Postado 17 de Junho de 2017 8 anos Autor NOTÍCIAS Indexei no Inducks Minnie (2s) # 73, de maio de 2017: https://coa.inducks.org/issue.php?c=br/MI2+++73 O que significa "Arqueologia ventureira"? As histórias da edição: Editado 17 de Junho de 2017 8 anos por Victor235
Postado 17 de Junho de 2017 8 anos Autor NOTÍCIAS Indexei no Inducks a Coleção Carl Barks Definitiva # 15 - A cidade fantasma, que basicamente trouxe apenas histórias de 10 páginas: https://coa.inducks.org/issue.php?c=br/CCBD%20%20%2015Também enviei um informe corrigindo uma ilustração que faltava ser listada na edição original (W WDC 173-00): https://coa.inducks.org/issue.php?c=us/CBDL+15De suas 21 histórias, eu já conhecia 12.A tradução de "O preço da glória" referenciou músicas da banda Pato Fu.Na página 78, esqueceram de traduzir uma placa.Em "Mania de Mascote", na página 106, há um erro de digitação: "Vocêm devem comprar a comida dele", ao invés de "vocês".Neste volume ainda tem uma tira de uma página que nunca tinha saído em nosso país. Editado 17 de Junho de 2017 8 anos por Victor235
Postado 18 de Junho de 2017 8 anos Autor NOTÍCIAS Terminei de ler o Disney Especial - Os enrugados Os marinheiros, de março de 2017. Esperava muito mais histórias do Capitão Mobidique. Selecionaram apenas duas curtas, e nestas duas ele sequer menciona sua profissão de caçador de baleias. Não duvido nada que evitaram republicar as histórias que mostram verdadeiramente o dia-a-dia deste personagem simplesmente para evitar algum comentário negativo por parte de quem ignora que estas histórias foram escritas em outra época. Escolheram uma história onde ele "pesca peixes" (provavelmente uma edição no texto) e despolui o mar, e outra em que procura um baú. Ou seja, as exceções. Com pouco Mobidique, os destaques da edição para mim ficam com as histórias desenhadas por Paul Murry, sobretudo "A escuna perdida" e "O navio-fantasma". Cito ainda a história que abre este especial, "O misterioso navio sem tripulação" (Desenho: Tony Strobl / Arte-final: John Liggera), que parece ter em seu roteiro certa influência de Carl Barks. A história, original de 1956, cita que o nome da Tailândia era Sião. Pesquisando, vi que esta mudança ocorreu em 1939. Como tem acontecido em "Disney Especial", algumas histórias não ganham o mesmo tratamento das demais do acervo digital da editora, e são republicadas com suas cores e caligrafias originais. Contudo, quando isso acontece em DE, a qualidade da impressão é ótima. Dá pra ver que economizam onde é possível, mantendo as características originais mas retocando onde é necessário (talvez estas histórias sejam os "protótipos" dos acervos digitais da Abril, ainda nos anos 90). As cores saem vivas, bem diferente da "digitalização com celular" que usam em "Zé Carioca" e nos extintos almanaques dos personagens. Aqui sim é uma "reprodução da palheta de cores original da época", e não o que vemos nestas outras publicações. Em "A estação submarina", um aparelho é colocado em um smoking utilizado por Professor Pardal num evento científico. Um dia depois, ele volta a vestir sua roupa normal. Mais tarde, veste uma roupa de mergulho. Apesar de tantas "mudas", o aparelho continuou fixado na roupa do inventor, o que seria algo impossível já que ele não estava mais vestindo a primeira roupa.
Postado 18 de Junho de 2017 8 anos Não comprei esse na época. Conheço apenas 5 histórias desse volume. Quanto ao Mobi, não será porque nessa nova fase, só estão pegando coisa recente? As HQs dele como caçador de baleias, em sua maioria eram dos anos 70 e nunca foram republicadas. Como não estavam no arquivo digital, devem ter ficado de fora.
Postado 18 de Junho de 2017 8 anos Autor Mas uma destas duas também não era do arquivo digital. Então dava sim pra ter pego uma mais antiga.
Postado 18 de Junho de 2017 8 anos Comprei o "Almanaque Disney de Carnaval # 1 (1982)". Apesar de já ter 3 histórias, foi uma boa compra. Em "O Pandeiro Mágico" aparece um personagem chamado "Feijoada", um assistente de um médico louco. Segundo a Wikipédia, foi daí que surgiu o Pedrão. Em "Zorrinhos contra os Abóboras", os Zorrinhos querem impedir os Metralhinhas de entrar em uma festa sem pagar. Mas eles entram pela janela e acabam não pagando também. Em "O Rei do Carnaval", Zé Carioca rouba um frango e faz outras coisas desonestas, que hoje talvez ele não faria. Mas é o Zé de 1942, bem diferente do que conhecemos hoje.
Postado 19 de Junho de 2017 8 anos Autor E pagou bem barato. Aliás, o nome do Pedrão é Pedro Feijoada.
Postado 19 de Junho de 2017 8 anos NOTÍCIAS Achei esses dias no sebo também, meu gibi mais antigo do Tio Patinhas. É o # 25, de 1967. Ele ainda veio com as figurinhas dos animais. Essa edição trouxe um grande clássico de Barks. ''As Minas do Rei de Salomão''. É uma excelente história, como só Barks fazia. No final, Huguinho telegrafa da Cashemira, (Hoje escrita Caxemira), região dividida entre a Índia, Paquistão e a China. Há também uma HQ sobre um filme dos anos 60, o ''Summer Magic''. Em ''Torneio de Golfe'', Margarida solta essa: Em ''O Tal do Hotel'', Tio Patinhas faz de tudo para evitar que Donald tenha sucesso em um hotel. Ele abre uma concorrência, se fantasia de fantasma para assustar os hóspedes e até atrai ursos jogando mel no hotel, algo que poderia resultar até em uma morte.
