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Bugiga

Fanfics e Remakes

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JoelJunior15

Sim, você escreve bem cara... Bela fanfic.

E tu chegou no Fórum agora, e até já está entrosado com as ferramentas do mesmo. Legal.

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Ramyen Matusquela

Muito bom :)

Me deixou curioso para ver o final.

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Ramyen Matusquela

Está ficando muito bom... Realmente faltou Chespirito fazer um episódio de aniversário do Chavinho :joinha:

Já estou ansioso para continuar lendo. :muttley: Adorei quando Seu Madruga apresenta o Quico para o Sr.Barriga.

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Onifur Bem da Cara

E também uma pergunta importante que se impõe desde o começo do episódio:

• Como diabos souberam que era aniversário do Chaves?

Estou pensando em 5 blocos para esse episódio, para ter todo um desenrolar da história, etc.

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Mozer da Silva Reis

Gostei do seu roteiro Onifur.Acho que o Chaves só não não ganhou aniversario porque ninguém sabia o dia em que ele nasceu.

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Onifur Bem da Cara

Deixando a preguiça de lado, fiz o bloco 3:

Divirtam-se!



Bloco 3, episódio 1:
O ANIVERSÁRIO DO CHAVES (1976)

Chaves está do lado de fora da vila, conversando com Nhonho:
Chaves: Nhonho, tá chato, vamos brincar de alguma coisa?
Nhonho: Tá legal!
Quico sai de casa nesse exato instante, e "chega perto" dos dois:
Quico: Vocês vão brincar do quê, hein?
Chaves: Vamos brincar de esconde-esconde?
Nhonho: Pois sim. Mas quem é que vai procurar os que vão se esconder? Temos que ter uma ideia.
E aquela situação acontece:
Chaves: Aaah, já sei, que tal...
Quico: Não, isso não...
...
Chaves: E se a gente...
Nhonho: Não, também não...
...
Chaves: Que tal se...
Quico: Menos!
...
Chaves: Então, vamos...
Nhonho: Isso, isso!
Chaves ficou alegre.
Nhonho: O que é, hein?
Chaves: Me esqueci...
Quico: Não acredito... Tenta se lembrar aí, vai...
Chaves: Lembrei... Digam um número!
Quico: Sete!
Nhonho: Oito!
Chaves: Nove! "Cê" perdeu, Quico.
Quico: Devia ter dito dez... Ah, mas assim não vale, vamos denovo, só que dessa vez eu falo por último.
Chaves: Tá bom... Onze!
Nhonho: Doze!
Quico: Dez! Não...
Chaves: "Cê" dançou, Quico! Vai lá pra parede, conta até 50 e depois você tenta achar a gente, ok?
Quico: Tá legal, vou contar, tá?
Quico caminha até o "seu" lugarzinho da parede e começa a contar. Nesse exato momento Seu Madruga sai de casa. Ele viu o Quico contando, e pensou que ele estava chorando. Nesse exato momento Dona Florinda voltava à vila com uma cesta na mão.
Seu Madruga: Vai, vai, vai, por que tá chorando, Quico?
Dona Florinda: Quico! Por que... Nem precisa responder!
Dona Florinda mete o cac... digo, dá um tapa convencional no velho Madruga.
Dona Florinda: Vamos Quico, não se misture com essa gentalha!
