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Fanfics e Remakes

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Postem aqui episódios inéditos criados por vocês, ou versões diferentes de episódios clássicos.

Nota: só serão aceitos enredos detalhados, nada de textos de 5 linhas. Também só serão aceitos remakes elaborados.

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Os dentistas (Créditos: Anderson MS)

Ano: 1975

Personagens: Chaves, Quico, Seu Madruga, Dona Florinda, Professor Girafales, Chiquinha.

Resumo: Chaves está cuidando melhor dos dentes, depois de ganhar uma escova e pasta de dentes do Professor. Enquanto isso, Quico sente muita dor com um dente de leite, mas não quer que sua mãe saiba. Então Chaves e Chiquinha resolvem ser os dentistas do Quico.

1° bloco

Musiquinha alegre. Chaves sai do barril com uma escova e uma pasta de dentes, e vai em direção do tanque. Chiquinha sai de casa com uma corda na mão e o intercepta.

Chi- Chavinho, vamos brincar de pular corda?

Ch- já vou.

Chi- já vai?

Ch- já vou pensar.

Chi- ah...eh...Chaves, mas pq a gente não brinca agora, hein?

Ch- é que eu tenho que descovar os entes.

Chi- descovar o que?

Ch- os entes, ora!

Chi- Chaves, não seria escovar os dentes?

Ch- e como eu disse? (Quico aparece na janela de sua casa, que já estava aberta)

Chi- descovar os entes.

Ch- e como é?

Chi- escovar os dentes.

Ch- e como eu disse? (Quico se irrita)

Chi- descovar os entes.

Ch- e como é? (Quico sai da janela e vai para a porta, saindo de casa)

Chi- escovar os dentes.

Ch- e como eu... (Quico explode)

Q- AIII, CALEM-SE, CALEM-SE, QUE VCS ME DEIXAM LOUUUUUUUUCOOO!!!!

Ch e Chi- ninguém tem paciência conosco...

Q- afinal de contas, o que vc vai fazer, Chaves?

Ch- eu vou...

Chi- ...escovar os dentes!

Ch- isso, isso, isso.

Q- hahahaha, hihihhóóóión, hihihi!!

Chi- ué, do que vc ta rindo?

Q- ah, o Chaves nem toma banho e agora quer até escovar os dentes! Hihihi...

Ch- ora, Quico, não lembra que ontem o Professor Girafales disse na aula que temos que escovar os dentes para ter uma boa saúde? E até me deu essa escova de dentes e essa pasta pra eu escovar todos os dias?

Q- sim, mas também precisamos tomar banho todos os dias!

Ch- é... mas ele me deu uma escova de dentes, e não um chuveiro!

Q- ah, bom, então assim, sim.

Ch- então deixa eu ir escovar em paz.

Chi- ei, Chaves, pq a gente não brinca antes?

Ch- não lembra que o Professor tbm disse que temos que escovar os dentes assim que acordamos?

Chi- sim, mas já são 2 da tarde!

Ch- é, bom... mas eu esqueci que já tinha acordado! (Quico e Chiquinha olham com descaso)

Q- é, mas além disso, o Professor disse que temos de escovar os dentes depois das refeições.

Ch- mais, se for assim eu não vou escovar nunca! (Quico e Chiquinha olham chateados)

Chi- m-mas o que acontece com quem não escova os dentes?

Ch- fica branquelo.

Chi- branquelo? Não seria banguela?

Ch- e como eu disse?

Chi- branquelo.

Ch- e como...

Q- ah, não, começou essa folia de novo! Eu vou pra minha casa e não quero saber de escovar os dentes!

Ch- azar seu, vai ficar com dor de dente! E vai ter que ir no dentista!

Q- de-dentista??

Ch- sim, o dentista, aquele homem que martela dentro da sua boca!

Q- puxa... ah! Isso é pura lorota! (Professor chega na vila)

Ch- lorota, nada! Quem disse foi o Mestre Lingüiça!

PG- tá, tá, tá, tá, tá!!! Quem é Mestre Lingüiça?

Chi- ora, o senhor!

PG- como disse?!

Chi- aham... ohom... eh, acho que ouvi meu papai me chamar! Tchauzinho! (vai pra casa)

Ch- não liga pra ela, Professor Lingüiça, é que...

PG- outra vez, Chaves!

Ch- é que me escapuliu.

Q- “é que me escapuliuâ€, dããã. Só você mesmo pra confundir o nome do Mestre Lingüiça!

Professor olha bravo para o Quico.

Q- (imitando a Chiquinha) aham... ohom... eu acho que ouvi minha mamãe me chamar, licencinha! (vai pra casa)

PG- e você, Chaves, como se sentiria se sempre fosse chamado de um apelido ridículo?

Ch- eeh, eu me sentiria ridículo.

PG- então, Chaves, como acha que eu me sinto quando... (percebe o que falou)... ééé, vejo que já está fazendo uso da escova e da pasta que eu te dei.

Ch- sim! Estou escovando os dentes três vezes por dia, como o senhor falou!

PG- muito bem, Chaves! De pouco em pouco você vai aprendendo os princípios básicos da higiene, ética e moral, e assim se tornará um cidadão formal.

Ch- um cidadão o que?

PG- for-mal.

Ch- ah, eu não quero ser formal!

PG- ora, mas porque causa, motivo, razão ou circunstância você não quer ser formal?

Ch- lembra o que o senhor disse no dia do teste na escola?

PG- o que eu disse?

Ch- o senhor disse que (mudando a voz)“nesse teste, o aluno que for mal terá muitos problemas no futuro!â€

PG- Chaves, o que eu quis dizer é que não se deve... (Dona Florinda chega com uma cesta na vila)

DF- Professor Girafales!

PG- Dona Formal! Digo... Dona Florinda!

DF- ah, que milagre o senhor por aqui!

PG- vim lhe trazer esse humilde presente.

DF- ora, quanta gentileza! Não quer entrar e tomar uma xícara de café?

PG- não seria muito incômodo.

Ch- café faz mal pros dentes!

Professor e Florinda olham pro Chaves.

Ch- é que me escapuliu...

Ambos ficam sem jeito e toca uma música engraçada. Chaves começa a passar pasta na escova. Intervalo.

2° bloco

Chaves está escovando os dentes perto do tanquinho, e fica andando até perto da porta da Bruxa, com a mão no bolso. Seu Madruga passa com pratos na mão, e se inclina na frente do tanque. Chaves volta, sem vê-lo, e tira a escova da boa, e cospe espuma na nuca dele.

SM- tinha que ser o Chaves mesmo!

Ch- foi sem querer querendo...

SM- “foi sem querer querendoâ€, onde já se viu! Não tem nada pior do que alguém cuspir na nuca da gente!

Ch- tem, sim! Cuspir na cara. (Chaves coloca novamente a escova na boca)

SM- bom, isso sim, mas, em primeiro lugar, que diabos está fazendo aqui?

Ch- echoechochanchochentches!

SM- o que??

Ch- echoechochanchochentches!!

SM- tira a escova da boca pra falar, burro!!

Ch- (tirando a escova) burro!!

SM- agora sim, Chaves, vc mereceu! Segura isso aqui, por favor? (entrega os pratos)(péim)

Ch- pipipipipipipi...

SM- “pipipipipipiâ€, só não te dou outra porque... e me dá meus pratos!

Ch- pega essa porcaria de pratos! (joga os pratos no chão e quebra todos)(entra no barril)

SM- mas... tinha que ser! Tinha que ser! É impossível! (Chiquinha sai de casa)

Chi- papi, eu ouvi um barulhão, o que...

SM- como sempre, minha filha, foi o Chaves! Acredita que ele quebrou todos os nossos pratos! Eu não posso... (começa a ajuntar os pratos)

Chi- calma, paizinho lindo, meu bem, você não pode ficar nesse estado de nervos. Pratos são substituíveis, não é motivo para estresse. Bonitinho, coisa fofa... (Seu Madruga se acalma) se sente melhor?

SM- sim, filhinha, obrigado.

Chi- de nada. (estende a mão)

SM- que foi?

Chi- me dá dinheiro pra comprar um doce?

SM- olha, minha filha, porque eu daria dinheiro pra você comprar um doce??

Chi- porque eu usei todo o meu esforço para fazer uma terapia, para acalmá-lo, eu mereço ser recompensada, não?

SM- mas-eu-já-estou-brabo-de-novo!!(fala rangendo os dentes)

Chi- é?

SM- é!!

Chi- ora, papaizinho lindo, meu amor, não fique brabo...

SM- chegaaa!!! Vc não vai me enganar de novo!

Chi- duvida? (Ramón olha com os nervos em fúria) aham... ohom...

SM- agora sim! Comece a ajuntar todos esses pratos, e leve ao lixo!! Agoraaaaa!!

Chi- mas, papai...

SM- agoraaaaaa!!! (e vai tropeçando de raiva pra casa)

Chi- bué!! Bué, bué, bué... ahn, ahn, ahn... (ajuntando os pratos)

Quico vem do 2° pátio, com a mão na bochecha, olha na janela de sua casa, faz sinal de “xiiiâ€, e fala pra Chiquinha.

Q- Chiquinha.

Chi- que foi?

Q- vc precisa me ajudar!

Chi- ajudar no que?

Q- é que o meu dente tá doendo muito.

Chi- e daí?

Q- e daí que nem a minha mãe, nem o Professor Girafales podem ficar sabendo.

Chi- e porque não? Será que eles não podem te ajudar?

Q- sim, mas esse meu dente tá mole.

Chi- ah, então é um dente de leite!

Q- dente de que?

Chi- de leite, tonto!

Q- mas não tem gosto de leite!

Chi- ai, Quico, como vc é burro! Não sabe que os dentes de leite são aqueles que caem na infância?

Q- ah, mas é esse o problema! Da última vez que meu dente doeu assim, minha mãe fez eu tirar ele!

Chi- mas é isso mesmo o que acontece com os dentes de leite.

Q- e é exatamente por isso que eu não quero que eles saibam! Eles vão arrancar meu dente, e isso dói muito!

Chi- mas Quico, o que quer que eu faça?

Q- só não conte pra eles!

Chi- está bem... (Chiquinha faz cara de malandra)... claro que eu não vou contar, Quiquinho lindo, bochechinhas fofinhas, meu amor! Mas com uma condição.

Q- qual?

Chi- que termine de recolher esses pratos quebrados.

Q- bem, já que não tem outro jeito... (começa a recolher)(Chaves se levanta do barril)... mas não esqueça, Chiquinha, e muito importante que ninguém além de nós dois saiba que eu estou com um dente de leite, certo?

Ch e Chi- certo!!

Quico e Chiquinha se espantam ao ver Chaves ali.

*pula de cena*

Explicando pro Chaves.

Chi- entendeu Chavinho, ninguém pode saber que o Quico tem um dente de leite, certo?

Ch e SM- certo!!

As crianças se espantam ao ver Seu Madruga encostado na janela, com cara de safado.

*pula novamente de cena*

Ch, Chi, Q e SM no pátio.

Chi- viu, papi, é por isso que não podemos contar!

SM- e porque eu não contaria?

Q- ah, Seu Madruga, por favor, não conta, anda, diz que não conta, por favor, anda, diz que siiiiiiim?

SM- mas, Quico, e esse dente, não pode ficar assim!

Ch- é, uma hora ele vai ter que cair.

Q- é esse o meu medo...

SM- mas, pra que se preocupar, ele cresce de novo!

Q- em alguns casos, não! (aponta pra boca da Chiquinha)

Chi- ahhh! papai, ouviu só o que ele disse??

SM- sim, filha, eu ouvi, mas é verdade, o seu dente foi tirado faz tempo e ainda não cresceu.

Ch- mas, na Chiquinha nada cresce, hihihi.

Chi- bué!! Bué-buébuébué... você vai ver Chaves, eu vou contar pro meu pai, que você me insultou, me bateu, me arrancou um dente e me quebrou uma unha! (vira-se pra seu pai) Papai! O Chaves me puxou o cabelo, quebrou meus óculos, deu um pontapé e um tapa na orelha! Bué, bué, bué...

SM- filhinha, eu vi tudo.

Q- e eu sou testemunha!! (Seu Madruga olha brabo) Réu? Juiz? Promotor!! Isso sim... advogado de defesa? Não deu.

SM- olha Quico, pouco me interessa seu dentinho de leite, e é melhor eu sair daqui, antes que eu faça uma coisa da qual iria me arrepender! (e vai bufando pra casa)

Q- tá, e o meu dente, como fica?

Ch- fica dentro da sua boca, ora!

Q- não, Chaves, o que vamos fazer com ele?

Chiquinha faz cara de idéia e sussurra no ouvido do Chaves, que tbm se anima.

Ch- zás, e daí a gente fazia isso, e depois aquilo, e...

Começa a tocar uma música divertida, Chaves e Chiquinha ficam falando, sorrindo, e Quico sem entender. Intervalo.

3° bloco

Chaves fica olhando pela janela da casa 14, e Quico e Chiquinha estão esperando no corredor do 2° pátio. Dona Florinda e o Professor saem, e Chaves fica esticado na parede que tem a gaiola, sem eles verem.

DF- que pena que não fica mais um pouco, Professor.

PG- eu gostaria muito, Dona Florinda, mas ainda tenho de corrigir as provas dos alunos.

DF- ah, bom, espero que o Quico tenha tirado uma nota excepcional!

PG- bem, foi realmente uma nota excepcional. (olhando com tom de ironia)

DF- bem, eu o acompanho até a esquina. (eles saem da vila)

Chaves faz sinal pra eles virem, e Quico se deita do chão do pátio, com um travesseiro, e Chaves e Chiquinha se ajoelham. Um pouco próximos à janela da casa do Seu Madruga.

Q- agora, não tem mais perigo, né, Chaves?

Ch- não, a velha carcumida e o mestre lingüiça já foram.

Q- como??

Chi- ah, esquece. E vc, entendeu, Quico? eu e o Chaves somos os dentistas, e vc é o paciente que tem que tirar o dente.

Q- sim, eu entendi, mas vcs vão tirar de verdade?

Chi- sim, é o único jeito, Quico.

Q- ah, mas eu vou sentir muita dooorr...

Chi- não tem problema, nós vamos fazer anestesia!

Q- fazer o que?

Chi- anestesia. Não sabe o que é anestesia?

Q- não?

Chi- é isso. Chaves, anestesia!

Chaves entrega um tijolo e Chiquinha bate na testa do Quico)

Q- ah, bom, então assim, sim. (e desmaia)

Chi- pronto, está anestesiado. Chaves!

Ch- sim?

Chi- vamos começar a operação de retirada do dente de leite do Quico!

Ch- sim, senhora!

Chi- senhora, não, doutora Chiquinha pra você. E agora, me arranja um barbante!

Ch- um barbante?

Chi- sim, um barbante. Para nós amarrarmos no dente do Quico, e na fechadura da porta da minha casa, assim, quando puxarmos, o dente vai sair!

Ch- isso, isso, isso.

Chi- então, vai, vai, Chaves.

Chaves entra na casa do Seu Madruga, que está lendo jornal no sofá.

Ch- Seu Madruga, o senhor tem um barbante?

SM- pra que?

Ch- é pra arrancar o dente do Quico.

SM- ah, bom. (não percebe o que o Chaves falou) tá ali na gaveta de cima, do balcão.

Chaves abre a gaveta do balcão e tira o carretel de barbante.

Ch- obrigado.

SM- não tem por onde.

Chaves sai e leva o barbante pra Chiquinha.

Ch- pronto.

Chi- muito bem, me dá aqui. Ai, e agora, Chavinho?

Ch- e agora o que?

Chi- ele não disse qual era o dente de leite.

Ch- ah, pois... amarra em qualquer um, ele é tão burro que nem vai perceber a diferença!

Chi- hihihi, é mesmo.

Chiquinha amarra a ponta do barbante no dente mais da frente da boca do Quico.

Ch- ainda não amarrou?

Chi- seria mais fácil se esses 20 quilos de bochechas não atrapalhassem! (terminando de amarrar) pronto!

Ch- e agora?

Chi- agora vc amarra a outra ponta do barbante na fechadura da porta.

Ch- isso, isso, isso, isso.

Chaves amarra no lugar certo, na porta da casa do Seu Madruga.

Chi- isso, Chaves, agora, é só puxar a porta!

Ch- tá!

Chaves começa a puxar o trinco da porta pra fora, sendo que ela só abre pra dentro, e a porta fica batendo.

Chi- não, Chaves, só você mesmo...

Ch- hugh, a porta não vem!

Chaves fica puxando e a porta batendo. Seu Madruga ouve as batidas, e vê a fechadura se movendo.

SM- mas que diacho está acontecendo?

Levanta-se e puxa a porta pra dentro. Chaves cai segurando na porta e Quico é puxado para o lado, e acorda com a batida da cabeça no chão.

Q- MAMÃEE!!

SM- ora, mas que diabos estavam fazendo??

Chi- é que nós íamos arrancar o dente do Quico. (bochechudo se espanta)

Q- (se levantando) mas nem é esse o dente!! Mamãe!!!

Vai em direção a sua casa, mas o barbante puxa e ele vira a cara. A porta fecha e Seu Madruga, que já estava fora, fica com a mão presa na porta.

SM- aiaiaiaiaiai...

Chi- Quico, esqueceu que sua mãe saiu de casa? (Chiquinha vê a mão do pai presa) iiihhh, papai! (se levanta) Chaves, faz alguma coisa!

SM- Abre essa porta!

Ch- sim! (Chaves abre a porta e Quico é puxado novamente para trás)

Q- vcs acham que eu sou joão-bobo por acaso!?!?

Chi- joão vc não é!

Q- ah, é! Esperem só até a minha mãe chegar!

