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Morre Patrick Swayze

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O ator Patrick Swayze, 57 anos, morreu nesta segunda-feira (14) em decorrência das complicações de um câncer de pâncreas, descoberto em fevereiro de 2008. Ele estava acompanhado de sua família, segundo seu assessor de imprensa, Annett Wolf.

Logo que foi diagnosticado com um tumor maligno, Swayze iniciou um tratamento radical de quimioterapia, passando por várias sessões nos últimos meses.

Quando a notícia da doença se tornou pública, o tablóide norte-americano National Enquirer chegou a publicar que o ator tinha apenas cinco semanas de vida. A notícia foi logo desmentida por seus médicos.

Apesar de estar com a saúde debilitada, Swayze não desistiu de atuar e chegou a rodar alguns episódios do drama The Beast, exibido pelo canal A&E, onde ele interpretava o veterano agente do FBI, Charles Barker.

Carreira de sucessos marcados

Patrick Swayze estreou nos cinemas em 1979, depois de ter se arriscado em diversas profissões, entre elas ginasta, violinista e dançarino de balé clássico, uma de suas grandes paixões.

Foi essas habilidades de ginasta e bailarino que fizeram ele ser escolhido para o papel de Ace, o líder de uma gangue de patinadores no gelo no filme Skatetown (1979), seu primeiro trabalho em Hollywood.

Lançado em uma época de crise do cinema, Skatetown chamou pouca atenção, mas serviu para os críticos perceberem o talento de Swayze, que seria um rosto ícone da década de 90.

Iniciado na carreira de ator e fazendo ponta em alguns filmes e séries de televisão, seu primeiro grande sucesso veio quando ele protagonizou o musical Dirty Dancing - Ritmo Quente (1987), onde atuou com Jennifer Grey, liderando uma nova febre americana: a da dança de salão.

Pelo papel, Swayze foi indicado ao Globo de Ouro e chegou a ser comparado com Marlon Brando e James Dean. Seu status de grande astro viria três anos depois, como o lançamento de Ghost - Do Outro Lado da Vida.

O fenômeno de bilheterias fez de Swayze um galã, tornando-se não só um dos atores mais requisitados nas capas de revistas de todo o mundo, como também nas telas dos cinemas.

Um ano depois, ganharia o título de Homem mais Sexy do Ano pela revista People, o ranking mais respeitado do gênero.

Com o sucesso consolidado, Swayze voltou às telas em Cidade da Esperança, interpretando alguém completamente diferente do que havia feito até então: um médico que decide largar os Estados Unidos e vai cuidar de refugiados de guerra na Índia.

Embora não tenho conseguido mais o destaque de filmes como Ghost e Dirty Dancing, Swayze ainda atuaria em mais outras produções de peso, como Donnie Dark, Para Wong Foo, Obrigada Por Tudo, Caçadores de Emoção e Cartas de um Assassino, entre outros. Já acometido pelo câncer, estrelou filmes de baixo orçamento, como Christmas in Wonderland e 11:14.

Alguns anos antes de ficar doente, Swayze mudou-se com a mulher Lisa Niemi, com quem era casado desde 1975, para um rancho de cinco acres nas Montanhas de São Gabriel, próximas de Los Angeles, onde gostava de passar o tempo montando em cavalos. A prática o ajudava a se recuperar das pesadas sessões de quimioterapia.

Filmografia

2009 - Powder Blue (ainda não lançado) 2007 - Christmas in Wonderland
2007 - Jump
2006 - The Fox and the Hound 2
2005 - Keeping Mum
2004 - Dirty Dancing: Havana Nights
2003 - 11:14
2003 - One Last Dance
2002 - Waking up in Reno
2001 - Donnie Darko
2001 - Green dragon
2001 - Without a word
2000 - Eternamente Lulu (Forever Lulu)
1998 - Cartas de um assassino (Letters from a killer)
1998 - Estrada alucinante (Black dog)
1995 - Os três desejos (Three wishes)
1995 - Super-heróis do Oeste (Tall Tale)
1995 - Para Wong Foo, obrigada por tudo, Julie Newmar (For Wong Foo, thanks for everything, Julie Newmar)
1993 - Um pai fujão (Father hood)
1992 - A cidade da esperança (City of joy)
1991 - Caçadores de emoção (Point break)
1990 - Ghost - Do outro lado da vida (Ghost)
1989 - Marcados pelo ódio (Next of Kin)
1989 - Matador de aluguel (Road house)
1988 - O tigre (Tiger warsaw)
1987 - Dirty Dancing - Ritmo Quente (Dirty Dancing)
1987 - Crepúsculo de aço (Steel dawn)
1986 - Veia de campeão (Youngblood)
1984 - Amanhecer violento (Red dawn)
1984 - Off sides (TV)
1984 - A volta por cima (Grandview, U.S.A.)
1983 - De volta para o inferno (Uncommon valor)
1983 - Vidas sem rumo (Outsiders, The)
1982 - Renegades, The (TV)
1981 - A volta dos rebeldes (Return of the rebels) (TV)
1980 - Comeback kid, The (TV)
1979 - Skatetown, U.S.A.


