Postado 13 de Janeiro de 2018 8 anos Não está muito firme não. Sabe quando parece que ela está rachada ao meio e a qualquer momento, ela pode se desmilinguir toda? Vai sair outro Tio Patinhas 2 em leilão, agora em Fevereiro. Será que vai sair por menos?
Postado 14 de Janeiro de 2018 8 anos Autor NOTÍCIAS Terminar de ler Coleção Carl Barks Definitiva # 13 - A Noite das Bruxas, de setembro de 2017. Confira agora diversas curiosidades e outras coisas diferentes que pude pesquisar e comentar num dos posts que mais demorei para escrever neste grupo/fórum. Só eu pra ficar mais de duas horas escrevendo um único post... Um dos destaques da edição é "O preço do peru", história que tenho em 4 edições diferentes. Ela foi publicada pela primeira vez em Pato Donald # 98, de 1953, com o nome "O duque de Saipraláh" (e que não poderei comparar com esta pois não tenho esta primeira publicação da história em minha coleção). Quando publicada em Tio Patinhas # 41, de dezembro de 1968, com o nome "O trabalho de ganhar um peru", Donald tentou enganar seu tio fingindo ser um empresário de Portugal, o que exigiu do tradutor da época uma grande criatividade em escrever frases que os leitores poderiam ler já com o sotaque português (bastava ler as frases e elas já saiam com um sotaque carregado). Até o nome do "Joaquim" foi escrito com o tal sotaque, virando "Juequim Manuele D'Azibêdu". Em Tio Patinhas # 161, de dezembro de 1978, edição dedicada à comemoração dos 15 anos da revista do personagem no Brasil, também foi publicada esta tradução na qual Donald se passa por um magnata português. A partir daí, a história ficou conhecida até hoje com o nome "O preço do Peru". Nesta história, uma piada recorrente foi utilizada por Barks. Donald teme ser reconhecido por Patinhas, que comenta já ter visto a cara dele em outro lugar. Donald, disfarçado, responde com bom humor que na verdade ela sempre esteve sobre seus ombros. A base da piada é a mesma utilizada anos mais tarde por Chespirito em "Chaves", quando o menino do barril responde a Chapolin que "sempre teve a cara no mesmo lugar". Porém, nas traduções mais recentes ("Contos de Natal por Carl Barks, de 2015, este volume de sua coleção definitiva e possivelmente em "O melhor da Disney", de 2007), a tradução foi revista. Nesta versão, Donald se disfarçou de Señor Petrólio de Vaselino, um magnata da América do Sul, e passa a falar em portunhol. O entendimento da história é a mesma, mas a piada "já vi sua cara em outro lugar - mas sempre a levo sobre meus ombros" perdeu a graça ao ser trocada por "existe algo familiar em seu rosto - por isso eu me disfarço"! Comparei as mesmas cenas das publicações Tio Patinhas de 1968, Contos de Natal de 2015 e a coleção definitiva de Carl Barks de 2017 (obviamente através de fotos para não estragar as lombadas desses gibis grossos): Em "Sobrinhos apicultores, tio abelhudo" (um dos melhores títulos de história), não entendi a frase "Foi o primeiro mel que eles viram com cheiro de salão de barbeiro". Huguinho, Zezinho e Luisinho estavam explicando porque ganharam o primeiro lugar na categoria de apicultores em um evento dos Escoteiros Mirins, após suas abelhas picarem Donald, que tinha usado um perfume de rosas silvestres. Mas não entendi a piada. Cheiro de salão de barbeiro? Outra coisa que chamou a atenção foi a explicação de um dos comentadores sobre um costume de Halloween: "Em outros tempos, brincalhões costumavam desmanchar veículos na calada da noite, levavam as peças para o topo de uma construção e remontavam lá em cima". Sério mesmo que essa tradição é real? Também achei estranho esse detalhe da capa W WDC 152-00. Apesar da edição lacrada, parece que uma das bolas de golfe foi riscada à caneta. De fato, olhando a capa original no Inducks, não há esses riscos azuis nesta bola. Outra dúvida que eu tenho é sobre a história "A Azar do Sortudo", que saiu pela segunda vez com esse nome. O gênero da palavra está correto? Sobre "E as chuvas chegaram" eu havia comentado quando falei sobre Disney Especial - Os aviadores, de março de 2016: Donald diz "Nuvens, cúmulos tipo 3". Trata-se de um tipo de nuvem chamada Cumulus. Em "A Noite das Bruxas", que abre a edição, em um único quadro o cabo da vassoura tem uma variação de cor. Como esta coleção segue fielmente as cores originais das histórias, pode ser que na revista "Donald Duck" original já havia este detalhe. Em "1 milhão de Omeletes", há um pequeno erro de digitação na página 60: Em "Feitiço x Feiticeiro", Donald lê o livro de 1945 "Palavras ao Vento". A HQ é de 1953. Em 1956, "Written on the Wind" viraria um filme. Ainda nesta história, apesar de não dar pra ver nessa foto por causa da sombra da minha mão no papel, podemos ver as expressões originais em inglês por trás das frases "Ele é o bom!" e "Viva o Gastão". Apesar de terem sido retiradas para a tradução ser escrita em cima, por alguma razão o texto de baixo continou aparecendo sobre o fundo preto e sob o texto em português. Não sei se vai dar pra ver na foto, mas achei curioso. O hilário cachorro falante de "A vida é dura" recebeu nome em português: Gaba. Aliás, nos textos do final da edição, acabaram colocando a imagem desta história dentro da descrição da próxima. O rico interessado em comprar uma velha mansão em "Corretagem não é peraltagem" na tradução se chama "Sr. Barbalho". Será um nome aleatório ou um trocadilho com a família do senador Jader Barbalho? -----
Postado 14 de Janeiro de 2018 8 anos Autor 4 horas atrás, Ramyen Chapatin disse: Não está muito firme não. Sabe quando parece que ela está rachada ao meio e a qualquer momento, ela pode se desmilinguir toda? Que pena. Quando vi as fotos, imaginei que pudesse estar assim Mas mesmo assim valeu você ter comprado. 4 horas atrás, Ramyen Chapatin disse: Vai sair outro Tio Patinhas 2 em leilão, agora em Fevereiro. Será que vai sair por menos? Talvez. Arremataram esse Mickey que comprei por menos. E que estranho surgirem dois números iguais em leilões tão próximos.