Seu Madruga desamarra a corda da trinca, com os dedos doloridos.

SM- vcs são malucos! São tão idiotas que nem sabem tirar um dente!

Q- ah, é, mas não é esse o dente de leite!

SM- então estavam tentando tirar o dente errado da boca dele??

Ch- mas ele não disse qual era o dente!

Q- mas como eu ia dizer se eu tava anestesiadooooooo??

Ch- tá bom, tá bom, mas não se irrite!

Q- então não me deixe irritado!! (Dona Florinda volta à vila)

DF- Tesouro, o que houve?

Q- mamãe! Estava tentando me arrancar um dente com o barbante!

DF- ah, puxa! Mas quem fez essa barbaridade! (vê a outra ponta do barbante na mão do Seu Madruga) ahá, não precisa nem explicar nada!

SM- não, mas eu posso...

Dona Florinda dá o tapa, mas Seu Madruga se abaixa e ela acerta sem querer no Quico.

DF- Tesouro!

Q- mamãe... (fica com a mão no rosto)

SM- hahahahahaa, bem feito, hahaha...

DF- uhhh!! (acerta um baita tapa nele agora) vamos Tesouro, não se misture com essa gentalha! (e vai pra casa)

Q- sim, mamãe. Gentalha, gentalha, pff!!

No “pff†cai alguma coisa da boca do Quico.

Q- ué, o que foi que... (Quico vai ver o que é, e pega seu dente no chão) hihihihi, caiu o dente de leite! E nem doeu!

Chi- iupiii, que legal! (as crianças se reúnem em volta do Quico)

SM- é, e vc não foi o único.

Q- pq?

Seu Madruga cospe um dente na mão. Todos olham impressionados, e Chiquinha vai exatamente entre Quico e Seu Madruga.

Chi- hahahahahahah, os dois ficaram banguelas, hahahah!

Quico e Seu Madruga olham um pro outro, com cara de combinação. Ambos oferecem o dente pra Chiquinha.

Q e SM- quer??

Chiquinha para subitamente de rir e:

Chi- bué!! Bué, bué, bué, bué!!

Quico, Seu Madruga e Chaves ficam rindo, e comparando os dentes, enquanto Chiquinha continua chorando.

*FIM*

Edited by Bugiga

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SUPER SAM VISITA A VILA (Créditos: El Chanfle)

1º Bloco

Música de fundo

Chiquinha e Quico estão jogando damas nas escadas. Chaves, apoiado no corrimão, fica olhando, louco para jogar também:

Chaves: O próximo sou eu né?

Quico e Chiquinha: Siiim...

- E quem perder vai sair pra eu entrar, né?

- ÉÉÉ...

Porque eu vou jogar com o vencedor, não é?

- Arran.

Chaves: Por que eu...

- Ai cale-se, cale-se, cale-se, senão me deixa... loooooouco!

- Ta bom, mas não se irrite.

- Como não quer que eu me irrite, se você não deixa a gente se concentrar. E tem mais, eu não deixo mais você jogar!

Chaves começa a chutar o chão, com raiva. Um desses chutes acerta a canela de Seu Barriga, que entrava na vila:

- AAAI! Tinha que ser o Chaves de novo!

- Foi sem querer querendo...

Seu Barriga, remendando com voz de Nhonho: - Foi sem querer querendo... Bah! Chiquinha, Seu pai está em casa?

Chiquinha, concentrada no jogo, responde mecanicamente – Está, sim.

Seu Barriga vai até a casa de Madruga. Só então Chiquinha percebe a besteira que fez:

- Puxa, meu papai me disse que eu eu dissesse pro Seu Barriga que ele não estava.

Seu Madruga atende a porta, confiante que não seria Seu Barriga. Leva um Baita susto com aquela mão já estendida:

- Pague o aluguel!

Seu Madruga olha para Chiquinha: - Chiquinha!

- Sim, papaizinho lindo, meu amor?

- Pra casa!

- mas eu...

- Pra casa!

- Mas eu...

- ENTRA PRA DENTRO AGORA!

Chiquinha, resinada, levanta-se, caminha lentamente e, quando já está entrando em casa, resmunga: "Eu não podia entrar pra fora!"

Seu Madruga se irrita, passa a mão no rosto, respira fundo.

Enquanto isso, Chaves tentava convencer quico a deixa-lo jogar. Ambos estão em pé, diante da escada:

Chaves, puxando Quico pela manga da camisa: Ora vamos, o que é que custa, só uma jogadinha bem rapinhinha, não cunsta nada, vamos siiiiim?

Quico olha para a câmera, confuso. Depois olha irritado para Chaves e diz:

- Não! Hoje você não vai jogar! Já encheu demais, por hoje.

Chaves, com raiva, dá um pisão em cima do tabuleiro.

Quico: Mamãe!

Seu Madruga corre, apanha o tabuleiro do chão e mostra para Chaves:

- Olha só o que você fez? Será que não tem vergonha?

Chaves abaixa a cabeça.

D. Florinda sai de casa, aflita: - O que foi, tesouro?

Quico, com punho e olhos fechados de raiva: - Mamãe, ele quebrou o meu brinquedo!

D. Florinda vê Seu Madruga com o tabuleiro na mão. Ele inutilmente tenta esconde-lo por trás das costas, gagueja algo, mas não adianta:

TAPA! - e o tabuleiro cai no chão.

Dona Florinda: Vamos Quico, não se misture com essa gentalha.

Quico: - Sim, mamãe. Gentalha, gentalha, pffff! - E vai para casa.

Seu Madruga joga o chapéu no chão e começa a pisar em cima dele.

D. Florinda: - E da próxima vez, vá destruir os brinquedos da sua avó! - e também entra em casa.

Chaves se aproxima de Seu Madruga e pergunta: - Seu Madruga, a sua vovó não está velha demais para ter brinquedos?

CASCUDO!

- Pipipipipipipipi... - e vai para o barril.

- E só não te dou outra porque... minha avozinha ainda brinca de Banco Imobiliário.

Seu Madruga se volta para o Sr. Barriga:

- Está vendo só, Senhor Barriga? Está vendo o que tenho que agüentar nesta vila?

Seu Barriga (com sorriso irônico): - Ora, ora, e por que o Senhor Não vai embora, então? Se bem que não sei que outra pessoa aceitaria dar abrigo a um desocupado.

Seu Madruga, com ar de ofendido, diz:

- Claro... O Sr. diz isso porque sabe que eu não passo de um pobre precatório.

- Um pobre o quê? – Seu Barriga pergunta, confuso.

- Um pobre precatório! Ora, vai me dizer que o senhor não sabe o que é um precatório?

- Não seria um "proletário"?

- Hã? Ah... sim... é. Tem toda barriga, senhor Razão.

- O QUÊ?

- Digo... tem toda razão, senhor Barriga! Um proletário. - E Seu Madruga continua, um pouco tímido, coçando o braço: -. Acontece que eu não tenho muito estudo. Então, a única coisa que posso oferecer é minha força de trabalho.

Chaves, que estava saindo do barril, olha, surpreso:

- Como disse?

- Que a única coisa que posso oferecer é minha força de trabalho. – Diz Seu Madruga, estufando e batendo no peito.

- Sua FORÇA de trabalho?

- Sim – responde Seu Madruga, um tanto desconfiado.

Chaves abre os braços e fala, inocente:

- Então o senhor já não pode oferecer mais nada, ora!

- Ora seu... cai fora daqui, anda! - E Chaves sai correndo para o outro pátio.

Seu Barriga, irritado: - Olhe, Seu Madruga: eu sei perfeitamente que o senhor faz de tudo um pouco. Já foi sapateiro, carpinteiro, pintor, vendedor de balões, etc. etc. etc. Já teve oportunidades suficientes para conseguir o dinheiro do aluguel. Ou me paga pelo menos um mês ou hoje mesmo o senhor será expulso desta vila! – Diz isso e vai para o segundo pátio.

Seu Madruga fica impaciente, olhando pro chão, roendo as unhas. De repente, olha aflito para a câmera e pergunta:

- Oh, e agora, quem poderá me ajudar?

- EEEO!

A câmera mostra Super Sam sorrindo, com sua roupa de superman, cara e chapéu de Tio Sam, além do conhecido saquinho de dinheiro.

Seu Madruga: - O Chapolin Co...

Interrompe a frase ao ver aquela figura na entrada da vila. Seu Madruga faz aquele olhar confuso. Olha para câmera, olha para o Super, olha para a câmera novamente, para o Super de novo e assim “substantivamente” [som de aplausos mistura-se com o de risos, a imagem se escurece e entra o intervalo].

2º Bloco

Seu Madruga continua confuso e murmura:

SM-ué. Você não é o Chapolin Colorado.

SS-no, no. I am Super Sam! Time is money!

SM-e você pode me ajudar?!

SS-of course, of course. É só falar qual é a pruoblema, my son.

SM-puxa... eh... como se chama mesmo?

SS-Super Sam. Seurá que é tan difícil assim gruavar minha nome?

SM-ta, desculpe. Mas puxa vida, Super Sam, eu nem sei o que vou fazer. Eu tenho um senhorio que se chama Senhor Barriga. E ele disse que se eu não pagar o que devo a ele ainda hoje, ele vai me botar na rua.

SS-oh, my!

SM-ta certo que ele sempre diz isso. Mas logo depois ele reconsidera, ou eu dou um jeito de escapar. Eu já subornei ele com uma manta, com cortes de cabelo, com pipocas, com balões, etc, etc e etc. Só que dessa vez ele tinha algo especial nos olhos.

SS-estava usando lentes de contato?

SM-não. Me refiro ao brilho que ele tinha nos olhos quando falou aquilo. Sinto que ele falou com a maior sinceridade que ia me pôr no olho da rua. E pior que eu ainda crio uma filha!

SS-puxa vida! Entan eu devia conversar com ele. Pra que direção ele foi?

SM-pra lá.-aponta para o segundo pátio.

SS-entan let's go! Time is money!-vai para onde foi indicado.

SM-com esse aí eu vou precisar carregar um dicionário.-fala olhando pra câmera.

Seu Madruga vai atrás de Super Sam e cruza com Chaves que estava acabando de voltar do segundo pátio. Seu Madruga vai para um lado e o Chaves também, vai para o outro e o garoto também e assim substancialmente, de modo que não deixava o Ramon passar.

SM-Chaves! Quer sair da minha frente!

Ch-quem era?

SM-quem era quem?

Ch-ele.

SM-ele quem?!

Ch-ele ele!

SM-Chavinho, você não acha que já me encheu o bastante?

Ch-não.

SM-o quê!

Ch-ah, digo... eu quero saber quem era aquele senhor que tinha ido pra lá e que usava uma roupa azul.

SM-ah! Aquele era o Super Sam.

Ch-Super o quê?

SM-Sam.

Ch-nossa! Quem é ele?

SM-ele é um super herói tipo o Chapolin. Só que parece ser menos atrapalhado. Agora, me dá licensa.-e vai para o segundo pátio, atrás do herói norte-americano.

Quico chega com sua bola e chega Chaves pra ele, todo agitado de nervosismo.

Q-o que foi, Chaves?

Ch-você não soube?

Q-não.

Ch-não te contaram?

Q-não.

Ch-não te disseram?

Q-não.-já perdendo a paciência.

Ch-não te informaram?

Q-hmm, hmm.

Ch-não te...

Q-ahhhhhhhh, cale-se cale-se cale-se, que me deixa loooooooooucoo!!!!

Ch-comigo ninguém tem paciência!

Q-não! E você vai me falar o que houve ou não?!

Ch-bom... -olha pros lados, chega pertinho do Quico e cuchicha:

Ch-o Super Sam está na vila.

Q-quem está na vila?

Ch-o Super Sam! Não conhece ele, burro?!

Q-não.

Ch-ele é um herói que nem o Chapolin, só que o Seu Madruga disse que era menos atrapalhado.

Q-ah! E por que o nervosismo?

Ch-você não percebe, burro?!

Q-o quê?

Ch-ele quer tomar o lugar do Chapolin Colorado!

Q-não!

Ch-sim!

Q-não!

Ch-sim!

Q-sim!

Ch-não! Quer dizer, sim!

Q-então nós temos que fazer alguma coisa.

Ch-claro. Nós não podemos ficar parados enquanto aquela frauda fica querendo substituir o Chapolin, que é o melhor.

Q-aquela quem?!

Ch-frauda! Não sabe o que é frauda?

Q-que eu saiba é aquilo que os bebês usam.

Ch-ah, não. Eu quis dizer fraude.

Q-aahh. E o que vamos fazer?

Ch-vamos detê-lo.

Nisso chega Chiquinha de sua casa.

Chi-o que vocês estão cochichando?

Ch-tem um Super Herói aqui que quer entrar no lugar do Chapolin Colorado!

Chi-é?! Quem?!

Q-o nome dele é Super Sam!

Chi-caramba! Temos que fazer alguma coisa, ou então o nosso vermelhinho já era.

Pula para a cena de Seu Madruga e Super Sam no 2º pátio:

SS-puxa! Encontrar esse Seu Pança é mais difícil que paurece.

SM-é Seu Barriga. E como pode ser tão difícil assim encontrar uma coisona daquela?

Chaves, Chiquinha e Quico estavam observando o herói norte-americano do corredor do 1º para o 2ºpatio.

Ch-eu tenho uma idéia.

Enquanto Seu Madruga e Sam conversavam Chaves chegava de fininho com um toco de madeira na mão:

SM-e o que você vai dizer quando o encontrar?

SS-well, pruimeiruo eu vou chegar e dizer... -nisso Chaves acerta o Super Sam.

SS-me acorde às oito e pruepare meu café.-desmaia.

SM-hãah! Chaves! O que você fez?!

Ch-eu fiz o que tinha que ser feito!

Chi-aí Chaves!

Q-éeeee! Parabéns, Chavinho! Chaves, Chaves! rá rá rá!

Os três comemoram, Seu Madruga fica sem entender nada, dá musiquinha, risadas e comercial.

3° Bloco

SM-mas o que significa isso?

Chi-papaizinho lindo, não vai dizer que você está do lado desse farsante.

SM-mas que farsante?

Ch-esse indivíduo que está deitado no chão quer tomar o lugar do herói número 1 da América Latina: o Chapolin Colorado.

SM-mas de onde vocês tiraram essa idéia maluca?

Q-ai, Seu Madruga. Por que você não chamou o Chapolin ao invés dele?

SM-eu falei "Oh! E agora, quem poderá me ajudar?" Mas não veio nenhum Chapolin Colorado. E sim o Super Sam. E quem não tem cão caça com gato.

Super Sam se levanta, com a mão na cabeça, e todo desorientado, tonteando.

SS-ouch! Ouch! Oh, my! Que aconteceu?

SM-Super Sam, você está bem?

SS-estou, estou. Thanks God.

Chaves dá outra pancada nele, com o toco de madeira.

SS-mamãezinha. desmaia outra vez.

SM-céus! Olha o que vocês fizeram!

Ch-mas ele acordou.

SM-mas ele acordou. imitando ele.

SM-ora, saiam daqui! Saiam, saiam! os três vão se retirando.

Seu Madruga se abaixa e ajuda Sam a se levantar.

SS-ouch! Ouch!

SM-você ta legal, Super Sam?

SS-quem euram aquelas cruianças?

SM-ah, só umas crianças irritantes. Só isso.

SS-meu cabeça dói.

SM-ah, esqueça isso. Temos que procurar o Seu Pança digo, o Seu Barriga.

Chaves, Chiquinha e Quico estão reunidos na casa da Chiquinha, arquitetando um plano para pegar o Super Sam.

Chi-agora esse velho todo fantasiado foi longe demais. Fez lavagem cerebral no meu pai.

Q-temos que faze-lo ir embora daqui e nunca mais desejar voltar!

Ch-e como faremos isso?

Chi-eu já sei! instala os dedos, como faz quando tem uma idéia.

Super Sam e Seu Madruga estão indo para o pátio principal.

SS-não se prueocupe, my son. Eu não vou te deixar nas mãos. Vamos achar aquele Seu... quando eles saem do corredor do 2° para o 1°pátio, Quico bate no herói, com um pedaço de madeira e ele novamente desmaia.

SS-lá vamos nós... de novo. cai duro no chão.

SM-Super Sam! De novo não! O que você fez, seu bochecha de... vê o Seu Barriga descendo as escadas do 1°pátio e vai atrás dele.

SM-Seu Barriga! Espere!

SB-já tem o dinheiro do alugue com você?

SM-não. Mas eu tenho uma coisinha pra você.

SB-o quê?

SM-tem alguém aqui que deseja falar uma palavrinha com você. Bem ali.- aponta para onde o Super Sam estava, mas quando vê, ninguém tava lá e o Super Sam havia sumido.

SM-hã? Mas.... mas... aonde é que ele se meteu? Ele estava bem ali.

SB-Senhor Madruga. Isso é alguma palhaçada?

SM-não... é que...

SB-ou você já está delirando?

SM-não, tinha uma pessoa ali que queria falar com você.

SB-ah, já entendi. Olha, não adianta se fazer de louco só para não pagar o aluguel, que você já tentou isso antes e não vai colar!

SM-mas eu juro que é verdade. Que o senhor morra se não for!

SB-o quê?!

SM-digo, que eu morra! Olha, eu vou procurar ele. Não saia daqui.

SB-pode deixar, Seu Madruga. Não deixarei esta vila até o senhor me pagar o aluguel.

SM-claro. ãh, digo... se o senhor quiser dar uma voltinha aí pela rua, esteja à vontade.

SB-não! To muito bem aqui, obrigado! Agora trate de achar esse suposto indivíduo antes que eu perca a paciência de vez e te mando logo pro olho da rua!

