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Victor235

ELEIÇÕES 2016

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Victor235
Datafolha: Doria e Haddad não lideram entre tucanos e petistas

Levantamento do instituto mostra que Celso Russomanno e Marta Suplicy são os preferidos entre os eleitores do PSDB e do PT

Por Da redação
19 jul 2016, 09h09 - Atualizado em 19 jul 2016, 09h15 | Brasil

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Os candidatos do PT e do PSDB à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad e João Doria (Marcos Moraes e Adriana Spaca/Brazil Photo Press/Folhapress/Folhapress)

O PT e o PSDB não conseguem liderar a disputa pela Prefeitura de São Paulo entre seus próprios apoiadores. É o que mostrou pesquisa Datafolha divulgada nesta terça-feira pelo jornal Folha de S. Paulo. A pesquisa foi feita entre os dias 12 e 13 de julho e ouviu 1.092 pessoas. A margem de erro é de três pontos porcentuais. Entre os eleitores que se dizem simpatizantes com o PT, a senadora Marta Suplicy, que deixou a sigla para se filiar ao PMDB, é tão citada quanto o atual prefeito da capital paulista, o petista Fernando Haddad. O mesmo ocorre entre o eleitorado tucano: Celso Russomanno, do PRB, é o predileto à frente do empresário João Doria.

Considerado apenas o eleitor tucano, o candidato do PRB tem 30% de apoio, enquanto Doria aparece com 19%. Se o eleitorado geral for levado em consideração, Russomanno está na liderança isolada, com 25% das intenções de voto – em seguida, aparece Marta, com 16%. Os partidos preferidos dos eleitores são PT e PSDB, com 11% e 7%, respectivamente.

O levantamento também mostrou que a preferência do eleitorado varia conforme os níveis de escolaridade, renda e idade. Entre os eleitores que possuem curso superior, a disputa muda completamente de perfil em relação ao eleitorado geral: Russomanno, Erundina, Haddad e Doria estão quase empatados e Marta fica para trás. Em relação ao eleitorado de renda familiar acima de cinco salários mínimos, Haddad, Doria e Erundina também ampliam seus percentuais.

Já na divisão do eleitorado por idade, Erundina vai bem entre os entrevistados com 60 anos ou mais. A candidata do PSOL governou o município entre 1989 e 1992, por isso é pouco conhecida entre jovens de até 24 anos de idade.

Se for considerado o eleitorado de escolaridade de nível fundamental e de renda familiar de até dois salários mínimos, Russomanno e Marta largam na frente dos oponentes. No cenário sem o candidato do PRB, Marta lidera com 21%, ante Erundina, com 13%.

VEJA

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Victor235
Celso Russomanno volta a concorrer a prefeito de São Paulo

24/07/2016 18h11 São Paulo
Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil

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O PRB escolheu o deputado Celso Russomanno como candidato à prefeitura de São Paulo Divulgação/PRB

O deputado federal Celso Russomanno concorrerá à eleição da prefeitura de São Paulo, pelo PRB. O candidato a vice-prefeito na chapa de Russomano ainda não foi anunciado. A convenção que homologou a candidatura ocorreu hoje (24) no Salão de Eventos Golden House, no bairro Jardim América da Penha, na zona leste da cidade.

Na eleição de outubro, o PRB terá apoio do PSC, PTN e PEN.

“Meus amigos, fico muito feliz em dizer que acabo de ser escolhido, oficialmente, como candidato do PRB para a prefeitura da cidade de São Paulo. O PSC, PTN e PEN também já vieram conosco. Agradeço o apoio e carinho de todos os paulistanos e brasileiros que acreditam em meu trabalho”, disse Russomanno, por meio de sua rede social.

Celso Russomanno concorreu à prefeitura de São Paulo em 2012, chegou a ficar em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto, mas não passou ao segundo turno.

Edição: Nádia Franco

EBC / AGÊNCIA BRASIL

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Victor235

Os partidos estão tendendo a apoiar mais o Dória, provavelmente apostam que ele irá subir nas pesquisas com o início da campanha.

Líder de novo nas pesquisas em SP, Russomanno perde sua coligação de 2012
http://eleicoes.uol.com.br/2016/noticias/2016/07/23/lider-em-pesquisas-eleitorais-russomanno-perde-coligacao-de-2012.htm

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Victor235
PRB, PSDB, PSOL e PT oficializam candidatos à Prefeitura de São Paulo

24/07/2016 14h45 - Atualizado em 24/07/2016 16h02

Russomanno, Doria, Erundina e Haddad tiveram nomes homologados.
Primeiro turno será realizado no dia 2 de outubro.

