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Lucas de Brito

Eduardo Campos, candidato à Presidência da República, morre em acidente aéreo.

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chavesmaniaco1002

Vaiar em velório é errado, as pessoas já estão tristes pela perda de um ente querido, ainda mais da forma como foi, e ainda presenciam isso no velório, mesmo não sendo para a família mas para a Dilma e o lula, considero como falta de respeito no mínimo

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Alan1509

Tudo bem que a presidência não é perfeita e essas coisas, mas porra, não precisavam fazer isso justo no velório do cara. Falta de respeito com a família

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JoelJunior15

Eu acabei de ler que a mulher de Eduardo Campos é uma das cotadas pra ser a vice de Marina. Ela é filiada ao partido desde 1991.

Alguém viu isso? O que acham?

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Victor235

Ela já falou que não quer, porque terá que ser "pai e mãe" de cinco filhos.

E melhor chamar algum político de fato dentro do PSB, e não uma filiada só porque é parente.

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Victor235
Há uns dias falei que não seria uma situação fácil para a Marina conseguir o apoio do PSB todo.


Olha aí, no primeiro dia de oficialização da candidatura:


Coordenador de Campos rompe com Marina e deixa campanha


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Alan1509

NOTÍCIAS
EUA estão envolvidos no acidente que matou Eduardo Campos, diz jornalista

De acordo com o jornalista investigativo norte-americano Wayne Madsen, especialista em inteligência e assuntos internacionais, os Estados Unidos, por meio da CIA, estariam envolvidos na queda do avião que matou Eduardo Campos no dia 13 de agosto.

A denúncia de Madsen foi feita na sua coluna “All Factors Point to CIA Aerially Assassinating Brazilian Presidential Candidate” (“Todos os Fatores indicam que a CIA assassinou por via aérea candidato brasileiro à Presidência”, sem tradução para o português), publicada no jornal online Strategic Culture Foundation. No texto, que lembra uma teoria da conspiração, o jornalista afirma que uma derrota de Dilma Rousseff representaria uma vitória para os planos de Barack Obama de eliminar “presidentes progressistas” da América Latina.

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Segundo Madsen, os EUA têm um longo histórico de participações em mortes de políticos que ameaçam o “Império Americano”, o que tornaria a queda do Cessna ainda mais suspeita. Veja agora os motivos levantados pelo jornalista para desconfiar da participação da CIA no acidente:

1. Avião Cessna 560XLS

De acordo com a coluna, os aviões modelo Cessna 560XLS apresentam um “histórico de voo perfeitamente seguro”, tornando mais estranha a queda da aeronave de Eduardo Campos.

O texto ainda discute que diversas incertezas estão sendo levantadas sobre o proprietário do avião, que teria sido comprado por meio de empresas-fantasma. Além disso, Madsen questiona o fato de o gravador de voz da cabine do piloto não ter funcionado – a conversa registrada pelo aparelho e divulgada pela mídia pertencia a um voo anterior.

O jornalista afirma que “observadores brasileiros” acreditam que o Cessna de Eduardo Campos era um “avião fantasma” e que a nebulosidade em torno do proprietário da aeronave seria uma das táticas utilizadas pela CIA para encobrir suas atividades.

2. Equipe de investigação

Madsen levanta suspeitas sobre a equipe norte-americana enviada ao Brasil para investigar a queda da aeronave. Segundo ele, a National Transportation Safety Board já havia dado motivos para desconfiança durante a investigação de dois outros acidentes (TWA 800 e American Airlines 587), quando obteve “excelência em acobertar ações criminosas”.

3. Marina Silva é um fantoche de George Soros

Nas palavras de Madsen, Marina Silva é um “fantoche” de George Soros, um magnata húngaro-americano que está na 27ª posição entre os mais ricos do mundo da revista Forbes e que teria feito doações milionárias para reeleger Obama. O jornalista ainda ressalta que Marina Silva é membro da Igreja Assembleia de Deus, pró-Israel e muito mais favorável aos EUA do que Dilma Rousseff.

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A atual presidente, na visão de Madsen, representa uma ameaça aos EUA, que estariam ainda mais desconfiados depois que Edward Swoden revelou que a Agência Nacional de Segurança (NSA) estava espionando as atividades de Dilma. Além disso, o governo americano estaria muito irritado com a criação do banco do BRICS.

