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Clark Kent

APPLE

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E.R

O ESTADO DE S.PAULO

Como já virou tradição no mundo da tecnologia, a Apple lança novos modelos de iPhone na primeira quinzena de setembro. Ontem não foi diferente: em evento em sua sede na Califórnia, a empresa exibiu ao mundo seus três próximos celulares. São os iPhones 11, 11 Pro e 11 Pro Max, com preços que começam em US$ 700, US$ 1 mil e US$ 1,1 mil nos EUA – lá, as vendas começam no dia 20. Ao ‘Estado’, a Apple confirmou que os três aparelhos “chegam ao Brasil ainda este ano”, sem data ou preço específico. Mas, ao contrário do que o mercado se acostumou a ver, os três aparelhos trazem inovações discretas e um posicionamento de marca que reflete os últimos meses da Apple.

A empresa liderada por Tim Cook tem vivido altos e baixos: em agosto de 2018, bateu US$ 1 trilhão em valor de mercado com as boas vendas do iPhone. No início deste ano, viu a festa virar ressaca quando os altos preços do aparelho no mercado internacional resultaram em baixas vendas de seu aparelho e queda das ações na Bolsa.

A primeira resposta a isso foi reduzir a dependência da empresa do iPhone, que chega a ter dois terços da receita da Apple, lançando novos serviços de vídeo e de jogos (ler mais abaixo). A segunda resposta vem agora, com uma nova identidade de marca no iPhone 11.

“Antes, a Apple lançava um iPhone padrão e outro mais barato. Agora, é diferente: há um iPhone padrão, o 11, e outro para profissionais, com recursos avançados”, diz Eduardo Pellanda, professor da PUC-RS. “Além disso, há versões antigas de iPhone que agora custam US$ 450 nos EUA, o que é um preço bastante competitivo para muitos usuários, mesmo para um aparelho antigo.”

É algo que foi enfatizado pelo vice-presidente de marketing da Apple, Phil Schiller, na apresentação. “É a primeira vez que chamamos um iPhone de Pro, e não fazemos isso à toa: ele é realmente para usuários muito exigentes.” Evoluções. Em termos de especificações, não há grandes novidades: o iPhone 11, mais barato, traz tela de 6,1 polegadas de LCD, de qualidade inferior às telas de OLED, presente nos modelos mais caros. O iPhone 11 Pro tem 5,8 polegadas de tela; já o iPhone 11 Pro Max tem 6,5 polegadas.

Mas há duas grandes evoluções nos novos iPhones. A principal delas é o processamento: o novo chip da empresa promete ser mais rápido que os rivais e, ao mesmo tempo, mais econômico em termos de consumo de bateria. “É uma questão tecnológica: se não há evolução de energia ou no tamanho da bateria, o smartphone precisa se tornar mais eficiente”, avalia Renato Franzin, professor da USP.

É graças ao novo chip também que a Apple pode trazer novidades na área de processamento de imagens. É algo técnico, mas que pode resultar em fotografias mais bonitas. Há evolução também na câmera – os modelos Pro trazem três lentes diferentes, capaz de tirar fotos tanto com zoom quanto com grande amplitude de campo. Já o iPhone 11 tem duas lentes, mas os três aparelhos trazem ainda um modo de fotos para a noite. “Não são coisas exatamente novas, já foram feitas por rivais como Samsung, Google e Huawei, mas a Apple traz isso tudo em uma experiência mais interessante”.

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E.R

https://veja.abril.com.br/tecnologia/a-multiplicacao-das-cameras-nos-smartphones/

Quando o presidente da Apple, Tim Cook, subiu ao palco no mais recente evento de lançamentos da empresa, em 10 de setembro, já circulava pelas redes sociais uma série de memes que faziam troça do novo design do iPhone, que vazara dias antes. A versão de número 11 do smartphone, que chegou às lojas brasileiras em tempo recorde, foi comparada a uma boca de fogão e a lâminas de um barbeador elétrico. Por quê? Em sua traseira, o celular ostenta, sem sombra de discrição, nada menos que três câmeras fotográficas, situadas em um quadrado no canto superior esquerdo do aparelho. Foi um susto — e fez-se graça porque o visual é mesmo esquisito.

