Postado 11 de Dezembro de 2018 7 anos Autor [SEMANA PATO DONALD - #02] O post de hoje é sobre Pato Donald # 446, lançado em maio de 1960. Com exceção da capa, as imagens que ilustram esta postagem foram digitalizadas por Vargas do Grêmio, do Chutinosaco. Em "Cachorrinho perdido", vemos que a Família Pato já cuidou (temporariamente) de outro cachorro São Bernardo além de Bolívar. Ao vê-lo pela primeira vez, Donald se surpreende e diz "Uuac!" no lugar de "Quac!". Depois, o pato ordena: No quadro abaixo, deram uma relaxada na hora de colorir o jornal: Em "Consertos sem consêrto", esqueceram de enfatizar a palavra "porta" com negrito e itálico neste quadro: @Usagi White Por fim, a propaganda reproduzida abaixo destaca o gibi do Mickey como "a revista das grandes aventuras disneyanas", ressaltando desta forma que o título tinha mais páginas que "Pato Donald". Editado 11 de Dezembro de 2018 7 anos por Victor235
Postado 11 de Dezembro de 2018 7 anos Autor [SEMANA PATO DONALD - #03] No dia de aniversário de dois anos do Disneyanos, acertei uma pergunta sobre a Casa do Gibi, da Luciana Zattar, e ganhei um exemplar praticamente novo de Pato Donald # 2000, lançado em janeiro de 1993. O gibi que comemorou duas mil edições do pato trouxe apenas histórias de Carl Barks, começando por "Barbeiragens" (na colorização antiga, com o cliente da barbearia portando cabelo rosa). O número trouxe também um pôster de Walt Disney, que manterei intacto anexado ao gibi. O pôster completo pode ser visto neste site: http://www.agibiteca.com.br/Descricao.aspx?Code=0IPQPb0&Title=0iz%u008d%u00889%5d%u0088%u0087z%u0085%7d9F9KIII0 Ao reler "Como cultivar maçãs", me lembrei de um quadro que tirei foto certa vez, com Donald dizendo "Mas que burro eu sou!". O quadro não aparece nesta edição, o que me deixou intrigado. Abri a imagem e comecei a procurá-la com eventual tradução diferente. Também não achei nada. Daí contei as páginas e vi: simplesmente suprimiram uma página inteira da história em Pato Donald # 2000. O roteiro ficou sem os quadros em que Donald consulta um perito, compra artigos de jardinagem e sobe em uma escada. Cortaram tudo isso e colocaram um balão de narração escrito "No outro dia..." na cena seguinte. A trama completa pode ser lida em "O Melhor da Disney - As obras completas de Carl Barks # 03" e "Coleção Carl Barks Definitiva # 18". A terceira história desta edição é "O caminho do in...sucesso", na qual Patinhas transforma Donald em gerente de hotel como forma de dar-lhe uma chance de progredir na carreira. Evidentemente, o milionário o testou em uma situação bastante adversa: um hotel com péssimas condições, o "Termas do Cacique", localizado em uma "cidade-fantasma" na qual as fontes termais já se esgotaram. Gostei da forma como Barks lida com a "hierarquia" nesta história. Donald começa a trama irritado com seu emprego de "descascador de batatas", o qual se encontrava à frente apenas do cargo de "enfiar as cascas de batatas nas latas de lixo". Tão logo virou gerente de hotel, uma posição mais alta, Donald foi logo distribuindo tarefas e deixando as mais "pesadas" para seus sobrinhos. Huguinho, Zezinho e Luisinho limpam quartos, enceram o chão, tiram o pó enquanto Donald pinta cartazes. Patinhas, bem antes da Rede Globo, se disfarça de cliente para ver como seu funcionário/sobrinho está se saindo. Tudo parece correr bem até que Donald descobre que seu hóspede é milionário, quando então passa a cometer suas habituais confusões. Esta história parece ter heranças criativas da época em que Barks trabalhou com animações. Em dado momento, Donald começa a desempenhar vários papéis (empregos) diferentes dentro do hotel e se troca rapidamente entre uma atividade e outra para parecer que o local estava cheio de funcionários. Esta cena de Donald e Patinhas andando de elevador também tem movimentos característicos de desenhos animados: Outra cena criativa é uma na qual Donald guarda a senha do cofre dentro dele, e deixa o cheque de Patinhas do lado de fora. Desta forma, não sabe mais como se abre o cofre e o cheque fica desprotegido :lol: ----- Editado 11 de Dezembro de 2018 7 anos por Victor235
Postado 11 de Dezembro de 2018 7 anos 16 horas atrás, Victor235 disse: O que houve com o Mickey? Ficou confuso ou frustrado com a súbita sorte do Pateta?
