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TÊNIS

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Vamos falar sobre tênis neste tópico.

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https://globoesporte.globo.com/tenis/noticia/maior-tenista-da-historia-do-brasil-maria-esther-bueno-morre-aos-78-anos.ghtml

 

Maria Esther Bueno, maior nome do tênis brasileiro, morreu nesta sexta-feira, 8 de junho, aos 78 anos, vítima de um câncer.

Maria Esther Bueno, durante sua carreira, alcançou o posto de número 1 do mundo em quatro temporadas (1959, 1960, 1964 e 1966).

Ela conquistou o seu 1º título de Grand Slam em Wimbledon, em 1959, aos 19 anos.

Em 1960, ganhou os quatro Grand Slams de duplas ao vencer na Austrália, com Christine Truman, e em Wimbledon, Roland Garros e no Aberto dos Estados Unidos, todos em parceria com Darlene Hard. No total, ganhou 589 títulos ao longo de sua carreira. Ela entrou para o hall da fama em 1978.

Os maiores títulos da carreira da brasileira foram o US Open (1959,1963,1964 e 1968) e Wimbledon (1959,1960 e 1964).

Edited by E.R

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A tenista romena Simona Halep venceu hoje o seu primeiro título do torneio de Roland Garros , na França.

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A tenista alemã Angelique Kerber é a campeã do torneio de Wimbledon em 2018 !

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Chapolin

Um post inútil, mas que eu tenho que postar aqui :P

Anos atrás quando eu ouvia na TV o nome: "Roland Garros", eu entendia "Holanda arroz" :lol: E ficava sem entender o porquê daquele nome :muttley::tonguemad: :pancada:

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Foi o terceiro Grand Slam da carreira de Kerber : além de Wimbledon, ela também já venceu uma vez o Australian Open e uma vez o US Open.

 

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Professor Inventivo
26 minutos atrás, Chapolin disse:

Um post inútil, mas que eu tenho que postar aqui :P

Anos atrás quando eu ouvia na TV o nome: "Roland Garros", eu entendia "Holanda arroz" :lol: E ficava sem entender o porquê daquele nome :muttley::tonguemad: :pancada:

Eu entendia "Enrolando Arroz". :muttley:

Esse nome era muito falado no final da década de 90 início de 2000, época que Gustavo Kuerten tava no auge e ganhou esse torneio várias vezes.

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E.R

Essa temporada 2018 tá muito equilibrada no tênis.

No masculino, por exemplo, tivemos Federer campeão do Australian Open, Nadal campeão em Roland Garros e Djokovic campeão em Wimbledon.

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O ESTADO DE S.PAULO

O Aberto da Austrália terá início na noite deste domingo, pelo horário de Brasília – manhã de segunda-feira em Melbourne –, sob forte preocupação com o calor.

Depois das recorrentes reclamações dos tenistas na edição de 2018, a organização do primeiro Grand Slam da temporada mudou seu sistema de medição de calor e prometeu medidas para amenizar o desconforto com as altas temperaturas que costumam marcar a competição.

Em dezembro, os termômetros assustaram os moradores do Estado de Victoria, cuja capital é Melbourne.

De acordo com o Bureau of Meteorology, da Austrália, as temperaturas superaram os 40 graus C por quatro dias seguidos, algo que não acontecia há 90 anos na região.

Para a primeira das duas semanas do torneio, as previsões são mais amenas, com temperaturas superando os 30 graus. Mas o primeiro dia já promete 37 graus. “É sempre um calor muito forte na Austrália. No ano passado, tivemos temperaturas acima da casa dos 40 graus”, disse o tenista Bruno Soares.

O calor de 2018 causou polêmica por causa dos critérios utilizados pela organização para interromper jogos e até para fechar o teto retrátil das arenas, recurso geralmente usado somente em caso de chuva. Para alguns críticos, na final essa iniciativa favoreceu o suíço Roger Federer em detrimento do croata Marin Cilic.

Para esta edição, a organização prometeu maior clareza em seus critérios. Para tanto, mudou sua política de calor extremo e lançou a chamada Escala de Estresse Térmico, que leva em consideração temperatura, radiação solar, umidade e velocidade dos ventos. A medida vai de um a cinco, sendo este o registro do calor extremo.

Se a escala alcançar a marca de 4.0, o árbitro de cadeira deve aumentar o intervalo de descanso entre o terceiro e o quarto set, de dois para dez minutos, no jogos da chave masculina. 

