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Seu Furtado

História

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Seu Furtado

Quem aqui gosta de História Geral e assuntos relacionados? Eu adoro.

Esses dias estava lendo sobre o Regime de Vichy, período onde a França foi um estado-fantoche da Alemanha nazista. Muito interessante. Fico imaginando como os franceses reagiam à entrada alemã ao país, afinal, as culturas francesa e germânica tem poucos pontos em comum. A título de comparação, é como se o Brasil, país tropical e de colonização portuguesa, tomasse o Chile, país mais frio e colonizado por espanhóis. Imaginem se a Dilma nomeasse um político brasileiro para mandar em todo o Chile. Foi o que aconteceu na França.

Assim ficou dividida a França durante o período:

LocationVichyFrance.png

A parte em verde era a "zona livre", o estado-fantoche sob o regime de Vichy. O resto do país tinha sido ocupado pela Alemanha e seu controle era feito diretamente de Berlim.

Edited by Seu Furtado

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Don_aCHiles

Gosto bastante de história geral. Já pensei até em fazer História kkk, mas fiquei na Engenharia mesmo. :lol:

Acho que é porque meu antigo professor de História era muito foda, por isso acabei gostando demais. Sempre tive interesse em saber mais sobre a história de Roma, acho bem interessante.

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Victor235
NOTÍCIAS
Único impeachment contra governador no Brasil teve morte e 1.200 tiros
Carlos Madeiro
Colaboração para o UOL, em Maceió
03/04/2016 06h00

José Medeiros/Revista "O Cruzeiro"
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Retirada do deputado Humberto Mendes, que morreu a caminho do hospital. As imagens foram recuperadas pelo professor Marcelo Eduardo Leite, da Universidade Federal do Ceará

A sexta-feira de 13 de setembro de 1957 será sempre lembrada como um dos episódios mais sangrentos da política nacional. Era uma manhã de sol em Maceió, quando os 35 deputados se reuniram na Assembleia Legislativa para votar o impeachment do então governador Muniz Falcão (1915-1966).

A votação, porém, não ocorreu, porque um intenso tiroteio terminou com um deputado morto e outras oito pessoas baleadas -- cinco delas parlamentares. "Foram 1.200 tiros em dois minutos", rememora o jornalista Jorge Oliveira, autor do livro "O Curral da Morte", que conta em detalhes como ocorreu o episódio.

No dia, deputados alagoanos entraram armados com metralhadoras na Assembleia, sem qualquer cerimônia. Dentro do plenário, uma barricada com sacos de areia já estava montada para proteger a Mesa Diretora e já anunciava o iminente confronto armado.

Muniz Falcão foi o único governador na história brasileira a ter impeachment aprovado pela Assembleia. Depois dele, apenas Fernando Collor de Mello teve processo semelhante concluído, mas para a Presidência.

A aprovação do impeachment ocorreu três dias depois do tiroteio, quando o Estado estava sob interdição parcial federal. Porém, na votação final, a comissão mista de deputados e desembargadores devolveu o cargo a Muniz.

José Medeiros/Revista "O Cruzeiro"
deputados-edson-lins-e-machado-lobo-sain
Deputados Edson Lins e Machado Lôbo saindo da trincheira improvisada com mobílias

O jurista e advogado eleitoral Gustavo Ferreira explica: a lei do impeachment, de 1950 e em validade até hoje, prevê que, no caso dos governadores e secretários de Estado, como há apenas uma casa legislativa, a votação final do processo de impedimento ocorra por meio de uma comissão formada por cinco desembargadores sorteados e cinco deputados escolhidos pela Assembleia. A condução dos trabalhos é do presidente do Tribunal de Justiça, que só vota em caso de empate.

"Antes, claro, o processo é aberto em votação na assembleia, com necessidade de dois terços dos votos. Aceito o processo, o governador é afastado por até 180 dias para ser julgado."

1957 x 2016

Segundo Oliveira, o episódio de 1957 não guarda semelhanças com o pedido de impeachment atual. O motivo da revolta, à época, seria o envio de um projeto de lei pelo governador que previa o pagamento de uma taxa pelos usineiros do Estado para investimento na educação. Os deputados alegaram também problemas de segurança após o assassinato de um deputado oposicionista.