Restou a questão: para que tantas lentes ? O avanço na qualidade da imagem, em si, com a medição em megapixel, estagnou nos últimos anos, como se o limite já tivesse sido alcançado. “Daqui para a frente, nesse quesito, só faria alguma diferença caso a maioria dos usuários pretendesse imprimir fotos do tamanho de prédios. Não é o caso”, diz o analista americano da indústria da tecnologia Ryan Reith, vice-presidente da renomada consultoria IDC. Diante da constatação, os fabricantes tiveram de buscar outra forma de apresentar avanços nas fotos e nos vídeos produzidos por celulares. A solução, um tanto lúdica, foi incluir lentes suplementares de modo a adicionar uma série de funções que antes eram restritas a equipamentos profissionais.

No caso da Apple, as três câmeras permitem filmar, simultaneamente, mais de uma cena, ou ainda realizar fotografias panorâmicas em 180 graus. Nesse aspecto, o iPhone segue tendência iniciada por concorrentes, que intuíram um atalho para superar a marca da maçã logo depois do nascimento do primeiro iPhone. Pioneira, a taiwanesa HTC lançou em 2011 um celular, o EVO 3D, com uma dupla de câmeras. Não vingou. A multiplicação só começou a ter sucesso no mercado cinco anos depois, em 2016, com o iPhone 7, que trazia uma lente extra, ao lado da principal, do mesmo tamanho, que possibilitava dobrar o zoom das fotografias. Desde então, todas as maiores fabricantes aderiram à onda, e agora com visível estardalhaço.

O aumento da presença das lentes obrigou à revisão do design dos dispositivos. Quanto mais câmeras passaram a ser agregadas, mais naturalmente perceptíveis elas se tornaram no desenho dos celulares. Seguiu-se a praxe na indústria: cada inovação incorporada ao gadget leva a remodelagens. Em 1996, quando teclados físicos começaram a ser adicionados aos celulares, por iniciativa da finlandesa Nokia, a charada era oferecer um dispositivo que não fosse muito grande mas que tivesse teclas minimamente ergonômicas. O conceito evoluiu para os palmtops, que se popularizaram com a canadense BlackBerry. Até que, em 2007, o iPhone foi lançado, com tela sensível ao toque e, portanto, dispensando os teclados físicos. Nascia ali uma nova era.

Não se sabe ainda que cara terá, no futuro breve, a família de smart­phones com várias câmeras. Não há consenso, e por isso uns são tão diferentes dos outros. A Apple, insista-se, optou por inserir as lentes no canto. A chinesa Xiaomi, do modelo Mi Alpha, decidiu apostar numa régua com todas elas juntas, enfileiradas. No fim, as fabricantes têm em comum a busca por exibir as inovações de forma que chamem a atenção dos consumidores em um mercado cada vez mais repleto de opções. Como costuma dizer Tim Cook nas apresentações da Apple, trata-se de procurar pela “melhor versão já fabricada”. Ou, em outras palavras, buscar a versão que mais facilmente funcione como marketing de si mesmo, exibindo aos quatro ventos as traquitanas que darão o que falar.

Edited by E.R

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E.R
NOTÍCIAS

https://link.estadao.com.br/noticias/empresas,apple-e-a-primeira-empresa-a-ultrapassar-us-2-trilhoes-em-valor-de-mercado,70003398340

Depois de se tornar a primeira empresa a ser avaliada em US$ 1 trilhão, a Apple dobrou a meta e tem um segundo recorde para chamar de seu.

A empresa responsável pelos iPhones ultrapassou nesta quarta-feira a marca dos US$ 2 trilhões em valor de mercado, com o preço da ação valendo US$ 467,63 no pregão da Nasdaq.

Com o feito, a Apple torna-se a primeira empresa americana a atingir o segundo trilhão — a petrolífera Saudi Aramco já havia chegado a essa avaliação no ano passado.

Especialistas ouvidos pelo Estadão nesta semana dizem que a alta da fabricante de iPhones é impulsionada pelo bom desempenho das empresas de tecnologia nas bolsas mundiais durante a pandemia, que estimula o uso de aparelhos e serviços online pelas famílias e empresas que seguem o isolamento social em confinamento. "A percepção do mercado é de que esse movimento não é efêmero. Mesmo antes da pandemia já existia uma grande expectativa de crescimento no setor de tecnologia", afirma Francine Balbina, analista de fundos internacionais da Spiti. "Acrescenta-se a isso o fato de Apple ter receita ao redor do mundo todo e de as empresas de tecnologia terem atraído nos últimos meses diferentes perfis de consumidores". 

 

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E.R
NOTÍCIAS


O ESTADO DE S.PAULO

Nos Estados Unidos, as principais companhias de notícias estão criticando os termos da App Store, loja de aplicativos da Apple, alegando uma posição anticompetitiva em relação ao pagamento dos veículos de imprensa.