SM-sim, sim. Mantenha a barriga, Sr. Calma.

SB-hã!

SM-digo, mantenha a calma, Sr. Barriga.

SM-eu vou ver onde ele pode ter se metido. vai para o segundo pátio.

SB-hunf. Esse homem não cansa de me enrolar.

Super Sam acorda e quando ele vê, ele está deitado num sofá. Ele está no sofá da casa do Seu Madruga.

SS-ãh? Onde estou?

Ch-ele acordou! fala baixinho.

Q-o que vamos fazer?

Chi-calma, gente. Deixa que eu falo.

SS-como eu vim paurar aqui?

Chi-seu impostor! O que você fez com o Chapolin?

SS-o que? Mas do que você está falando, little girl?

Q-você vai ver! Eu vou contar pra mamãe que você quer acabar com o Chapolin! sai da casa da Chiquinha.

SS-continuo sem entender nada.

Chi-seu hiprócrita!

Super Sam faz expressão de desentendido.

SS-olha, cruianças. Eu no tenho tempo pra essas coisas. Tenho que ajudar alguém.

Ch-não! Você não vai sair pra combater o mau, como o Chapolin faz. o cerca.

SS-mas eu prueciso mesmo ajudar alguém. É o meu truabalho.

Chi-esse é o trabalho do Chapolin Colorado.

SS-bom, também. Até entendo que o Chapolin seja mais conhecido que eu na Améurica Latina. Mas eu também sou um super heurói.

Chi-você não nos engana.

SS-ora, me dá licença.

Chi-não. fica na frente da porta.

SS-quer deixar eu sair! PEIM Chaves da outra pancada nele com um vaso, o quebrando.

Super Sam desmaia.

Chi-Chaves! O que você fez?!

Ch-ora, dei uma pancada nele pra ele dormir mais um pouco. Assim a gente ganha tempo, oras.

Chi-não, seu burro. Me referia ao vaso que você quebrou. Sabe de quantos aluguéis do Senhor Barriga meu pai teve que escapar para comprar esse vaso?

Ch-bom, foi a única coisa que eu achei pra bater nele.

Chi-ai meu Deus! O que você tem de burro, você tem de burro!

Quico está em sua casa, reclamando com sua mãe.

DF-ah, tesouro. Não liga pra essa gentalha. Vive querendo imitar os outros.

Q-mas eu tenho medo dele acabar com o Chapolin de vez. E pior que ele fala muito esquisito.

DF-ora, tesouro. Por menos que pareça, esse pessoal é totalmente inofensivo.

Q-não sei não, mamãe.

DF-pode deixar que ele não vai tomar o lugar do vermelhinho. Agora vai brincar lá fora. Minha novela está começando.

Q-eu achei que você não assistia novelas.

DF-novela? É.... quero dizer.... programa culinário.

Q-mas nenhum programa culinário passa essa hora.

DF-éeee.... ah, vai brincar lá fora, tesouro.

Q-sim, mamãe.- se retira.

Quando Quico sai de casa, encontra Seu Madruga voltando do 2° pátio.

Madruga o vê e se aproxima dele, com expressão de enfurecido.

SM-olha, Quico. É bom você ter alguma notícia do Super Sam.

Q-como pôde trocar o Chapolin Colorado por aquela imitação, Seu madruga?

SM-eu não troquei nada por nada, e nem ninguém por ninguém! Agora me diga o que você fez com ele antes que eu amasse essas bochechas de enchimento.

Q-mamãe!! entra em casa.

SM-não, Quiquinho! Não! Eu tava brincando! Puxa vida!

Seu Barriga, que estava sentado no segundo degrau da escada, cansado de esperar, se levanta e chega para o Seu Madruga.

SB-então, Seu Madruga. Cadê o seu amiguinho?

SM-se a mamãezinha do Quico perguntar, diga que eu viajei de férias para Malibu. entra em casa, rapidamente.

SB-e... ei! Seu Madruga! enfurece-se.

Dentro de casa ele vê as crianças na mesa, consertando um vaso.

Chi-não, Chaves. Deixa que eu colo. Você é muito desastrado. Você vai acabar quebrando tudo. De novo.

SM-ei! O que aconteceu com o meu vaso?

Chi-aa culpa do Chaves.

Ch-foi sem querer querendo. Eu só queria quebrar a cabeça dele.

SM-de quem?!

Ch-do Super Sam aponta para o sofá.

Seu Madruga olha para o sofá e vê o herói desmaiado no sofá.

SM-Super Sam! Graças a Deus te encontrei! se aproxima dele e o acorda.

SS-hã. Minha cabeça dói muito.

SM-o Seu Barriga está no pátio e...

SS-não! Chega! Eu não vou mais aturuar isso.

SM-mas Super Sam...

SS-nada de mas. Essas cruianças vão acabar comigo. Eu to indo emboura. vai em direção à porta.

SM-por favor, Sam. Não vá.

Seu Barriga está na porta do Seu Madruga e quando vai bater, Super Sam a abre e passa pelo pançudo.

SS-no adianta. Ou elas, ou eu.

SM-Super Sam!

SS-eu... percebe o Seu Barriga, olha pra ele, apalpa sua pança, Sr. Barriga fica estranhando a atitude do herói norte americano.

SS-é esse o Seu Pança? Sr. Barriga se chateia.

SM-Seu Barriga.

SS-isso!

SB-o próprio.

SM-é essa aí a pessoa que queria falar com o senhor.

SS-sim. Tenho poucas e boas paura falar com você.

SB-fale. O que houve? Fale logo que eu tenho que despejar um certo alguém.

SM-fale, Sam.

SS-well... chega a Dona Florinda, interrompendo a conversa e querendo tirar satisfação.

DF-então você gosta de ameaçar crianças. Licença fala com Super Sam.

Chega para Seu Madruga e dá um clássico tabefe nele.

DF-agora vamos tesouro... depois ela nota o super-herói o qual estava presente entre eles.

DF-quem é você?

SS-me ser Super Sam! Time is money!

DF-hunf. É esse aí que você se referia, quando disse que ia tomar o lugar do Chapolin?

Q-é esse mesmo, mamãe.

DF-hunf. Esse aí não tem condições de substituir nem a Pantera cor-de-rosa.

SS-olha aqui. Queuro deixar bem clauro que não vim aqui substituir ninguém.

Q-conversa fiada! O que você fez com o Polegar Vermelho?!

SS-nada! Eu não tenho nada contra ele. Pelo contráruio. Nós somos até mui amigos.

DF-ah, tesouro. Não faça caso com a gentalha.

SS-gentalha?! No conheço essa vocábulo.

SM-deixa essa rabugenta pra lá, Super Sam. Fale logo pro Seu Barriga o que você tem pra falar.

DF-rabugenta?! Olhe como fala!

SM-ah, você fica interrompendo nossa conversa aqui... começa uma discussão entre todo mundo.

Chaves e Chiquinha saem da casa 72.

Ch-pipipipipipipi.

Chi-calma, Chavinho. Não fique assim. Nós vamos dar um jeito naquele vaso. Só temos que... vê o pessoal discutindo e vai ver o que houve.

Chi-silêeeeencio!! todos ficam quietos e olham pra ela.

Chi-o que vocês estão discutindo?

SM-estava tudo muito bem até essa entrometida meter o nariz aqui.

DF-olha como fala!

SM-nós estamos tratando de negócios aqui.

SB-negócios?! Que negócios?!

SM-Super Sam já vai lhe explicar. É só o pessoal deixar.

Ch-o falsante ainda está aqui! cochicha para Chiquinha.

Chi-farsante.

Ch-isso isso isso. vai em direção ao segundo pátio, se agitando todo de nervosismo.

Chi-você não vai nos enganar, seu impostor!

SM-Chiquinha! Quantas vezes eu já disse que o Super Sam não é nenhum impostor!

Q-ele fez lavagem cerebral no Seu Madruga!

SM-ora!

DF-ele não precisa de lavagem cerebral. A gentalha é assim mesmo. Sempre muito unida.

SS-quantas vezes eu tenho que dizer que não sou nenhum farsante nem esse.... gentalha, como você fala! Eu sou do bem. Eu ajudo o Chapolin às vezes.

Chi-hunf, sei.

SS-mas eu juruo que... ah, já sei! Vocês já viram aquele episódio do Panzov?

Q-ah! Ele é daquele episódio!

SS-viu?

Q-eu sabia que me era a familiar essa figura.

Chi-é, ele também é daquele episódio da mina abandonada.

SS-exatamente!

SM-viu, crianças. Ele é um autêntico super herói.

Q-por isso que eu digo que ele não é nenhum impostor.

SS-clauro que não.

Chi-é, te julgamos mal. Você realmente ajudou o vermelhinho.

SB-agora eu não estou entendendo mais nada. Um super herói quer falar comigo?

SM-isso mesmo. E agora que você já tem a confiança de todos, Super Sam, pode falar.

SS-well, Senhor Pança...

SM-barriga.

SS-sorry. Senhor Barriga, ouça bem... Ele leva uma pancada de Chaves, com um toco de madeira.

SS-eu queruo minha leite quente. desmaia.

SM-Chaves!

Chi-Chaves! O que você fez?!

Ch-acertei ele! comemora, animado.

Divisória de cena

Chaves, Quico e Chiquinha estão na escada, conversando sobre o acontecimento.

Chi-...aí o Super Sam conversou com Seu Barriga e Seu Barriga decidiu dar mais uma chance ao meu pai.

Ch-então o Super Sam era mesmo um herói?

Q-claro.

Chi-até parece que você não vê os episódios do Chapolin Colorado.

Ch-veria com mais freqüencia se tivesse uma televisão.

Quico e Chiquinha ficam com dó.

Q-olha, Chaves. Você pode ver Chapolin lá em casa, se você quiser.

Ch-ah, e zas se levanta aí eu via Chapolin e zas... aí eu assistia o Chapolin Colorado e zas... zas....

Seu Barriga chega na vila e é recebido com um chute de zas do Chaves, na canela, o fazendo tropeçar e cair no chão.

SB-ai!

As crianças vão correndo para o segundo pátio.

SB-oh, e agora? Quem poderá me ajudar?

SS-EEEEO! sai do barril do Chaves.

Seu Barriga olha pra ele, depois olha para a câmera, com o braço esquerdo apoiando o rosto e cutucando o chão com os dedos da outra mão.

A tela vai escurecendo e FIM DA HISTÓRIA.

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Bugiga

A TURMA DO FUCH VISITA A VILA - Parte 1 (Créditos: Thomas Henrique)

Nota do Criador do Fanfic: Antes de mais nada, quero esclarescer que esta fanfic é apenas uma BRINCADEIRA com o pessoal do Fuch. Não estou querendo agredir ninguém, a intenção aqui é fazer rir, apenas. Espero que gostem! :)

Era uma vez um menino chamado Thiago Louzada, que morava na periferia do México e sonhava em comprar a vila do Chaves. Finalmente, um dia, a sorte lhe sorriu e ele teve a oportunidade de visitar a vila que ele tanto gostava.

Louzada se encontra, então, com Chaves, que está equilibrando a vassoura com o pé.

Louzada: Ei, moleque, o que pensa que tá fazendo?

Chaves: Tô equilibrando a vassoura, oras...

Louzada: Que equilibrando que nada... eu que inventei isso!

Chaves: Inventou o que?

Louzada: Isso de equilibrar a vassoura com o pé. Fazia isso quando você ainda nem tinha nascido!

Chaves: E só por isso eu não tenho o direito de fazer?

Começa-se uma pequena discussão. De repente, Kiko sai de sua casa, para jogar bola. Louzada dá uma vassourada nele e o derruba no chão. Kiko começa a falar, sem ar:

Kiko: Mas o que pensa que tá fazendo?

Louzada: Te derrubando! Essa bola é minha!

Kiko: Que sua o quê! Foi minha mamãe que me deu!

Louzada: Uma ova! Jogava com essa bola quando você ainda nem tinha nascido!

Kiko: Eu digo que não... minha mãe me deu essa bola e PORTANTO EU QUE JOGO COM ELAAAAA!!!!!

Louzada: Aff...

Kiko: Você não vai com a minha cara?

Louzada: Não mesmo! E pare de usar essa frase: fui eu que inventei!

Kiko: Você tá louco?

Louzada: Eu falava isso antes mesmo de você nascer!

Kiko: Xi, pirou, ficou maluco! Se bem que eu acho que você já nasceu maluco!

Chaves: Deixa, Kiko, ele falou a mesma coisa pra mim, quando eu tava equilibrando a vassoura.

Chega Chiquinha e encontra os três garotos no pátio:

Chiquinha: Oi, Chaves, oi Kiko... quem é você?

Louzada: Eu sou Thiago Louzada, menino pobre que queria conhecer esta vila. Aliás, conhecer só, não. Quero comprá-la também! Afinal, eu que tive a idéia de criar uma vila com 3 crianças e vizinhos briguentos. Acho que, por direito, essa vila é minha.

Chiquinha: Hã?

Kiko: Deixa ele pra lá, Chiquinha!

Chaves: É, esse menino aí diz que tudo é dele e que ele inventou tudo, é melhor deixar ele pra lá.

Louzada: Quem se importa com vocês? Tenho amigos melhores. Achei que ia gostar mais de conhecer esta vila.

Seu Madruga chega da rua, lendo seu jornal.

Chiquinha: Paizinho, lindo, meu amor, que coisa mais linda, fofura! Paizinho, me dá dinheiro pra ir comprar um doce lá na venda!

Seu Madruga: Não tenho dinheiro, gastei meus últimos centavos para comprar este jornal.

Chiquinha: Claro, não é? É mais importante o jornal que a filha de suas estranhas! Ué ué ué ué uéééé...

Louzada: NÃO CHORE ASSIM, FUI EU QUE INVENTEI ISSO!

Chiquinha: Mas como assim?

Louzada: Eu chorava assim antes mesmo de você nascer!

Mais uma vez, inicia-se uma discussão. Chega Dona Florinda.

Florinda: Ora, posso saber o que está acontecendo aqui?

Kiko: É que esse menino chegou e diz que tudo é dele, inclusive minha bola.

Florinda: Hmm... assim é a gentalha, tesouro, ingênua até não poder mais.

Louzada: Ingênua é a sua vovozinha!

Mais uma discussão. De repente, chega na vila um outro menino, de aspecto sujo, com a roupa toda rasgada. Ele é conhecido por Palmeirense. Enquanto todos discutem, ele vai lentamente até à janela da D. Florinda e rouba o ferro que ali estava. Ele sai correndo para o segundo pátio. Quando a discussão termina, Dona Florinda vai indo pra casa e de repente, vê que seu ferro não está na janela. Vai direto até o Seu Madruga e lhe dá uma bofetada.

Seu Madruga: A senhora está louca? Porque me bateu?

Florinda: E ainda pergunta, seu ladrão de quinta? Cadê o ferro de passar que eu tinha deixado na janela?

Seu Madruga: E como é que eu vou saber? Pra que que eu vou querer um ferro de passar se eu já tenho um? Além do mais, ele pode ter caído dentro da sua casa.

Florinda: Vou verificar.

D. Florinda entra em sua casa e não encontra o seu ferro em parte alguma. Volta ao pátio e começa uma nova discussão com Seu Madruga. De repente, chega o Sr. Barriga, que também vai direto ao Seu Madruga.

Sr. Barriga: Pague-me o aluguel já!

Louzada: Eu que inventei isso!

Sr. Barriga: Isso o quê?

Louzada: Isso, de cobrar o aluguel dos inquilinos. Já fazia isso antes do senhor nascer.

Sr. Barriga ignora e continua discutindo sobre o aluguel com o Sr. Barriga. De repente, chega na vila um terceiro menino, de apelido Le0brAsil. Cutuca o Sr. Barriga pelas costas. O Sr. Barriga se vira e começam a conversar. No final, Le0brAsil entra num acordo e consegue comprar a vila do Chaves. Todos ficam tristes. No entanto, Thiago Louzada fica muito irritado:

Louzada: Você não pode comprar essa vila! Essa vila me pertence! Eu criei ela! Construí antes mesmo de você nascer.

Le0brAsil: Ah, não vem com papo, Louzada...

Mais uma discussão. Chaves vai para o segundo pátio e encontra Palmeirense com o ferro de passar de Dona Florinda na mão.

Palmeirense: Ahn!

Chaves: O que é isso? Então foi você que roubou o ferro da Dona Florinda, não é?

Palmeirense se ajoelha e começa a chorar escandalosamente.

Palmeirense: EU JURO QUE NÃO FIZ POR MAL! VOU DEVOLVER PARA A DONA FLORINDA! HOJE MESMO! PROMETO, DESCULPE, EU ERREI, NÃO QUERIA FAZER ISSO, PELO AMOR DE DEUS, ME PERDOAAAAAA...

De repente, Chaves vira para a câmera e diz:

Chaves: Quantas loucuras estão ocorrendo na vila, não? Mas se quiser saber como continua essa história, não deixe de acompanhar o nosso próximo programa, neste mesmo canal e neste mesmo horário. Até lá. Isso, isso, isso, isso...

De longe, escuta-se a voz de Louzda:

Louzada: FUI EU QUE INVENTEI ISSO!!!!

Música. Fim.

________________________________

A TURMA DO FUCH VISITA A VILA - Parte 2

Como vocês devem estar lembrados, no último episódio conhecemos um garoto chamado Thiago Louzada, que dizia ser inventor de tudo que ocorria na vila. Conhecemos também um menino chamado Le0brAsil, que negociou a compra da vila com o Sr. Barriga e, principalmente, conhecemos o garoto Palmeirense, que roubou o ferro de passar da Dona Florinda. Vamos ver as últimas cenas:

Chaves vai para o segundo pátio e encontra Palmeirense com o ferro de passar de Dona Florinda na mão.

