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Vai-e-vem do futebol brasileiro

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Coisa mais arcaica isso de não poder negociar com o jogador, e sim com o clube... -_-

Desculpem, mas não considero que isso seja anti-ético. Em qualquer profissão funciona assim. Se a sua emissora vai contratar um jornalista, você negocia com o jornalista, e não com a emissora concorrente. Se a sua pizzaria vai contratar um pizzaiolo, você negocia direto com quem quer contratar, e não com a pizzaria concorrente. O mesmo deve valer para o futebol. O atleta é um contratado, e não um patrimônio do clube. Quem deve decidir sobre a carreira dele, sobre onde pretende jogar, etc, é ele, e não o clube. Claro que, se existe contrato, tem que ser respeitado. E cláusula recisória existe para ser quebrada, com o devido pagamento da multa.

Você diz que é arcaica porque lhe convém...

O futebol não deve ser encarada como uma profissão qualquer.

É um ramo de atividade que movimenta muito dinheiro, portanto, deve ser encarada de outra forma. Se o jogador tem vínculo com o clube, será o clube que se responsabilizará pela carreira do atleta até o último dia de contrato. Após o término do vínculo, o jogador terá o direito de negociar com outros clubes.

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Até entendo a posição de vocês, mas discordo totalmente. Quem tem que decidir o futuro de sua carreira é o atleta, e não o clube. Será que você gostaria de estar jogando o seu futebol lá Palestra e de repente ficar sabendo que o clube está negociando a sua transferência para o Paysandu? Repito: quem tem que decidir onde quer trabalhar é o profissional, e não o clube. Ao contrário do que o próprio São Paulo é contra, eu defendo a negociação direta entre clubes e atletas. Feita a proposta de trabalho, aí sim se paga ou se negocia com o clube a multa recisória...

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Sobre o exemplo que você deu:

A proposta tem que ser benéfica para mim e para o clube, se for apenas para uma das partes, aí não rola.

Sempre foi assim.

O Marcos, por exemplo, quando recebeu a proposta do Arsenal, em 2003, era interessantíssima para o Palmeiras, pois 4 milhões de dólares para um goleiro era muita coisa, eram quase 10 milhões de reais. O Palmeiras deixou o Marcos ir para Londres, discutir o contrato, mas apesar da milionária proposta que ele recebeu, ele quis ficar aqui e disputar a série B.

O Arsenal foi no Palmeiras e fez uma proposta e depois foi discutir com o jogador. Será que é tão difícil os clubes agirem assim?

Editado por Freddie Mercury

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SP sempre atravessa negociações e alicia jogadores. Veja o caso Joílson, por exemplo. Não faltava 6 meses para o término do compromisso dele com o Botafogo, e o SP estava em contato com ele. O próprio Joílson disse que chegaram até a acertar detalhes salariais. E a coisa se sacramentou com um pré-contrato que ELE e o SP esconderam de todo mundo, e que só foi revelado no FINAL de dezembro, quando ele foi feito, talvez, em abril. Isso é ser ético?

O Flunimed a mesma coisa. O que fez com o Leandro Amaral, prejudicando o Vasco, foi lastimável. Acho que teriam que ter mais respeito com o Vasco e, principalmente, com o Eurico. Não quero entrar em detalhes sórdidos, mas todos sabem o PQ. Algo como empréstimo de dinheiro, Copa João Havelange, uso de estádio,....

Os florzinhas só contrataram jogador cheio de ego. Juntando com o ego do Renato Gaúcho, aquilo lá será um barril de pólvora próximo de um incêndio. Washington, Dodô e Leandro Amaral NUNCA gostaram de ser reserva. E sempre os vi reclamando quando eram substituídos. E o Gustavo Nery é outro pilantra. Esse fubá dará indigestão, esperem. E verão.

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. O Corinthians negocia sua nona contratação: é o meia Marcel, 26 anos, que disputou a última Série B pelo Paulista de Jundiaí. O jogador ainda pertence ao Palmeiras, tem contrato até 30 de junho de 2008, mas está definindo a rescisão do contrato. Só falta esse documento para acertar contrato de dois anos com o Timão. O Palmeiras já decidiu que vai liberá-lo.