Postado 11 de Dezembro de 2018 7 anos Autor Ficou espantado pois não imaginava que colocariam um prêmio realmente valioso num doce de cinco cruzeiros.
Postado 12 de Dezembro de 2018 7 anos Autor [SEMANA PATO DONALD - BÔNUS] Hoje já teve post da Semana Pato Donald. Apesar disso, trago aqui, agora com o devido destaque, um anúncio do álbum de figurinhas do Donald, que comentamos ao falar sobre o fac-símile do Pato Donald número 01. Ambos vinham de brinde com uma edição especial do Pato, mas quem a perdeu podia comprar o álbum separadamente em 1985: (via Pato Donald # 1748, de maio de 1985) Apenas uma história desta edição estava sem imagem correspondente no Inducks:
Postado 13 de Dezembro de 2018 7 anos Autor [SEMANA PATO DONALD - #04] No aniversário de dois anos do grupo Disneyanos, ganhei do @Ramyen Matusquela o gibi Pato Donald # 2020, lançado em novembro de 1993, cujo destaque foi a publicação da segunda parte (de um total de três) da paródia Disney para o filme "E o vento levou". Ao ler a página 10, entendi que o carregamento de algodão por navio seria usado como uma forma da Inglaterra abrir suas fronteiras, já que este país precisava de algodão em suas tecelagens. Desta forma, ao levar um bem que era procurado pelos ingleses, Dr. Pardell poderia adentrar no país e comprar armas livremente. Avançando na leitura, entendi que na verdade o algodão seria usado diretamente como meio de pagamento pelas armas, sendo o tal bloqueio aquele localizado dentro dos próprios Estados Unidos em decorrência da guerra civil que este país vivia entre Estados do Sul e do Norte. Vale lembrar que a história de "E o vento levou" se passa durante o período da Guerra de Secessão. Este número do Pato Donald trouxe apenas republicações. "A sorte e o inventor" foi republicada de 1969, uma época que não era muito comum de ser republicada nos anos 90. Na tradução, adaptaram o dinheiro da época para "cruzeiros reais", vigentes no Brasil em 1993, precedendo o real. "Pagando as contas... e o pato!" é uma história que em segundo plano satiriza a atuação de policiais. Um ladrão obriga Donald a dirigir seu carro com ele e prende o pato numa cabana. Quando a polícia chega, vai logo acusando Donald de ser "cúmplice do ladrão". Após uma testemunha negar isso, Donald relata que seu carro foi roubado e os policiais só dizem "Sinto muito!". Em outro momento, mostram que o policial estava mais interessado em sua promoção. Por fim, os policiais que tiraram Donald da cabana ainda o multaram por "atravessar a rua fora da faixa". @Usagi White ----- Não sabia que a Paper Mate era da Gillette: Editado 13 de Dezembro de 2018 7 anos por Victor235
Postado 13 de Dezembro de 2018 7 anos 14 horas atrás, Victor235 disse: Gostei do design da cozinha nessa história. 14 horas atrás, Victor235 disse:
Postado 13 de Dezembro de 2018 7 anos Autor 4 horas atrás, Usagi White disse: Gostei do design da cozinha nessa história. Produção do ótimo Jaime Diaz Studio. ----- [SEMANA PATO DONALD - #05 - POST ESPECIAL] Em agosto, arrematei de Narciso Felicidade, um vendedor do Facebook, um gibi em espanhol do Pato Donald. O gibi, em formato americano, foi comprado sem ninguém saber seu número. Veja que na capa não há qualquer identificação. Mesmo no expediente as informações são muito escassas. Trata-se daquelas edições distribuídas conjuntamente na América Latina (neste caso, Argentina, Colômbia, Chile, Equador e Venezuela). No Inducks, apenas cinco edições dessa fase latina do pato estão indexadas, enquanto outras seis estão indexadas parcialmente e dos outros mais de 50 números não temos qualquer vestígio ou imagem. Através das informações disponíveis, porém, consegui estimar qual era o número em questão cruzando a periodicidade deste título (revista quinzenal) com a data desta edição específica. Cheguei à conclusão de que se trata do número #52, lançado em março de 1981. Depois, confirmei o número interpretando uma estranha