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Raphael

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Passarela desaba e atinge veículos na Marginal Tietê

Uma passarela desabou por volta das 19h desta quinta-feira (14) na Marginal Tietê sentido Rodovia Castello Branco, após a Ponte Ferroviária Comunidade Húngara e uma das alças de acesso à Rodovia Anhanguera, na Zona Norte de São Paulo. De acordo com o Corpo de Bombeiros duas pessoas ficaram levemente feridas e foram levadas ao hospital.

Segundo informações iniciais, a passarela de serviço caiu sobre três veículos: dois ônibus de viagem e um caminhão. Há carros que conseguem passar por baixo da ponte de serviço. Às 21h40 uma das pistas da Marginal Tietê começou a ser liberada para a circulação de carros.

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G1 - G1 SP

 

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E.R

 

Black Friday

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Medeiros CH

Carne de urubu é vendida como galinha caipira em feira de Manaus

Os amazonenses estão comprando “gato por lebre”, ou melhor, urubu por galinha caipira. A denúncia é do site de notícias O Abutre, que publicou fotos postadas em redes sociais mostrando as aves sendo depenadas e vendidas nos bairros de Manaus ao preço “promocional” de R$ 5 o quilo.

Segundo a denúncia, o comércio é feito nas ruas da cidade em carros que circulam anunciando a venda do produto clandestino. As fotos mostram urubus já abatidos, preparados e embalados para o consumo.

Ainda de acordo com a publicação, os urubus são capturados com linha de pesca e anzóis com isca.

Segundo médicos ouvidos pelo portal, comer urubu não é recomendável. A ave é necrófaga – se alimenta de animais mortos – e possui bactérias de putrefação que podem provocar infecção alimentar e outros danos à saúde humana.

Cientistas acreditam que os urubus se alimentam de comida estragada sem passar mal graças ao seu sistema imunológico e ao potente suco gástrico secretado por seu estômago que que neutraliza as bactérias e toxinas presentes na carne podre.

Os urubus não têm habilidade para caçar, pois as garras de suas patas são ineficientes para essa tarefa, sendo assim desenvolveram outras habilidades e para encontrar a refeição, eles contam com olfato e visão apurados. São capazes de ver um bicho pequeno a 3 mil metros.

Fonte: https://www.tnh1.com.br/amp/nid/carne-de-urubu-e-vendida-como-galinha-caipira-em-feira-de-manaus/

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Medeiros CH

Katherine Johnson, matemática negra que ajudou a Nasa a ir para a Lua, morre aos 101 anos

Katherine Johnson, uma das matemáticas da Nasa retratadas no filme "Estrelas além do tempo", morreu nesta segunda-feira (24), informou a agência espacial americana. Ela tinha 101 anos.

Katherine "foi uma heroína americana e seu legado pioneiro nunca será esquecido", escreveu o administrador da NASA Jim Bridenstine no Twitter.

Citar

A extraordinária capacidade de Katherine para a matemática ajudou a colocar em órbita a Apolo 11, a nave que levou o homem à Lua pela primeira vez.

As grandes missões científicas são fruto do esforço combinado de grandes equipes em que todas as contribuições contam, como a de Katherine e de outras mulheres afro-americanas, cujo trabalho ficou desconhecido para o grande público durante anos, até a chegada do filme, indicado ao Oscar em 2016. No longa, ela foi interpretada por Taraji P. Henson.

Katherine foi uma das mulheres negras que formavam uma equipe no Centro de Pesquisa Langley para calcular a trajetória dos primeiros lançamentos espaciais, operações que hoje são feitas por computadores. Mas nos anos 1960 os "computadores usavam saias", segundo suas palavras, recolhidas em vários documentos que a Nasa dedica à cientista especial em seu site na internet.

Foram seus cálculos que ajudaram a missão Apolo 11 a ter sucesso e Neil Armstrong a pisar na Lua (1969), mas também os que estabeleceram a trajetória da primeira viagem ao espaço de um americano, Alan Shepard (1961).

