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Professor Inventivo

MÚSICA

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E.R

https://veja.abril.com.br/entretenimento/a-tatica-para-manter-em-evidencia-artistas-mortos-e-bandas-desaparecidas/

David Bowie morreu em 2016, mas continua “produzindo” novidades em meio à pandemia de coronavírus, em 2020. Seus fãs são bombardeados com lançamentos de discos, livros e singles. Os perfis do cantor nas redes sociais revelam-se tão ativos quanto os de qualquer influencer de carne e osso: no Facebook ou no Instagram, fotos raras e informações relacionadas ao cantor são publicadas em notável volume, dando aos seguidores a sensação de que ele nunca partiu. O exemplo mais recente de seu excelente vigor além-túmulo é o álbum ChangesNowBowie, com nove músicas gravadas em 1997 e que chega às plataformas digitais nesta sexta-feira, 17. O single Repetition encontra-se disponível em serviços de streaming desde a semana passada e contabilizou nos primeiros dias quase 300 000 audições no Spotify. David Bowie é um caso eloquente, mas nem de longe solitário, em uma seara altamente lucrativa : a dos artistas mortos e bandas desaparecidas que, graças à atuação engenhosa dos responsáveis por seus espólios, permanecem no ar como marcas de potencial inesgotável. Horas após a notícia da morte de David Bowie, as vendas de seus álbuns cresceram 5 000%, segundo levantamento feito na época pela Nielsen Music. Semanas depois, no entanto, o frisson tende a passar. É quando entra em cena uma nova ciência do entretenimento, voltada para preservar esses nomes não só vivos como competitivos.

Além da força natural de sua obra — o fator mais óbvio para um artista conservar-se relevante mesmo décadas após a morte —, a harmonia entre os herdeiros e a parcimônia na divulgação de novos materiais revelam-se fundamentais no processo. “Só de o herdeiro não atrapalhar, ele já faz muito para manter a imagem do artista viva”, diz o produtor João Marcello Bôscoli, filho de Elis Regina, morta há 38 anos.

Astros como Tim Maia e Raul Seixas não alcançaram até agora a glória eterna em razão de quedas de braço entre familiares.

Elis Regina, em contraponto, é um excelente exemplo brasileiro de resiliência no além-túmulo. Nos últimos anos, a cantora permaneceu em destaque com o lançamento de duas biografias, um livro de memórias sobre ela assinado por Bôscoli, uma série de TV, um filme, um musical e o resgate de seus discos antigos. No seu caso, porém, a família preferiu não criar perfis oficiais nas redes. “Acharia estranho se nós, os filhos, administrássemos um perfil da minha mãe e ela desse parabéns pelo meu aniversário”, afirma Bôscoli. 

Morto em 1991, vítima de aids, Freddie Mercury, o astro do Queen sabia que seu fim se aproximava e, como mostrado em 2018 na cinebiografia Bohemian Rhapsody, dedicou-se a compor músicas inéditas para a posteridade. Em 1995, seu grupo lançou um disco com parte dessas canções. O guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor continuam fazendo excursões com a marca Queen, mantendo Freddie Mercury em voga (e faturando com seu carisma, é claro).

Há casos, no entanto, em que a produção do artista é tão valorosa que nem brigas familiares ou controvérsias são capazes de ofuscá-la. Michael Jackson passou a vida em desavença com os irmãos. Após sua morte, em 2009, descobriu-se que ele estava atolado em dívidas, estimadas em 500 milhões de dólares. A administração do espólio do astro está conseguindo quitar os débitos e, agora, sua obra produz lucros para os três filhos. Em 2016, Michael Jackson faturou 825 milhões de dólares, o maior valor anual já acumulado por um artista morto, parte em razão da venda de metade de seus direitos sobre o catálogo das músicas dos Beatles.

Em 2018, o espólio de Michael Jackson vendeu à Sony sua participação societária na gravadora EMI, arrecadando 400 milhões de dólares naquele ano. Desde a morte, ele já rendeu 2,1 bilhões de dólares — o equivalente, segundo a revista Forbes, ao valor que amealhou em 45 anos de carreira. O show não pode parar — nem quando seus protagonistas já tiverem ido embora faz tempo.

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Douglas Reis

Lives de hoje:

- Sandy & Júnior
- Raça Negra
- Baitaca (o cantor de Do Fundo da Grota, pra quem não conhece)
- Nando Reis
- Third Eye Blind
- Fernanda Takai e John Ulhoa (ambos do Pato Fu)
- Casseta & Planeta
- Júnior Bass Groovador

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Doutor Delgadinho

 

 

Edited by Doutor Delgadinho
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Rodrigo Colorado

 

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E.R

Alok

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Cortal Cristado

Música lindíssima. Faz parte da trilha nacional de "A Gata Comeu".

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E.R

https://www.vagalume.com.br/news/2020/04/27/harry-styles-adia-vinda-ao-brasil-segundo-jornalista.html

A pandemia do coronavírus forçou o adiamento da vinda mais um astro do pop ao Brasil. 

Harry Styles, que estava com shows marcados em São Paulo e Rio de Janeiro dias 7 e 9 de outubro, agora só deverá se apresentar por aqui no ano que vem.

As informações são do jornalista José Norberto Flesch em sua coluna no Yahoo.

As datas deverão ser cumpridas no segundo semestre de 2021. 

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E.R

Até o jornal americano "New York Times" e a agência de notícias britânica "Reuters" se renderam ao sucesso de Marília Mendonça. Os dois veículos escreveram um artigo publicado na quarta-feira (29) destacando as febres das lives de sertanejo no Brasil, que ocupam sete posições entre as dez mais assistidas do YouTube no mundo.

Os artigos começam destacando uma fala de Marília Mendonça ao iniciar a live : "Chamando todo o rebanho! Nossa transmissão ao vivo está prestes a começar ".

Além disso, o jornal americano destaca a popularidade da cantora, que ocupa o topo do ranking das lives com maiores números de visualizações simultâneas com 3,3 milhões de acessos, e a força do sertanejo para mobilizar o público que está confinado em casa durante a pandemia do novo coronavírus.

A Coluna do Leo Dias, então, procurou Marília Mendonça para saber sua reação diante das análises do New York Times e Reuters. A cantora preferiu agradecer aos fãs por levá-la tão longe e ainda anunciou uma novidade: irá lançar música e clipe novo, com imagens gravadas direto da sua casa, na sexta-feira (01), às 11h, no YouTube.

"O que me deixa feliz de verdade é saber que tudo isso é possível porque tenho um "rebanho" maravilhoso e que me proporciona todas estas conquistas. Minha gratidão é tipo sem tamanho, sabe?", contou a cantora.

 

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Rodrigo Colorado

 

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E.R

Ariana Grande

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E.R

Katy Perry

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Cortal Cristado

 

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Monchito
17 horas atrás, Cortal Cristado disse:

 

Esse clipe me lembrou da época em que eu vivia comprando aqueles DVDs de clipes internacionais. E pensar que hoje tem todos em melhor qualidade no Youtube...

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Cortal Cristado
23 minutos atrás, Monchito disse:

Esse clipe me lembrou da época em que eu vivia comprando aqueles DVDs de clipes internacionais. E pensar que hoje tem todos em melhor qualidade no Youtube...

Meu pai tinha um com vários clipes de músicas antigas. Acho que é por isso que eu gosto. :P

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