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Victor235

LIVROS

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E.R
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https://revistaoeste.com/amazon-almeja-milhares-de-empregos-com-novo-centro-de-distribuicao-no-brasil/

O homem mais rico do mundo, Jeff Bezos, demonstra interesse em investir cada vez mais no mercado brasileiro.

Nesse sentido, a Amazon, empresa de tecnologia criada por ele, anunciou expansão no Brasil.

A companhia lançou mais um centro de distribuição no Brasil. Localizado em Cajamar, cidade da Região Metropolitana de São Paulo, o mais novo centro de distribuição é o quinto mantido pela Amazon no país.

De acordo com a empresa, a estrutura conta com mais de 100 mil metros quadrados. O espaço servirá, sobretudo, para prestar serviço de entregas aos consumidores.

A equipe da Amazon tem a perspectiva de gerar “milhares de empregos diretos e indiretos”.

“A Amazon está animada em expandir nossas operações de logística na região de São Paulo, gerando empregos adicionais à comunidade e aumentando nossa capacidade para lidar com o crescimento extraordinário que temos registrado no Brasil”, afirma o gerente regional da Amazon no país, Alex Szapiro. 

Antes de gerar postos de trabalhos, a empresa tem gerado clientes para ela mesma no mercado nacional. Isso porque os gestores da marca afirmam que o Brasil é o país que registra o maior crescimento de assinantes do Amazon Prime, serviço de streaming que disputa vez com a Netflix e a Globoplay.

O novo centro de distribuição é o quarto da Amazon em Cajamar, município com população estimada em 77 mil habitantes, conforme registra o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O outro espaço mantido pela multinacional está localizado em Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife.

A Amazon é um dos sites que mais vende livros e HQs no Brasil.

 

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E.R
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https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2020/09/ricos-sao-os-que-mais-deixaram-de-ler-no-brasil-desde-2015.shtml

Desde 2015, a queda mais brusca nos índices de leitura no Brasil ocorreu entre os mais ricos e escolarizados.

É o que mostra a quinta edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, iniciativa do Instituto Pró-Livro e do Itaú Cultural, que identificou uma diminuição de 4% no nível geral de leitura no país.

Hoje, 52% dos brasileiros têm o hábito da leitura — o que define um leitor, para a pesquisa, é ter lido um livro nos últimos três meses, inteiro ou em partes — e três em cada dez pessoas declaram ter dificuldade de compreender um livro.

De todas as faixas de renda familiar, a que mais caiu foi a que recebe mais de dez salários mínimos, com uma redução de 12 pontos percentuais, de 82% para 70%.

O estrato de cinco a dez salários mínimos caiu 11 pontos.

Todas as faixas inferiores tiveram reduções menores, de no máximo 4 pontos percentuais.

O percentual de pessoas com ensino superior que se declara leitor caiu de 82% para 68%.

Também foi a queda mais acentuada entre todos os níveis de escolaridade.

"O número de pessoas que usam seu tempo livre com a internet, as redes sociais cresceu muito e vai aumentando conforme a leitura vai caindo", afirma Zoara Failla, coordenadora da pesquisa. "O tempo que se dedicava a outras atividades, inclusive leitura, está sendo atraído."

 

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E.R
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https://valor.globo.com/empresas/noticia/2020/09/15/plano-de-recuperacao-da-livraria-cultura-e-rejeitado-por-parte-dos-credores.ghtml

Após parte dos credores rejeitar o novo plano de recuperação judicial da Livraria Cultura, em assembleia realizada ontem, fica nas mãos da Justiça decidir se o processo caminha ou não em direção à falência.

A maioria dos credores de classe 4 da empresa — que representam editoras menores a quem a Cultura deve menos dinheiro — disse não ao aditivo apresentado ao plano por causa da crise do coronavírus.

Dos 45 credores dessa classe presentes, 24 votaram contra a aprovação.

Mais de 95% dos grandes credores, de classe 1, votaram a favor.

Agora o juiz Marcelo Barbosa Sacramone decidirá sobre o andamento do processo. Se ele decidir que a assembleia alcançou quórum majoritário para aprovar o plano, mesmo com a rejeição da maioria da classe 4, ele pode forçar o processo de recuperação judicial a seguir em frente com o aditivo.

