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Victor235

ELEIÇÕES 2016

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Victor235
Parte dos candidatos do PT esconde estrela e abandona o vermelho

Opositores dizem que desgaste da sigla tem feito petistas adotarem tática.
Em alguns locais, no entanto, símbolos são mantidos em destaque.

27/08/2016 07h51 - Atualizado em 27/08/2016 07h51

Thiago Reis
Do G1, em São Paulo

Candidatos a prefeito pelo PT em parte do país têm trocado o tradicional vermelho por outras cores e escondido o principal símbolo do partido: a estrela.

Adversários políticos dos petistas dizem que os candidatos têm adotado essa estratégia para descolar as imagens deles da sigla.

Desgastado em razão do processo de impeachment de Dilma Rousseff e dos escândalos da Operação Lava Jato, o PT terá, nesta eleição, quase metade dos candidatos a prefeito em comparação com 2012: 992.

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Candidato do PT em São José dos Campos adota o amarelo e o azul (Foto: Reprodução)

Em São José dos Campos (SP), o prefeito e candidato à reeleição Carlinhos Almeida decidiu trocar o vermelho pelo azul e pelo amarelo (cores características do rival PSDB). Também aboliu a estrela; no lugar, há um coração.

"Fui eleito por uma aliança de diferentes forças e nossa candidatura à reeleição também é fruto da união da várias visões em favor de São José. Assim como na eleição passada, nossas cores representam isso. Eu e o Dr. Macedo Bastos lideramos um grupo de dez partidos unidos sob a bandeira da cidade", afirma o candidato.

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Em 2012, campanha de Carlinhos Almeida tinha estrela e número em vermelho em destaque (Foto: Reprodução)

Em Maceió, o candidato Paulão abusa do amarelo e do roxo na página da campanha no Facebook. A estrela não recebe destaque. Só o número 13 é que figura em vermelho. Trata-se de um visual bem diferente da página oficial do candidato, que é deputado federal, onde a estrela do PT ocupa o centro da foto, maior inclusive que a imagem dele.

"Existe uma tendência na suavização das cores no material de campanha. É uma questão gráfica, que vem evoluindo com o passar do tempo. Mas não tem nada a ver com ruptura ou desvinculação com a imagem do partido. O candidato continua firme nos ideais petistas. Ele, inclusive, sempre que pode, faz questão de utilizar as cores do partido durante as convenções ou encontros partidários", afirma a assessoria de Paulão.

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Antes e depois: Paulão muda tons e diminui estrela (Foto: Reprodução)

Em Londrina (PR), a campanha do candidato Odarlone Orente também não destaca a estrela. Ela aparece acanhada antes do cargo que ele pretende ocupar, assim como em outras cidades, em que a estrela aparece quase imperceptível no nome dos candidatos.

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Candidato do PT em Londrina (Foto: Reprodução)

Procurado, Orente diz que o círculo em volta do número representa a “infinitude, a relação que não se rompe e a aliança que quer ter com a cidade”. “A estrela a gente vai continuar utilizando, ela está no material e continuará sendo utilizada. Até porque o candidato é do PT, não tem como fugir disso. Sou filiado desde 1999."

Sobre as tonalidades usadas ao fundo (laranja e amarelo), diz que representa um novo “amanhecer”, que ele e sua equipe querem para a cidade.

“A campanha buscou fugir do tradicional, é uma campanha jovem, por isso há algumas cores diferentes”, afirma ele, que ressalta, no entanto, que “em nenhum momento foi descaracterizado o partido”. “Não há como dissociar a minha figura do Partido dos 
Trabalhadores."

Em Brusque, o candidato Gustavo Halfpap também não usa o vermelho nem sequer no número. A estrela também não aparece. “Nós fizemos assim porque são as cores da nossa cidade. Também temos uma coligação com outros partidos, o PV, o PTC. Foi uma decisão de comum acordo e orientada pela nossa equipe de marketing. São as cores da nossa cidade”, diz.

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Candidato de Brusque diz que utiliza 'cores da cidade' (Foto: Reprodução)

Em São Paulo, o atual prefeito e candidato à reeleição Fernando Haddad divulgou a foto da campanha com uma estrela tímida dentro do 13 apenas. Mas outros materiais, como adesivos, apareceram depois com a estrela em destaque.

Questionado na quinta (25) se o PT pediu que a estrela fosse ampliada, Haddad afirmou: "Não houve nada disso. A decisão é sempre minha". "Eu que tomo decisão sobre o layout da campanha." Perguntado por que resolveu colocá-la pequena dentro do número, disse: "Tomei [a decisão] porque quis. Achei que ficou bonito assim."

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Estrela aparece pequena dentro do 13 de Haddad (Foto: Reprodução)

Contraponto

Essa não tem sido a tônica em todos os estados, no entanto. Em Fortaleza (CE), a candidata Luizianne Lins não só preserva a estrela, como utiliza várias delas. Também faz questão do vermelho-símbolo. Na propaganda gratuita da TV, aparece, inclusive, entrando em um Fusca vermelho com o vice.

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Outros candidatos do partido mantêm as cores e o logo (Foto: Reprodução)

Em Boa Vista (RR), o professor Roberto Ramos também não abandonou o vermelho nem a estrela, pelo contrário.

Avaliação do PT
O vice-presidente nacional do PT, José Guimarães, diz que adotar uma tática de esconder os símbolos do partido é “dar um tiro no pé”. “Essa é uma guerra que alguns setores da mídia querem fazer, que há gente escondendo a estrela. Se alguém estiver fazendo isso, é uma burrice, porque o partido, mesmo com todo o massacre em cima, para surpresa de alguns e tristeza dos mais conservadores está na frente em todas as pesquisas. Portanto, é uma burrice usar essa estratégia. O Lula é o maior transferidor de votos no Nordeste e em várias partes do Brasil.

