Postado 2 de Maio de 2019 7 anos Autor Post originalmente criado por @Ramyen Matusquela "Zé Carioca # 705, de maio de 1965" Uma ótima edição. É assim que eu resumiria Zé Carioca # 705. A história de capa é "O clube dos malfeitores". Nessa história a Bruxa Má, o Lobão, o Bafo e o Capitão Gancho tem um clube e não querem permitir que os Irmãos Metralha e a Madame Min entrem também. Pra isso, eles impõem regras com testes muito difíceis para que esses não consigam a admissão. HQ muito legal. Ela saiu no Disney Especial # 1, Os bandidos. Nos EUA integrou o gibi "The Beagle Boys and the marvelous Mad Madam Mim" # 1 (1964): Acho que o Victor já havia postado sobre a "Dona Presidenta": O número ainda trouxe algumas das tiras de estreia do Zé. Outra coisa curiosa é que o número não trouxe propagandas na contracapa e nem na página 2, somente as tradicionais do IUB e da Escola Mundial. Bom post, Jonas. Esse gibi estava em minha fila de leitura e puxei-o para frente para comentar seu post. Em "O Clube dos Malfeitores", aparecem quatro Irmãos Metralha e Bruxa Má foi chamada de Bruxa Malvada. Na história, Madame Min usa uma expressão bem peculiar: "misture e mande!", com sentido de "desembuche!". No final de "Papagaiadas", Pateta diz que está dando uma festa para apresentar o papagaio Lourenço "a alguns bons amigos". Até Cícero, Porquinho Prático e Minnie apareceram, mas Mickey, melhor amigo de Pateta, não foi convidado! O rato se surpreendeu ao ver que Pateta tomou emprestado seu aparelho de alta fidelidade (sem pedir antes). Ao ir atrás do aparelho, ficou sabendo sobre a festa. @gusta dos biscoitos em quadrinhos: Neste número também saiu "Como conquistei o meu grande amor", parte das tiras clássicas de Zé Carioca. Detalhe: com o Rocha Vaz verde, quase um papagaio também. Em um quadro, disseram "mande para aqui" em vez de "mande para cá".
Postado 4 de Maio de 2019 7 anos Autor Em 16/08/2018 às 10:43, Ramyen Matusquela disse: NOTÍCIAS Zé Carioca # 1735, de fevereiro de 1985: Confira as histórias e personagens diferentes desse número do Zé: - Coice de Mula from B 840093: - Dona Cristina from B 840093: - Veneno the dog: Consegui este número e o li aqui. Conhecia apenas uma história dele: "Cobradores do ano 2000", produzida em 1985 e republicada três vezes nos anos 2000, sem alteração de título. Não conhecia a tira "Troca sem troco" e a história "O bom de braço". Nesta última, aproveitaram o nome de um lutador que aparece em outra história do Zé, o Coice de Mula. Em "Cobradores do Ano 2000", a turma da ANACOZECA ainda não conhecia o líder desta associação, como podemos ver nesta fala de Asdrúbal: "Esqueceu que o nosso chefe é secreto? Ninguém sabe o endereço dele! Como vou mandar a conta [do táxi]?". Em "Programa de cachorro", achei que a cabeça/focinho de Pateta está maior até do que a barriga dele: Um dos destaques desta edição é "O poderoso chefinho", em referência a "O poderoso chefão" e à máfia italiana. Três homens chefiados por Dom Metralhone contatam os Irmãos Metralha e dizem que tem contas a acertar com Patinhas. O chefe (não sabemos seu nome real) consegue fugir, e os demais revelam-se na verdade ser primos dos Metralhas disfarçados para tentar um golpe. Um deles havia usado o nome falso Giovanni. Achei um pouco estranho o mapa da Sicília, desenhado num território meio retangular. Como o Jonas destacou duas propagandas desta edição, trago outras duas:
Postado 4 de Maio de 2019 7 anos Autor Post originalmente criado por @Ramyen Matusquela Confira as histórias ainda sem imagens de Zé Carioca # 1721, de outubro de 1984: Nesse número saiu pela primeira vez aquela HQ onde aparece o personagem "Beijoqueiro". Muito engraçado essa história e esse personagem. Rachei de rir: - Beijoqueiro: Outras histórias: Quem dera que todo dono de sebo fosse como esse. Aqui dariam 50 centavos por gibi, mesmo que fosse o número 1. Propaganda da revista do Mickey com matéria sobre o Michael Jackson (E mais: dicas para você fazer sucesso transando :vamp: :vamp: ) Ainda nesse número, outra história de chorar de rir. "A empada era a lei". Zé desiste da agência de investigações e abre uma "birosca" para vender empadas. Adquiri e li esta edição. Porém, por alguma razão suas imagens dela não estão aparecendo no Inducks. Aliás, até a capa sumiu de lá! O problema será corrigido na próxima atualização, segundo o Rogelho. Na primeira história, conheci a expressão "pinta-brava". "Vamos roubar a coroa! ConCorda?" e "A empada era a lei" são duas histórias deste número que tem finais semelhantes. Os personagens de ambas acabam comendo demais e ficam com dor de estômago. A republicação de "A empada era a lei" neste número sofreu modificações na primeira e na última página. Até a caligrafia parece diferente em relação às demais páginas da história. • João Cebola from B 780272 • Nestor verde de fome: Além da propaganda que destacou, tragou esta: Editado 4 de Maio de 2019 7 anos por Victor235
