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#VoltaCH

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2 horas atrás, Raphael disse:

Se só até ás 14h00 andou uns 3 mil desde a parte da manhã, até à noite chega facilmente em 20K.

Pois é!

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Atingimos a meta de 20K, agora dobraremos a meta será de 30K :joia:

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O ator Edgar Vivar deu uma entrevista hoje e disse que agora os direitos dos personagens de Chespirito são dos filhos de Roberto Gómez Bolaños, pois Chespirito assinou um contrato com a Televisa em que os direitos passariam a ser dos filhos dele a partir de agosto de 2020.

Sendo assim, a Televisa não pode mais comercializar as séries sem o aval da família de Roberto Gómez Bolaños.

 

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13 minutos atrás, E.R disse:

O ator Edgar Vivar deu uma entrevista hoje e disse que agora os direitos dos personagens de Chespirito são dos filhos de Roberto Gómez Bolaños, pois Chespirito assinou um contrato com a Televisa em que os direitos passariam a ser dos filhos dele a partir de agosto de 2020.

Sendo assim, a Televisa não pode mais comercializar as séries sem o aval da família de Roberto Gómez Bolaños.

 

Assim como os filhos dele não podem vender as séries originais pq as fitas são da Televisa, se não chegarem a um acordo Adeus CH pra sempre.

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NOVIDADES!
 

Agora temos um “filtro” #VoltaCH no Facebook 

35K de assinaturas!:fogos:

Matéria da Folha de São Paulo sobre a petição; CLIQUE AQUI

Matéria da Veja sobre a petição; CLIQUE AQUI

Matéria do OGlobo sobre a petição: CLIQUE AQUI

 

Matéria do Roling Stone da UOL sobre a petição: CLIQUE AQUI

 

Matéria no JC da UOL sobre a petição; CLIQUE AQUI

Editado por ocabritodoch

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Já passamos dos 40K :joia:

Entrevista do @Chaves 007 a Folha.

Sem 'Chaves' na TV, fãs brasileiros dizem tirar DVDs das gavetas para ver seriado

Fãs de Chespirito se espantam com "apagão" inédito e fazem abaixo-assinado

Fãs de Chaves e Chapolin Colorado estão desesperados com o fim da exibição dos seriados do grupo Chespirito em todo o mundo. Sem acesso aos programas que acompanham desde a infância, muitos decidiram tirar os DVDs do armário.

A notícia caiu como uma bomba na sexta passada (31), quando o SBT anunciou que, após 36 anos, deixaria de exibir episódios de "Chaves". Também não é mais possível acompanhar as confusões dos personagens criados por Roberto Gómez Bolaños (1929-2014) no canal pago Multishow ou na plataforma Amazon Prime. O mesmo aconteceu em outros países que exibiam os seriados. E, para piorar, episódios disponíveis no YouTube já começam a desaparecer.

Os fãs de Chaves temem que esse "apagão" inédito prejudique de forma irreversível o reconhecimento da obra de Bolaños. No Brasil, o seriado foi exibido na TV aberta em todas as faixas de horário (manhã, tarde, noite e madrugada), fazendo-se presente no dia a dia do brasileiro por quase quatro décadas.

Para o jornalista Luís Joly, um dos autores do livro "Chaves: Foi Sem Querer Querendo?" (editora Matrix), uma das razões para o sucesso de "Chaves" é exatamente essa presença longeva nos lares, com reprises ao longo dos anos. "O alcance na TV é inegável. O programa é querido geração após geração justamente por ser reprisado todos esses anos. É um elo entre várias gerações."

Fã dos programas desde a infância, o dublador Gustavo Berriel, 35, que dá voz ao personagem Nhonho, afirma que recebeu com espanto a notícia. "Foi um choque." Ele diz acreditar que a situação ainda será revertida. "Não tem como ficar órfão [do programa]. É parte fundamental de várias gerações. Devem chegar a um acordo.

"Senti que tinha algo errado, mas não imaginei que fosse atingir o SBT tão rápido. Foi tudo de supetão", diz o tradutor Eduardo Gouvêa, 34, ao recordar comunicado do Multishow, em meados de julho, avisando que a série não seria mais exibida naquele canal. Ao lado de Berriel, ele traduziu os episódios transmitidos pela emissora.

Felipe Ernesto, 31, dono do canal "Vila do Chaves" no YouTube, teme que em breve não encontre nenhum programa de Chespirito na internet. "A tendência é não ter mais em lugar nenhum. O YouTube ainda tem alguns episódios, mas já estão sendo bloqueados."

Para o tradutor Pedro de Abreu, 31, retirar o programa do ar pode ter sido um tiro no pé. "Vai prejudicar a obra do próprio Bolaños, porque as pessoas vão se acostumar a não assistir mais e vão perder o interesse", afirma o fã, dono da página do Facebook “Chaves Fotos Raras”, que não pretende perder o costume de ver o seriado.

