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Audiência das Emissoras

Featured Replies

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"Cúmplices do Resgate" tá deitando kkkkk, meu Deus. Não esperava por esse índice tão alto, mesmo na primeira semana.

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Não sei como coração indomável bate 7 pontos,

a novela é chata e olha que eu gosto de novelas mexicanas,

quero ver a audiência de Soy tu duena,

essa sempre foi muito pedida pelos fãs.

Se a audiência ta assim, é porque a novela é realmente boa e ta agradando o publico.

Fiquei curioso pra ver essa novela de tanto que falam dela, espero que seja boa.

Postado

Soy tu Duena é ótima e ainda tem um elenco excelente.

Postado

Se a audiência ta assim, é porque a novela é realmente boa e ta agradando o publico.

Fiquei curioso pra ver essa novela de tanto que falam dela, espero que seja boa.

Ela é muito boa sim, só essa fase que está passando agora que é um pouco chata. Mas a novela é ótima.

A Dona vai ser um sucesso também, é uma das mexicanas mais aguardadas e ainda tem um grande elenco.

Editado por Giovani Santos

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Infelizmente Cúmplices está indo bem. E digo infelizmente porque isso significa que o SBT continuará nessa zona de conforto com remakes infantis, enterrando pra sempre as novelas originais.

Postado

Também gostaria que o sbt voltasse com as versões originais e não remakes,

como cúmplices, carrossel.

Como gostaria de rever a versão mexicana.

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  • Este é um post popular.

Infelizmente Cúmplices está indo bem. E digo infelizmente porque isso significa que o SBT continuará nessa zona de conforto com remakes infantis, enterrando pra sempre as novelas originais.

Sem contar que já sabemos quem serão as novas crianças que sempre estarão no "Passa ou Repassa" do Domingo Legal. :lol:

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  • Autor

Vamos ver se o Passa ou Repassa vai continuar se acontecer aquela história da faixa da Disney.

Postado

Espero que na faixa da disney passe clássicos e House of Mouse.

Postado

Também gostaria que o sbt voltasse com as versões originais e não remakes,

como cúmplices, carrossel.

Como gostaria de rever a versão mexicana.

Eu iria gostar muito de ver a versão mexicana de Carrossel. A Nova é boa, mas eu prefiro a mexicana.

Postado

Uma coisa que pouca gente deve saber é que A dona (Soy tu doña) também teve uma versão brasileira chamada "Amor e ódio",que é outra versão de "La Doña" de 1995,que é Remake de "Doménica Montero" de 1978,mas sua versão original é Venezuelana,"La doña" de 1972 ou 1966 (não consigui achar a data exata).

Também queria ver a versão mexicana de Carrossel. Mas acho melhor esquecer,dificilmente isso irá acontecer.

Daqui a pouco o SBT vai fazer remake de "O diario de Daniela" "anoctem" :assobiando:

Postado

Nossa infinitos Remakes. Daqui a pouco o SBT vai fazer remake do Jornal do SBT.

Postado

Uma coisa que pouca gente deve saber é que A dona (Soy tu doña) também teve uma versão brasileira chamada "Amor e ódio",que é outra versão de "La Doña" de 1995,que é Remake de "Doménica Montero" de 1978,mas sua versão original é Venezuelana,"La doña" de 1972 ou 1966 (não consigui achar a data exata).

Traduzindo: Tanto o SBT quanto a Televisa são emissoras nada originais, sem uma gota de criatividade e se merecem.

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"A Usurpadora" também tem origem Venezuelana, e mesmo assim a mexicana é de longe melhor e mais conhecida.

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A usurpadora na verdade a sua primeira versão é de uma rádio novela Cubana.

Se não me engano a autora dessa novela depois foi para o México e refez a sua novela lá.

