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Por isso que você não pode usar relógio no ENEM

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Testamos: Galaxy Gear é bonito, mas não tem muitos benefícios
Por Renato Santino - em 11/10/2013 às 16h00

http://img1.olhardigital.uol.com.br/area_logada/imagem.php?id=373216
(Foto: Reprodução)

Durante evento nessa quinta-feira, a Samsung deu a oportunidade de jornalistas brasileiros conhecerem um pouco mais do Galaxy Gear, o smartwatch lançado por R$ 1,3 mil em conjunto com o phablet Galaxy Note 3 (confira nossas impressões aqui).

O dispositivo foi criado para ser um companheiro do celular. O objetivo é não precisar tirar o aparelho do bolso para checar notificações e poder realizar algumas ações como realizar chamadas, tirar fotos e ler e-mails sem precisar tocar no seu smartphone. Contudo, o preço parece ser incompatível com sua funcionalidade.

Não foi possível realizar testes mais profundos, por questões técnicas. O barulho muito alto do ambiente impossibilitou o teste do recurso de chamadas, embora a integração com o Note 3 em relação à discagem tenha funcionado de forma impecável. Contudo, não conseguimos escutar o que a outra pessoa falava do outro lado da linha.

Outra questão técnica que atrapalhou foi a necessidade de ter um dispositivo de segurança acoplado ao relógio para evitar roubos dos estandes. Isso acrescentou um volume ao relógio que quase inviabilizou que ele fosse colocado no pulso. Um cabo fixo também o alimentava e evitava a movimentação com o dispositivo no pulso e, como a câmera não funciona enquanto o aparelho carrega, também não foi possível testá-la com mais afinco.

O que percebemos nos breves testes é que o display oferece bom tempo de resposta aos comandos que o usuário faz ao passar o dedo na tela. Os sensores de movimento também pareceram funcionar bem, mas às vezes o relógio ficava um pouco maluco, com a tela girando com muita frequência. É fácil perceber como isso pode ser problemático, principalmente se o dispositivo for usado no modo de ponteiros.

Sua usabilidade é bem simples, talvez simples até demais. Basta passar o dedo na tela para ativar os comandos e executar aplicativos, embora eles ainda não sejam muitos. Porém, ele é bastante restrito, dependendo do Galaxy Note 3 para ter alguma utilidade. Sem a companhia do smartphone, ele é apenas um relógio muito caro.

Ao menos o produto parece ser elegante, ao contrário do que as primeiras impressões passavam. Ele é mais bonito e feito com um material de ponta que afasta qualquer sensação de que aquele é um aparelho de baixo custo (o que ele está bem longe de ser, custando R$ 1,3 mil). A pulseira de borracha parece ser confortável mesmo após longos períodos de uso e o relógio em si não passa aquela sensação de hora de morfar dos Power Rangers. Mesmo assim, ainda é bastante pesado.