"Vou tirar meus DVDs do armário. Muitos fãs vão baixar os episódios ilegalmente. Ninguém sabe o que está acontecendo exatamente, mas eu tenho esperança que tudo voltará a ser como antes", diz Abreu, que passou sua paixão pelo seriado para a sobrinha Maria Flor, 9. "Nasci vendo o ‘Chaves’ e eu acho muito engraçado. Meu tio sempre pôs para mim, por isso eu gosto", afirma a garota.

Primeira dubladora da Chiquinha no Brasil, Sandra Mara afirma que a leveza de "Chaves" fará falta neste momento de pandemia. "Em algum momento, você se espelha naquelas histórias, ressoa dentro de nós, pois remete às nossas próprias histórias."

Para a dubladora, que deu voz à personagem de voz esganiçada durante anos, as mensagens sociais do programa vão se perder. "'Chaves' representa nossa realidade, mas não só do brasileiro, de toda a América Latina. A Chiquinha, por exemplo, com aquele jeito malandro e esperto, que faz o Quico e Chaves comerem em suas mãos, é uma personagem que representa a independência da mulher, ela tem personalidade e sabe se virar. Essa, que poderia continuar sendo uma referência feminina, corre o risco de sumir. É triste."CompartilheTwittar o seguinte trecho: “"Senti que tinha algo errado, mas não imaginei que fosse atingir o SBT tão rápido. Foi tudo de supetão", diz o tradutor Eduardo Gouvêa, 34, ao recordar comunicado do Multishow, em meados de julho, avisando que a série não seria mais exibida naquele canal. Ao lado de Berriel, ele traduziu os episódios transmitidos pela emissora. Felipe Ernesto, 31, dono do canal "Vila do Chaves" no YouTube, teme que em breve não encontre nenhum programa de Chespirito na internet. "A tendência é não ter mais em lugar nenhum. O YouTube ainda tem alguns episódios, mas já estão sendo bloqueados." Para o tradutor Pedro de Abreu, 31, retirar o programa do ar pode ter sido um tiro no pé. "Vai prejudicar a obra do próprio Bolaños, porque as pessoas vão se acostumar a não assistir mais e vão perder o interesse", afirma o fã, dono da página do Facebook “Chaves Fotos Raras”, que não pretende perder o costume de ver o seriado. "Vou tirar meus DVDs do armário. Muitos fãs vão baixar os episódios ilegalmente. Ninguém sabe o que está acontecendo exatamente, mas eu tenho esperança que tudo voltará a ser como antes", diz Abreu, que passou sua paixão pelo seriado para a sobrinha Maria Flor, 9. "Nasci vendo o ‘Chaves’ e eu acho muito engraçado. Meu tio sempre pôs para mim, por isso eu gosto", afirma a garota. Primeira dubladora da Chiquinha no Brasil, Sandra Mara afirma que a leveza de "Chaves" fará falta neste momento de pandemia. "Em algum momento, você se espelha naquelas histórias, ressoa dentro de nós, pois remete às nossas próprias histórias." Para a dubladora, que deu voz à personagem de voz esganiçada durante anos, as mensagens sociais do programa vão se perder. "'Chaves' representa nossa realidade, mas não só do brasileiro, de toda a América Latina. A Chiquinha, por exemplo, com aquele jeito malandro e esperto, que faz o Quico e Chaves comerem em suas mãos, é uma personagem que representa a independência da mulher, ela tem personalidade e sabe se virar. Essa, que poderia continuar sendo uma referência feminina, corre o risco de sumir. É triste."”

SUCESSO DE PÚBLICO

A audiência do seriado sempre foi alta no Brasil, independentemente do horário em que era exibido. De acordo com os dados mais recentes do SBT, de 25 de julho, entre as 4h e as 8h, "Chaves" e Clube do Chaves (Chapolin, Chaves, Chaveco, Pancada, Dr. Chapatin e Dom Caveira) alcançaram 3 pontos na Grande São Paulo —o total equivale a 219 mil domicílios.

A estreia de "Chaves" no SBT foi em 31 de agosto de 1984. Segundo o SBT, dois meses após a estreia, a atração alcançava média de 1,5 milhão de telespectadores por semana, dentro do TV Powww, exibido à tarde. Luís Joly compara a situação de “Chaves” com a de “Os Trapalhões”, que deixaram de ser transmitidos pela Globo em 1995 (mesmo ano em que Bolaños parou de gravar seus programas).

"Quem dessa geração conhece ‘Os Trapalhões’? Quase ninguém, a não ser por alguns memes do Mussum, talvez. Fico me perguntando o que teria sido da trupe brasileira se tivessem continuado na grade da emissora", lamenta Joly.