Postado 20 de Junho de 2017 8 anos Autor NOTÍCIAS Fiz uma compra legal: uma série inteira de 129 números contínuos de "Zé Carioca" (todos entre #821 e #1077), dos anos de 1967 a 1972 (sendo todos de 1968, 1969, 1970 e 1971), encadernados em nove volumes. O encadernamento faz o valor individual de cada número diminuir, e por isso foi possível comprar esta série toda. Além disso, consegui negociar um bom desconto. No final, apesar de muita poeira em alguns volumes, considero que fiz uma ótima compra. Gosto muito dos gibis desta época. Com eles, passei a ter de 48% para 56% do total de gibis do Zé Carioca já publicados no Brasil. O aproveitamento para a minha coleção também foi alto, pois desta série de 129 números eu já tinha apenas 26. Com a aquisição, ficam faltando apenas 34 histórias do Canini em minha coleção e meu percentual de histórias do Waldir Igayara subiu de 43.9% para 69.3%.
Postado 20 de Junho de 2017 8 anos Autor Vejam que interessante esse outro personagem do Waldyr Igayara. Ele usava o personagem para adotar algumas ideias que não podia aplicar no Zé Carioca: http://tvmemory.blogspot.com.br/2014/06/florisvaldo-o-vagabundo-projeto-tiras.html
Postado 20 de Junho de 2017 8 anos Este é um post popular. Mônica nº 1, Editora Globo - Janeiro de 1987 Uma página introdutória sobre a mudança de editora da turminha, da Editora Abril para a Globo As historinhas (Ah! São muitas de duas páginas, mas aí vão elas) Mônica - Membros ativados Historinha do Horácio sem título Tina - Emergência! Emergência! Mônica - O segredo Mônica - Cadê o Cebolinha? Uma superprodução para o Bidu Chico Bento - Sessão da tarde Tem referência à Indiana Jones. Ah! Me parece que a turma do Chico Bento mora na mesma região do @Victor235 Mônica - Namorar em dose dupla Tina - Que coincidência Essa historinha foi republicada nesse almanaque: http://www.forumch.com.br/topic/17988-quadrinhos-gibis/?page=212#comment-602741 Penadinho - O beliscador Franjinha - O encontro Rolo - Cheio de tiques Titi - Criança, não! Mais uma historinha do Horácio sem título Tina - Piscadelas Zé Luis - Uma visão diferente Mônica - Questão de ponto de vista Mônica - O colete à prova de coelhadas Este gibi contém Passatempos, mas ainda não tinha seção de cartas Propagandas
Postado 20 de Junho de 2017 8 anos 20 horas atrás, Victor235 disse: NOTÍCIAS Ocultar conteúdo Ocultar conteúdo Fiz uma compra legal: uma série inteira de 129 números contínuos de "Zé Carioca" (todos entre #821 e #1077), dos anos de 1967 a 1972 (sendo todos de 1968, 1969, 1970 e 1971), encadernados em nove volumes. O encadernamento faz o valor individual de cada número diminuir, e por isso foi possível comprar esta série toda. Além disso, consegui negociar um bom desconto. No final, apesar de muita poeira em alguns volumes, considero que fiz uma ótima compra. Gosto muito dos gibis desta época. Com eles, passei a ter de 48% para 56% do total de gibis do Zé Carioca já publicados no Brasil. O aproveitamento para a minha coleção também foi alto, pois desta série de 129 números eu já tinha apenas 26. Com a aquisição, ficam faltando apenas 34 histórias do Canini em minha coleção e meu percentual de histórias do Waldir Igayara subiu de 43.9% para 69.3%. Maravilhoso. Bela compra mesmo. Essa fase do # 900 ao # 1000 do Zé possui boas HQs como as primeiras da Patada. Sem falar que se você fosse comprar tudo isso indivualmente pagaria uma fortuna, e alguns números nem disponíveis para venda estão.
Postado 21 de Junho de 2017 8 anos Autor Parabéns pela raridade, Bia! 13 horas atrás, Maylene disse: Caramba, em 1987 ainda chamavam a Editora Globo de Rio Gráfica? 14 horas atrás, Maylene disse: Tem referência à Indiana Jones. Ah! Me parece que a turma do Chico Bento mora na mesma região do @Victor235 5 horas atrás, Ramyen Chapatin disse: Maravilhoso. Bela compra mesmo. Essa fase do # 900 ao # 1000 do Zé possui boas HQs como as primeiras da Patada. Sem falar que se você fosse comprar tudo isso indivualmente pagaria uma fortuna, e alguns números nem disponíveis para venda estão. Valeu! Por enquanto, estou lendo as #800 e pouco. Tem umas histórias clássicas do Peninha bem legais. Por enquanto, o que menos tem nesses números são histórias do Zé Carioca Realmente, só desta forma para comprar tudo sequencial e por um bom preço. Mas não comprei na lata, fiquei uns dias negociando
Postado 22 de Junho de 2017 8 anos NOTÍCIAS E hoje comprei o Almanaque Disney # 373, de volta as bancas após 12 anos. A seleção de histórias está muito boa. Até o velho Professor Ludovico apareceu. Em breve, faço um comentário mais completo.
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