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Para qual país você mais gostaria de viajar ?

Para qual país você mais gostaria de viajar a turismo ?  

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  1. 1. Para qual país você mais gostaria de viajar a turismo ?

    • Estados Unidos
      4
    • México
      3
    • Canadá
      2
    • Japão
      1
    • Nova Zelândia
      0
    • Austrália
      0
    • França
      3
    • Inglaterra
      1
    • Itália
      2
    • Espanha
      1
    • Argentina
      0
    • Chile
      0
    • Uruguai
      0
    • Portugal
      1
    • Suíça
      0
    • Holanda
      0
    • Grécia
      1
    • Bélgica
      0
    • Rússia
      0
    • Áustria
      0
    • Outro
      2


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Star Wars e parques da Disney

 

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E.R

Bagagem de mão.

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E.R

O ESTADO DE S.PAULO

A Air Europa, empresa aérea do grupo espanhol Globália, indicou ao governo brasileiro que pedirá autorização para operar rotas nacionais no País. A companhia solicitou registro na junta comercial de São Paulo, primeiro passo para se constituir no Brasil, e indicou à cúpula da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que pedirá autorização de operação em breve.

A informação foi confirmada ao Estado pelo ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, e ainda por uma fonte da Anac. Se seguir adiante com o plano, a Air Europa pode se tornar a primeira companhia aérea totalmente estrangeira a entrar no Brasil para operar trechos domésticos. Empresas como a norueguesa Norwegian e a chilena Sky, que chegaram ao País recentemente, operam somente rotas entre o Brasil e cidades no exterior.

O movimento só é possível porque ainda está em vigência a medida provisória 863. Editada em dezembro, no apagar das luzes do governo Michel Temer, ela altera o Código Brasileiro de Aeronáutica, que limitava a participação de estrangeiros a até 20% do capital das companhias com operação no Brasil. Com a medida provisória, os estrangeiros ficaram liberados para ter até 100% das aéreas.

Um dos maiores grupos de turismo da Europa, com braços em hotelaria e aviação, a Globália tenta se antecipar a rivais do mercado internacional.

Há, porém, dois problemas à frente. O primeiro – e mais urgente – é a aprovação pelo Congresso da medida provisória que abriu o setor. O texto precisa passar nas Casas até quartafeira ou perderá a validade. O prazo está apertado e o governo vem tendo dificuldade em encaminhar matérias ao Congresso.

“A Air Europa fez o registro agora para garantir o prazo, mas possui ressalvas. Eles ainda montarão o plano de investimento e tudo dependerá da aprovação no Congresso”, afirmou o ministro do Turismo, que esteve na Espanha com executivos da Globália há duas semanas para tratar da possibilidade de vinda da empresa.

O segundo problema é a forma como o novo marco legal será enfim aprovado pelos parlamentares. Há preocupação dentro do governo sobre os efeitos de alterações feitas no Congresso. A comissão especial que apreciou a medida provisória incluiu no texto o fim da cobrança pela bagagem e a exigência de que as aéreas estrangeiras destinem 5% de seus voos para trechos regionais, por ao menos dois anos.

Ao modificar a proposta, os parlamentares argumentaram que os preços das passagens não baixaram desde que a cobrança das malas foi estabelecida e que é preciso aproveitar a abertura do mercado para incentivar a aviação regional.

Mas governo e companhias aéreas veem nas duas medidas risco para a atratividade do novo marco legal. Há temor de que as mudanças terminem por afugentar as companhias de baixo custo, conhecidas pelo termo em inglês “low cost”.

Procurada, a Anac informou que ainda não recebeu pedido de autorização de operação da empresa. O representante da Air Europa no Brasil não retornou os contatos da reportagem.

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E.R

https://viagemeturismo.abril.com.br/materias/areas-de-machu-picchu-terao-acesso-restrito/

Todo ano, novas regras são postas em práticas para restringir o turismo de massa em Machu Picchu, no Peru.

Desde o começo do ano, os ingressos separaram grupos em horários de entradas diferentes, com duração máxima da visita de quatro horas e com a obrigatoriedade de guia de turismo. Agora, uma nova medida foi anunciada: três áreas importantes do sítio arqueológico terão sua entrada restringida por duas semanas. A decisão do governo do Peru tem objetivo de evitar uma deterioração maior do famoso destino turístico.