"Foi um processo puramente da elite. Houve uma conspiração da UDN [união Democrática Nacional, partido que existiu entre 1945 e 1965], que envolveu a elite e os usineiros, que não queriam pegar o imposto e se rebelaram. A conspiração envolveu o Carlos Lacerda, do Rio de Janeiro, e Arnon de Mello [pai do senador Fernando Collor]", afirmou.

Na época, por conta do clima belicoso, não houve manifestação popular em defesa de Muniz. "O povo se escondeu, ficou com medo, apesar de apoiar Muniz", lembra o autor do livro.

Um dos deputados da sessão era Geraldo Sampaio. Em 2007, antes de morrer, ele deu um depoimento à TV Alagoas contando que a tragédia era anunciada. "Fizemos um pedido ao ministro da Justiça, que era na época o ministro da Guerra. Ele autorizou o Exército em Alagoas a acompanhar, mas para ficar no prédio em frente, na antiga sede do Tesouro Nacional. Quando começou o tiroteio, o funcionário fechou a única porta da [Assembleia] e colocou uma grade de ferro", contou.

O deputado que morreu no tiroteio foi Humberto Mendes, que era contrário ao impeachment e cunhado do governador Muniz Falcão. Depois daquilo, Alagoas passou 20 anos na mira da pistola. As pessoas dali começaram a se matar depois", afirma Jorge Oliveira.

José Medeiros/Revista "O Cruzeiro"
de-arma-em-punho-parlamentar-da-oposicao
De arma em punho, parlamentar da oposição observa movimento nas ruas após o confronto

Telegrama rende Prêmio Esso
Não foram só políticos feridos. O repórter Márcio Moreira Alves, que veio do Rio enviado pelo jornal "Correio da Manhã", foi baleado também. "Ele levou um tiro na coxa, mas saiu e foi aonde havia um sistema de telegrama. Ele informou ao jornal que tinha havido um 'impeachment de sangue' em Alagoas. Aquele telegrama lhe rendeu o Prêmio Esso de Jornalismo", conta Oliveira.

No telegrama, Moreira informou: "Vi o fogo da metralhadora, senti dor na perna e caí. Durante uma hora, juntamente com outros quatro feridos, abriguei-me atrás de três sacos de areia destinados a proteger a taquigrafia. Esperei socorro. As ambulâncias tiveram dificuldades em atravessar o cerco de cangaceiros, que ameaçavam o corpo médico com metralhadoras".

Intervenção federal
Jorge Oliveira conta que, após o tiroteio, o presidente Juscelino Kubitschek decretou, naquela mesma sexta-feira, intervenção federal em Alagoas, e o general Morais Âncora, ex-chefe da polícia de Brasília, veio ao Estado. "Os deputados da oposição ficaram acautelados no quartel do Exército até a votação. Três dias depois, o impeachment foi aprovado, mas foi votado no Instituto de Educação, sob grande proteção do Exército. Não houve presença dos deputados governistas, e o vice [sizenando Nabuco] assumiu imediatamente", explicou.

Semanas depois, o STF (Supremo Tribunal Federal) alegou ilegalidade no rito do impeachment e mandou que Muniz voltasse ao cargo --o que ocorreu no dia 24 de janeiro de 1958. "Ele foi carregado por uma multidão", lembra Oliveira.

Depois, a comissão de deputados e desembargadores o anistiou do impedimento, e o governador ficou no cargo até 31 de janeiro de 1961.

Até hoje não há muitos detalhes de como começou o tiroteio. "Dizem que o primeiro deputado a atirar foi o Edson Lins, mas não se tem certeza", diz o jornalista Jorge Oliveira.

Muniz Falcão era pernambucano e foi naquela década a Alagoas para chefiar a então delegacia do Trabalho. Foi eleito governador em 1955. "Ele era populista vinculado aos trabalhadores e passou a colocar em xeque a legislação trabalhista e a ter embates com o setor sucroalcooleiro", diz o historiador Alberto Saldanha, em fala à TV Alagoas.
UOL NOTÍCIAS / POLÍTICA

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Victor235
NOTÍCIAS
'Tesouro' de 600 quilos de moedas romanas aparece no sul da Espanha
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Em Sevilha (Espanha) 28/04/2016 16h05

AFP/Gogo Lobato
dezenove-anforas-romanas-com-600-quilos-

Trabalhadores encontraram nesta quarta-feira em Tomares (Andaluzia, sul da Espanha) dezenove ânforas romanas com 600 quilos de moedas de bronze do fim do Século III e início do Século IV, que segundo as primeiras hipóteses podem ter sido destinadas ao "pagamento do exército".

