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20 anos sem Aracy de Almeida

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Araci [Teles] de Almeida nasceu em 19 de agosto de 1914 (mesmo ano de Dorival Caymmi), cresceu e foi criada no subúrbio carioca do Encantado, numa grande família evangélica; o pai, Baltazar, era chefe de trens da Central do Brasil e a mãe, dona Hermogênea, dona de casa. Tinha apenas irmãos homens. Aracy foi colega do futuro pastor e radialista Alziro Zarur em seu primeiro colégio, no Engenho de Dentro, mudando-se em seguida para o Colégio Nacional, no Méier. Ainda de forma amadora, cantava hinos religiosos na Igreja Batista, pontos em terreiros de macumba e músicas de carnaval no bloco Somos de Pouco Falar. Registra-se uma única ligação conhecida em sua vida: Aracy foi casada com um goleiro do Vasco da Gama (Rei), de quem se separou alguns anos depois. Seria, pelo resto da vida, uma solteira convicta, vindo a cunhar a famosa imagem do sabonete: "Acho esse babado de casamento uma onda bastante enrolada. No começo, são flores e mais flores. Depois, pedras e espinhos. Todo o dia a mesma toalha, o mesmo sabonete. É fogo."

Como Millôr Fernandes, também morador do Méier, muito cedo tomou noção de seu talento, valorizando-o profissionalmente desde sempre ("quem canta de graça é galo"). Ainda adolescente foi cantar nas rádios, trabalhando na Philips, onde fez dupla com Silvio Caldas no Programa Casé, e na Ipanema, onde chegou a excursionar com Carmen Miranda no Rio Grande do Sul. Através de um amigo comum, cantou Bom Dia, Meu Amor para Custódio Mesquita, o que lhe abriu caminho para a Rádio Educadora (futuramente, Tamoio), onde caiu na lábia de Noel Rosa.

Era 1933, e Noel a convidou para umas cervejas na Taberna da Glória. Foi o início de uma bela amizade, o batismo de fogo profissional e uma influência perene: "Apesar da minha pouca idade, achava Noel um fenômeno. Passei a andar atrás dele porque estava interessada em aparecer - quando você tem pouca idade acredita nessas besteiras. Ele pegava da viola e eu cantava, em casas suspeitas, atrás do Mangue, no baixo meretrício. Sua voz era fraca e ele estava a fim daquelas mulatas. Os dias em que convivi com Noel nesta terra foram dias muito engraçados." Nessas incursões noturnas, ergueu brindes com Mário de Andrade ("um matusquela") e figuras cujo nome o tempo perdeu, restando apenas registros como Saturnino, Zeca Meia-Noite, Brancura, Miguelzinho da Lapa. Tudo gente boa.

No convívio com Noel, Aracy forjaria o particularíssimo e expressivo dialeto com que se expressou pelo resto da vida, linguagem permeada de gírias e sintaxe recriada pela malandragem. Só amizade, Aracy? "É bom deixar dessas mumunhas e ficar claro que eu sempre fui uma mulatinha de bofes azedos, baixinha e que de bom só tinha a voz. Noel gostava de mim, no botequim. Pra cama ele só levava mulata grandona".

Gravou o primeiro long-play em 1934, pela Columbia, e assinou o primeiro contrato em 1935, com a Rádio Cruzeiro do Sul, onde gravou Seu Riso de Criança, composição de Noel Rosa - o início da parceria que faria dela sua intérprete símbolo, a apenas dois anos da morte de Rosa. São delas os primeiros registros de Triste Cuíca, Cansei de Pedir, Amor de Parceria, muitos deles definitivos. A dureza dos primeiros tempos de rádio renderia memórias inesquecíveis ("Uma vez, o Kid Pepe me encostou uma faca deste tamanho na barriga, querendo me obrigar a gravar uma batucada de autoria dele, chamada O Que Tem, Iaiá. E eu gravei, compadre, com a faca na barriga e tudo."), únicas de quem pode reivindicar o posto de testemunha e pioneira: "O Mario [Lago] fica doido de raiva quando eu digo, mas a idéia da Amélia fui eu quem deu. Um dia, sugeri uma frase, 'Amélia é que era mulher de verdade', ao Wilson Batista. Ele disse que andava sem tempo para compor e então o Ataulfo, que estava perto, pediu a frase para o Mario, e o samba foi feito. Tem mais. Dou até o local onde aconteceu: na Leiteria Nevada, ali na rua Bittencourt da Silva."

Seu repertório não se resumiria, entretanto, a Noel, tendo se destacado como cantora de sambas e gravando, ao longo da década seguinte, músicas de Davi Nasser, Ary Barroso ( a notória Camisa Amarela), Haroldo Lobo, Assis Valente, além de marchas de carnaval. O próprio Ary Barroso a teria escolhido para gravar originalmente Aquarela do Brasil, que, por um desacordo, acabou caindo nas mãos de Chico Alves. A fama acabaria a levando ao palco da famosa boate Vogue, onde se apresentou em espetáculos noturnos entre 1948 e 1952 - Aracy gravaria em 1951 um disco que resgatou ao público a obra de Noel Rosa, solidificando-a como intérpretes-símbolo. O Rio de Janeiro era a capital do país, a Vogue era a casa noturna mais famosa e a única sambista a rivalizar com Aracy era Carmen Miranda, que atraíra certa xenofobia da opinião pública depois de voltar dos EUA. Mas a rotina de Aracy era a mesma, toda noite: ao fim da apresentação, pegar o táxi que a levaria até sua casa no Encantado.

É nesta época que estabelece convívio com conhecidos nomes da boemia e meio artístico cariocas, com quem firma sólidas amizades: Di Cavalcanti, Vinícius de Morais, Antonio Maria (que lhe dedicou uma crônica, assim como João Antonio), Paulo Mendes Campos, Fernando Lobo, convívio que lhe rendeu a formação cultural que não tivera na infância - e as melhores histórias de sua mitologia, registradas pelo amigo Hermínio Bello de Carvalho. Conta-se, por exemplo, que Maria e Vinícius, sem idéia para o jingle de um regulador feminino que foram contratados para bolar, recorreram à Imperatriz do Encantado. Ela lembrou-se da melodia de Noel Rosa para "O orvalho vem caindo..." e emendou: "O ovário vem caindo..."

