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E.R

Oscar 2019

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E.R

https://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2018/08/08/oscar-criara-nova-categoria-para-filmes-populares.htm

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou nesta quarta-feira (8) uma grande novidade para o Oscar: a premiação mais importante do cinema agora terá uma categoria dedicada aos filmes populares. 

"Iremos criar uma nova categoria para melhor filme popular. Critérios para elegibilidade e outros detalhes importantes serão divulgados posteriormente".

É possível que a nova categoria possa abrigar filmes de grande sucesso de bilheteria que nem sempre se enquadram no perfil dos tradicionais competidores do Oscar.

A Academia ainda vai atacar outro alvo de críticas: a longa duração da cerimônia do Oscar. Comprometida a realizar uma premiação mais enxuta, a organização anunciou que ela terá apenas três horas.

Para isso, alguns prêmios serão entregues durante os intervalos comerciais da transmissão televisiva, em momentos que serão editados e exibidos mais tarde. 

De acordo com o comunicado, as mudanças têm como objetivo "manter o Oscar e a Academia relevantes em um mundo em transformação".

O Oscar 2020 também sofreu alterações, e irá acontecer antes do que o planejado. A premiação, agora, será no dia 9 de fevereiro de 2020, e não mais no dia 23 do mesmo mês. Isso não altera a data do evento em 2019, 24 de fevereiro.

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Usagi White

@E.R Acabei de ver esse anuncio! Provavelmente é com o intuito de colocar  blockbusters. :D Já tava na hora. 

Uma categoria que eu queria que houvesse é de melhor atriz/ator mirim.

  • Obrigado 1

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E.R

Acho que Pantera Negra tem boas chances de vencer o Oscar nessa nova categoria.

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E.R

https://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2018/09/06/academia-decide-adiar-categoria-de-filme-popular-no-oscar.htm

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas resolveu adiar a introdução da nova categoria do Oscar, dedicada a premiar o melhor "filme popular" do ano, anunciada no mês passado. A informação é do "The Hollywood Reporter".

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E.R

O Globo

Os aspirantes a prêmios da temporada de 2018 incluirão super-heróis, viajantes do espaço e Lady Gaga, mas será que os filmes serão populares o suficiente para amenizar os temores de uma academia que quase criou um novo Oscar apenas para blockbusters ?

Com a realização de três importantes festivais de outono, incluindo o Festival Internacional de Cinema de Toronto, que terminou no último domingo, e com alguns remanescentes do início do ano ainda fazendo marola, é hora de dar uma olhada nos possíveis concorrentes ao próximo Oscar.

A lista deste ano provavelmente incluirá um dos maiores filmes de todos os tempos: “Pantera Negra”, o longa de Ryan Coogler que quebrou recordes de bilheteria e pode levar o Marvel Studios a conquistar seu primeiro Oscar.

Outras produções que estrearam nas últimas semanas em festivais também têm boas chances. O céu é o limite para o romance musical “Nasce uma estrela”, que Bradley Cooper dirigiu e no qual contracena com Lady Gaga.

“Green book” entrou em Toronto com baixas expectativa e saiu de lá com tudo para cair nas graças da multidão : trata-se de uma dramédia com questões raciais protagonizado por Viggo Mortensen e por Mahershala Ali.

E embora o biográfico “O primeiro homem” tenha sido alvo de uma controvérsia sobre se a bandeira dos EUA apareceu com destaque suficiente, crítica e público deverão se engajar na história do astronauta Neil Armstrong (interpretado por Ryan Gosling) quando o filme for lançado em outubro. Tanto Cooper quanto Damien Chazelle, o diretor de “O primeiro homem”, têm forte chance de compor a lista de melhor diretor, mas serão desafiados por outro grupo de recentes vencedores do Oscar.

Em 2017, “Moonlight”, dirigido por Barry Jenkins, ganhou o Oscar de melhor filme em disputa com “La La Land”, de Chazelle, e agora Barry Jenkins está de volta com “If Beale Street could talk”. Em 2014, “12 anos de escravidão”, de Steve McQueen, ganhou o Oscar de melhor filme, enquanto Alfonso Cuarón foi eleito melhor diretor por “Gravidade”, e os dois estão de novo no páreo: McQueen com “Viúvas”, thriller policial feminino e eletrizante, e Cuarón com “Roma”, drama da Netflix inspirado na infância do diretor na Cidade do México.