Com a substituição de Eduardo Campos por Marina Silva, todos sabem o que aconteceu: as pesquisas passaram a se mostrar mais favoráveis à candidata do PSB do que à do PT. Apesar de Dilma aparecer à frente de Marina no primeiro turno, a situação se inverte nosegundo.

4. Marina Silva como “Terceira Via”

Conforme Madsen alega, a apresentação de Marina Silva como uma terceira opção entre a polarização PT e PSDB teria, na verdade, origem em uma corrente internacional conhecida por “Terceira Via”, à qual pertenceram vários políticos financiados justamente por George Soros. Para o jornalista, a intenção dessa corrente seria infiltrar seus representantes e assumir o controle de partidos ligados à classe trabalhadora. Entre os políticos mais famosos da Terceira Via, estariam Bill Clinton, Tony Blair e Fernando Henrique Cardoso.

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O próprio Eduardo Campos faria parte dessa corrente; entretanto, segundo Madsen, a Terceira Via não veria nenhum problema em tirá-lo de seu caminho para poder colocar no poder Marina Silva, que seria mais popular do que Campos e atenderia mais aos interesses de Israel e dos EUA.

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JoelJunior15

No mínimo interessante esse texto... Realmente o acidente foi bastante estranho, difícil de acreditar até hoje...

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Victor235
NOTÍCIAS
Câmara de SP aprova título póstumo de cidadão paulistano para Campos
12/08/2015 18h27 - Atualizado em 12/08/2015 18h27

Homenagem póstuma foi aprovada nesta quarta-feira (12).
Político morreu em queda de avião em 13 de agosto de 2014.

Do G1 São Paulo

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou nesta quarta-feira (12) o projeto de decreto legislativo que concede o título de cidadão paulistano póstumo em homenagem à memória de Eduardo Campos, candidato do PSB à presidência da República morto na queda de avião em 13 de agosto de 2014.

O projeto foi apresentado pelo vereador Eliseu Gabriel (PSB) antes da morte do candidato, em junho de 2014. Gabriel lembra que na época Campos ficou feliz com a homenagem proposta e perguntou se merecia a honraria. O vereador decidiu manter a homenagem mesmo após a morte de Campos. "Ele é uma pessoa que tem de ser lembrada, um grande líder, com uma grande visão de mundo", afirmou. O vereador planeja uma cerimônia que reúna a família, amigos e lideranças póliticas para entrega do diploma em data ainda não determinada.

Campos, de 49 anos, morreu na manhã de 13 de agosto após a queda do jato particular em que viajava em um bairro residencial em Santos, no litoral paulista. Chovia no momento do acidente. A Aeronáutica informou em nota que o avião decolou do aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com destino ao aeroporto de Guarujá (SP). A bordo da aeronave, estavam sete pessoas, das quais cinco passageiros (Campos e quatro assessores da campanha) e dois tripulantes.

- Eduardo Campos, candidado à Presidência
- Alexandre Severo e Silva, fotógrafo
- Carlos Augusto Leal Filho (Percol), assessor
- Pedro Valadares Neto, assessor e ex-deputado federal
- Marcelo de Oliveira Lyra, cinegrafista- Geraldo Magela Barbosa da Cunha, piloto
- Marcos Martins, piloto

Também nesta quarta, a Câmara dos Deputados, em Brasília, realizou uma sessão solene em homenagem a Campos (PSB). A cerimônia contou com a presença da viúva, Renata Campos, dos cinco filhos do casal, e da mãe de Campos, Ana Arraes, ministra do Tribunal de Contas da União (TCU), além de parlamentares e autoridades, como o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, e o prefeito do Recife, Geraldo Julio.

A sessão solene na Câmara é uma da série de homenagens aos mortos ao longo da semana, que também foram lembrados em missas. Na segunda-feira (10), quando Campos teria completado 50 anos de vida, foi feito um ato suprapartidário, no Recife, que reuniu diversas lideranças políticas, como o senador Aécio Neves (MG), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o ministro da Defesa, Jaques Wagner. Na terça-feira (11), a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) fez uma sessão solene em homenagem ao ex-governador do estado.
G1 SÃO PAULO

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