Palmeirense: Ahn!

Chaves: O que é isso? Então foi você que roubou o ferro da Dona Florinda, não é?

Palmeirense se ajoelha e começa a chorar escandalosamente.

Palmeirense: EU JURO QUE NÃO FIZ POR MAL! VOU DEVOLVER PARA A DONA FLORINDA! HOJE MESMO! PROMETO, DESCULPE, EU ERREI, NÃO QUERIA FAZER ISSO, PELO AMOR DE DEUS, ME PERDOAAAAAA...

Chaves começa a consolar Palmeirense e os dois resolvem ir para o pátio principal. Todos vêem Palmeirense com o ferro de passar na mão. Música triste. Começa-se a acusação:

D. Florinda: LADRÃO!

SEU MADRUGA: LADRÃO!

KIKO: LADRÃO

CHIQUINHA: LADRÃO

LOUZADA: LADRÃO DE IDÉIAS!

LE0BRASIL: SEU LADRÃO!

SR. BARRIGA: LADRÃOZINHO!

SEU MADRUGA: SEU LADRÃO! LADRÃOZINHO, SEU LADRÃO!

Música triste. Palmeirense faz sua trouxa e resolve ir embora da vila para sempre. No dia seguinte, Chaves sente sua falta, pois achou que o menino já tinha se arrependido do roubo. Paralelamente a isso, Dona Florinda vai à casa do Seu Madruga.

Seu Madruga: NÃO, NÃO, NÃO FUI EU! EU NÃO FIZ NADA DESSA VEZ, A SENHORA NÃO PODE ME ACUSAR DE NADA!!

Dona Florinda: Não vim acusá-lo. Vim perguntar se na casa do senhor está faltando água e luz como na minha.

Seu Madruga: Sim, já tinha percebido que não tinha luz.

Dona Florinda: E água?

Seu Madruga: Bom... água? A senhora quer dizer, hã... água? Que a gente usa pra lavar a roupa né? Água? Bem, eu acho que é por causa do novo dono. Esse menino comprou a vila e largou ela, não quer mais saber. E desde que ele chegou, a vila vai indo de mal a pior, e olha que já não era boa com o Sr. Barriga. Pelo menos, até agora, ninguém veio cobrar o aluguel.

Sr. Barriga entra na vila e vai direto ao Seu Madruga.

Sr. Barriga: Muito bom dia! (Erguendo as mãos. Seu Madruga disfarça e o cumprimenta). NÃO SE FAÇA DE TROUXA! O menino Le0brAsil está me pagando para que eu cobre o aluguel desta vila, parece que ele tem coisas mais importantes pra fazer.

Seu Madruga: Pois eu não pretendo pagar o aluguel até que haja luz e água na vila, Sr. Barriga!

Sr. Barriga: Como? Não tem luz e nem água aqui na vila? E como estão sobrevivendo?

Seu Madruga: De ar.

Sr. Barriga: Não se faça de palhaço.

Começa-se uma discussão. De repente, Chaves sai do barril, chorando. Todos se viram para ele. Seu Madruga vai até ele.

Seu Madruga: O que foi, Chaves?

Chaves: É que o menino chamado Palmeirense foi embora da vila, e eu acho que ele já tinha se arrependido de ter roubado o ferro de passar da Dona Florinda.

Dona Florinda: Hmm... assim é a gentalha, sempre estão unidos. E ouça aqui, Sr. Barriga... enquanto não houver água e luz aqui na vila, EU NÃO LHE PAGO O ALUGUEL, ESTÁ ME ENTENDENDO???

E Dona Florinda vai, empinada, para dentro de sua casa. De repente, Chaves olha para o portão e vê Palmeirense, que volta ao lado de Chiquinha.

Chaves: PALMEIRENSE!!!

Palmeirense: Boas notícias. Estávamos voltando da Igreja. Me converti.

Chaves: Que ótimo isso, hein. Fico muito feliz.

De repente, Le0brAsil retorna à vila, e Seu Madruga vai logo reclamar com ele.

Seu Madruga: Ei, mocorongo almofadinha, o que fez com a vila? Cadê a luz, cadê a água?

Le0brAsil: Por isso eu voltei, na verdade foi a única coisa que me fez voltar nessa vila... bem, voltei pra dizer que havia me esquecido de pagar as contas de luz e água, tava tudo atrasado, mas já paguei e, me menos de 5 minutos, tudo já deve estar normalizado, mas não garanto que esteja assim normal para sempre. Cada um que se vire, daqui em diante. Vou mandar as contas de luz e água para cada um de vocês e vocês paguem suas devidas partes.

Seu Madruga: O que? Mais uma conta? Oh, não...

Música alegre. Fim da história.

__________________________

TURMA DO FUCH VISITA A VILA / VERSÃO DEFINITIVA

FANFIC ARRUMADA, ESPECIAL DE NATAL.

A turma do Chaves está comemorando o Natal. Depois de uma grande festa, com pichorras e tudo o mais, eles vão se deitar. Por ser Natal, muitos resolveram passar a noite na vila, como Nhonho, Pópis e Godinez. No dia seguinte, porém, fatos estranhos começam a acontecer: gente de todo o lado começa a aparecer. Pessoas que ninguém da vila conhece. Porém, todos esses conhecem o pessoal da vila. O primeiro a chegar é Eduardo Rodrigues, de apelido E.R.

Chaves: Olá! Quem é você?

Eduardo: Olá, me chamo Eduardo, sou um grande fã de vocês.

Chaves: Mas como é fã se nem nos conhecemos?

Eduardo: Mas eu acompanho vocês todos os dias, pela tevê. Tenho todos os episódios gravados. Mas agora eu cansei de colecionar episódios. Resolvi que quero comprar a vila, é o meu atual sonho, e pretendo realizá-lo o quanto antes.

Chaves: Acho difícil você entrar num acordo com o Sr. Barriga.

Eduardo: Não se preocupe, eu dou um jeito de conseguir a vila esta semana mesmo.

Chaves: Boa sorte!

Eduardo: Obrigado.

De repente, um menino rechonchudo aparece. Seu nome é Maurício Kagiva. Nhonho sai da casa do Kiko (onde estava "hospedado") e os dois se encontram e começam a se animar.

Kagiva: Meu irmão gêmeo!

Nhonho: Meu irmão perdido!

Kagiva: Sempre me identifiquei muito com o seu personagem. Obrigado por tantos anos de alegria e esperança.

Nhonho: Que personagem? Eu sou eu mesmo!

Kagiva: Deixa pra lá.

Kiko também sai de sua casa, cantando alegremente, com sua bola. De repente, olha pra Eduardo e Kagiva e deixa a bola escapar de suas mãos, sem nem notar. Continua agitando as mãos como se ainda tivesse batendo na bola. Boquiaberto, diz:

Kiko: JÁ CHEGOU MINHA BOLA QUADRADA!!

Chaves: Onde?

Kiko: Está ali, com o Nhonho!

Chaves: Não, este é o irmão do Nhonho.

Kiko: Ahhh, pensei que fosse minha bola quadrada... Espera aí! Você disse irmão? Nhonho, você tem irmão? E porque nunca nos contou?

Kagiva: Pera! Eu não sou irmão de sangue do Nhonho, é que sempre me identifiquei com ele, sempre entendi o lado dele quando ele era ofendido por vocês, quando vocês o chamavam de bola, entre outras coisas ofensivas...

Kiko: Ah bom, mas como você se chama?

Kagiva: Maurício Kagiva.

Chiquinha sai de sua casa, bocejando. Também se espanta ao ver os dois meninos desconhecidos. Logo pergunta:

Chiquinha: Quem são esses 2?

Kiko e Chaves: Eduardo e Kagiva.

Chiquinha. Ah tá, e o que eles vieram fazer aqui?

Chaves: Vai lá se saber...

Eduardo: Somos fãs do programa, temos até um fórum e tudo. Espero que vocês visitem um dia desses. Ahhh não, ainda estamos na década de 70, não existe Internet! Tivemos uma trabalheira para conseguir entrar na vila... é difícil voltar no tempo.

Chaves: Vocês vêm do futuro é? Isso é verdade mesmo?

Kagiva: Sim. Estou cansado da viagem até agora. Galvão Bueno viajou comigo, mas ele estava indo para a Copa de 78.

Chaves: Puxa, que legal!

Para a surpresa de todos, mais um menino chega à vila.

Chiquinha: Outro! Quem é você?

Louzada: Eu me chamo Thiago Louzada. Tudo bem com vocês?

Chiquinha, Chaves, Kiko e Nhonho: Sim, tudo bem!

Louzada: E.R.! Kagiva! Vocês também conseguiram chegar aqui? Que legal, finalmente posso conhecê-los pessoalmente.

Kagiva: Pois é.

Chega o Professor Girafales.

Girafales: Nossa! A vila está cheia! Creio que temos visitas...

Chaves: Sim, professor, esses meninos disseram ser nossos fãs, vieram visitar a vila. Acho que consideram um presente de Natal.

Girafales: Muito bom.

Louzada: Professor, há muito tempo que eu queria te pedir uma coisa... e finalmente chegou esta oportunidade

Girafales: O que é? Então diga.

Louzada: Me ensina a violar tocão? Digo, a tocar violão?

Girafales: Não sei, já tentei fazer isso com o Kiko e o Chaves uma vez. Não deu certo.

Kiko: Ah vai, tenta de novo, vai diz que sim, não seja mau, anda sim, diz que sim, anda siiiiiimmm ?

Louzada: Não fale isso. Fui eu que inventei essa frase.

Kiko: Como assim?

Louzada: Eu falo isso desde antes de você nascer. Portanto, nada de usar sem pedir autorização.

Outro menino chega.

Le0brAsil: Quero falar com o Sr. Barriga.

Nhonho: Ah, meu papai ainda não chegou para me buscar, você vai ter que esperar.

Le0brAsil. Ok.

Kiko pega sua bola para jogar.

Louzada: Eeeeeiii moleque, o que você tá fazendo com a minha bola?

Kiko: Sua bola? Que sua bola o quê, essa bola foi minha mamãe que me deu!

Louzada: É nada, tenho ela desde antes de você nascer, pode ir me devolvendo já.

Chaves: Essa bola é do Kiko e você não vai tirar.

Chaves puxa a bola com força das mãos de Louzada e acerta o Sr. Barriga, que tinha acabado de entrar na vila.

Sr. Barriga: TINHA QUE SER O CHAVES!

CHAVES: Foi sem querer, querendo.

Louzada: Mais um que usa coisa minha sem autorização.

Le0brAsil: Esquece, Louzada... Sr. Barriga, que bom que o senhor chegou, tenho uma proposta para o senhor.

Depois de uma longa conversa, o Sr. Barriga decide vender a vila para Le0brAsil.

Sr. Barriga: Negócio fechado.

Eduardo: EPA! Que papo é esse? Eu vim justamente para isso! Quero comprar essa vila... não é justo, juntei todo o meu dinheiro... depois de ter todos os episódios, eu tenho o direito de comprar essa vila.

Le0brAsil: De jeito nenhum, eu já fechei o negócio com o Sr. Barriga.

Louzada: Que mané fecharam negócio! Essa vila me pertence! Fui eu que criei! Nada disso, ela não vai ser vendida sem a minha autorização, de jeito nenhum!

Inicia-se uma grande discussão. Dona Florinda chega.

Florinda: O que está havendo aqui? Mas que escândalo é esse??

MÚSICA ROMÂNTICA

Florinda: Professor Girafales!

Girafales: Dona Florinda

Florinda: Que milagre que venha por aqui

Girafales: Vim lhe trazer este humilde presente.

Florinda: Ah, professor, mas é lindo!

Girafales: E olha que hoje eu nem tomei banho!

Florinda: Hehe... ahh... sim, mas eu estava falando do buquê de flores.

Girafales: Ah, sim, também é bonito

Florinda: Não gostaria de entrar e tomar uma xícara de café?

Girafales: Não seria muito incômodo?

Florinda: De maneira nenhuma, queira entrar.

Girafales: Depois da senhora.

Kiko: Ahhhh... meus pais... mais quarenta e cinco xícaras de café e eu vou ter papai novo!

Louzada: Puxa! Nunca pensei que esse pessoal da vila fosse tão copião. Tudo que eu invento eles copiam aqui. Este segmento inteiro é cópia. Aff...

Mais um menino chega à vila.

Andy: Olá, muito bom dia para todos!

Todos: Olá! Quem é você?

Andy: Eu sou Andy. Eu vim verificar esta vila e percebi que ela não está em condições de uso. Terá de ser fechada imediatamente. Ela pode causar confusões, e nós não queremos isso, não é verdade? Bom, fazer o que... VILA FECHADA!

Todos: Oh, e agora, quem vai arrumar um lugar pra gente morar?

Chapolin: EU!

Todos: O Chapolin Colorado!!

Chapolin: Não contavam com a minha astúcia! Porque me chamaram até aqui?

Louzada: É que o Andy quer fechar a vila sem motivos!

Chapolin: Não se preocupe, o Chapolin Colorado não vai permitir, sigam-me os bons!

Chapolin e Andy entram numa discussão sobre o fechamento da vila.

Chapolin: Já chegamos a um acordo.

Todos: Qual?

Chapolin: Ele fecha a vila e vocês se viram.

Música triste. Todos abaixam a cabeça. Afinal, a vila estava fechada para sempre. Ou será que não?

Chapolin: Mas se vocês querem saber o verdadeiro final deste conto de Natal, não deixem de sintonizar o nosso próximo programa, neste mesmo canal e neste mesmo horário. Até mais!

Música alegre. Fim da história.

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Bugiga

Procura-se Água (Créditos: seguidor CH)

Chaves tem um piripaque só que dessa vez não tem água na vila para despertá-lo

1º bloco

Chaves entra correndo no pátio com a bola de Quico na mão, que chega correndo atrás dizendo :

- Você vai ver Chaves, eu vou falar para a Bruxa do 71 fazer um feitiço para te transformar em sapo, se você não devolver a minha bola!

- Feitiço? Bruxa do 71? Eu hein?! Aqui tá a sua bola! - Chaves joga-a para Quico que olha para a câmera e dá uma risada

Dona Clotilde, sai de casa com sua cesta, Chaves a vê e tem um piripaque. A 'Bruxa' nem percebe e continua andando. Quico vai na direção de Chaves e diz:

- Devolveu a minha bola bem a tempo hein Chaves, mais um minutinho e a Bruxa do 71 te transformaria em sapo - Quico ri e continua - Não é Chaves? Chaves? Chaves?! Chaves!!!!!!! - grita - Mas não é possível, esse último grito meu nunca falha, quem sabe eu deva gritar de novo... Então é um, é dois, é...

Chiquinha, que acompanhava a palhaçada da janela diz:

- Não seja burro Quico.. Não viu que o Chaves teve um piripaque porque viu a Bruxa do 71?! - e sai de casa - Tudo o que precisamos é de um pouquinho de água; lá no tanque mesmo tem!

- Por isso eu digo que precisamos de um pouco de água - diz Quico

- Mas que coisa! Não tem água aqui nessa torneira, nem nessa outra - fala Chiquinha - vamos no outro pátio ver se tem!

- Espera só um pouquinho Chaves! Não se mexa! - diz Quico

2º bloco

Chiquinha e Quico, voltam desanimados do outro pátio:

- Que droga! Não tem água em nenhuma torneira - diz Chiquinha

- Vai ver que elas estão entopadas - completa Quico

Dona Florinda que estava saindo de casa corrige:

- Não se diz entopadas tesouro, se diz entupidas! Mas do que vocês estão falando?

- Das torneiras mamãe, não está saindo água de nenhuma!

- Mas é claro tesouro, já estamo sem água desde a manhã e eu vou justamente na vila da frente ver se lá estão com o mesmo problema. E também vou comprar 1 litro de água pois estamos sem água pra beber também. Já volto filhinho!

- Tudo bem mamãe! - responde Quico

Chiquinha irritada:

- Que beleza! Que beleza! Estamos sem água até Deus sabe quando, e o Chaves aí paralisado! - temos que pensar em um plano....

- Ah, já sei! - diz Quico

- Não, Quico isso não! - responde Chiquinha

- Humm.. ah! e se nós fizessemos...

- Não, Quico, nem pensar...

- Já sei! E se...

- Piorou!

- E se nós

- Sim, isso sim! - diz Chiquinha - O que é?!

- É que eu já esqueci... - responde Quico

- Já sei!! Água dos potes! - sugere Chiquinha - Eu vou em casa pegar um copo e já volto!

3º bloco

Chiquinha sai de casa e entrega o copo:

- Tome Quico!

Quico entende ao pé da letra e bebe a água.

- Mas o que está fazendo seu imbecil?! - grita Chiquinha

- Estou tomando a água! Não é isso que você me pediu para fazer? - responde Quico

- Ah mas é incrível , é incrível! Não está vendo que quem está precisando de água é o Chaves?!

- Mas como ele vai beber a água se está paralisado desse jeito Chiquinha?!

- Ai, dai me paciência! A água não é para o Chaves tomar e sim para jogar nele, para ele sair do piripaque!

- Que coisa não?! - sorri Quico

- Agora também acabou a água lá em casa, vai buscar na sua casa um copo - manda Chiquinha

- Mas não se lembra que minha mãe disse que ia comprar água porque estamos sem em casa? - diz Quico

- Minha nossa, é verdade! E agora?

- Ah Chiquinha! Esquecemos de ver no terceiro pátio! Talvez lá tenha água!

- Boa Quico! Até que você não é tão burro assim! Vamos lá ver

Seu Madruga entra em cena e fala com Chaves:

- Chaves, se você ver o Seu Barriga, me avise tudo bem? Chaves? Chaves?! Chaves!!!!!!!! Mas o que tem esse menino? Chaves!