Aracy ouvia ópera ("Adoro aquele berreiro"), jazz e tango; colecionava quadros (de Clovis Graciano, Antonio Bandeira, Heitor dos Prazeres, Aldemir Martins, além do amigo Di), entre inúmeras as quinquilharias que acumulava em sua casa no Encantado (de lustres da Bohemia a tapetes persas), e lia a Bíblia, Augusto dos Anjos e Schopenhauer, acompanhada apenas de sua matilha pessoal de cinco raças de cães ("Não gosto de gente. Eu gosto mesmo é de cachorro"). Estranho caldeirão onde se desenvolveu uma personalidade de tal forma idiossincrática, que levou ao comentário de que ela foi existencialista antes dos existencialistas, hippie antes dos hippies e punk muito antes dos punks, numa época em apenas a combinação de calça comprida e botas na sua indumentária bastava para chocar os costumes (Aracy usava bota por causa de um problema nos pés). De fato, vaidade feminina não era seu forte. Antonio Maria comentou certa vez que ela "corta o cabelo de um jeito que a torna parecida com Castro Alves".

Nenhuma citação traduz melhor o que ela era do que a maneira como respondeu ao "olá" meio para lá do pouco caso do ator Maurício Barroso, defronte à Livraria Jaraguá, em São Paulo, como se estivesse fazendo um favor ao cumprimentá-la: "E eu lá sou mulher de olá?!"

No começo da década de cinqüenta, mudou-se para São Paulo, onde ficou por doze anos. Seu prestígio e sua verve viajaram junto, não se abalando com os elogios com que a cobriu o então governador Jânio Quadros: "Deixa disso, governador. Isso são lantejoulas da sua parte." Seguiram-lhe até São Paulo alguns amigos no "avião dos covardes" (o trem que ligava as duas cidades), quando Piratininga pode asistir in loco histórias que fizeram sua fama. Numa delas, conta-se que, na companhia de Ciro Monteiro e outros bambas devidamente alterados pelos excessos etílicos, Aracy tirou da manga a seguinte a seguinte carta ao se depararam com um vendedor de exemplares do Novo e do Velho Testamento em frente ao Hotel Normandie: "Agora, vou pagar uma rodada de Bíblias!"

Em 1958, antevéspera da inauguração da bossa-nova, a Rainha dos Parangolés gravou pela Polydor o LP Samba em Pessoa. No começo, torceu o nariz para aquele ritmo, mas acabou não chegando a ter conflitos com os baluartes da bossa. Aracy era identificada com a velha guarda, com um certo samba de raiz, "do morro", que seria revitalizado graças à parcela mais politizada dos bossa-novistas, na onda que também evidenciou Cartola (encontrado por Sérgio Porto, lavando automóveis), Carlos Cachaça, Zé Ketti, Monsueto, todos representantes de uma tradição mais popular do que a bossa, fustigada por ser americanizada e elitista. Chegou inclusive a gravar um LP só de sambas pela Elenco, editora símbolo da bossa nova.

De volta ao Rio, em 1964, engrenou uma ótima fase com apresentações na boate Zum-Zum (ao lado Sérgio Porto e Billy Blanco), e no ano seguinte, Samba Pede Passagem no Teatro Opinião, Conversa de Botequim, dirigido pela dupla Miéle e Boscoli, no Crepúsculo; e um espetáculo na boate Le Club. A bossa nova nem tinha se estabelecido e já sofreria grande provação diante do novo veículo que ganhava espaço: a televisão. Começavam os festivais da canção, girando o foco dos refletores para as câmeras de tv, que passariam a empregar o maior número de artistas, muitos deles egressos do rádio. Deve ter sido natural a idéia, naqueles anos amadorísticos e experimentais, de colocar Aracy apresentando um programa de calouros aos produtores da TV Record, e ainda mais divertido vê-la expôr seus maus bofes e malandragem diante de câmeras e refletores.

A partir da segunda metade da década de sessenta, Aracy participou como jurada em vários festivais da canção: já era uma referência. A explosão de novos talentos parecia sinalizar o momento para uma passagem de bastão e ela não perdeu o bonde: "Eu moro lá longe, tenho as minhas cachorrinhas de estimação e não preciso me aborrecer pra trabalhar. Já enjoei de cantar e tem mais: o ambiente não ajuda, e no momento o mingau anda grosso demais..." O azedume da declaração não a impediu de dividir o palco do Teatro Cacilda Becker, em São Paulo, com recém descobertos Jorge Ben, Toquinho e Paulinho da Viola, ou de elevar um desconhecido e cabeludo Caetano Veloso ao rol de seus compositores preferidos. Tinha passado para o banco, mas não deixara de prestar atenção ao jogo.

Ainda na televisão, chegou a trabalhar como jurada na Buzina do Chacrinha, na TV Globo - Chacrinha a chamava de "Dama da Central" -, posto no qual encerraria a vida. Embora tenha sido a sua imagem mais conhecida na posteridade, é de se perguntar quantos espectadores do Show de Calouros (a versão nacional do Gong Show, de Chuck Barris) do Programa Silvio Santos sabia ou, ao menos, desconfiava, que aquela velha coroca e mau humorada tinha andado nos círculos intelectuais de mais prestígio do país, ou que tinha sido intérprete de Noel Rosa. A ranzinzice e o rigor com que julgava os aspirantes ("o matusquela vai levar dez pau") fez dela a mais conhecida e bem paga dos jurados que compunham um plantel dos mais bizarros do audiovisual brasileiro. Pode-se creditar seu mau humor característico a uma combinação de ranhetice da idade, excesso crítico e exigência profissional com a interpretação de uma caricatura perfeita para provocar a audiência. Paradoxalmente, o mau humor aumentou sua ligação afetiva com o público, com quem trocava gentilezas na rua, e acabou tornando-se um grilhão: teve seu pedido de demissão negado, porque era grande responsável pelos índices do Ibope.