Quico: Um momentinho, mamãe...
Dona Florinda vai pra casa.
Quico: Gentalha, gentalha! Prrrrr!
Quico vai até o outro pátio procurar as outras crianças. Seu Madruga se atrapalha, quando Quico chama ele de gentalha... Mas Seu Madruga é boa gente e assim vive contente sem na vida perder a fé! Digo, ele joga o chapéu no chão e começa a pular sobre o mesmo, tremendo de raiva. Nesse exato momento Chiquinha saía de casa com o pacote que havia comprado:
Seu Madruga: Filhinha, aonde vai com esse pacote? É para a surpresa!
Chiquinha: Que surpresa? Não estou sabendo, o senhor só mandou eu ir comprar e...
Seu Madruga: Shhh... Sabe fazer um bolo de chocolate?
Chiquinha: Sim, mas, pra que você me pediu pra eu ir comprar chocolate em pó? E da onde tirou dinheiro pra comprar aquilo tudo?
Seu Madruga: Bom, o dinheiro foi que eu penhorei o ferro de passar roupa e a tampa da privada. Mas tirando isso, eu pedi pra você fazer o bolo de chocolate, por isso pedi o chocolate em pó, pra derreter e fazer o bolo, não?
Chiquinha: Papi... Chocolate em pó não derrete... Mas, você derreteu a tampa da privada? Digo... você penhorou a tampa da privada?
Seu Madruga: Digo, digo... Bom, esqueça, simplesmente esqueça, depois eu dou um jeito de pegar uma nova fiado, mas se souber fazer o bolo que te pedi, só me faça esse favor, tudo bem? Já tem as outras coisas?
Chiquinha: Que outras coisas?
Seu Madruga: Farinha de trigo, açúcar, leite, fermento em pó e os ovos.
Chiquinha: Bom, eu só não tenho os ovos...
Seu Madruga: E eu não te mandei comprar ovos também?
Chiquinha: Mandou, só que...
Seu Madruga: Não me diga que você comeu os 6 ovos!
Chiquinha: Ai não, só comi dois e já me fez mal.
Seu Madruga: Ah, bom, ainda tem quatro ovos. Ainda bem! É só colocar menos de cada ingrediente e...
Chiquinha: Não exatamente...
Seu Madruga: Como assim "não exatamente"?
Chiquinha: É que... Aha, oho...
Seu Madruga: O que fez com os ovos?
Chiquinha: Eu tentei colocar no liquidificador pra ver se dá pra fazer um suco de ovo...
Seu Madruga: Liquidificador? Suco de OVO? Você tomou o suco de ovo? Mas foi com casca e... ESPERA UM POUQUINHO, QUE SUCO DE OVO, QUE NADA! Ainda bem que me deram muito pelo ferro de passar. Toma esses 2 mangos aqui e vai comprar meia dúzia de ovos!
Chiquinha vai correndo comprar os ovos.
Seu Madruga, gritando: E VAI DEPRESSA! Suco de ovo, essas crianças de hoje em dia...
Seu Madruga entra em casa, e as três crianças voltam para o primeiro pátio.
Nhonho: Você viu, Chaves? O Quico demorou um tempão pra achar a gente.
Quico: "A gente" não. Eu demorei pra achar o Chaves, que é baixinho. Mas você eu achei de cara.
Chaves: Quem é baixinho?
Quico: Você é baixinho!
Chaves: Ah é, é? E se eu te bater?
Quico: Que, me bater, que nada! Você não tem coragem pra me bater! Quer ver, é? Pois toma!
Quico dá um soco no Chaves.
Chaves: Você me bateu...
Quico: Sim, e daí, E DAÍ?!
Chaves: E na minha presença!
Quico: E vou continuar batendo o tanto que eu quiser!
