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chavesmaniaco1002

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Usagi White

Evolução das logos da Disney Pictures em filmes.

 

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Victor235

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(via Mickey (Culturama) # 11, de fevereiro de 2020)

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Usagi White

 

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NOTÍCIAS

https://blogdojotace.com.br/2020/08/27/urgente-disney-abandona-mercado-de-midia-fisica-na-america-latina/

O contrato de distribuição para mídia física da Disney com a Cinecolor será encerrado ainda este ano.

A partir de novembro não haverá mais uma empresa oficialmente licenciada para marketing e distribuição de DVDs e Blu-rays no nosso país.

E isso não vale só para o Brasil, mas para toda a América Latina.

Assim sendo, a Cinecolor deverá deixar suas atividades com a Disney em todos os territórios em que atua hoje até o final de outubro. México, Colômbia, Argentina, Chile, Peru e Brasil começam a dar adeus aos produtos da empresa de forma abrupta e sem a perspectiva de que um dia voltem ao mercado.

Não há nenhuma indicação de que outra empresa vá assumir as atividades desempenhadas hoje pela Cinecolor. Pelo contrário.

A chegada do Disney+ em 17 de novembro de 2020 no Brasil parece ter sido determinante para que essa decisão seja tomada.

Com isso, a Disney procura forçar com que todos assinem seu serviço de distribuição digital e só consumam os seus produtos através do modelo de negócios online.

Decisão semelhante já foi noticiada nos Estados Unidos envolvendo o Blu-ray 4K.

Mas para nós, da América Latina, a atitude será muito mais severa, pois nos deixa sem qualquer opção de escolha.

Dessa forma, produções da Disney, Star Wars, Marvel, Pixar e Fox não terão seu lançamento em DVD e em Blu-ray no nosso país a partir de novembro deste ano. 

 

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quackshot-remake.jpg

A Disney devia fazer um jogo novo da franquia Quack Shot.

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NOTÍCIAS

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Gosalyn (filha adotiva de Darkwing Duck), Capitão Bóing e Darkwing Duck em episódio da temporada do ano de 2020 de "Duck Tales".

 

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NOTÍCIAS

https://cinemacomrapadura.com.br/noticias/586922/disney-se-organiza-para-priorizar-criacao-e-distribuicao-de-conteudo-direto-para-o-streaming/

A Disney anunciou uma reestruturação a fim de priorizar conteúdo para seu recém criado streaming Disney +.

O CEO Bob Chapek colocou Kareem Daniel, ex-presidente da divisão de produtos para consumidores, como líder de um novo grupo formado para gerenciamento de Distribuição de Mídia e Entretenimento, responsável pela disseminação e vendas de anúncios de todo o seu conteúdo, incluindo através do Disney +.

A tarefa do grupo funcionará da seguinte forma : a Disney fornecerá a programação de seus estúdios de cinema, de televisão e entretenimento em geral para a Distribuição de Mídia e Entretenimento, e eles serão responsáveis por organizar essa distribuição da melhor forma para o cinema, TV e streaming, com foco maior justamente nos pontos de venda direto ao consumidor, incluindo o Disney +. 

A empresa, assim, estará dividindo as funções de produção de conteúdo e distribuição, e com seu novo grupo, procura achar as formas mais eficazes de lançamento para cada tipo de conteúdo produzido.

 

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Usagi White

 

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NOTÍCIAS

https://anmtv.com.br/tico-e-teco-disney-anuncia-filme-em-live-action/

A onda de adaptações em live-action de personagens icônicos da Disney segue com força total, sendo a bola da vez os esquilos Tico e Teco no Disney+, informa o The Insider.

De acordo com o site, a produção terá início no ano que vêm pela dupla David Hoberman e Todd Lieberman, responsáveis pela nova versão de A Bela e a Fera.

 

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NOTÍCIAS

O ESTADO DE S.PAULO

Ainda faltam três semanas para o Disney+ chegar ao Brasil, mas o mercado brasileiro já aguarda com expectativa o lançamento da plataforma de streaming de uma das maiores empresas de entretenimento do mundo.