Debilitada por problemas físicos, abandonou a televisão na segunda metade da década de oitenta, sendo hospitalizada em função de um edema pulmonar que a levou ao coma por dois dias. Após mais dois dias em lucidez, faleceu. Foi velada no Teatro João Caetano (onde fizera seu último show - do projeto Seis e Meia, com Albino Pinheiro) e seu corpo percorreu, no carro dos bombeiros, diversos bairros freqüentados por ela ao longo da vida: Copacabana, Glória, Lapa, Vila Isabel, Méier, Encantado. Era o adeus final da Arquiduquesa do Encantado, que partiu sem gravar o disco de composições de Cartola sonhado por Sérgio Porto.

Aracy no Show de Calouros com o Sílvio Santos:

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  1. Odorico Paraguaçu
    Odorico Paraguaçu respondeu ao tópico de Odorico Paraguaçu em Fórum Único Chespirito
    Ficou bacana, eu gostei desses seus ajustes pq pegando de base a versão de 77 do Campeão meio pesado você incluiu a saga do despejo do mesmo ano e ficou bacana pois assim como a versão de 74 ambos os roteiros tem uma leve continuação, citam o evento das fotos do Seu Madruga lutando boxe, foram exibidos juntos no México e tals e gostei de por exemplo ter incluído o Aventuras como se fosse de Chapolin pq de certa forma foi dublado no lote de 1992 como 1 episódio de Chapolin e é distribuído atualmente assim, uma coisa que você não mencionou mas que eu já esperava que você ia fazer era colocar as esquetes juntas do episódio principal pq não faz sentido manter da mesma forma que o SBT começou a tirar elas em 1988 com Chaves, distribuir com outros episódios diferentes do qual elas foram acompanhadas e por ai vai.
  2. Cleberson
    Cleberson respondeu ao tópico de Odorico Paraguaçu em Fórum Único Chespirito
    O que vc achou de como montei a lista e ele ajustes que fiz?
  3. Odorico Paraguaçu
    Odorico Paraguaçu respondeu ao tópico de Odorico Paraguaçu em Fórum Único Chespirito
    Eu tô rachando o bico do "Odorico Papacu" pq eu lembro do @Jaciinto que me chama assim quando eu chamo ele de "Jacinto Pinto", kkkkkk.
  4. Cleberson
    Cleberson respondeu ao tópico de Odorico Paraguaçu em Fórum Único Chespirito
    Odorico Papacu segue como ficou minha lista na ordem que vou assistir nos proximos dias (O Bom de Ch que da pra ver ordem atual, Ordem original, Ordem atual SBT, Ordem de estreia SBT) Chapolin 01 - Aristocratas vemos, gatunos não sabemos (1978) 02 - O anel da bruxa (1978) 03 - Doutor Chapatin e o contrabando / Com essas pulgas não se brinca de pula-pula! (1978) 04 - O anel de brilhante (1973) 05 - O tesouro do pirata fantasma (1975) 06 - O bandido (1973) 07 - Cleópatra (1975) 08 - Chespirito: A tragédia/ Chapolin: Por acaso você não viu um homem invisível por aí? (1974) 09 - O robô que pirou (1979) 10 - O soldado atrapalhado / Depois de jogarem o Chapolin, tapem o poço! (1974) 11 - Não confunda "a casa está caindo de velha" com "a velha está caindo da casa" (1974) 12 - Selva (1975) 13 - Pedintes em família (1975) 14 - Aventuras em Vênus (1973) 15 - A autópsia / A casa de chá do luar de 8 de Agosto de 1984 (1973) 16 - Infelizmente perdemos o avião... graças a Deus! / O pistoleiro da Marreta Biônica (1973) 17 - O louco (1975) 18 - Sai de baixo que lá vem pedra! (1975) 19 - De caçador e de louco, todos nós temos um pouco (1975) 20 - Uma múmia bastante egípcia (1973) 21 - Uma coisa é ser Sansão, e outra é usar a peruca (1974) 22 - Uma múmia incomoda muita gente, duas muito mais! (1975) 23 - A revólver dado, não se olham as balas (1974) 24 - À casa dada, não se contam os fantasmas (1974) 25 - O pintor (1979) 26 - O futebol é minha melhor medicina / Vinte mil beijinhos para não morar com a sogra (1979) 27 - Chapolin vemos, cérebro não sabemos (1974) 28 - Irmãos gêmeos (1975) 29 - O vazamento de gás (1976) 30 - A mansão dos duendes (1975) 31 - O ventrilouco (1976) 32 - A festa à fantasia - parte 1 (1979) 33 - A festa à fantasia, segunda parte (1979) 34 - A Guerra de Secessão / Mão Negra (1974) 35 - Atrasado para o jogo / A construção (1975) 36 - A bola de cristal (1977) 37 - O extrato de energia volátil (1974) 38 - Expedição arqueológica (1974) 39 - A volta da corneta paralisadora (1975) 40 - Cristóvão Colombo / Vovô Matusquela (1975) 41 - Jantar complicado / Ovos podres e moscas (1977) 42 - O estranho e misterioso caso do morto que morreu (1975) 43 - Tem uma mosca no meu café! / Fantasma da pele vermelha (1977) 44 - Don Juan Tenório / Os marcianos (1975) 45 - Há hotéis tão limpos que limpam até carteira (1976) 46 - Conde Terra Nova / Doutor Chapatin / O vampiro (1973, Reprise de 1972) 47 - Doutor Chapatin e as melancias / A volta do Super Sam (1978) 48 - Não se enrugue, couro velho, que te quero para tambor! (1974) 49 - Doutor Chapatin, o