linha do expediente: "PATO DONALD, ARG. 165. COL. 52. CH. 165. VEN. 24". O número 52 "COL" bate exatamente com a periodicidade das revistas na Colômbia segundo as outras que estavam indexadas no Inducks. Com isso, nova descoberta: apesar da distribuição em comum, as mesmas revistas recebiam numerações diferentes em cada país. Ou seja, na Venezuela - "VEN", por exemplo, esse mesmo gibi ainda era o número #24 daquele país. O Inducks convencionou seguir a numeração colombiana. Ainda há muita coisa a ser descoberta desses gibis latinos, cuja publicação/organização por parte das editoras era meio desleixada. Falando nisso, nem mesmo os códigos das histórias eram informados nas edições (malemá em uma ou outra história saía algo como W-60, que não indica coisa alguma a não ser o fato de que a história é americana). Por isso, tive um trabalhão para encontrar todos os códigos das histórias e fazer a indexação completa deste número. Simplesmente parecia que eu estava na Gincana dos Esquilos, garimpando cada história. Agora esse número passou a "existir", podendo ser adicionado em coleções particulares, consultado e tudo mais: https://inducks.org/issue.php?c=co%2FPD+52 . Também enviei a imagem de capa para o Guia dos Quadrinhos e as imagens das histórias para o Inducks. Em "Los dobles", Donald e Margarida levam cupons de desconto ao supermercado. Não entendi a diferenciação entre os caixas ("Mesón 50 cupones" e Mesón 100 cupones"). Nesta história, esqueceram de colorir o braço de uma personagem em um quadro. Lendo, descobri que "cerdito-alcancía" significa "porquinho" (do tipo cofrinho). Em seguida, vemos uma HQ de Barks. Não sabia que em espanhol usavam o termo "tal vez". Pensei que fosse só "quizás" mesmo. Nesta edição, Prof. Pardal, que eu conhecia em espanhol com o nome Ciro Peraloca, foi chamado de Giro Sintornillos. Já as ardillas, digo, os esquilos Tico & Teco continuaram com seu nome tradicional, Chip y Dale. "El Anillo Santarin" nunca foi publicada no Brasil. Das informações que temos disponíveis, apenas uma história desta edição foi republicada posteriormente na Colômbia, "El reemplazante", que virou "Un sustituto muy astuto" no "Disney Especial - Los periodistas" (1990). Esses gibis latinos mais recentes costumavam não seguir arquivos próprios, e sim publicações brasileiras, daí a despadronização do nome da história quando ela foi republicada já na época da Abril Cinco (convênio da Abril), e não mais Edicol/Pincel. Nesta HQ, Peninha é chamado de Pascual. Em um quadro de "La tortuga de hierro" um dos Metralhas foi colorido com uniforme rosa. @Usagi White Propaganda de refrigerante ou cerveja? Na contracapa, podemos ver outras capas de gibis lançados pela Edicol/Pincel na época. Pena que os números não aparecem nas capas. Se aparecessem, isso ajudaria na identificação e indexação no Inducks. Note também que na propaganda das outras revistas aparece o selo da editora na capa, enquanto na edição que comentei ele não aparece. @El Chavo Arachán Editado 13 de Dezembro de 2018 7 anos por Victor235
Postado 14 de Dezembro de 2018 7 anos Autor [SEMANA PATO DONALD - #06] Em Pato Donald # 2480, o penúltimo número do pato lançado no Brasil, em junho de 2018, foi publicada uma história voltada para a Copa do Mundo, "Jogador de Quatro Patas". Como o @Ramyen Matusquela já enviou as imagens ao Inducks, farei alguns comentários. O jogador da história, Logan Pé-Leve da Seleção Nacional de Patópolis, é independente demais. Ele viaja para o Mundial em seu próprio avião, com seu cachorro, em vez de ir com a seleção. Chegando na Rússia, aluga uma casa própria, ao invés de ficar alojado junto com sua equipe. Pior ainda: Logan vai de carro, sozinho, para o estádio participar dos jogos. Claro que é só uma história, cujo foco é mostrar a relação do protagonista com seu cachorro. Mesmo assim, tais aspectos me chamaram a atenção. Eles quebram o espírito de equipe que deve haver em uma seleção