Chaves: Atreva-se a me bater denovo!
Quico: Você não dá pro chá...
Quico dá outro soco no Chaves.
Chaves: Me bateu...
Quico: Sim, te bati, você é medroso!
Chaves: E na minha...
Quico: CHEGA! A única coisa que eu sei é que eu consigo te dar uma surra e pronto.
Nhonho: Vai deixar mesmo, Chaves? Se fosse eu não...
Quico: Cale a boca, baleia cor de rosa!
Nhonho: Quê? Olha ele, hein! Mas agora sim... Vou te mostrar quem é a baleia cor de rosa!
Nhonho vai atrás do Quico.
Quico: Já disse pra... Espera, não, MAMÃE!
Os dois correram pro segundo pátio. Só que Nhonho não o alcançou, retornou ao primeiro pátio, e gritou:
Nhonho: EU TE PEGO NA SAÍDA!
Ele se aproxima do Chaves.
Nhonho: E então?
Chaves: E então o quê?
Nhonho: Por que você não bateu nele? Tá com medo dele, é?
Chaves: Acontece que ele não me deu oportunidade.
Nhonho: Como assim não...
Seu Madruga sai de casa.
Nhonho: ... te deu oportunidade?
Chaves: É que...
Seu Madruga cutuca o Chaves no ombro:
Seu Madruga: Ei, Chaves...
Chaves: Agora sim!
Chaves dá um giro de 180º (hã?) e aplica três socos, como faria no Quico, só que no velho Madruga, que cai no chão. Ele se levanta:
Seu Madruga: E agora, o que é que foi?
Chaves: Foi sem querer querendo...
Seu Madruga: Sem querer querendo?
Chaves: É que eu pensei que fosse o Quico!
Seu Madruga: Ah, é? Pois agora eu vou pensar que você é o Chaves.
Ele prepara um cascudo.
Chaves: Ai, não!
Chaves sai correndo. Seu Madruga olha para o Nhonho com aquela cara:
Seu Madruga: E você o quê?
Nhonho: AAAAAAAAAAAAH!!!
Nhonho sai correndo também.
Seu Madruga: Mas hein? Esses moleques de hoje em dia estão completamente pirados!
Quico volta do segundo pátio.
Quico: Seu Madruga, você não viu o...
Seu Madruga: NÃO VI, NÃO QUERO VER E TENHO RAIVA DE QUEM VIU!
Seu Madruga vai pra casa. Quico fica sozinho em cena, olha para a câmera. Ela dá um close nele...
Quico: Que é?
Chiquinha estava voltando da venda com um saco de ovos na mão. Ela entrou em casa. Quico fez o mesmo. A câmera corta pro interior da casa do Seu Madruga, ele estava sentado lendo uma revista do Chapolin. Estava totalmente desatento pro que estava acontecendo a sua volta.
Seu Madruga: Então... ele disse... levante as mãos... aí ele perguntou...
Chiquinha: Esta é a revista do Chapolin Colorado?
A capa dizia claramente que sim, era a revista do Chapolin.
Seu Madruga: Não, não... É uma Tekpix o extrato de energia volátil.
Chiquinha: Que legal! Deixa eu ver se a cadeira vai voar!
Chiquinha toma a revista do Madruga e coloca ela na cadeira.
Chiquinha: Ué, não voou...
Seu Madruga: Que obediente, hein, filha? Então, se eu disser que a televisão é uma boneca da Barbie que tira foto, você vai tentar tirar uma foto?
Chiquinha: Uma boneca da Barbie? ONDE É QUE TÁ?
Seu Madruga: Santa paciência... Deixa os ovos aí em cima da mesa.
Chiquinha: Tá bom...
Seu Madruga: Olha, filhinha, vou ter que sair pra comprar outra coisa. Você fica fazendo aí o bolo que te pedi.