assassino / Morte ao Chapolin! (1976) 50 - O bebê jupiteriano (1974) 51 - O patrão é quem manda (1976) 52 - Os documentos confidenciais (1976) 53 - Ser pequeno tem as suas vantagens (1976) 54 - De acordo com o diabo (1976) 55 - Caratê cara a cara (1976) 56 - Para fugir da prisão (1973) 57 - Cada um vale pelo que é (1978) 58 - Não seja burro, Chapolin! (1977) 59 - A fortuna de Frédéric Chopin (1977) 60 - De médico, Chapolin e louco, todo mundo tem um pouco (1975) 61 - Hospedaria sem estrelas (1977) 62 - A troca de radiografias / O fotógrafo (1976) 63 - A troca de cérebros (1979) 64 - Os piratas - parte 1 (1975) 65 - Os piratas, segunda parte (1975) 66 - Segurem a minha mão! (1979) 67 - Juleu e Romieta - parte 1 (1975) 68 - Rometa e Julieu - parte 2 (1975) 69 - Os marcianos (1977) 70 - Dinheiro chama dinheiro, mas ladrão também! (1978) 71 - O pelotão de fuzilamento (1976) 72 - Operação Tripa Seca (1976) 73 - A ameaça de morte (1979) 74 - O abominável homem das neves (1976) 75 - O alfaiatezinho valente - parte 1 (1978) 76 - O alfaiatezinho valente - parte 2 (1978) 77 - O alfaiate valente - parte 3 (1978) 78 - O alfaiatezinho valente, parte quatro (1978) 79 - O rei do disfarce (1978) 80 - Aqui, quem canta de galo sou eu! (1979) 81 - O rajá / O gigante (1977) 82 - Foi pênalti ou não? / O lobisomem (1978) 83 - O menino que jogava os seus brinquedos - parte 1 (1979, Reprise de 1977) 84 - O menino que jogou fora os brinquedos - parte 2 (1979, Reprise de 1977) 85 - O show deve continuar, parte um (1978) 86 - O show deve continuar - parte 2 (1978) 87 - O show deve continuar - parte 3 (1978) 88 - O show deve continuar - parte 4 (1978) 89 - O show deve continuar - parte 5 (1978) 90 - O show deve continuar - parte 6 (1978) 91 - Como tornar-se um herói (1979) 92 - A vendedora de flores (1978) 93 - O ovo de Colombo (1978) 94 - Silêncio no estúdio! / Goteiras (1974) 95 - Dr.Chapatin: Dando tratos à bola/ Chapolin: A vingança (1977) 96 - A volta do renegado (1979) 97 - Brincadeira de mão é para boxeadores (1978) 98 - Na barbearia é fácil ficar parado! (1978) 99 - História de bruxas (1976) 100 - Em casa de fantasmas, até os mortos se assustam! (1976) 101 - A ociosidade é a mãe de um amigo meu (1979) 102 - Onde estão os passarinhos? (1977) 103 - Branca de Neve e os sete Tchuim Tchuim Tchum Claim - parte 1 (1978) 104 - Branca de Neve e os sete Tchuim Tchuim Tchum Claim - parte 2 (1978) 105 - Branca de Neve e os sete Tchuim Tchuim Tchum Claim, parte três (1978) 106 - O Chapolin em Acapulco (1979, Reprise de 1977) 107 - O planeta selvagem (1975) 108 - Aventuras em Marte (1981) 109 - Fotos no museu... não! (1978) 110 - Um miado ao cair da noite (1973) 111 - O mosquito biônico (1978) 112 - A história de Don Juan Tenório (1978) 113 - Quem me dá uma mão? (1976) 114 - O presente de casamento (1978) 115 - O ladrão do museu de cera (1977) 116 - Arruaceiros / Jantar executivo 2 / Os prisioneiros (1973, Reprise de 1972) 117 - Os piratas do Caribe - parte 1 (1978) 118 - Os piratas do Caribe, segunda parte (1978) 119 - O espião invisível (1973) 120 - Olha o passarinho! (1978) 121 - A dona da ilha dos homens (1976) 122 - Nós e os fantasmas (1978) 123 - Tripas de cera (1978) 124 - Menino ou menina? / A caricatura (1976) 125 - Buffalo Bill (1976) 126 - Cyrano de Bergerac (1978) 127 - Uma pedra no caminho / O extraterrestre (1974) 128 - A cidade perdida (1976) 129 - Uma conferência sobre o Chapolin (1974) 130 - Por favor, é aqui que vive o morto? (1974) 131 - O debilitador potencial (1973) 132 - O paciente teimoso / Injeção, não! (1973) 133 - Doutor Chapatin / O bolo que deu bolo (1977) 134 - Doutor Chapatin no banco / O Gorila sai da jaula (1974) 135 - Criando caso / Ratos e ratoeiras (1977) 136 - Parabéns, sargento! / O julgamento / O bandido Mata-Fácil (1973, Reprise de 1972) 137 - O cão raivoso (1973) 138 - A herança (1977) 139 - O retrato do General Valdés (1976) 140 - O vazamento de gás (1979) 141 - A volta da buzina paralisadora (1979) 142 - Um bairro muito tranquilo (1976) 143 - Os loucos mais perigosos estão fora do manicômio (1978) 144 - A fuga do Carne Seca / Museu / O roubo das maçãs (1973, Reprise de 1972) 145 - Assistente de diretor / Não confundir "a casa cai de velha" com "a velha cai da casa" 146 - Um paciente, pelo amor de Deus! / Casamento com bruxa, não! (1977) 147 - No escurinho do parque... / O mau das fotografias é que saem tremidas! (1977) 148 - O bandido ferido / O mistério do Mandarim Celeste (1977) 149 - O sumiço do anel de brilhantes (1976) 150 - A marionete / A casa mal-assombrada (1973) 151 - Bloqueando a entrada / Ator de araque / A prometida (1973) 152 - Encontro às escuras / Garçom desastrado / Confusão no celeiro (1973, Reprise de 1972) 153 - O boxeador