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Da esquerda para a direita: Janelle Monae, Taraji P. Henson e Octavia Spencer com a cientista Katherine Johnson (sentada) durante a cerimônia do Oscar — Foto: Matt Sayles/Invision/AP

Quando a Nasa começou a usar computadores para a missão em que John Glenn orbitou a Terra pela primeira vez (1962), Katherine foi consultada para verificar os cálculos da máquina. "Se ela diz que são bons, então estou pronto para ir", disse o astronauta, segundo lembrou a própria Katherine.

De fato, a Nasa reconhece em seu site que "não teria sido possível fazer essas coisas sem Katherine Johnson e seu amor pela matemática".

Katherine foi uma menina curiosa e brilhante, nascida em 26 de agosto de 1918 em White Sulphur Springs (Virgínia, EUA), que aos dez anos já cursava o ensino médio.

Entrou para a Universidade Estadual de West Virginia onde se graduou em Matemática e Francês com honras máximas em 1937 e aceitou um trabalho como professora em uma escola pública para negros.

"Sempre estava cercada de gente que estava aprendendo coisas, eu adoro aprender. Você aprende se quiser", afirmou.

Citar

A vida tomaria um novo rumo para Katherine quando em 1952 um parente lhe disse que havia vagas na seção de computação da ala oeste (onde trabalhavam os afro-americanos) do Laboratório Langley da Naca - a agência que antecedeu a Nasa - por isso ela e seu marido decidiram se mudar para Hampton, na Virgínia.

Mulher decidida e com habilidades de liderança, Katherine não se limitou a fazer cálculos, mas pediu para participar das reuniões com os engenheiros, algo inédito para uma mulher e afro-americana, mas finalmente o conseguiu, o que lhe abriu o caminho e fez com que ganhasse o respeito de seus colegas.

Eram os anos 1950 e havia leis de segregação racial nos EUA, mas Katherine garante que "não tinha tempo para isso", lembrando que o pai lhe ensinou: "Você é tão boa como qualquer um nesta cidade, mas não é melhor".

Katherine também não sentiu a segregação em seu trabalho. "Lá você pesquisava. Tinha uma missão e trabalhava nela", afirmou. No entanto, quando ela começou a trabalhar com brancos, seus colegas exigiram que ela usasse uma cafeteira diferente.

Essa é uma das histórias do livro "Hidden Figures", de Margot Lee Shetterly, no qual se baseou o filme "Estrelas Além do Tempo", e que tirou Katherine e duas de suas companheiras, Dorothy Vaughan e Mary Jackson, do anonimato.

Katherine trabalhou no centro Langley até 1989, tempo durante o qual participou de diversos projetos e foi autora e coautora de mais de 20 estudos científicos.

Uma longa carreira que foi homenageada em 2015 quando, já com 97 anos, ela recebeu das mãos do então presidente americano Barack Obama a Medalha da Liberdade, a condecoração civil mais importante do país. Além disso, no ano passado, a Nasa deu seu nome a um novo centro de pesquisa computacional.

Katherine era defensora do trabalho duro, mas sobretudo de desfrutar dele. "Eu ia trabalhar contente todo dia durante 33 anos. Nunca me levantei um dia e disse: não quero trabalhar".

Fonte dessa matéria: https://g1.globo.com/google/amp/ciencia-e-saude/noticia/2020/02/24/katherine-johnson-matematica-negra-que-ajudou-a-nasa-a-ir-para-a-lua-morre-aos-101-anos.ghtml

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Cleberson
Brasil tem 1º caso de coronavírus

Um homem de 61 anos, morador de São Paulo e que esteve na Itália em viagem a trabalho entre 9 e 21 de fevereiro, é o primeiro paciente com resultado positivo para o novo coronavírus no país. Na noite de ontem, o Ministério da Saúde informou que investigava um caso suspeito de contaminação. A Folha apurou que a contraprova, a ser anunciada hoje, também deu positivo. "Iniciou com sinais e sintomas (febre, tosse seca, dor de garganta e coriza) compatíveis com a suspeita de doença pelo coronavírus 2019 (covid-19). O paciente está bem", informou o ministério.