O Marcel é bom jogador, pode ser útil como peça de reposição.

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NOTÍCIAS
Gurizada e euros por Diego Souza

O Grêmio fez nova proposta ao Benfica por Diego Souza e espera para esta sexta-feira uma resposta dos portugueses. O clube gaúcho tenta seduzir os europeus com os talentos da base e, claro, uma boa quantidade de euros. A proposta tricolor envolve a transferência de três jogadores da base e mais 2,5 milhões de euros (R$ 6,4 milhões) pelo meia.

Os jogadores são o zagueiro Wagner, destaque gremista no Brasileirão Sub-20, o promissor volante Rafael Carioca e o atacante Jhonatan, que já foi aproveitado entre os profissionais. Wagner seria liberado posteriormente.

A permanência de Diego Souza é prioridade no Olímpico. Mas a concorrência é forte. O São Paulo e o Palmeiras também estão de olho no jogador.

Zero Hora

Jogadores que se apresentaram ontem em Bento Gonçalves, para a pré-temporada do Grêmio:

Goleiros: Marcelo Grohe, Victor e Matheus

Laterais: Felipe Mattioni, Hidalgo, Bruno Teles e Anderson Pico

Zagueiros: Leo, Teco, Thiego, Matheus Henrique e Wágner

Volantes: Eduardo Costa, William Magrão, Júnior e Adilson

Meias: Danilo Rios, Peter e Itaqui

Atacantes: Jonas, Zé Eduardo, Tadeu e Rodrigo Mendes

Quem se apresenta dia 7, treinando em separado:

. Pereira

. Nunes, Emerson, Labarthe e Rudnei

. Bruno Coutinho e Rodrigo Antônio

. Everton, Junior Botelho e Carlos Alberto (goleador do Cearense, atuando pelo Ceará)

Perea chega hoje à tarde.

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O Marcos, por exemplo, quando recebeu a proposta do Arsenal, em 2003, era interessantíssima para o Palmeiras, pois 4 milhões de dólares para um goleiro era muita coisa, eram quase 10 milhões de reais. O Palmeiras deixou o Marcos ir para Londres, discutir o contrato, mas apesar da milionária proposta que ele recebeu, ele quis ficar aqui e disputar a série B.

O Arsenal foi no Palmeiras e fez uma proposta e depois foi discutir com o jogador. Será que é tão difícil os clubes agirem assim?

E se o Arsenal tivesse feito a proposta diretamente ao Marcos, ele não teria recusado do mesmo jeito? Se a proposta é a mesma...

No fim dá na mesma. Abordando primeiro o clube ou primeiro o atleta, ele só sai se for paga ou negociada a multa recisória. O certo, certo mesmo é negociar com atleta e clube juntos, já que contrato não é unilateral, e a negociação só vai ocorrer com o consentimento de ambas as partes... Mas começar a negociação só com o clube a meu ver é pior do que começar a negociação só com o atleta. Se a proposta feita ao atleta for boa e a multa recisória for paga, ele não depende do consentimento do clube. Já o contrário não é válido, a negociação sempre depende do consentimento do atleta, que é quem firma o novo contrato...

A pergunta: quem está rescindindo o contrato: o clube ou o atleta? Se quem está recindindo é o atleta, porque a negociação deve ser feita com o clube? Se quem está recindindo é o clube, aí quem tem quer receber a multa é o atleta... :rolleyes:

SP sempre atravessa negociações e alicia jogadores. Veja o caso Joílson, por exemplo. Não faltava 6 meses para o término do compromisso dele com o Botafogo, e o SP estava em contato com ele. O próprio Joílson disse que chegaram até a acertar detalhes salariais. E a coisa se sacramentou com um pré-contrato que ELE e o SP esconderam de todo mundo, e que só foi revelado no FINAL de dezembro, quando ele foi feito, talvez, em abril. Isso é ser ético?

Pré-contrato só pode ser feito 6 meses antes do final do contrato, e não oito.

Sim, é ético, e está previsto na lei. Qualquer jogador pode firmar um pré-contrato com outro clube 6 meses antes do término do atual contrato.