ferido / O extrato de energia vital (1977) 154 - A volta da pistola paralisadora (1977) 155 - Quer apostar como nunca mais eu entro em uma aposta? (1975) 156 - O quarto errado / O prêmio da loteria / Os duendezinhos (1973) 157 - Marretada no totem / O exame / O descobrimento da tribo perdida (1973) 158 - Chapolin: A mão do bandido/ Dr.Chapatin: Por uma fatia de melancia/ Chapolin: A explosão (1973) 159 - Atravessando a fronteira/ Viajando de avião/ A casa dos fantasmas (1973, Reprise de 1972) 160 - Acampamento perigoso/ Pacientes de peso/ A maldição da Chorona (1973, Reprise de 1972) 161 - Lições de golfe/ O bolo de casamento (1973) 162 - Como abrir uma lata de suco/ Golpistas de barriga cheia/ O fantasma do Riacho Molhado (1973) 163 - Quase Nada morto (1973) 164 - Serviço hospitalar/ Onde cabe um Chapolin, cabem dois (1973) 165 - Cirurgia delicada/ Marcianos microscópicos (1973) 166 - Chapolin marcado para morrer (1973) 167 - Hotéis vemos, a conta não sabemos (1973) 168 - O sumiço dos brinquedos (1973) 169 - Quem não tem cão, se assusta com gato/ Para morrer, basta estar morto (1973) 170 - Um negócio que vai bombar (1973) 171 - Um distraído incomoda muita gente/ Um super-herói de primeiro mundo (1973) 172 - O almoço premiado/ O homem que valia seis centavos (1973) 173 - Até que um chato os separe/ A escuta secreta (1973) 174 - Marte ataca (1974) 175 - O caso dos dois homens que eram tão parecidos que eram idênticos, principalmente um deles (1974) 176 - O destino de Chimpandolfo - parte 2 (1974) 177 - O lendário matador (1974) 178 - Flertando na praça/ Fotografando a Condessa (1974) 179 - O selo de oito mil dólares (1974) 180 - O fidalgo Seu Mundinho (1974) 181 - Buscando alojamento/ A arma secreta do Chapolin (1974) 182 - Tempo perdido/ Os ratos não sabem ver as horas (1974) 183 - A corneta paralisadora está de volta! (1974) 184 - Juan Sebastián Bach fez muitas fugas, mas não se sabe de qual presídio (1974) 185 - Os contrabandistas fazem a festa, parte um (1974) 186 - Os contrabandistas fazem a festa - parte 2 (1974) 187 - Um anel poderoso (1974) 188 - De Chapolin, poeta e louco, todos nós temos um pouco (1974) 189 - Dar bola pra magia não é fazer magia com a bola (1974) 190 - O garçom estúpido/ O mendigo e os mosquitos (1974) 191 - Uma cela dourada para quem não vale nada (1974) 192 - A herança do tio Monchito (1975) 193 - A aposta do doutor/ Um marido vagabundo (1975) 194 - Loteria do azar (1975) 195 - O plano/ Não estava morto, só andava falecido! (1975) 196 - A marreta mais rápida do Oeste (1975) 197 - Para explodir os negócios, não é preciso detonar uma bomba (1975) 198 - O gato borralheiro (1975) 199 - O que é loucura, não anula o que é ternura/ A história de Guilherme Tell, não como foi, mas como poderia ter sido (1975) 200 - História de um relógio que não adiantava nem atrasava, mas sim o contrário (1975) 201 - Nas guerras médicas, a baioneta se chamava bisturí (1976) 202 - Cuidado com o lobisomem! (1976) 203 - Quase Nada explode tudo (1976) 204 - As pirâmides do Egito são de pedra por fora e de múmia por dentro (1976) 205 - Trocamos cérebros em domicílio e aceitamos seu cérebro usado como pagamento (1976) 206 - Força na peruca... de Sansão! (1976) 207 - Para um baixinho, descer um degrau é cair de um precipício (1976) 208 - História de uma velha mina abandonada datada do século XVII e que está a ponto de desabar (1976) 209 - O gato/ Este morto está vivo! (1976) 210 - Astronautas vemos, exames não sabemos/ O pirata espacial (1976) 211 - A bela adormecida acordou com um susto - parte 2 (1976) 212 - A bela adormecida acordou com um susto - parte 3 (1976) 213 - Mais vale um marido morto! (1976) 214 - A uva passa/ Um Chapolin incomoda muita gente, dois Chapolins incomodam muito mais! (1976) 215 - Os inventos do Professor Baratinha (1976) 216 - A herança do velho pirata (1976) 217 - Um pistoleiro sem pistola - parte 2 (1977) 218 - Os ossos não vêm embalados (1977) 219 - O Frankestein da América Latina (1977) 220 - Doutor Chapatin e a caranguinha/ Como economizar gasolina (1977) 221 - Culpado pra cachorro ou inocente pra burro?/ Nesta casa tem goteiras (1977) 222 - Um dia a casa cai (1977) 223 - Um morto desobediente/ O lugar onde mais se aplicam injeções se chama hospital (1977) 224 - Racha-Cuca ataca novamente (1977) 225 - Quem foi que disse que Sansão era careca? (1977) 226 - O selo que sumiu (1977) 227 - Dividindo a consulta/ O homem invisível eu não posso ver nem pintado (1977) 228 - Invasão alienígena (1977) 229 - Na sala de emergência/ Agarrando sem luva (1977) 230 - Os mortos de hoje já não morrem como os de antigamente (1977) 231 - Por mais que pese, não passa do fundo do poço (1977) 232 - Os aviões são mais pesados que o ar - parte 1 (1977) 233 - Querida, o bebê cresceu! (1977) 234 - Agora sim, eu vou ao futebol!