Gabriela Gonçalves, Márcio Pinho e Vanessa Fajardo
Do G1 São Paulo

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Celso Russomanno (PRB), João Doria (PSDB), Luiza Erundina (PSOL) e Fernando Haddad (PT) tiveram suas candidaturas oficializadas neste domingo (Foto: G1/Nelson Antoine/FramePhoto/Estadão Conteúdo)

PRB, PSDB, PSOL e PT oficializaram neste domingo (24) os nomes dos seus candidatos nas eleições para a Prefeitura de São Paulo. O PT terá o prefeito Fernando Haddad concorrendo à reeleição. O PRB terá o deputado federal Celso Russomanno. O PSDB lançou o empresário João Doria. E o PSOL terá a deputada federal e ex-prefeita Luiza Erundina.

O primeiro turno das eleições municipais de 2016, que elegerão em todo o país prefeitos e vereadores, será realizado em 2 de outubro, primeiro domingo do mês. O segundo turno, somente em cidades com mais de 200 mil eleitores, está marcado para 30 de outubro, último domingo do mês.

O prazo para os partidos registrarem suas candidaturas termina no dia 15 de agosto. A propaganda eleitoral em rádio e televisão será de 26 de agosto a 29 de setembro.

PT oficializa Haddad

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Fernando Haddad e Gabriel Chalita participam da convenção do PT com a presença do ex-presidente Lula (Foto: Gabriela Gonçalves/G1)

O Partido dos Trabalhadores (PT) oficializou neste domingo (24) a candidatura de Fernando Haddad à reeleição para prefeito de São Paulo e anunciou o nome do ex-secretário municipal de educação Gabriel Chalita (PDT) como candidato a vice.

O anúncio foi feito durante a convenção do diretório municipal do partido na Quadra do Sindicato dos Bancários, no Centro de São Paulo.

"É uma disputa dura, é uma disputa difícil. Nas eleições municipais só se olha para São Paulo", disse Haddad em discurso. "São Paulo é um país."

Sobre a escolha do vice, Haddad falou: "Chalita é uma figura conhecidíssima, campeão de votos para deputado federal, muito bem votado para prefeito em 2012. Já tinha me dado apoio no segundo turno e agora acompanha a chapa para demonstrar que a gente quer unidade da cidade em benefício de quem mais precisa".

O ex-presidente Lula participou do evento para apoiar a reeleição de Haddad. "É possivelmente a eleição mais difícil em São Paulo", disse Lula. "Nós sempre tivemos problemas com a elite de São Paulo. É nesse clima que temos que provar que nossa força de vontade, garra e causa podem fazer a diferença."

A presidente afastada Dilma Rousseff enviou uma carta em apoio ao Haddad. Ela diz que "a vitória de Haddad é a vitória da democracia".

Compareceram também a atual vice-prefeita, Nádia Campeão, Ciro Gomes, o presidente do PT, Rui Falcão, e os presidentes dos partidos PCdoB, PR, PDT e Pros.

PRB oficializa Russomano

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Celso Russomanno discursa durante lançamento de sua candidatura à Prefeitura de São Paulo (Foto: Vanessa Fajardo/G1)

O Partido Republicano Brasileiro (PRB) oficializou a candidatura do deputado federal Celso Russomanno à Prefeitura de São Paulo. O candidato a vice na chapa ainda não foi anunciado. O PRB fez coligação com os partidos PSC, PTN e PEN.

"Pretendemos administrar São Paulo com serviços públicos de qualidade. E de que eu vou para rua e faço, ninguém aqui tem dúvida", disse Russomanno.

"Quero estar cercado de bons políticos e ótimos técnicos. Mas o papel do prefeito é ser o zelador da cidade, não o síndico. Porque é o zelador que vai na ponta e vê o cano estragado."

Russomano disse que não teme ter a candidatura impugnada por causa de um processo que corre no Supremo Tribunal Federal (STF) de peculato (desvio de dinheiro público). "Eu não tenho nenhuma insegurança jurídica. Assim como o meu, existem outros 116 casos análogos ao meu e todos foram aprovados. O ato 72 permite que o assessor parlamentar tenha mais de uma atividade."

Na convenção, realizada em um salão de eventos na Penha, Zona Leste de São Paulo, também foi feita a homologação de 83 pré-candidatos a vereadores da coligação.

Participaram o ministro da Indústria, Marcos Pereira, e o senador e presidente nacional do PRB, Eduardo Lopes, entre outros políticos.

PSDB lança Doria

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João Doria é anunciado candidato do PSDB às eleições para a Prefeitura de São Paulo (Foto: Marcio Pinho/G1)

A convenção municipal do PSDB em São Paulo confirmou neste domingo (23) o nome do empresário João Doria para a disputa ao cargo de prefeito da capital em outubro. Seu vice será o deputado federal Bruno Covas (PSDB).

A coligação de Doria é fornada por oito partidos. Além de PSDB, PSB e DEM, também fazem parte da coligação PTC, PMB, PHS, PV, PPS, PP, PRP e PTdoB.

Doria foi apontado como o nome do partido para as eleições deste ano após vencer as prévias do partido. Ele foi o primeiro colocado no primeiro turno. No segundo turno, o candidato Andrea Matarazzo se retirou da disputa e deixou o partido para se filiar ao PSD.