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O Marcos, por exemplo, quando recebeu a proposta do Arsenal, em 2003, era interessantíssima para o Palmeiras, pois 4 milhões de dólares para um goleiro era muita coisa, eram quase 10 milhões de reais. O Palmeiras deixou o Marcos ir para Londres, discutir o contrato, mas apesar da milionária proposta que ele recebeu, ele quis ficar aqui e disputar a série B.

O Arsenal foi no Palmeiras e fez uma proposta e depois foi discutir com o jogador. Será que é tão difícil os clubes agirem assim?

E se o Arsenal tivesse feito a proposta diretamente ao Marcos, ele não teria recusado do mesmo jeito? Se a proposta é a mesma...

No fim dá na mesma. Abordando primeiro o clube ou primeiro o atleta, ele só sai se for paga ou negociada a multa recisória. O certo, certo mesmo é negociar com atleta e clube juntos, já que contrato não é unilateral, e a negociação só vai ocorrer com o consentimento de ambas as partes... Mas começar a negociação só com o clube a meu ver é pior do que começar a negociação só com o atleta. Se a proposta feita ao atleta for boa e a multa recisória for paga, ele não depende do consentimento do clube. Já o contrário não é válido, a negociação sempre depende do consentimento do atleta, que é quem firma o novo contrato...

A pergunta: quem está rescindindo o contrato: o clube ou o atleta? Se quem está recindindo é o atleta, porque a negociação deve ser feita com o clube? Se quem está recindindo é o clube, aí quem tem quer receber a multa é o atleta... :rolleyes:

Tá duro entender...

Não estou falando da proposta, tô falando do modo como ela foi conduzida. O Arsenal começou a negociar com o Palmeiras e não com o jogador, que no meu modo de ver, é o melhor.

O que adianta negociar primeiro com o jogador ainda vínculado com o clube, sendo que se a proposta não agrade o clube, ele não sai de jeito nenhum?

Você precisa reavaliar sua tese... :rolleyes:

Editado por Freddie Mercury

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Errado, Fabão.

O CONTATO com o jogador foi BEM antes do que o prazo de 6 meses para o término do atual contrato, e isso se chama ALICIAMENTO. Tanto é, que o Joílson e o SP já estavam acordados bem antes do prazo legal para o pré-contrato. O qual foi feito no primeiro dia do prazo legal. O que torna tudo MUITO pior é que o SP negava veementemente a existência de tal contrato, e o Joílson declarava amor ao Botafogo, e disse que a preferência para assinar contrato era a renovação com o Botafogo.

Faltando 2 rodadas para o término do brasileiro, o Joílson revelou que assinou CONTRATO com o SP. Mas só depois os dirigentes do Botafogo ficaram sabendo que não existia contrato algum, mas um PRÉ-CONTRATO. Isso não é nem falta de ética, é ser mau caráter MESMO.

O SP está acostumado a transações como essa, não me surpreendo mais. Assim como foi com o Joílson, aconteceu com o Juninho, Alex Dias,.....

Não é pq vc é tricolor que vc deve fechar os olhos e dizer amém para o que os dirigentes fazem. A legalidade não coincide com a ética, são ramos distintos. Muitas vezes a própria legalidade afronta a ética.

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Tá duro entender...

Não estou falando da proposta, tô falando do modo como ela foi conduzida. O Arsenal começou a negociar com o Palmeiras e não com o jogador, que no meu modo de ver, é o melhor.

Pois é, e o meu modo ver é o oposto, acho que essa não é a forma correta...

O que adianta negociar primeiro com o jogador ainda vínculado com o clube, sendo que se a proposta não agrade o clube, ele não sai de jeito nenhum?

E o que adianta negociar primeiro com o clube sendo que, se a proposta não agradar ao jogador, ele não sai de jeito nenhum?

Você precisa reavaliar sua tese... :rolleyes:

Errado, Fabão.

O CONTATO com o jogador foi BEM antes do que o prazo de 6 meses para o término do atual contrato, e isso se chama ALICIAMENTO. Tanto é, que o Joílson e o SP já estavam acordados bem antes do prazo legal para o pré-contrato. O qual foi feito no primeiro dia do prazo legal.

