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O ESTADO DE S.PAULO

Ainda faltam três semanas para o Disney+ chegar ao Brasil, mas o mercado brasileiro já aguarda com expectativa o lançamento da plataforma de streaming de uma das maiores empresas de entretenimento do mundo.

Consultores e analistas do mercado consultados pelo Estadão afirmam que a chegada da nova plataforma será positiva para o consumidor, e apostam que o serviço vai ocupar, rapidamente, o segundo lugar de assinaturas entre os disponíveis no Brasil, ficando atrás apenas da líder no segmento, a Netflix.

Com uma estratégia um tanto agressiva de retirar o conteúdo próprio – e da Marvel, Pixar, Star Wars e National Geographic – de todas as outras plataformas de streaming, a Disney tem um ponto de partida mais favorável que as outras concorrentes justamente por já ter um catálogo robusto e amplamente conhecido.

Novos lançamentos de cinema também já estão planejados para a plataforma — o inédito filme Mulan, por exemplo, estreia diretamente na plataforma aqui em 4 de dezembro de 2020.

O presidente da Disney para a América Latina, Diego Lerner, já afirmou que o conteúdo local será produzido, com atores e diretores brasileiros, com investimento em séries e filmes, o que não deixa de ser uma notícia animadora para o mercado audiovisual brasileiro.

O Disney+ teve grande adesão nos Estados Unidos e em outros 28 países. Em menos de um ano, já são 60 milhões de assinantes, segundo a empresa – para comparação, a Netflix possui cerca de 190 milhões em 190 países.

O brasileiro tem uma alta adesão à tecnologia, mesmo tendo saído atrás de países mais desenvolvidos, como os Estados Unidos e os países da Oceania.

“Tecnologicamente, o Brasil é um dos públicos que mais tem aderência ao consumo de conteúdo”, explica a consultora estratégica de entretenimento e conteúdo Patricia Weiss, há 20 anos envolvida na discussão. “Não importa se vai acumular uma série de assinaturas. Quem tem o mínimo de poder aquisitivo, vai assinar. O consumidor brasileiro vai pagar ainda menos do que com a TV a cabo, que ainda é muito cara. Daí o movimento nos últimos anos de transferência de conteúdo para as plataformas digitais.”

A força da marca Disney também é alardeada pela empresa como um trunfo em relação aos concorrentes, até porque são décadas e décadas de construção de imagens, conteúdos, entretenimento dentro e fora dos cinemas e das telas — não é preciso consultar pesquisas para perceber que o sonho de muitos brasileiros e brasileiras é “ir para a Disney”.

Mesmo assim, a concorrência, puxada pela Netflix, antecipou o momento em que as grandes empresas, como a Disney (mas também a Warner, por exemplo), ofereceriam suas plataformas próprias de streaming, e passou a investir pesado em produção própria. Muitas das melhores séries contemporâneas são produzidas diretamente para a internet, como Fleabag (Amazon), The Crown (Netflix), The Morning Show (Apple TV+) e outras. Esse movimento suaviza o impacto da retirada de conteúdos.

“Quem mais sofre ameaça no momento é a TV por assinatura, porque olhando para o preço, não dá para comparar”, explica Patricia Weiss. “O consumidor não necessariamente vai escolher entre uma plataforma e outra. O mercado de consumo de conteúdo em vídeo, mesmo que de baixa qualidade, é muito grande. O brasileiro vai adquirir”.

Para o presidente do comitê de vídeo digital do IAB Brasil e diretor geral para LATAM na Magnite (plataforma global de tecnologia que facilita a venda de publicidade digital em diversos meios), Rafael Pallarés, a força do catálogo da Disney oferece aos usuários a possibilidade positiva de montar portfólios de conteúdos próprios. “Estudos nos Estados Unidos indicam que a maior parte das pessoas não está disposta a pagar mais do que US$ 20 em assinaturas mensais, o que dá em média dois serviços e meio em cada residência”, explica. “O limite no Brasil é mais baixo por casa. Chegando com catálogo forte, eles vão ter uma posição privilegiada. À medida que eles estão focando em montar bases de usuários, eles tiram o catálogo deles de outros serviços e isso força uma decisão”, opina.