O evento teve a presença do governador Geraldo Alckmin, principal patrocinador político de Doria, do ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, do ministro das Cidades, Bruno Araújo, do senador Aloysio Nunes, Antonio Imbassahy (BA), líder do PSDB na Câmara dos Deputados, e do governador Marconi Perillo (GO).

Vários caciques do PSDB paulista, porém, estiveram ausentes, caso do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do ministro das Relações Exteriores, José Serra. Também não compareceram o ex-governador de São Paulo Alberto Goldman e o senador José Aníbal, que foram abertamente contrários à candidatura de Doria e denunciaram um suposto abuso de poder econômico nas prévias partidárias ao Ministério Público Eleitoral.

Doria minimizou as ausências e afirmou que Serra está em viagem internacional e que FHC não costuma comparecer a convenções, mas apoiará a candidatura.

"Vamos unir cada vez mais. Quem une 11 partidos ao seu lado tem a capacidade de agregar valores em seu próprio partido", disse.

Outro nome da cúpula do partido, o senador Aécio Neves também esteve ausente. Ele mandou um vídeo pedindo unidade ao partido.

PSOL oficializa Erundina

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Luiza Erundina é oficializada ao lado de Ivan Valente como candidata do PSOL às eleições para prefeito de São Paulo (Foto: Reprodução/Facebook/Luiza Erundina)

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) oficializou neste domingo (24) a candidatura da deputada federal Luiza Erundina nas eleições para prefeito de São Paulo. Ela vai compor a chapa com o deputado federal Ivan Valente como candidato a vice.

"Queremos fazer de São Paulo uma cidade das pessoas, invertendo prioridades e dando poder de decisão ao povo. Contra o vale da tudo da politica tradicional, acreditamos que sim, os sonhos podem governar", disse Erundina.

"Temos que fazer uma campanha pedagogica, para ensinar a política e resistir ao golpe e aos retrocessos. Eu não ficarei no gabinete, vou andar por toda a cidade. Vou ser a prefeita que conversa com as pessoas; irei até os problemas."

A convenção municipal do PSOL foi na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Água e Esgoto e meio ambiente do Estado de São Paulo, na Zona Norte.

"A possibilidade de estarmos no segundo turno, com o conhecimento que a população de São Paulo tem de Erundina, é muito grande", afirmou Ivan Valente. Luiza Erundina foi prefeita do município de São Paulo entre 1989 e 1993, eleita na época pelo PT.

G1

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Victor235
PMDB faliu o Rio de Janeiro, diz presidente nacional do PSB

Fernando Rodrigues 28/07/2016 14:56

Carlos Siqueira trabalha por aliança com PSD e PSDB no Rio

PSB é aliado do governo Temer (PMDB) na política nacional

Partido deve anunciar até o fim da semana quem apoiará


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Carlos Siqueira na sede nacional do PSB, em Brasília, em entrevista ao UOL

Presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira criticou duramente os governos do PMDB no Rio de Janeiro e a candidatura de Pedro Paulo (PMDB), que disputará a prefeitura fluminense. Na política nacional, o PSB é aliado do governo Michel Temer (PMDB).

“Nós precisamos criar um novo ciclo político. O Rio está falido, tanto o Estado quanto o município, e por isso não temos nenhum interesse em nos aliarmos ao PMDB. O PMDB precisa fechar um ciclo no Rio. O resultado é muito negativo. Está na hora da alternância natural da democracia”, disse Siqueira.

As informações são dos repórteres do UOL André Shalders e Pablo Marques.

“Além disso, o PMDB sairá com um candidato que, segundo reiteradas denúncias, agrediu a ex-mulher. Não combina com os socialistas”, acrescentou, referindo-se ao deputado federal Pedro Paulo, candidato do PMDB no pleito.

Pedro Paulo nega as acusações e diz que o episódio citado por Siqueira não teve violência tal como relatada.

Segundo Siqueira, o PSB deve decidir até o fim desta semana quem apoiará na disputa pela prefeitura do Rio de Janeiro. Ao menos 4 partidos (PSDB, Rede, PSD e PRB) ofereceram aos socialistas a vaga de vice-prefeito em suas chapas.

Na opinião de Siqueira, o ideal seria formar uma chapa de oposição aos peemedebistas unindo os pré-candidatos Carlos Osório (PSDB), Indio da Costa (PSD) e, eventualmente, a Rede Sustentabilidade. A estratégia mira as eleições nacionais de 2018.

CONVERSAS COM MARINA E KASSAB
Ao longo do dia desta semana, Siqueira conversou por telefone com Marina Silva, porta-voz nacional da Rede, e com Gilberto Kassab, presidente licenciado do PSD e atual ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

A disputa no Rio foi o tema das conversas. A Kassab, pediu que considerasse a possibilidade de formar chapa com os tucanos. Na 5ª feira, Siqueira reúne-se com o pré-candidato tucano, Carlos Osório.