Seu Madruga sai de casa, lendo a revista. A câmera segue ele até o pátio.
Seu Madruga: Duvido que exista algo melhor que Chapolin.
A câmera foca pro interior da casa do Seu Madruga de novo.
Chiquinha: Eu falei que sei fazer, mas preciso de ajuda... Já sei, o tonto do Chaves!
Chiquinha sai de casa. A câmera corta pro lado de fora.
Chiquinha: Chaves, eu quero que me ajude a fazer um... Um negócio de uma receita aqui! Pode vir?
Chaves: "Tô" indo.
A câmera corta pro interior da casa. Chaves entra na casa do Seu Madruga. Chiquinha entra junto e vai até a mesa.
Chiquinha: Pegue três ovos que estão aí nesse saco. Deixa eles aí em cima da mesa.
Chaves coloca os ovos em cima da mesa, e como ele colocou "de um jeito errado", o esperado acontece: os ovos rolam e caem no chão. Chiquinha estava pensativa e não olhou para aquela cena.
Chaves: Chiquinha.
Chiquinha: Eu?
Chaves: Você acreditaria se eu dissesse que os ovos tem pernas?
Chiquinha: Claro que...
...
Chiquinha: O quê?
Chaves: É, olha...
Chaves colocou outro ovo na mesa, que rolou até cair e quebrar.
Chiquinha: Ai não... Essa não! Agora eu tenho que ver se acho mais dois ovos lá na cozinha. Se não tiver, não dá pra fazer.
Chiquinha vai até a cozinha e Chaves fica sozinho. A câmera corta pro lado de fora. Seu Madruga volta sem nada (ele disse que ia comprar algo), pois na verdade ele saiu pra poder ler o Chapolin em paz. O Seu Barriga vinha vindo do segundo pátio.
Seu Madruga: E... então, ela... ela disse...
Ele se aproxima da entrada de sua casa, onde está o Senhor Barriga, que está lá pra ajustar umas contas, quando disse ao Seu Madruga anteriormente "depois conversamos", lá no segundo bloco.
Seu Madruga: "Ai, você não gostaria de entrar e tomar uma xícara de café?"
Seu Barriga olha para o Seu Madruga.
Seu Barriga: E não será muito incômodo...
Seu Madruga: "Ai, claro que não, queira entrar..."
Seu Barriga: Depois do Senhor.
Seu Madruga se dá conta de que está falando com o Seu Barriga.
Seu Madruga: Ah, ah, me desculpe Senhor, me desculpe. Com licença.
Seu Barriga: Ei, ei, aonde pensa que vai? Venha cá, projeto de homem.
Seu Madruga: Projeto de homem? A quem está se referindo?
Seu Barriga: E tem algum outro homem aqui?
Seu Madruga: Além de mim, não estou vendo.
Seu Barriga: O QUÊ? Olhe Seu Madruga, ou me paga ao menos um mês de aluguel, ou vou à Justiça para...
Seu Madruga: Calma, Seu Barriga, não se altere. Que eu vou pagar, sim, eu vou, não tenha a menor barriga, Senhor Dúvida.
Seu Barriga: Quê?
Seu Madruga: Que não...
Seu Barriga: Ah, já basta, não tente corrigir. O prazo para pagar o aluguel é de três dias, se não eu realmente vou a Justiça.
Seu Madruga: Três dias?
Seu Barriga: Seu Madruga, estamos no dia 21 de fevereiro. E minha única forma de receber dinheiro é através do pagamento dos aluguéis!
Seu Madruga: Então, arrume um trabalho.
Seu Barriga: Está de gozação com a minha cara? Com sua licença!
Seu Madruga: Não, Seu Barriga, por favor, não se altere!
Seu Barriga vai embora.

