Postado 25 de Agosto de 2019 6 anos Autor [SEMANA ZÉ CARIOCA - CASA 1100 - #02] Alguém já enviou ao Inducks as imagens de todas as histórias de Zé Carioca # 1141, lançado em setembro de 1973. Meu exemplar foi comprado no Sebo Pacobello. Este gibi trouxe uma história da dupla Saidenberg/Canini que eu não conhecia, "Fórmula Zé-ro". Apesar do nome, o personagem 00-ZÉro não aparece na trama. O piloto Emerson Fittipaldi foi mencionado nominalmente pelos personagens da trama. Zé Carioca também lembrou do provérbio "Amor, a quanto me obrigas". - Outra referência criativa a um manual Disney: - Será que houve uma referência a uma emissora de TV real neste quadro? • Rosinha • Peri Quito from B 73147 - "Rosinha Periquita" Em "Essa gasolina é uma água", Pardal faz um teste cientificamente não recomendado: experimenta uma substância para ver se era gasolina. ----- Esta capa foi remakeada anos mais tarde no próprio "Zé Carioca":
Postado 25 de Agosto de 2019 6 anos 17 horas atrás, Victor235 disse: Será que houve uma referência a uma emissora de TV real neste quadro? Que eu sabia não, a não ser que seja uma emissora extinta de alguma afiliada regional. 17 horas atrás, Victor235 disse: Peri Quito from B 73147 - "Rosinha Periquita" É provável que a rosinha não seja um papagaio fêmea então. 17 horas atrás, Victor235 disse: Em "Essa gasolina é uma água", Pardal faz um teste cientificamente não recomendado: experimenta uma substância para ver se era gasolina. Que nojo. Tomara que nenhuma criança inocentemente tenha tentado testar algum líquido deste jeito para ver se é gasolina. O Pardal foi meio idiota aqui, pq era só ele sentir pelo cheiro, o odor que a gasolina exala é forte e perceptível qualquer burro saberia do que se trata.
Postado 26 de Agosto de 2019 6 anos Autor [SEMANA ZÉ CARIOCA - CASA 1100 - #03] Zé Carioca # 1147, de novembro de 1973, trouxe uma HQ de Saidenberg e Canini que foi republicada apenas duas vezes (uma delas no especial "Um brasileiro chamado Zé Carioca"). Nestor, um marinheiro de primeira viagem, fica enjoado ao fazer uma viagem de barco até a Ilha de Tortuga. Segue a piada: - Esta história trouxe a primeira aparição de Omar Tufão, que também aparece em "O tesouro do Capitão Currupaco" - Pedro Gaivota - Filomena the tortoise Em "Uma querida inimiga", Maga Patalójika experimenta o encantamento do vodu. Como teste, ela constrói um boneco de si própria, sem refletir muito sobre as consequências dessa experiência. Depois, Maga costura um saco de dinheiro simbolizando a Caixa-Forte de Patinhas (não sabia que o feitiço "funcionava" com objetos também). Patinhas consegue recuperar o saco de dinheiro enfeitiçado e guarda-o numa gaveta, mas isso em tese não solucionaria o problema (alguém pode mexer no objeto sem saber que está enfeitiçado, ou ele pode ser vítima de insetos e coisas do tipo dentro da própria gaveta, sendo que o que acontece ao saco também acontece à Caixa-Forte). Para deter Maga de se aproximar do teto da Caixa-Forte, uma armadilha "joga perfume francês" na bruxa. - Nesta HQ também vemos uma invenção de Madame Min, a vassoura para duas pessoas: Em "O supersupersticioso", Pateta fala sobre uma crença bem estranha e maldosa: "Então você não acredita que a gente pode se livrar de uma verruga enterrando um gato?". Esperamos que seja um gato que já tenha morrido, né? Nesta história também aparece um carro de bombeiros diferente, com duas partes afastadas uma da outra e ligadas apenas pela escada em posição deitada. @Usagi White ----- (imagens (exceto capa e contracapa): Vargas do Grêmio/Chutinosaco)
Postado 26 de Agosto de 2019 6 anos 13 horas atrás, Victor235 disse: "Torre das preocupações negras" Legal! Quero uma também. Parece que aqui a bruxa deixa escapar que ela não tem mais nenhum objetivo na vida se não pegar a tal moeda do Patinhas. Magnifico o cabelo despenteado da maga aqui 13 horas atrás, Victor235 disse: De tanto que é penetra ele acabou sendo convidado. Pode parecer até exagero o peninha dizer que não vai almoçar só para jantar bem na casa da margarida, mas em alguns países não, os americanos quase nunca almoçam pq trabalham muito e não há horário de almoço como a gente aqui, e para compensar comem muito no café da manhã.