CRÍTICAS A CRIVELLA
Carlos Siqueira também criticou o pré-candidato do PRB à prefeitura do Rio, o senador Marcelo Crivella (PRB). Para Siqueira, trata-se de um político que possui mais apelo no interior do Estado e na baixada fluminense, com desempenho fraco na capital.

Além disso, Crivella tenderia a acabar a disputa sem um arco de alianças que o possibilitasse avançar na disputa. “Só se ele se aliar ao [ ex-governador Anthony] Garotinho [do PR]. Mas aí é um sanduíche de pão com pão”, diz.

CANDIDATO PRÓPRIO EM 14 CAPITAIS
O PSB terá candidatura própria em 14 das 26 capitais brasileiras, segundo Siqueira. No chamado G 93, grupo que reúne as capitais e cidades com mais de 200 mil habitantes, o partido disputará 55 prefeituras.

Ao todo, o PSB tem 1,6 mil pré-candidatos a prefeito e pelo menos 30 mil pré-candidatos a vereador.

Em Belo Horizonte (MG), o partido terá a cabeça de chapa com o economista Paulo Brant. Ele deverá contar com o apoio do PSD e também do PC do B, do qual o PSB é hoje adversário na política nacional.

BLOG DO FERNANDO RODRIGUES - UOL

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Victor235
Anúncio de apoio do PR a Crivella no Rio racha família Garotinho

Clarissa diz que partido vai oficializar aliança com candidato do PRB na sexta, mesmo contra a vontade do seu pai, Anthony Garotinho
MURILO RAMOS
28/07/2016 - 16h22 - Atualizado 28/07/2016 17h34

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Anthony Garotinho e Clarissa Garotinho (Foto: Hipólito Pereira / Agência O Globo)

Marcada para esta sexta-feira (29), a convenção municipal do PR do Rio de Janeiro vai anunciar, sob a batuta da deputada federal Clarissa Garotinho, o apoio a Marcelo Crivella (PRB) na disputa pela prefeitura. O problema é que Anthony Garotinho, presidente da legenda no estado e pai de Clarissa, quer que a sigla caminhe com Índio da Costa (PSD). Clarissa obteve a maioria dos votos no diretório municipal para carimbar o apoio a Crivella. Até o momento, a única chance de a vontade de Anthony Garotinho prevalecer seria com a intervenção no diretório municipal. Clarissa espera que isso não aconteça.

ÉPOCA/EXPRESSO

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Victor235
Representação contra João Doria é julgada improcedente

postado em 29/07/2016 21:31
Agência Estado

São Paulo, 29 - O juiz eleitoral Danilo Mansano Barioni julgou nesta sexta-feira, 29, improcedente uma representação do Ministério Público Eleitoral que acusava o empresário João Doria, candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, de ter feito propaganda antecipada em um jantar.

Segundo o Ministério Público Eleitoral, o evento, promovido em junho por Washington Cinel, dono da empresa de segurança Gocil, teria sido "integralmente patrocinado" por empresa privada, sem qualquer contribuição do partido por meio de seu Diretório Municipal, o que constituiria propaganda antecipada.

Para provar a tese, o promotor José Carlos Bonilha anexou um vídeo feito por um convidado com um discurso do tucano no qual ele fala sobre a candidatura e a decisão de deixar o comando do Grupo de Líderes Empresariais (LIDE).

Em sua decisão, o magistrado alega que Doria não extrapola "os elásticos limites" que a legislação atual estabeleceu aos candidatos.

"Não houve pedido explícito de voto nem manifestação que se insira em qualquer norma repressiva. Assim, nem pelo conteúdo, nem pela forma, nem pelo meio pelo em que propalado se pode inferir que o discurso se caracteriza como propaganda eleitoral antecipada".

Pela nova regra eleitoral, não configuram propaganda eleitoral antecipada a menção à pretensa candidatura e a exaltação das qualidades pessoais dos pré-candidatos, desde que não envolvam pedido explícito de voto.

"O juiz aplicou a norma no sentido de que manifestações políticas estão autorizadas", diz o advogado Anderson Pomini, que atende a campanha do PSDB.

Outras duas frentes de investigação contra Doria estão em andamento no Ministério Público Eleitoral.

A mais recente é sobre a suposta vinculação de nomeações políticas no governo paulista com o procedimento de eleição e também foi instaurada pelo promotor José Carlos Bonilha.

A base da investigação foi a nomeação de Ricardo Sales, do PP, para a Secretaria de Meio Ambiente após o partido entrar na aliança eleitoral tucana.

Segundo o promotor, 'aparentemente' o governador Geraldo Alckmin trocou um quadro técnico por uma indicação política para beneficiar a campanha de João Doria.

A outra frente partiu de dentro do próprio PSDB. O ex-governador Alberto Goldman e o senador José Aníbal, presidente do Instituto Teotônio Vilela, acusam Doria de compra de votos e abuso do poder econômico nas prévias da legenda.