Consultores e analistas do mercado consultados pelo Estadão afirmam que a chegada da nova plataforma será positiva para o consumidor, e apostam que o serviço vai ocupar, rapidamente, o segundo lugar de assinaturas entre os disponíveis no Brasil, ficando atrás apenas da líder no segmento, a Netflix.

Com uma estratégia um tanto agressiva de retirar o conteúdo próprio – e da Marvel, Pixar, Star Wars e National Geographic – de todas as outras plataformas de streaming, a Disney tem um ponto de partida mais favorável que as outras concorrentes justamente por já ter um catálogo robusto e amplamente conhecido.

Novos lançamentos de cinema também já estão planejados para a plataforma — o inédito filme Mulan, por exemplo, estreia diretamente na plataforma aqui em 4 de dezembro de 2020.

O presidente da Disney para a América Latina, Diego Lerner, já afirmou que o conteúdo local será produzido, com atores e diretores brasileiros, com investimento em séries e filmes, o que não deixa de ser uma notícia animadora para o mercado audiovisual brasileiro.

O Disney+ teve grande adesão nos Estados Unidos e em outros 28 países. Em menos de um ano, já são 60 milhões de assinantes, segundo a empresa – para comparação, a Netflix possui cerca de 190 milhões em 190 países.

O brasileiro tem uma alta adesão à tecnologia, mesmo tendo saído atrás de países mais desenvolvidos, como os Estados Unidos e os países da Oceania.

“Tecnologicamente, o Brasil é um dos públicos que mais tem aderência ao consumo de conteúdo”, explica a consultora estratégica de entretenimento e conteúdo Patricia Weiss, há 20 anos envolvida na discussão. “Não importa se vai acumular uma série de assinaturas. Quem tem o mínimo de poder aquisitivo, vai assinar. O consumidor brasileiro vai pagar ainda menos do que com a TV a cabo, que ainda é muito cara. Daí o movimento nos últimos anos de transferência de conteúdo para as plataformas digitais.”

A força da marca Disney também é alardeada pela empresa como um trunfo em relação aos concorrentes, até porque são décadas e décadas de construção de imagens, conteúdos, entretenimento dentro e fora dos cinemas e das telas — não é preciso consultar pesquisas para perceber que o sonho de muitos brasileiros e brasileiras é “ir para a Disney”.

Mesmo assim, a concorrência, puxada pela Netflix, antecipou o momento em que as grandes empresas, como a Disney (mas também a Warner, por exemplo), ofereceriam suas plataformas próprias de streaming, e passou a investir pesado em produção própria. Muitas das melhores séries contemporâneas são produzidas diretamente para a internet, como Fleabag (Amazon), The Crown (Netflix), The Morning Show (Apple TV+) e outras. Esse movimento suaviza o impacto da retirada de conteúdos.

“Quem mais sofre ameaça no momento é a TV por assinatura, porque olhando para o preço, não dá para comparar”, explica Patricia Weiss. “O consumidor não necessariamente vai escolher entre uma plataforma e outra. O mercado de consumo de conteúdo em vídeo, mesmo que de baixa qualidade, é muito grande. O brasileiro vai adquirir”.

Para o presidente do comitê de vídeo digital do IAB Brasil e diretor geral para LATAM na Magnite (plataforma global de tecnologia que facilita a venda de publicidade digital em diversos meios), Rafael Pallarés, a força do catálogo da Disney oferece aos usuários a possibilidade positiva de montar portfólios de conteúdos próprios. “Estudos nos Estados Unidos indicam que a maior parte das pessoas não está disposta a pagar mais do que US$ 20 em assinaturas mensais, o que dá em média dois serviços e meio em cada residência”, explica. “O limite no Brasil é mais baixo por casa. Chegando com catálogo forte, eles vão ter uma posição privilegiada. À medida que eles estão focando em montar bases de usuários, eles tiram o catálogo deles de outros serviços e isso força uma decisão”, opina.

A própria Netflix, porém, admite a concorrência pesada que já existe (nos Estados Unidos) e que vem por aí. Em uma entrevista recente ao The Hollywood Reporter, o co-CEO Reed Hastings disse que a empresa quer bater a Disney em animações para a família. “Isso vai demorar um pouco”, afirmou, porém.

 

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