Entre os dias 15 e 28 de maio, turistas terão apenas três horas por dia para visitar os Templos do Sol e do Condor e a pedra de Intihuatana, dentro da cidade inca. O Templo do Sol é a única estrutura semicircular do Machu Picchu, enquanto o Templo do Condor – com o formato da ave – é uma das construções mais impressionantes do sítio, localizada em sua parte mais baixa. Já a pedra, que acredita-se ter sido usada para fins religiosos e astronômicos, está na parte mais alta da cidade inca.

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XanteCler79

Eu sempre desejei viajar para países com uma grande carga histórica, por isso gostaria de visitar países como Egito, Grécia, Iraque e Irã (esses dois últimos com certo receio por causa do terrorismo e da repressão religiosa), mas mesmo assim gosto de visitar países com grande impacto na história da humanidade.

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Medeiros CH

Se eu pudesse, eu viajaria por diversos países da Europa como Portugal, Espanha, França, Alemanha, Noruega e Finlândia.

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E.R

O GLOBO

“Piratão!”, grita um senhor de cabelos brancos que tentava atrair passageiros para táxis estacionados em pontos estratégicos nas imediações da Rodoviária do Rio, às 10h30m da última quinta-feira.

O xingamento era para um outro homem que disputava usuários com ele, na porta de embarque do terminal, na Rua Francisco Bicalho. A bandalha, que cerca um dos principais acessos de visitantes à cidade do Rio de Janeiro, era assistida, a uma certa distância, por seis guardas municipais, um fiscal do programa Lixo Zero e um funcionário com colete da Secretaria municipal de Transportes. Nem sinal de PMs.

Na porta da rodoviária, acontece diariamente um verdadeiro leilão de transporte legal e ilegal, que envolve táxis, vans e até lotadas feitas em carros comuns, à margem da fiscalização. Quase sempre escancaradas devido ao furto da fiação que as aciona, as portas automáticas de acesso e saída do terminal cederam espaço a um balcão de negócios irregulares.

O movimento se acentua nos horários de rush, entre 5h30m e 9h e 17h30m e 22h. Na terça-feira, o casal de chilenos Kevin Luna e Karin Navarrete foi pedir um carro de aplicativo no embarque — depois de brigas com taxistas, o local passou a ser o “quadrado” desse tipo de serviço para pegar e deixar passageiros — e foi abordado por um falso representante do Uber que, com celular em punho, simulou um acesso ao aplicativo. Após ser informado que acorrida até um hotel na Rua Vinte de Abril, no Centro, custaria R$ 22, o estrangeiro achou caro e resolveu fazer sua própria simulação. Levou um susto. — Ainda bem que recusei. Consegui por R$ 12. Não sabia que a situação estava assim. Na primeira vez que estive no Rio, em 2016, era mais tranquilo — contou Kevin.

Do lado do embarque, o barulho da disputa por corrida vem de toda sorte de cambistas. Aos já conhecidos, juntam-se os aliciadores para lotadas, sobretudo para a Região dos Lagos, Campos e Macaé. No desembarque, na Rua Binário do Porto, o passageiro se depara com um verdadeiro “paredão” de homens, com ou sem coletes, que abordam acintosamente quem sai do terminal, oferecendo táxis.

A anarquia se espraia para as calçadas junto à rodoviária e para a Praça Gentileza, onde camelôs vendem salgados fritos e usam botijões de gás. Lá, ficam ainda pedintes e engraxates. População de rua, usuários de droga e um estacionamento clandestino na rua, colado a um acesso do edifício-garagem do terminal, compõem o cenário sombrio.

A exploração do transporte irregular extravasa para fora dos limites do terminal e chega a seis trechos nas imediações. Há três “pontos” na Avenida Francisco Bicalho, um na lateral do Inca e dois perto de postos de combustível, onde ficam estacionados carros de lotada e táxis piratas.

Em nota, a Rodoviária do Rio informa que “solicita regularmente aos órgãos públicos soluções para os problemas externos”. Segundo pesquisa da Insider, a pedido da concessionária, 87% dos 2.500 ouvidos consideram a região do entorno perigosa e reivindicam melhorias. Gerente da viação Útil na rodoviária, Paulo Barreto conta que estelionatários, apelidados de “papagaios”, clonam cartões e compram pela internet passagens interestaduais, negociadas a preços mais baixos. Para municípios fluminenses, aliciadores levam os clientes até os pontos de lotadas. — Vendo por R$ 100 o semileito para São Paulo, Tietê. Para você, faço por R$ 90. O preço normal é R$ 120 — propõe um “papagaio” à repórter do GLOBO.