“Se o Haddad tiver que se eleger prefeito, e eu acho que ele vai crescer e vai conseguir, ele vai se eleger todo mundo sabendo que ele é do PT. Ninguém nega o que é na vida.”

Colaboraram Cau Rodrigues, do G1 AL, Aline Pavaneli, do G1 PR, Filipe Rodrigues, do G1 Vale do Paraíba, Joana Caldas, do G1 SC, William Soares, do G1 SP, G1 CE e G1 RR

G1

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Victor235
Pesquisa: Russomano tem 32,1%; Marta 15,8% e Doria 13,7%

Por: Severino Motta 02/09/2016 às 10:01

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Dessa vez, vai?

Rodada da Paraná Pesquisas realizada entre os dias 28 de agosto e 1 de setembro, quando 1 200 eleitores foram ouvidos, mostra o deputado Celso Russomanno na liderança das intenções de voto para a prefeitura de São Paulo.

Com 32,1%, Russomanno está à frente de Marta Suplicy (15,8%) e João Doria (13,7%).

Como a margem de erro do levantamento é de 3 pontos para cima ou para baixo, Marta e Doria estariam, segundo o instituto, em situação de empate técnico.

Abaixo dos três candidatos está Luiza Erundina, com 7,1% das intenções, Fernando Haddad, com 7% (os dois também empatados tecnicamente), Major Olímpio, com 2,1% e o incansável Levy Fidelix com 1%.

A pesquisa ainda registra 0,8% para Ricardo Young, 0,6% para João Bico e 0,5% para Altino.

O candidato Henrique Áreas não pontuou.

REJEIÇÃO A HADDAD

A pesquisa ainda revela uma alta rejeição a Fernando Haddad. Segundo o levantamento, 46,7% dizem que não votariam no atual prefeito de jeito nenhum. Em seguida vem Marta Suplicy com 23,9%, Erundina com 22,6% e Russomanno com 16,9%.

Ainda na rejeição, Levy Fidelix tem 14,3% e João Doria 13,4%. Os demais candidatos estão abaixo dos 10%.

Outro dado apontado pelo levantamento diz respeito à avaliação da gestão de Haddad.

A pesquisa mostra que 69,6% dos eleitores desaprovam sua administração enquanto 27,3% a avaliam positivamente.

O levantamento da Paraná Pesquisas foi registrado junto ao TSE sob o nº SP- 09071/2016.

VEJA/RADAR ON-LINE

 

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O debate da RedeTV! está sendo exibido no Facebook da emissora: https://www.facebook.com/REDETV/

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Victor235

O debate da Rede TV!, assim como o da Band, está sendo um pouco confuso. Com duas mediadoras, por vezes uma acaba "atropelando" a outra. O tempo de fala não tem tolerância nenhuma. Mesmo quando é notável que falta concluir apenas uma palavra o candidato é cortado. Major Olímpio chegou a ser cortado faltando 3 segundos de seu tempo de fala. Em outra ocasião, Haddad demorou para começar a falar alegando que "o reloginho" não estava ligado. A emissora ainda chegou a fazer um intervalo no meio de um bloco, por falta de se programar melhor para veicular todas as inserções diárias antes da 00h.

Os candidatos, como é de praxe, tem usado bordões como "Martaxa", "PSDB - Pior salário do Brasil", "melhor bancada da bala do que da mala" e outros.

Já Erundina enfim particiou, e trouxe para o debate questões nacionais, como o impeachment (criticando a delimitação de posição do Haddad) e o feminismo (perguntado à Marta sobre o ministério do governo Temer).

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O que aconteceu na cidade que tinha dois candidatos do PSDB:

Rafael Simões é confirmado como candidato do PSDB em Pouso Alegre

03/09/2016 17h50 - Atualizado em 03/09/2016 19h44

Decisão da Justiça Eleitoral foi divulgada na tarde deste sábado (3). 
Ele disputava a candidatura com Chico Rafael, que também fez registro.

Do G1 Sul de Minas

A Justiça Eleitoral decidiu que Rafael Simões será o candidato do PSDB à Prefeitura de Pouso Alegre (MG). A decisão do juiz eleitoral José Hélio da Silva foi divulgada no início da tarde deste sábado (3). Rafael Simões e Chico Rafael haviam registrado suas candidaturas e aguardavam por uma decisão para saber quem seria o candidato oficial do partido. Ainda cabe recurso.

No começo de julho, o diretório estadual do partido conseguiu uma liminar na Justiça para que uma comissão interventora passasse a comandar o diretório de Pouso Alegre. No entanto, a mesa diretora da cidade recorreu e no dia 22, conseguiu retomar o comando. Por isso, no dia 24 de julho, fez a convenção municipal e indicou Francisco Rafael Gonçalves, o Chico Rafael, como candidato do partido.

Um dia depois, o diretório nacional do partido considerou a convenção nula, pois não teria sido informado pelo PSDB local de quais nomes seriam votados, o que está previsto em resolução interna do partido. Quando isso acontece, o próprio estatuto do PSDB passa o direito de indicação ao diretório estadual, o que foi feito. No dia 4 de agosto, o nome indicado foi de Rafael Simões.

Como os dois candidatos registraram as atas com as indicações no cartório eleitoral, a decisão de quem realmente vai concorrer à prefeitura pelo PSDB foi parar na Justiça. O Ministério Público de Minas Gerais também já havia dado parecer favorável para a candidatura de Rafael Simões.

Na decisão deste sábado (3), o juiz diz que não houve surpresa ou atropelo na decisão do diretório nacional, já que a anulação da convenção municipal foi comunicada ao diretório municipal e à Justiça Eleitoral. Na sentença, o juiz indeferiu o registro da candidatura de Francisco Rafael Gonçalves, o Chico Rafael. Chico Rafael informou que vai recorrer para continuar na disputa pela Prefeitura de Pouso Alegre.