A empresa afirma que até novembro ele passará a ser compatível com os smartphones Galaxy S3, S4, S4 mini, S4 Active, Mega e Note 2. O tablet Galaxy Note 10.1 2014 também funcionará com o relógio.
OLHAR DIGITAL
Fotos no artigo: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/testamos-galaxy-gear-e-bonito-mas-nao-tem-muitos-beneficios/38198
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  1. gustavo lins
    Se for esse o caso não faz mais diferença já que se tem gravação digital das dublagens comuns...
  2. E.R
    E.R respondeu ao tópico de E.R em Terreno Baldio
    Rodri (volante / Barcelona)
  3. Pitron272
    Por se tratar de uma dublagem mais recente e sem falhas no áudio eu não duvido nada padronizarem sim a versão de Jundiaí, e no realise do SBT indica que será uma exibição especial só por causa dos 45 anos do SBT, o que me leva á crer que as de 84 serão engavetadas de novo e não abandonaram as edições atuais com só 2 faixas de áudio alternando entre Áudio Descrição e Áudio Original, sei lá tô bem pessimista em relação á tudo isso.
  4. Cleberson
    Release que o SBT acabou de mandar: SBT restaura registros raros de Chaves e prepara exibições históricas para celebrar os 45 anos da emissora Material recuperado, remasterizado e tratado com tecnologia reúne primeiras dublagens, versões inéditas e episódios que não estão disponíveis em plataformas de streaming Mais fotos no link: https://photos.app.goo.gl/4MZP9SnCFhC3iEND8 O SBT prepara um presente especial para os fãs de Chaves em comemoração aos 45 anos da emissora: uma seleção de registros raros da série, recuperados a partir do acervo da própria emissora e tratados com tecnologia para voltar à televisão com qualidade de exibição. No ar desde agosto de 1984 no SBT, Chaves e Chapolin foram uma iniciativa de Silvio Santos que, após receber alguns episódios do seriado junto com as primeiras novelas mexicanas adquiridas por ele junto à Televisa, decidiu apostar no formato. O resultado se tornou um dos maiores fenômenos da televisão brasileira, justamente por apresentar um conteúdo simples, singular e próximo da cultura brasileira. Agora, décadas depois, a tecnologia permite ao SBT reencontrar e tratar materiais históricos que fazem parte dessa trajetória. Em celebração ao aniversário da emissora, alguns episódios de Chaves serão exibidos como chegaram ao Brasil, 42 anos atrás: com as primeiras dublagens, sem cortes e até dublagens inéditas. Também serão apresentadas versões que nunca passaram na televisão e não estão disponíveis em nenhum streaming. No dia 19 de agosto, o público poderá conferir o episódio “Quem Com Catapora Fere, Com Catapora Será Ferido”. Desde 1992, a Televisa comercializa o episódio recortado. Esta será a primeira vez, em 34 anos, que ele será exibido na íntegra, sem os cortes. Na mesma seleção está “Um Finíssimo Tecido Made in Taubaté. Trata-se da segunda dublagem do episódio, feita em 1990, a primeira é de 1984. Nesta versão, a casimira não vem de Taubaté, mas sim de Jundiaí. A dublagem de 1990 nunca foi exibida na TV antes. Também estarão na programação “Roupa Suja Lava-se em Público” e “Máquina de Lavar”, com as dublagens originais dos episódios, feitas em 1984 e exibidas até 1992, quando foram trocadas pela redublagem de 1990. Na quinta-feira, 21 de agosto, é a vez de “Campeão Meio Pesado”, em uma segunda dublagem do episódio, feita em 1990, a primeira é de 1984, também inédita. A seleção ainda inclui “Posso Não Emprestar O Que É Meu, Mas dos Outros…”, “De Gota em Gota Minha Mãe Fica Louca” e “Futebol Americano”. O trabalho de recuperação contou com recursos avançados de restauração e tratamento de áudio, que possibilitaram ao SBT localizar, preservar e preparar para exibição registros extremamente raros de seu acervo. Entre eles, estão materiais que, ao longo dos anos, deixaram de estar disponíveis para exibição comercial da Televisa. A curadoria foi realizada a partir do Arquivo de Fitas SBT, em conjunto com especialistas em restauração e tratamento de materiais audiovisuais e com a participação do fã-clube “Chespirotadas”. O resultado é uma verdadeira viagem no tempo: materiais históricos que atravessaram décadas e que agora podem voltar à tela preservando características das exibições que marcaram gerações. Criada em 1972 e encerrada em 1992 no México, a série continua revelando materiais históricos ao público brasileiro. O SBT exibe episódios de 1973 a 1979 e encontrou episódios de 1988 até 1992 que Silvio Santos comprou, foram dublados e nunca foram ao ar. Ou seja: ao longo deste ano, mais de 40 episódios marcantes serão exibidos pelo canal. E o resgate já começou. Do ano passado para cá, outros episódios raros foram exibidos no SBT, entre eles “Pintores Amadores”, “Como pegar o touro a unha”, “Quem não tem cão caça com rato” e “Aventura em Vênus”. Mais do que reapresentar Chaves, o SBT abre seu arquivo, recupera registros históricos e devolve ao público uma parte da memória afetiva da televisão brasileira. Para quem viu nos anos 80, é a chance de reencontrar um Chaves que estava guardado no tempo. Para quem chegou depois, a oportunidade de descobrir versões que nunca tinha visto.
  5. Cleberson
    Cleberson respondeu ao tópico de Raphael em Fórum Único Chespirito
    Na minha opinião, Acapulco deveria ter vindo amanhã dia do aniversário do SBT junto com a Catapora sem cortes, e aí na quinta exibia os 4 episódios com dublagem perdida/ inédita. Bem melhor que reprisar Futebol Americano, Tortinhas de Merengue e De Gota em Gota.

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