Postado 5 de Maio de 2019 7 anos 3 horas atrás, Victor235 disse: Beijoqueiro: Que coisa mais bizarra. 3 horas atrás, Victor235 disse: Propaganda da revista do Mickey com matéria sobre o Michael Jackson (E mais: dicas para você fazer sucesso transando :vamp: :vamp: ) Ainda era 1984 e não houveram denuncias contra ele. Transado era uma gíria, mas ela tinha vários significados e eu não sei por onde começar. 3 horas atrás, Victor235 disse: Nestor verde de fome: Ah até que ficou bom assim.
Postado 5 de Maio de 2019 7 anos Autor [MÊS ZÉ CARIOCA - CASA 1900 - #01] Zé Carioca # 1902, lançado em março de 1991, começa com a história "Pilantragem sambística". Zé Carioca revela que é "sobrinho-neto do famoso Zé Sambão" e tenta lucrar com composições que seu tio havia deixado numa mala. Rosinha liga para o dono de uma gravadora e Zé Carioca, Nestor e Pedrão chegam a gravar um disco. Pensei que iriam apenas vender a composição para que outro a gravasse, e não eles que eles mesmos cantariam. Nesta história também aparecem torresmos pintados de amarelo e o personagem diferente Mané Gação: Em "As galinhas do vizinho", conhecemos o personagem H. Linheiro: Vai uma piada (adivinha) para os gaúchos: 34 Ainda nesta edição: - Referência ao remédio Engov: @Usagi White
Postado 5 de Maio de 2019 7 anos Autor NOTÍCIAS Aventuras Disney (Culturama) # 01, de abril de 2019, começa com "Patetusai, Mickotori e a Grande Onda", HQ da sub-série "História da Arte", que aborda a xilogravura e criações artísticas japonesas. Um artigo também foi publicado para contextualizar a história e suas referências. Na trama, podemos conhecer o significado de palavras como "xogum", "futon", "ukiyo-e" e "baren". Enviei para o Inducks o nome que cada personagem Disney assumiu nesta história: Clarabela (Klarabellaka Mukkazaki), Comissário Joca (Jokasei), Coronel Cintra (Tokugawa Cintronori), Fuinha (Fuinhochan), João Bafo-de-Onça (Bafonsaka), Mancha Negra (Manchomura), Mickey (Mickotori Hanzo), Pateta (Patetusai) e Petúlia (Petulioka). Em "Ossos do Ofício", recuperaram o antigo nome em português do pássaro Piupiu (Cheeps), ou seja, Asinha. Ele tinha sido chamado assim em Pato Donald # 296 e #297, de 1957. Posteriormente, o mesmo pássaro chegou a ser chamado de chamado de Fifiu, Tiquinho e até Biquinho e Peninha. Achei os traços do Banzé meio estranhos nesta história: "Madame Min e os Sapatos Vermelhos" trouxe uma colorização diferente, meio aquarelada. Outro destaque desta edição foi a recuperação do personagem Morcego Vermelho em uma história inédita italiana. Confira nos traços de Valerio Held: Nela também aparece o Patolfo (Sgrizzo), que não está mencionado na lista de aparições desta HQ no Inducks. Professor Gavião foi colorizado de branco nesta história, tal como aconteceu em suas primeiras aparições no Brasil. Também há algumas referências interessantes. Twitter virou "Piuíter", am alusão ao barulho feito pelos pássaros. Ao lamentar sua carreira de herói, Morcego Vermelho diz que "nem os X-Patos foram esquecidos tão rápido quando eu". Em outro quadro, Margarida diz qual é "o lugar-comum dos filmes de super-heróis": "você se encontram e brigam sem motivo! Depois, unem as forças contra o verdadeiro inimigo". -----
Postado 6 de Maio de 2019 7 anos 19 horas atrás, Victor235 disse: Conheço uma história da Magali que é parecia com essa, uma bruxa dá a personagem um par de sapatos vermelhos para que ela possa dançar no baile, mas o pagamento era ela ser a bailarina da caixinha de música do filho dela. 19 horas atrás, Victor235 disse: Gostei dessas paródias de sucessos de bilheteria. Mas fico me perguntando em que filme se basearam para essa Chapeuzinho samurai, será que é aquelas apitações dark de contos de fada como aquele "João e Maria caçadores de bruxas" ? Destaco é o cartaz da paródia de Transformers mostra bem o que os criticos dizem sobre a franquia de filmes, é tudo bagunçado para fatura muito bem.