A própria Netflix, porém, admite a concorrência pesada que já existe (nos Estados Unidos) e que vem por aí. Em uma entrevista recente ao The Hollywood Reporter, o co-CEO Reed Hastings disse que a empresa quer bater a Disney em animações para a família. “Isso vai demorar um pouco”, afirmou, porém.

 

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Disneyland Paris ficará fechada por alguns meses por causa da Covid-19.

 

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O desenho ‘The Wonderful World of Mickey Mouse’ vai estrear Disney + no dia 18 de novembro de 2020.

 

Edited by E.R
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Preço do Disney + no Brasil :

Plano Mensal : R$ 27,90

Plano Anual : R$ 279,90

Fonte : Almanaque Disney

 

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5 hours ago, E.R said:
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Preço do Disney + no Brasil :

Plano Mensal : R$ 27,90

Plano Anual : R$ 279,90

Fonte : Almanaque Disney

 

R$ 23,32 o plano anual... Achei bem acessível...

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Fulano Beltrano
4 horas atrás, tokufan4 disse:

R$ 23,32 o plano anual... Achei bem acessível...

É 279.

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https://amauryjr.blog.bol.uol.com.br/2020/11/07/por-que-praticamente-nao-existem-mosquitos-na-disney/

Talvez os visitantes dos parques temáticos da Disney não reparem nisso, mas, praticamente não existem mosquitos ali.

O Walt Disney World fica localizada na Flórida, nos Estados Unidos, um local com muitos pântanos e, consequentemente, muitos insetos, por isso, a equipe do parque possui uma técnica para evitar que os turistas sejam importunados.

Entre as estratégias adotadas pela empresa está a criação de galinhas. As chamadas "galinhas sentinelas" são monitoradas constantemente e, caso um vírus de mosquito aparecer em seu sangue, a Disney pode tomar todos os cuidados necessários para que não chegue aos visitantes.

A empresa também possui um programa chamado "Vigilância de Mosquito" que tem o objetivo de controlar a quantidade dos insetos nos pântanos próximos.

Armadilhas de mosquitos também são espalhadas nas áreas arborizadas dos parques para que nenhum turista seja incomodado.

 

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  • 2 weeks later...
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https://exame.com/negocios/com-avanco-da-covid-19-disney-vai-demitir-32-mil-funcionarios-em-2021/

A Disney anunciou que vai demitir 32 mil funcionários.

A pandemia de coronavírus continua afetando seus negócios de parques e resorts.

A empresa comunicou à Securities and Exchange Commission que as demissões ocorrerão no primeiro semestre de 2021.

No início deste mês, a Disney disse que estava dispensando trabalhadores adicionais de seu parque temático no sul da Califórnia devido à incerteza sobre quando o estado permitiria a reabertura dos parques.

A pandemia de Covid-19 atingiu em cheio os negócios de parques da Disney, forçando o grupo a suspender as viagens de navios de cruzeiro.

Todos os 12 de seus parques na América do Norte, Ásia e Europa foram fechados entre março e maio.

Embora a Disney tenha reaberto os parques temáticos em Xangai e na Flórida, seu parque principal na Califórnia permanecerá fechado pelo menos até o fim do ano.

A Disneylândia de Paris foi forçada a fechar novamente no mês passado quando a França impôs um segundo bloqueio nacional para combater uma segunda onda de Covid-19.

A intenção do grupo era que os parques temáticos da Disney na Flórida e fora dos Estados Unidos reabrissem ainda este ano caso não houvesse registros de novos surtos de coronavírus.

Os parques temáticos da empresa em Xangai, Hong Kong e Tóquio permanecem abertos.

A Disney teve prejuízo de US$ 2,8 bilhões no ano até 30 de setembro, marcando uma forte reversão em relação ao ano anterior, quando a empresa registrou lucro de US$ 10,4 bilhões.

 

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https://entretenimento.r7.com/prisma/flavio-ricco/disney-demite-o-comando-do-canal-fox-sports-30112020

Em mais um passo rumo ao desmanche do Fox Sports, a Disney promoveu novas demissões no canal, algo que passou a ser frequente.

Após reunião promovida na manhã desta segunda-feira, foram anunciados os desligamentos de Marcio Moron – general manager; Paula Young, diretora artística, e Luis Santos, VP de engenharia.

Marcio Moron, no caso, estava no Fox Sports desde o início, há 9 anos, e trabalhou na montagem do canal, ao lado de Eduardo Zebini.

 

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