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[INÉDITO] O ESTILINGUE (1979)

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:barril:  :legal_tv:

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Mauro Ramos muito bem na dublagem do Professor Girafales.

Cecília Lemes muito bem também.

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Muito estranho a Bruxa rindo pra caramba, nunca caiu no riso assim antes.

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O último bloco foi legal, o resto em si achei bem cansativo
Dublagem e sonoplastia ok

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Gostei do inédito e da dublagem.

Nada mais. 

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Já passou? e eu aqui esperando começar :headscratch::dry:

Só vendo depois pelo Play :P

Editado por Chapolineto

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15 horas atrás, Raphael disse:

Muito estranho a Bruxa rindo pra caramba, nunca caiu no riso assim antes.

Esse é o mal dos remakes, não me lembro quem ri na versão original, mas provavelmente era o Quico ou o seu madruga. A Bruxa deve ter ficado com as falas de um deles. 

Esse episódio foi o melhor da semana com certeza e destaque para a dublagem, gostei mais do que da dublagem beta da versão de 76. 

Até a in a hurry no começo ficou legal, mas tinha que tocar até o Chaves começar a falar com a Bruxa. 

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49 minutos atrás, Professor Inventivo disse:

Esse é o mal dos remakes, não me lembro quem ri na versão original, mas provavelmente era o Quico ou o seu madruga. A Bruxa deve ter ficado com as falas de um deles. 

Esse episódio foi o melhor da semana com certeza e destaque para a dublagem, gostei mais do que da dublagem beta da versão de 76. 

Até a in a hurry no começo ficou legal, mas tinha que tocar até o Chaves começar a falar com a Bruxa. 

Realmente, eu achei que acabou muito rápido.

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Esse episódio é bem ridículo e chato muito forçado a Dona Florinda e a Chiquinha ficarem com as falas do Seu Madruga. Quico fez uma falta desgraçada na cena do Pegue este charuto com o professor, a Chiquinha nao combinou em nada com a cena, alias a única cena boa é a última com o grito desesperado do professor, e o final é estranho terminando do nada com a cena congelando antes dos créditos.

Sobre a dublagem, achei a Cecilia bem ruim e fora do tom , parecia até os primeiros eps que ela fez no inicio da SDVC, me incomodou bastante.

Daniel foi bem, nao oscilou nesse e fez um tom legal.

Marta ótima como sempre, só achei fraca na cena que chorou pela bruxa.

Mauro Ramos sensacional como sempre, estava identico ao Potiguara, e ele foi demais no grito do Nao no fim.

A Isaura nao me agradou nesse, achei ela bem distante do tom de voz da Helena e dela própria em outros episódios, achei a risada dela muito fraca também.

Sonoplastia e traduçao ok, e redublagem regular, se nao fosse pelo Dona Florinda abre um restaurante seria o pior da semana.

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Até que enfim, estreou um episódio considerado clássico para mim, só por té-lo visto em Teledoce, e que, até algum tempo só tinhamos ele em péssima qualidade.

O episódio é regular. Parece que nessa época, com a ausência de Ramón e Carlos, Chespirito fez uma lambança aí nesse episódio e ficou esquisito. Destaque para o NÃO do Professor Girafales.

E a dublagem, okey, sem grandes sobresaltos.

Nota: 6

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Se esse episódio tivesse sido dublado pela Maga, capaz que salvava um pouco.
 

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Remake fraco, mas em vista de outros dessa temporada dá para o gasto...

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Achei que o avental da dona Clotilde ia ter algum propósito no episódio, assim como na versão de 1974 o avental da dona Florinda teve.

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A cena mais engraçada foi no final quando o Professor Girafales grita :muttley:

Será que foi alguma referência a algo filme ou coisa do tipo?

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Única parte realmente boa nesse remake foi o grito do Professor. Rúben foi épico no original, e o Mauro foi bem nessa parte, apesar de ter oscilado bastante no restante do episódio.

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Em 12/02/2019 às 18:59, Chapolineto disse:

A cena mais engraçada foi no final quando o Professor Girafales grita :muttley:

Será que foi alguma referência a algo filme ou coisa do tipo?

