Postado 21 de Março de 2009 17 anos este texto estava comigo, creio que, desde 2003 ou antes, mofando na gaveta. fui transcrever agora e o papel estava quase que ilegível. mesmo assim, deu para transcrever na íntegra o texto. lá vai: "Ilmo. Sr. Delegado de Polícia, Não culpe ninguém pela minha morte. Resolvi deixar esta vida porque se eu vivesse um dia a mais, acabaria morrendo louco. Explico-lhe, Sr. Delegado. Tive a distinta honra de casar-me com uma viúva, sem saber que a mesma tinha uma filha já moça. Meu pai era viúvo e, para maior desgraça, quis a fatalidade de apaixonar-se e casar-se com a filha de minha mulher. Resultou daí, que minha mulher tornou-se sogra de meu pai. Minha enteada ficou sendo minha mãe; meu pai era, ao mesmo tempo, meu genro. Após algum tempo, minha enteada trouxe ao mundo, um menino que veio a ser meu irmão e neto da minha mulher, de maneira que fiquei sendo avô de meu irmão. Com o decorrer do tempo, minha mulher também deu a luz. Um menino que, como irmão de minha mãe, era cunhado de meu pai e tio do filho deste: passando minha mulher a ser nora de sua própria filha. Então, Sr. Delegado, fiquei sendo pai de minha mãe, tornando irmão de meu pai e de meus filhos. Minha mulher ficou sendo minha avó, já que era mãe de minha mãe. Assim, acabei sendo avô de mim mesmo. Portanto, Sr. Delegado, antes que a coisa se complicasse mais, resolvi desertar deste mundo, antes de me tornar mãe de alguém. Perdão, Sr. Delegado. Dê um alô aos meus ascendentes e descendentes e, por favor, faça tudo para que os mesmos procurem casar-se com pessoas de outras famílias. Atenciosamente, O Morto"
Postado 21 de Março de 2009 17 anos LOL! Pior que no começo, se prestar atenção, dá pra entender mais ou menos. Da metade pro fim... XP
Postado 21 de Março de 2009 17 anos :lol: só não te dou outra porque... eu não entendi nadica de nada....