De acordo com a organização, a medição do novo sistema será mais transparente, algo que não vinha acontecendo com a política anterior. “O bem-estar de todos os jogadores no Aberto da Austrália é nossa maior prioridade”, garante o diretor do torneio, Craig Tiley. “Por isso desenvolvemos essa

nova escala depois de meses de pesquisas e testes.”

Segundo Bruno Soares, que integra o Conselho de Jogadores da ATP, os novos critérios da política de calor da competição foram discutidas com os atletas.

“O Aberto da Austrália nos enviou primeiro (as informações), antes de divulgar. Discutimos o assunto com eles, tiramos nossas dúvidas. Estamos em contato e confiamos no trabalho que estão desenvolvendo para encontrar a melhor solução para esta questão”, disse.

Outra novidade para este ano é a implantação na chave masculina do tie-break no quinto set, a ser finalizado em dez pontos, e não em sete, como geralmente acontece. A medida serve para impedir o prolongamento indefinido dos jogos, algo recorrente em Wimbledon. 

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O ESTADO DE S.PAULO

A organização de Roland Garros anunciou ontem aumento de 8% na premiação concedida aos tenistas.

 

O valor total distribuído aos jogadores neste ano, na competição que será realizada entre 26 de maio e 9 de junho, vai atingir 42,6 milhões de euros (cerca de R$ 183 milhões).

De acordo com Federação Francesa de Tênis, a premiação individual para os campeões masculino e feminino de simples será de 2,3 milhões de euros (R$ 9,8 milhões), o que significa um crescimento de 4,5% em comparação ao ano passado. 

Com estas definições, Roland Garros deixa de ser o Grand Slam que oferece a menor premiação aos tenistas, com US$ 48,6 milhões no total. Supera, assim, Wimbledon, que pagou US$ 45 milhões em 2018, mas ainda não revelou quais serão os valores para a edição deste ano.

E também deixa para trás o Aberto da Austrália, que ofereceu US$ 43 milhões neste ano, em janeiro. 

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kiki_bertens_vence_premier_madri_2019.jp

Tenista holandesa Kiki Bertens vence torneio de Madri.

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https://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/rio-open-se-antecipa-e-lanca-ingressos-por-pacotes-para-2020_38792.html

O Rio Open anunciou que os ingressos para o maior torneio de tênis da América do Sul começarão a ser vendidos a partir de 2 de dezembro.

A grande novidade para este ano é o lançamento de pacotes com ingressos para diferentes momentos da competição.

Para facilitar a logística do torcedor, serão três pacotes : Primeira Rodada (segunda e terça-feira) por R$ 173 reais, Segunda Rodada (quarta e quinta-feira) por R$ 263 e Finals (sábado e domingo) por R$ 668. Eles contemplam os ingressos para o setor lateral e são limitados.

"A cada ano, buscamos trazer novidades e tornar a experiência do público ainda melhor. Estamos em permanente evolução e aperfeiçoamento, e isso será visível na edição de 2020. Além do tênis de altíssimo nível, o Rio Open movimenta economicamente a cidade, gera empregos e atrai turistas daqui e de fora", disse Márcia Casz, diretora geral do torneio.

Para 2020, novamente a aposta da IMM, organizadora do Rio Open, é de criar um grande evento durante a final, que acontecerá no domingo (23 de fevereiro). Ativações exclusivas e iniciativas para engajar o público estão sendo prometidas.

Clientes da Claro e do Santander, patrocinadores do Rio Open, terão mais tempo para comprar os bilhetes. De 22 de novembro até as 10h de 2 de dezembro as vendas são exclusivas para os clientes das duas marcas. Os assinantes da operadora de telefonia terão 35% de desconto, enquanto correntistas Santander pagarão com 30% de desconto seus ingressos.

As vendas, porém, são limitadas a 22 ingressos para todo o período do Rio Open.

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Caroline Wozniacki anuncia sua aposentadoria do tênis (seu último torneio será o Australian Open 2020).

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https://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/tenis-imagina-tres-grand-slams-e-sete-masters-1000-em-2020_39916.html

O tênis tem sido um dos esportes mais prejudicados por conta da pandemia do coronavírus que o mundo vivencia de forma mais prática desde meados de março. Após alguns jogadores, como o brasileiro Bruno Soares, terem demonstrado preocupação da modalidade nem chegar a voltar em 2020, a Associação dos Tenistas Profissionais (ATP) tratou de tentar aliviar o pessimismo em uma entrevista concedida por seu presidente, Andrea Gaudenzi, ao site italiano Ubitennis.

