Postado 29 de Junho de 2018 7 anos Autor Vários sites diferentes vendendo volumes da coleção do Barks:
Postado 30 de Junho de 2018 7 anos Autor Este é um post popular. Metade do conteúdo de Zé Carioca # 1457, de outubro de 1979, foi ocupado pela clássica história "Os embalos de Juca Roque" (Bob Gregory e Tony Strobl), de 1959 e publicada pela primeira vez no Brasil em 1960 com nome que aludia a outro estilo musical: "O fã-clube de Juca Bossa Nova". Na história, Huguinho, Zezinho e Luisinho trabalham como entregadores de jornais e tentam juntar dinheiro para montar um fã-clube para um cantor. Aliás, eles pegavam os jornais 2:30 para preparar a entrega. Cedo, hein? Os meninos então tem que se afastar da atividade por uns dias, para participar da Excursão Anual dos Escoteiros-Mirins, e para não perder o emprego deixam Donald na função. O tio deles, porém, só entregou no primeiro dia e não mais voltou, fazendo com que seus sobrinhos fossem demitidos. Para piorar, Donald nem ligou para isso e nem sabia para onde seus sobrinhos tinham viajado. Como se não bastasse isso, Donald ainda usou o livro de instruções que HZL prepararam ao tio sobre as entregas de jornais como papel de rascunho, e na frente deles. Atos exagerados para mostrar a total distração de Donald, que estava ocupado num invento. Acertei o final da história ainda na página 22. Destaque ainda para a fala de Patinhas que encerra a história: "será que existe um meio de não ter parentesco com parentes tantãs?". - Em "A casinha de cachorro", Mickey tem dificuldades ao construir uma nova casa para Pluto e diz "Se eu não resolver o problema, o Pluto não terá onde dormir esta noite!". Ora, era só ele dormir mais um dia na casa de sempre. Ainda nesta edição: @Usagi chan ----- - Ainda bem que o antigo dono deste exemplar não participou desta iniciativa
Postado 30 de Junho de 2018 7 anos Quando comprei esse gibi, o fiz justamente para ler essa HQ do Strobl. Muito legal. Rachei de rir com a distração do Donald e a parte que ele critica por não terem entregado o jornal, quando era ele mesmo quem deveria entregar. Ótimo post!
Postado 30 de Junho de 2018 7 anos 18 horas atrás, Victor235 disse: - Em "A casinha de cachorro", Mickey tem dificuldades ao construir uma nova casa para Pluto e diz "Se eu não resolver o problema, o Pluto não terá onde dormir esta noite!". Ora, era só ele dormir mais um dia na casa de sempre. Talvez o Mickey tenha pensado na possibilidade de chover ou esfriar a noite, algumas pessoas não aprovam animais dentro de casa.
Postado 1 de Julho de 2018 7 anos Autor 12 horas atrás, Ramyen Chapatin disse: Quando comprei esse gibi, o fiz justamente para ler essa HQ do Strobl. Muito legal. Rachei de rir com a distração do Donald e a parte que ele critica por não terem entregado o jornal, quando era ele mesmo quem deveria entregar. Ótimo post! Um clássico. Obrigado
Postado 1 de Julho de 2018 7 anos Autor POSTÃO ESPECIAL O segundo volume da coleção Anos de Ouro do Zé Carioca, lançado em dezembro de 1989, reproduziu os números #505 a #529 do papagaio, lançados originalmente em 1961. Alguns eu tenho separadamente e já havia comentado, então falarei agora sobre os números que eu ainda não conhecia. No número #507, a história "Maravilhas da natureza" referenciou estes clássicos quadrinhos que provavelmente precederam o formato de documentários televisivos sobre animais: A história menciona "tampinhas com cortiça". Nem sabia que antigamente as tampas de garrafas de cerveja vinham com cortiça. • Ildefonso the donkey Em "Astrounautas por engano", Zé Carioca diz "Obá!". Antigamente, esta interjeição era acentuada? Datalhe para estes quadros na parede, bem bolado: Segundo o Inducks, este "Primo Aracuã" mencionado em pensamento pelo Zé Carioca seria a segunda aparição do Folião em quadrinhos: • Dr. Ismael • Hamilton Ajakto Em "Dentista a muque", há uma cena que hoje não seria considerada legal. Para extrair um dente de uma pessoa, Zé Carioca amarra uma corda no dente dela e no rabo de um burro. Depois, ele bate no burro para que