Seu Madruga, imitando com voz fina: "Ai, ai, eu vou chamar a Justiça, estamos no dia 21, o prazo é..."
Quico sai de casa nesse instante.
Seu Madruga, ainda imitando com voz fina: "O prazo é de três dias, ai ai, você está de gozação! Ai, ui ui!"
Quico: Olha Seu Madruga, o senhor é Burro, tonto e folgado, mas parecia homem.
Seu Madruga: O QUÊ?
Seu Madruga olha pro Quico com aquela cara...
Quico: Projeto de homem?
...
Quico: Espantalho?
...
Quico: Uma anta, isso sim!
...
Quico: Uma mulher?
...
Quico: Pois não deu...
Seu Madruga: Quico... SAI DA MINHA FRENTE ANTES QUE EU MUDE DE IDEIA E TE BELISQUE ATÉ ESSE BRAÇO INTEIRO FICAR ROXO!
Quico: Com licencinha...
Quico vai pra casa. Seu Madruga foi até o segundo pátio pra ler sua revista do Chapolin sossegado. A câmera corta pro interior da casa do Seu Madruga denovo.
Chaves: Chiquinha, anda logo com esses ovos.
Chiquinha, lá da cozinha: Já estou indo...

Chiquinha volta à sala, com uma tigela e dois ovos na mão.
Chaves: Olha, se você já sabe fazer, pra que me chamou aqui?
Chiquinha: Vou precisar que leia a receita pra mim.
Chaves: Aaaaah...
Chiquinha, imitando: "Aaaaaaaaaah"... É melhor não tentar fazer. Anda, lê a receita. O que diz aí?
Chaves pega o pedaço de papel onde estava escrito os ingredientes e como preparar. Ele leu:
Chaves: Bata os claros, na neve. A decente as gemas e bate novamente. Depois bota açúcar e bate denovo.
Chiquinha: Como é que é?
Chaves: Tá aqui, ó:
Chaves aponta o dedo no papel onde estava escrito aquilo.
Chiquinha: Chaves, leia corretamente. Não são "claros", são claras! Não é "a decente", é "acrescente"! Entendeu?
Chaves: Isso, isso, isso!
Chiquinha se aproxima da mesa, pega um ovo do saco, e dá uma batida de leve nele, na mesa. Depois que o ovo já quebrou, ela continua fazendo a receita. Depois de um tempinho...
Chiquinha: Lê o resto aí.
Chaves: Coloque a galinha, o chocolate de có, o demente e o leite e bate novamente.
Chiquinha: Santa paciência... Farinha, Chaves, farinha! "Coloque a farinha, o chocolate em pó, o fermento e o leite e bata novamente"
Chaves: Isso, isso, isso!
Chiquinha: Chaves, eu tenho que mexer mais aqui. Pega aquele saco de farinha, ali em cima.
Chaves: Tá...
Chiquinha: Vamos ver...
Chaves foi pegar o saco de farinha, e colocou em cima da mesa.
Chiquinha: Bota aí e senta. Vai desamarrando.
Chaves: Hmmm...
Chaves se embaralha todo com o saco de farinha. Chiquinha viu a cena, tirou os óculos:
Chiquinha: Chaves... Será que não seria mais fácil tentar desamarrar sem dar outro nó? Anda, vamos, eu seguro em baixo.
Chaves conseguiu desamarrar o saco. Chiquinha colocou os óculos denovo.
Chiquinha: Até que enfim. Aprendeu, hein? Agora coloca a farinha aqui.
Chaves: Aqui aonde?
Chiquinha: Aqui.
Chaves coloca o saco de farinha dentro da tigela.
Chiquinha: Ai, não. Por essa eu não esperava... Chaves, você já fez um teste de inteligência?
Chaves: Não, por quê?
Chiquinha: Por que no dia que você fizer...
Chaves: Já sei, o teste vai dizer que minha inteligência é bem pequena.
Chiquinha: Não... Não vai conseguir medir, não tem tamanha burrice neste mundo igual a sua. Olha só, você sujou todo o fundo aqui do saco...
Chaves: Ah, mas isso não é problema, quer ver, olha só, é só limpar... Eu limpo com a camisa.
Chaves vira o saco de cabeça pra baixo. Sim, ele já tinha aberto o saco. Caiu toda a farinha de dentro dele, na mesa, no vestido da Chiquinha e no chão. Sujou tudo!
Chiquinha: Chaves... sai daqui.
Chaves: Mas é que...
Chiquinha: Sai daqui!
Chaves: Mas é...
Chiquinha: SAI DAQUI!
Chaves começa a ter um "chilique" e sai de casa. A câmera dá um close na Chiquinha, que estava tentando se limpar.
Toca a BGM "Mechanical toys".