Pouso Alegre já tinha definidos outros quatro candidatos a prefeito: pelo PMDB, Alexandre Magno; pelo PV, Ricardo Puccini; pelo PSB, Virgília Rosa e pelo PC do B, Wilson Vicente.

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Rafael Simões (à esquerda) foi confirmado como candidato do PSDB em Pouso Alegre pela Justiça Eleitoral neste sábado (3) (Foto: Divulgação PSDB / Lucas Silveira)

G1 SUL DE MINAS

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Victor235

Brasil à dentro:

Vereador Evandro Reis desiste de concorrer à reeleição em Picos

Filiado ao PSD parlamentar concorreria à reeleição pela coligação “Trabalhando a gente segue em frente”.

JOSÉ MARIA BARROS
03/09/2016 17h22 - atualizado 17h23

Alegando problemas pessoais, familiares e comerciais, o vereador picoense Antônio Evandro Reis Antão (PSD), de 68 anos, renunciou à candidatura à reeleição. O anúncio oficial foi feito neste sábado, 3, durante café da manhã com amigos, correligionários e a imprensa no Buffet La Costa.

Na oportunidade, além de confirmar sua renúncia, o parlamentar anunciou seu apoio à candidatura do engenheiro e empresário do setor de comunicação, Carlos Luís Nunes de Barros (PSDB).

Foto: José Maria Barros/GP1
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Vereador Evandro Reis desiste de concorer (sic) à reeleição

Evandro Reis justificou sua decisão dizendo que era necessário fazer uma reavaliação do processo eleitoral anterior, quando foi eleito vereador e o candidato apoiado por ele, o então deputado Kléber Eulálio, venceu a disputa para prefeito de Picos.

“Nosso grupo não teve o prestígio político e nem o apoio necessários para que pudéssemos atender as necessidades da comunidade. Por isso tivemos muitas dificuldades e, após analisar as questões pessoais, familiares e comerciais, resolvemos não mais concorrer à reeleição” – declarou o vereador Evandro Reis (PSD).

Alternativa

Decidido a não mais disputar as eleições deste ano, o vereador Evandro Reis procurou uma alternativa e o primeiro nome a ser avaliado foi o do microempresário Eli Teles de Medeiros Filho. No entanto, este teve sua candidatura vetada pelo diretório municipal do PCdoB, partido ao qual é filiado.

Foto: Divulgação
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Vereador Evandro Reis (a esquerda) anuncia apoio a Carlos Luís

Foi então que surgiu o nome do engenheiro Carlos Luís (PSDB), que havia abandonado a convenção tucana realizada dia 4 de agosto, insatisfeito com a adesão do partido à candidatura à reeleição do Padre José Walmir de Lima (PT).

Depois de várias conversações, o grupo do vereador Evandro Reis chegou ao consenso e decidiu, segundo ele, por unanimidade, apoiar a candidatura a vereador do engenheiro Carlos Luís (PSDB). Este tentará uma vaga na Câmara Municipal de Picos pela coligação “Juntos para continuar crescendo”, formada pelos partidos do PDT, PSL, PTC, PSDB, PPL, PMN e PCdoB e que tem como candidato a prefeito o Padre Walmir (PT).

Embora vote em Carlos Luís, o vereador Evandro Reis não garante apoio ao prefeito Padre Walmir. Segundo ele, ficou acertado que cada liderança do seu grupo está livre para decidir em quem vai votar para o Palácio Coelho Rodrigues. Ele, em particular, continua em cima do muro e diz que no momento oportuno vai anunciar sua posição.

Eleição passada

Nas eleições de 2012 Evandro Reis era filiado ao PTB e concorreu a uma cadeira de vereador pela coligação “Coragem para Mudar”, composta pelos partidos do PTB, PMDB e PSDB. Conquistou 1.498 votos, equivalente a 3,79% dos votos válidos, e foi eleito.

Único vereador de Picos eleito pelo PTB em 2012, dois anos depois Evandro Reis rompeu com o deputado Nerinho (PTB) e, no pleito de 2014 apoiou o advogado Severo Eulálio Neto (PMDB), filho do então prefeito, Kléber Eulálio.

Sem espaço dentro do PTB após essa decisão, Evandro Reis acabou deixando a sigla em março deste ano e se filiando ao PSD, liderado em Picos pelo empresário Francisco da Costa Araújo Filho, o Araujinho.

GP1

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Victor235

MINAS GERAIS:

Candidatos a prefeito em BH têm gastos de campanha abaixo do esperado

Candidatos à Prefeitura de Belo Horizonte declararam ao TRE-MG a intenção de gastar até R$ 34,7 milhões, mas balanço das duas primeiras semanas indica que valor deve ser menor

postado em 04/09/2016 06:00 / atualizado em 04/09/2016 07:29
Isabella Souto /

Os 11 candidatos a prefeito de Belo Horizonte já movimentaram nas contas bancárias R$ 4.871.174,57 nas primeiras duas semanas de campanha eleitoral. Do total de dinheiro arrecadado em doações dos seus partidos ou de terceiros e do próprio bolso, sete deles já gastaram R$ 1.562.504,94 – até a tarde de sexta-feira o site do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) ainda não tinha disponíveis os gastos dos candidatos João Leite (PSDB), Marcelo Álvaro Antônio (PR), Maria da Consolação (PSOL) e Vanessa Portugal (PSTU). Embora todos tenham declarado a intenção de gastar até R$ 34.706.589,41 na disputa (limite estabelecido na legislação eleitoral), os números até o momento mostram que as cifras serão bem inferiores.