Postado 26 de Agosto de 2019 6 anos Autor [SEMANA ZÉ CARIOCA - CASA 1100 - #04] Meu primeiro e único gibi comprado no site do Sebo do Messias foi Zé Carioca # 1171, lançado em abril de 1974. Apenas "O castelo da bruxa" estava sem imagem correspondente no Inducks. Confira-a através do scan feito por Vargas do Grêmio para o Chutinosaco: Achei alguns desenhos desta história um pouco desproporcionais: Peninha reflete a dificuldade de muitos no primeiro emprego: ----- (Ruy Perotti)
Postado 27 de Agosto de 2019 6 anos Autor [SEMANA ZÉ CARIOCA - CASA 1100 - #05] O gibi de hoje é Zé Carioca # 1185, lançado em julho de 1974. Na capa, onde será que o papagaio utilizou essas tintas de cor rosa na pintura que fez? A tradução brasileira foi criativa na história "O concurso dos comilões", dando a um personagem o nome de Tonico Milão. A história fala sobre um concurso que premiaria quem comesse mais pizzas. Imaginei outro final para a HQ: após Tonico desistir e desmaiar só de ouvir Pateta pedir sua "pizza piramidal" (seis pizzas uma em cima da outra, com camadas de recheio entre elas além dos recheios próprios de cada pizza), Pateta faria questão de manter o pedido e comer a pizza mesmo após ser declarado vencedor, pois alegaria que ainda estava com fome. "Um é bom, três é demais" resgata a personagem Laurinha Filamento da história "Amor, a quanto me obrigas". Pardal "reativou" esta personagem pois Lampadinha "andava muito solitário". Porém, Gavião roubou o projeto da Laurinha e criou uma nova "robô" (Laurinha II), incrementando-a com uma "peça defeituosa no sistema central", a fim de utilizá-la num plano. Apesar dos "autômatos" dependerem das condições de suas peças para funcionarem bem (peças normais geram comportamentos normais), Lampadinha parece conseguir ter sentimentos e emoções além daqueles comportamentos ditados pelas peças de seu sistema. Outro destaque desta edição é a história "Robin Urtigão", desenhada por Tony Strobl. Urtigão lê "Robin Hood" e tem a ideia de viver como o personagem. Em sua caracterização, colocou bigodes: Nesta história, o território de Urtigão é mencionado como "Brejo Quente" (e não Brejo das Urtigas). Nos desenhos podemos ver a careca do personagem: ----- - Propaganda mostra os personagens da Turma da Luluzinha: - Propaganda da "Recreio - Edição para colorir" que trazia como brinde lápis da Fritz Johansen. A fábrica foi vendida à Gillette, que posteriormente transferiu a tecnologia de produção para um grupo de empresários que fundou a marca Labra.
Postado 29 de Agosto de 2019 6 anos Autor [SEMANA ZÉ CARIOCA - CASA 1100 - #06] O gibi de hoje é Zé Carioca # 1193, lançado em setembro de 1974. O antigo dono do exemplar que comprei deu o nome de "Irones" ao barco de Zé Carioca que aparece na capa. Com exceção da capa, as imagens que ilustram esse post foram tratadas digitalmente por Luiz Dias, do blog Chutinosaco. O gibi começa com "Churrasco bom pra cachorro", de Júlio de Andrade e Renato Canini. - Clóvis Rompeterra Em "Duelos de fumaça", a nuvem que aparece no "splash panel" deveria ser colorizada de rosa. Ao longo da história, a nuvem do Dr. Estigma (rosa) duela com a nuvem do Pardal (roxa). Sendo assim, a primeira nuvem mostrada na HQ, que induziu os habitantes de uma aldeia a darem seu dinheiro ao vilão, era a do Dr. Estigma, ou seja, a rosa e não a roxa. Apesar das nuvens serem de fumaça, em dado momento a nuvem do Estigma foi transformada em gotas de água. - Pardal acabado ----- - Nunca soube que o Muttley se chamava Pilantra nos quadrinhos. Quem era o personagem Olavo Obom?