Caso o complemento ao plano seja negado, o juiz pode determinar que vale o acordo de recuperação judicial aprovado em 2019. Mas será preciso avaliar se a Cultura cumpriu todos os prazos e obrigações determinados naquela ocasião.

Em caso negativo, a falência da Cultura é decretada.

Mas uma decisão que aponte imediatamente para a falência da Cultura, pela rejeição do aditivo, é pouco provável e seria precipitada, segundo o advogado Vitor Antony Ferrari, que acompanha o caso.

Na nova versão do plano da Cultura, desdobramento de um processo de recuperação judicial que se desenrola desde 2018, a empresa introduziu uma nova categoria de fornecedores que se comprometeriam a manter a entrega de produtos essenciais ao funcionamento da livraria por 18 meses contínuos, em troca de deságio.

O plano aprovado no ano passado prevê o pagamento das dívidas da Cultura aos seus credores, um valor que alcançou R$ 285,4 milhões em 2018, ao longo de até 14 anos.

 

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E.R
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https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2020/10/editora-arqueiro-lanca-livro-de-john-grisham-em-novembro.shtml

A editora Arqueiro lança em novembro a obra “Cartada Final”, do escritor norte-americano John Grisham, que tem como enredo o preconceito racial em torno de um crime. A tiragem inicial será de 10 mil exemplares.

 

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E.R
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https://exame.com/revista-exame/vida-nova-ao-livro-digital/

Na história dos e-books — os livros em formato digital — pode-se dizer que o ano de 2020 está sendo uma espécie de elixir.

O mercado global de livros feitos para as telas vive uma retomada desde que as pessoas passaram a evitar sair à rua por causa do novo coronavírus.

O crescimento previsto é de 12,4% no faturamento anual do setor em relação a 2019, para 16,6 bilhões de dólares, segundo a consultoria alemã Statista.

Um dos maiores motivos para a preferência por livros digitais é que, com o comércio fechado, as pessoas tiveram de se voltar para as varejistas online — e a rapidez com a qual e-books são entregues se tornou um diferencial, além do preço geralmente menor. Com apenas um clique, o leitor recebe o livro em seu dispositivo e já pode começar a ler.

Essa maior facilidade está por trás do crescimento inédito registrado pela empresa ­Bookwire, uma distribuidora de livros digitais brasileira. Nos primeiros dois meses da quarentena, a Bookwire vendeu 9 milhões de cópias de livros digitais, 70% do volume do ano de 2019 inteiro. Para Marcelo Gioia, diretor-geral da companhia, os efeitos não foram temporários. “Tivemos um aumento na base de leitores. E há também uma mudança de comportamento do consumidor, que passou a comprar mais online. Os reflexos são duradouros”, diz.

Outro negócio que cresceu na pandemia foi o clube de assinaturas de livros TAG, que teve de investir no digital e acelerar a oferta de e-books para os clientes, além de criar um portal com conteúdos extras. De janeiro a setembro, a base de assinantes cresceu 20% e a taxa de engajamento de leitura no aplicativo tem subido 40% mês a mês desde abril, quando a opção do livro digital surgiu. “As gerações que não estavam acostumadas a consumir o formato digital agora estão consumindo”, diz Gustavo Lembert, cofundador e presidente da TAG.

Os livros em áudio também cresceram na pandemia e devem continuar em um ritmo acelerado nos próximos anos, impulsionados pelo aumento no uso de alto-falantes inteligentes, com seus sistemas de assistentes virtuais. A expectativa é que 133 milhões de aparelhos desse tipo sejam vendidos no mundo neste ano, segundo a consultoria IDC. 

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Usagi White

Fiquei aqui pensando...

Por anos nós tivemos muitos livros e até filmes que colocavam alguma visão sobre o nosso futuro, sempre apostando na distopia, cheio de criticas e pessimismos. Bem, creio que começamos a sentir essa distopia pelo menos um pouco durante a pandemia. E me pergunto se virá agora na literatura histórias com cenários mais otimistas e utópicos. Não creio que a distopia possa morrer por completo, mas talvez a época de agora seja de fantasias.

Embora também ache que o número de vendas de livros de autoajuda e sobre outras crises sanitárias possa aumentar. 

E quem sabe também,infelizmente, haja muito banimento de livros e vontade de queima-los.

Apenas prevendo um panorama possível de futuro. Ou algo assim. 

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