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 Brizola

Feminismo

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gustavo lins

A questão é: se é ~errado~ por estar matando um indivíduo, só é ~errado~ após 3 meses

Antes disso não é ~errado~

certo ou errado é questão de julgamento,agora o aborto não é norma,nunca será correto uma pessoa impedir uma vida de nascer e de existir,infelizmente eu não posso impedir do aborto acontecer.mais nunca vou concordar com ideia de legalizar algo que não é natural e nem tem lógica,acho melhor parar com essa conversa porque ta saindo do assunto do tópico,é melhor criar um tópico só pra aborto se for o caso

Edited by gustavo lins

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 Brizola

certo ou errado é questão de julgamento,agora o aborto não é norma,nunca será correto uma pessoa impedir uma vida de nascer e de existir,infelizmente eu não posso impedir isso.mais nunca vou concordar com ideia de legalizar algo que não é natural e nem tem lógica,acho melhor para com essa conversa porque ta saindo do assunto do tópico,é melhor criar um tópico só pra aborto se for o caso

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Bruce Dubber

Esse é o cara que quer ser moderador. /vamp

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Victor235
NOTÍCIAS
Cota mínima para mulheres no Legislativo passa em primeira votação

Da Redação | 25/08/2015, 20h57 - ATUALIZADO EM 26/08/2015, 07h34

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Moreira Mariz/Agência Senado

A participação feminina na política ganhou um reforço. O Plenário do Senado aprovou em primeiro turno, nesta terça-feira (25), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 98/2015, que reserva um percentual mínimo de cadeiras nas representações legislativas em todos os níveis federativos. Assim, a medida atinge Câmara dos Deputados, assembleias legislativas, câmara legislativa do Distrito Federal e câmaras municipais. A proposta foi aprovada em primeiro turno com 65 votos favoráveis e 7 contrários.

A PEC assegura a cada gênero percentual mínimo de representação nas três próximas legislaturas: 10% das cadeiras na primeira legislatura, 12% na segunda legislatura; e 16% na terceira. Caso o percentual mínimo não seja atingido por um determinado gênero, as vagas necessárias serão preenchidas pelos candidatos desse gênero com a maior votação nominal individual entre os partidos que atingiram o quociente eleitoral. A proposta altera o Ato das Disposições Constitucionais Transitórias e faz parte das sugestões da Comissão da Reforma Política.

Elogios

Vários senadores louvaram a iniciativa que, segundo eles, irá diminuir a desigualdade de gênero na política. A senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) ressaltou que as mulheres enfrentam mais dificuldades para optarem por uma carreira política e disse ter esperança que a proposta incentive a candidatura feminina.

A senadora lembrou que o Brasil tem uma das taxas mais baixas do mundo de presença de mulheres no Congresso Nacional. Segundo ela, de um total de 190 países, o Brasil ocupa a 116º posição no ranking de representação feminina no Legislativo.

A procuradora da Mulher no Senado, Vanessa Grazittion (PCdoB-AM), lamentou a posição do Brasil no ranking e classificou como “constrangedor” o fato de as mulheres terem que negociar uma cota no Legislativo. Para ela, o ideal seria que os partidos já tivessem consciência de montar suas listas com alternância de gênero e que as mulheres já tivessem alcançado a paridade com os homens. A senadora disse ter esperança de uma mudança cultural no país e de ver o dia que não será necessária de cota para que a mulher chegue ao Parlamento e ocupe um lugar "que é seu de direito".

O relator da comissão temporária da reforma política, senador Romero Jucá (PMDB-RR), lembrou, em seu relatório, que na esfera política há nítida desigualdade entre homens e mulheres em relação à ocupação de cargos públicos. Jucá argumentou que as mulheres são maioria na população e maioria no eleitorado, mas enfrentam dificuldades para conquistar cargos eletivos. Na Câmara dos Deputados, dos 513 cargos em disputa em 2014, apenas 51 foram ocupados por mulheres. No Senado, de um total de 81 vagas, somente 13 parlamentares são do sexo feminino. A PEC, porém, não modifica os critérios para eleição no Senado, já que este não faz uso do sistema proporcional.

Jucá destacou ainda que a ação afirmativa tem prazo definido. Na visão do senador, uma vez garantido o percentual de 16%, as barreiras socioculturais enfrentadas pelas mulheres serão reduzidas a tal ponto que, a partir da quarta legislatura subsequente à promulgação da PEC, não será mais necessário prever na legislação um nível mínimo de representação.

Voto contrário

O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) se posicionou contra a proposta afirmando que ela “fere o princípio da soberania do voto” já que o voto dado a uma mulher terá um peso maior do que o dado a um homem. Para ele, o princípio da soberania popular deve ser respeitado e é o povo que deve definir, em última instância, sobre a composição das assembleias que os representam.

- O que se pretende com essa emenda é dizer que a composição das assembleias não depende mais exclusivamente do povo, mas é pré-determinada pelo Congresso no exercício do poder constituinte derivado – protestou.

O senador Aloysio Nunes ainda acrescentou que a proposta abre um precedente gravíssimo para que sejam solicitados outros tipos de cotas.
AGÊNCIA SENADO

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Victor235

Apesar de ser apenas o eu-lírico de uma música, o relato de um personagem, o que não signifique que quem está cantando tenha esta visão, quero só ver o que aconteceria se esta música antiga fosse lançada hoje... Com certeza atacariam as páginas da dupla na internet, fariam um escândalo e acabariam com a carreira da mesma.

[YouTube]

Curiosidade: esta mesma dupla tem uma outra música chamada "Paixão de um machista".

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Victor235
NOTÍCIAS
Marido de Preta Gil é acusado de apologia ao estupro por piada na web
Por FAMOSIDADES
2 dias atrás

Casamento-Preta-Gil4.jpg
© Fornecido por Eleven Press Comunicações preta gil e marido

Rodrigo Godoy, marido de Preta Gil, gerou polêmica no Facebook, nesta quarta-feira (23), ao compartilhar uma piada. Tudo porque a brincadeira foi considerada por alguns internautas como apologia ao estupro.

“‘Oi, gata, comprei umas algemas para a gente transar.’ ‘Mas eu não quero transar com você!’ ‘Por isso mesmo...’”, dizia o texto.

O post, é claro, dividiu opiniões na web. Enquanto alguns criticaram fortemente o personal trainer, outros simplesmente classificaram a piada como humor negro e sem graça.

Para colocar um ponto final nas discussões entre seus seguidores, Rodrigo editou a publicação, afirmando que poderia apagar o que escreveu para acabar com as críticas, mas que achou melhor deixá-la em seu perfil.

"Essa p** aqui está gerando uma polêmica do c**. Poderia apagar? Sim, poderia, mas não vou. Independente do humor, o post foi publicado com essa intenção. Passar bem.”
MSN NOTÍCIAS/FAMOSIDADES

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Victor235

E essa, vocês acham que é contra a violência contra a mulher ou que acaba também incentivando a vingança?

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SâmaraCH

E essa, vocês acham que é contra a violência contra a mulher ou que acaba também incentivando a vingança?

Tá mais para incentivar a vingança mesmo.

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