O afilhado político de Alckmin venceu a disputa interna contra o vereador Andrea Matarazzo, que deixou o PSDB e migrou para o PSD.

"O destino dessas duas (representações) certamente será o mesmo", diz Pomini.

O candidato do PSDB foi o primeiro a inscrever sua candidatura na 1° Zona Eleitoral, no Jardim Paulista. Com isso, a campanha de Doria poderá abrir conta e criar um CNPJ.

ESTADO DE MINAS/AGÊNCIA ESTADO

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Victor235
Matarazzo: Descobri que eu e Marta temos uma visão muito semelhante para SP

postado em 30/07/2016 16:07
Agência Estado

São Paulo, 30 - O candidato a vice-prefeito de São Paulo da chapa PMDB-PSD, Andrea Matarazzo (PSD), afirmou neste sábado, 30, que tem uma visão sobre a administração municipal muito semelhante à de Marta Suplicy, candidata do PMDB . "Desde que a Marta me convidou para ser seu vice, descobri que temos uma visão muito semelhante sobre a cidade", disse o candidato que, antes de dizer sim à peemedebista, chegou a afirmar que nunca iria unir-se a Marta.

A uma plateia com centenas de filiados do PMDB, PSD e pessoas ligadas a candidatos a vereador, Matarazzo também afirmou que a campanha está só começando e vai agregar mais pessoas. "Tenham certeza que muita gente vai se unir à nossa campanha", disse o candidato. Matarazzo mudou de partido e aceitou o convite da peemedebista depois de entrar em conflito com o PSDB durante as prévias da campanha do partido para a eleição municipal. Ele era pré-candidato, mas acabou perdendo a vaga para o empresário João Doria.

Em seu discurso, Matarazzo tentou demonstrar que conhece as diferentes regiões da capital paulista e citou a situação em vários bairros da periferia. Nas palavras dele, são regiões carentes da presença do poder público. "Temos de sair do gabinete e fazer parte da vida da São Paulo real", afirmou.

Matarazzo também citou projetos feitos por Marta Suplicy quando ela foi prefeita de São Paulo, ainda filiada ao PT. O ex-tucano citou os CEUs e o bilhete único. "Veja, Marta, como temos vários pontos de vista em comum com a cidade", disse Matarazzo, dirigindo-se à companheira de chapa e palanque.

ESTADO DE MINAS / AGÊNCIA ESTADO

 

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A nova união de Matarazzos com Suplicys

Com famílias enlaçadas, Marta e Andrea deixam divergências e se juntam nas eleições deste ano

Gilberto Amendola
30 Julho 2016 | 18h06

Na primeira cena, o ex-senador Eduardo Matarazzo Suplicy (PT) é carregado por um grupo de policiais após protestar contra uma reintegração de posse na zona oeste de São Paulo. Corta.

Na sequência, o vereador Andrea Matarazzo (PSD), primo de Eduardo, fecha um acordo político improvável com um de seus desafetos íntimos, a senadora Marta Suplicy (PMDB), ex-mulher de seu primo. Corta.

Estamos em 1881. Uma barcaça aproxima-se da Baía de Guanabara, no Rio. Uma manobra descuidada faz com que 2 toneladas de banha de porco se esparramem no mar. Close em Francesco Matarazzo. Ele parece preocupado.

Mas Matarazzo insistiu na banha de porco. A ideia de vendê-la em lata fez com que o italiano tivesse o primeiro sucesso da carreira – que de tão extensa precisa ser mostrada em flashes rápidos: um armazém de secos e molhados que se transforma em uma fábrica; uma fábrica que se multiplica em centenas de outras, milhares de empregados entrando e saindo e um letreiro onde se lê Indústrias Reunidas Fábricas Matarazzo (IRFM). Corta.

Outra imagem do mar. Estamos no Porto de Santos. Em off, a voz do ex-senador Suplicy: “Se a parceria de Marta e Andrea pode dar certo? Difícil. Uma vez a coligação Suplicy-Matarazzo se deu maravilhosamente bem”.

Foto: Arquivo Pessoal
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Na cena, Paulo Cochrane Suplicy, um importante corretor de café, caminha pelo porto. O rapaz presencia o desembarque de uma moça, apaixona-se à moda dos contos de fada, mas é desencorajado por amigos que dizem: “Esquece, é a neta do conde. Vai se casar com um príncipe”. Pois bem, antes que uma Matarazzo se unisse com um Suplicy, muita coisa aconteceu. Filomena casou, engravidou e enviuvou...

Corte rápido para um gabinete da Câmara Municipal. O rosto de um vereador, próximo de Marta e Andrea, não é focalizado. “Ele chegou a dizer para mim que jamais aceitaria. Disse que não tinha como explicar essa aliança para o seu eleitorado. Declarou que era mais fácil uma vaca voar. Acho que tem um dedo do José Serra. Ele é muito próximo do Andrea e está de olho em 2018. Ou a Marta ganha e Andrea vira um vice relevante ou a carreira política dele está em apuros...”