Até mesmo o candidato com a conta mais recheada está bem longe da previsão apresentada ao TRE ao registrar sua candidatura. O deputado federal Rodrigo Pacheco (PMDB) lidera o ranking financeiro com R$ 1,165 milhão disponível para gastar, dos quais R$ 650 mil vieram do próprio bolso. Por enquanto, a campanha já consumiu R$ 351,8 mil com publicidade, despesas com pessoal, material gráfico e contratação de pesquisas. E a disposição para gastar é grande: o total de despesas já contratadas pela campanha – mas ainda não realizadas – e registradas no TRE chega a R$ 1,62 milhão.

Quem também não pode se queixar de falta de dinheiro, pelo menos se comparado com os adversários, é o deputado federal Marcelo Álvaro Antônio (PR), cuja conta-corrente já recebeu pouco mais de R$ 982 mil – dinheiro repassado pelo seu partido. A conta de Luis Tibé (PTdoB) já recebeu exatos R$ 646.841,97 em depósitos – 99,07% do valor repassado pelo seu partido. Até a sexta-feira, pouco mais de R$ 638 mil já haviam sido gastos. O candidato, conhecido em eleições anteriores pelos inúmeros carros de som que contrata para pedir votos pela cidade, já gastou R$ 63.603 com essa estratégia de campanha.

O vice-prefeito Délio Malheiros (PSD) contabiliza R$ 750,75 mil, dos quais R$ 250 mil saíram do próprio bolso. Com a produção de programas de rádio e televisão, adesivos, impressos e impostos, ele já gastou R$ 62.349,91. O empresário Alexandre Kalil, ex-presidente do Clube Atlético Mineiro, Alexandre Kalil já tem R$ 420 mil para gastar e contratou, por enquanto, R$ 164.244,10 em serviços. Mas saíram da conta mesmo, R$ 5.881,60.

O deputado federal Reginaldo Lopes tinha até sexta-feira R$ 301,5 mil para tentar se eleger prefeito, R$ 300 mil repassados pelo PT. Já foram declarados gatos de R$ 127,60 com taxas bancárias e R$ 1,5 mil com locação de veículos.

Doações

O deputado estadual Sargento Rodrigues (PDT) tem pouco menos da metade de seu concorrente petista: tirou da carteira R$ 50 mil e recebeu do partido R$ 94 mil. Por enquanto, gastou pouco mais de R$ 93 mil com publicidade, correspondências, instalação do comitê de campanha e locação de bem móvel. O PROS repassou para a campanha do deputado federal Eros Biondini R$ 100 mil, enquanto outros R$ 28,2 mil vieram de doações de pessoas físicas. Até ontem, a única movimentação divulgada no site do TRE foi de R$ 30 com a criação e inclusão de dados em sites na internet. As duas mulheres que disputam a cadeira hoje ocupada por Marcio Lacerda (PSB), Vanessa Portugal (PSTU) e Maria da Consolação (PSOL), são aquelas que dispõem de menos dinheiro para pedir votos: R$ 1.897 e R$ 10 mil, respectivamente. Não há registro de gasto das campanhas no site da Justiça Eleitoral.

ESTADO DE MINAS

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VALE DO PARAÍBA:

Desgaste da sigla faz PT reduzir candidaturas a prefeituras na região

04/09/2016 08h58 - Atualizado em 04/09/2016 16h00

PT lançou oito concorrentes, um terço do número de candidatos em 2012.
Em Jacareí, ciclo de 16 anos de petistas à frente do Paço chega ao fim.

Poliana Casemiro
Do G1 Vale do Paraíba e Região

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Processo de impeachment de ex-presidente deu início a desgaste da sigla (Foto: Divulgação/PT)

A crise nacional que o Partido dos Trabalhadores (PT) enfrenta abalou a legenda também na esfera municipal. Na eleição de outubro, serão apenas oito candidatos ao cargo de prefeito concorrendo pela legenda nos 46 municípios da região - um terço do número de candidatos em 2012, quando eram 24 postulantes. O partido também enfrentou recentemente debandada de seis dos dez prefeitos eleitos pela sigla no Vale e região há quatro anos.

O desgaste da sigla começou depois do início das investigações da operação Lava Jato, que envolveu integrantes da cúpula do partido e se agravou com a abertura do processo de impeachment que culminou na cassação da presidente Dilma Rousseff nesta quarta-feira (31).

Segundo levantamento feito pelo G1 com os dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), apenas sete cidades vão ter candidato pela legenda no pleito para o executivo. Entre as cidades que contam com a participação na corrida eleitoral estão Arapeí, Bragança Paulista, Cachoeira Paulista, Guaratinguetá, Ilhabela, São José dos Campos, Taubaté e Ubatuba.

O número é menor que o de candidatos eleitos para o cargo pela sigla na última eleição Em 2012, o PT havia garantido uma fatia de 21% dos prefeitos nas 46 cidades da região e conquistado algumas vitrines políticas como São José dos Campos, Ubatuba, Jacareí e Bragança Paulista.

Troca de partido
Com o desgaste, prefeitos eleitos pelo PT em seis cidades deixaram o partido. São eles os de Roseira, Santa Branca, Cachoeira Paulista, Santo Antonio do Pinhal, Nazaré Paulista e Piquete. Os prefeitos foram para partidos como PSD, PSB e PR. 
O número de candidatos a prefeito pelo PSB, no comparativo entre 2012 e 2016, saltou de 12 para 20 na região; pelo PSD de nove para 11 e no PRB de 9 para 14 candidatos neste ano.

Jacareí
Em Jacareí, o desgaste levou ao fim um ciclo de dezesseis anos do partido na comando do executivo. O atual prefeito, Hamilton Motta (PT), não pode tentar a eleição porque encerra seu segundo mandado, mas o partido optou por não lançar um sucessor pela legenda.

