Postado 3 de Janeiro de 2019 7 anos 2 horas atrás, Usagi White disse: @Luciano Junior deve ser o mesmo nome da história original não? Não. É um título diferente. 2 horas atrás, Tio Trambique disse: Não é esse.
Postado 3 de Janeiro de 2019 7 anos 1 hora atrás, Victor235 disse: A mosca saiu viva? A historinha termina após o acidente do Cascão, com ele tentando falar com a mosca, desesperado: "Zoraíde! Fala comigo!!" Dá uma incerteza dela ter saído viva ou não. No quadrinho, tem até uma figura tipo mola acima da cabeça da mosca caída. Não sei se isso quer dizer que ela ainda esteja viva ou consciente.
Postado 3 de Janeiro de 2019 7 anos 30 minutos atrás, Maylene disse: No quadrinho, tem até uma figura tipo mola acima da cabeça da mosca caída. Não sei se isso quer dizer que ela ainda esteja viva ou consciente. Aquela figura é típica da turma. Colocam quando alguém se acidenta, ou fica bravo com algo. Pelo jeito essa mosca estava inconsciente
Postado 4 de Janeiro de 2019 7 anos Autor [ANO NOVO, GIBI VELHO - #03] O gibi de hoje é Peninha (1s) # 54, lançado em setembro de 1984. O antepenúltimo número de sua primeira série trouxe a ficha de participação do concurso "Pinte o pato e ganhe um micro". Os vencedores levaram pra casa micros CP-200, computador doméstico produzido pela empresa Prologica a partir de 1982. Este número também trouxe figurinhas para o álbum "Pato Donald Edição Especial de Aniversário", que foram recortadas do exemplar que comprei mas podem ser vistas no scan feito por Evandrops e Nick do blog Quadradinhos Patópolis, que ilustra esta postagem: As histórias em quadrinhos começam com "Penapoleão e o pirulito de groselha", sátira às conquistas de Napoleão Bonaparte. Nunca foi republicada. Peninha fez o papel de "Que Pena". Devido a sua semelhança física, Que Pena é chamado para substituir Penapoleão Bonaparte em situações de perigo. Ainda nesta sátira: • Sargento Vasco • Almirante Nélson Em "O preço da fama", vemos que o nome "Máicou Jéssico" aparece escrito com caligrafia diferente em um balão. Provavelmente, a publicação original dessa história parodiou outro famoso. Nesta mesma página, esqueceram de pintar as luvas do Morcego Vermelho em um quadro: Falando nas cores do Morcego, nesta história Pardal inventou o "uniforme-camaleão": Em "O elo irremediavelmente perdido", aparecem os arqueólogos Prof. Raimundo D. Poeira e Prof. Romeu Perônio: Por fim, em "Problemas domésticos" (história nunca republicada) vemos o elefante Bumbo e rápida aparição do figurante Nicanor: Editado 4 de Janeiro de 2019 7 anos por Victor235
Postado 4 de Janeiro de 2019 7 anos Num gibi que adquiri, encontrei um informativo da MSP que dizia que faltava uma edição da turminha em seu acervo e pedia ao leitores para encaminharem um exemplar dela para lá, conforme imagem abaixo. via Magali nº 91, Editora Globo - Dezembro de 1992 Dessa vez mostro os anúncios antes das historinhas. Vou deixar uma delas em destaque. O anúncio acima fala sobre as tais placas de veículos que eram novidade na época e que seguiram até pouco tempo atrás, com a substituição gradual pelas placas Mercosul. E nesta edição tem a seção Lojinha Postal, onde compravam produtos relacionados à turminha via correio. Acabei escaneando todas as páginas da seção. Estão tudo em spoiler. E agora, as historinhas. Magali maluquinha por melão Magali conta pra Mônica que aceitou namoro de um tal Miguelzinho, filho do dono do quitandeiro, apenas porque ele trazia frutas pra ela. Mônica critica ela, por estar trocando Quinzinho por frutas. Depois, Miguelzinho trouxe pra Magali uma melancia, acreditando que, ela aceitando as frutas, é sinal de namoro. Quinzinho logo chega e fica com ciúmes e então começa a disputa com Miguelzinho por ela, este trazendo frutas e aquele com pães e variados da padaria. Magali se cansa e se afasta deles, gerando uma briga entre os dois. Então, Mônica bola um plano pra separar os dois e fazer ela voltar ao Quinzinho, fingindo ser filho de dono de restaurante. Magali - Sem correria Magali faz um passeio com o Mingau, usando nele uma guia (Mingau não gostou disso). A confusão é quando ele sai atrás de um rato, foge de um cachorro, que acaba arrastando a Magali junto. No final, ele acabaria arrastado quando a Magali foi atrás de algo de comer, sorvete no caso. Praga de Mãe Esta é Cecília, que de tanto recusar a comida da mãe, esta se cansa e diz "Um dia vai saber como é difícil!". Ela cresceu, casou