Na conversa, o mandatário foi claro ao dizer que "tudo é hipotético", que realmente "ninguém sabe" quando a temporada poderá ser retomada, mas disse que tem a esperança de conseguir realizar três dos quatro Grand Slams (um já foi disputado em janeiro, o Australian Open) e sete torneios da série Masters 1000. Com relação aos Grand Slams, o único que não seria realizado é Wimbledon, já cancelado pelos organizadores. Até o momento, o US Open permanece marcado nas datas originais (entre o final de agosto e o começo de setembro), enquanto Roland Garros foi adiado de maio/junho para setembro/outubro.

Essa mudança do torneio francês, aliás, foi um tema bastante tocado na entrevista. Isso porque o postergamento foi feito pela Federação Francesa de Tênis (FFT) sem consultar a própria ATP, além da Associação de Tênis Feminino (WTA), a Federação Internacional de Tênis (ITF) e a Associação de Tênis dos Estados Unidos (USTA), que organiza o US Open. Para ele, a mudança sem uma conversa prévia "prova que o tênis precisa de regulamentos mais fortes para que todos os torneios possam coexistir".

"A decisão do Aberto da França é compreensível. Eu assisti ao discurso do presidente da França, Emmanuel Macron, e ele foi muito direto sobre a gravidade da situação, então seus eleitores entraram em pânico e a Federação Francesa de Tênis sentiu vontade de plantar sua bandeira naquele espaço de setembro, independentemente do que possa acontecer. Isso, por sua vez, desencadeou uma conversa muito aberta e franca com os presidentes das outras partes interessadas, e chegamos à conclusão de que todos fazemos parte da mesma história e moramos no mesmo prédio, portanto não há espaço para prevaricação", afirmou o presidente da ATP.

Como a maioria dos esportes, o cancelamento ou o adiamento dos torneios tem impactado nas principais fontes de receita da ATP. Segundo Gaudenzi, a entidade tem trabalhado em vários planos orçamentários diferentes, imaginando o que poderá ser feito nos cenários mais otimistas (realização de três Grand Slams, sete Masters 1000 e outros torneios menores) até os mais pessimistas (temporada 2020 cancelada em 100%).

"Temos três fontes principais de renda: direitos de TV e outras mídias, publicidade e venda de ingressos. Obviamente, sem jogos, temos problemas com as três. No entanto, podemos aguentar um ano, e estou bastante otimista em retomar as partidas em julho. Nós sobreviveríamos por dois ou três anos? Definitivamente não. Ou seja, quanto mais tempo demorar para resolver a situação, pior será a nossa condição", resumiu o presidente.

Atualmente, a temporada do tênis está suspensa pelo menos até 13 de julho. Com isso, toda a temporada de saibro (com exceção de Roland Garros) e também todos os torneios na grama (inclusive Wimbledon) não serão realizados.

 

 

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https://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/federer-defende-uniao-entre-atp-e-wta-e-ganha-apoio-no-tenis_40002.html

Sem definição sobre o futuro do calendário em 2020, o tênis recebeu uma "dica" de um de seus maiores astros. O suíço Roger Federer, para muitos especialistas o maior da história da modalidade, defendeu que a ATP e a WTA, entidades que cuidam dos atletas do masculino e do feminino, respectivamente, façam uma fusão para lidar com a pandemia. Para o vencedor de 20 torneios de Grand Slam, a fusão das duas entidades em uma só é algo que já deveria ter sido feito e que a crise pode acelerar.

"Eu estava pensando… Será que sou o único a pensar que já chegou o momento para que o tênis masculino e o tênis feminino se unam e se tornem um só?", questionou Federer em sua conta oficial no Twitter.

Não demorou para que a ideia repercutisse e ganhasse apoio entre os próprios tenistas. O amigo e principal rival de Federer, o espanhol Rafael Nadal, escreveu: "Estou totalmente de acordo que seria excelente sair desta crise mundial com a união do tênis masculino e do feminino em uma única entidade".

Entre as mulheres, a romena Simona Halep, ex-número 1 do mundo, foi uma das que se pronunciou e de maneira bem sucinta: "Você não é o único".

Já Billie Jean King, que atuou entre os anos 1960 e 1970, conquistou 129 títulos de simples e é considerada por muitos a maior tenista da história, se pronunciou de maneira mais efusiva: "Eu concordo, e venho dizendo isso desde o início dos anos 1970. Uma voz, mulheres e homens juntos, tem sido minha visão para o tênis. A WTA por si só sempre foi o plano B. Fico feliz por estarmos na mesma página. Vamos fazer acontecer".

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