R.I.P. :byecry:
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Tinha visto uma fotos meses atrás. O cara estava agonizando. Daquele jeito o melhor era morrer mesmo. Nunca gostei dele como ator. Achava bem fraquinho, mas ele teve seu momento no final dos anos 80 e virada dos 90.

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Sei que existe câncer de todos os órgãos do corpo, mas nunca vi um caso de câncer no pâncreas.

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Sei que existe câncer de todos os órgãos do corpo, mas nunca vi um caso de câncer no pâncreas.

É o mais comum. ^^

A maioria das mortes por câncer é no pâncreas.

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Então é por isso que eu nunca ouvi falar: é tão comum que eles já nem noticiam mais, a não ser que seja em alguém importante, tipo esse cara.

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::Ai, eu gosto da atuação dele em Dirty Dancing... (talvéz porque foi o único filme que eu assistí qee ele faz. Mas um dia eu ainda assisto Ghost!):: :byecry:

  • 2 semanas depois...
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Nem acreditei que ele morreu! Vejo esse cara desde os anos 80, nos filmes que passavam/passam na Globo.

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Atividades

  1. Doutor Chimoltrúfio
    Doutor Chimoltrúfio respondeu ao tópico de Valette em Exibições Internacionais
    Chapolin: México - Sábado, 07 de fevereiro de 2026 Horário de Brasília 17:30 - Proibido pisar no piso (1977) OBS: O episódio acima já havia sido apresentado pelo canal em 26/07/2025. 17:59 - Obedeça às ordens do médico! / Uma injeção difícil (1977) OBS: O episódio acima já havia sido apresentado pelo canal em 26/07/2025. 18:33 - Marreta Biônica calibre 45 (1977) 19:01 - Um paciente, pelo amor de Deus! / Casamento com bruxa, não! (1977) OBS: O episódio acima já havia sido apresentado pelo canal em 26/07/2025. 19:32 - O rajá / O gigante (1977)
  2. JoãoB
    O ano era 1976. Chapolin e Chaves já eram um enorme sucesso e o elenco fazia shows, turnês, publicidade...e aí surgiu a ideia de gravar um disco com o elenco. No entanto, isso acabaria gerando uma briga entre Chespirito e Carlos Villagrán. Num texto publicado na revista "Notitas Musicales" em 1977 (mas que se referia aos acontecimentos do ano anterior), o colunista Armando Miranda Molina falou sobre isso e deu uma ideia de como era esse conflito nos bastidores. Segue o link com o texto original em espanhol, publicado pelo Blog La Chicharra: https://lachicharrabrasil.blogspot.com/2010/06/ Versão traduzida do texto: Molina acertou na sua previsão de que o Quico iria sair! Mas como foi exatamente essa briga em torno dos discos? Vamos ver agora as versões dos dois principais envolvidos. Versão de Chespirito Chespirito contou a sua versão em seu livro biográfico, "Sem Querer Querendo: Memórias". Segue as principais partes, retiradas do livro: “A companhia Polygram me procurou com a intenção de fazer algo que a mim não havia passado pela cabeça: gravar um disco. [...] Diante da insistência da gravadora, eu disse que aceitava com uma condição: que meus companheiros também cantassem, o que aceitaram imediatamente. Isso foi uma medida inteligente porque entre meus companheiros havia alguns que cantavam muito bem, como era o caso do Rubén Aguirre, Edgar Vivar, Ramón Valdés e, destacadamente, Florinda Meza. [...] Dei a notícia aos integrantes do grupo, que manifestaram um grande entusiasmo pelo projeto, com exceção de Carlos Villagrán, que nos disse que ele já tinha uma oferta similar (e pessoal) por parte de uma outra gravadora. Essa falta de integração parecia ir contra o interesse geral, mas acabei por dar meu consentimento”. Provavelmente, Chespirito