Os novatos na categoria poderiam ser Spike Lee, cujo “BlacKkKlansman” recebeu o prêmio máximo em Cannes e se saiu bem nas bilheterias; e o diretor grego Yorgos Lanthimos, que traz uma sensibilidade torta à corte real britânica com sua comédia “The favourite ”. Algumas mulheres poderiam entrar nesse time: Marielle Heller, por“Você pode me perdoar ?”; e ainda Mimi Leder (“Com base no sexo”) e Josie Rourke (“Mary Queen of Scots”).

Em outras categorias, já aparecem fortes candidatos: Bradley Cooper, que dirige, produz e é corroteirista de “Nasce uma estrela”, pode ganhar o Oscar por sua atuação como um cantor consumido pela bebida.

Ryan Gosling também deve estar no páreo com “O primeiro homem”. E correm por fora Robert Redford em “The old man & the gun” e a aclamada atuação de Ethan Hawke em “First reformed”. E fica a dúvida sobre se Mortensen e Ali serão inscritos como coprotagonistas de “Green book”, ou se um deles disputará como coadjuvante.

Incerteza semelhante torna o certame de melhor atriz difícil de prever, já que “The favourite” possui três mulheres, todas podendo aparecer como líder, principalmente Olivia Colman, que brilha como uma rainha Anne manipulada por duas mulheres habilidosas em sua corte.

Outras duas personagens da realeza também podem ter indicações, pelo filme “Mary Queen of Scots”, com Saoirse Ronan no papel-título e Margot Robbie como sua rival, a rainha Elizabeth I —ambas foram indicadas ao Oscar de atriz em 2017. A categoria é robusta.

Algumas das possíveis indicações são vencedoras anteriores, como Viola Davis, que agora interpreta uma mulher de luto que trama um grande assalto, em “Viúvas”; Nicole Kidman em “Destroyer”, como uma detetive em queda livre; e Julia Roberts em “Ben is back”, como uma mãe que interrompe as férias por causa do filho, que tenta se recuperar da dependência química.

E atriz Glenn Close também pode ser indicada pelo seu papel em “A esposa".

Mas ainda há Lady Gaga, que mais do que sustenta seu papel em “Nasce uma estrela ”. 

 

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E.R

O ESTADO DE S.PAULO

Há mais de 80 anos, repete-se, em Hollywood, o que não deixa de ser uma contradição em termos. Desde o primeiro Nasce Uma Estrela (William Wellman, 1937), a estrela em ascensão é sempre um nome consagrado da indústria – e depois de Janet Gaynor vieram Judy Garland (George Cukor, 1954) e Barbra Streisand (Frank Pierson, 1976). Todas essas versões beberam na fonte de um Cukor de 1932, What Price Hollywood?, ou simplesmente Hollywood, no Brasil. Os críticos gostam de assinalar o que para eles virou maldição – nenhuma atriz ganhou o Oscar interpretando o prestigiado papel, o que é válido para o prêmio de interpretação, mas Barbra cavou uma estatueta de canção, por Evergreen.

Lady Gaga vai quebrar a escrita? Há uma nova versão da história. Estreia na quinta, 11, nos cinemas brasileiros. O novo Nasce Uma Estrela tem direção do ator Bradley Cooper e já passou com brilho pelo Festival de Toronto, do qual saiu como mais que provável indicação para o Oscar. Você já deve ter visto o trailer, que gera expectativa e é melhor que o filme, mas essa é outra história. Desde a sexta, 5, a trilha está liberada em todas as plataformas digitais – são 17 composições inéditas e a recriação de um clássico de Edith Piaf, La Vie en Rose, que Lady Gaga canta num show de drag queens. O piscar de olho não poderia ser mais óbvio – a cena remete ao começo da carreira da própria Gaga, que também saltou de um show de drag para o estrelato.

Sucesso de público na ‘América’, o filme foi seguido por outro estouro – Venom –, o que faz deste mês de outubro o melhor dos últimos anos para o cinema dos EUA. Nasce Uma Estrela, a versão de 2018, é bom, mas poderia ser melhor. A maior ousadia de Cooper como diretor é deslocar o foco da estrela que nasce para o astro que tomba na decadência – e que ele interpreta. Cooper não deve fazer a mínima ideia, mas seu filme tem mais de um ponto de contato com o universo country retratado numa produção brasileira – Coração de Cowboy. Se isso ajudar a chamar atenção para o filme de Gui Pereira, ótimo. Em tempos de empoderamento feminino, Hollywood, passada a empatia inicial – de 2017 –, começa a tomar distância do movimento. Na primeira parte do filme, Cooper, percebendo o brilho natural e a força de Ally/Lady Gaga, a convoca para o palco sem pedir licença a ninguém. Reconhece que ela é alguém que tem algo a dizer, e lhe dá o impulso necessário.