Postado 6 de Maio de 2019 7 anos Autor [MÊS ZÉ CARIOCA - CASA 1900 - #02] Em Zé Carioca # 1910, de junho de 1991, foi publicada uma história de duas páginas do arco Conexão Salva-Ação que, segundo as informações disponíveis no Inducks, não foi publicada em mais nenhum outro país. Achei a história bem ruim. O ladrão rouba os esquilos, aparece uma fada, a espingarda do boneco funciona atirando neve... A ilustração da seção de cartas desta edição refere-se a uma história publicada em outro número: "Susto abstrato" (ZC # 1814). Personagens diferentes de "Os voluntários": • Pedreira from B 900139 • Pedrosa from B 900139 Na história "Filho meu": • Renatinha the baby • Joca from B 910010 Ainda nesta edição: @Usagi White
Postado 7 de Maio de 2019 7 anos Autor Em 04/05/2019 às 21:09, Usagi White disse: Que coisa mais bizarra. Esse personagem foi baseado em uma pessoa que realmente existiu. Em 04/05/2019 às 21:09, Usagi White disse: Transado era uma gíria, mas ela tinha vários significados e eu não sei por onde começar. Sim, sabemos que a palavra tinha outra conotação na época, mas mesmo assim fica engraçado 3 horas atrás, Usagi White disse: Conheço uma história da Magali que é parecia com essa, uma bruxa dá a personagem um par de sapatos vermelhos para que ela possa dançar no baile, mas o pagamento era ela ser a bailarina da caixinha de música do filho dela. É parecida. Nesta aí a Madame Min fica enfeitiçada e só pode parar de dançar se tirar os sapatos. Ela faz isso desafiando a força da gravidade. Ao dar uma "pirueta", fica de ponta-cabeça, os sapatos caem e para de dançar. 3 horas atrás, Usagi White disse: Gostei dessas paródias de sucessos de bilheteria. Mas fico me perguntando em que filme se basearam para essa Chapeuzinho samurai, será que é aquelas apitações dark de contos de fada como aquele "João e Maria caçadores de bruxas" ? Destaco é o cartaz da paródia de Transformers mostra bem o que os criticos dizem sobre a franquia de filmes, é tudo bagunçado para fatura muito bem. Acho que se basearam no conto infantil mesmo, misturando diferentes referências culturais nos cartazes de filmes.
Postado 7 de Maio de 2019 7 anos 37 minutos atrás, Victor235 disse: Esse personagem foi baseado em uma pessoa que realmente existiu. 37 minutos atrás, Victor235 disse: Sim, sabemos que a palavra tinha outra conotação na época, mas mesmo assim fica engraçado 37 minutos atrás, Victor235 disse: É parecida. Nesta aí a Madame Min fica enfeitiçada e só pode parar de dançar se tirar os sapatos. Ela faz isso desafiando a força da gravidade. Ao dar uma "pirueta", fica de ponta-cabeça, os sapatos caem e para de dançar. No caso da Magali quando ela sai dançando sem parar ela pede ajudar mas as meninas não conseguem tirar os sapatos, apenas a bruxa podia controla-los, inclusive os fez parar para explicar a situação para a personagem gulosa, claro que no fim como comilona conseguiu achar por acaso a bailarina antiga da caixa de músicas ela fica livre. A Bruxa desta história não era muito má apenas mimava o seu filho. 41 minutos atrás, Victor235 disse: Acho que se basearam no conto infantil mesmo, misturando diferentes referências culturais nos cartazes de filmes. Não creio. Houveram algumas releituras da Chapeuzinho vermelho, tentando de algum modo trazer a história original (que alais era bem mais sinistra).
