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TURISMO

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https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2020/05/presidente-da-gol-ve-cenario-de-falencias-e-fusoes-na-aviacao.shtml

Em um dos mercados mais abalados pela crise do coronavírus, o presidente da Gol, Paulo Kakinoff, diz que o setor de aviação está passando agora por um período que vai exigir sacrifício de todos.

Além da negociação com fornecedores e arrendadores de aeronaves, ele cita a proposta de postergar a redução no custo da folha de pagamento dos funcionários.

As companhias aéreas foram as primeiras a aderir às medidas de corte de salário na pandemia.

Paulo Kakinoff vê a crise em fases. A inicial, em que estamos, começou com o primeiro paciente no Brasil, mas só termina quando a contaminação começar a cair.

A segunda será o período rumo a soluções com imunização, vacina ou tratamento médico capaz de minimizar a mortalidade. “Não estamos falando de algumas semanas. Talvez sejam meses”, afirma.

O presidente da Gol diz que não acredita em um novo normal definitivo. As medidas adotadas na pandemia ficarão enquanto a ameaça do vírus durar, mas ele estima que, no futuro, as pessoas voltarão a voar com o padrão de conforto de antes.

Paulo Kakinoff evita comentar o caso da concorrente Latam, que pediu proteção contra falência nos Estados Unidos na semana passada. “Todo o setor aéreo está em situação desafiadora”, afirma o presidente.

O cenário que ele prevê no mundo todo são falências, fusões ou aquisições com troca de ações no setor.

E as companhias estrangeiras que tiverem socorros mais fortes de seus governos podem sair favorecidas na competição pelas rotas de 
voo internacionais.
 

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https://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2020/06/25/disney-modifica-brinquedo-splash-mountain-por-inspiracao-em-filme-considerado-racista.ghtml

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A Disney anunciou que irá modificar a atração Splash Mountain nos parques temáticos da Califórnia e da Flórida por se inspirar na animação "A canção do sul", um filme de 1946 que desde o seu lançamento é criticado pela forma como representa os personagens negros da produção.

A atração será remodelada por uma homenagem a animação "A Princesa e o Sapo", a primeira princesa negra da Disney. 

 

 

 

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https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/07/turismo-acumula-perdas-de-r-122-bilhoes-e-recuperacao-sera-lenta.shtml

Com aviões no chão, hotéis operando a baixa capacidade e vendas de pacotes praticamente paradas, o setor de turismo já soma perdas de R$ 122 bilhões de março a junho de 2020.

O montante é equivalente a mais de três meses de faturamento do setor, estimado em R$ 40 bilhões, segundo cálculo da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).

A CNC avalia que pode levar até 2023 para que o setor retome o nível de receitas de 2019, antes da pandemia do coronavírus.

Somente em junho de 2020, a CNC estima que o setor de turismo tenha somado perdas de R$ 34,2 bilhões, após deixar de faturar R$ 37,5 bilhões em maio, R$ 36,9 bilhões em abril e R$ 13,4 bilhões em março.

"O setor está operando hoje com cerca de 15% de sua capacidade”, observa Fabio Bentes, economista da CNC.

Ele destaca ainda que o segmento de alojamento e alimentação, diretamente ligado ao turismo, é o que apresenta a maior perda relativa de empregos com carteira assinada no ano, com queda de 13% no estoque de pessoas ocupadas e mais de 256 mil vagas fechadas até maio.

Em seguida, está o segmento de artes, cultura, esporte e recreação, com recuo de 8% no estoque de empregos, segundo o Caged (cadastro do Ministério da Economia de empregos com carteira no país).

“Tanto do ponto de vista de emprego, quanto de geração de receita, o setor de turismo é o mais afetado pela crise”, avalia. “Ele também tende a ser um dos últimos a se recuperar, só deve conseguir reaver o nível de receitas que tinha antes da pandemia daqui a três anos, em 2023.”

A recuperação do setor será impactada pela revisão de protocolos de transporte e hospedagem de turistas. Além disso, a perda de emprego e renda no país deve afetar a demanda por viagens, posto que o turismo é uma atividade de caráter não essencial.

“Mesmo para quem está empregado, há um efeito psicológico, o sujeito não vai assumir uma dívida de 12 meses por um pacote turístico, quando está vendo muitas pessoas perdendo o emprego”, afirma o economista.

Nesta semana, a CVC, maior operadora de viagens e turismo do país, informou em fato relevante à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que estima perdas de R$ 756 milhões durante o primeiro semestre do ano, sob impacto da pandemia.

Entre essas perdas estão gastos com aquisição de empresas, cancelamentos e reembolsos, serviços contratados e não realizados, inadimplência, repatriação de passageiros, entre outros.