Postado 29 de Agosto de 2019 6 anos Autor [SEMANA ZÉ CARIOCA - CASA 1100 - #07] A ideia da capa (de autoria desconhecida) de Zé Carioca # 1139, lançado em setembro de 1973, foi aproveitada por diversos desenhistas e em diferentes países. O desenho de Pateta na frente do espelho e da pia de seu banheiro, escovando os dentes com uma escova que tem dois conjuntos de cerdas (um para cada um de seus dentes), foi remakeada em capas de gibis da França (1974), Alemanha (1983), Portugal (1984) e Itália (2000). Além disso, a ideia virou uma tira de jornais americanos, em 1976: https://inducks.org/story.php?c=YM+76-01-05 Em "Vigiando o vigia", Peninha se autointitula "Pato Peninha": • Odair from B 73090 ----- @Raphael
Postado 31 de Agosto de 2019 6 anos Autor Adquiri no site oficial Compre Culturama o novo título "Histórias Curtas", lançado em agosto de 2019. Mesmo tendo gasto um valor tão curto, ganhei um brinde do site: Ao contrário dos demais mensais da editora, este começou no número #01, e não no "zero". Não entendi porque o código interno da publicação é "DCCL", e não "HCCL". A proposta do "Histórias Curtas", como o nome diz, é publicar histórias curtas, de até dez páginas, além de tiras e "charges". Esse tipo de trabalho feito por Silvia Ziche já tinha chegado a sair no Brasil (com outra tira, obviamente). em Mickey (Abril) # 899, de julho de 2017. O primeiro número de "Histórias Curtas" trouxe as seguintes histórias: - Recomendações de Patinhas: - Que longo o tubo do monitor: - O que é esse risco na calça do diretor do supermercado? - Referência ao Silvio Brito? Expediente: -----
Postado 1 de Setembro de 2019 6 anos Autor NOTÍCIAS O que são "evoluções em mastros de bandeiras"? Uma espécie de escultura sob o mastro? (via "Babás de passarinho"; Zé Carioca # 1143, de outubro de 1973)
Postado 8 de Setembro de 2019 6 anos Autor NOTÍCIAS Crivella pede para recolher livro dos Vingadores vendido na Bienal https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2019/09/05/crivella-pede-para-recolher-livro-dos-vingadores-vendido-na-bienal.ghtml Crivella recorre ao TJ, que determina o recolhimento de obra com beijo de heróis gays https://oglobo.globo.com/cultura/crivella-recorre-ao-tj-que-determina-recolhimento-de-obra-com-beijo-de-herois-gays-23934312 Pedido de Crivella para recolher livro dos Vingadores que mostra beijo gay é repudiado na Bienal https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2019/09/07/pedido-de-crivella-para-recolher-livro-dos-vingadores-que-mostra-beijo-gay-e-repudiado-na-bienal.ghtml
Postado 14 de Setembro de 2019 6 anos Autor Em 18/05/2018 às 17:16, Ramyen Matusquela disse: NOTÍCIAS Li Zé Carioca # 657 (Junho de 1964). Esse gibi tem várias coisas engraçadas e nonsenses. Confira: Li a HQ "Papagaiadas" duas vezes em um curto período de tempo. Nesse gibi e em Disney Especial "Os Policiais". Além disso já a tinha em outra edição. Muito boa: Em "Ajuda Para Perturbar" (HQ em que se desconhece os autores), Donald tem um vizinho chamado Ganso Ganselmo. Ele é uma espécie de Peninha, já que seu objetivo é tentar ajudar o Donald a montar uma Churrasqueira, mas só o atrapalha. Além dos desenhos estranhos, destaco Donald levando Flocos de Milho para uma Churrascada e ordenando para que os meninos cuidassem da churrasqueira (Tá certo que eles são espertos e até acendem fogueiras como escoteiros, mas não deixa de ser uma irresponsabilidade). - Ganso Ganselmo: - Gansarita: - Cara de Sexta-Feira? Destaque também para os meninos usando roupas coloridas, porém, seus bonés não combinam: Ainda conheci mais um Zé Fraude. Mas esse o Zé não ficou estranho. É mais a dele querer cuidar bem de um porco dos