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https://exame.com/brasil/reuniao-de-conciliacao-dos-correios-tem-clima-tenso-greve-continua/

A greve dos Correios continua.

Não houve acordo na audiência de conciliação desta sexta-feira entre os representantes dos trabalhadores e a empresa.

A paralisação será julgada no próximo dia 21 de setembro de 2020 no Tribunal Superior do Trabalho.

O clima foi de tensão na audiência virtual de conciliação da greve dos Correios, que durou mais de duas horas.

Segundo informações dos sindicatos dos trabalhadores presentes à reunião, a direção dos Correios não apresentou uma contraproposta. 

A greve completou 25 dias hoje.

Agora, o caso será levado a julgamento no Supremo Tribunal do Trabalho.

A expectativa é que isso aconteça por volta do dia 21. “Até lá, a greve continua”, diz Marcos Cesar Alves, vice-presidente da Associação dos Profissionais dos Correios.

 

  • Sad 1

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https://exame.com/economia/magalu-e-amazon-estao-interessadas-na-compra-dos-correios-diz-ministro/

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, afirmou que há cinco empresas interessadas na privatização dos Correios.

Em transmissão ao vivo nas redes sociais, Fábio Faria citou quatro empresas : a varejista Magazine Luiza, o gigante americano do e-commerce Amazon e as empresas de logística estrangeiras DHL e FedEx.

“O importante é que já tem players interessados. O Magalu é um deles, a Amazon, a DHL e FedEx. Já tem pessoas, grupos interessados na aquisição dos Correios, então isso é importante, porque não teremos um processo de privatização vazio.”

Magalu e Amazon estão entre os gigantes que travam uma corrida no comércio eletrônico brasileiro para reduzir os prazos de entrega de seus produtos e conquistar mais clientes.

O aumento das vendas no Rio de Janeiro estimularam inclusive a decisão do Magalu de abrir um centro de distribuição no estado neste ano e lojas físicas a partir do ano que vem.

Fábio Faria disse que o Congresso Nacional deve decidir como funcionaria o controle acionário e as obrigações da empresa que vier a comprar os Correios no processo de privatização.

“Tem empresas interessadas em ocupar esse espaço, e elas sabem que você recebe o bônus e o ônus também, mas é uma empresa saudável.”

O ministro disse que pediu para que o tema ficasse sob sua responsabilidade no ministério e que conversará com líderes do Congresso e os presidentes da Câmara e do Senado para articular a tramitação do projeto de privatização.

Além disso, ressaltou que temas específicos, como a universalização dos serviços, também serão discutidos pelos parlamentares :

“Em relação à universalidade das entregas, entregar no interior da Amazônia, Rio Grande do Sul, outros estados, em relação a funcionários, quem for bom vai continuar, até porque a empresa tem de continuar, o debate disso é no Congresso Nacional.”

O ministro usou a greve dos funcionários dos Correios como um argumento para a privatização. Fábio Faria criticou a paralisação em meio à pandemia e afirmou que isso não aconteceria em uma empresa privada.

“Eu nem entrei no mérito da greve, quem debateu isso foi o próprio presidente dos Correios. Acho que isso [a greve] foi muito ruim pra eles, porque é um momento em que todos precisam dar o melhor de si.”

 

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https://exame.com/brasil/greve-dos-correios-sera-julgada-na-segunda-o-que-pode-acontecer/

A paralisação dos Correios, que já dura um mês, irá a julgamento na próxima segunda, dia 21 de setembro de 2020, no Tribunal Superior do Trabalho (TST), a partir das 13h30.

Existem pelo menos três desfechos possíveis, em meio a um cenário no qual nenhum dos dois lados abriu mão de sua posição.

Não houve acordo entre os representantes dos funcionários e a direção da empresa no último dia 11, quando foi realizada a audiência de conciliação. O clima permanece tenso.