Referência:

 

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Atividades

  1. E.R
    E.R respondeu ao tópico de E.R em Terreno Baldio
    A Bundesliga consolidou nos últimos anos uma relação estratégica com o mercado brasileiro e hoje se posiciona como a liga europeia mais assistida no Brasil. Esse avanço ocorre em paralelo à renovação e ampliação de acordos de mídia com Globo e SporTV, além de CazéTV, Canal Goat e XSports. Os novos pacotes passam a valer a partir da temporada 2026/2027 e têm duração de três anos, ou seja, até 2028/2029, ampliando ainda mais a presença multiplataforma da competição. O movimento está ancorado em resultados recentes. Na última temporada, a liga alemã registrou 170 milhões de visualizações ao vivo ao longo do calendário, média de 5 milhões de visualizações ao vivo por rodada em sua rede de distribuição no Brasil, que reúne canais fechados, abertos e plataformas digitais. O volume representa um crescimento de 811 % em relação ao desempenho de uma década atrás, indicando a expansão consistente da audiência global do Campeonato Alemão. No ambiente digital, o desempenho também foi relevante : somadas, as plataformas de mídia social ultrapassaram a marca de 500 milhões de visualizações de vídeos na última temporada, ampliando o alcance internacional da competição. Como consequência dessa estratégia, a base de fãs da liga no Brasil dobrou entre 2018 e 2025, saltando de 12 milhões para 24 milhões, indicador que reforça o crescimento sustentado da marca no mercado local. Para entender esse processo de expansão, o MKTEsportivo conversou com Robin Austermann, vice-presidente-executivo da Bundesliga Américas. Ao detalhar a origem da estratégia no Brasil, o dirigente explicou que a liga percebeu limitações no alcance da TV por assinatura e decidiu diversificar a presença em outras plataformas. “Quando analisamos o mercado brasileiro, entendemos que a TV paga sozinha não seria suficiente para alcançar todo o potencial de público. O Brasil é um país continental, com diferenças regionais importantes e uma audiência muito conectada ao digital. Por isso, optamos por abrir novas frentes de distribuição, combinando TV fechada, canais abertos e plataformas digitais. A partir de 2023, aceleramos esse movimento e conseguimos ampliar de forma consistente o nosso alcance”, afirmou. Antes de detalhar os números mais recentes de audiência e alcance, o executivo contextualizou a estratégia adotada pela liga nos últimos anos para consolidar presença no mercado brasileiro. Segundo ele, a ampliação da distribuição, a diversificação de plataformas e a aproximação com parceiros locais fizeram parte de um planejamento estruturado para aumentar relevância e exposição no Brasil. O dirigente ressaltou que o movimento não se limitou à venda de direitos de transmissão, mas envolveu posicionamento de marca e construção de relacionamento com o torcedor brasileiro, criando as bases para os resultados que passaram a aparecer nos relatórios mais recentes de desempenho. “Nós vemos que os resultados estão realmente pagando, nós somos agora a Liga Europeia mais assistida no Brasil. Isso não aconteceu por acaso, mas por uma estratégia clara de estar presente onde o torcedor está. O Brasil se tornou o nosso maior mercado internacional fora da Alemanha, e isso reforça que a decisão de ampliar a distribuição foi correta. Para o próximo ciclo, mantemos essa lógica, porque ela mostrou ser sustentável e eficiente”, completou o vice-presidente-executivo da Bundesliga Américas. Ao abordar o cenário de mídia no país, o dirigente destacou que o desenho de distribuição da liga parte de uma leitura específica sobre o comportamento do público local. Para ele, o Brasil reúne perfis variados de consumo, o que exige um modelo menos engessado e mais adaptável às diferentes rotinas do torcedor. Nesse contexto, a estratégia passa por equilibrar presença em múltiplos formatos, evitando concentrar todo o conteúdo em um único canal e, ao mesmo tempo, preservando o potencial de monetização. A avaliação é de que a combinação de plataformas amplia o alcance sem comprometer posicionamento ou receita. “O mercado brasileiro é muito dinâmico e não existe apenas uma forma de consumir futebol. Há quem acompanhe pela TV tradicional, outros preferem o streaming e muitos transitam entre as duas opções. Não acreditamos que a exclusividade total seja sempre o melhor caminho. Quando