Uma concorrência desleal, reclama Barreto :

— As empresas ficam no prejuízo. No caso dos cartões, se o dono não reconhece a dívida, a bandeira não nos repassa o valor. Ao desembarcar, o passageiro pode parar num balcão, pagar um recibo de valor préfixado e pegar táxis da cooperativa credenciada, únicos autorizados a parar na baia delimitada por cones. —Antes, tinha uma pessoa orientando do lado de fora. Agora, nem isso — reclama Maria Eduarda Oliveira, que chegava de Araruama. Quem opta por buscar outra alternativa acaba na barreira de aliciadores.

— Vai para Copacabana? — Cobro R$ 40 — oferece um deles à equipe do jornal. — O da cooperativa cobra R$ 70 (o preço é R$ 45, na bandeira 1). E como chegar até o carro? — É só atravessar a rua — informou ele, apontando para um ponto de bandalhas e piratas, ao lado do Inca. Durante três dias, O GLOBO não encontrou PMs nos arreadores da rodoviária. Na quarta-feira à noite, havia um policial no posto do BPtur, que fica escondido no mezanino. Outro estaria percorrendo o terminal.

Um mar de problemas que preocupa Philipe Campello, diretor do Rio Convention Bureau, que teme pela recepção ao turista : 

—A primeira impressão do visitante permanece. Se é ruim, ele fica inseguro e menos tolerante com a cidade. De acordo com o Detro, ligado ao estado, há operações regulares de combate ao transporte sem autorização. Os órgãos da prefeitura também informaram que estão com os serviços em dia. A Guarda Municipal alegou manter dez agentes diariamente na rodoviária, e a Secretaria municipal de Ordem Pública contabilizou a remoção de 187 veículos do local este ano.

A Secretaria municipal de Fazenda, por sua vez, garantiu a regularidade das ações de ordenamento. Procurada, a Polícia Militar informou que o 5º BPM (Praça da Harmonia) cuida da área externa e que há um posto do BPTur dentro do terminal. Segundo a PM, em julho, na região da rodoviária, houve redução de 29% nos roubos de transeuntes, de 35% de celulares e de 50% em coletivos, em relação ao mesmo período do ano passado.

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E.R

 

London Eye - Londres

 

Edited by E.R

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E.R

https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2019/09/24/maia-defende-veto-a-bagagens-gratis-derrubada-so-interessa-a-gol-e-tam.htm

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, defendeu a manutenção do veto que permite a cobrança por bagagem em viagens aéreas. O parlamentar criticou a organização atual do setor de aviação no Brasil, dizendo que a derrubada do veto só interessa a um "duopólio" formado por Gol e TAM. "A regra que está colocada é a regra que vai, agora, com a autorização do 100% de capital estrangeiro para companhias aéreas, gerar a possibilidade, em doze meses, que as companhias aéreas estrangeiras venham para o Brasil, e operem o mercado regional", explicou.

"Se nós derrubarmos o veto, nós vamos estar dizendo: 'Gol e TAM, continuem operando, cobrando esses preços horrorosos, caros, que inviabilizam o brasileiro de voar pelo nosso país'", completou ainda.
 

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E.R

LAURO JARDIM - O GLOBO

A isenção de visto catapultou o fluxo de americanos, canadenses e australianos ao Brasil durante as férias escolares do Hemisfério Norte.

Entre 17 de junho e 31 de agosto deste ano, 71.281 turistas dos Estados Unidos aterrissaram por aqui — 25,8% a mais do que os 56.668 registrados no mesmo período do ano passado.

O total de canadenses aumentou 27,7% : passou de 5.144 para 6.570 turistas; e o de australianos, 10,5% : de 4.016 para 4.438.

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Homessa

Gostaria de conhecer outros estados do Brasil. A parte disso, gostaria de conhecer os EUA, principalmente no período natalino.

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Gabriel CH

Estados Unidos, Japão ou até mesmo Espanha.

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E.R

https://veja.abril.com.br/blog/radar/delta-airlines-amplia-voos-diretos-entre-rio-e-estados-unidos/

A Delta Airlines vai ampliar os voos diretos entre o Rio de Janeiro e os Estados Unidos a partir do dia 4 de dezembro.

A informação foi confirmada ao Radar pelo secretário estadual de Turismo, Otávio Leite.

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E.R

https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/11/barcelona-e-amsterda-testam-acoes-para-reduzir-concentracao-de-turistas.shtml

De cada 13 pessoas que caminham por Barcelona, em média, uma é moradora — as outras são turistas.