Pópis entra na vila

- Pópis, Pópis, venha cá! - diz Seu Madruga

- O que é?

- Sabe me dizer o que tem o Chaves?!

- Bom, esse não tem quase nada, um bonezinho só, umas roupinhas rasgadas e nem a casa dele eu conheço e...

- Não, não, não! Estou perguntando o que tem ele para estar parado feito uma mula.

- Ora, corpo de mula! - diz Pópis

Seu Madruga olha feio p/ ela q já vai saindo com cara de choro:

- Eu vou contar tudo pra minha mãe - e entra na casa de Dona Florinda

Chiquinha e Quico chegam dos outros pátios, novamente sem água e Seu Madruga os pergunta:

- Crianças o que tem o Chaves?!

- Piripaque papai.. não sabe que quando ele fica nessa posição ele tomou um susto? - responde Chiquinha

- Mas de quem o Chaves tomou esse susto? - pergunta Madruga

Dona Clotilde volta na vila..

- Da Bruxa do 71! - fala Quico

- Como?! - fala Clotilde e chega perto de Quico

- Bruxa do 79?......... Bruxa do 98? .......... do cento e quarenta e sete e oito e cinquenta e cinco? ..... do 8? ............. não deu! - tenta Quico

- Mas quantas vezes vou ter que dizer pra vocês que a Dona Clotilde não é nenhuma bruxa? - dá o sermão Seu Madruga

- Mas é claro! - diz Dona Clotilde

- As aparências enganam!

- O que?!

- É, digo, digo...

- É melhor não dizer mais nada! E com licença! - se retira Clotilde

- Olhe Quico aí vem a sua mãe, pegue a água que ela trouxe e jogue no Chaves! - fala Chiquinha

- Falou! É pra já! Hihihihi - ri Quico

- Tesouro, na outra vila também estão sem água e.... - vai falando Dona Florinda que é interrompida por Quico que já vai pegando a garrafa da cesta - Mas o que é isso tesouro? O que está fazendo?!

- É que me mandaram pegar mamãe - fala Quico

- Ah, mas só podia ser, só podia ser - e dá lhe um tapa em Madruga - vamos tesouro , não se misture com essa gentalha..

Depois de todo o conhecido Seu Madruga diz:

- Mas que droga! Que droga! E tudo isso por causa de um mísero copo de água!

Dona Clotilde que estava saindo de casa e ouviu , diz:

- Não seja por isso Seu Madruga, eu trouxe agora mesmo uma garrafa de água..

Chiquinha e Seu Madruga se animam e logo Dona Clotilde chega com a garrafa; Chiquinha já diz:

- Deixa que eu faço isso, vai a garrafa toda para não ter erro

- Mas Chiquinha, só tem essa garrafa! - diz Dona Clotilde

- Ah, não tem problema, isso dá e sobra - e joga toda a água de uma vez em Chaves, que sai do piripaque e meio sem entender olha para Seu Madruga, Chiquinha e após olhar para Dona Clotilde, Chaves entra em piripaque novamente

Seu Madruga irritado corre atrás de Chiquinha e Dona Clotilde fica sem entender nada..

FIM

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Bugiga

Vamos todos para Acapulco - parte 1 (créditos: chaves_007)

- com Jaiminho, Pópis e Dona Neves

---------------------------------

Chaves está no pátio jogando a bola perto da parede da escada, quando chega o Profº Girafales. Chaves o acerta com a bola:

PG: Ta, ta, ta, ta, ta! Tinha que ser o Chaves!

CH: Foi sem querer querendo!

PG (imitando): Foi sem querer querendo! Você sabe onde está Dona Neves?

CH: A Dona Neves?

PG: Sim

CH: A senhora que mora no 72?

PG: Sim!

CH: A bisavó da Chiquinha?

PG (nervoso): Sim! Olha, eu estou procurando a Dona Neves, a senhora que mora no 72 e a bisavó da Chiquinha!

CH: As três? Mas elas são a mesma pessoa!

PG: Olha Chavinho, você sabe onde ela está sim ou não?

CH: Sim, ela está na casa dela!

PG: Obrigado!

CH: Não tem por onde!

Prof° Girafales bate na porta. Dona Neves atende. Por ser alto o professor não repara que Dona Neves abriu a porta.

PG: Aquela velha não vai abrir a porta?

DN: Quê, quê, quê, quê, quê, como?

PG: Desculpe, desculpe Dona Neves! Preciso lhe falar algo muito importante!

DN: Professor, a proposta de casamento deve ser feita na porta do 14!

PG: Quê?

DN: Che, che, che, che, che (risos)! Desculpe, o que o senhor quer dizer?

PG: Posso entrar? O assunto é em particular.

DN: Sim, entre!

Os dois entram. Chiquinha chega do outro pátio. Chaves corre até ela!

CH: Escuta, o profº Girafales está na sua casa conversando com sua bisavó, algo bem importante!

CHI: Será que está contando alguma travessura?

CH: Quem sabe, né?

Chiquinha corre pra casa, lá dentro estão o Prof° Girafales e Dona Neves sentados à mesa conversando.

CHI: É mentira! Biscavó, eu não coloquei tachinhas na cadeira dele!

DN: Quê, quê, quê, quê, quê, como? Não estamos falando sobre isso!

CHI: Então ele está falando sobre a vez que estourei uma bombinha no chapéu dele?

DN: Também não!

CHI: Então é sobre o que?

DN: O professor estava me contando que você chegou na escola com um produto que serve para limpar prata. É verdade?

CHI: Bom, é que..é que...eu...

PG: Sua bisavó estava me dizendo que a única maneira de você conseguir dinheiro para comprar isso é pegando o dinheiro que ela estava guardando para pagar um mês de aluguel! Você realmente pegou?

CHI: Sim, mas é que comprando um produto que limpa prata, concorremos a uma viagem a Acapulco com tudo pago!

DN: Jura?

CHI: Sim pois é, pois é, pois é!

PG: Bom já que tudo foi esclarecido vou ao encontro de Dona Florinda. Com licença!

DN: Toda, professor!

Professor Girafales sai da casa de Dona Neves.

DN: O que temos que fazer agora é arrumar as malas por garantia. Chiquinha... acabei de me lembrar não vou poder ir com você!

CHI: Mas porque não, biscavó?

DN: Porque tenho que resolver uns assuntos pessoais que deixei pendente quando vim morar aqui!

CHI: Mas então com quem eu vou viajar?

DN: Ora, com o Jaiminho!

CHI: Ta legal!

DN: Ele já deve estar chegando aqui!

Jaiminho bate na porta e entra.

JA: Boa tarde, senhora!

DN: Não sou senhora, sou...rs,rs...sou senhora sim! Bom, agora que já está aqui posso sair! Cuide bem de minha biscaneta, ta?

JA: Pode deixar!

DN: Tchau, minha chiquititinha!

CHI: Tchau, biscavó!

Dona Neves pega uma bolsa em cima do sofá e sai de casa.

JA: Bom, agora antes de ver o resultado do sorteio temos que arrumar nossas malas. Mas nenhum de nós tem mala! O que vamos fazer?

CHI: Não sei, ué!

JA: Já sei! Quer fazer o favor de ir ver se Dona Clotilde pode emprestar as malas delas?

CHI: Quê?

JA: Quer fazer o favor de ir ver se Dona Clotilde pode emprestar as malas delas?

CHI: E se ela não deixar?

JÁ: Ora, claro que ela deixa! Vá lá depressa!

CHI: Ta!

Chiquinha sai de casa. Depois de algum tempo, ela volta com duas malas na mão.

JÁ: Viu como ela emprestou!

CHI: Sim, pois é, pois é, pois é!

Chiquinha sai de casa de novo.

CHI: Chaves, eu vou para Acapulco!

CH: Quê?

CHI: Isso mesmo Chavinho, nós vamos a Acapulco com tudo pago! Eu e o Jaiminho!

Quando acaba Chiquinha acaba de falar, Pópis aparece.

PP: Eu vou contar tudo pra minha tia!

Chaves e Chiquinha não ligam para o que Pópis fala. Pópis bate na porta da casa de Dona Florinda.

DF: O que foi, Pópis?

PP: Tia, a Chiquinha e o Jaiminho vão para Acapulco!

DF: Quem te falou isso?

PP: A Chiquinha!

DF: É impossível! Nenhum dos dois não dinheiro nem pra pagar o aluguel, quanto mais ir para Acapulco!

PP: Mas eu acho que é verdade, porque a Chiquinha está concorrendo a um sorteio que como prêmio tem uma viagem para duas pessoas com tudo pago!

DF: Você jura?

PP: Sim!

DF: Não se preocupe...

Professor Girafales chega.

DF: ...se a gentalha vai a Acapulco nós também vamos! Venha e arrume suas malas!

PG: Espere só um pouquinho que vou também, Dona Florinda!

DF: Não demore, professor!

PG: Eu já volto!

Professor Girafales corre pra rua. Na casa de Chiquinha, ela e Jaiminho estão prontos para saber o resultado do sorteio.

JÁ: Vamos lá, Chiquinha!

CHI: Ta bom!

JA: Vamos com calma, ta?

CHI: Ta!

JA: Um por um, um por um!

CHI: Ta bem!

JÁ: Então vamos lá! 4...

CHI: 4...

JA: 8...

CHI: 8...

JÁ: 7!

CHI: 7! Iupiiiii!

JÁ: Nós ganhamos uma viagem pra Acapulco com tudo pago, Chiquinha! Com tudo pago! Bem que sua bisavó me disse que você tinha feito muito bem em comprar um produto pra limpar prata! Eu nunca fui a Acapulco, Chiquinha! Nunca!

CHI: E é uma viagem pra duas pessoas!

JÁ: É mesmo, é mesmo! Quem eu vou levar?

CHI: O que o senhor disse?

JÁ: Nada, nada! Esqueça! É claro que eu vou levar você, foi o que prometi pra sua bisavó! Agora, só falta fazer as malas!

CHI: Já estão prontas, olhe!

No pátio, Chaves está brincando com seu bilboquê de lata, quando chega o Profº Girafales com duas malas.

PG: Olá!

CH: Vê se não enche!

PG: Quê?

CH: Desculpa professor, pensei que fosse o Nhonho que vive me aborrecendo com...

PG: Esqueça, esqueça!

Professor vai em direção a casa de Dona Florinda.

PG: Acapulco lá vou eu! Acapulco lá vou eu!

Chaves tropeça nas malas do professor.

PG: Olha aí, olha aí!

CH: Que que eu vou fazer se essas coisas estão aqui?

PG: Está bem! Quer fazer o favor de colocar as minhas malas na escada!

CH: Quê?

PG: Que por favor coloque as maletas na escada!

Sem entender muita coisa, Chaves se senta na escada!

PG: O quê você está fazendo aí?

CH: Eu fui sentar lá, pra ver se o senhor precisava de muletas!

PG: Estou falando de maletas! Não sabe o que são maletas?

CH: Ah sim! Maleta não é muleta. Maleta é maleta!

PG: Olha eu vou explicar! Isso aqui são malas ou maletas! São sinônimos!

CH: São sinônimos?

PG: Claro!

CH: Ah, quer dizer que então esses são os sinônimos pequenos e esses são os sinônimos grandes!

PG: Eu vou explicar de novo. Isso são malas!

CH: Há mala que vem para bena!

PG: Você sabe se Dona Florinda já fez as suas malas?

CH: Não, ela já comprou feitas!

PG: O que eu quero saber é se Dona Florinda já preparou as suas malas!

CH: Ah! Não sei, não!

PG: Quer, por favor, vigiar as minhas malas?

CH: Não, prefiro ficar de pé, que isso!

PG: Quer vigiar as minhas malas enquanto eu vou falar com a Dona Florinda?

CH: Sim!

PG: Obrigado!

CH: Não tem por onde!

PG: Acapulco me espera! Acapulco me espera!

Jaiminho sai da casa de Chiquinha com duas malas na mão.

JÁ: Vamos Chiquinha, vamos! Não podemos per a hora! Vamos!

Chiquinha sai de casa.

CHI: Já vou Jaiminho! Hihihi! Eu já vou Chaves! Quando eu voltar eu te conto como é Acapulco, ta?

CH: Ta!

CHI: Eu já vou Chaves! Adeus!

Chiquinha sai da vila. Dona Clotilde sai de casa.

DN: Jaiminho, Jaiminho! Espere, espere! Lembre-se que eu também vou a Acapulco!

Dona Clotilde sai da vila. Profº Girafales e Dona Florinda saem de casa. Profº Girafales está com as malas de Dona Florinda, duas em cada mão.

PG: Por favor, apressem-se se não perdemos o trem!

DF: Ai professor! Eu nem tive tempo de tirar o meu avental e a Pópis ainda está lá dentro! Pópis! Vamos!

Pópis sai de casa.

PP: Já estou indo tia! Nós vamos comer no caminho?

DF: Ah sim, Pópis!

Os três se aproximam de Chaves e das malas do professor.

PG: Olhe Pópis, as minhas malas por favor!

PP: Ah, mas era só o que faltava!

Pópis pega as malas.

PP: Um momentinho, um momentinho!

Pópis põe as malas do professor embaixo dos braços do mesmo.

PP: Pronto, já arrumei tudo! Já arrumei tudo!

DF: Então vamos que já é tarde!

PP: Vamos, tia!

Os três saem da vila. Chaves fica sozinho com o bilboquê na mão. Começa a tocar a musica de fundo triste. Chaves começa a brincar com seu bilboquê, meio triste e logo em seguida desiste e joga para trás, em direção a porta da vila, e acerta Sr° Barriga que estava chegando. Ele tonteia e vai em direção a Chaves.

SB: Tinha que ser o Chaves de novo!

CH: Foi sem querer querendo!

SB: Sim, eu sei! Saia da frente!

Srº Barriga vai em direção à casa de Dona Florinda e bate na porta.

CH: Dona Florinda e a Pópis não estão! Foram para Acapulco!

SB: Acapulco?

CH: Sim, e também foi o Profº Girafales!

SB: Humpf!

Sr° Barriga chega pro lado e bate na porta de Dona Clotilde.

CH: A Bruxa do 71 também foi para Acapulco!

SB: O que é isso? Epidemia ou o quê?

CH: Quê que é isso?

SB: Não é nada! Esqueça, esqueça! Agora só faltava o Jaiminho ter ido a Acapulco, não?

CH: Isso, isso, isso! E a Chiquinha foi com ele!

SB: Que ótimo! Não tem dinheiro para pagar o aluguel mas tem dinheiro para passar umas férias em Acapulco, não?

CH: Bom, é que a Chiquinha comprou uma coisa que concorria a um sorteio e ganhou duas passagens para Acapulco com tudo pago! Mas como Dona Neves não podia ir, o Jaiminho foi com ela!

SB: Bom, se os meus inquilinos podem tirar umas férias em Acapulco, porque eu não? É uma boa idéia! Até a volta Chaves!

O gordo vai em direção á porta da vila, mas ao chegar perto da escada pára e volta.

SB: Você gostaria de ir à Acapulco, Chaves?

CH: Eu?

SB: Sim, você! Eu preferiria levar o meu filho Nhonho, mas ele está acampando com os escoteiros! Vamos?

CH: Jura? Jura que me leva?... Jura? Ju...Zás!

SB: Sim, vamos!

CH: Nós nos vemos amanhã de novo, nesse mesmo fórum, nesse mesmo tópico! Mas agora tenho que sair daqui, eu vou para Acapulco! Muita gente, água, sol, mar...zás! Depois, eu volto...isso, isso, isso, isso!

Chaves e Sr° Barriga saem. Fim da primeira parte.

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Bugiga

Parque de diversões v.1 (Créditos: Bugiga)

Ano: 1976

Elenco: Chaves (CH), Chiquinha (CA), Quico (Q), Seu Madruga (SM), Dona Florinda (DF), Professor Girafales (PG)

Participação especial: Horácio Gómez, como o homenzinho do parque (H).

Nota: essa minha versão só tem uma parte, visto que eu não conheço direito a parte 1 do episódio normal.

1º BLOCO

O episódio se inicia com o Chaves trazendo a caixa de madeira do segundo pátio. Ele a coloca de pé no meio do pátio, e volta ao segundo pátio. Seu Madruga entra na vila distraidamente, lendo seu jornal, e senta na caixa. Chaves volta com a tábua e, sem ver, a solta em cima do Seu Madruga, que faz aquela cara de tonto que faz quando é atingido.

SM: Tinha que ser o Chaves mesmo!

CH: Foi sem querer querendo.

SM: (Imitando) Foi sem querer querendo... Toma! (cascudo)

CH: Pipipipipi.

SM: Pipipipipi.... Só não te dou outra porque... Me dá isso aqui.

Ele puxa a tábua e acaba atingindo o estômago do Quico, que vem da rua acompanhado da Chiquinha.

Q: Mamãe!

DF: (vindo de dentro de casa) O que foi?

Q: Ele me acertou com aquela tábua, mamãe.

DF: Ah, é? Pois eu vou lhe mostrar. Venha cá velho sem-vergonha, ordinário.

Seu Madruga foge para o segundo pátio, e Dona Florinda o segue.

Q: Isso, mamãe. Pega ele! Acaba com ele...

Chiquinha se irrita e acerta um pontapé no Quico.

Q: Ai. Por isso eu digo que é melhor não bater nele, não.

Chaves, enquanto isso, coloca a tábua sobre a caixa. Quico vê e pergunta:

Q: O quê você tá fazendo, Chaves?

CH: Estou fazendo uma gangorra pra brincar de gangorra.

