A primeira coisa que me vem à mente, quando uma emissora está em crise, é a opção de alugar horários para igrejas em sua programação. Ironicamente, essa opção não é possível como última tábua de salvação, ou melhor dizendo, de estabilização, para a Record.
Acho que não vira no sentido de ir à falência porque tem a Igreja Universal por trás, mas, a médio prazo, a Record pode cair muito de patamar. E, com essa queda que a Record pode sofrer nos próximos anos, pode até perder a vice liderança da audiência para o SBT.
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