Chiquinha: Sujou tudo...
Depois de 10 segundos o bloco fecha em fade.

Edited by Onifur Bem da Cara
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Raposa31

Muito Legal!!!

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SâmaraCH

Chaves 1000, muito bom, gostei das histórias, você escreve muito bem... Parabéns! :)

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Ramyen Matusquela

Faltou o Peterete dar uns tapas no Beterraba. :lol:

Gostei das fanfics, parabéns!

Edited by Ramyen

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Chaves 1000
Mais uma fanfic com características do "Los Supergenios"...


Chespirito - “Síndrome do anonimato”




Elenco:


Maria Antonieta de las Nieves – Mococha Pechocha


Rubén Aguirre – Rubén


Participação especial:


Carlos Villagrán – Fã


Enredo


(Mococha Pechocha, famosa por apresentar o programa “Mesa Quadrada”, está distribuindo autógrafos em frente ao seu local de trabalho)


VÁRIAS PESSOAS – Olha! A Mococha Pechocha está vindo pra cá!


MOCOCHA PECHOCHA – Calma, gente! Distribuirei autógrafos para todo mundo!


VÁRIAS PESSOAS (eufóricas) – Aqui, aqui! Me dê um autógrafo!


(O local está uma verdadeira bagunça)


MOCOCHA PECHOCHA (nervosa) – Vamos com calma, pessoal! Por favor, vocês não querem que, além do autógrafo, eu coloque coisas desagradáveis nos seus papéis!


(RISOS)


MOCOCHA PECHOCHA – Toma, aqui está! Aqui está o autógrafo!


VÁRIAS PESSOAS – Obrigado, obrigado!


MOCOCHA PECHOCHA – Pronto, assim é melhor.


UMA CRIANÇA – Me dê um autógrafo, senhorita Mecocha Pochocha?


(RISOS)


MOCOCHA PECHOCHA (rindo) – Não, garotinho. O certo é Mococha Pechocha.


UMA CRIANÇA – Ah, bom. Mas vai me dar um autógrafo, senhorita Mochocha Pecocha?


(RISOS)


MOCOCHA PECHOCHA (incomodada) – Vou, e também vou colocar para você como é que se diz o meu nome.


(RISOS)


MOCOCHA PECHOCHA (escrevendo no papel) – Vamos lá: “para o meu amiguinho, um grande carinho da Pococha Mechocha”, quero dizer... (RISOS) Pochocha Mecocha, não, não é isso... (RISOS) Ah, quer saber, ficará assim: “para você, um grande carinho de uma moça bem bonita”. Que tal?


(RISOS)


(Nesse momento, um outro menino chega, mostrando ser amigo do garoto que está pedindo um autógrafo)


OUTRA CRIANÇA – Ei, aqui está! Consegui um autógtafo!


UMA CRIANÇA (desapontado) – Ah, deixa pra lá. Meu amigo foi mais rápido ao conseguir um autógrafo de um outro artista. Perdi a disputa, que raiva! Vamos embora daqui.


(RISOS)


MOCOCHA PECHOCHA – Eu mereço, eu mereço... Bem, agora que acabou, acho que já vou indo.


(Rubén, ao avistar Mococha sozinha, decide ir até ela)


RUBÉN – Perdão, você poderia...


(Mococha tem um surto de raiva)


MOCOCHA PECHOCHA – Não vou dar mais autógrafo para ninguém!


(RISOS)


RUBÉN – Como disse?


MOCOCHA PECHOCHA – Me desculpe, é que eu... Bem, sabe... Esqueça.


RUBÉN – Tudo bem, eu compreendo quando vocês, mulheres, estão naquele dia.


(RISOS)


MOCOCHA PECHOCHA (brava) – O que foi que disse?!


RUBÉN – Nada, nada... Olha, eu estou aqui para falar com você, Mococha, justamente porque sei que você pode me ajudar


MOCOCHA PECHOCHA – Então você não veio pedir autógrafo?


RUBÉN - Claro que não! Não quero parecer aqueles fãs que correm atrás dos artistas que nem loucos.