CA: Que boa idéia, Chaves! Vamos brincar de gangorra?

CH: Isso, isso, isso.

Chiquinha senta numa das pontas da gangorra, enquanto o Quico desdenha:

Q: Ah, Chaves, isso é bobagem. Olha. Seira melhor a gente ir no parque que chegou hoje de manhã aí em frente, você não acha?

CH: No parque? Eu não gosto...

Q: Você não gosta de ir no parque?

CH: Bem, gostar eu gosto sim, mas é que eu não tenho dinheiro pra entrar, e...

Q: Ah, Chaves... Olha! A minha mãe me deu dinheiro e eu convidei a Chiquinha pra ir comigo. Se quiser eu te convido também.

CH: Ah, zás, zás, então eu ia no parque e então eu corria e então eu andava no carrossel, e zás.

Nesse momento, Seu Madruga chega do outro pátio, meio cansado, e se abaixa próximo à Chiquinha enquanto toma ar.

SM: Consegui escapar dela, filhinha. Se ela perguntar por mim, diga que...

Sem perceber a conversa, o Chaves senta todo animado na outra ponta da gangorra. Chiquinha cai pra trás e a tábua acerta o Seu Madruga de novo.

SM: Tinha que ser o Chaves de novo! E lhe acerta um cascudo.

CH: Pipipipi.

SM: Pipipi... Só não te dou outra porque...

DF: Ah, então o senhor está aí...

É Dona Florinda, que surge do segundo pátio atrás dele, que completa a frase anterior:

SM: Porque eu não tenho tempo. Com licencinha...

DF: Venha cá, seu velho cretino, ordinário...

Os dois correm em direção à rua. Chaves continua chorando. Quico tenta consolar ele.

Q: Ah, Chaves, não chora. Você não sabe que os homens não choram?

CH: Mas eu não sou homem.

CA: Chaves. Você não é homem?

CH: Não, eu sou menino.

Quico e Chiquinha dão um suspiro de alívio.

Q: Bom, tá, tá, já passou. Escuta, por que a gente não vai logo no parque antes que fique tarde, hein?

CH: Isso, isso, isso, vamos logo, vamo...

Os três saem alegremente em direção à rua.

Fim do 1º bloco

2º BLOCO

O segundo bloco começa com o homenzinho do parque (Horácio Gómez, nessa versão) gritando:

H: Venham, venham, venham medir sua força batendo com o martelo, venham. Aceitamos todos os tipos de cartões de crédito. Venham...

Nisso Seu Madruga vem correndo perseguido pela Dona Florinda. Os dois correm em torno do homenzinho, girando-o várias vezes e deixando-o tonto. E se afastam dali gritando ofensas um pro outro, enquanto o homenzinho rodopia mais alguns segundos. As crianças, então, chegam, conversando alegremente, no local onde está o homenzinho. Chiquinha então pergunta:

CA: Pessoal, vocês conhecem esse jogo?

Q: Sim, sim... Não. Do quê se trata?

CH: Se trata se bater nisso com isso, pra que isso suba até aquilo.

CA: Isso, isso, isso... Pois é, pois é, pois é.

Q: Ah, pois aí está!

CA: Aí está o quê?

Q: Aí está o problema, pois eu não entendi nada.

H: Querem medir pra ver quem é o mais forte?

Q: Ah, mas é claro que sou eu.

CH: Ele disse o mais forte, não o mais tonto.

Q: (dá sua risada clássica)Ah, ah, ah, ah, o mais tooon... Você não vai com a minha cara?

CH: Ahn...

Q: Bom, bom, me da aí o martelo, vai...

H: Nã, nã, não. Primeiro acerte aqui.

Quico não pensa duas vezes: acerta um dos seus socos vai-e-vem na cara do coitado.

Q: Foi o senhor que mandou eu acertar o senhor.

H: Quando eu disse acertar, quis dizer pra acertar o dinheiro, pra pagar, e não me bater.

Q: Por isso eu digo que tem que pagar... Toma.

O homenzinho dá o martelo pro Quico, que não agüenta o peso e quase cai junto com ele.

Q: Espera, espera...

Ele faz, então, toda aquela preparação típica, passando saliva nas orelhas e tudo o mais. Aí ele pega o martelo e... erra, acertando do lado.

CH: Ih, ih, ih, ih, não falei que você é burro? Você acertou na parede. Agora sou eu...

Quico não concorda e os três começam uma discussão. O homenzinho interrompe dizendo e colocando a mão:

H: Não, você tem que bater aqui, viu? Aqui!

CA: Claro seu burro, assim ó...

E a Chiquinha acerta uma marretada, com toda a força, na mão do coitado.

CA: Ih, ih! Oh, oh! Uh, uh! comenta ela sem jeito.

CH: Bom, bom, bom, agora é a minha vez.

Q: Sua vez... não sei pra que vai tentar se também vai errar.

CH: Vou errar, é? Pois você vai ver. (Apontando pro homenzinho) Bota a mão ali que ele vai ver só!

CA: Não seja burro, Chaves, você tem que bater aqui (apontando o lugar).

CH: Sem mão?

CA: Mas claro, burro!

Chaves tenta então levantar a marreta, mas não consegue.

Q: Ih, ih! Você nem agüenta levantar, Chaves!

CH: Mas é claro que eu agüento!

Q: Vamos ver, então.

CH: Já levantei coisas mais pesadas.

Q: Então levanta.

CH: É só uma questão de pegar o jeito.

Q: Então vai (meio irritado).

CH: Porque depois que se pega o jeito a gente levanta qualquer coisa.

Q: Uh-hum (se contendo).

CH: Porque não...

Q: Ai, cale-se! Cale-se! Cale-se! Você me deixa looou...cooo.

CH: Ninguém tem paciência comigo!

Q: Não! E você vai bater logo, sim ou não?

CH: Sim, eu vou bater.

Q: Então bate logo!

O Chaves então levanta a marreta, e, no impulso, acaba acertando a cabeça do Quico, que continuava resmungando, distraído, que o Chaves não batia logo.

Q: (atordoado) Você... não vai... com a minha... cara?

CA: Ai, Chaves! Você acertou o Quico.

CH: A culpa é dele por ficar no meio do caminho e...

Nisso ele sai cambaleando por causa do peso do martelo. Chiquinha sai do caminho, enquanto o homenzinho se refugia atrás do Quico, que ainda está meio grogue por causa da pancada. O Chaves então levanta o martelo o mais alto que pode. Ele vai caindo, caindo pra trás, e cai em cima do Quico e do homenzinho. Chiquinha, do outro lado, ergue os braços.

Nisso, o Seu Madruga chega de um lado comentando com a Chiquinha que conseguiu escapar da Dona Florinda, enquanto os outros se levantam. Vendo a situação, o Madruga pergunta o que aconteceu. Aí começam todos a falar ao mesmo tempo. Até que a paciência do Seu Madruga se esgota.

SM: Silêncio. Silêncio! SILÊNCIO!!!

CH: (após cessar a discussão) ...pois não tem ninguém aqui mais fraco que o Seu Madruga.

SM: O quê?

CH: Isso me escapuliu...

SM: (Imitando) Me escapuliu... Alguém pode me explicar o que aconteceu por aqui?

CH: Foi assim, eu ia bater naquilo ali assim, e daí...

Ele levanta a marreta pro lado, acertando no estômago do Seu Madruga.

SM: Uff... Tinha que ser o Chaves de novo. Me dá isso aqui!

Ele puxa o martelo e acaba acertando o Quico. Dona Florinda surge nesse momento.

DF: Ahá, E ainda por cima se atreve a bater nele com o martelo. Ah, mas agora o senhor me paga. Venha cá seu covarde...

E sai correndo atrás do Madruga, os dois giram de novo em torno do homenzinho do parque, e depois somem correndo (pro lado oposto do que fica a vila) e gritando um pro outro.

O homenzinho, tonto pelo giro, acaba indo pra perto do Chaves, que acaba de pegar de novo o martelo. Resultado: leva uma marretada no estômago quando ele vai tentar bater de novo.

CH: Foi sem querer querendo. É que o senhor tava atrás de mim quando eu levantei o martelo assim, né? Daí...

Ele levanta e acaba acertando o estômago do Professor Girafales, que acaba de surgir (vindo do lado onde fica a vila).

PG: Tátátátáátááá! Posso saber por que causa, motivo, razão ou circunstância me recebe dessa maneira?

CH: É que foi sem querer querendo!

PG: (imitando) Foi sem querer querendo. Deixa pra lá. (caminha até o Quico) Quico, você sabe onde está sua mãe?

Q: Da parte de quem?

PG: De minha parte. Eu fui procurá-la na vila, mas não a encontrei em lugar nenhum.

Q: É que ela saiu atrás de um homem.

PG: (espantado) Atrás de um homem? Algum ladrão?

CH: Não. Algum Madruga.

PG: Briga nova...

CH: Nova nada, é a mesma já faz uns 5 anos.

PG: Bem, Quico, você sabe onde ela está agora?

Q: Sim, tá por aí pelo parque atrás do Seu Madruga.

PG: Bom, eu vou procurá-la.

Q: Sim, papi. (percebe) Quer dizer, sim Professor.

O Professor balança a cabeça como quem diz haja paciência e sai pro lado onde fica a vila. As crianças começam a discutir sobre quem é o próximo a bater, mas são interrompidos pelo homenzinho, irritadísismo.

H: Não! É melhor vocês irem brincar noutro lugar. Fora daqui!

CH: Não, é melhor eu tentar de novo.

H: Fora!

CH: É melhor eu...

H: Fora!

CH: É melhor...

H: Fora!

CH: É...

H: Fora!

O Chaves sai chutando o ar, irritado, enquanto o homenzinho expulsa também Quico e a Chiquinha, ficando sozinho arrumando tudo no lugar e tudo o mais.

Nisso, vêm de novo Seu Madruga e Dona Florinda (do lado contrário ao que o Professor foi) xingando-se mutuamente, e de novo giram o homenzinho durante a perseguição, e seguem correndo pro mesmo lado de onde vieram. O homenzinho, tonto, começa a chorar.

Seu Madruga e Dona Florinda continuam correndo, em direção ao carrossel. Seu Madruga sobe, enquanto Dona Florinda grita com ele e sobe na seqüência. Os dois ficam xingando um ao outro andando no carrossel.

Fim do 2º bloco

3º BLOCO

O terceiro bloco começa com Chaves, Chiquinha e Quico conversando e se aproximando do estande de tiro ao alvo (nota: o atendente do estande é o famoso figurante narigudo). Eles comentam entusiasmados sobre os prêmios que podem ganhar e resolvem jogar.

Q: Tá, eu sou o primeiro.

CA: Eu sou a segunda.

CH: E eu sou o terceiro.

Quico paga e pega o revolvinho. Daí ele fala Espera, espera! e faz toda aquela sua preparação típica. Quando ele está pronto pra atirar, é interrompido pelo Chaves.

CH: Depois de você é a Chiquinha, né?

Q: Sim Chaves, mas agora sou eu, tá bom?

Ele se prepara de novo e, novamente...

CH: E depois da Chiquinha daí é a minha vez.

Q: Isso, isso.

Quando ele vai atirar de novo...

CH: Mas vê se não demora, hein?

Q: (já meio irritado) Não.

CH: Porque se você demorar daí fica tarde e a gente não pode brincar.

Q: (se segurando) Uh-hum.

CH: Porque...

Q: Ai, cale-se! Cale-se! Caele-se! Que você me deixa loooou...co!

CH: Ninguém tem paciência comigo.

Q: Não! E você vai deixar eu atirar, sim ou não?

CH: Sim.

Q: Então, tá bom.

Daí ele se prepara todo novamente e, na hora de atirar, acaba pegando o revolvinho com o gatilho pra cima (que nem o Nhonho na versão do SBT), o Chaves fica fazendo sinal por trás pra atrapalhar e, como é muito tonto, o Quico acaba errando.

CH: Ih, ih, ih, ih, viu só como você é burro? Agora é a minha vez.

CA: Não Chaves, agora sou eu.

Os três iniciam uma discussão: o Chaves porque diz que é a vez dele, a Chiquinha lembra que o combinado era que ela era a próxima, e o Quico quer atirar de novo porque o Chaves o atrapalhou. Nisso o Professor chega.

PG: Chaves.

CH: Peraí um pouquinho (e segue discutindo).

PG: Chaves!

CH: Espera um pouquinho (segue a discussão).

PG: CHAVES!

CH: Espera!

PG: Tátátátááátáá! Eu já não disse várias vezes que se deve ter respeito com os mais velhos?

CH: Tá bom, mas não se irrite!

PG: (gritando) Então não me deixe irritado! (pausa) Quico...

Q: (gritando) Que foi? (percebe) Digo, pois não, querido Professor?

PG: Você não sabe onde está a sua mãe?

Q: Sim, está correndo atrás do Seu Madruga.

PG: (irônico) E onde está o Seu Madruga?

CA: Ora, correndo na frente da Dona Florinda...

PG: (impaciente) Eu quero saber se vocês não viram onde eles estão neste momento.

CH: Eu vi, sim. Estão nos cavalinhos.

PG: Ah, bom. (percebe) Nos cavalinhos?

CH: É, lá onde ficam dando voltas muitos animais, o senhor vai encontrar mais dois: o Seu Madruga e a Dona Florinda.

Chiquinha e Quico fazem cara de irritados, enquanto o Professor, impaciente, se dirige para o lado do carrossel. As crianças recomeçam a discussão.

Enquanto isso, no carrossel, a dupla dinâmica segue a discussão, Seu Madruga segue fugindo da mesma, em cima do carrossel. O Professor se aproxima nesse momento. Dona Florinda o vê e paralisa, enquanto o carrossel segue girando e começa a tradicional musiquinha.

DF: Professor Girafales!

PG: Dona Florinda!

SM: Licencinha pro Madruguinha, que ele vai dar uma fugidinha. (e foge em direção ao tiro ao alvo, sem que os pombinhos percebem).

DF: Que milagre o senhor por aqui!

PG: Vim lhe trazer esse humilde presente.

DF: Ah, obrigada. Não quer entrar pra dar uma volta de carrossel?

PG: Não será muito incômodo?

DF: Nenhum, pode entrar.

PG: Depois da senhora.

DF: Bem, eu já estou aqui...

PG: Ah, ah, é mesmo...

Então o Professor se enrola todo, tropeça várias vezes, até conseguir subir e sentar ao lado da Dona Florinda.

PG: Ah. Dona Florinda, vamos dançar?

Daí vem o clipe da música "Quando me dizes" igual ao da versão normal, mas com o cenário e figurinos da época. No final do clipe, porém, eles seguem sentados no carrossel ao invés de levantarem-se, enquanto o mesmo pára.

Nisso, no estande de tiro, as crianças seguem discutindo. Seu Madruga se aproxima.

SM: Silêncio. Silêncio! SILÊNCIO!

CH: (após todos se calarem)... e eu não tenho medo daquele perna de saracura.

SM: O quê?

CH: Pois, pois...

SM: (imitando) Pois, pois... A quem você se referia quando falou em perna de saracura.

Q: Ora, ao senhor.

Seu Madruga se vira pro Quico com sua careta zangada de sempre.

Q: Com licencinha...

Quico se afasta, ficando atrás do Chaves. Este começa a explicar.

CH: Bom, agora é a minha vez de atirar, por isso...

E ele se vira pro outro lado e dá um tiro, arrancando o boné do Quico.

Q: Vai ver só, Chaves! (pega o boné) Vou contar tudo pra minha mãe.

Ele corre até o carrossel.

Q: Mamãe, o Chaves me deu um tiro com o revolvinho.

O casal segue se olhando com aquela cara de sempre.

Q: Mamãe, o Chaves me acertou.

Os dois seguem sem ouvi-lo e vão se aproximando como se fossem se beijar.

Q: Mamãe. Mamãe. Ma...mãe. MAMÃE!

Os dois, que estavam quase lá (não deu de novo) têm um sobressalto e se levantam do carrossel, mas seguem distraídos.

DF: O que você disse, tesouro.

Q: Mamãe. O Chaves me deu um tiro com o revolvinho de brinquedo.

DF: Ah, sim, tesouro (lhe dá dinheiro). Mas me traga o troco.

E os dois seguem de pé se olhando e suspirando. Quico faz aquela sua cara de tonto birrento, corre até a vila, e fica chorando na parede.

Enquanto isso, Seu Madruga discute com o Chaves, com a Chiquinha olhando.

SM: Viu só o que você fez com o Quico, Chaves?

CH: Foi sem querer querendo.

SM: Sem querer... Você não sabe atirar com esse revolvinho, não?

CH: Bom, mais ou menos.

SM: Mais ou menos. Pois então eu vou te ensinar. Essa mão você coloca aqui. Essa outra você coloca aqui (Chaves abaixa a outra). E essa você coloca aqui (Chaves baixa a outra). E essa você põe aqui (ele baixa de novo a outra), (furioso) mas não tire a outra!

CH: Ninguém tem paciência comigo. É que eu pensei que era só segurar assim e apertar ela assim, ó...

Ele se vira pro lado do carrossel e dá um tiro, arrancando o chapéu do Mestre Lingüiça. Mas ele a Dona Florinda, entusiasmados um com o outro, nem reparam.

PG: Gosta de parques, Dona Florinda?

DF: Me fascinam.

A câmera vai afastando dos dois cada vez mais, pegando toda a movimentação do parque. Daí começam a subir os créditos.

FIM

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Bugiga

Jogando Beisebol (Créditos: Anderson MS)

Ano: 1983

Elenco: Chaves, Chiquinha, Nhonho, Pópis, Dona Florinda, Jaiminho, Sr. Barriga.

OBS: Mistura do primeiro bloco de O dia internacional da mulher (1975) com Jogando Beisebol (1974).