Postado 14 de Janeiro de 2018 8 anos Parabéns pela excelente postagem e pela comparação de traduções. Com certeza a primeira tradução com o Donald de português parece ser bem mais legal. Totalmente sem graça isso de "por isso eu me disfarço". Que coisa, meu exemplar parece que também foi riscado a caneta nessa bola de golfe.
Postado 15 de Janeiro de 2018 8 anos Autor Deve ser o que o Fabão disse no outro fórum: "Na minha edição tem a mesma falha na bola de golfe na capa digitalizada. Aparentemente digitalizaram uma capa danificada por alguém".
Postado 15 de Janeiro de 2018 8 anos Autor NOTÍCIAS Na republicação de "Ora, pipocas!" (publicada originalmente em 1978) que saiu em Zé Carioca # 2127, de maio de 1999, os valores monetários foram corrigidos para a moeda corrente, o real. Um saquinho de pipoca passou a valer um real nesta história. Porém, a conversão da moeda estragou uma piada. Zé Gaivota compra dois saquinhos e paga com uma nota de 500, pedindo troco. Se antigamente existiam notas de 500 cruzeiros, não temos notas de 500 reais. A adaptação poderia ter colocado esta nota como sendo de 100 reais, e a segunda nota mais alta da história (esta sim de cem reais, para a qual Zé tinha troco) deveria ser substitúida por 50 reais. Neste caso, além das notas existirem, a história continuaria fazendo sentido: Zé Carioca não teria troco pra 100 (a nota mais alta), mas teria troco pra 50 (a segunda nota de maior valor). • Quico Urubu • Zé Paulista • Zelão • Nunca tinha visto esta expressão antes, "deu o burro" • Dr. Sacagrana • Alazonni • Tony Galhos, Rodrigo Sanatório e Tom Cruz-Credo no catálogo de shampoos @Maylene • Acho que o correto é "serem" ----- @Usagi chan
Postado 16 de Janeiro de 2018 8 anos Já imaginou se existissem notas de 500 reais? Boa observação, Victor. Meus parabéns, seus posts estão muito bons. Continue inspirado assim. Iria fazer uma postagem hoje, mas não estou conseguindo postar no fórum pelo computador.
Postado 17 de Janeiro de 2018 8 anos Autor NOTÍCIAS A depender dos leitores que saíram na seção de cartas de Zé Carioca # 2148, de fevereiro de 2000, o papagaio tem poucos leitores propriamente cariocas. Confira também as propagandas de gibis e personagens diferentes desta edição: • Doutor Caubi Ruta • Cremilda • Felipe Stana • Zezão • Zé Capeta ----- Será que eram do Sidney Oliveira? @Maylene @Ramyen Chapatin @Lucas Ferreira @Professor Inventivo @Cleberson @JF CHmaníaco Editado 17 de Janeiro de 2018 8 anos por Victor235
Postado 17 de Janeiro de 2018 8 anos Autor 2 horas atrás, Ramyen Chapatin disse: Já imaginou se existissem notas de 500 reais? Boa observação, Victor. Meus parabéns, seus posts estão muito bons. Continue inspirado assim. Iria fazer uma postagem hoje, mas não estou conseguindo postar no fórum pelo computador. Valeu, Jonas! Ué, porque será? Aqui está funcionando normalmente.
Postado 20 de Janeiro de 2018 8 anos Autor NOTÍCIAS Em Zé Carioca # 2159, de julho de 2000, encontrei uma das três histórias que me faltavam para ter na coleção todos os trabalhos do Fernando Ventura: "Os supertênis". Em "A hora do pesadelo", há duas referências: @Maylene @Usagi chan • Zé do Caixote • Xô Por fim, em "Gol Contra" aparece o personagem diferente César Cófago: ----- Propagandas de gibis: Editado 20 de Janeiro de 2018 8 anos por Victor235
Postado 20 de Janeiro de 2018 8 anos Autor NOTÍCIAS Li Zé Carioca # 2406, de março de 2015, edição em que saiu uma história inédita que ainda não tinha imagens enviadas ao Inducks. • Zé Peão Lendas das terras do @JF CHmaníaco • Zé Pantaneiro • Crocante • Conhecem este ditado? • Mané Beiudo • Juquito @Usagi chan Editado 20 de Janeiro de 2018 8 anos por Victor235
Postado 20 de Janeiro de 2018 8 anos 1 hora atrás, Victor235 disse: Lendas das terras do @JF CHmaníaco Haha, ainda bem que não são de verdade verdadeira
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