O diretório regional do PT informou que apesar do baixo número de candidatos, a sigla pretende mostrar que tem representatividade. “Dentro do conjunto de mudanças do cenário político nacional é natural que o impacto tenha tocado o pleito regional. No entanto, vemos isso como uma renovação e vamos mostrar que temos fôlego na região. Passamos por um golpe e por outras situações e nem por isso o partido se diluiu”, explicou a sigla em nota.

Sobre a perda da cadeira em Jacareí, o PT informou que apoia a candidatura do PSD, com vice do PT. “Nesses 16 anos, outros partidos participaram da nossa administração. Portanto, abrimos espaço para que outro candidato desse coletivo concorresse. A sucessão se discute partidariamente, mas também no âmbito do projeto. E o projeto é também do PT”, explicou.

Análise
Para o filósofo político e professor da Universidade de Taubaté, César Augusto, para parcela da população relacionar os acontecimentos no âmbito nacional com o cenário municipal é inevitável.

"O PT já era fraco na região mesmo antes do desgaste, isso porque fazemos parte de uma região tradicional, reduto de partidos de defesa da família, da defesa do patronal por causa da geração de emprego do setor automobilístico. As pessoas têm medo do que foge disso. As pessoas temem mais a ideia de elegerem um prefeito corrupto que a ideia de ter um vereador corrupto, por exemplo. A presidência é o supremo do executivo e a relação é inevitável", explicou.

G1 VALE DO PARAÍBA E REGIÃO

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Victor235

Em município do Espírito Santo, duas grandes coligações disputam a prefeitura:

Disputa radicalizada na terra natal do governador Hartung

04/09/2016
às 19:32

A disputa eleitoral em Guaçuí, sul do Estado, está polarizada entre a prefeita Vera Costa (PDT) e o empresário José Luis Carvesan (PSB). A disputa chama atenção porque acontece na cidade natal do governador Paulo Hartung (PMDB).

Mas, diferentemente de seu principal desafeto, Renato Casagrande (PSB), que vem acompanhando de perto a eleição em Castelo, onde seu irmão Cezar Casagrande (PSB) é candidato, o peemedebista não tem dedicado muita atenção a Guaçuí.

Com a ex-deputada estadual Fátima Couzi fora da cidade, o embate indireto dela com o grupo do ex-prefeito Luiz Moulin também não deve acontecer este ano. Um nome que deve ter peso na disputa como apoiador é o ex-prefeito da cidade Luciano Machado, que é ex-marido de Vera Costa. Dependendo de sua atuação, ele pode pesar no palanque, embora tenha perdido a última eleição que disputou.

A prefeita, porém, tem outras preocupações, como o desgaste eleitoral dos atuais gestores municipais. O vice, Miguel Riva (SD), é um reforço no palanque, assim como os dez partidos que apoiam a reeleição da prefeita. Estão ao lado de Vera Costa PDT, PEN, PP, SD, PSC, PPS, PMN, PHS, Pros, PSD, PSDB, PSL, PTN e PCdoB.

O adversário Carvesan também compensa em apoios em seu partido, com outras dez siglas apoiando sua candidatura: DEM, PMDB, PR, PRB, PRP, PRTB, PSB, PSDC, PT, PTB, PTC, PTdoB e PV. O empresário se apresenta como novidade no pleito, tentando fugir do embate tradicional dos grupos da cidade. Mas o vice tem experiência política, o vereador por três mandatos, Carlos Romeu (DEM).

SÉCULO DIÁRIO

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Victor235
Mulher Vulcão, Rambo, Tiririca Cover: veja os nomes diferentões da eleição

Aliny Gama
Colaboração para o UOL, em Maceió 05/09/2016 06h00

Arte/UOL
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Toda eleição é assim. Entre os diversos candidatos, há sempre aqueles com nomes estranhos, apelidos inusitados. Neste ano, há vários. É a Mulher Vulcão, o Bilão Barbosa, Acorda Cedo, Theo Tereu Teu Teu, Feliz Show Tchê Tchê Tchê, He-Man, Tarzan, Hulk, Barbie e Chapolin.

O UOL pinçou do banco de dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) vários apelidos engraçados ou estranhos nos registros das mais de 480 mil candidaturas para prefeito, vice-prefeito e vereador nas Eleições 2016.

Normalmente essas pessoas já utilizam esses nomes no seu dia-a-dia. É o caso da Mulher Vulcão, ou Sheila de Oliveira Soares, 31, que tem como bandeira o combate à "gordofobia". E do Rambo de Natal, ou Tiago Silva de Oliveira, 40, conhecido na capital potiguar por ajudar voluntariamente a organizar o trânsito, vestido do personagem de Silvester Stallone.

A legislação permite que apelidos sejam usados nos nomes de urna de candidatos. O artigo 31 da resolução de número 23.455 do TSE define as regras sobre isso. O nome pelo qual o candidato é mais conhecido é liberado, desde que não se estabeleça dúvida quanto a sua identidade, não atente contra o pudor e não seja ridículo ou irreverente.

"Cabe ao magistrado com o poder discricionário fazer a identificação se o nome extrapola ou não a regra eleitoral no sentido de poder ou não ser utilizado. É importante lembrar que não é permitida a utilização de expressões ou siglas junto ao nome que remetam a qualquer órgão da administração pública, como "fulano do INSS", "fulano dos Correios", afirma o advogado Gustavo Pontinelli, que atua na área de direito eleitoral.

Refeição completa
Pimenta, cheiro verde, colorau, peixe e cenoura. Não é uma lista de compras no mercado, mas candidatos que concorrem nestas eleições. Pimenta de Rondônia (PSOL-RO), por exemplo, é candidato ao cargo de prefeito de Porto Velho (RO). Cheiro Verde (PTB-RR), Colorau (PSOL-PB), Peixe (PSC-MS) e Cenoura (PSL-MT) concorrem aos cargos de vereador em Boa Vista, João Pessoa, Campo Grande e Cuiabá, respectivamente.