Todo poder às mulheres – mas eis que surge o manager, e ele promete catapultar Ally para a estratosfera. A primeira coisa que faz é edulcorar sua persona selvagem. Coreografia, dançarinos. Quando Ally, já estrela, anuncia que quer colocar Cooper no palco com ela, o manager lhe corta as asas na hora – ‘no way’, de jeito nenhum. A estrela que nasce é formatada para, e pela, indústria. Sem querer forçar a barra, o megassucesso do ano passado foi

Mulher-Maravilha, e você deve se lembrar que, no blockbuster de Patty Jenkins, Gal Gadot é boa de briga, mas quem resolve a parada é Chris Pine. Essa conversa sobre feminismo, empoderamento talvez não seja o epicentro do novo Nasce Uma Estrela, mas a observação é pertinente. Influenciada por artistas como David Bowie, Michael Jackson, Madonna e Queen, Lady Gaga construiu sua persona pública por meio da provocação e do exagero. Virou ativista de causas LGBT. É curioso que tenha aceitado, em seu primeiro grande papel, essa imagem de ‘megera domada’.

Nos EUA, parte da imprensa tem reclamado que o ator e diretor Bradley Cooper é ‘handsome’ (bonitão) demais para interpretar o ‘has been’ (o astro que já era) da história. Cooper estourou na série Se Beber,não Case!, na qual uma certa canastronice servia ao personagem. O papel como ‘sniper americano’, no filme de mesmo nome, de Clint Eastwood, o candidatou para o Oscar. A expectativa agora é saber se Cooper volta ao Oscar como ator, diretor, ou ambos.

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E.R

A cantora Lady Gaga deve ser indicada ao Oscar de melhor canção por esta música :

 

 

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welnasres
51 minutos atrás, E.R disse:

A cantora Lady Gaga deve ser indicada ao Oscar de melhor canção por esta música :

 

 

Caramba, não é que a muié tá com tudo esse ano hein!

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E.R

https://cinemacomrapadura.com.br/noticias/519247/tentativa-da-netflix-de-concorrer-ao-oscar-2019-divide-membros-da-academia/

Não é só no Festival de Cannes que a Netflix gera polêmica. De acordo com reportagem do The Hollywood Reporter, alguns membros da Academia não estão contentes com as táticas que a gigante do streaming tem adotado para conquistar uma vaga – e, quem sabe, uma estatueta – na cerimônia do Oscar em 2019.

Os votantes tradicionais da Academia ficaram incomodados quando a Netflix anunciou que quatro de seus filmes, entre eles “Roma”, de Alfonso Cuarón (“Gravidade”), serão exibidos em cinemas do circuito fechado para que possam ter a chance de concorrer à premiação do ano que vem, numa tática chamada de four-walling, ou distribuição em quatro paredes : quando um estúdio ou distribuidor aluga salas de cinema por um período de tempo e recebe toda a arrecadação de bilheteria, ao invés de agendar para que seus filmes sejam exibidos e dividam os lucros.

Especialmente no caso de “Roma”, além desta exibição em circuito fechado, a campanha que a Netflix vem fazendo para a produção é gigante, colocando o filme na lista de exibição de festivais que nem fazem parte do circuito conceituado para que ele seja divulgado e considerado elegível ao Oscar.

A reportagem do THR explica a questão do four-walling e o que isto implica para o site de streaming e o prêmio de Melhor Filme :

“Fazendo o four-walling, a Netflix não terá o fardo de revelar se seus filmes não foram sucesso de bilheteria, um privilégio que nenhuma das companhias lançando seus candidatos a Melhor Filme da forma tradicional terão. Se a Netflix garantir o Oscar de Melhor Filme para ‘Roma’, baseada somente nesta exibição paga por eles, diversas fontes da matéria acreditam que o longa será o primeiro filme distribuído em quatro paredes a conseguir tal feito na era moderna”.

E o incômodo com esta situação é explicado por uma das fontes do jornal, que integra o grupo de diretores votantes da Academia, que não revelou seu nome :

“Eles [donos das salas de cinema] sabem que este lançamento é falso, todo mundo sabe. A Academia precisa especificar o que define um filme. Se for somente a intenção, bom, nada que a Netflix lançou é direcionada aos cinemas. Isso é sobre herança e esclarecimento. Para mim, assim como para vários outros diretores, se seu filme não for feito para ser exibido nos cinemas, então o que difere o Oscar do Emmy ?”.