(RISOS)


RUBÉN – Além disso, esse alvoroço todo para pegar autógrafos pode até machucar certas pessoas. Mas é aquele negócio: isso é ocasionado pela falta de educação de certos fãs. Dizem que eles são assim porque não passam de reflexos do próprio artista. Os seus não dessa maneira, certo?


MOCOCHA PECHOCHA (disfarçando) – Os meus? Imagina, claro que não!


(RISOS)


MOCOCHA PECHOCHA – Mas eu acho que você exagera quando diz que algumas pessoas podem se machucar tentando pegar autógrafo.


RUBÉN – Eu exagero? Então preste atenção nisso.


MOCOCHA PECHOCHA – Prestar atenção?


RUBÉN – Espera que você verá.


(Um fã vem correndo desesperado para pegar um autógrafo da Mococha, mas Rubén acaba colocando o pé na frente, derrubando o homem)


CARLOS – Aaaiii!


(RISOS)


MOCOCHA PECHOCHA – Mas o que você fez?


RUBÉN – O que eu fiz? Não! O que ocasionou isso é a idolatria de certos fãs para com os artistas, que arriscam de tudo para pegar um autógrafo.


(RISOS)


MOCOCHA PECHOCHA – Deixa de dizer besteira e me ajuda a levantá-lo.


RUBÉN – Sim.


CARLOS – Que dor, que dor que eu estou sentido!


MOCOCHA PECHOCHA – Ei, moço? Você está bem?


CARLOS – Eu acho que sim. Puxa, é muito gratificante ser ajudado por um ídolo!


MOCOCHA PECHOCHA – Bem, eu creio que você veio pedir um autógrafo, não é?


CARLOS (feliz) – Claro que sim! Sempre faço questão de pedir autógrafos para os artistas que eu gosto!


MOCOCHA PECHOCHA – Bem, então vamos lá. Qual é o seu nome?


CARLOS – Carlos.


MOCOCHA PECHOCHA – Muito bem, muito bem... Aqui está!


CARLOS (contente) – Muito obrigado, muito obrigado! Agora eu poderei vender isso aqui e ganhar uma graninha! Até logo!


(Mococha fica espantada)


(RISOS)


RUBÉN – Que classe de fãs que você tem, hein?


MOCOCHA PECHOCHA – Nem me fala! Hoje está sendo terrível, terrível!


RUBÉN – Bem, bem, bem, acho que agora você poderá me ajudar.


MOCOCHA PECHOCHA – Muito bem, o que eu posso fazer?


RUBÉN – Bom, eu sou redator de um jornal e estou querendo...


MOCOCHA PECHOCHA (nervosa) – Ah, eu já entendi tudo! Você vai publicar no seu jornal todos esses descasos comigo, dizendo que eu não sou uma artista querida entre as pessoas! Seu aproveitador!


(RISOS)


RUBÉN – Calma, a senhorita está equivocada! Eu já faço parte daquele grupo de profissionais que nem precisa consultar os famosos para descobrir as polêmicas deles. Mas não é o seu caso, que fique bem claro! Se não eu já estou até vendo um processo contra mim.


(RISOS)


MOCOCHA PECHOCHA – Melhor assim.


RUBÉN – Como eu estava tentando dizer, eu queria que você me ajudasse a escrever uma carta em nome do jornal onde eu trabalho.


MOCOCHA PECHOCHA – Explique melhor isso.


RUBÉN – É que eu escrevo uma coluna que tem como foco as mais variadas histórias cômicas. Como eu aprecio muito esses tipos de programas que recebem cartas, eu gostaria de apresentar as minhas piadas para os telespectadores. Seria até uma forma de fazer propaganda do jornal onde eu trabalho, sabe como é, né?


(RISOS)


MOCOCHA PECHOCHA – Sim, eu sei.


RUBÉN – E estou aqui para lhe pedir ajuda sobre como escrever para esses programas, já que você sabe lidar muito bem com essa coisa de receber cartas.