Folha de S.Paulo

 

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Medeiros CH

Primeiro caso suspeito de coronavírus na Paraíba é investigado pela SES

O primeiro caso suspeito de coronavírus (Covid-19) na Paraíba está sendo investigado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). O caso foi notificado na terça-feira (25), conforme nota divulgada pelo órgão nesta quarta-feira (26). O paciente, um homem paraibano de 59 anos, está internado no Hospital Clementino Fraga, em João Pessoa. Segundo o secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, o teste preliminar para a doença foi feito e o resultado deve ser divulgado em até 48 horas.

Conforme nota da SES, o paciente esteve no Norte da Itália entre os dias 14 e 23 de fevereiro, e chegou no Brasil na segunda-feira (24), em um voo internacional com destino a Recife. O voo não foi o mesmo do paciente de São Paulo que é o primeiro caso confirmado da doença no país. O homem é morador da capital paraibana e segundo a secretaria, começou a apresentar sintomas como tosse, febre e coriza ainda durante a viagem.

Para ler a matéria completa, https://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2020/02/26/primeiro-caso-suspeito-de-coronavirus-na-paraiba-e-investigado-pela-ses.ghtml

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Igor_Arabe

via G1

 

Um gráfico explica a pandemia

 

Não é histeria nem exagero. Para "achatar a curva" de contágio e evitar o colapso dos hospitais, será essencial evitar aglomerações e adotar as medidas básicas de prevenção

12/03/2020 06h32 Atualizado há 2 dias

 

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Dias atrás o biólogo Carl Bergstrom tuitou elogios enfáticos a um gráfico. Publicado pela jornalista visual Rosamund Pearce na revista The Economist, depois modificado pelo especialista em saúde pública Drew Harris com base em recomendações de 2017 dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDCs) para a epidemia de gripe, ele traduz com perfeição o desafio das autoridades sanitárias diante da pandemia de Covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus. Explica, numa imagem simples e de fácil compreensão, o sentido da expressão mais importante para enfrentá-lo: “achatar a curva” (acima, a tradução da versão de Bergstrom e da designer Esther Kim).

O erro mais frequente cometido por quem desdenha a pandemia é chamar a atenção para a proporção aparentemente baixa de mortos (entre 0,5% e 3,5% do infectados), para a alta quantidade de casos leves (mais de 80%) e para a gravidade reduzida, a não ser em grupos de risco específicos (como idosos, diabéticos e doentes do coração). É afirmar que o risco mínimo para crianças não justifica medidas como a supensão de aulas ou comparar tudo a uma gripe, como fez ontem o presidente Jair Bolsonaro em mais uma manifestação infeliz.

O crucial não é a gravidade da doença em si, mas a capacidade de dar atenção a todos os infectados no momento em que eles precisam. Quanto mais as infecções são adiadas, quanto mais se "achata" a curva de contágio ao longo do tempo, menor a pressão sobre o sistema de saúde, maior a probabilidade de que ele dê conta da epidemia no pico. Quando o vírus se espalha rápido, não há leitos, máscaras, tomógrafos, respiradores e outros equipamentos para quem precisa.

A situação na Itália demonstra o que pode acontecer: hospitais lotados, sem condição de atender pacientes não só de Covid-19, mas de qualquer doença – câncer, ataque do coração, perna quebrada ou mesmo gripe. Italianos hoje morrem do que não morreriam em situação normal. A tragédia deriva não do efeito da Covid-19, mas do impacto dela no sistema de saúde. O alerta do colunista David von Drehle em artigo no Washington Post resume a questão com perfeição:

Uma doença não precisa ser a pior de todos os tempos para produzir o pior cenário de todos os tempos. Basta impor ônus adicionais aos recursos de saúde superiores à capacidade desses recursos.

É por isso que todos os países afetados pela pandemia precisam fazer o possível para “achatar a curva” de contágio. Como a imagem demonstra, o mesmo número de infectados, mas mais espalhados ao longo do tempo, pode representar um ônus tolerável sobre a infra-estrutura de saúde. Quando todos precisam ser atendidos no hospital ao mesmo tempo, as mortes disparam.