o animal saia correndo e no impacto o dente saia. Porém, foi o animal que acabou perdendo o rabo: • Fazendeiro Tinoco • Tio Papanatas Na propaganda do Band-Aid que saiu no número # 515, enfim Pedrinho Sabido se machuca. Desta vez não foi a Cláudia. O cenário de fundo do primeiro quadro de "O dia dos larápios" (# 517) mostra uma porta com o escrito "Distribuidora Abril". Nesta história, Zé Carioca vai ao motel. A mesma coisa aconteceu em "Ecomonize passeando", (PD # 972). Na história, Donald e Patinhas estão viajando e fazem uma parada em um motel. Estranhou? Acontece que o termo nem sempre se referiu a lugares com quartos para encontros sexuais. Segundo a Wikipédia, o significado original da palavra está totalmente de acordo com a HQ: "Nos EUA, um país altamente motorizado, motel é a contração de motor e hotel; ou seja, um hotel ao qual as pessoas chegam de veículo motorizado e que geralmente situa-se à beira de uma rodovia, que serviria de alojamento àqueles que realizam uma viagem e pretendem passar apenas uma noite ou o período curto para breve descanso, seguindo viagem em seguida. Difere-se do hotel por não ser o destino, mas sim estar no caminho até o destino". Ou seja, quando essas histórias foram publicadas no Brasil pela primeira vez, ainda não havia por aqui a concepção de "motel" que existe hoje. Nesta edição, a página 14 foi impressa com o número 28 no rodapé. Taxa extra por bagagem já nos anos 60? Ainda nesta história, Queen Reina (como Rainha Regina): Na reprodução da capa do número # 525, os sobrinhos do Donald ficaram amarelados. Ainda neste número, em outra história Mickey e seus sobrinhos ficaram azulados. Já em "Pateta e o Pequeno Davy Crockett" esqueceram de traduzir o nome do personagem numa caixa, onde lemos "Goofy" (p. 24). Em "Uma pequena experiência", Zé Carioca é mais um a chamar o "garção": • Seu Matias "Campeão a trouxe-mouxe" (ZC # 527) é daquelas histórias antigas que tem elementos nonsense. Zé Carioca trabalha para Tio Patinhas, como cobrador, e ainda questiona aqueles que não pagam suas contas. Nesta história (ao menos nesta impressão), os jovens integrantes do Clube Mocidade de Vila Poeira tem cabelos brancos. • Dona Hermengarda - Zé Carioca fala do fim de sua revista: Em "Pó, penas e papagaios", a abreviação de Prof. Pardal foi escrita como "Pr. Pardal". Hoje em dia, isso indicaria um pastor. Nesta história, Pateta foi novamente chamado de "idiota": • Tio Pororoca (a primeira aparição do personagem foi nesta história) • Nha Chica (Zé Carioca bancando uma empregada em casa?) - Referência à bomba atômica: - Zé Carioca caceteado: Neste número, foi publicada uma história bem diferente ("As aventuras de Tadeu, o fabuloso!"), quadrinização de um filme de 1949. Tais personagens ainda estavam sem imagens no Inducks: • Angus MacBadger (como Coronel Fulgêncio) • Cyril the horse (como Cirilo) • Winkey the innkeeper (como Jeremias o estalajadeiro) - em 2016, resgataram este personagem para uma capa americana de "Donald Duck" Por fim, ler gibis antigos é sempre uma forma de enriquecer nosso vocabulário: autopullman, carrilhão, transigir, bisonho, lupino, sururu, jamanta, atalaia, descaimento, féria, enfastiar, cacetação, Tirol, embarafustar, rato d'água. ----- @Usagi chan @Ramyen Chapatin @Maylene
Postado 1 de Julho de 2018 7 anos Parabéns pela excelente aquisição, Victor. Gosto muito de ler essa fase com HQs do Jorge Kato, principalmente as que não são fraudes. Gostei do Zé falando "que caceteação". Que estranho essa citação ao Folião. Destaque também para essa HQ de 17 páginas com esse Tadeu. Não conheço esse personagem.
Postado 1 de Julho de 2018 7 anos Valeu pelas scans Victor, só não comentei ontem porque já estava de saída, essas quatro edições dos Anos de Ouro do Zé Carioca é realmente um achado, ainda não tenho nenhuma delas, no ML estão enfiando a faca, lamentável, mas qualquer hora ainda vou encontrar pelo menos uma edição perdida em algum sebo. Nessa época o Zé Carioca não era tão caloteiro assim, até trabalhava, e ele tem cada tio estranho.