Ou seja, tudo dentro da lei. Se tivesse feito o PRÉ-CONTRATO antes dos 6 meses, aí sim seria errado.

Faltando 2 rodadas para o término do brasileiro, o Joílson revelou que assinou CONTRATO com o SP. Mas só depois os dirigentes do Botafogo ficaram sabendo que não existia contrato algum, mas um PRÉ-CONTRATO. Isso não é nem falta de ética, é ser mau caráter MESMO.

Se o jogador é máu-caráter, problema dele. O clube seguiu a lei...

É óbvio que ele não poderia ter assinado um contrato a duas rodadas do final do Brasileirão, quando ainda tinha contrato com o Fogão. Ele não mentiu, o pré-contrato não deixa de ser um contrato...

Não é pq vc é tricolor que vc deve fechar os olhos e dizer amém para o que os dirigentes fazem. A legalidade não coincide com a ética, são ramos distintos. Muitas vezes a própria legalidade afronta a ética.

Não é por torcer pro São Paulo que eu defendo isso, mas sim por entender que o jogador deve ter o direito de cuidar de sua própria carreira, de onde quer ou não trabalhar. Como disse acima, jogador é contratado do Clube, e não patrimônio para ser negociado...

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Mas o que importa é a ética, Fabão.

Tem que vir e negociar com o clube que ele tem vínculo.

Os clubes tem que ser aliados fora de campo, pois fazem parte de um "jogo de favores". Vide o exemplo do Vasco e Fluminense, sempre foram aliados, tanto que o Eurico usou sua força política diversas vezes para salvar o Fluminense. Hoje, graças ao dinheiro da Unimed, os pó-de-arroz deram um "pé-na-bunda" do Eurico.

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Sei lá, até acho interessante os clubes se unirem para lutar a favor do que é de interesse geral, como cotas de TV, fórmulas de campeonato, premiação, etc. Agora, negociação de jogadores, aí é cada um por si.

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a galera ouve o clube adversário reclamar da negociação e já tem isso como verdade... se o São Paulo fizesse errado, seria punido...

O Freddie e o Diogo falaram tudo. Uma coisa é fazer uma proposta a um clube por um jogador qualquer, ou em um jogador que não tem mais vínculo com ninguém.

Outra bem diferente é chegar direto no jogador com contrato em vigor e aliciá-lo, nas costas do clube que tem contrato com o cara. Ou interferir em uma negociação que já estava finalizada, no caso do Jorge Wagner. Essa é a minha opinião, não obrigo ninguém a pensar como eu.

vc disse q se o São Paulo entrasse na negociação, seria anti-ético... pq o Palmeiras não foi?

Não é pq vc é tricolor que vc deve fechar os olhos e dizer amém para o que os dirigentes fazem. A legalidade não coincide com a ética, são ramos distintos. Muitas vezes a própria legalidade afronta a ética.

falou o petista imparcial q não defende o Lula cegamente... :P

===

sobre a contratação do Marcel, se ele fosse bom não teria um currículo como esse:

O jogador despontou para o futebol nacional pelo Paraná, em 2004, e logo foi negociado com o Verdão. Em sua estréia, marcou dois gols contra a Inter de Limeira e foi comparado pelo então técnico palestrino, Estevam Soares, a Leivinha. O meio-campista, no entanto, não emplacou e ainda em 2005 foi emprestado ao Grêmio, quando jogou a Série B com Mano Menezes, e depois passou por São Caetano e Juventude em 2006.

No último ano, teve uma passagem ruim pelo Náutico e acabou dispensado nas primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro. Seu último time foi o Paulista de Jundiaí, sendo titular da equipe que foi rebaixada para a terceira divisão nacional. ( http://ultimosegundo.ig.com.br/esportes/se...ns_1139704.html )

pode até ser útil, mas o erro é estar sendo contratado para ser o camisa 10...

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NOTÍCIAS
Atlético sonda o atacante Índio, do Vitória

O Atlético fez uma consulta ao Vitória sobre a possibilidade de contratar o atacante Índio, 26 anos, destaque da equipe na Série B do Campeonato Brasileiro e artilheiro do Campeonato Baiano de 2007. O jogador marcou vários gols e despertou a atenção de vários clubes. Além do Furacão, o Cruzeiro também já fez uma proposta para tirar o jogador do time baiano.

