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QUADRINHOS & GIBIS

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Todas as histórias publicadas em Zé Carioca # 1773, de abril de 1986, até hoje nunca foram republicadas. Em "Plantando encrencas", história de código S de roteirista desconhecido e desenhada por Tony Strobl, Donald, irritado com as artes de seu vizinho, liga para uma "firma que aluga cães para pessoas que precisam de proteção temporária". Ele então aluga um cachorro por alguns dias. Pensei que fosse algo inventado para o roteiro da história, mas pesquisando aqui vi que para além da fictíca "Canis Alugue-um-cão" existem de fato empresas que fazem a locação de cães de guarda no Brasil. Em outros países, como na Coreia do Sul, Inglaterra e Japão, o negócio vai além disso: cães são alugados para passar um tempo com donos temporários. O tema, porém, é polêmico e fere a "Declaração dos Direitos Universais dos Animais", pois o cachorro alugado pode não se habituar com tantas mudanças de casas e donos diferentes, além desta ser uma condição imposta pelo homem com fins lucrativos que acaba ferindo a liberdade do animal. Nos Estados Unidos, por exemplo, a pressão por parte dos ambientalistas foi tão grande que hoje muitos Estados proíbem a prática de aluguel de cães. No Brasil, a prática de alugar cães já foi proibida em Curitiba. Não fosse o gibi, eu nunca saberia de nada disso. Saiba mais sobre esse tema: https://super.abril.com.br/blog/planeta/aluguel-de-cachorros-nova-tendencia/
http://www.proanima.org.br/ProAnima/www.proanima.org.br/noticias/alugam-se-caes-falar-com-canis/index.html

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Editado por E.R

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No dia de hoje, nada é mais adequado a este tópico do que um post sobre o Disney Especial # 95 - Eleições, lançado em outubro de 1986.

Talvez o título mais apropriado deste especial seria "votações". "Eleições" nos leva de imediato a pensarmos no sentido mais político e eleitoral da palavra (que também está presente nas histórias desta edição), porém, a maioria delas aborda todo e qualquer tipo de votações ou títulos que alguém ou algo recebeu.

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Um dos destaques desta edição é "Um tigre está nas ruas", HQ vivenciada por personagens com traços humanos. Trata-se da quadrinização do filme "A Tiger Walks", de 1964, conhecido no Brasil pelo nome "Um tigre caminha pela noite". O filme, por sua vez, foi baseado num livro. A história fala de um tigre que foge de um circo. Sua trama se desenvolve a partir da dúvida dos habitantes e políticos locais em matar ou não o animal, já que este poderia causar risco às vidas da cidade mas só ficou aparentemente agressivo por ter sido preso e maltratado, não sendo assim culpado por escapar. Além disso, a caçada do animal poderia revelar-se um perigo ainda maior, colocando vidas humanas em risco. A trama se desenvolve em meio a uma época de eleição, na qual o governador do Estado tenta atrair votos com uma solução imediata, partindo para uma caçada violenta do animal, enquanto o delegado local, que seria candidato concorrente aos aliados do governador, se propõe a ser mais parcimonioso. A população local, porém, acabou preferindo a segunda opção e fez um movimento para que o animal fosse capturado vivo. Devido à cerração, um soldado chegou a atirar numa pessoa pensando que fosse o tigre, confirmando o alerta do delegado.

Uma cena que ficou um pouco contraditória foi a de um fazendeiro, que pegou seu cachorro e foi para a cidade avisar o delegado sobre o tigre, enquanto sua esposa ficou em seu sítio. Ao ter dificuldades de seguir a viagem de caminhão, porém, ele deixa o cachorro no veículo e diz "Já vai ser difícil eu encontrar o caminho, e não preciso de você para me atrapalhar ainda mais!". Então porque levou o cachorro?? Interessante ler essas histórias antigas baseadas em filmes da Disney que ninguém se lembra.

Outro destaque é "O faro ultra-sensível", de Esquálidus. Na história, Clarabela cria uma vaca, o que nos leva de volta àquela velha discussão da antropomorfização dos personagens Disney. A própria Clarabela é uma vaca, mas esta é apenas a forma assumida por um personagem que tem características humanas, enquanto a vaca que ela cria é um animal propriamente dito. Na trama, chantagistas tentam perturbar a vaca para que ela não ganhe o prêmio de "mais bela vaca da região". Eles cobram para deixar a vaca em paz e pedem para Clarabela colocar o dinheiro em uma árvore. Dizem ainda que "não adianta chamar a polícia, ela nunca nos acharia". Os personagens concordam, visto que "há muitas montanhas na região e é fácil os bandidos mudarem de uma para outra". Não era só deixar um policial de plantão próximo à árvore combinada? Uma hora ou outra os chantagistas buscariam o dinheiro e poderiam ser pegos em flagrante.