/ Para viver, basta estar morto! (1977) 235 - A Guerra Civil Americana (1977) 236 - Duende vem o donde, digo, donde vem o duende? (1977) 237 - Os três reis loucos (1977) 238 - Clarissa em apuros (1978) 239 - Os fantasmas se divertem em mansões (1978) 240 - Os vampiros não sabem fazer nada além de chupar sangue (1978) 241 - Cuidado com o doutor!/ Chapolin é um bom mordomo (1978) 242 - Nunca mais voltarei a jogar apostando dinheiro e aposto o que você quiser que vou cumprir (1979) 243 - A história não contada de Juleu e Romieta - parte 1 (1979) 244 - A história não contada de Juleu e Romieta - parte 2 (1979) 245 - O mistério do cachimbo (1979) 246 - Esmola para os milionários (1979) 247 - Quem nasce pra Cleópatra, não passa de Júlio César (1979) 248 - Boa noite, Topo Gigio! (1979) 249 - Chapolin é babá ou bobo? (1979) 250 - O louco da cabana (1979) 251 - O paciente / O defunto que, quando percebeu, já estava morto (1974, Reprise de 1973) 252 - A despedida de Chapolin (1979) Chaves 01 - O matador de lagartixas (1976) 02 - Seu Madruga sapateiro - parte 1 (1973) 03 - Os Ladrões: Quem manda é o chefe / O leiteiro (1973) 04 - Vendedor de refrescos (1974) 05 - Mais vale uma noite bem dormida que uma boa comida (1974) 06 - O Ano Novo de Chaves (1973) 07 - Os Ladrões: Os dois ladrões / Chaves: Seu Madruga carpinteiro - parte 1 (1974) 08 - Muitas marteladas! - parte 2 (1974) 09 - O despejo do grande campeão (1974) 10 - Uma lição de boxe (1974) 11 - A doença do Quico (1974) 12 - Na escola... domingo! (1979) 13 - Antes um tanque funcionando que uma lavadora encrencada (1980) 14 - Falta água, sobram problemas! - parte 1 (1977) 15 - Um bom encanador não entra pelo cano - parte 2 (1977) 16 - A máquina fotográfica - parte 1 (1977) 17 - O fotógrafo - parte 2 (1977) 18 - Os penetras - parte 1 (1979) 19 - Dona Florinda abre um restaurante - parte 2 (1979) 20 - O restaurante da Dona Florinda (Se Solicita Mesero) (1979) 21 - Eu não creio em fantasmas, mas que existem... (1976) 22 - Ser professor é padecer no inferno! (1975) 23 - Feliz Ano Novo! (1976) 24 - Os remédios do Quico (1976) 25 - Confusão no cabeleireiro (1976) 26 - Roupa suja lava-se em público (1976) 27 - Quem com catapora fere, com catapora será ferido (1975) 28 - Os insetos do Chaves (1975) 29 - A galinha da vizinha é mais gorda do que a minha (1976) 30 - O dia internacional da mulher - parte 1 (1975) 31 - Os Ladrões: Não é fácil roubar! / Chaves: A chegada das novas vizinhas - parte 2 (1975) 32 - O namoro do Seu Madruga - parte 3 (1975) 33 - Se beijo fosse sapinho, o mundo seria um brejo! - parte 4 (1975) 34 - A limpeza do pátio (1976) 35 - Um banho para o Chaves (1979) 36 - Jogando futebol (1975) 37 - Chespirito: Cyrano de Bergerac / Chaves: Ama o teu inimigo (1974) 38 - O atropelamento (1975) 39 - Posso não emprestar o que é meu, mas dos outros... (1975) 40 - Um finíssimo tecido Made in Taubaté (1977) 41 - Ah! Logo agora que eu queria ver meu time jogar... (1977) 42 - Nem todos os bons negócios são negócios da China - parte 1 (1977) 43 - Refrescos numa fria - parte 2 (1977) 44 - A insônia do Seu Madruga - parte 3 (1977) 45 - Madruga e Madruguinha - parte 1 (1977) 46 - Quem não tem cão, caça com rato! - parte 2 (1977) 47 - O novo mascote do Quico - parte 3 (1977) 48 - Estou morrendo de saudades da minha amiga, mas não muito... (1977) 49 - A Cruz Vermelha (1974) 50 - Ser pintor é uma questão de talento - parte 1 (1976) 51 - Pintando o sete - parte 2 (1976) 52 - Uma ajuda para a Cruz Vermelha (1979) 53 - Bombinhas são perigosas, ainda mais em mãos erradas (1976) 54 - O banho do Chaves (1975) 55 - Caça ao rato, primeira parte (1979) 56 - Caça ao rato, segunda parte e conclusão (1979) 57 - Os gatinhos de Chaves (1979) 58 - O bolo (1979) 59 - Vamos ao parque? - parte 1 (1979) 60 - O parque de diversões - parte 2 (1979) 61 - O sonho que deu bolo (1979) 62 - O calo do Senhor Barriga (1977) 63 - O professor apaixonado (1977) 64 - O desjejum do Chaves - parte 1 (1976) 65 - O jogo de pingue-pongue - parte 2 (1976) 66 - A grande festa - parte 1 (1976) 67 - Um festival de vizinhos - parte 2 (1976) 68 - E o festival continua... - parte 3 (1976) 69 - O festival da boa vizinhança, última parte (1976) 70 - Amarelinhas e balões (1977) 71 - Os carpinteiros - parte 1 (1977) 72 - Quanto mais quente pior - parte 2 (1977) 73 - A casa da bruxa (1975) 74 - A morte do Senhor Madruga (1975) 75 - A fonte dos desejos (1975) 76 - Vamos brincar de carrinhos? (1975) 77 - Os campeões de ioiô (1974) 78 - O cavaleiro das mil encrencas (1977) 79 - O defunto será maior? (1976) 80 - Quem semeia moeda, colhe tempestade! (1977) 81 - O despejo do Seu Madruga - parte 1 (1977) 82 - Recordações - parte 2 (1977) 83 - Um campeão meio pesado (1977) 84 - Bilhetes trocados (1977) 85 - Eu sou a mosca que caiu na sua sopa (1979) 86 - A bruxa está solta! (1977) 87 - Panqueca pra dentro, barriga pra fora (1977) 88 - A sociedade - parte 1 (1978) 89 - A sociedade - parte 2 (1978) 90 - O vendedor de churros - parte 3 (1978) 91 - Os chifres queimados do Professor Girafales (1978) 92 - O fantasma da vila (1977) 93 - O álbum de figurinhas (1977) 94 - A mudinha de chirimoia (1978) 95 - Os hóspedes do Senhor Barriga, primeira parte (1979) 96 - Os hóspedes do Senhor Barriga, segunda parte (1979) 97 - Os hóspedes do Senhor Barriga - parte 3 (1979) 98 - Os hóspedes do Senhor Barriga - parte 4 (1979) 99 - A aula de matemática (1979) 100 - Nasce uma bisavó (1979) 101 - Reivindicação salariais (Reivindicação salarial para o Chaves) (1979) 102 - Dando sorte com muito azar (1979) 103 - Tocando violão (1975) 104 - Como pegar o touro a unha (1973) 105 - Com quantos ovos se faz um bolo? (1974) 106 - Quem dorme com criança, acorda molhado! - parte 1 (1974) 107 - Gente sim, animal não! - parte 2 (1974) 108 - Um rato na contramão - parte 3 (1974) 109 - Seu Madruga pega no batente - parte 1 (1975) 110 - Chespirito: História de pianista / Chaves: Seu Madruga larga o batente - parte 2 (1975) 111 - Uma troca muito justa - parte 3 (1975) 112 - O mistério dos pratos desaparecidos - parte 1 (1974) 113 - A volta dos espíritos zombeteiros - parte 2 (1974) 114 - Os Ladrões: O feitiço contra o feiticeiro? / Chaves: Nada como ser um expert no assunto - parte 1 (1974) 115 - Nada como ser um expert no assunto - parte 2 (1974) 116 - Chespirito: Ladrão que rouba ladrão/ Chaves: Remédio duro de engolir/ Chaves: Quem semeia moeda... (1973, Reprise de 1972) 117 - Tempestade em balde d'água (1974) 118 - Doutor Chapatin: Os contrabandistas de joias/ Chaves: Uma visita muito importante - parte 1/ Chaves: Uma vizinha... - parte 2 (1973, Reprise de 1972) 119 - Doutor Chapatin/ Chespirito: O mosquito/ Chaves: Beijinhos - parte 3 (1973, Reprise de 1972) 120 - Chaves: A lata de lixo / Chespirito: O homem das mil caras / Chaves: Pintores amadores (1973) 121 - Os Ladrões: Agenta Zero Zero Seta / Chaves: Barquinhos de papel (1973) 122 - Discos voadores (1974) 123 - Vamos todos a Acapulco! - Parte 1 (1977) 124 - Os farofeiros - Parte 2 (1977) 125 - Os farofeiros, segunda parte - Parte 3 (1977) 126 - O aniversário do Quico (1975) 127 - Era uma vez, um gato... - parte 1 (1975) 128 - Era uma vez, um gato... - parte 2 (1975) 129 - Viva a Independência! (1975) 130 - Bebês versus compras (1973) 131 - Tem uma mosca no meu café! (1979) 132 - O belo adormecido (1975) 133 - Um porquinho de cada vez (1974) 134 - A briga dos pombinhos (1974) 135 - Assistindo ao jogo (1975) 136 - O primeiro dia de aula - parte 1 (1975) 137 - O primeiro dia de aula - parte 2 (1975) 138 - Lavagem completa (1975) 139 - Chespirito: À procura de desemprego/ Chaves: Como sujar a roupa de Quico/ Chaves: Ajudem-se uns aos outros (1973, Reprise de 1972) 140 - Chespirito: O marujo enjoado / Chaves: Sustos na vila (1973) 141 - Chespirito: Dom Quixote / Chaves: Isto merece um prêmio! (1974) 142 - Chaves: Moedas / Os Ladrões: Dois ladrões / Chaves: Dando bolo (1973) 143 - Doutor Chapatin: O doente / Chaves: Quem canta, seus males espanca! (1973, Reprise de 1972) 144 - O primo do Seu Madruga (1975) 145 - A troca de chapéus (1974) 146 - Os Ladrões: Quem brinca com fogo faz pipi na cama! / Chaves: Uma aula de canto 2 (1973) 147 - A festa da amizade (1973) 148 - A prova de aritmética (1979) 149 - O dia da criança (1979) 150 - O último exame (1979) 151 - Animais proibidos (1976) 152 - Os ladrões / Chaves: Guerra é guerra! (1975) 153 - Chespirito: O piquenique voador / Doutor Chapatin / Chaves: O despejo (1973, Reprise de 1972) 154 - Nas pontas dos pés (1979) 155 - Jogando bola - Parte 1 (1973) 156 - Os atropelados, segunda parte (1973) 157 - O cãozinho Satanás (1979) 158 - Um triângulo amoroso (1974) 159 - Entre touros e chifradas - parte 2 (1976) 160 - Os toureadores - parte 3 (1976) 161 - O homem invisível (1974) 162 - O festival da burrice (1974) 163 - Barquinhos de papel (1976) 164 - Errar é humano - parte 1 (1978) 165 - A nova vizinhança - parte 2 (1978) 166 - Seu Madruga, o conquistador - parte 3 (1978) 167 - O cupido ataca de novo - parte 4 (1978) 168 - O velho do saco - parte 1 (1978) 169 - A bola de boliche - parte 2 (1978) 170 - Quem descola o dedo da bola, número 2 - parte 3 (1978) 171 - O cachorrinho (1979) 172 - De gota em gota, minha mãe fica louca! (1978) 173 - História do Brasil - parte 1 (1978) 174 - A proposta - parte 2 (1978) 175 - Seu Madruga sapateiro - parte 1 (1978) 176 - O sapateiro prodigioso - parte 2 (1978) 177 - Seu Madruga, o