sobrinhos para vendê-lo depois. Zé dá de mamar ao porco cantando Banho de Lua Em uma tirinha: - Blonde girl with curly hair from YF: O gibi trouxe um clássico de Paul Murry, "Papagaiadas". Tenho esta HQ em três edições, sendo uma em espanhol. Devido à restrição do cadastro do Inducks, não podemos saber os nomes originais do papagaio Carlito e do bandido Rickey Pé-de-Cabra. Mickey é confundido com Rickey, que aparece no mesmo momento. Apesar da coincidência, Mickey ganha uma recompensa pela captura do bandido. Na página 7, vemos a grafia "Estou-o seguindo". Em "Ajuda para perturbar", o personagem Ganso Ganselmo fala em "cópia heliográfica". A heliografia é um processo fotográfico que literalmente significa "gravar com sol". A imagem heliográfica pode ser criada com uma placa de prata coberta com um derivado de petróleo fotossensível chamado Betume da Judéia. O processo, porém, tem baixa velocidade de captação e resulta em imagens de pouca qualidade. Em duas páginas sequenciais, o vestido de Minnie mudou de rosa para verde nesta história. Não adicionaram o personagem Jarbas no remake "Sua excelência, o mascote". Desta vez Jarbas não era um motorista genérico, e sim um fazendeiro.
Postado 14 de Setembro de 2019 6 anos Autor NOTÍCIAS Outro gibi que ganhei do Rivaldo para leitura foi Tio Patinhas # 152, de março de 1978. Logo após a propaganda de uma oferta da máquina fotográfica Kodak Instamatic, começa a história "O misterioso Pégrande", com os sobrinhos de Donald tirando fotos na intenção de ganhar a medalha F.O.L.H.A. ("Fotógrafo Indomável de Gênio Ousado"). A palavra "poster" foi escrita no plural como "posters". Dicionários de português afirmam que o correto é "pôsteres". O tal Pégrande, segundo os escoteiros-mirins, teria "um fraco" por balas de alcaçuz - tal como o Indiana Pateta. Neste gibi, a seção "A pratinha" falou sobre o escritor Júlio Verne. Provavelmente apenas como forma de evitar a palavra "morte" ou "falecimento", o texto disse que "[...] já passados 73 anos de seu desaparecimento, as obras de Júlio Verne ainda são consideradas atuais". Na seção de cartas, um leitor escreveu "para saber qual é a fisionomia do Mancha Negra sem o capuz" e a editora respondeu que "nem mesmo o Mickey e o Coronel Cintra conhecem a verdadeira identidade do Mancha Negra". Mas não, hein? Em "Uma ajuda enrolada", Donald se confunde e reveste uma parede de Vovó Donalda com "rolos de pianola". Tratam-se de rolos que faziam músicas serem executadas automaticamente num tipo de piano, a pianola, como se fossem arquivos MIDI interpretados por um programa de computador. Porém, na pianola as próprias teclas são pressionadas durante a execução. Pra quem nunca viu, vale a curiosidade: https://blogln.ning.com/profiles/blogs/a-pianola Tico & Teco brincam com "ver estrelas" (elemento de quadrinhos) após uma pancada na cabeça: Em "O beco mal-assombrado", vemos o guarda Asdrúbal: Quadro do Pardal que podemos usar por aí: -----
Postado 14 de Setembro de 2019 6 anos 7 minutos atrás, Victor235 disse: A palavra "poster" foi escrita no plural como "posters". Dicionários de português afirmam que o correto é "pôsteres". É que eles escreveram em inglês!
Postado 14 de Setembro de 2019 6 anos Em 31/08/2019 às 22:10, Victor235 disse: É a maga e a Madame Mim hoho! 15 horas atrás, Victor235 disse: - Cara de Sexta-Feira? Destaque também para os meninos usando roupas coloridas, porém, seus bonés não combinam: Pois é, faria mais sentido se fosse "Cara de segunda feira". Além das roupas e bonés, os corpos também estão estranhos, parecem mais largos que o normal,com o traseiro mais empinado.
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