Em carta publicada anteontem, alguns dos principais jornais americanos questionam a possibilidade de um acordo para uma taxa reduzida.

A Digital Content Next, que representa os jornais americanos The New York Times , Washington Post, Wall Street Journal e outros editores, publicou a carta em seu site, dirigindo a reclamação ao presidente da Apple, Tim Cook.

A Apple geralmente recebe uma parcela que varia entre 15% e 30% dos editores de notícias para as primeiras assinaturas feitas por meio de aplicativos na loja.

Entretanto, a Apple tem um acordo especial com a Amazon, que resulta em uma taxa reduzida para o aplicativo Prime Video – em uma audiência do Comitê Judiciário da Câmara no mês passado, Tim Cook disse que esse valor mais baixo estaria disponível para qualquer desenvolvedor que atendesse a certas condições.

“Os editores de notícias devem se qualificar para os mesmos termos oferecidos à Amazon para seu aplicativo Prime Video na loja de aplicativos da Apple”, sugeriu o presidente da Digital Content Next, Jason Kint, na carta direcionada a Tim Cook. “Peço que você defina claramente as condições que a Amazon satisfez para seu acordo, de modo que as empresas membros da Digital Content Next que atendam a essas condições possam receber o mesmo acordo”, disse.

O episódio acontece dias após a Apple remover o jogo Fortnite, da Epic Games, de sua loja de aplicativos por violar as diretrizes de pagamento no aplicativo, levando a Epic Games a abrir processos federais contra a Apple, desafiando a regra.
 

 

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E.R
NOTÍCIAS

https://canaltech.com.br/smartphone/iphone-12-apple-deixa-escapar-possivel-data-de-apresentacao-de-produtos-170281/

Que a Apple sempre agenda o lançamento de seus principais produtos para setembro, como os iPhones, já não é novidade.

E, aparentemente sem querer, a companhia pode ter divulgado a data em que irá apresentar ao mundo algo novo.

De acordo com flagra do designer Matt Birchler, publicado em sua conta pessoal no Twitter, a Apple colocou no ar em seu canal no YouTube um vídeo ao vivo com o título "TEST" agendado para o dia 10 de setembro de 2020, às 12h15 no horário local. 

A apresentação, no entanto, não deve ser do tão esperado iPhone 12, pois a empresa já confirmou que os smartphones não serão lançados antes de outubro.

Inclusive, algumas semanas depois, o analista Jon Prosser revelou que a Apple deve lançar o iPhone 12 apenas no dia 12 de outubro.

 

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E.R
NOTÍCIAS

https://exame.com/tecnologia/apple-mira-producao-de-75-milhoes-de-iphones-5g-para-fim-do-ano/

A Apple solicitou aos fornecedores a fabricação de pelo menos 75 milhões de iPhones 5G para o final deste ano, quase em linha com o volume do lançamento do ano passado, em um sinal de que a demanda pelo produto mais importante da empresa se mantém firme em meio à pandemia e recessão global.

A gigante da tecnologia com sede em Cupertino, Califórnia, prevê que as remessas desses iPhones de próxima geração podem chegar a 80 milhões de unidades em 2020, de acordo com pessoas a par da situação. 

A Apple planeja lançar quatro modelos em outubro com velocidades sem fio de quinta geração, um design diferente e uma variedade mais ampla de tamanhos de tela, disseram as pessoas, que pediram anonimato.

 

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E.R
NOTÍCIAS

https://exame.com/tecnologia/apple-anuncia-pacote-inedito-de-assinaturas-de-servicos/

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A Apple anunciou nesta terça-feira, em seu evento anual sobre novidades, um pacote de assinaturas que unirá a Apple TV, a Apple Music, o Apple Arcade e o Apple News+. Até mesmo a assinatura do iCloud estará inclusa no pacote. 

Serão oferecidos alguns planos, como o individual, que custará 14,95 dólares por mês (cerca de 78,79 reais na cotação atual) com o Apple Music, Apple TV+, o Apple Arcade e o iCloud inclusos.

O Apple One deve chegar oficialmente no final deste ano de 2020.

Com assinaturas mensais de seus serviços, a Apple passa a ter uma receita mais previsível e menos dependente dos resultados de vendas trimestrais de dispositivos eletrônicos.

 

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E.R
NOTÍCIAS

 

iPhone 12

 

 

 

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