A empresa também alertou que pode ter novas perdas à frente, pois possui um saldo de R$ 380 milhões em bilhetes aéreos já pagos, que poderão resultar em prejuízo, caso alguma empresa aérea encerre suas operações sem honrar ou transferir essas passagens a outra companhia.

No mesmo comunicado, a CVC atualizou a expectativa de perda por um problema contábil, de R$ 250 milhões para R$ 350 milhões, dos quais a empresa espera reaver R$ 55 milhões em tributos pagos indevidamente.

No dia seguinte ao aviso à CVM, a agência de avaliação de risco S&P rebaixou a nota de crédito da CVC, avaliando que a empresa provavelmente terá que renegociar R$ 700 milhões em dívidas com vencimento entre novembro deste ano e março de 2021.

 

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Na França, veja como improvisaram a forma como as pessoas tiram fotos com os personagens no parque da Disney em tempos de Covid-19.
 

 

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https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2020/07/sindicato-sugere-que-latam-pode-deixar-de-existir.shtml

O clima de tensão piorou nas negociações do acordo coletivo da Latam com os aeronautas nesta semana depois que o presidente do SNA (Sindicato Nacional dos Aeronautas), Ondino Dutra, disse em uma apresentação online da entidade que "a categoria é mais antiga e vai continuar existindo, e a empresa, não necessariamente".

O peso da expressão irritou uma parte dos trabalhadores que aceitariam ganhar menos, conforme propõe a empresa, porque têm medo de não conseguir se recolocar no mercado de aviação em crise caso a companhia, que já enfrenta uma recuperação judicial, não resista.

Quase 90% dos comandantes, copilotos e comissários rejeitaram a proposta feita pela Latam de redução permanente nos salários.

Nas negociações, a empresa tem dito que, mesmo após o corte que ela propõe, a remuneração de seus funcionários não vai ficar mais baixa do que a praticada pelas concorrentes historicamente.

Nos acordos fechados pela Azul e a Gol a redução não será definitiva.

Procurado pela coluna, Ondino Dutra diz que sua declaração tem sentido metafórico e fala em dignidade do grupo, que rejeitou a proposta da Latam, mesmo sob risco de demissão.

Ele nega que a frase tenha causado desconforto e afirma que a participação de cerca de 6.000 tripulantes na votação da proposta da empresa, com 90% de rejeição, mostra unidade no grupo.

 

 

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A pista de Congonhas passou por reformas.

 

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https://exame.com/negocios/disney-vai-demitir-cerca-de-28-mil-funcionarios-dos-parques-tematicos/

A Disney anunciou nesta terça-feira que vai demitir cerca de 28.000 funcionários dos Estados Unidos em sua divisão de parques temáticos.

 Seus resorts enfrentam dificuldades com o público limitado e o fechamento contínuo da Disneylândia devido à pandemia de coronavírus.

Cerca de dois terços dos funcionários demitidos são trabalhadores de meio período, disse a empresa em comunicado.

A Disney fechou seus parques temáticos ao redor do mundo quando o novo coronavírus começou a se espalhar no início do ano.

Todos, exceto a Disneylândia, foram reabertos gradualmente, embora a empresa tenha sido forçada a limitar o número de visitantes para permitir o distanciamento físico.

“Tomamos a decisão muito difícil de iniciar o processo de redução de nossa força de trabalho em nosso segmento de Parques, Experiências e Produtos em todos os níveis”, disse Josh D’Amaro, presidente da unidade de parques.

 

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https://www1.folha.uol.com.br/turismo/2020/10/argentina-engrossa-a-lista-de-paises-que-aceitam-turistas-brasileiros.shtml

As fronteiras aos poucos têm se aberto para viajantes do Brasil, mas, além do passaporte, agora há outro documento essencial para o turista : o exame negativo para Covid-19.

Pelo menos 70 países já aceitam receber brasileiros caso eles apresentem testes — a maioria exige o exame do tipo PCR, mais confiável para detectar a doença.

A partir desta sexta-feira, a Argentina vai permitir a entrada de turistas de países vizinhos, incluindo o Brasil, porém apenas via Buenos Aires.

Para entrar, o viajante precisa preencher um formulário online no qual se compromete a não sair da região metropolitana da capital, além de apresentar PCR negativo feito com até 72 horas de antecedência e um seguro-viagem que cubra a enfermidade.

Entre os países que estão permitindo a entrada de brasileiros estão :

. México
. Argentina
. Croácia
. Paraguai

 

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https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/10/argentina-libera-buenos-aires-para-os-turistas-de-paises-do-entorno.shtml

Já dá para os brasileiros voltarem a visitar a Argentina, depois de sete meses de impedimento por causa das medidas sanitárias para combater o coronavírus.

O país pode ser visitado por turistas de países vizinhos : Brasil, Bolívia, Paraguai, Uruguai e Chile.