Em "O pioral do ano", chamaram o Metralha Supersensível-666 por seu nome/número original. Quando comentei sobre Zé Carioca # 807, de abril de 1967, mostrei que a publicação brasileira havia trocado o número do personagem para Supersensível-617.

• Anacleto Cebolão
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• Agenor from B 770240
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- Personagens cadastrados e até então sem imagem que aparecem na história do Zorro, "Em tempo de eleição":

• Dom Erasmo Toledo
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• Dom Velasquez
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• Sr. Varga (O Águia)
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• Jarbas from B 820100
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- Raccoon, o guaxinim de "Silêncio a duras penas":
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- Em "O xerife", história de Urtigão:

• Sheriff from B 820075
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• Ifigênio the neighbor
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Acertei em menos de dois minutos sem anotar nada nem consultar as dicas, e vocês?
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#vemaíSemanaCarlBarks

 

EDIT: toda vez que faço um postão especial acontece isso na formatação :(

@José Antonio, se puder dar uma mão agradeço :joinha: 

Editado por José Antonio

Postado

Ótimo post. Esse especial parece estar ótimo com essa história do Tigre, do Zorro e essa da imagem do Anacleto. A propaganda da Margarida ficou show. :joinha:

Postado
O Pato Donald # 1388, de junho de 1978

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Somente uma história dessa edição ainda não tinha imagem nacional no Inducks. Trata-se de "Os indesejáveis", HQ em que aparece "Benigno Metralha", um primo dos Metralhas que é a ovelha negra (ou branca :p ) da família. Ele é um juiz conhecido por suas penas severas. Os Metralhas vão buscar abrigo na casa dele e ele fica com medo que alguém os veja lá. Porém, há um furo no roteiro. Quando um vizinho ouve músicas estranhas e vê duas pessoas na casa do Benigno ele chama a polícia temendo que o juiz esteja sendo refém de alguém. Porém, eles engolem o que Benigno diz que "mudou o seu gosto musical e está comendo ensopado de carne". Mas, Benigno não explicou quem estava na sua casa, oras. :what:

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▪Benigno Metralha:

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Destaque também para essas duas propagandas. Raro ver uma propaganda sobre um gibi específico do Tio Patinhas:

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Editado por Ramyen Matusquela

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Para evitar danificar meu exemplar, baixei os scans feitos por "evandrops" para comentar Zé Carioca # 1778, de junho de 1986. Nisto, me deparei com uma coisa: meu exemplar veio sem o selo "Juntou, trocou". Compare na foto acima.

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Em "Adivinhe quantos vêm pra jantar!", Peninha "ajuda" Donald durante um jantar romântico deste com a Margarida. O primo de Donald confunde a "lavanda" com sopa de limão. Eu também não fazia ideia do que era isto: "pequena taça com água morna, perfumada com limão, que se põe na mesa para que os convivas lavem os dedos durante ou após a refeição; lavabo". Esta história também usa a palavra "terrina".

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• Imagem boa para memes
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@Usagi White

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Em um quadro de "Arte aos cacos", os escritos da fachada e vitrine da oficina de Horácio foram escritos ao contrário (o certo seria estarem invertidos, pois devem ser lidos pelo lado de fora do vidro):

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@James Revolti

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Editado por Victor235

Postado

Também tenho esse gibi. Agora não me lembro, mas parece que meu exemplar tem esse selo. Estranho o seu não ter e não ter um buraco. :ponder:

A história de capa é a que saiu naquele gibi colombiano que li esses dias. 

Não conheço todas as HQs da sub-série "Zé em Patópolis". Essa do Zé com a Vovó deve ser legal.

Postado
Zé Carioca # 1127, de junho de 1973

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Ao adquirir o número # 1127 do Zé, consegui ler uma HQ de Saidenberg e Canini até então desconhecida pra mim. "Festança na Roça". Zé Carioca é convidado a uma festa junina, porém lá está Vascon Domínio, um antigo senhorio seu (que despejou o Zé por falta de pagamento). Ri quando colocaram o Zé e o Vascon na mesma cela. :lol:

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• Vascon Domínio:

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Outras HQs da edição:

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Editado por Ramyen Matusquela

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Não tenho este número.

Esta história "Festança na roça" saiu no capa-dura do Saidenberg/Canini, pensei que você tivesse ele.