"É um conjunto único e com pouquíssimos paralelos. Na história do império romano, do baixo império romano na Espanha não conhecemos nenhum paralelo", disse na quarta-feira aos meios de comunicação Ana Navarro, diretora do Museu Arqueológico de Sevilha, para onde foram transferidas as ânforas e as moedas.

Navarro não se atreveu a avaliar a descoberta, mas declarou que ela "pode ser de milhões de euros certamente".

As moedas, que têm inscrições dos imperadores Maximiano e Constantino, "estão no que chamamos em linguagem técnica de 'Fleur de Coin'", o que quer dizer que não circularam, acrescentou a especialista.

"A grande maioria são recém cunhadas e provavelmente algumas têm banho de prata, não apenas de bronze", disse Navarro.

"Há muitas hipóteses" sobre estas moedas sem uso, disse a especialista, explicando que "podem estar relacionadas a pagamentos ao exército ou com algum tipo de entidade pública da administração do Estado".
UOL NOTÍCIAS / AFP
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Luciano Junior ✅

Me desculpem por ressuscitar esse tópico, mas vocês já viram esse vídeo? É a história do mundo inteiro resumida em um vídeo. Apreciem:

 

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chavesmaniaco1002
16 minutes ago, Luciano Junior said:

Me desculpem por ressuscitar esse tópico, mas vocês já viram esse vídeo? É a história do mundo inteiro resumida em um vídeo. Apreciem:

Tem nenhum problema ressuscitar tópico desde que o conteúdo seja relevante. Relaxa. :muttley:

Mais tarde vejo o vídeo. :joinha:

Edited by chavesmaniaco1002
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Homessa
Posted (edited)

Desculpe subir o tópico, mas alguém já tinha ouvido falar? Tomei conhecimento disso há alguns anos.Coisa triste demais.

 

Edited by Homessa
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Helenaldo

@Homessa não cliquei nos videos mas creio que deve ser sobre o manicômio de Barbacena né? Se for sim, já ouvi falar, e bem pesada a história mesmo.

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Homessa
1 minuto atrás, Helenaldo disse:

@Homessa não cliquei nos videos mas creio que deve ser sobre o manicômio de Barbacena né? Se for sim, já ouvi falar, e bem pesada a história mesmo.

Exatamente, @Helenaldo.

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Usagi White

Não cliquei no video também apenas...

Pensei que iria vir alguém aqui desmentir qualquer fato.

Se bem que alguns youtubers tendem a exagerar ou não informar direito, por isso que não acredito muito, mas...talvez esteja mais que certo.

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gabriel.spurs
Posted (edited)

Esse livro vale muito a pena pra quem quiser conhecer esse caso, escrito pela Daniela Arbex que é filha do grande escritor de história contemporânea José Arbex Jr.

Edited by gabriel.spurs
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Homessa
Em 16/07/2019 às 21:26, gabriel.spurs disse:

Esse livro vale muito a pena pra quem quiser conhecer esse caso, escrito pela Daniela Arbex que é filha do grande escritor de história contemporânea José Arbex Jr.

Fiquei sabendo que terá uma série sobre este caso, com título ''A colônia'', previsto para estrear ainda este ano no Canal Brasil.

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Victor235
NOTÍCIAS

obelisco-de-frank-10082019132851003?dime
A história do alemão enterrado em faculdade de SP que fundou uma poderosa sociedade secreta
Túmulo de Julius Frank está em um dos pátios na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo.
Julius Frank foi um criador da "Bucha", uma sociedade secreta que chegou a ter presidentes e ministros como afiliados.
https://noticias.r7.com/sao-paulo/a-historia-do-alemao-enterrado-em-faculdade-de-sp-que-fundou-uma-poderosa-sociedade-secreta-11082019 

 

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