Isso não é nada:

Carrossel(2012)-Remake da versão mexicana Carrusel, adaptada por Lei Quintana e Valeria Phillips a partir de textos Argentino de Abel Santa Cruz,que virou livros,radionovelas,fotonovelas e quadrinhos no país.Porém foi em 1966 que virou telenovela chamada "Jacinta Pichimahuida,la maestra que no se olvida" e a versão mexicana foi produzida em 1989,o SBT exibiu entre 1991 e 1992. Em 1992 a Televisa fez uma outra versão e em 2002 houve um outro remake chamado "!Viva los niños!",que o SBT também exibiu

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  1. E.R
    E.R respondeu ao tópico de E.R em Terreno Baldio
    Madureira 0 x 8 Flamengo
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    E.R respondeu ao tópico de Victor235 em Todos Atentos Olhando pra TV
  3. TIO JOÃO
    TIO JOÃO respondeu ao tópico de Raphael em Fórum Único Chespirito
    Não sei qual horário que dá boa audiência para o Chaves além do extinto horário das 20h45m?
  4. E.R

    SBT

    E.R respondeu ao tópico de Raphael em Todos Atentos Olhando pra TV
    O sábado à noite do SBT passará a ser ocupado por uma nova temporada do Viva a Noite, comandado pelo apresentador Luis Ricardo. Fonte : https://jornaldebrasilia.com.br/entretenimento/katia-flavia/sbt-encerra-sabadou-e-aposta-no-retorno-do-viva-a-noite-aos-sabados/
  5. E.R
    E.R respondeu ao tópico de E.R em Terreno Baldio
    A Bundesliga consolidou nos últimos anos uma relação estratégica com o mercado brasileiro e hoje se posiciona como a liga europeia mais assistida no Brasil. Esse avanço ocorre em paralelo à renovação e ampliação de acordos de mídia com Globo e SporTV, além de CazéTV, Canal Goat e XSports. Os novos pacotes passam a valer a partir da temporada 2026/2027 e têm duração de três anos, ou seja, até 2028/2029, ampliando ainda mais a presença multiplataforma da competição. O movimento está ancorado em resultados recentes. Na última temporada, a liga alemã registrou 170 milhões de visualizações ao vivo ao longo do calendário, média de 5 milhões de visualizações ao vivo por rodada em sua rede de distribuição no Brasil, que reúne canais fechados, abertos e plataformas digitais. O volume representa um crescimento de 811 % em relação ao desempenho de uma década atrás, indicando a expansão consistente da audiência global do Campeonato Alemão. No ambiente digital, o desempenho também foi relevante : somadas, as plataformas de mídia social ultrapassaram a marca de 500 milhões de visualizações de vídeos na última temporada, ampliando o alcance internacional da competição. Como consequência dessa estratégia, a base de fãs da liga no Brasil dobrou entre 2018 e 2025, saltando de 12 milhões para 24 milhões, indicador que reforça o crescimento sustentado da marca no mercado local. Para entender esse processo de expansão, o MKTEsportivo conversou com Robin Austermann, vice-presidente-executivo da Bundesliga Américas. Ao detalhar a origem da estratégia no Brasil, o dirigente explicou que a liga percebeu limitações no alcance da TV por assinatura e decidiu diversificar a presença em outras plataformas. “Quando analisamos o mercado brasileiro, entendemos que a TV paga sozinha não seria suficiente para alcançar todo o potencial de público. O Brasil é um país continental, com diferenças regionais importantes e uma audiência muito conectada ao digital. Por isso, optamos por abrir novas frentes de distribuição, combinando TV fechada, canais abertos e plataformas digitais. A partir de 2023, aceleramos esse movimento e conseguimos ampliar de forma consistente o nosso alcance”, afirmou. Antes de detalhar os números mais recentes de audiência e alcance, o executivo contextualizou a estratégia adotada pela liga nos últimos anos para consolidar presença no mercado brasileiro. Segundo ele, a ampliação da distribuição, a diversificação de plataformas e a aproximação com parceiros locais fizeram parte de um planejamento estruturado para aumentar relevância e exposição no Brasil. O dirigente ressaltou que o movimento não se limitou à venda de direitos de transmissão, mas envolveu posicionamento de marca e construção de relacionamento com o torcedor brasileiro, criando as bases para os resultados que passaram a aparecer nos relatórios mais recentes de desempenho. “Nós vemos que os resultados estão realmente pagando, nós somos agora a Liga Europeia mais assistida no Brasil. Isso não aconteceu por acaso, mas por uma estratégia clara de estar presente onde o torcedor está. O Brasil se tornou o nosso maior mercado internacional fora da Alemanha, e isso reforça que a decisão de ampliar a distribuição foi correta. Para o próximo ciclo, mantemos essa