MOCOCHA PECHOCHA – Isso é verdade. No meio onde eu trabalho, o meu nome já está tendo o significado de “correio televisivo”.


(RISOS)


MOCOCHA PECHOCHA – Até agora, a única oportunidade que surgiu para eu ser promovida é a de ser assistente que lê cartas daqueles programas de sorteios.


(RISOS)


RUBÉN – Que coisa...


MOCOCHA PECHOCHA – Mas, apesar de tudo, eu adoro o meu trabalho.


RUBÉN – Sim, claro. Bem, vamos começar a escrever?


MOCOCHA PECHOCHA – Sim, vamos. Você trouxe caneta e papel, certo?


RUBÉN – Claro, aqui está.


MOCOCHA PECHOCHA – Eu vou ditar algumas coisas que você deve escrever, enquanto isso vai passando para o papel.


RUBÉN (escrevendo com a mão esquerda) – Antes deixa eu escrever o meu nome...


MOCOCHA PECHOCHA – Quem diria, você é canhoto!


RUBÉN – É, às vezes é meio chato manejar objetos que foram feitos para destros, mas o mais chato mesmo é quando as pessoas acabam misturando as coisas. Aí surgem alguns apelidos para mim. “Zero à esquerda” é um deles...


(RISOS)


MOCOCHA PECHOCHA – Ah, você não deve ligar para isso.


RUBÉN – Sim, mas algumas pessoas exageram. Querendo ou não, ainda há preconceito com os canhotos


MOCOCHA PECHOCHA – Puxa...


RUBÉN – É, enfim... Ah, mas você sabia que com as minhas pernas já é totalmente o oposto? Faço coisas bem melhores com a minha perna direita.


MOCOCHA PECHOCHA (ironicamente) – Como derrubar pessoas igual você fez com aquele homem.


(RISOS)


RUBÉN (desconcertado) – É, isso conta também. Mas agora é melhor nos concentrarmos na carta, não?


MOCOCHA PECHOCHA – De acordo.


(transição de cenas)


RUBÉN (satisfeito) – Pronto, terminamos a carta. Agradeço muito a sua ajuda, Mococha!


MOCOCHA PECHOCHA – Sempre estou à disposição para ajudar qualquer pessoa. Agora, mudando um pouco de assunto, sabia que o Professor Girafales, um dos comediantes que trabalha comigo, se parece muito com você?


RUBÉN – É o que todos dizem. A única diferença entre nós é que eu tenho bons companheiros de trabalho.


(Mococha faz cara de poucos amigos)


(RISOS)


RUBÉN – Eu tenho que ir agora. Mais uma vez eu agradeço a sua ajuda.


MOCOCHA PECHOCHA – Espera! Por que não deixa a carta comigo? Afinal, ela será apresentada no meu programa na semana que vem.


RUBÉN – Ah, eu acho que você estava enganada o tempo todo. Eu vou mandar essa carta para o programa concorrente ao seu.


MOCOCHA PECHOCHA – O quê?!


RUBÉN – Sim, é um programa com mais audiência e, portanto, essa carta terá uma repercussão maior. Mas, mesmo assim, eu agradeço a sua ajuda. Até mais!


(Mococha fica sem palavras)


(RISOS)


FIM



Edited by Chaves 1000

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Ramyen Matusquela

Só é meio estranho o Chespirito não aparecer. Mas ficou bem divertida.

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Chaves 1000

Opa, valeu!

A maioria das fanfics que eu estou fazendo são semelhantes aos primeiros esquetes de "Los Supergenios". A primeira versão de "Uma pedra no caminho", por exemplo, não conta com a participação do Roberto.

Edited by Chaves 1000

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Don_aCHiles

Opa, fanfics do Guilherme, faz tempo que não leio. :D

Quando arranjar um tempinho, dou uma passada aqui. ^^

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