e teve o filho Dudu, que também recusa a comida desta. -"Ai! Praga de mãe pega!" Magali - O incompetente Aqui temos estes bandidos, sendo que o chefe fala pro Anastácio que "não consegue roubar doce de uma criança" e este fala que consegue vai fazer uma tentativa, e logo com quem ele vai. Com a Magali o resultado não seria outro a não ser falha. Anastácio pede uma segunda chance ao chefe e este fala pra ele roubar dessa vez um brinquedo. Então ele foi tentar roubar um brinquedo... da Mônica, terminando assim. Magali - Doces lembranças Magali conta pra Mônica que o Quinzinho brigou com ela (se me perguntarem porque, digo que ele ficou com ciúmes e falou que ela só pensa em comida). Então Mônica leva Magali pra uma lanchonete pra esquecer um pouco dele, mas qualquer lanche faz ela lembrar dele e não come. Então, Mônica foi à padaria falar pro Quinzinho que ela não consegue comer por causa da briga e ele foi pedir desculpas à Magali, mas esta, ao olhar pra ele, acabou lembrando das guloseimas e voltou a comer.
Postado 4 de Janeiro de 2019 7 anos @Maylene Essa história, "doces lembranças" eu tenho num almanaque de um tema só, no caso só histórias de romance.
Postado 4 de Janeiro de 2019 7 anos Autor 6 horas atrás, Maylene disse: Num gibi que adquiri, encontrei um informativo da MSP que dizia que faltava uma edição da turminha em seu acervo e pedia ao leitores para encaminharem um exemplar dela para lá, conforme imagem abaixo. Legal essa campanha. Devem ter recebido vários números deste de leitores. Se fosse hoje me dia, achariam fácil na internet. A Panini também mantém todas as edições em arquivo? 6 horas atrás, Maylene disse: O anúncio acima fala sobre as tais placas de veículos que eram novidade na época e que seguiram até pouco tempo atrás, com a substituição gradual pelas placas Mercosul. Jamais vi um carro com essa placa nova. Pelas fotos, parecem bem feias Uma bregueira desta e ainda tá seguindo padrão internacional!
Postado 4 de Janeiro de 2019 7 anos 10 minutos atrás, Victor235 disse: Legal essa campanha. Devem ter recebido vários números deste de leitores. Se fosse hoje me dia, achariam fácil na internet. Se fosse hoje em dia nem precisava , era só vir aqui na minha cidade . Aqui onde moro é muito pequeno e só ´há uma livraria. E nela não vende gibis, por isso que assino. Eu fui lá ano passado e comprei alguns gibis, mas foi raro ter chegado lá e quando fui ver era gibi de 2010/2011. E olha que o moço comprou porque eu pedi bastante. Editado 4 de Janeiro de 2019 7 anos por Tio Trambique
Postado 4 de Janeiro de 2019 7 anos 30 minutos atrás, Victor235 disse: Legal essa campanha. Devem ter recebido vários números deste de leitores. Se fosse hoje me dia, achariam fácil na internet. A Panini também mantém todas as edições em arquivo? Jamais vi um carro com essa placa nova. Pelas fotos, parecem bem feias Uma bregueira desta e ainda tá seguindo padrão internacional! Quanto à Panini, não sei dizer. Acredito que, das edições da própria editora, ela tenha tudinho em seu acervo. Não creio que tenha todas as revistas das editoras anteriores a essa no acervo da Panini. Aqui no Rio já vejo alguns veículos com a placa nova já há um tempinho. E olha que o motivo da troca é o mesmo do que foi falado das antigas placas na época: questão de segurança. Editado 4 de Janeiro de 2019 7 anos por Maylene
Postado 5 de Janeiro de 2019 7 anos Autor 2 horas atrás, Tio Trambique disse: Se fosse hoje em dia nem precisava , era só vir aqui na minha cidade . Aqui onde moro é muito pequeno e só ´há uma livraria. E nela não vende gibis, por isso que assino. Eu fui lá ano passado e comprei alguns gibis, mas foi raro ter chegado lá e quando fui ver era gibi de 2010/2011. E olha que o moço comprou porque eu pedi bastante. Se fossem na sua cidade, aí que o Maurício ficaria sem a revista mesmo. Tem banca aí? 2 horas atrás, Maylene disse: Quanto à Panini, não sei dizer. Acredito que, das edições da própria editora, ela tenha tudinho em seu acervo. Não creio que tenha todas as revistas das editoras anteriores a essa no acervo da Panini. Será que a Globo ainda guarda todas que publicaram mesmo após a mudança de editora? 2 horas atrás, Maylene disse: Aqui no Rio já vejo alguns veículos com a placa nova já há um tempinho. E olha que o motivo da troca é o mesmo do que foi falado das antigas placas na época: questão de segurança. E também uma integração com o sistema de outros países.