Ainda há outros nomes de alimentos para quem quer aumentar o cardápio, como Bife (PRTB-PA), Bisteca (PPL-CE), Arroz (PTC-PB), Sardinha (PSDC-RO), Banana (PDT-AM), Melancia o amigo de vocês (PSDC-GO), Açúcar (PMDB-PE) e Amendoim (PTN-PR).

Divulgação
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Em cima do sucesso do original, tem o candidato a vereador Tiririca Cover

Na esteira do sucesso de votos e mídia do deputado federal Tiririca (PR-SP), há as referências explícitas, como Tiririca Cover (Pros-MA), Tiririca (PEN-RS) e Romilson Tiririca (PSB-PE). E uma porção de "palhaços" como Palhaço Soneca (PPS-SE), Alex O Palhaço (PTB-GO), Palhaço Birinbelo (PMDB-AL), Palhaço Chapuleta (PEN-PE), Palhaço Bombom (PMB-AM), Palhaço Lero Lero (PSB-AM) e Palhaço Quiabo (PTN-AM).

Há opção também para quem aposte em outros famosos como: Amado Batista (PSOL-RN), Djavan (PV-PA), Lobão (PR-AL) e até Chimbinha Cearense (PPS-CE).

O mundo do cinema e da televisão também tem seus representantes: He-Man (SD-PI), Tarzan (PSL-MT), Rambo de Natal (PSDC-RN) , Hulk (PSB-PR), Barbie (PSD-RO), Branca de Neve (DEM-SE), Chapolin (PHS-SE), Vin Diesel Curitibano (SD-PR) e Darth Verde (PCdoB-GO).

A religião também comparece: Jesus (PSC-PE), Motoboy de Jesus (Rede-SE), Maria do Deus Proverá (PSDC-PI), Carlos do Exército de Cristo (PRB-PE) e Obreiro Luiz Decente Corajoso (PTN-SE).

Membros do corpo também foram usados como apelido de candidatos. Na lista aparecem: Pescocinho (PSDC-RN), Orelha (PV-SE), Queixinho (PSB-RS) e até o candidato Sem Braço (PEN-TO).

O candidato a vereador Ferruja (PMDB-MT) aproveitou o apelido que levou por ter sardas alaranjadas na pele e registrou como seu nome de urna para concorrer ao cargo no município de Novo São Joaquim (MT).

A lista de nomes de animais também é extensa. Estão presentes Abel Galinha (DEM-RR), que concorre a prefeito de Boa Vista. Estes são candidatos a vereador: Jacaré (PP-MA), Tigrão (PTN-RR), Tatu (DEM-AP), Peba, espécie de tatu, (PR-PE), Pinguim Pelejador (PRTB-RS), Bode Ceará (PPL-AM), Cesar do Bode (PSD-PE), Papagay-De-Ouvido (PRP-GO), Cabra da Bahia (PTC-BA), Felina do Povão (Pros-BA), Evaneide "A Gata" (PSDC-MT) e Cowboy Urso Manco (SD-PR).

E ainda uma gama de outros apelidos de difícil classificação: Mulher Vulcão (PV-RN), Bilão Barbosa (PT-CE), Acorda Cedo (PDT-CE), Barrufão (PSD-MT), Feliz Show Tchê Tchê Tchê (PPS-RJ), Theo Tereu Teu Teu (PPS-MG) e Wilton Bilolinha (PHS-PE). Na lista, ainda constam Bigodinho (PV-SE), Bigode dos Rodoviários (PMB-AM), Bigode Mecânico (PRB-AC), Bigode da Zona Leste (PR-AM), Bigode do Santa Maria (PMDB-SE), Pokemón Go (DEM-SC), Mosquito Engraxate (PSD-SP), Erivelton Já Morreu (PMDB-TO), entre outros.

Rambo

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Tiago Silva de Oliveira, 40, o Rambo de Natal, veste-se do personagem há pelo menos duas décadas e aproveita a fama para se candidatar

Quem anda pelas ruas de Natal já deve ter encontrado o Rambo de Natal e sua famosa bazuca ajudando as pessoas a atravessarem as ruas e tentando ordenar o trânsito em áreas de congestionamento. O comerciante Tiago Silva de Oliveira, 40, se veste do personagem há pelo menos duas décadas e, devido à sua popularidade, resolveu se candidatar ao cargo de vereador em Natal.

Caso seja eleito, ele destaca que vai elaborar leis contra a corrupção e fiscalizar os trabalhos da administração municipal. "Não estou candidato por brincadeira, estou para fazer valer o voto e para aprovar projetos em benefício de todos", afirma o Rambo de Natal.

Mulher Vulcão

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A "Mulher Vulcão", Sheila de Oliveira Soares, 31, se lançou candidata a vereadora em Natal (RN), aproveitando sua popularidade como modelo plus size.

Conhecida no Rio Grande do Norte por "Mulher Vulcão", a dona de casa Sheila de Oliveira Soares, 31, lançou-se candidata à Câmara em Natal para aproveitar a sua popularidade que conseguiu nos últimos anos como modelo plus size e dançarina. Sheila conta que o apelido de "vulcão" foi dado por um amigo ao definir o seu corpo e a sua personalidade marcantes.
Negra, acima do peso e única mulher no Partido Verde como candidata à Câmara de Vereadores do Natal, Sheila diz que tem a responsabilidade de levantar as bandeiras contra o preconceito racial, o machismo, violência contra mulheres e a gordofobia.

