Concordo que muita gente inventava coisas, tanto que mencionei isso no meu comentário também, mas esse tipo de coisa a gente “capta” a kms! Geralmente são relatos absurdos, ou então com detalhes que não batem. Não recordo de muitos relatos ricos em detalhes consistentes, sobre episódios que de fato poderiam ter passado aqui, que fossem falsos. Entendo que se um dia de fato o SBT exibiu algum perdido mundial diferenciado, isso causaria algum relato complicado de averiguar prontamente, mas aí é normal esperar que não seja levado em consideração de cara, e que tentaremos entender, primeiramente, como uma possível confusão de bol… digo, de memórias. Só que é aí que mora a questão: se for um relato consistente, a gente também não precisa de imediato descartar e “mandar a pessoa pastar”. Extrair detalhes, até pra ver se a história pode ter algum fundamento, é essencial. Atualmente parece que estamos mais abertos a isso, mas o que relatei é que não costumava ser assim há alguns anos, e até me pergunto se perdemos alguma informação importante por isso. Eu mesmo fiquei chateado quando me cadastrei, tentei compartilhar minha experiência, e uma certa figura prontamente veio me cortar, sendo até meio grosseiro. Vide que depois de alguns posts, me afastei do FUCH por anos. Isso tudo até me faz pensar em um caso notório: “revolvinho do Chaves”. Eu, sinceramente, não sei até que ponto acredito em parte dos relatos (vide: parte), e isso porque a gente vê como é fácil manipular as lembranças das pessoas, mesmo um grupo de pessoas. Veja o tal do “efeito Mandela”, que vários dos exemplos dados são muito facilmente rebatidos, mas ainda assim um influencia o outro a jurar de pé junto que, sim, era “Looney Toons” (não vou comentar pra não prolongar demais o post, mas vale pesquisar por que é “Tunes” e não “Toons”, há um motivo) e “Entrevista com UM vampiro”. As pessoas preferem acreditar que há alguma grande conspiração, do que contemplar estarem lembrando errado por influência de um número de relatos. Apesar disso, alguma coisa diferente de fato parece ter passado naquela noite do “revolvinho”, então vale sim estudar o caso, pra entender se foi algum perdido mundial ou até alguma fita absurdamente editada de um episódio comum que confundiu as pessoas. É parte da história de CH no Brasil. E isso deve valer pra todos os relatos plausíveis.