Para isso, é necessário voar até o aeroporto de Ezeiza. A fronteira terrestre permanece fechada e o Aeroparque na região metropolitana de Buenos Aires está em reformas.

Chegando em Ezeiza, vai ser preciso cumprir os protocolos de distanciamento social, usar máscara e álcool gel, medir a temperatura, além de apresentar um teste de coronavírus com resultado negativo realizado, no máximo, até 72 horas antes do embarque, assim como um seguro médico de viagem que cubra casos de contaminação. Não é preciso cumprir quarentena.

A abertura ao turismo, por ora, é apenas para a cidade de Buenos Aires.

“O turismo entre Brasil e Argentina é necessário para os dois países, tem até mesmo um componente sentimental, e é por isso que, para nós, é muito importante esse retorno”, disse, em entrevista à Folha, o ministro de Turismo da Argentina, Matías Lammens.

“A cidade está preparada e feliz com o retorno dos brasileiros”, diz.

Em tempos sem pandemia, o turismo representa 10% do PIB (Produto Interno Bruto) argentino, incluindo as atividades indiretas, como gastronomia, teatro, espetáculos.

O Brasil é o país de origem do maior número de turistas estrangeiros — 28% do total, segundo Aldo Elías, presidente da Câmara de Turismo Argentina.

Matías Lammens salientou que a retomada, ainda que parcial, do turismo receptivo é necessária para que o país gere mais divisas em moeda americana, e para reativar os empregos ligados a essa indústria.

Restrições impostas à compra de dólares pelo governo na semana passada tentam evitar a evasão de divisas, mas também prejudicam o ingresso de dólares. Junto com a queda das exportações e dos investimentos, as medidas complicam a retoma econômica.

“Faremos essa prova-piloto com Buenos Aires. A ideia é ir ampliando os destinos de acordo com o tempo”. Ele insiste que, embora a curva de contágios esteja alta no país, na capital ela vem em descenso, e que a ocupação de leitos de UTI está em torno de 60%.

“A capital possui os melhores hospitais do país. Se um turista precisar, terá acesso, com o seguro médico, à melhor atenção. Se o for detectado um caso leve, o protocolo será isolamento no hotel do turista por sete dias”, diz.

Um dos atrativos para os turistas é o câmbio favorável. O dólar oficial está em 83,50 pesos e o paralelo, chamado de “blue”, em 175 pesos.

“Sabemos que Buenos Aires é um destino interessante para compras e para o turismo gastronômico. Neste momento, a situação cambiária está favorável para quem vem com moeda estrangeira”.

 

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https://exame.com/brasil/justica-determina-fechamento-de-hoteis-e-praias-de-buzios-no-rj/

A Justiça do Rio de Janeiro determinou que hotéis, pousadas e outros meios de hospedagem em Búzios sejam fechados a partir de hoje (17), devido ao aumento de número de casos de covid-19 e da ocupação de leitos hospitalares no município.

Os hotéis terão 72 horas para desocupar seus quartos e novas reservas estão proibidas.

A decisão judicial também atinge as praias do município, que devem ser fechadas. Apenas moradores e pessoas que trabalhem em Búzios poderão entrar na cidade.

Além disso, restaurantes só poderão funcionar com entregas e apenas o comércio essencial (como mercados, farmácias, lojas de animais etc) poderá seguir funcionando, ainda assim limitando o acesso de consumidores a 30% da capacidade da loja.

A informação foi divulgada pela prefeitura de Búzios, que informou que seguirá a determinação judicial enquanto analisa um eventual recurso.

 

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https://www1.folha.uol.com.br/turismo/2020/12/presidente-do-tj-do-rio-derruba-liminar-que-proibe-turismo-em-buzios.shtml

A Justiça do Rio de Janeiro suspendeu nesta sexta-feira liminar que proibiu a entrada de turistas na cidade de Búzios, na Região dos Lagos, em decorrência do aumento de casos de Covid-19 no município

Em resposta a recurso da prefeitura de Búzios, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio, Cláudio de Mello Tavares, determinou a reabertura do turismo na cidade.

Na decisão, prevaleceu a tese da independência dos poderes e o impacto da medida para a economia do município.

"Configurados o manifesto interesse público e a grave lesão à ordem e à economia pública que a decisão judicial impugnada está a causar, defiro o pedido de suspensão [do lockdown]", escreveu o juiz na decisão.

Na quinta-feira, o juiz Raphael Baddini de Queiroz Campos, da 2ª Vara de Armação dos Búzios, havia suspendido as medidas de flexibilização no município carioca e restabelecido decreto de março, determinando o fechamento de praias, quadras poliesportivas, estabelecimentos comerciais, hotéis e pousadas. A liminar determinava um prazo de 72 horas para os turistas deixarem o município.