esportiva. Outra coisa: na página 12, Donald atende a uma ligação de celular de Logan, que ligou já estando em campo, com todos a postos para o início do jogo, e contou para ele que seu cachorro havia sumido. Depois, Donald acaba encontrando o cachorro. Na página 21, tenta avisar o jogador. Para isso, pega carona em um avião, que não pode pousar porque o aeroporto estava cheio. Ora, e o celular? Mesmo caso Donald não tenha ligado porque o jogador já estava em campo, vale lembrar que na primeira ligação ele também estava, bem no meio do estádio e com o jogo prestes a começar. Não se usa celular em campo, mas se o roteiro permitiu seu uso quando a bola estava prestes a começar a rolar, Donald poderia ter ligado durante o intervalo da partida, ou ainda, ter ligado pedindo que alguém próximo do jogador passasse o recado. Esta história temática chegou rápido no Brasil. Aproveitando a Copa da Rússia, ela foi publicada na Áustria, Alemanha, Brasil, Dinamarca, Finlândia, França, Holanda, Itália, Noruega e Suécia. Editado 14 de Dezembro de 2018 7 anos por Victor235
Postado 15 de Dezembro de 2018 7 anos Autor Depois da Semana Almanaque Disney, Semana Tio Patinhas, Semana Carl Barks, Semana Mickey e do sucesso da Semana Pato Donald, o ano de 2018 não se encerrará sem antes ser realizada mais uma semana especial de postagens. A partir de amanhã, confira a cada dia um post sobre um gibi diferente. Tem Peninha, Urtigão, Escoteiros-Mirins, Disneylândia... Não vá perder!
Postado 16 de Dezembro de 2018 7 anos Autor [SEMANA PATO DONALD - #07] Pato Donald # 2481, lançado em junho (julho) de 2018, é um marco editorial do Brasil, afinal, trata-se do último número do pato após 68 anos de publicação ininterrupta. Após 1845 números reais, "O Pato Donald" acabou de repente, sem aviso, sem nada especial, apenas com duas histórias italianas e uma tira. Em "Três num trenó (mais um cão)", história que caiu no quiz de aniversário do Disneyanos realizado pelo Jonas, aparece o personagem diferente Zoty, este cadastrado no Inducks. Trata-se do prefeito que na tradução da história foi chamado de Agildo. Estranhamente, ele trabalha na Câmara Municipal, destinada aos representantes do Poder Legislativo e não Executivo. Na segunda história, poderiam ter colocado a própria capa de "Peninha - Coleção completa das histórias feitas por seus criadores" neste cartaz: Identificações erradas nas latas de tinta: Tira: @Usagi White
Postado 16 de Dezembro de 2018 7 anos Eu sempre me perguntava se o Jaime Diaz Studio se chamava assim mesmo. Era tipo os desenhos de ação do Cartoon Network, que o criador era "Man of Action" ou algo parecido.
Postado 17 de Dezembro de 2018 7 anos Autor 1 hora atrás, O Disco Voador disse: Eu sempre me perguntava se o Jaime Diaz Studio se chamava assim mesmo. Era tipo os desenhos de ação do Cartoon Network, que o criador era "Man of Action" ou algo parecido. Por ser um estúdio, provavelmente é uma equipe de várias pessoas trabalhando sob a chefia desse Jaime Diaz. Pessoal criativo, aliás. [SEMANA MIX - #01] Peninha (1s) # 27, lançado em setembro de 1983, trouxe a primeira aparição do alter-ego Pena Submarino. A estreia ganhou destaque de capa. Em "Repórteres-detetives", Peninha coloca em prática um curso por correspondência que realizou. Porém, para o desespero do anunciante IUB, Donald decifra uma pista antes de Peninha. Em "O Morcego Ladrão", Ivan Saidenberg e Carlos Edgar Herrero colocaram o ladrão Patotonto e o bilionário Bonifácio contracenando numa mesma história. • Patotonto, vestido de Morcego Vermelho • Morcego Vermelho autêntico • Prof. Gavião O gibi termina com "Feliz foi Adão que não teve sogra nem Tio João". ----- Região Leste?? @James Revolti