Vamos conhecer uma outra família tradicional. A câmera foca na jovem Marta Teresa Smith de Vasconcellos, filha do industrial Luiz Affonso Smith de Vasconcelos, dono de indústrias de papel. A garota levanta a mão e responde, em francês, a pergunta de uma das professoras do Colégio Sion.

Corte para uma cena de uma festa ao redor da piscina. Ao tentar chamar atenção do jovem Eduardo, Marta o joga na água. Breve passagem de tempo. Bastou um telefonema no dia seguinte para que o namoro engatasse. Marta Teresa transforma-se em Marta Suplicy. Cenas de casamento, nascimento de filhos, fundação do PT, TV Mulher, carreira política, e separação.

De novo na Câmara Municipal, sem mostrar o rosto, um homem conta. “Na época da separação, Andrea chegou a insinuar que a Marta não deveria usar o sobrenome do ex.”

Na cena seguinte, temos o sobrinho-neto de Ciccillo Matarazzo (que, por sua vez, era sobrinho de Francesco Matarazzo), Andrea Matarazzo, graduando-se em Administração de Empresa. Passagem de tempo. No início dos anos 1990, ele trabalha como secretário de Mário Covas. Outra passagem de tempo. Durante o governo Fernando Henrique Cardoso, ele vira embaixador do Brasil em Roma. Em 2005, é subprefeito da Sé na gestão do amigo Serra.

A tela é dividida em duas outra vez. Na metade vermelha, Marta, prefeita e petista. Na metade azul-amarelo, Andrea é da gestão Kassab; nas secretárias de Subprefeitura e Cultura; querendo ser candidato em 2012 e tornando-se vereador.

As diferenças entre o Matarazzo e a Suplicy explodem na rede. Não era raro Andrea usá-la para criticar a então petista. “Quem lembra da cidade esburacada e falida que a Marta deixou, vota #PTnuncamais”; “Quem gosta de Daslu é a Marta.”

Se publicamente a relação era ruim, no seio familiar parecia ser morna. “Depois da morte dos nossos avós, quase não estivemos juntos em almoços ou jantares. Ele não é um primo-irmão. Sempre foi um primo de segundo grau, distante”, disse Suplicy.

A tela se divide novamente. De um lado, Marta deixa o PT e se filia ao PMDB; no outro; Andrea sai do PSDB depois de perder uma disputa interna para João Doria. Marta é a candidata à Prefeitura pelo PMDB; Andrea é o candidato do PSD. Até que...

Corta hoje para Andrea: “Não sou tucano. E Marta não é do PT.” Em outra cena, vemos uma amiga de Andrea e de Marta comemorando a decisão. “Eles têm tradição. Não precisam de política para enriquecer. Já são pessoas ricas”, fala a artista plástica Maria Bonomi, neta de Giuseppe Martinelli, construtor do Edifício Martinelli. “Eles deixaram as vaidades de lado.”

Por fim, voltamos à cena do ex-senador Suplicy sendo levado pela polícia. Nestas eleições, ele será candidato a vereador pelo PT. O filme Matarazzo-Suplicy continua.

ESTADÃO

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Victor235

Uma baixa na coligação de Sebastião Melo:

João Rodrigues é candidato do PMN à Prefeitura de Porto Alegre

30/07/2016 14h20 - Atualizado em 30/07/2016 15h44

Oficialização da candidatura foi feita na manhã deste sábado (30) pelo PMN.
Candidato reuniu o partido para falar dos projetos que serão defendidos.

Do G1 RS

O Partido da Mobilização Nacional (PMN) confirmou na manhã deste sábado (30) o nome de João Rodrigues como candidato à prefeitura de Porto Alegre. A oficialização da candidatura de João Rodrigues, de 51 anos, aconteceu na convenção do partido, na Câmara de Vereadores.

O candidato reuniu o partido para falar dos projetos que serão defendidos durante a campanha. O empresário defende a nomeação de especialistas para a administração de secretarias. “A gente teria que sentar lá e criar um governo técnico e capacitado, com condições de se tocar um trabalho sério em Porto Alegre”.

Ele disse que sua primeira medida seria levantar qual a situação da administração municipal, uma vez que os municípios tem passado por dificuldades financeiras "extremas", como afirma Rodrigues.

"Não quero dizer com isso que o trabalho (que vem sido feito) não seja importante, nem sério, mas temos uma outra visão para governar a cidade de Porto Alegre, que é através de um governo técnico e não por meio de um conchavo de partidos políticos. É isso que nós precisamos", afirmou.

G1/RBS TV

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Victor235
Solidariedade lança candidatura do Major Olímpio à prefeitura de São Paulo

30/07 às 12h23 - Atualizada em 30/07 às 12h25

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O Solidariedade (SD) confirmou, na tarde desta sexta-feira (29) a candidatura do deputado federal Major Olímpio à prefeitura de São Paulo. O candidato a vice-prefeito é David Martins, presidente estadual do partido e dirigente da Força Sindical. A convenção municipal do SD foi no Plenário 1º de Maio da Câmara Municipal, no centro da cidade.