Postado 2 de Julho de 2018 7 anos Autor 11 horas atrás, Ramyen Chapatin disse: Parabéns pela excelente aquisição, Victor. Gosto muito de ler essa fase com HQs do Jorge Kato, principalmente as que não são fraudes. Gostei do Zé falando "que caceteação". Que estranho essa citação ao Folião. Destaque também para essa HQ de 17 páginas com esse Tadeu. Não conheço esse personagem. Muito obrigado, Jonas. Deu um trabalhão fazer esse post Esta edição comprei em fevereiro, no Sebo da Nove. Até o momento só tenho dois volumes dos "Anos de Ouro do Zé Carioca". Se considerarmos o traço/cores, o personagem é bem diferente do Folião mesmo. Porém, o Inducks diz que é uma referência a este personagem, a partir da citação/pensamento do Zé Carioca. Os personagens da história deste Tadeu são originários de um filme de 1949. 8 horas atrás, Usagi chan disse: @Victor235 Cadê a propaganda do Band aid? Não tirei foto/scan dela, apenas comentei, pelo fato de enfim o protagonista da série ter se machucado, e não a menina. 8 horas atrás, Pancho disse: Valeu pelas scans Victor, só não comentei ontem porque já estava de saída, essas quatro edições dos Anos de Ouro do Zé Carioca é realmente um achado, ainda não tenho nenhuma delas, no ML estão enfiando a faca, lamentável, mas qualquer hora ainda vou encontrar pelo menos uma edição perdida em algum sebo. Nessa época o Zé Carioca não era tão caloteiro assim, até trabalhava, e ele tem cada tio estranho. Valeu pelo comentário, Pancho! Geralmente cobram quanto por esta edição? Esta minha paguei 15 reais num sebo, embora ela tenha uns amassados na capa e uma ameaça (não concretizada) de soltar as páginas iniciais. Estávamos falando sobre isso ontem num grupo do Facebook. Vou trazer pra cá um comentário que fiz: "No início as histórias eram meio nonsense mesmo (e isso antes mesmo dos remakes "Zé Fraude"). Zé Carioca morava em Patópolis, trabalhava, não tinha jeito carioca, etc. Era meio que um personagem padrão da Disney. Por exemplo, poderia ser o Donald no lugar dele e a história não seria diferente. A personalidade do personagem veio a ser desenvolvida mesmo alguns anos depois, com Saidenberg, Canini e outros quadrinistas. Apesar disso, temos que reconhecer também o trabalho do Igayara, Kato e tantos outros que fizeram as primeiras HQs do personagem, que apesar de terem algumas coisas sem sentido foram as pioneiras e abriram o caminho que veio a ser desenvolvido depois".
Postado 2 de Julho de 2018 7 anos Autor Li o Almanaque do Mickey (1s) # 04, lançado em julho de 1991. Em "A volta do Esquálidus", falsificadores imprimiram notas de dinheiro com "tinta doce". Isso existe? "O caso da chave inglesa" (história de código S desenhada por Herrero) é outra história deste almanaque que tem falsificadores de dinheiro em sua trama. Para ajudar Mickey, que não tinha dinheiro para pagar o aluguel de um escritório, Minnie fez para o namorado o pagamento de dois meses adiantado. Os donos do imóvel, porém, eram os falsificadores, que para evitar que bisbolhotassem seu negócio ilegal no mesmo prédio subiram o preço do aluguel do escritório de 50 mil cruzeiros para 200 mil cruzeiros por mês. A ideia, claro, era fazer com que desistissem de alugá-lo. Porém, a rata pagou mesmo assim. Posteriormente, Mickey desvendou o mistério e levou a polícia até o local. Pela captura, Mickey ganhou 100 mil cruzeiros de recompensa. Acho que, em vez desta solução tão batida de "recompensa", deveriam, no momento da prisão dos falsificadores, ter recuperado as notas verdadeiras que eles levaram da Minnie, que inclusive eram numa quantidade quatro vezes maior que a recompensa. Do jeito que a história foi feita, ela tentou ajudar e só perdeu dinheiro.
Postado 2 de Julho de 2018 7 anos Não sei se já postaram aqui, mas achei bem interessante, e achei que valia para registro.
Postado 2 de Julho de 2018 7 anos Sobre os dois pacotes de assinatura Disney que eu estava recebendo: semana passada recebi as edições derradeiras. Eu estava esperando alguma carta da editora Abril para me informar como as coisas procederão daqui para frente quando descubro que, simplesmente, mudaram minha assinatura para uma da Superinteressante, sem sequer me consultar. Amanhã mesmo vou ligar para a Abril para solicitar o cancelamento dessa palhaçada e pedir o reembolso pelas edições não recebidas, nem que eu tenha que colocar a Justiça no meio.
Postado 2 de Julho de 2018 7 anos Autor Fizeram isso com todo mundo. No Facebook só tem gente reclamando disso.
Postado 2 de Julho de 2018 7 anos NOTÍCIAS Em Disney Big # 48, de dezembro de 2017, foi publicada uma história especial que marca duas datas importantes. Uma homenagem aos 50 anos de carreira do Giorgio Cavazzano e os 45 anos da estreia da personagem Rainha Regina. Eu nunca tinha lido nenhuma história com essa personagem, portanto foi bom conhecê-la por meio dessa história. Nessa história, Donald e Regina sentem uma atração muito forte um pelo outro, mesmo tendo tomado um remédio para esquecerem um do outro. Isso acaba mexendo com o clima tanto da terra, e do Planeta comprimidus, o reino de Regina. Para resolver isso, eles querem depor a rainha para salvar o reino, e acabam mandando ela pra algum lugar do passado. O decano procura o Donald e o leva para tentar salvar a rainha. A história é meio complicada de entender, pois tem muitas citações a tempo subjetivo, metereopatia e acabou dando um nó na minha cabeça. :p Mas é boa. Na edição saiu também aquela clássica HQ da turma do Zé, "Juntos, mas nem tanto!". Racho de rir com a cena em que aparece um filantropo que é a cara do Pedrão disfarçado, e o Zé joga no caminhão do lixo, a chave do apartamento mobiliado que ele ganharia. Destaco também uma HQ holandesa de natal, onde a liga das senhoras generosas, irá dar uma cesta de natal a um desempregado, e os concorrentes serão o Donald e o Gastão. Editado 2 de Julho de 2018 7 anos por Ramyen Chapatin
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