Preencheu seu cupão? :tonguemad:

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Em Zé Carioca # 1780, de julho de 1986, foi publicada outra história da série "Zé em Patópolis". Em um quadro dela, aparece um galo chamado Talarico:

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Numa propaganda/tira da Estrela, o pássaro Woodstock aparece fumado um charuto:

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Histórias que estavam sem imagens no Inducks respectivas a esta publicação:

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Postado
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Em Zé Carioca # 1781, de julho de 1986, foi publicada mais uma história da série "Zé em Patópolis". É em "Saudade, teu nome é Xurupita" (e não em "Impulsos frutíferos", como falei num comentário ao Borba) que a história termina de repente, com Peninha perguntando onde está o Biquinho, num indicativo de que a história terá uma continuação. No final, tem até uma propaganda da continuação (que nunca li):

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Em "O amigo prestativo", que cor é esta para um bolo de laranja?

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História que ainda não tinham enviado esta imagem ao Inducks:
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Postado
16 horas atrás, Victor235 disse:

Não tenho este número.

Esta história "Festança na roça" saiu no capa-dura do Saidenberg/Canini, pensei que você tivesse ele.

Preencheu seu cupão? :tonguemad:

Não tenho. Esse e o do Peninha eu sempre namorei, mas nunca achei remarcado nas bancas. E quem será que ganhou o concurso? :P

14 horas atrás, Victor235 disse:

Em  Carioca # 1780, de julho de 1986, foi publicada outra história da série "Zé em Patópolis". Em um quadro dela, aparece um galo chamado Talarico:

Talarico aqui é um cara que rouba a mulher dos outros. :lol:

O que seria esse almanaque mágico da Mônica? Histórias com o tema "magia"?

Já essa história do Zé e o Biquinho parece ser ótima mesmo. Também nunca li.

Postado
3 horas atrás, Victor235 disse:
 

Em "O amigo prestativo", que cor é esta para um bolo de laranja?
 

O bolo é de laranja, mas está cheio de cobertura e glacê. 

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Chutaria Flamengo e Corinthians.

Aparentemente é um almanaque temático (um tema por edição), visto que não faria sentido terem publicado 29 números de um "Almanaque Mágico da Turma da Mônica".

7 horas atrás, Usagi White disse:

O bolo é de laranja, mas está cheio de cobertura e glacê. 

Faz sentido.

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Duas histórias e uma tira que saíram em Zé Carioca # 1786, lançado em setembro de 1986, nunca foram republicadas. São elas:

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@Usagi White

A tradução de "Cavando confusão" também fez confusão. A personagem Tia Giselda revela que virou "antropóloga", de maneira que iria "procurar ossos antigos" como "uma arcada pré-histórica ou um dente fossilizado" para pesquisar nossos ancestrais. Ou seja, ela seria arqueóloga.

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No final desta história, há uma "quebra da quarta parede":

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Em "Cuidado... auuu! com o cão!", história do Urtigão, aparece o personagem Compadre Onofre:

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Um balão de pensamento do personagem Cão foi direcionado a uma casa:

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Por fim, scan da personagem Isaurinha from B 860018:

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#vemaíSemanaCarlBarks

Editado por Victor235

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Atividades

  1. JoãoB
    O ano era 1976. Chapolin e Chaves já eram um enorme sucesso e o elenco fazia shows, turnês, publicidade...e aí surgiu a ideia de gravar um disco com o elenco. No entanto, isso acabaria gerando uma briga entre Chespirito e Carlos Villagrán. Num texto publicado na revista "Notitas Musicales" em 1977 (mas que se referia aos acontecimentos do ano anterior), o colunista Armando Miranda Molina falou sobre isso e deu uma ideia de como era esse conflito nos bastidores. Segue o link com o texto original em espanhol, publicado pelo Blog La Chicharra: https://lachicharrabrasil.blogspot.com/2010/06/ Versão traduzida do texto: Molina acertou na sua previsão de que o Quico iria sair! Mas como foi exatamente essa briga em torno dos discos? Vamos ver agora as versões dos dois principais envolvidos. Versão de Chespirito Chespirito contou a sua versão em seu livro biográfico, "Sem Querer Querendo: Memórias". Segue as principais partes, retiradas do livro: “A companhia Polygram me procurou com a intenção de fazer algo que a mim não havia passado pela cabeça: gravar um disco. [...] Diante da insistência da gravadora, eu disse que aceitava com uma condição: que meus companheiros também cantassem, o que aceitaram imediatamente. Isso foi uma medida inteligente porque entre meus companheiros havia alguns que cantavam muito bem, como era o caso do Rubén Aguirre, Edgar Vivar, Ramón Valdés e, destacadamente, Florinda Meza. [...] Dei a notícia aos integrantes do grupo, que manifestaram um grande entusiasmo pelo projeto, com exceção de Carlos Villagrán, que nos disse que ele já tinha uma oferta similar (e pessoal) por parte de uma outra gravadora. Essa falta de integração parecia ir contra o interesse geral, mas acabei por dar meu consentimento”. Provavelmente, Chespirito ficou chateado pelo Villagrán ter assinado um contrato de exclusividade com outra gravadora usando um personagem do programa de Chespirito, o Quico, sem avisar ninguém antes. Isso impossibilitou que o Quico estivesse nos discos que o elenco fez. Mas Chespirito deixou o Carlos fazer os seus discos solos. Versão de Carlos Villagrán Já Carlos Villagrán deu a versão dele sobre os discos numa entrevista para o youtuber Marcelo Rodríguez, dos Estados Unidos, em 24 de outubro de 2020. Segue abaixo: “Começaram a vender como loucos os discos. Eu fui o primeiro que procuraram para fazer discos. A gravadora Orfeón me procurou e Chespirito não me deixou, ele disse para eu não fazer o disco porque iríamos fazer um disco todos juntos. Então eu disse a gravadora Orfeón: "não, não posso fazer o disco com vocês porque vou gravar com Chespirito". Ele disse que iríamos fazer um disco todos juntos, toda a vizinhança. E foi mentira! Ele gravou dois discos solos, um do Chapolin e outro do Chaves! Então a gravadora EMI Capitol me procurou para gravar um disco e desta vez, sem avisar Chespirito, eu gravei o disco. Chespirito tinha registrado todos os personagens como dele e parece que ele processou a EMI Capitol e o processo não continuou. Ele me disse: “Quando acabar o seu contrato com a EMI Capitol, te quero conosco para gravarmos um disco todos juntos”. Eu disse: “OK, quando acabar meu contrato vou para a gravadora Poly”. Uma semana depois, me chamaram na gravadora EMI Capitol. Estava o Chamín Correa, foi ele quem me dirigiu para gravar o disco. E tinha outras pessoas, eram cerca de oito pessoas. O Chamín Correa me disse: “quero te dar um presente para que você fique feliz na EMI Capitol”. Ele me deu um cheque de 165 mil dólares para que eu ficasse (na gravadora)! Então eu tirei uma cópia, levei para o Chespirito e disse: “Chespirito, veja! Não posso ir contigo! Veja o quanto vou ganhar (na EMI Capitol)!”. Ele disse: “Esse dinheiro você tem que dar para todo o grupo!”. Aí começaram os problemas! Ele juntou todo o grupo num escritório do Enrique Segoviano e disse: “Carlos, esse dinheiro você tem que dar para todo o grupo!”. Perguntei: “Por que Roberto?”. Ele: “porque graças a um Chaves se fez o Quico, graças a uma Chiquinha se fez o Quico, graças a um Seu Madruga se fez o Quico...” Eu disse: “então você também tem que me dar o dinheiro dos dois discos que você fez porque graças a um Quico se fez o Chaves”. Ele se levantou e disse: “Mas o Chaves e o Quico são meus! Sou rebelde e não te dou nada”. E não lhe dei nada, haha.” Esse é o vídeo da entrevista em que o Villagrán conta essa versão (a partir dos 11:31): Chespirito gravou um disco solo nessa época (não dois). Foi o disco “Chespirito e Suas Canções”, lançado em 1976 pela gravadora Fontana Records. Ainda em 1976, o Carlos lançou seu primeiro disco solo com a EMI Capitol, "Quico". Em 1977, o elenco de Chaves lançou o seu disco com toda a turma, menos o Quico, como é possível ver pela capa. Até 1979 o Carlos lançou mais quatro discos solos, enquanto Chespirito e o elenco lançaram mais dois. E o Carlos saiu do elenco nesse ano. A relação desgastada com Chespirito e o elenco (incluindo esse conflito envolvendo os discos) pode ter contribuído para a saída do Villagrán.
  2. E.R
    E.R respondeu ao tópico de Raphael em Fórum Único Chespirito
    É um bom episódio o "Pior a emenda que o solado", tem até a presença do Godinez.
  3. HOMESSA
    HOMESSA respondeu ao tópico de Douglas Reis em Fórum Social
  4. Medeiros CH
    Medeiros CH respondeu ao tópico de sPiDeR em Todos Atentos Olhando pra TV
    O compilado do Desfile de Natal com um bastidor raro do Walter Lantz (em inglês naturalmente) que estava disponível apenas no canal da WildBrain antes do encerramento do contrato dela com a Universal
  5. Marcelo J.
    Que piada essa emissora.

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