Agora, o TST tem algumas possiblidades a sua frente. A ministra Kátia Arruda, relatora do processo, já antecipou que o acordo coletivo assinado em 2019, ponto central da discórdia entre a empresa e os funcionários, pode passar por ajustes.

A decisão, no entanto, poderá envolver aspectos jurídicos mais complexos. Em agosto, o Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu que o acordo coletivo deveria ser suspenso em função do coronavírus.

A via do meio é umas das opções que os ministros do TST estão analisando. Eles podem determinar que algumas cláusulas do acordo devem ser mantidas, como o custeio de boa parte do plano de saúde. Outras, como o bônus de Natal e o auxílio-creche para crianças de até sete anos, podem continuar suspensas, sob a argumento de que o país foi atingido por uma crise sem precedentes por causa da pandemia.

Também está na mesa a possiblidade de acatar a decisão da estatal de manter suspenso o acordo coletivo em função da turbulência econômica provocada pelo coronavírus.

Os sindicatos da categoria já marcaram uma assembleia para as 19h de segunda-feira para decidir o que fazer diante da decisão do TST. “Queremos também a manutenção da estabilidade no serviço público e estamos na luta para evitar a privatização dos Correios”, diz José Aparecido Gandara, presidente da Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores dos Correios (Findect). “Temos mais de 200 deputados ao nosso lado em relação à oposição à venda da empresa”.

Caso o TST decida que o acordo coletivo deva ser suspenso, os funcionários da estatal podem continuar em greve.

Ao mesmo tempo, a direção dos Correios sustenta que o processo de privatização, do qual os sindicatos discordam, já está em andamento. “Concordo plenamente com a posição do governo de que o projeto de desestatização dos Correios precisa ser encaminhado ao Congresso”, disse o presidente da estatal, Floriano Peixoto, em entrevista à EXAME. “É preciso transformar os Correios em uma empresa moderna, eficiente e que respeite o consumidor”.

Os sindicatos alegam que a privatização pode “entregar o serviço a empresas estrangeiras” e “atentar contra a soberania nacional“.

A categoria também defende a manutenção de 70 cláusulas previstas no acordo coletivo assinado em 2019, entre elas a licença-maternidade de 180 dias, o pagamento de adicional noturno e a indenização por morte.

A paralisação de parte dos serviços tem preocupado a população. Apenas nos primeiros 14 dias de setembro, os registros de reclamações dos consumidores sobre os Correios aumentaram 472% em relação a todo o mês de setembro do ano passado, segundo levantamento da Fundação Procon-SP. A principal queixa é a supensão ou atraso de entrega de cartas e encomendas.

Caso não haja um resultado favorável à demanda dos trabalhadores na próxima segunda, a greve pode continuar. “Já é uma das paralisações mais longas da história dos Correios, pois a direção não está aberta a negociar com a categoria”, diz Marcos Cesar Alves, vice-presidente da Associação dos Profissionais dos Correios.

 

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https://economia.uol.com.br/colunas/carla-araujo/2020/09/21/tst-julgamento-fim-greve-correios-manter-parte-direitos-reajuste.htm

O Tribunal Superior do Trabalho decidiu em julgamento realizado nesta segunda-feira encerrar a greve dos funcionários dos Correios, que acontece desde o dia 17 de agosto de 2020.

A decisão de hoje representou também uma derrota parcial à estatal, já que ficou mantida a cláusula que prevê a Correção monetária de 2,6% dos salários.

Alguns benefícios dos funcionários dos Correios serão alterados, como a diminuição do tempo da licença maternidade de 180 dias para 120 dias.

 

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https://exame.com/brasil/exame-ideia-40-dos-brasileiros-apoiam-privatizacao-dos-correios/

Pesquisa Exame/IDEIA apontou que 40 % dos brasileiros aprovam a privatização dos Correios.

37 % é contra e 14 % não são contra nem a favor.

“Não é difícil para população perceber que a qualidade do serviço não é tão elevada e nem muito confiável, com paralisações ou demora nas entregas”, diz Eduardo Mello, professor de ciências políticas da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
 

 

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