Chaves está jogando beisebol com a vassoura e algumas pedras, mas Chiquinha fica vaiando e disfarçando. Nhonho é acertado pelo Chaves, mas depois ele traz suas coisas pra jogar com ele. Chiquinha quer jogar também, mas eles não deixam porque ela é menina, e ela explica sobre a liberação feminina. Daí ela vai chorando acusá-los para sua biscavó.

Eles resolvem jogar então, mas o Chaves só enrola. Daí Nhonho acerta sem querer o Jaiminho, e ele puxa o taco da mão do Chaves, acertando a bagagem de Dona Florinda. Ela o acusa de bater nela em plena liberação feminina, e a Chiquinha se mete, daí ela diz que defende a velha coroca por causa da liberação. Jaiminho diz sua opinião negativa sobre as mulheres e Chiquinha vai chorando pra casa.

Logo depois ele vai devolver o bastão pro Chaves, ele explica que é do Nhonho, mas pergunta se ele quer jogar com ele, e começa a contar que jogava em Tangamandápio.

Logo ele joga a bola, mas Chaves acerta o bastão no Sr. Barriga, que também leva a bolada. Chaves tenta explicar, mas acerta no Jaiminho. Sr. Barriga pergunta se algum idiota irá emprestá-lo dinheiro, e Pópis aparece. Chaves decide emprestar 20 centavos ao Jaiminho, pois não quer que ele vá embora da vila. Jaiminho puxa o bastão e acerta na Pópis, que diz que vai acusá-los por bater nela na liberação feminina.

Nhonho volta pra continuar jogando beisebol, mas Jaiminho começa a falar de Tangamandápio... então resolve explicar como ele jogava beisebol, e começa à falar de curvas, bem quando Dona Florinda passava.

Ela tira o taco da mão dele, fala do abuso contra as mulheres e da liberação feminina. Chiquinha aplaude, discursa um pouco também e elas botam Chaves, Nhonho e Jaiminho pra correr.

Chiquinha pega a bola do chão e ela e Dona Florinda resolvem jogar beisebol no pátio.

FIM

Edited by Bugiga

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Paulo Felipe
A TURMA DO FUCH VISITA A VILA - Parte 1 (Créditos: Thomas Henrique)

Nota do Criador do Fanfic: Antes de mais nada, quero esclarescer que esta fanfic é apenas uma BRINCADEIRA com o pessoal do Fuch. Não estou querendo agredir ninguém, a intenção aqui é fazer rir, apenas. Espero que gostem! :)

Era uma vez um menino chamado Thiago Louzada, que morava na periferia do México e sonhava em comprar a vila do Chaves. Finalmente, um dia, a sorte lhe sorriu e ele teve a oportunidade de visitar a vila que ele tanto gostava.

Louzada se encontra, então, com Chaves, que está equilibrando a vassoura com o pé.

Louzada: Ei, moleque, o que pensa que tá fazendo?

Chaves: Tô equilibrando a vassoura, oras...

Louzada: Que equilibrando que nada... eu que inventei isso!

Chaves: Inventou o que?

Louzada: Isso de equilibrar a vassoura com o pé. Fazia isso quando você ainda nem tinha nascido!

Chaves: E só por isso eu não tenho o direito de fazer?

Começa-se uma pequena disc...ssão. De repente, Kiko sai de sua casa, para jogar bola. Louzada dá uma vassourada nele e o derruba no chão. Kiko começa a falar, sem ar:

Kiko: Mas o que pensa que tá fazendo?

Louzada: Te derrubando! Essa bola é minha!

Kiko: Que sua o quê! Foi minha mamãe que me deu!

Louzada: Uma ova! Jogava com essa bola quando você ainda nem tinha nascido!

Kiko: Eu digo que não... minha mãe me deu essa bola e PORTANTO EU QUE JOGO COM ELAAAAA!!!!!

Louzada: Aff...

Kiko: Você não vai com a minha cara?

Louzada: Não mesmo! E pare de usar essa frase: fui eu que inventei!

Kiko: Você tá louco?

Louzada: Eu falava isso antes mesmo de você nascer!

Kiko: Xi, pirou, ficou maluco! Se bem que eu acho que você já nasceu maluco!

Chaves: Deixa, Kiko, ele falou a mesma coisa pra mim, quando eu tava equilibrando a vassoura.

Chega Chiquinha e encontra os três garotos no pátio:

Chiquinha: Oi, Chaves, oi Kiko... quem é você?

Louzada: Eu sou Thiago Louzada, menino pobre que queria conhecer esta vila. Aliás, conhecer só, não. Quero comprá-la também! Afinal, eu que tive a idéia de criar uma vila com 3 crianças e vizinhos briguentos. Acho que, por direito, essa vila é minha.

Chiquinha: Hã?

Kiko: Deixa ele pra lá, Chiquinha!

Chaves: É, esse menino aí diz que tudo é dele e que ele inventou tudo, é melhor deixar ele pra lá.

Louzada: Quem se importa com vocês? Tenho amigos melhores. Achei que ia gostar mais de conhecer esta vila.

Seu Madruga chega da rua, lendo seu jornal.

Chiquinha: Paizinho, lindo, meu amor, que coisa mais linda, fofura! Paizinho, me dá dinheiro pra ir comprar um doce lá na venda!

Seu Madruga: Não tenho dinheiro, gastei meus últimos centavos para comprar este jornal.

Chiquinha: Claro, não é? É mais importante o jornal que a filha de suas estranhas! Ué ué ué ué uéééé...

Louzada: NÃO CHORE ASSIM, FUI EU QUE INVENTEI ISSO!

Chiquinha: Mas como assim?

Louzada: Eu chorava assim antes mesmo de você nascer!

Mais uma vez, inicia-se uma disc...ssão. Chega Dona Florinda.

Florinda: Ora, posso saber o que está acontecendo aqui?

Kiko: É que esse menino chegou e diz que tudo é dele, inclusive minha bola.

Florinda: Hmm... assim é a gentalha, tesouro, ingênua até não poder mais.

Louzada: Ingênua é a sua vovozinha!

Mais uma disc...ssão. De repente, chega na vila um outro menino, de aspecto sujo, com a roupa toda rasgada. Ele é conhecido por Palmeirense. Enquanto todos disc...tem, ele vai lentamente até à janela da D. Florinda e rouba o ferro que ali estava. Ele sai correndo para o segundo pátio. Quando a disc...ssão termina, Dona Florinda vai indo pra casa e de repente, vê que seu ferro não está na janela. Vai direto até o Seu Madruga e lhe dá uma bofetada.

Seu Madruga: A senhora está louca? Porque me bateu?

Florinda: E ainda pergunta, seu ladrão de quinta? Cadê o ferro de passar que eu tinha deixado na janela?

Seu Madruga: E como é que eu vou saber? Pra que que eu vou querer um ferro de passar se eu já tenho um? Além do mais, ele pode ter caído dentro da sua casa.

Florinda: Vou verificar.

D. Florinda entra em sua casa e não encontra o seu ferro em parte alguma. Volta ao pátio e começa uma nova disc...ssão com Seu Madruga. De repente, chega o Sr. Barriga, que também vai direto ao Seu Madruga.

Sr. Barriga: Pague-me o aluguel já!

Louzada: Eu que inventei isso!

Sr. Barriga: Isso o quê?

Louzada: Isso, de cobrar o aluguel dos inquilinos. Já fazia isso antes do senhor nascer.

Sr. Barriga ignora e continua disc...tindo sobre o aluguel com o Sr. Barriga. De repente, chega na vila um terceiro menino, de apelido Le0brAsil. c...tuca o Sr. Barriga pelas costas. O Sr. Barriga se vira e começam a conversar. No final, Le0brAsil entra num acordo e consegue comprar a vila do Chaves. Todos ficam tristes. No entanto, Thiago Louzada fica muito irritado:

Louzada: Você não pode comprar essa vila! Essa vila me pertence! Eu criei ela! Construí antes mesmo de você nascer.

Le0brAsil: Ah, não vem com papo, Louzada...

Mais uma disc...ssão. Chaves vai para o segundo pátio e encontra Palmeirense com o ferro de passar de Dona Florinda na mão.

Palmeirense: Ahn!

Chaves: O que é isso? Então foi você que roubou o ferro da Dona Florinda, não é?

Palmeirense se ajoelha e começa a chorar escandalosamente.

Palmeirense: EU JURO QUE NÃO FIZ POR MAL! VOU DEVOLVER PARA A DONA FLORINDA! HOJE MESMO! PROMETO, DESc...LPE, EU ERREI, NÃO QUERIA FAZER ISSO, PELO AMOR DE DEUS, ME PERDOAAAAAA...

De repente, Chaves vira para a câmera e diz:

Chaves: Quantas louc...ras estão ocorrendo na vila, não? Mas se quiser saber como continua essa história, não deixe de acompanhar o nosso próximo programa, neste mesmo canal e neste mesmo horário. Até lá. Isso, isso, isso, isso...

De longe, esc...ta-se a voz de Louzda:

Louzada: FUI EU QUE INVENTEI ISSO!!!!

Música. Fim.

________________________________

A TURMA DO FUCH VISITA A VILA - Parte 2

Como vocês devem estar lembrados, no último episódio conhecemos um garoto chamado Thiago Louzada, que dizia ser inventor de tudo que ocorria na vila. Conhecemos também um menino chamado Le0brAsil, que negociou a compra da vila com o Sr. Barriga e, principalmente, conhecemos o garoto Palmeirense, que roubou o ferro de passar da Dona Florinda. Vamos ver as últimas cenas:

Chaves vai para o segundo pátio e encontra Palmeirense com o ferro de passar de Dona Florinda na mão.

Palmeirense: Ahn!

Chaves: O que é isso? Então foi você que roubou o ferro da Dona Florinda, não é?

Palmeirense se ajoelha e começa a chorar escandalosamente.

Palmeirense: EU JURO QUE NÃO FIZ POR MAL! VOU DEVOLVER PARA A DONA FLORINDA! HOJE MESMO! PROMETO, DESc...LPE, EU ERREI, NÃO QUERIA FAZER ISSO, PELO AMOR DE DEUS, ME PERDOAAAAAA...

Chaves começa a consolar Palmeirense e os dois resolvem ir para o pátio principal. Todos vêem Palmeirense com o ferro de passar na mão. Música triste. Começa-se a ac...sação:

D. Florinda: LADRÃO!

SEU MADRUGA: LADRÃO!

KIKO: LADRÃO

CHIQUINHA: LADRÃO

LOUZADA: LADRÃO DE IDÉIAS!

LE0BRASIL: SEU LADRÃO!

SR. BARRIGA: LADRÃOZINHO!

SEU MADRUGA: SEU LADRÃO! LADRÃOZINHO, SEU LADRÃO!

Música triste. Palmeirense faz sua trouxa e resolve ir embora da vila para sempre. No dia seguinte, Chaves sente sua falta, pois achou que o menino já tinha se arrependido do roubo. Paralelamente a isso, Dona Florinda vai à casa do Seu Madruga.

Seu Madruga: NÃO, NÃO, NÃO FUI EU! EU NÃO FIZ NADA DESSA VEZ, A SENHORA NÃO PODE ME Ac...SAR DE NADA!!

Dona Florinda: Não vim ac...sá-lo. Vim perguntar se na casa do senhor está faltando água e luz como na minha.

Seu Madruga: Sim, já tinha percebido que não tinha luz.

Dona Florinda: E água?

Seu Madruga: Bom... água? A senhora quer dizer, hã... água? Que a gente usa pra lavar a roupa né? Água? Bem, eu acho que é por causa do novo dono. Esse menino comprou a vila e largou ela, não quer mais saber. E desde que ele chegou, a vila vai indo de mal a pior, e olha que já não era boa com o Sr. Barriga. Pelo menos, até agora, ninguém veio cobrar o aluguel.

Sr. Barriga entra na vila e vai direto ao Seu Madruga.

Sr. Barriga: Muito bom dia! (Erguendo as mãos. Seu Madruga disfarça e o c...mprimenta). NÃO SE FAÇA DE TROUXA! O menino Le0brAsil está me pagando para que eu cobre o aluguel desta vila, parece que ele tem coisas mais importantes pra fazer.

Seu Madruga: Pois eu não pretendo pagar o aluguel até que haja luz e água na vila, Sr. Barriga!

Sr. Barriga: Como? Não tem luz e nem água aqui na vila? E como estão sobrevivendo?

Seu Madruga: De ar.

Sr. Barriga: Não se faça de palhaço.

Começa-se uma disc...ssão. De repente, Chaves sai do barril, chorando. Todos se viram para ele. Seu Madruga vai até ele.

Seu Madruga: O que foi, Chaves?

Chaves: É que o menino chamado Palmeirense foi embora da vila, e eu acho que ele já tinha se arrependido de ter roubado o ferro de passar da Dona Florinda.

Dona Florinda: Hmm... assim é a gentalha, sempre estão unidos. E ouça aqui, Sr. Barriga... enquanto não houver água e luz aqui na vila, EU NÃO LHE PAGO O ALUGUEL, ESTÁ ME ENTENDENDO???

E Dona Florinda vai, empinada, para dentro de sua casa. De repente, Chaves olha para o portão e vê Palmeirense, que volta ao lado de Chiquinha.

Chaves: PALMEIRENSE!!!

Palmeirense: Boas notícias. Estávamos voltando da Igreja. Me converti.

Chaves: Que ótimo isso, hein. Fico muito feliz.

De repente, Le0brAsil retorna à vila, e Seu Madruga vai logo reclamar com ele.

Seu Madruga: Ei, mocorongo almofadinha, o que fez com a vila? Cadê a luz, cadê a água?

Le0brAsil: Por isso eu voltei, na verdade foi a única coisa que me fez voltar nessa vila... bem, voltei pra dizer que havia me esquecido de pagar as contas de luz e água, tava tudo atrasado, mas já paguei e, me menos de 5 minutos, tudo já deve estar normalizado, mas não garanto que esteja assim normal para sempre. Cada um que se vire, daqui em diante. Vou mandar as contas de luz e água para cada um de vocês e vocês paguem suas devidas partes.

Seu Madruga: O que? Mais uma conta? Oh, não...

Música alegre. Fim da história.

__________________________

TURMA DO FUCH VISITA A VILA / VERSÃO DEFINITIVA

FANFIC ARRUMADA, ESPECIAL DE NATAL.

A turma do Chaves está comemorando o Natal. Depois de uma grande festa, com pichorras e tudo o mais, eles vão se deitar. Por ser Natal, muitos resolveram passar a noite na vila, como Nhonho, Pópis e Godinez. No dia seguinte, porém, fatos estranhos começam a acontecer: gente de todo o lado começa a aparecer. Pessoas que ninguém da vila conhece. Porém, todos esses conhecem o pessoal da vila. O primeiro a chegar é Eduardo Rodrigues, de apelido E.R.

Chaves: Olá! Quem é você?

Eduardo: Olá, me chamo Eduardo, sou um grande fã de vocês.

Chaves: Mas como é fã se nem nos conhecemos?

Eduardo: Mas eu acompanho vocês todos os dias, pela tevê. Tenho todos os episódios gravados. Mas agora eu cansei de colecionar episódios. Resolvi que quero comprar a vila, é o meu atual sonho, e pretendo realizá-lo o quanto antes.

Chaves: Acho difícil você entrar num acordo com o Sr. Barriga.

Eduardo: Não se preoc...pe, eu dou um jeito de conseguir a vila esta semana mesmo.

Chaves: Boa sorte!

Eduardo: Obrigado.

De repente, um menino rechonchudo aparece. Seu nome é Maurício Kagiva. Nhonho sai da casa do Kiko (onde estava "hospedado") e os dois se encontram e começam a se animar.

Kagiva: Meu irmão gêmeo!

Nhonho: Meu irmão perdido!

Kagiva: Sempre me identifiquei muito com o seu personagem. Obrigado por tantos anos de alegria e esperança.

Nhonho: Que personagem? Eu sou eu mesmo!

Kagiva: Deixa pra lá.

Kiko também sai de sua casa, cantando alegremente, com sua bola. De repente, olha pra Eduardo e Kagiva e deixa a bola escapar de suas mãos, sem nem notar. Continua agitando as mãos como se ainda tivesse batendo na bola. Boquiaberto, diz:

Kiko: JÁ CHEGOU MINHA BOLA QUADRADA!!

Chaves: Onde?

Kiko: Está ali, com o Nhonho!

Chaves: Não, este é o irmão do Nhonho.

Kiko: Ahhh, pensei que fosse minha bola quadrada... Espera aí! Você disse irmão? Nhonho, você tem irmão? E porque nunca nos contou?

Kagiva: Pera! Eu não sou irmão de sangue do Nhonho, é que sempre me identifiquei com ele, sempre entendi o lado dele quando ele era ofendido por vocês, quando vocês o chamavam de bola, entre outras coisas ofensivas...

Kiko: Ah bom, mas como você se chama?

Kagiva: Maurício Kagiva.

Chiquinha sai de sua casa, bocejando. Também se espanta ao ver os dois meninos desconhecidos. Logo pergunta:

Chiquinha: Quem são esses 2?

Kiko e Chaves: Eduardo e Kagiva.

Chiquinha. Ah tá, e o que eles vieram fazer aqui?

Chaves: Vai lá se saber...

Eduardo: Somos fãs do programa, temos até um fórum e tudo. Espero que vocês visitem um dia desses. Ahhh não, ainda estamos na década de 70, não existe Internet! Tivemos uma trabalheira para conseguir entrar na vila... é difícil voltar no tempo.

Chaves: Vocês vêm do futuro é? Isso é verdade mesmo?