O excesso de visitantes, que somam 10 milhões por ano, complica a rotina dos moradores até em coisas simples, como achar um supermercado. “Em alguns bairros, o comércio local foi trocado por lojas de suvenir”, conta Janet Sanz, vice-prefeita e secretária de urbanismo da cidade.

A prefeitura anunciou um plano para combater as lojas de lembrancinhas e favorecer os negócios voltados aos cidadãos locais. O esforço é uma das tentativas para tentar conter a saída de moradores.

Nos últimos quatro anos, a população residente no centro de Barcelona encolheu 11%

A cidade tenta também estimular os turistas a não ficarem apenas na região central, nem mesmo para dormir. Há um veto à abertura de novos hotéis no centro, e estabelecimentos que fecharem não poderão ser reabertos. 

Novos locais de hospedagem só podem ser construídos em bairros mais afastados, e em número limitado.

Amsterdã, que recebe 20 milhões de visitantes ao ano, aposta em promoções: turistas que forem a alguns museus centrais ganham passagens de ônibus para conhecer cidades nos arredores.

“As cidades precisam criar museus fora do centro, para estimular a circulação dos turistas”, sugere Frans-Anton Vermast, chefe de tecnologia de Amsterdã. Vermast destaca o uso de aplicativos que indicam, em tempo real, quais lugares estão com mais filas, o que ajuda os turistas a se organizar, e também ações em redes sociais para popularizar atrações menos conhecidas.

Em um símbolo do esforço para reduzir o turismo massificado, a prefeitura removeu o monumento com a frase “I Amsterdam” no fim de 2018, sob argumento de que as filas para tirar selfies ali não condiziam com o espírito da cidade.

A prefeitura também aumentou as multas para pequenas ofensas, como fazer xixi nas ruas, e criou cercas digitais: quando um viajante entra em determinadas zonas e abre suas redes sociais, recebe alertas de que deve agir ali com respeito.

“Os turistas são uma fonte importante de recursos, mas os moradores, que ficam ali o ano todo, também são”, afirma Vermast.

O boom no número de turistas foi favorecido por iniciativas como o Airbnb e transportes de baixo custo. Para tentar receber menos gente, as cidades querem conter esses negócios. Barcelona e Amsterdã estão entre as que tentam reduzir o número de voos. 

Na cidade espanhola, 2,2 milhões ficaram em casas alugadas via internet em 2018. A prefeitura limitou o uso desse modelo e reforçou a fiscalização. Mais de 7.000 locações irregulares foram fechadas. 

O avanço do Airbnb ajuda a expulsar moradores. Como as diárias geram mais ganhos do que os aluguéis mensais, proprietários preferem os turistas. E com menos casas para viver, sobe o custo da moradia.

Em Lisboa, onde as pequenas calçadas e bondes não comportam todos os visitantes, o governo busca conter o modelo Airbnb comprando casas para alugar aos residentes. “Há um temor de que a saída dos habitantes faça com que os bairros percam a identidade portuguesa”, diz Alan Guiti, doutorando na Universidade de Aveiro, que pesquisa os problemas do turismo na capital portuguesa.

Outra cidade que tenta reduzir a concentração de turistas (que somam 25 milhões ao ano), Veneza fez testes de bloqueio a ruas e praças famosas em dias de muito movimento: apenas moradores e pessoas cadastradas podem ter acesso, mesmo a pé.

Na semana passada, enquanto moradores lidavam com alagamentos gerados por uma maré recorde, turistas tiravam selfies. 

A cidade italiana criou neste ano uma taxa de 3 euros (R$ 14,07) por visitante, cobrada mesmo daqueles que não pretendem pernoitar. A tarifa básica subirá para 6 euros (R$ 28,14) em 2020. Barcelona também cobra uma taxa, em torno de 2 euros (R$ 9,38) por pessoa por noite, e usa parte do dinheiro para fazer melhorias em bairros periféricos. 

Para Guiti, as cidades lotadas de turistas poderão passar a focar sua estratégia em atrair viajantes com mais dinheiro para gastar e interessados em ficar mais tempo, e menos em mochileiros que buscam economizar em tudo e passageiros que ficam poucas horas.

“Cruzeiros geram uma grande poluição, e muitas vezes o passageiro desce, vai numa lojinha e volta para almoçar no navio, sem gastar quase nada na cidade”, diz.

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