Comparar as medidas adotadas por países que têm obtido sucesso no combate à pandemia ajuda a entender o problema. Na Itália, quando havia cerca de 7.500 infectados confirmados, o número de mortes já beirava 400 (hoje são quase 830 mortos para 12.500 infectados). Na Coreia do Sul, havia pouco mais de 50 mortes para 7.500 infectados (hoje há 66 para menos de 7.900). O que os sul-coreanos fizeram? Por que estão conseguindo controlar o vírus, ao contrário dos italianos?

A resposta pode ser resumida em duas palavras: testes e isolamento. Mais de 200 mil testes foram aplicados para confirmar as infecções. Cientistas desenvolveram um método que afirmam levar apenas 10 minutos para fornecer o resultado. Assim que um paciente com o vírus é descoberto, passa imediatamente a ficar confinado.

Evitar a transmissão é essencial para “achatar a curva” e evitar a pressão sobre o sistema hospitalar. Medidas drásticas, como quarentenas (Itália), confinamento de milhões de pessoas (China) ou proibição de viagens (Estados Unidos) podem até render mais repercussão. Mas têm eficácia menor que atitudes simples, como lavar as mãos, trabalhar em casa e evitar aglomerações (leia mais aqui).

Em vez de proibir os europeus de entrar nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump deveria era garantir o acesso a testes rápidos e baratos a todas as cidades americanas. Até 8 de março, quando os coreanos já tinham aplicado 190 mil testes (ou 3.700 para cada milhão de habitantes) e os italianos 50 mil (826 por milhão), os americanos mal passavam de 1700 (5 por milhão). Não é coincidência que os maiores sucessos na contenção da pandemia sejam Hong Kong e Cingapura, cuja população adotou medidas de auto-isolamento sozinha, em virtude da experiência com epidemias anteriores.

Não se trata de histeria, nem de exagero. Quanto antes as autoridades brasileiras entenderem a extensão da ameaça, quanto antes adotarem as medidas de prevenção necessárias, mais terão sucesso no desafio de “achatar a curva” e menor será o impacto da pandemia no sistema de saúde e na economia.

Cada indivíduo também deve fazer sua parte: lavar as mãos, evitar aglomerações e contatos desnecessários, só sair de casa quando essencial. Não porque pegar a doença seja necessariamente grave, mas porque, assim, evitará se transformar numa fonte de contágio para aqueles que realmente correm risco maior, como idosos ou diabéticos. Qualquer um que seja patriota de verdade e queira o bem da nação precisa contribuir para “achatar a curva”.

 

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Doutor Delgadinho
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Alguém aqui mora onde  já estão suspendendo as aulas das escolas e universidades por causa do vírus? 

Edited by Doutor Delgadinho

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Homessa
Posted (edited)
1 hora atrás, Doutor Delgadinho disse:

Alguém aqui mora onde  já estão suspendendo as aulas das escolas e universidades por causa do vírus? 

Eu moro no Rio de Janeiro. As aulas em escolas municipais, estaduais e particulares estarão suspensas a partir de segunda-feira.As municipais abrirão apenas para o almoço das crianças, de 11h às 13h.

Edited by Homessa
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E.R

https://tnonline.uol.com.br/noticias/cotidiano/67,493204,25,04,kim-jong-un-morre-apos-complicacoes-em-cirurgia-segundo-site-internacional

Segundo o site americano TMZ, o líder supremo norte-coreano Kim Jong-un, de 36 anos, morreu na Coreia do Norte.

O ditador teria falecido devido a complicações em uma cirurgia cardíaca.

Ele teria sido atendido às pressas por uma equipe de cirurgiões chineses, enviados pelo governo vizinho. Segundo o site norte-americano, a informação foi postada na rede social Weibo pela vice-diretora de um canal de notícias de Hong Kong.

As notícias ainda não foram confirmadas pelo governo chinês ou norte-coreano.

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