Postado 17 de Dezembro de 2018 7 anos Extra 18 O terceiro e último gibi extra dos que tenho dos grandes e pequenos formatos é este Almanacão de Férias, que vinha acompanhado com um ioiô, conforme mostrado num anúncio anteriormente. O que eu tenho tá sem a última página, onde continha a tirinha final e as informações da edição. Vamos às historinhas: Começando com A Máquina dos Desejos, onde Cebolinha, sendo debochado pelas pessoas pela sua dislexia, se depara com uma máquina que realiza desejos e deseja que o próprio "fale igual a todo mundo". Porém o resultado foi que as pessoas falam igual a ele, trocando os "r" pelos "l". Uma fala num dos balões ficou meio estranha. Não seria "Deixa eu pensar,"? Em Namorado Matuto, Chico e Rosinha não conseguem namorar pois ele sofre com pulga, piolho..., até ela levar pra mãe dele lhe dar um banho, mas no fim, com o Chico já limpo, Rosinha sofre com os bichinhos também. Que será esse negócio de criolina? Em Perdido no Deserto, um homem sofre no meio do deserto e tem alucinações, sendo essas, a turminha, cada uma com suas personalidades invertidas (o Cascão tomando banho, a Magali tentando dar coisas de comer pra fugir do Dudu, a Mônica fugindo do Cebolinha), até ele ser resgatado. Uma secretária que não é do futuro - Nessa, aparece uma secretária para substituir o Manfredo, que está doente. Uma historinha do Bidu daquelas de confusão no estúdio dele. Todas as cores de Marina - Estava quase pronto pra Marina começar uma pintura, mas em cada situação some uma tinta de alguma cor, que ela acaba encontrando nas mãos da turminha. Outro visual da Denise Aqui, ela nota que a tinta cor de pele sumiu, mas na ilustração consta a tinta lá. Ou seja, aí era pra ser a cor vermelha, que tinha sumido antes e logo depois recuperada (o rabisco foi de minha parte :P). Xaveco palmeirense Em Surfista de Banheira, Titi tenta dar um troco na Aninha, se passando por um surfista pra atrair atenção das meninas, o que acaba sendo levado por elas para o mar, sem saber surfar, preocupando a namorada. O motivo do ciúme tá na página. Ah! Esse cara aparece no fim, quase afogado. Guerra e Paz - Quando os meninos estavam brincando de soldadinhos, caiu uma pomba machucada. Ela diz a eles que é a Pomba da Paz, que veio de um campo de guerra, e falou sobre as consequências das guerras nas pessoas: morte de inocentes, fome, falta de água, hospitais lotados... Após desabafar, ela vai embora, e os meninos, pensando no que ela disse, desistem de brincar de soldados. Em Por quê a Mônica é tão forte? os meninos fazem teorias sobre a força da Mônica, associando ela ao Sansão, como também ao Superomão, Bulk e Bobeie (parodiando Superhomem, Hulk e Popeye, respectivamente). E após vê-la protegendo-os de perigos, como a queda de uma árvore ou de um menino valentão mais velho, eles dizem que é bom que ela seja forte. Em Flutuando, Penadinho vê um balão de um menino (esse da imagem) sendo estourado por um outro mais velho e valentão. Assim, ele finge que é um balão pra animá-lo. Mas, quando o mesmo valentão ia estourá-lo, Penadinho espanta ele, mas que acaba apavorando também o menino, que o solta. Em O Dono da Bola, Cebolinha ganha uma bola de presente e quer estrear ela, mas não consegue brincar de bola com os meninos, pois demonstram habilidade contra ele (drible, embaixadinha, gol). Após se afastar de todo mundo pra brincar sozinho, ele vê a própria sombra mostrando habilidade. Olhando para as nuvens De sapato?! - Cebolinha se depara com a turminha inteira usando sapato, porque um menino chamado Filipe quer que todo mundo use sapato e ele diz que quem não usa sapato "pode machucar os pés, pegar doenças...", mas diz que a turminha não usa sapato e não fica resfriado. Então ele indaga "por quê alguns personagens usam sapato e outros não!". A explicação do Cebolinha: Filipe entende a explicação dele, mas logo depois faz outra indagação de por quê o Chico vai pra escola e a turminha não, terminando assim. Pra terminar, um informativo e uma propaganda. Logo seguirei postando sobre os demais gibis que adquiri. Ainda estou editando as scans deles.
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