Kagiva: Sim. Estou cansado da viagem até agora. Galvão Bueno viajou comigo, mas ele estava indo para a Copa de 78.

Chaves: Puxa, que legal!

Para a surpresa de todos, mais um menino chega à vila.

Chiquinha: Outro! Quem é você?

Louzada: Eu me chamo Thiago Louzada. Tudo bem com vocês?

Chiquinha, Chaves, Kiko e Nhonho: Sim, tudo bem!

Louzada: E.R.! Kagiva! Vocês também conseguiram chegar aqui? Que legal, finalmente posso conhecê-los pessoalmente.

Kagiva: Pois é.

Chega o Professor Girafales.

Girafales: Nossa! A vila está cheia! Creio que temos visitas...

Chaves: Sim, professor, esses meninos disseram ser nossos fãs, vieram visitar a vila. Acho que consideram um presente de Natal.

Girafales: Muito bom.

Louzada: Professor, há muito tempo que eu queria te pedir uma coisa... e finalmente chegou esta oportunidade

Girafales: O que é? Então diga.

Louzada: Me ensina a violar tocão? Digo, a tocar violão?

Girafales: Não sei, já tentei fazer isso com o Kiko e o Chaves uma vez. Não deu certo.

Kiko: Ah vai, tenta de novo, vai diz que sim, não seja mau, anda sim, diz que sim, anda siiiiiimmm ?

Louzada: Não fale isso. Fui eu que inventei essa frase.

Kiko: Como assim?

Louzada: Eu falo isso desde antes de você nascer. Portanto, nada de usar sem pedir autorização.

Outro menino chega.

Le0brAsil: Quero falar com o Sr. Barriga.

Nhonho: Ah, meu papai ainda não chegou para me buscar, você vai ter que esperar.

Le0brAsil. Ok.

Kiko pega sua bola para jogar.

Louzada: Eeeeeiii moleque, o que você tá fazendo com a minha bola?

Kiko: Sua bola? Que sua bola o quê, essa bola foi minha mamãe que me deu!

Louzada: É nada, tenho ela desde antes de você nascer, pode ir me devolvendo já.

Chaves: Essa bola é do Kiko e você não vai tirar.

Chaves puxa a bola com força das mãos de Louzada e acerta o Sr. Barriga, que tinha acabado de entrar na vila.

Sr. Barriga: TINHA QUE SER O CHAVES!

CHAVES: Foi sem querer, querendo.

Louzada: Mais um que usa coisa minha sem autorização.

Le0brAsil: Esquece, Louzada... Sr. Barriga, que bom que o senhor chegou, tenho uma proposta para o senhor.

Depois de uma longa conversa, o Sr. Barriga decide vender a vila para Le0brAsil.

Sr. Barriga: Negócio fechado.

Eduardo: EPA! Que papo é esse? Eu vim justamente para isso! Quero comprar essa vila... não é justo, juntei todo o meu dinheiro... depois de ter todos os episódios, eu tenho o direito de comprar essa vila.

Le0brAsil: De jeito nenhum, eu já fechei o negócio com o Sr. Barriga.

Louzada: Que mané fecharam negócio! Essa vila me pertence! Fui eu que criei! Nada disso, ela não vai ser vendida sem a minha autorização, de jeito nenhum!

Inicia-se uma grande disc...ssão. Dona Florinda chega.

Florinda: O que está havendo aqui? Mas que escândalo é esse??

MÚSICA ROMÂNTICA

Florinda: Professor Girafales!

Girafales: Dona Florinda

Florinda: Que milagre que venha por aqui

Girafales: Vim lhe trazer este humilde presente.

Florinda: Ah, professor, mas é lindo!

Girafales: E olha que hoje eu nem tomei banho!

Florinda: Hehe... ahh... sim, mas eu estava falando do buquê de flores.

Girafales: Ah, sim, também é bonito

Florinda: Não gostaria de entrar e tomar uma xícara de café?

Girafales: Não seria muito incômodo?

Florinda: De maneira nenhuma, queira entrar.

Girafales: Depois da senhora.

Kiko: Ahhhh... meus pais... mais quarenta e cinco xícaras de café e eu vou ter papai novo!

Louzada: Puxa! Nunca pensei que esse pessoal da vila fosse tão copião. Tudo que eu invento eles copiam aqui. Este segmento inteiro é cópia. Aff...

Mais um menino chega à vila.

Andy: Olá, muito bom dia para todos!

Todos: Olá! Quem é você?

Andy: Eu sou Andy. Eu vim verificar esta vila e percebi que ela não está em condições de uso. Terá de ser fechada imediatamente. Ela pode causar confusões, e nós não queremos isso, não é verdade? Bom, fazer o que... VILA FECHADA!

Todos: Oh, e agora, quem vai arrumar um lugar pra gente morar?

Chapolin: EU!

Todos: O Chapolin Colorado!!

Chapolin: Não contavam com a minha astúcia! Porque me chamaram até aqui?

Louzada: É que o Andy quer fechar a vila sem motivos!

Chapolin: Não se preoc...pe, o Chapolin Colorado não vai permitir, sigam-me os bons!

Chapolin e Andy entram numa disc...ssão sobre o fechamento da vila.

Chapolin: Já chegamos a um acordo.

Todos: Qual?

Chapolin: Ele fecha a vila e vocês se viram.

Música triste. Todos abaixam a cabeça. Afinal, a vila estava fechada para sempre. Ou será que não?

Chapolin: Mas se vocês querem saber o verdadeiro final deste conto de Natal, não deixem de sintonizar o nosso próximo programa, neste mesmo canal e neste mesmo horário. Até mais!

Música alegre. Fim da história.

Hauhahauahahaha :lol:

Muito bom !!!

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Alisson

Huahauahaua o Andy quer fechar a vila porque ele é carequinha assim como o... digo... :unsure:

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Corpo do Benito

OS CAVALEIROS DO ZODÍACO NA VILA - PARTE 1

Algo misterioso acontece na vizinhança. O Senhor Barriga inflamou o cardiograma e morreu. O mais impressionante é que o novo dono, Senhor Calvillo também morreu, e não foi por causa do curcigrama, digo, cardiograma. Foi morte matada. Desde então um novo homem virou dono do cortiço, mudando todas as regras. Primeiro perdoou a dívida de 14 meses atrasados de aluguel do Seu Madruga, depois dobrou o preço para os outros inquilinos! O que será que deu na cabeça desse "malhuco"? Tarefa para os Cavaleiros do Zodíaco!!

Saori: Acho que é aqui.

Shiryu: Vamos entrar.

Chiquinha: Vocês são os Cavaleiros do Zodíaco?

Hyoga: Sim, e você?

Chiquinha: Não, eu não...digo, eu sou a Chiquinha!

Hyoga: Nós viemos conversar com o dono da vila, ele está?

Shun: Ele é forte, musculoso???

Chiquinha: Ai, chuchu!! Antes de vocês falarem com o dono, primeiro vocês terão de passar pelas sete casas do cortiço!

Seiya: Legal, obrigado, mas eu já tenho casa própria...

Chiquinha: Não, burro, esse é o único jeito de chegar ao dono! Esperarei por vocês em minha casa, isto é, se vocês sobreviverem antes disso!!! HUAHAUHAUHAUHAUHAU!!!

Shiryu: Não podemos perder tempo!!

Do nada eles são atacados por vários churros que caem do céu e um deles acerta o...coração de Saori, estourando seu silicone de 2 litros.

Saori: AAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!!!!!

Seiya: É um churro?

Shiryu: Não, é um liquidificador!!!

Seiya: Pois parece churro!!

Hyoga: Claro, porque é um churro!!

Chiquinha: Faltam 15 minutos!!

Hyoga: Pra quê?

Chiquinha: Não sei, o relógio do meu papai só tem o ponteiro dos minutos, mas quando o ponteiro der uma volta inteira, a sua deusa morrerá por causa do poder maligno do churro!! HUAHAUHAUHUAHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUA!!!!!!!!!!

Seiya: Mas até que o churro estava gostoso, não tem mais não??

Shun: Seiya, seu esfomeado!! Dá pra mim que eu sei um jeito melhor de usar o churro!!

Chiquinha: A filhinha do Madruguinha disse com licencinha!!! (e desaparece).

Saori: O que estão esperando?? Vão logo!!! Vão me deixar morrer assim??

Ikki: Só não te bato porque você é mulher!! Irmão, bata nela!!

Shun: Credo, me sujar no corpo de uma mulher!!

Hyoga: Vamos logo pra primeira casa!!

E eles foram para a casa dos Martinez, mas como eles se mudaram, a casa estava vazia e os cavaleiros foram para a 2ª casa.

Seiya: Essa é a casa do céu...digo, do paraíso...digo, digo, é a casa da Glória!!

Paty: Oi, eu sou Paty.

Seiya: Pá mim??

Paty: Não, tonto!! O meu nome é Paty!!

Glória: Fiquem sabendo que vocês não vão passar daqui!!

Shiryu: O quê??

Glória: TERREMOTO!!!!!

Hyoga: Ah, é aquele filme do cinema...AAAAAAHHHHHHH!!!!

Todos: AAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH!!!!!

Glória: Vou deixar vocês passarem por um motivo!

Shiryu:E qual é??

Glória: É que eu adoro homens feios!!

Hyoga: O quê??? Eu feio?? Loiro, olhos azuis, corpo escultural, meu telefone é...

Shun: É, ele embaixo dos lençóis é uma beleza!!

Hyoga: Shun, menos!!

Shiryu: Está bem, vamos...vamos, Seiya!!

Enquanto o Seiya dava uns pega na Paty, ou outros vão para a terceira casa.

Seiya: Esperem por mim!!

Ikki: Essa é a Casa do Jaiminho.

Shiryu: Essa casa vai ser fácil de passar, ele só quer evitar a fadiga!!

Jaiminho: Quem são vocês??

Ikki: Como? Nunca viu homens como nós??

Jaiminho: De graça, não!!

Shiryu: Somos os Cavaleiros do Zodíaco!!

Jaiminho: E eu que culpa tenho??

Hyoga: Não seria melhor você abrir os olhos??

Jaiminho: Ah, não!! Eu prefiro evitar a fadiga!!

Shiryu: Já era de se supor!!

Jaiminho: A propósito, querem me ajudar a entregar as cartas?

Shun: Sim!! Tem uma pra mim?

Ikki: Que ansiedade é essa, irmão?

Shun: É que eu mandei uma carta pro John Travolta!! Aquele que é estrelo!!

Ikki: Isso vai ter que deixar pra depois! Vamos embora!!

Jaiminho: Esperem, tenho algo pra mostrar pra vocês!!

Shiryu: O quê?

Jaiminho: Golpe SEDEX!!!!

Todos os cavaleiros são presos numa caixa de Sedex e mandados para diferentes partes do mundo, menos Ikki, que apareceu do nada!!

Jaiminho: Como você voltou?

Ikki: Eu posso voltar até do inferno! GOLPE FANTASMA DE FÊNIX!!

Jaiminho: Aonde eu estou? O quê? As cartas estão indo embora, voltem aqui, esperem!!!! AAAAAAAAAHHHHHHHH!!! FADIGA NÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOO!!!!!!!!!!

A ilusão acaba e todos voltam para a casa do Jaiminho, seguindo para a próxima casa.

Hyoga: Chegamos à 4ª casa, a da Chiquinha e do Seu Madruga.

Toc toc toc!!!

Chiquinha: Não tem ninguém!

Toc Toc Toc!!!

Chiquinha: Não tem ninguém!!

Shiryu: Como não tem ninguém?

Chiquinha: Não tem ninguém que bata tão bonito na porta!!

Shiryu: Ah, sim? Acredito!

Hyoga: E seu pai, aonde esta?

Chiquinha: Saiu pra procurar trabalho;

Hyoga: Aonde?

Chiquinha: Na rua, procurando emprego.

Hyoga: Na rua o quê?

Chiquinha: Procurando emprego.

Hyoga: Procurando o quê?

Chiquinha: Proc...ah, não seja palhaço!!

Hyoga: O quê?

Chiquinha: Eh! Oh! Ih!

Hyoga: É porque não posso conceber...

Chiquinha: Claro, não pode dar de mamar!!

Hyoga: Quero dizer que não posso acreditar nessa idéia!!

Dona Neves: Que gritaria é essa?? E quem são vocês?? Por acaso vieram cobrar o aluguel??

Ikki: Somos os Cavaleiros do Zodíaco!!

Dona Neves: Ah é? (pega a vassoura) Preparar...1...apontar...2 e fo...Ah, Chiquita Bacana lá da Martinica, se veste com uma casca de banana nanica!!!

Chiquinha: Já sei!! Para que vocês passem por aqui, vão ter que tirar na sorte!!!

Shiryu: Como assim?

Chiquinha: É muito fácil!! Falem um número!!!

Seiya: Eu começo!! 7!!

Hyoga: Oito!!

Chiquinha: 9!!! Ganhei!!!

Ikki: Espere, ainda falta o Shun apostar!! Diga, irmão!!

Shun: 24!!!

Shiryu: Ganhamos!!! Podemos ir!!!

E os Cavaleiros chegam à 5ª casa, a da Dona Florinda!!

TOC TOC TOC!!!

Quico: Deixa comigo, mamãe!! E tome seus churros!!!

Os Cavaleiros levam uma farinhada na cabeça!!

Quico: Ah, que coisa não???

Dona Florinda: Ah, desculpe, pensei que fosse o Seu Madruga perguntando sobre os churros...

Shiryu: Churros? E para que o Seu Madruga quer churros?

Dona Florinda: Não sei, mas ele me pagou muito bem!!!

Hyoga: Dinheiro? Seu Madruga??

Dona Florinda: Sim!

Shiryu: Puxa, o mundo está cheio de surpresas...

Quico: E de automóveis!!

Ikki: Mudando de assunto, poderia ser tão amável e não teria nenhuma objeção em nos deixar passar?

Dona Florinda: Ah, sim, como não!!! Fiquem a vontade!! Ah, Ikki, meu fogão quebrou, você pode esquentar a comida pra mim??

Ikki: Bem, é que eu...

Dona Florinda: Ah, obrigada, e Hyoga, poderia conservar esses alimentos que estavam na minha geladeira?? É que ela quebrou, sabe??

Hyoga: Mas...

Dona Florinda: Ah, muito obrigada!!

E os cavaleiros ficaram um bom tempo prestando serviços domésticos para a Dona Florinda.

Shiryu: Podemos ir??

Dona Florinda: Ah sim, como não, fiquem a vontade!!

Ikki: Ufa, estou sem energia!!!

Hyoga: Ah, ser geladeira não é nada fácil!!

Shiryu: Olhem a 6ª casa, o barril do Chaves!!!

Ikki: Como é que se entra isso??

Hyoga: Tirando o barril, talvez...(e retira o barril)...nossa!! Um buraco!!

Seiya: Estão fazendo metrô aqui também?

Shiryu: Ah, Seiya, só não é mais burro porque não é maior!!

Seiya: Você é alto...

Shiryu: Quê?

Seiya: Digo, vamos entrar!!

Eles descem o buraco e encontram o Chavinho lendo uma revista do Chapolin Colorado...

Chaves: Oh, e agora, quem poderá me defender?

TOC TOC!!!

Chaves: Quem é?

Todos: Eu!!

Chaves: O Chapolin Colorado!! Ah, não é...

Shiryu: Não somos o Chapolin Colorado, somos os Cavaleiros do Zodíaco!!

Chaves: E cadê o cavalo?

Seiya: Estou aqui, oras!!

Shun: E eu sou a égua!!! Pocotó pocotó pocotó!!!

Chaves: Rebolando assim nem parece homem!!

Ikki: Olha, Chaves, nós estamos aqui porque queremos saber da morte do Sr. Calvillo, você sabe algo a respeito?

Chaves: A respeito? Sim, deve-se sempre respeitar os mais velhos!!

Ikki: Não burro, queremos saber se você sabe do que ele morreu!

Chaves: Na certa ele morreu de navio...

Shiryu: Navio?

Chaves: Sim, navio o caminhão e ZÁS!!

Hyoga: Já vi que não dá para perguntar nada a você, então nos deixa passar!

Do nada sugiram Mefistófeles e a Bruxa Baratuxa!

Mefistófeles: Chavinho, você não pode deixar esses cavaleiros passarem!!

Bruxa Baratuxa: Isso mesmo!! Tome aqui a minha varinha mágica PARANGARICOTIRIMIRRUARO!!

Mefistófeles: E tome a varinha Chirrin Chirrion do Diabo!!

E eles se foram...

Chaves: Não vou deixar vocês passarem!! Vou transformar vocês em cachorros São Bernardo!! PARANGARICOTIRIMIRRUARO!!!

Todos: AAAAAAAHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!! Au, au, au...

Chaves: Agora eu, Chirrion!!

Calma que haverá continuação e postarei aqui mesmo, tá tudo escrito, não está digitado.

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Matheus

A do FUCH visita a vila é a melhor!!!

Muito criativas mesmo!!

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Anderson MS

Legais essas fics novas. Não estranhem, sou o Nhonho de sempre, mas aproveitei a nova conta para mudar de nick.

Logo vou postar uma fic nova que eu terminei, se o PC ler essa droga de disquete...

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Usagi White

Eu estou encluida nesta fic? <_<

Tó com pregiça de ler , pois toda hora o Fórum não me reconheçe como um membro ! :(

Depois ke eu acabar de fazer uma fic minha ke esta em andamento dês de muito tempo, eu farei uma fic de Chaves ou um remake

esperem !!! ;)

Edited by Bugiga

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Antonio Felipe

ahahhahahahahha essa fanfic do fuch na vila é a melhor de todas!

Semana que vem, eu iniciarei o Concurso de Fanfics ;)

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