O fã brasileiro demonstra ser o mais abalado e comovido com a situação, e foi o que mais agiu. Circula no país um abaixo-assinado, chamado “#VoltaCH”, com mais de 35 mil assinaturas para o retorno dos programas —o que aconteceu em proporção bem menor em países como Argentina.

O SBT diz que não houve problemas de negociação com a Televisa. A emissora mexicana, diz nota do SBT, perdeu os direitos e por isso não poderá mais vender o seriado para o mundo inteiro. A nota da emissora de Silvio Santos segue dizendo que "assim como os fãs, o SBT está na torcida pela volta dos seriados".

O Multishow afirma que o contrato com a Televisa para a exibição de Chaves e Chapolin se encerrou no dia 31 de julho. A emissora diz que segue tentando avançar com a negociação para manter a atração no canal, "mas sem garantia da renovação."

O Amazon Prime Video afirma não ter muito o que comentar, “pois o conteúdo saiu do serviço porque o contrato de licenciamento terminou.”

Link da notícia (exclusiva para assinantes): https://f5.folha.uol.com.br/televisao/2020/08/sem-chaves-na-tv-fas-brasileiros-dizem-tirar-dvds-das-gavetas-para-ver-seriado.shtml

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On 8/2/2020 at 9:33 PM, Andy said:

Atingimos a meta de 20K, agora dobraremos a meta será de 30K :joia:

Agora sim, dobramos de fato!

  • 2 semanas depois...
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Em 03/08/2020 às 19:58, E.R disse:

O ator Edgar Vivar deu uma entrevista hoje e disse que agora os direitos dos personagens de Chespirito são dos filhos de Roberto Gómez Bolaños, pois Chespirito assinou um contrato com a Televisa em que os direitos passariam a ser dos filhos dele a partir de agosto de 2020.

Sendo assim, a Televisa não pode mais comercializar as séries sem o aval da família de Roberto Gómez Bolaños.

 

Entrevista Legendada: https://youtu.be/RTjKQFP9lqs

 

ESTAMOS COM MAIS DE 65K DE ASSINATURAS!:fogos:

Editado por ocabritodoch

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Hoje tem a Florinda no Ratinho.

  • 2 semanas depois...
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ATENÇÃO! A petição acaba hoje ás 23h59. - Clique na frase anterior para ir a uma publicação no Facebook sobre o assunto. 

 

 Clique aqui para assinar, se ainda não o fez

Editado por ocabritodoch

  • 3 semanas depois...
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Não sabia que o Roberto Gómez Fernández trabalhava para a Televisa.

 

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NOTÍCIAS

https://natelinha.uol.com.br/televisao/2020/09/15/em-guerra-por-direitos-filho-de-chaves-anuncia-saida-da-televisa-150963.php

Filho do comediante mexicano Roberto Gómez Bolaños (1929-2014), criador de Chaves e Chapolin, Roberto Gómez Fernández anunciou sua saída da rede mexicana Televisa, onde produziu e dirigiu novelas e outras atrações durante quase quatro décadas.

Roberto Gómez Fernández, que cuida do legado do pai como administrador do Grupo Chespirito, está em "guerra" com a Televisa pelos direitos de Chaves, que saiu do ar em todo o mundo em 31 de julho por imposição contratual.

"Por este meio, quero comunicar que, depois de uma longa e extraordinária história, a partir de hoje deixo de fazer parte da Televisa. Foi uma decisão muito difícil, por tudo que representou na minha vida. Trabalhei na Televisa desde os 17 anos, e a partir de amanhã, depois de 39 anos de ofício, será meu primeiro dia que não pertencerei a esta empresa", escreveu Roberto Gómez Fernández.

O herdeiro de Chespirito agradeceu a ex-colegas e à direção da rede mexicana e encerrou dizendo que "de uma forma ou outra, sempre haverá um vínculo com a Televisa".

Na Televisa, Roberto Gómez Fernández trabalhou ao lado do pai no programa Chespirito e esteve à frente de novelas como A Vida É um Jogo, exibida pelo SBT em 2007. 

Os mais de 1.200 episódios de Chaves, Chapolin e do programa Chespirito pertenciam à Televisa há 45 anos, quando se fundiu ao canal 8 (TV Tim), que transmitia as séries (daí vem o nome original de Chaves, El Chavo del Ocho). Um acordo entre Roberto Gómez Bolaños e a Televisa revelou que esta parceria aparentemente eterna teria prazo de validade.

"Roberto Gómez Bolaños tinha apalavrado um contrato de usufruto dos personagens e de sua criação literária até 30 de julho deste ano, quase seis anos depois de sua morte. E não renovaram os direitos, a Televisa não quis pagar", disse Edgar Vivar, intérprete do Sr. Barriga.