você combina diferentes plataformas, consegue alcançar audiências complementares e ampliar o valor comercial da liga sem necessariamente perder relevância em nenhum canal”, explicou. Ao comentar sobre o posicionamento da liga no país, o executivo ampliou a análise para além dos números de audiência e contratos comerciais. Segundo ele, o Brasil se destaca não apenas pelo tamanho do mercado, mas pela intensidade da relação do público com o futebol, algo que influencia diretamente as estratégias de aproximação adotadas pela entidade. Robin Austermann ressaltou que há pontos de convergência entre o perfil do torcedor brasileiro e o modelo cultivado na Alemanha, especialmente no que diz respeito à centralidade do fã dentro do ecossistema do esporte. Essa identificação cultural, na avaliação do dirigente, é um dos pilares da conexão construída nos últimos anos. “O que nós vemos no Brasil é o maior interesse no futebol do mundo. Existe uma cultura muito forte de apoio aos clubes, de presença nos estádios e de engajamento constante. Isso se conecta com o que também valorizamos na Alemanha, que é o protagonismo do torcedor. Quando aproximamos essas duas culturas, criamos uma relação que vai além da simples transmissão de jogos”, declarou. A aproximação entre os mercados também envolve a presença física dos clubes. No último ano, equipes alemãs como o Bayer Leverkusen e o RB Leipzig realizaram pré-temporadas no Brasil, com amistosos e ativações locais. Para Robin Austermann, esse tipo de iniciativa reforça o vínculo institucional e comercial. “Trazer os clubes para o Brasil faz parte de uma estratégia mais ampla de conexão com o torcedor. Não se trata apenas de jogar uma partida, mas de promover encontros, ações com parceiros e experiências que aproximem as marcas do público local. Além disso, há um histórico relevante de jogadores brasileiros na Bundesliga, o que cria uma ponte natural entre os dois países e facilita esse diálogo”, afirmou o executivo. O intercâmbio também alcança o campo institucional. No início do ano, representantes da CBF e de clubes brasileiros estiveram na Europa para conhecer modelos de organização e governança da LaLiga, Premier League e Bundesliga. Robin Austermann avaliou que a troca tende a ser positiva para ambos os lados. “Nós não enxergamos outras ligas como concorrentes diretas, mas como parte de um ecossistema global do futebol. Sempre há algo a aprender e também a compartilhar, seja em gestão financeira, estrutura de liga ou relacionamento com torcedores. O Brasil e a Alemanha têm semelhanças importantes na forma como o futebol está inserido na sociedade, e isso cria um ambiente favorável para cooperação”, disse. Por fim, o executivo reforçou que o planejamento internacional da liga não está baseado em movimentos reativos ao mercado, mas em um projeto de longo prazo. Segundo ele, a prioridade tem sido consolidar uma atuação própria, com metas definidas e expansão gradual em mercados considerados estratégicos. “Estamos seguindo a nossa própria estratégia, estamos olhando para nós mesmos e não muito para os outros. O nosso foco é construir uma presença consistente, que combine direitos de mídia, produção de conteúdo local e relacionamento com parceiros. O Brasil é peça-chave dentro dessa visão internacional, e queremos continuar ampliando as conexões entre os dois mercados de forma estruturada e sustentável”, concluiu o vice-presidente-executivo da Bundesliga Américas. Fonte : https://www.mktesportivo.com/2026/03/bundesliga-dobra-base-de-fas-no-brasil-e-consolida-o-pais-como-principal-mercado-fora-da-alemanha/
  2. gustavo lins
    gustavo lins respondeu ao tópico de Raphael em Fórum Único Chespirito
    Mas quando passa em uma afiliada não é provável que passe nas outras?
  3. Green Jerry
    Green Jerry respondeu ao tópico de Raphael em Fórum Único Chespirito
    Olhando o guia da primeira página, esse episódio não está presente ainda, talvez deve ter sido exibido em um dos dias que não tiveram anotações
  4. Doutor Chimoltrúfio
    Doutor Chimoltrúfio respondeu ao tópico de Valette em Exibições Internacionais
    Chaves: México - Segunda-feira, 02 de março de 2026 Horário de Brasília 17:30 - O primo do Seu Madruga (1975) 18:00 - Tocando violão (1975)
  5. Doutor Chimoltrúfio
    Doutor Chimoltrúfio respondeu ao tópico de Pitron272 em Exibições Internacionais

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