Segundo o Correio da Bahia, haverá uma reunião neste sábado em Curitiba entre Jorginho Sampaio, presidente do Vitória, e Mario Celso Petraglia. O Atlético ofereceu alguns jogadores para incluir no negócio e o Vitória se interessou por Erandir, Evandro e Rodrigão. O primeiro não fará parte do negócio porque foi emprestado ao Fortaleza nesta sexta.

Além de Índio, o Atlético também tem interesse no volante Bida, de 23 anos. Porém, ainda de acordo com o Correio da Bahia, o técnico Vadão pediu que o jogador não fosse negociado, já que é peça fundamental no seu time.

http://www.furacao.com/materia.php?cod=24361
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NOTÍCIAS
Elder Granja é o novo reforço do Palmeiras

Por Fábio Finelli - Assessoria de Imprensa SEP

O Palmeiras acertou na tarde desta sexta-feira (04) a contratação do lateral-direito Elder Granja, que chega em definitivo, até 31 de dezembro de 2008, com opção de renovação.

O jogador, de 25 anos, vinha atuando pelo Internacional, clube em que alcançou projeção nacional ao conquistar, com destaque, os títulos da Copa Libertadores e do Mundial de 2006.

Apresentação será na segunda-feira

Elder Granja realizará exames médicos na manhã deste sábado (05), em São Paulo, e à tarde se junta ao grupo palmeirense em Atibaia. A apresentação oficial, no entanto, acontece na segunda-feira (07), durante o treino da manhã.

Feliz com o acerto

Em contato exclusivo para o site oficial do Palmeiras, Granja demonstrou alívio com o acerto.

"Estava angustiado com essa demora, mas felizmente deu tudo certo. Estou até aliviado", disse o jogador, empolgado com a chance de vestir a camisa alviverde. "O Palmeiras é um clube que todos falam bem e que é marcado por conquistas. Espero que 2008 seja de felicidade para todos nós, pois quero fazer parte dessa história."

O lateral também elogiou o técnico Vanderlei Luxemburgo. "Trata-se de um profissional diferenciado. Será uma prazer enorme trabalhar com ele e isso é um fator que motiva ainda mais para a temporada."

Ficha Técnica
Nome completo: Elder da Silva Granja
Data de nascimento: 02.07.1982
Natural de: Santos [sP]
Altura 1m81
Peso 73kg
Posição Lateral direito

Clubes
2000: Santos FC
2001: Atlético-GO
2002: Francisco Beltrão-PR
2002: Corinthians-AL
2002-2003: Portuguesa-SP
2003-2007: Internacional-RS

Títulos
Campeonato Gaúcho: 2003, 2004
Copa Libertadores: 2006
Mundial dos Clubes FIFA: 2006
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O Freddie e o Diogo falaram tudo. Uma coisa é fazer uma proposta a um clube por um jogador qualquer, ou em um jogador que não tem mais vínculo com ninguém.

Outra bem diferente é chegar direto no jogador com contrato em vigor e aliciá-lo, nas costas do clube que tem contrato com o cara. Ou interferir em uma negociação que já estava finalizada, no caso do Jorge Wagner. Essa é a minha opinião, não obrigo ninguém a pensar como eu.

vc disse q se o São Paulo entrasse na negociação, seria anti-ético... pq o Palmeiras não foi?

O que eu quis dizer foi que nesse caso o São Paulo estava tendo uma postura totalmente digna, contrariando a sua história recente. Quando um jogador está livre, totalmente sem contrato, quem oferecer mais leva ele, não existe vínculo com ninguém.

O São Paulo seria anti-ético se procurasse o jogador que ainda tivesse contrato em andamento, como fez com o Hugo, por exemplo, quando acertou com o atleta nas costas do outro clube e não deu nem chance de defesa. Quando um atleta ainda tem contrato com outro clube, a preferência deve ser dada sempre a esse clube. Isso é ética, pelo menos para mim.

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