Postado 8 de Maio de 2019 7 anos Autor 22 horas atrás, Usagi White disse: Veja aí que curioso. Aconteceu de tudo com o cara Até citam o gibi do Zé Carioca no artigo: https://pt.wikipedia.org/wiki/Beijoqueiro 23 horas atrás, Usagi White disse: Ué, por que ficou brava?
Postado 8 de Maio de 2019 7 anos Autor [MÊS ZÉ CARIOCA - CASA 1900 - #03] Em Zé Carioca # 1913, lançado em agosto de 1991, foi publicada uma HQ do Tico & Teco pertencente ao arco Conexão Salva-Ação. Os personagens principais pegam carona no carro da polícia e ajudam a procurar pistas que os levam aos ladrões que assaltaram a casa dos pais de Júnior, criança que tem traços humanos. O personagem Jaspion é referenciado de forma direta nesta história: • Mole from CDR (a toupeira) Também foi publicada a história "Desenho desanimado", com a identificação do arte-finalista Vanderlei Feliciano no topo da página. Como comentei anteriormente, isso foi algo que "vazou", uma vez que naquela época as informações de autoria erroneamente não eram divulgadas nas revistas. Feliciano acabou assinando de próprio punho esta história e assim identificou-se no processo de criação dela. Com a publicação de Disney Aventuras (Abril Cinco) # 41, em junho de 1993, a Abril acabou fazendo este "vazamento" correr não só por aqui, mas por toda a América Latina. Comentei sobre este gibi em espanhol em dezembro de 2016. Voltando ao Zé Carioca # 1913, neste número a seção "Agitação" falou sobre vôlei: @Usagi White ----- [
Postado 8 de Maio de 2019 7 anos Autor [MÊS ZÉ CARIOCA - CASA 1900 - #04] Na capa de Zé Carioca # 1917, lançado em outubro de 1991, bem como na história de abertura "Ganhar brinquedo não é brinquedo", vemos Zé Carioca disfarçado de criança. No disfarce, o papagaio vestiu uma camiseta do Mickey. Hoje em dia, camisetas do Mickey são totalmente universais, sendo muito frequentemente utilizadas por adultos. Uma curiosidade: a dupla Rick & Ricardo gravou em 2017 uma música chamada "Camisa do Mickey": https://www.youtube.com/watch?v=SGLwiJoz9BI Voltando à HQ, nela aparece o personagem Palhaço Tuiuiú (Roberval Bicudo), cuja imagem já foi enviada ao Inducks. Nomearam sua emissora de televisão como TV Ícolo. Em "Talento é talento", Zé Carioca "moderno" veste sua roupa clássica ao atender um pedido de seus sobrinhos: visitar sua escola e ajudar na montagem de uma festa de dia das crianças. Em "Tirando um barato", Pardal parece ter inventado os princípios básicos da retirada de fotografias em modo "selfie": A seção "Agitação" falou sobre baseball. Para mim que não entendo nada do esporte até que valeu à pena ler, consegui compreender a ideia básica do jogo: -----
Postado 10 de Maio de 2019 7 anos Autor [MÊS ZÉ CARIOCA - CASA 1900 - #05] Zé Carioca # 1930, de fevereiro de 1992, edição que foi meio difícil de conseguir e que estava sem nenhuma imagem de suas histórias no Inducks, começa com "Prometeu, dançô!". No roteiro, a turma monta um sambódromo com materiais de péssima qualidade e este vem abaixo quando começa a chover. Em dado momento, Zé Carioca havia dito "Bate na madeira três vezes!" para afastar essa possibilidade. Poderiam ter aproveitado o trocadilho e colocando algum personagem "obedecendo" a frase, para, só então, após uma batida ou encostada na madeira, tudo ter caído. Em todo caso, Nestor responde: "De que jeito, se está tudo fofo?". Esta história está registrada como de autoria de "Unknown creator Muskovick". • Kasakai Em "Os olhos do quadro", conheci a expressão "guarda-pó". Nesta história também vemos um pintor chamado Joca: • Haroldo from B 910241 • Sofia from B 910241 ----- @Usagi White
Postado 10 de Maio de 2019 7 anos @Victor235 Eu descobri uma coisa! Essa história de Sapatinhos vermelhos dançantes foi inspirado num conto de Hans Christian Andersen (O mesmo quem escreveu A Pequena sereia, O soldadinho de Chumbo e O patinho feio...só para citar alguns), se chama somente "Sapatinhos vermelhos" na história (em resumo) uma moça ganha sapatinhos vermelhos e brilhantes que aparentemente são amaldiçoados, na qual faz ela dançar a exaustão, ela só fica livre quando pede para que cortem seus pés.
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