A restrição provocou uma série de manifestações na cidade. Revoltados com a decisão, trabalhadores do setor de comércio e turismo de Búzios protestaram pela permanência de turistas no município em alta temporada.

Com a suspensão da liminar, volta a valer em Búzios o decreto mais recente, de 10 de dezembro, que estabelece a ocupação máxima de 50% nos estabelecimentos comerciais.

 

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https://www.gazetadopovo.com.br/economia/turismo-prejuizo-retomada-ameacada-nova-onda-da-covid-19/

Fortemente atingido pela pandemia da Covid-19, o setor do turismo no Brasil amarga um prejuízo de R$ 245,5 bilhões entre março e novembro de 2020, de acordo com levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Nos últimos meses, a arrecadação do turismo vinha crescendo na comparação com o mês anterior, mas seguia abaixo da média histórica. Lentamente, as pessoas estavam se mostrando mais dispostas a sair de casa e fazer viagens curtas. Mas, agora, essa retomada está ameaçada pelo aumento dos casos de Covid-19 no país.

Além das incertezas sobre a recuperação econômica brasileira, o setor sofre com a segunda onda em países da Europa e Estados Unidos e o câmbio alto.

Avaliação da FGV Projetos estima que o prazo mínimo para recuperação do turismo para níveis pré-pandemia seria de um ano após a retomada, na alta temporada de 2022 – e isso quando se trata do mercado doméstico, porque o mercado internacional levará mais tempo. Para chegar lá, o setor ainda precisa contar com algumas variáveis positivas. A principal diz respeito à segurança sanitária, que pode ser tanto o estabelecimento de protocolos de comportamento seguidos à risca pelos turistas e, principalmente, a vacina contra a Covid-19.

Na sequência, vem o “fôlego” do mercado, que precisará se ajustar à nova realidade e se reinventar – tanto pela falta de dinheiro quanto pela necessidade de mudar estratégias de promoção.

O crescimento que vem ocorrendo é um alento, mas também é pouco expressivo, na avaliação de Alexandre Sampaio, diretor do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade da CNC. “Foram R$ 229 bilhões perdidos no agregado dos setores de turismo. É importante quantificar o número de estabelecimentos fechados, que gera uma perda substancial de empregos”, diz.

Alexandre Sampaio avalia que o novo avanço da contaminação no Brasil vai prejudicar muito a retomada, principalmente no curto prazo, afetando um período crucial para o setor. “Com a proximidade das festas de fim de ano e a questão da vacina muito longe de ser resolvida aqui, isso incute um medo natural”, analisa.

Além disso, o Carnaval de 2021 também está adiado nos principais centros, como Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. Para ele, a tendência é de que apenas pequenas localidades de luxo, principalmente no Nordeste, consigam manter algum nível de ocupação nos próximos meses.

André Coelho, especialista em turismo da FGV Projetos, avalia que esse retorno já está acontecendo, com adaptações. “Dependendo do poder aquisitivo das famílias, o turismo já faz parte da cesta de consumo”, avalia.

No início de novembro de 2020, o governo federal lançou a Retomada do Turismo, classificada como uma aliança nacional que visa acelerar a recuperação do setor. Foi a primeira medida customizada para o segmento, que até então aproveitou outras ações do governo, como a possibilidade de suspensão de contratos de trabalho e linhas de crédito, como o Pronampe.

Para André Coelho, da FGV Projetos, as medidas iniciais tomadas pelo governo foram suficientes. Agora, cada setor pode direcionar seus pleitos. No caso do turismo, ele lembra que muitas empresas ainda estão sendo beneficiadas por essas medidas.

“Os empregos perdidos não serão recuperados de forma automática. Tem empresas que ainda não demitiram, porque estão dentro da grade de auxílios do governo, que salvou muitos empregos no turismo. Os empregos não voltam, mas, com a retomada do turismo, novas vagas vão sendo criadas”, avalia.

 

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https://exame.com/mundo/mutacao-da-covid-paises-europeus-suspendem-voos-para-o-reino-unido/

Com a constatação de que a mutação do coronavírus está fora de controle no Reino Unido, países como a Alemanha, Bélgica, Holanda e Itália decidiram cancelar os voos vindos de Londres e outras cidades britânicas neste domingo.

O governo inglês confirmou que a nova cepa da Covid-19 se espalha mais rapidamente do que as anteriores. “Ela pode ser até 70% mais transmissível do que a variante antiga”, disse o primeiro-ministro Boris Johnson durante uma coletiva de imprensa.

A Alemanha estudaria estudando soluções semelhantes, que incluíram também a proibição de voos para a África do Sul, onde também foi identificada uma nova cepa do vírus.

 

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