sapateiro - parte 3 (1978) 178 - O ladrão da vila (1976) 179 - Um astro cai na vila - parte 2 (1979) 180 - O banho do Chaves (1978) 181 - Mal-entendidos (1975) 182 - As pessoas boas devem amar seus inimigos (1978) 183 - Chiquinha, o terror do cortiço (1975) 184 - O restaurante da Dona Florinda (A Lancherrose de Chaves) (1979) 185 - O exame de recuperação - parte 2 (1976) 186 - O castigo vem a cavalo - parte 3 (1976) 187 - Roupa limpa... suja-se em casa (1976) 188 - A casinha do Quico (1977) 189 - Uma aula de canto (1977) 190 - O dia dos namorados - parte 1 (1979) 191 - O dia de São Valentim - parte 2 (1979) 192 - O disco voador (1977) 193 - O cãozinho da Dona Clotilde - parte 1 (1978) 194 - Pai por algumas horas - parte 2 (1978) 195 - Guerra às crianças! (1979) 196 - Estatísticas - parte 1 (1978) 197 - A perna quebrada - parte 2 (1978) 198 - O dinheiro perdido (1978) 199 - Santa ignorância! (1979) 200 - Invisibilidade (1976) 201 - A escolinha do Professor Girafales (1978) 202 - O concurso de beleza (1978) 203 - Uma aula de história (1979) 204 - O futebol americano (1976) 205 - É duro ser eletricista! (1979) 206 - O violão do Seu Madruga (1978) 207 - Peixe cru faz bem pra memória (1979) 208 - Abre a torneira! - parte 1 (1977) 209 - Pintando a vila, segunda parte (1977) 210 - Um gesseiro de mão cheia - parte 1 (1978) 211 - As paredes de gesso - parte 2 (1978) 212 - Vamos ao cinema? (1979) 213 - O vendedor de balões (1977) 214 - O livro da Chiquinha (1975) 215 - Os Ladrões: Quem convida, paga! / Chaves: Quem baixa as calças, fica sem elas! (1974) 216 - O castigo da escola - parte 1 (1978) 217 - O escorpião - parte 2 (1978) 218 - A venda da vila - parte 1 (1976) 219 - A venda da vila, segunda parte (1976) 220 - Os Ladrões: Boas festas / Balões (1973) 221 - Chaves: As apostas / Os ladrões / Chaves: A escolinha da Chiquinha (1973) 222 - Vizinhança bem educada (1978) 223 - Chespirito: O ensaio/ Chaves: O mistério dos peixinhos (1973) 224 - A louca das escadaria - Parte 1 (1973) 225 - A festança - parte 2 (1973) 226 - Chespirito: Napoleão Bonaparte / Chaves: O calo do Senhor Barriga (1974) 227 - Mistérios na vila, parte um (1977) 228 - Mistérios na vila, parte dois (1977) 229 - Os espíritos zombeteiros - parte 3 (1977) 230 - O caçador de lagartixas (1974) 231 - Chaves: A troca / Chespirito: O dedo-duro / Chaves: O surto de catapora (1973) 232 - Uma epidemia de gripe (1978) 233 - Muito azar na sorte grande (1974) 234 - A fonte dos desejos (1979) 235 - Chaves: A bola / Chespirito: Por uma mulher formosa / Chaves: Grito de Independência / Chaves: Este varal é meu! (1973) 236 - Os Ladrões: As férias dos folgados / Chaves: A casinha do Chaves (1974) 237 - Como sujar uma roupa de festa? (1974) 238 - O trocador de lâmpadas (1975) 239 - Os Ladrões: Uma refeição indigesta / Chaves: Natal, noite de paz! (1974) 240 - A guerra é de terra (1976) 241 - Batendo uma bolinha (1978) 242 - Os Ladrões: O cofre / Chaves: Marteladas / Chaves: Zarabatana e chumbinhos (1973, Reprise de 1972) 243 - Vai graxa? - parte 1 (1979) 244 - O engraxate, parte dois (1979) 245 - Brincando de bombeiros (1975) 246 - Oras, bolas! (1973) 247 - Manual contra ladrões/ Seu Madruga jardineiro (1973) 248 - Pedindo esmola/ Sem escola por um dia (1973) 249 - Barbeiragens na barbearia/ México 73 (1973) 250 - Depois da farra (1973) 251 - O caçador de insetos (1973) 252 - Procura-se o cão! (1973) 253 - Balões e confusões (1974) 254 - Furtos na vizinhança (1974) 255 - Brincando e rebocando (1974) 256 - Os balões estourados (1975) 257 - Seu Madruga leiteiro (1976) 258 - Música para todos! (1976) 259 - Não vá embora, Chaves! (1976) 260 - Chicletes e chapéus (1976) 261 - Seu Madruga, o milionário (1976) 262 - O concurso de bobagens (1976) 263 - Tire suas calças do meu varal! (1976) 264 - Olho por olho, dente por dente... e pata por pata! (1976) 265 - Seu Madruga fica louco, Seu Madruga se atrapalha (1976) 266 - A festa da pichorra (1976) 267 - O porquinho do Seu Madruga (1977) 268 - Viva a amizade! (1977) 269 - Os desenhos das crianças (1977) 270 - Cada um se vira como pode (1978) 271 - A surpresa do professor (1978) 272 - Brincando de astronautas (1978) 273 - Uma noite de insônia (1975) 274 - As tortinhas da Chiquinha (1979) 275 - Os animais da vila (1979) 276 - Epidemia de mentiras (1979) 277 - O paletó do Senhor Barriga (1979) 278 - Sustos e lagartixas (1979) 279 - Cuidando de Dona Florinda (1979) @Odorico Paraguaçu
  5. Doutor Chimoltrúfio
    Doutor Chimoltrúfio respondeu ao tópico de Valette em Exibições Internacionais
    Chaves: México - Sexta-feira, 04 de setembro de 2026 Horário de Brasília 17:30 - Satanás (1976) 18:00 - A grande festa - parte 1 (1976)

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