Já para outros membros, a tática da Netflix pode ser interessante. Stephanie Allain (da série “Cara Gente Branca”), do corpo de produtores votantes, vê o lado positivo da história:

“O ramo está mudando. Não podemos nos prender a tudo. Acho fantástico que ‘Roma‘ será exibido nos cinemas. Para mim, o modo de exibição não desvaloriza seu lançamento”.

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E.R

https://www.mixfmpoa.com.br/oscar-previsoes/

Nomes cotados para o Oscar 2019 :

MELHOR ATRIZ

- Toni Collette (Hereditário)

- Glenn Close (A Esposa)

- Melissa McCarthy (Can You Ever Forgive Me?)

- Olivia Colman (The Favourite)

- Kathryn Hahn (Private Life)

- Regina Hall (Support the Girls)

MELHOR ATOR

- Bradley Cooper (Nasce Uma Estrela)

- Ethan Hawe (First Reformed)

- Steve Carell (Beautiful Boy)

- Willem Dafoe (At Eternity’s Gate)

- Ben Foster (Leave No Trace)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

- Claire Foy (O Primeiro Homem)

 

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E.R

Anunciaram hoje os indicados ao Globo de Ouro (é possível que alguns indicados ao Globo de Ouro sejam indicados ao Oscar também) :

 

Melhor atriz de filme - Drama

Glenn Close, "A Esposa"

Lady Gaga, "Nasce uma estrela"

Nicole Kidman, "Destroyer"

Melissa McCarthy, "Can You Ever Forgive Me?"

Rosamund Pike, "A Private War"

 

Melhor atriz em filme - Musical ou Comédia

Emily Blunt, "O Retorno de Mary Poppins"

Olivia Colman, "A favorita"

Elsie Fisher, "Eighth Grade"

Charlize Theron, "Tully"

Constance Wu, "Podres de Ricos"

 

Melhor ator de filme - Drama

Bradley Cooper, "Nasce uma estrela"

Willem Dafoe, "At Eternity's Gate"

Lucas Hedges, "Boy Erased"

Rami Malek, "Bohemian Rhapsody"

John David Washington, "Infiltrado na Klan"

 

Melhor ator em filme - Musical ou Comédia

Christian Bale, "Vice"

Lin-Manuel Miranda, "O Retorno de Mary Poppins"

Viggo Mortensen, "Green Book: O Guia"

Robert Redford, "The Old Man and the Gun"

John C. Reilly, "Stan & Ollie"

 

Melhor atriz coadjuvante em filmes

Amy Adams, Vice"

Claire Foy, "First Man"

Regina King, "If Beale Street Could Talk"

Emma Stone, "A Favorita"

Rachel Weisz, "A Favorita"

 

Melhor ator coadjuvante em filmes

Mahershala Ali, "Green Book: O Guia"

Timothee Chalamet, "Beautiful Boy"

Adam Driver, "Infiltrado na Klan"

Richard E. Grant, "Can You Ever Forgive Me?"

Sam Rockwell, "Vice"

 

Melhor diretor de filmes

Bradley Cooper, "Nasce uma estrela"

Alfonso Cuaron, "Roma"

Peter Farrelly, "Green Book: O Guia"

Spike Lee, "Infiltrado na Klan"

Adam McKay, "Vice"

 

Melhor filme - Drama

"Infiltrado na Klan"

"Pantera Negra"

"Bohemian Rhapsody"

"If Beale Street Could Talk"

"Nasce uma estrela"

 

Melhor Filme - Musical ou Comédia

"Podres de ricos"

"A Favorita"

"Green Book: O Guia"

"O Retorno de Mary Poppins"

"Vice"

 

Melhor animação

"Os Incríveis 2"

"Ilha dos Cachorros"

"Mirai"

"WiFi Ralph: Quebrando a Internet"

"Homem-Aranha no Aranhaverso"

 

Melhor música para filmes

"All the Stars”, "Pantera Negra"

"Revelation”, Boy Erased

"Girl in the Movies”, "Dumplin"

"Shallow", "Nasce uma estrela"

"Requiem for a Private War", "A Private War"

 

Lista completa em :

https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2018/12/06/globo-de-ouro-2019-anuncia-indicados-da-premiacao-veja-lista.ghtml

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