"Recebi vários apelidos por ter o bumbum avantajado, como 'mulher abóbora', mas 'mulher vulcão' foi o de que gostei porque eu sou uma gordinha desinibida, que não deixo de viver por conta do meu corpo ser fora dos padrões estipulados pela sociedade. Adoro dançar, brincar e me divertir, porém tenho personalidade forte e luto contra regras, porque não existe um só padrão", destaca.

Barrufão

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Em Barra do Garças (MT), "Barrufão", que hoje se candidata a vereador, é famoso pela carne de bode que vende

Se alguém andar pela feira de Barra do Garças (MT) e perguntar onde fica a barraca de Reginaldo Pedro da Silva, 56, certamente não vai conseguir achar. Mas, se procurar por "Barrufão", logo vai localizar o comerciante e comprar cortes de carne de bode. Ele conta que recebeu o apelido aos 13 anos, logo que chegou na cidade vindo de Bezerros (PE).

"Eu estava como goleiro num jogo de futebol com amigos e, ao agarrar uma bola, o chão de terra levantou poeira. Os colegas começaram a me chamar de 'barrufão' e até hoje é assim". Ele tenta pela segunda vez ocupar uma cadeira na Câmara. Na eleição de 2008, quando concorreu ao cargo pela primeira vez, Barrufão obteve 184 votos.

Dentre os projetos de campanha, o comerciante pede um abatedouro público e que a feira da cidade seja coberta para proporcionar mais conforto aos comerciantes e clientes.

Pimenta de Rondônia

O candidato à Prefeitura de Porto Velho (RO) Nascimento Antonio da Silva, 52, registrou o apelido de Pimenta de Rondônia (PSOL-RO) como nome de urna para ser usado na próxima eleição. Ele conta que a origem do apelido ocorreu ao se mudar da cidade de Pimenta Bueno (RO), onde nasceu, para trabalhar em Porto Velho.

"Eu era ágil no trabalho e começaram a me chamar de pimenta, mas também por conta do nome da minha cidade", explica. Tempos depois, ele foi morar em Manaus (AM), e havia outro com apelido de "Pimenta". "Para distinguir quem era quem, o chefe disse esse fica só 'Pimenta' e você 'Pimenta de Rondônia'. Meu apelido nunca me atrapalhou e hoje todo mundo só me chama por ele", afirma.

Esta é a primeira vez que Pimenta concorre ao cargo de prefeito de Porto Velho. Na última eleição, ele se candidatou a governador de Rondônia. "Apesar de nossa campanha ser feita com a cara e a coragem, porque não temos dinheiro, estou com boas propostas de combate à corrupção e para melhoria da população", disse Pimenta de Rondônia. Na última pesquisa Ibope, ele pontuou com 3% das intenções de voto.

UOL

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Victor235

RIBEIRÃO PRETO

Na cola do candidato: Doutor Hermenegildo distribui panfletos no Calçadão

Portal Revide acompanha candidatos a prefeito de Ribeirão Preto em atividades pela cidade; neste fim de semana foi a vez do postulante do PSOL

LEONARDO SANTOS 05 SET 2016 08H02

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O médico Hermenegildo de Martin (Psol), candidato a Prefeitura de Ribeirão Preto, fica o tempo inteiro junto da mesinha que serve como base dos candidatos do partido dele, no Calçadão. Enquanto os pretendentes a uma cadeira na Câmara Municipal se reúnem para gravação do programa eleitoral, ele distribui panfletos para quem passa pelo local.

Há sempre alguém para conversar e pedir o voto. Conselheiro do Botafogo, o futebol, além da política é um dos assuntos tratados. Outro torcedor botafoguense, que passa pelo local, e que reconhece Hermenegildo das partidas no Santa Cruz, para e conversa sobre a equipe, que nesta segunda-feira, 5, enfrenta o Guarani, pela Série C, em busca da classificação para a segunda fase.

Ao menos no futebol ele está otimista e espera a vitória para a equipe já entrar no clima para a fase decisiva do torneio, que classificará para a segunda divisão do Brasileirão. Quando a conversa termina, o colega vai embora, mas não demora muito para outros conhecidos passarem pelo local.

Um deles, é o candidato da Rede, Fábio Zan, que gravava entrevista para uma emissora de televisão, e tinha marcado o coração de Ribeirão Preto como ponto de encontro. Minutos depois, é a vez de outro candidato, João Gandini (PSB), que também pedia votos no Centro da cidade.

Quando o assunto é política, o ponto da conversa são os acontecimentos que marcaram o município durante a semana, com a Operação Sevandija, da Polícia Federal e do Ministério Público, que investiga fraudes e desvios na prefeitura e possível tráfico de influência na Câmara.

Para ele, tem muita gente que participa dessa rede de corrupção, “uns com mais, outros com menos”, aponta o médico, que espera que a justiça seja feita. Ele também analisa os efeitos da corrupção para os problemas da cidade. E por isso, acredita que precisa ser dado um basta, para a melhora da cidade, do estado e do País.

Hermenegildo também comenta a decisão de partidos adversários na disputa, principalmente os ditos de esquerda, que nesta campanha deram um basta na cor vermelha, um dos símbolos da causa, que tem sido escondido na campanha, até por aqueles que sempre a exibiram.

“O nosso partido tem o vermelho e o amarelo, para distinguir de um partido que usa o vermelho e está cheio de corrupto. Agora até com a cor eles estão cheios de vergonha”, disse em referência ao PT.

Curiosamente, poucos minutos depois, passa pelo local um político justamente do PT, o vereador Jorge Parada, que para e conversa, principalmente sobre a correria da campanha, este ano mais curta do que nos anos anteriores. Por isso, a correria do dia a dia, que para Hermenegildo, “não é fácil não”, principalmente para os partidos que não realizaram coligações, como o dele, e que tem poucos segundos de tempo na televisão e no rádio.