Postado 5 de Janeiro de 2019 7 anos 30 minutos atrás, Victor235 disse: Será que a Globo ainda guarda todas que publicaram mesmo após a mudança de editora? No caso da Editora Globo, não creio que tenha guardado todos. Provavelmente pode ter em seu acervo as primeiras edições da turminha e as dos últimos anos dela na editora (entre 2004 e 2006). Nunca visitei os arquivos das editoras, então não sei como responder com mais clareza a respeito.
Postado 5 de Janeiro de 2019 7 anos Autor [ANO NOVO, GIBI VELHO - #04] Na história "A bola incrível" (Pato Donald # 1742, de março de 1985), Biquinho, criticando seu tio Peninha, cita Zé Carioca: Em "Sorte roubada a troco de nada", Donald ganha um barco e leva Margarida para um passeio. Apesar da sorte em ganhar o prêmio, o costumeiro azar do pato aparece e começa uma forte ventania. Margarida alerta: "Faça alguma coisa, Donald! Pare o barco! Não me sinto muito bem". Eu teria aproveitado o fato do Donald usar roupa de marinheiro e bolaria uma frase do tipo "Honre sua camisa!" ou algo do tipo nestas falas. As demais histórias desta edição: ----- @Maylene @E.R @Tio Trambique @Usagi White @Arenagak
Postado 5 de Janeiro de 2019 7 anos 48 minutos atrás, Victor235 disse: Se fossem na sua cidade, aí que o Maurício ficaria sem a revista mesmo. Tem banca aí? Sim. Banca nem de comida, rapaz.
Postado 5 de Janeiro de 2019 7 anos Chico Bento nº 225, Editora Globo - Setembro de 1995 Historinhas Chico Bento - Estudar é preciso Chico acredita que o bom da vida é brincar e aproveitar as coisas boas e que estudar é perda de tempo. Resultado: nota ruim nas provas, mais exigência da mãe. Então, ele resolve não querer mais estudar e curtir a vida, e foge de casa. Durante esse tempo, ele se depara com profissionais de várias áreas, trabalhando para preservar a fauna e flora (químico, biólogo, geólogo, zoólogo, veterinário), e um deles disse a ele que estudou muito pra chegar à profissão. Chico acaba convencido e volta pra casa estudar. Logo, dias depois recebe nota boa na prova e sai feliz da escola, afirmando que tem hora pra brincar e também pra estudar, e que também devemos cuidar das coisas boas. Chico Bento - Tão simples Papa-Capim - O lugar mais seguro Papa-Capim tenta fugir de um porco-do-mato e pede ajuda a Cafuné pra esconder em algum lugar. Claro que qualquer esconderijo que ele escolher acabaria em encrenca com outros bichos da mata. Chico Bento - A resposta é simples... Aqui temos Noninho, um menino que observa os vizinhos rurais e faz indagações sobre como os outros conseguem regalias com muito pouco e diz que eles tem sorte. Enquanto ele falava da vida dos outros, Chico trabalhava duro e cuidando bem do solo para conseguir legumes bons. Após este ter terminado, Noninho faz a mesma indagação sobre ele também. Chico Bento - A mosca Uma mosca segue o Chico, que este acaba em confusão com a Rosinha e mais tarde com Zé Lelé, quando pedia ajuda. Numa trapalhada dos dois, a mosca deixa de seguir o Chico (que este sai pra pedir desculpas a Rosinha) e passa a seguir o Zé Lelé. Anúncios
Postado 5 de Janeiro de 2019 7 anos @Maylene As histórias "Tão simples" e "Um lugar seguro" foram republicadas nos últimos almanaques do Chico que eu comprei em 2018, era mais ou menos meio do ano. Editado 5 de Janeiro de 2019 7 anos por Usagi White
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