lógica, porque ela mostrou ser sustentável e eficiente”, completou o vice-presidente-executivo da Bundesliga Américas. Ao abordar o cenário de mídia no país, o dirigente destacou que o desenho de distribuição da liga parte de uma leitura específica sobre o comportamento do público local. Para ele, o Brasil reúne perfis variados de consumo, o que exige um modelo menos engessado e mais adaptável às diferentes rotinas do torcedor. Nesse contexto, a estratégia passa por equilibrar presença em múltiplos formatos, evitando concentrar todo o conteúdo em um único canal e, ao mesmo tempo, preservando o potencial de monetização. A avaliação é de que a combinação de plataformas amplia o alcance sem comprometer posicionamento ou receita. “O mercado brasileiro é muito dinâmico e não existe apenas uma forma de consumir futebol. Há quem acompanhe pela TV tradicional, outros preferem o streaming e muitos transitam entre as duas opções. Não acreditamos que a exclusividade total seja sempre o melhor caminho. Quando você combina diferentes plataformas, consegue alcançar audiências complementares e ampliar o valor comercial da liga sem necessariamente perder relevância em nenhum canal”, explicou. Ao comentar sobre o posicionamento da liga no país, o executivo ampliou a análise para além dos números de audiência e contratos comerciais. Segundo ele, o Brasil se destaca não apenas pelo tamanho do mercado, mas pela intensidade da relação do público com o futebol, algo que influencia diretamente as estratégias de aproximação adotadas pela entidade. Robin Austermann ressaltou que há pontos de convergência entre o perfil do torcedor brasileiro e o modelo cultivado na Alemanha, especialmente no que diz respeito à centralidade do fã dentro do ecossistema do esporte. Essa identificação cultural, na avaliação do dirigente, é um dos pilares da conexão construída nos últimos anos. “O que nós vemos no Brasil é o maior interesse no futebol do mundo. Existe uma cultura muito forte de apoio aos clubes, de presença nos estádios e de engajamento constante. Isso se conecta com o que também valorizamos na Alemanha, que é o protagonismo do torcedor. Quando aproximamos essas duas culturas, criamos uma relação que vai além da simples transmissão de jogos”, declarou. A aproximação entre os mercados também envolve a presença física dos clubes. No último ano, equipes alemãs como o Bayer Leverkusen e o RB Leipzig realizaram pré-temporadas no Brasil, com amistosos e ativações locais. Para Robin Austermann, esse tipo de iniciativa reforça o vínculo institucional e comercial. “Trazer os clubes para o Brasil faz parte de uma estratégia mais ampla de conexão com o torcedor. Não se trata apenas de jogar uma partida, mas de promover encontros, ações com parceiros e experiências que aproximem as marcas do público local. Além disso, há um histórico relevante de jogadores brasileiros na Bundesliga, o que cria uma ponte natural entre os dois países e facilita esse diálogo”, afirmou o executivo. O intercâmbio também alcança o campo institucional. No início do ano, representantes da CBF e de clubes brasileiros estiveram na Europa para conhecer modelos de organização e governança da LaLiga, Premier League e Bundesliga. Robin Austermann avaliou que a troca tende a ser positiva para ambos os lados. “Nós não enxergamos outras ligas como concorrentes diretas, mas como parte de um ecossistema global do futebol. Sempre há algo a aprender e também a compartilhar, seja em gestão financeira, estrutura de liga ou relacionamento com torcedores. O Brasil e a Alemanha têm semelhanças importantes na forma como o futebol está inserido na sociedade, e isso cria um ambiente favorável para cooperação”, disse. Por fim, o executivo reforçou que o planejamento internacional da liga não está baseado em movimentos reativos ao mercado, mas em um projeto de longo prazo. Segundo ele, a prioridade tem sido consolidar uma atuação própria, com metas definidas e expansão gradual em mercados considerados estratégicos. “Estamos seguindo a nossa própria estratégia, estamos olhando para nós mesmos e não muito para os outros. O nosso foco é construir uma presença consistente, que combine direitos de mídia, produção de conteúdo local e relacionamento com parceiros. O Brasil é peça-chave dentro dessa visão internacional, e queremos continuar ampliando as conexões entre os dois mercados de forma estruturada e sustentável”, concluiu o vice-presidente-executivo da Bundesliga Américas. Fonte : https://www.mktesportivo.com/2026/03/bundesliga-dobra-base-de-fas-no-brasil-e-consolida-o-pais-como-principal-mercado-fora-da-alemanha/

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