“O sistema não favorece a democracia. Devia ser dividido para cada partido igual. A minirreforma eleitoral conseguiu deixar um negócio pior”, analisa Hermenegildo. Ele aponta que o tempo é muito curto para campanha, já que os 45 dias delimitados pela justiça eleitoral passam muito rápido, na correria.

Foto: Leonardo Santos

REVIDE

@Ramyen Chapatin

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Victor235
Com candidatos no Rio e SP, PRB quer alcançar novo patamar

Candidatos da sigla lideram disputa nas duas principais capitais do país

por Silvia Amorim
05/09/2016 4:30 / Atualizado 05/09/2016 9:34

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O candidato do PRB à Prefeitura do Rio, Marcelo Crivella - Domingos Peixoto / Agência O Globo

SÃO PAULO - Aspirante a elite partidária brasileira, o Partido Republicano Brasileiro (PRB) tem ostentado nesta eleição uma posição cobiçada por pesos-pesados da política nacional. Lidera a disputa para prefeito nas duas maiores cidades do país, Rio e São Paulo, deixando para trás candidaturas apoiadas por PMDB, PSDB e PT.

Por ser um partido desconhecido da maior parte do eleitorado e governando apenas 1% das prefeituras do país (todas de pequeno porte e, em sua maioria, no Nordeste), a performance vem sendo encarada como façanha no PRB. Uma vitória no Rio ou em São Paulo pode pôr a sigla num outro patamar no xadrez político nacional.

Hoje, a legenda comanda o Ministério da Indústria e Comércio, mas não tem governador; apenas 78 prefeitos, sendo no Maranhão o seu melhor desempenho. É nesse cenário de tímida expressão nacional que o favoritismo, até o momento, nas duas grandes metrópoles chama a atenção.

Pesquisa Datafolha divulgada no dia 26 mostrou o senador licenciado Marcelo Crivella (PRB) com 28% das intenções de voto, 17 pontos porcentuais à frente do segundo colocado, Marcelo Freixo (PSOL), na corrida pela prefeitura do Rio.

Em São Paulo, o deputado Celso Russomanno (PRB) registrou 31%, 15 pontos a mais do que a vice-líder, Marta Suplicy (PMDB), seguida por Luiza Erundina (PSOL), Fernando Haddad (PT) e João Doria (PSDB). Resultados similares foram encontrados pelo Ibope na mesma semana para as duas cidades.

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Na eleição de 2012, o PRB viu Russomanno liderar a disputa no primeiro turno até uma semana antes da eleição, mas ele acabou fora do segundo turno após ser bombardeado pelas campanhas do PT e PSDB por causa de uma proposta polêmica para a tarifa de ônibus e pela ligação do seu partido com a Igreja Universal do Reino de Deus. Este ano, Russomanno segue, até agora, sem ser o alvo preferencial da artilharia dos principais candidatos.

O partido está investindo pesado nas campanhas. Numa condição financeira melhor do que quatro anos atrás, será o principal financiador de Crivella e Russomanno. Dos recursos arrecadados até agora — R$ 1,9 milhão pelo senador e R$ 1,4 milhão pelo deputado — 100% vieram do Fundo Partidário. Em 2015, o partido recebeu R$ 38 milhões em recurso públicos, 4,5% do total distribuído pelo governo. Em 2010, a fatia do PRB não era nem 1%.

O salto financeiro é resultado do crescimento da bancada de deputados federais que a sigla registrou em 2014 — de oito para 21. Hoje, o partido tem 22 deputados e um senador, o que faz dele a décima força política da Câmara.

Apesar dos esforços da legenda para distanciar sua imagem da Igreja Universal, o perfil evangélico de sua bancada permanece 11 anos após sua criação: 18 dos 22 deputados federais são evangélicos (dez deles ligados à Universal) com forte ação conservadora na defesa de projetos como a “cura gay” ou o veto a que transexuais usem seus nomes sociais na administração pública.

Russomanno é católico e tem se irritado com perguntas sobre a relação do partido com a Universal.

— Não vou discutir religião — disse ele, numa sabatina realizada em julho.

Crivella é bispo licenciado, mas também evita entrar nesse debate. Na eleição de 2014 a governador, disse:

— Vamos tratar do que o povo quer, não é guerra religiosa.

O GLOBO

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Ramyen Matusquela

Victor, quase todo dia vem candidato aqui na loja. Até meu vizinho se candidatou. Agora o Hermenegildo eu cumprimento ele sempre. Mas e você? Acha que o Nogueira ganha do Rafael Silva?

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Victor235

Acompanho mais da minha cidade e de São Paulo/SP, mas me parece que o Ricardo Silva, assim como seu pai (o deputado Rafael Silva), tem muita popularidade.

Apesar que o Duarte Nogueira também é bem conhecido na região, pra deputado chegou a fazer campanha por aqui.

Gostei do logotipo do Ricardo Silva, que do jeito que fizeram ao mesmo tempo é uma letra R (de Ricardo e Rafael) e o número 12, seu número. Bem sacado.

Já a propaganda do cara que ficou no lugar do Chiarelli é tão rápida que seu logotipo pisca na tela como um frame da Jequiti, nem dando pra ler o nome do candidato.

E o candidato apoiado pela prefeitura atual (Coligação PTB/PSD) parece que está mal, né? Também, com aquela prefeita que vocês gostam de eleger :vamp:

A mesma coisa em Araraquara/SP, o candidato apoiado pela administração atual vai mal.

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Ramyen Matusquela

E o engraçado é que quem fala é o Chiarelli. 

Já o Rodrigo Camargo(PTB), tá mal. Nem em terceiro deve ficar.

Sobre a Darcy, creio que aqui ela não vence de novo, se tentar daqui quatro anos. Ainda mais depois desse último episódio.

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Guest
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