“A principal bandeira [da candidatura] será tolerância zero em relação aos ilegais e respeito ao cidadão”, disse Major Olímpio, referindo-se à corrupção. “É justamente a gestão pública que tem que ser modificada”. Segundo o deputado, tanto o país quanto os municípios “querem uma mudança na forma de gestão”.

Além disso, Major Olímpio defendeu a execução do Plano Diretor da cidade. “Vamos, dentro de um propósito legalista, cumprir o Plano Diretor Executivo da cidade. Vamos cumprir o orçamento da cidade e fiscalizar todos os atos da administração pública”, disse o deputado.

Em apoio à candidatura, estiveram presentes o deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (SD-SP), o presidente municipal do Solidariedade, Cláudio Prado, e o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Miguel Torres.

Outras candidaturas

Cinco partidos já oficializaram os nomes dos seus candidatos à eleição para prefeito de São Paulo: PRB, PSDB, PSOL, PT e Rede Sustentabilidade. No PRB, o deputado federal Celso Russomanno disputará a prefeitura, mas o candidato, mas o candidato (sic) a vice-prefeito ainda inda (sic) não foi oficializado.

O atual prefeito, Fernando Haddad, concorre à reeleição, tendo como companheiro de chapa o ex-secretário de Educação do município, Gabriel Chalita.

O PSDB confirmou o empresário João Doria e o deputado federal Bruno Covas como candidatos, respectivamente, a prefeito e vice-prefeito.Pelo PSOL, a deputada federal e ex-prefeita de São Paulo Luiza Erundina concorre à prefeitura, tendo como candidato a vice-prefeito o também deputado federal Ivan Valente.

O candidato da Rede Sustentabilidade é o vereador Ricardo Young. A ativista Carlota Mingolla completa a chapa, concorrendo ao cargo de vice-prefeita.

JORNAL DO BRASIL/AGÊNCIA BRASIL

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Victor235

Em tempo:

Ricardo Young oficializa candidatura à Prefeitura de São Paulo

28/7/2016 às 22h32 (Atualizado em 28/7/2016 às 22h35)

Nomeado pelo partido de Marina Silva minimizou a importância do tempo de TV na campanha

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Rede não formou aliança com nenhuma outra sigla na capital paulista e concorrerá ao cargo com uma chapa "pura"
Reprodução/Facebook

O candidato a prefeito de São Paulo, Ricardo Young (Rede Sustentabilidade), minimizou na noite desta quinta-feira (28) o fato de que terá pouco tempo na publicidade eleitoral gratuita para divulgar a candidatura na TV.

Young afirmou que tempo de TV é importante, mas que não é "absolutamente fundamental". De acordo com ele, as pesquisas têm mostrado que uma parcela significativa não assiste mais a TV.

— Vamos trabalhar bastante com redes sociais e usar estratégia no horário eleitoral gratuito que permitirá articulação com as mídias sociais.

Ao lado da ex-senadora Marina Silva (Rede), Young tornou oficial a sua candidatura a prefeito de São Paulo, em convenção realizada na Câmara Municipal. Carlota Mingolla, também da Rede, será a candidata a vice.

O partido não formou aliança com nenhuma outra sigla na capital paulista e, portanto, concorrerá com uma chapa "pura". Antes da convenção, Marina elogiou o nome de Young para a disputa.

— A candidatura do Ricardo é um motivo de satisfação. Ele tem esse DNA do Rede, trabalha há muito tempo com a questão da sustentabilidade. Além disso, o mandato de vereador o credencia a fazer esse trânsito e buscar a eleição para prefeito.

As eleições de 2016 serão as primeiras do partido de Marina, que foi fundado em 2013, mas só teve seu registro autorizado pela Justiça em setembro de 2015. Também é a primeira vez que Young concorre à Prefeitura de São Paulo. Ele está no seu primeiro mandato como vereador, cargo para o qual foi eleito pelo PPS (Partido Popular Socialista), em 2012.

R7

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Victor235

Saindo brevemente do eixo São Paulo/Rio de Janeiro/Porto Alegre:

PMN lança Rafael Greca como candidato à Prefeitura de Curitiba

30/07/2016 13h01 - Atualizado em 30/07/2016 13h01

Definição foi feita em convenção realizada neste sábado (30).
Candidatura ao cargo de vice-prefeito ainda não foi definida.

Fernando Castro
Do G1 PR

Imagem
Rafael Greca, ao centro, foi lançado à Prefeitura de Curitiba (Foto: Luíza Vaz / RPC)

O Partido da Mobilização Nacional (PMN) oficializou neste sábado (30) a candidatura de Rafael Greca à Prefeitura de Curitiba. A convenção deixou em aberto a indicação do vice, que deverá ser definido até o fim do prazo estabelecido, no dia 5 de agosto.