Em outras palavras, Roberto Gómez Bolaños estipulou uma data limite para a Televisa, produtora de seus humorísticos durante duas décadas, continuar lucrando com as reprises e exportações de Chaves. Se a rede quisesse as séries por mais tempo, teria que negociar com ele ou com seus herdeiros.

O Na Telinha apurou que a Televisa tentou reverter o acordo firmado no passado com o criador de Chaves, e avisou ao SBT e a outros canais que exibem o programa sobre a data limite. A Televisa, entretanto, não obteve êxito na renovação do acordo e perdeu os direitos sobre o humorístico.

 

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É, definitivamente CH acabou.

Acredito que a este ponto não há mais como voltar atrás, Roberto está agora sem qualquer vínculo com a emissora que distribuía os programas, será quase impossível um acordo entre os dois, principalmente considerando que o Grupo Chespirito não é uma empresa multibilionária, como a Televisa.

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O que eu não engulo é essa necessidade de tirar do ar, Fernandez à frente do GCH poderia continuar distribuindo o material para as emissoras do mundo sem precisar da Televisa, já que esta não correu atrás disso quando deveria. Por ela ser a produtora, precisaria receber uma parte pelas exibições, mas não vejo problema tratando-se de que os caras já nadam em dinheiro.

Quem perde nisso tudo são dois elementos: O foco do legado de Chespirito na história da TV e os telespectadores assíduos.

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Atividades

  1. Doutor Chimoltrúfio
    Doutor Chimoltrúfio respondeu ao tópico de Matheus Rolim em Fórum Único Chespirito
    Há vários anos ainda na década passada, lembro de ter visto um relato nos comentários em um vídeo no canal do YouTube "TvCont1" (atualmente sem nenhum conteúdo disponível), que mencionava que o esquete do Doutor Chapatin que acompanhava o episódio perdido mundial "O necrotério" (1976) era uma versão da história do elixir milagroso. Infelizmente não me recordo do perfil do relato e nem o país/ano em que assistiu o episódio, porém o mesmo também havia afirmado que o espião invisível de 1976 foi interpretado por Rubén Aguirre e chamado de Don Espiridión Espíndola, tal como ocorreu na versão de 1981.
  2. Professor Inventivo
    Professor Inventivo respondeu ao tópico de Pedro Ramos em Sites e Podcasts CH
    Como você pergunta no vídeo, se alguém sonhou em ver uma gravação de chaves, eu sim. Relatei nessa postagem, assim que eu acordei:
  3. Doutor Chimoltrúfio
    Doutor Chimoltrúfio respondeu ao tópico de Valette em Exibições Internacionais
    Chapolin: México - Domingo, 04 de janeiro de 2026 Horário de Brasília 18:00 - O ventrilouco (1976) 18:37 - O sumiço do anel de brilhantes (1976) OBS: O episódio acima já havia sido apresentado pelo canal em 21/06/2025. 19:04 - O roubo da múmia (1976) OBS: O episódio acima já havia sido apresentado pelo canal em 21/06/2025. 19:33 - Troca-troca de cérebros (1976) 20:02 - A cidade perdida (1976) OBS: Volta das exibições dominicais de Chapolin no canal após mais de um mês e meio de ausência das transmissões da série neste dia da semana.
  4. Usagi White
    Do Chapolin é a que mais acredito que há versões, porém, bastante adaptadas. Tipo. apenas a espinha dorçal do texto original foi mantido,pois é sempre mais fácil ter mudança e colocar outros conceitos, já que Chapolin mudou um pouco com o passar dos anos. Já Chaves é uma coisa diferente. As vezes Chespirito imendava dois roteiros em um.
  5. AquilesG
    Aquí está la publicidad: Publicidad en Júpiter Lo que te sé decir yo es que la programadora Colombiana de Televisión, en 1979, como bien indicaste en la lista, emitió la fase de los 70. Sin embargo, a partir de algún punto de 1980 o 1981, empezaron a emitir el "Chespirito" de los años 80 (de hecho tengo un par de sketches grabados de esa época): Por otro lado, por lo que leí, en TVN, en diciembre de 1980, emitieron "Chespirito", pero con solo media hora de duración (no sé si haya sido la versión de los 70 o la de los 80). Voy a ver si consigo la parrilla de programación donde figuraba eso. Además, en 1989, Canal 11 (Chilevisión) empezó a transmitir el "Chespirito" de los 80. Esto consta en parrillas de progamación que pueden consultarse en el foro Foros - Fotech - Foro de Televisión y Espectáculos de Chile. Curiosamente, hay un relato de exhibición del sketch "El lechero" (1972) en Chilevisión justamente en 1989, por lo que existe la posibilidad de que, al igual que Colombiana de Televisión, Chilevisión haya recibido primero material de la fase de los 70 de "Chespirito", pero es solo una teoría.

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