeonatos são premiados ou não. Temos um acordo direto com a CBV, a maioria dos casos a gente negocia os prêmios, mas a gente não tem ideia de quanto o banco paga para eles. Agora deu para ver que os valores são muito mais altos do que a gente imaginava. Acho que a questão não é nem o dinheiro para mim ou para outros jogadores. É dinheiro que seria usado na fomentação do voleibol. Isso é o que mais me preocupa. A gente ganhar um pouco a mais ou um pouco a menos talvez não vá diferença, mas para o voleibol, para a comunidade, faz uma grande diferença.

O Banco do Brasil, que foi isentado de responsabilidade pela CGU, suspendeu o pagamento de valores referentes ao patrocínio da CBV.

- Para ser sincero, eu não me espantei com a interrupção. É uma medida preventiva do banco. É um patrocinador que está junto da CBV há 23 anos. Achei uma ótima atitude dele (do Banco do Brasil) de pedir uma solução para os casos denunciados e comprovados agora pela CGU. O Banco está fazendo a parte dele, está cobrando atitudes da nova gestão da CBV. É isso que a gente também quer cobrar. A gente quer cobrar que eles se posicionem, que os envolvidos sejam punidos, que o dinheiro seja ressarcido, porque o voleibol brasileiro não pode sair prejudicado dessa maneira.

GREVE OU BOICOTE À SELEÇÃO?

Murilo afirma que no momento os jogadores não pensam em fazer greve na Superliga. Eles confiam que a nova gestão da CBV se posicionará e tomará as atitudes recomendadas pela CGU. Deixar de defender a seleção brasileira também não está nos planos no momento. A próxima convocação é apenas em maio. No entanto, se o cenário não mudar até lá, Murilo acredita que o boicote tem de ser cogitado pelos jogadores.

- Agora de imediato não (pensamos em greve na Superliga). Vamos esperar um posicionamento da nova gestão da CBV, precisa saber como eles vão proceder daqui em diante. Nós vamos pressionar, nós vamos falar, nós vamos protestar, nós vamos nos manifestar, mas acho que o momento para essa rodada agora não é de greve. É difícil falar em convocação agora. A próxima convocação acho que vai ser só em maio. Acho que muita água ainda vai rolar até lá. Hoje estou no meu clube (Sesi-SP), represento o meu clube. Não posso falar como jogador da seleção. Quem me convoca é o técnico, quem eu represento é o meu país, não é a CBV. Tenho fé que a gente vai conseguir que tudo se solucione. Caso essas atitudes não sejam tomadas até o dia da convocação é de se repensar se vale a pena a gente estar em uma seleção, não falo só por mim, falo por todos os jogadores.

Fonte: Globoesporte.com

http://globoesporte.globo.com/volei/noticia/2014/12/murilo-cobra-acao-da-cbv-temos-de-deixar-de-ser-o-pais-da-impunidade.html

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"Quem tiver que pagar, que devolva o dinheiro ou seja preso", cobra Lucarelli:
Jovem líder do Brasil, ponteiro de 22 anos demonstra importância também fora de quadra ao lutar por punição dos envolvidos no escândalo de contratos irregulares

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Lucarelli usa nariz de palhaço no jogo entre Sesi-SP e Cruzeiro (Foto: David Abramvezt)

A despeito dos seus 22 anos de idade, o atacante Lucarelli já é considerado por muitos uma referência técnica na seleção brasileira – não por acaso ele foi eleito o melhor ponteiro do Mundial da Polônia, em setembro, quando o Brasil foi vice-campeão. Agora, em meio à crise gerada pela identificação de que a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) fez contratos irregulares que somam R$ 30 milhões, entre 2012 e 2013, o jogador do Sesi-SP demonstrou que não se esconde na hora de se posicionar politicamente para lutar pela transparência no vôlei nacional. Em uma referência ao protesto no qual jogadores usaram narizes de palhaço antes da rodada da Superliga no fim de semana, Lucarelli diz que dirigentes da gestão do presidente Ary Graça na CBV, encerrada em março deste ano, transformaram a modalidade em um picadeiro. E, por conta disso, o jovem talento pede que os culpados devolvam o suposto dinheiro desviado ou sejam mandados para a cadeia.

- Infelizmente, essas pessoas mancham o vôlei brasileiro que nos últimos anos construiu uma coisa tão bacana, com jogadores com integridade acima da média. Transformaram o vôlei brasileiro em um picadeiro, por isso nos usamos nariz de palhaço. Eles usaram de forma errada o dinheiro para o investimento em um esporte que pode tirar gente das ruas, incentivar uma nação e mudar vidas. Foi uma palhaçada. Essa é uma mensagem direta para essas pessoas. Quem tiver que pagar, que devolva o dinheiro ou seja preso - disse Lucarelli, que está bem acompanhado na onda de protestos.

Ciente do seu papel como jogador da seleção brasileira, o jovem reitera que os atletas decidiram que fazer greve na Superliga não seria o caminho ideal para protestar contra a crise da CBV, que fez com que o Banco do Brasil, principal apoiador da CBV há 21 anos, suspendesse o pagamento do importante patrocínio. O que os desportistas podem fazer é fiscalizar o andamento das investigações e continuar se movimentando para aumentar a união entre os jogadores das 12 agremiações que disputam a Superliga masculina.

- Os jogadores mais experientes e mais novos já estão se movendo, todos os jogadores de todos os times estão unidos, estamos nos falando. O vôlei brasileiro não pode se manchar por uma cagada dessas. Temos que continuar batalhando e lutando pelos nossos direitos.

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Jogadores do Canoas entram em quadra com narizes de palhaço no jogo contra o Taubaté, no sábado (Foto: Divulgação)

Emergente líder do movimento criado pelos jogadores para cobrar que se puna os culpados pelas irregularidades apontadas pela Controladoria-Geral da União (CGU), Lucarelli lamenta um dos efeitos colaterais causados pelo posicionamento dos atletas e da nova gestão da CBV. Um dia após as denúncias seguidas de reclamações dos citados, a Federação Internacional de Vôlei (FIVB), presidida justamente por Ary Graça, puniu a seleção brasileira por uma confusão na partida contra a Polônia na segunda fase do Mundial: Bernardinho foi suspenso por 10 partidas e recebeu uma multa de US$ 2.000 (cerca de R$ 5.300) ; o líbero Mário Junior foi suspenso por seis jogos; Murilo Endres por uma partida; e Bruninho recebeu multa de US$ 1.000 (cerca de R$ 2.650). Por considerar que se tratou de uma retaliação da entidade que comanda o vôlei mundial, a CBV abriu mão de receber as finais da Liga Mundial em julho de 2015.

- Receber as finais da Liga seria muito importante já pensando nas Olimpíadas do Rio, em 2016, porque nós mesmos e a torcida brasileira precisamos nos acostumar com a pressão de jogar em casa uma grande competição. Eu não sei se isso é definitivo, mas tem uma grande chance de acontecer. É uma pena. Quem sai perdendo são os jogadores e a torcida.

Fonte: Globoesporte.com

http://globoesporte.globo.com/volei/noticia/2014/12/quem-tiver-que-pagar-que-devolva-o-dinheiro-ou-seja-preso-cobra-lucarelli.html

Situação está ficando feia...

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