“A reintegração do transporte metropolitano, a volta da triagem social, a reabertura da Fazenda Solidariedade. Eu quero devolver a eficiência à máquina pública, usar os recursos disponíveis no Paraná Urbano, na Sanepar, na Copel para fazer o bem para a cidade”, disse Greca ao ser questionado sobre as principais propostas para a cidade.

O candidato do PMN afirmou que tenta voltar à prefeitura mais competente e maduro e prometeu melhorias em áreas como a iluminação pública, asfaltamento e prevenção de enchentes.

“Uma cidade onde tudo volte a ser muito limpo, uma cidade que tenha uma prefeitura que não dorme, que reintegre a rede metropolitana de transporte, que se ligue na luz do sol nas startups, nas fablabs, na cultura dos jovens. Quero fazer tudo o que os jovens querem, porque competência não envelhece e eu estou com uma vontade tremenda de voltar a ser prefeito”, disse.

A coligação que ainda será oficializada deve lançar 57 candidatos a vereador, informou o partido.

Perfil
Rafael Greca já foi prefeito de Curitiba entre os anos de 1993 e 1997. Ele também exerceu mandatos como deputado estadual e federal, além de ter sido ministro do Turismo no governo de Fernando Henrique Cardoso. Em 2012 ele também disputou a eleição para a Prefeitura de Curitiba e terminou em quarto lugar, com 10,45% dos votos válidos.

G1/RPC

Já em Araraquara, além de um colega de curso ser confirmado candidato a prefeito pelo PSOL, um importante professor nosso anunciou que será candidato a vice-prefeito. Ele já ocupou a Secretaria do Meio Ambiente, e é filiado à REDE, que fez uma grande coligação, com PRB, PRTB, PTC, PSDC, PTN e PSL. Mais: http://www.araraquara.com/politica/politica_internaNOT.aspx?idnoticia=1185193

Edited by Victor235

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Victor235

Um pouco de Minas Gerais:

Convenção define candidatos do PDT, PCdoB e PRP em Uberlândia

29/07/2016 09h05 - Atualizado em 29/07/2016 09h05

Partidos serão representados apenas por candidatos a vereadores.
Coligação partidária vai apoiar reeleição do prefeito Gilmar Machado.

Do G1 Triângulo Mineiro

Imagem
Evento partidário ocorreu na noite desta quinta-feira em Uberlândia (Foto: Reprodução/TV Integração)

A convenção da coligação do Partido Democrático Trabalhista (PDT) e do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) ocorreu junto à do Partido Republicano Progressista (PRP), na noite desta quinta-feira (29), em Uberlândia. Na oportunidade foram lançadas as candidaturas a vereador de ambos os partidos.

O evento foi realizado em um salão de festas com cerca de 700 militantes e pré-candidatos. A coligação PDT/PCdoB definiu o número de vereadores, mas ainda não tem ao certo a definição do tempo de TV. Ao todo serão 41 candidatos a vereador. Os partidos vão apoiar a candidatura de reeleição do prefeito Gilmar Machado (PT), que também estava presente na ocasião e agradeceu ao apoio.

O PRP também lançou as candidaturas dos vereadores sendo dez mulheres e 23 homens. A legenda também não irá disputar as eleições majoritárias.

G1/TV INTEGRAÇÃO

 

PRP define Froidinho como candidato à Prefeitura de Uberaba

Juliano Batista foi indicado como vice na chapa.
Convenção também definiu 21 candidatos ao cargo de vereador.
Do G1 Triângulo Mineiro

O Partido Republicano Progressista (PRP) realizou nesta sexta-feira (30), em Uberaba, a convenção para definições sobre as Eleições 2016. A reunião ocorreu no plenário da Câmara Municipal.

O PRP decidiu que o atual presidente do partido em Uberaba, Luis Renato de Oliveira Gomes, o Froidinho, como candidato à Prefeitura.

Para o posto de vice-prefeito foi anunciado o nome de Juliano Batista, que também é do PRP. O partido deicidiu (sic) não fazer coligações na eleição majoritária.

Foram definidos, ainda, nomes de 21 candidatos ao cargo de vereador. O PRP ainda não definiu se vai coligar com outros partidos na disputa proporcional.

G1/TV INTEGRAÇÃO

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Victor235

O PSDB da capital paulista saiu na frente e já registrou 44 candidatos a vereador, incluindo Edson Aparecido, Eduardo Tuma e Mário Covas Neto.

Também já deu para saber, dentre os partidos que apoiam Doria, como se dividirá uma das coligações proporcionais: PSDB/PSB/PP/DEM. Devem registrar um quociente altíssimo.

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Parece que na nova regra eleitoral apenas os seis maiores partidos da coligação majoritária contarão tempo para o candidato a prefeito no bloco. Ou seja, uma coligação com 12 partidos, por exemplo, não agregaria tanto tempo a mais. Apesar disso, já estão formando coligações enormes por aí, ao contrário do previsto que isto causaria.

Edited by Victor235

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