ficou chateado pelo Villagrán ter assinado um contrato de exclusividade com outra gravadora usando um personagem do programa de Chespirito, o Quico, sem avisar ninguém antes. Isso impossibilitou que o Quico estivesse nos discos que o elenco fez. Mas Chespirito deixou o Carlos fazer os seus discos solos. Versão de Carlos Villagrán Já Carlos Villagrán deu a versão dele sobre os discos numa entrevista para o youtuber Marcelo Rodríguez, dos Estados Unidos, em 24 de outubro de 2020. Segue abaixo: “Começaram a vender como loucos os discos. Eu fui o primeiro que procuraram para fazer discos. A gravadora Orfeón me procurou e Chespirito não me deixou, ele disse para eu não fazer o disco porque iríamos fazer um disco todos juntos. Então eu disse a gravadora Orfeón: "não, não posso fazer o disco com vocês porque vou gravar com Chespirito". Ele disse que iríamos fazer um disco todos juntos, toda a vizinhança. E foi mentira! Ele gravou dois discos solos, um do Chapolin e outro do Chaves! Então a gravadora EMI Capitol me procurou para gravar um disco e desta vez, sem avisar Chespirito, eu gravei o disco. Chespirito tinha registrado todos os personagens como dele e parece que ele processou a EMI Capitol e o processo não continuou. Ele me disse: “Quando acabar o seu contrato com a EMI Capitol, te quero conosco para gravarmos um disco todos juntos”. Eu disse: “OK, quando acabar meu contrato vou para a gravadora Poly”. Uma semana depois, me chamaram na gravadora EMI Capitol. Estava o Chamín Correa, foi ele quem me dirigiu para gravar o disco. E tinha outras pessoas, eram cerca de oito pessoas. O Chamín Correa me disse: “quero te dar um presente para que você fique feliz na EMI Capitol”. Ele me deu um cheque de 165 mil dólares para que eu ficasse (na gravadora)! Então eu tirei uma cópia, levei para o Chespirito e disse: “Chespirito, veja! Não posso ir contigo! Veja o quanto vou ganhar (na EMI Capitol)!”. Ele disse: “Esse dinheiro você tem que dar para todo o grupo!”. Aí começaram os problemas! Ele juntou todo o grupo num escritório do Enrique Segoviano e disse: “Carlos, esse dinheiro você tem que dar para todo o grupo!”. Perguntei: “Por que Roberto?”. Ele: “porque graças a um Chaves se fez o Quico, graças a uma Chiquinha se fez o Quico, graças a um Seu Madruga se fez o Quico...” Eu disse: “então você também tem que me dar o dinheiro dos dois discos que você fez porque graças a um Quico se fez o Chaves”. Ele se levantou e disse: “Mas o Chaves e o Quico são meus! Sou rebelde e não te dou nada”. E não lhe dei nada, haha.” Esse é o vídeo da entrevista em que o Villagrán conta essa versão (a partir dos 11:31): Chespirito gravou um disco solo nessa época (não dois). Foi o disco “Chespirito e Suas Canções”, lançado em 1976 pela gravadora Fontana Records. Ainda em 1976, o Carlos lançou seu primeiro disco solo com a EMI Capitol, "Quico". Em 1977, o elenco de Chaves lançou o seu disco com toda a turma, menos o Quico, como é possível ver pela capa. Até 1979 o Carlos lançou mais quatro discos solos, enquanto Chespirito e o elenco lançaram mais dois. E o Carlos saiu do elenco nesse ano. A relação desgastada com Chespirito e o elenco (incluindo esse conflito envolvendo os discos) pode ter contribuído para a saída do Villagrán.
  3. E.R
    E.R respondeu ao tópico de Raphael em Fórum Único Chespirito
    É um bom episódio o "Pior a emenda que o solado", tem até a presença do Godinez.
  4. HOMESSA
    HOMESSA respondeu ao tópico de Douglas Reis em Fórum Social
  5. Medeiros CH
    Medeiros CH respondeu ao tópico de sPiDeR em Todos Atentos Olhando pra TV
    O compilado do Desfile de Natal com um bastidor raro do Walter Lantz (em inglês naturalmente) que estava disponível apenas no canal da WildBrain antes do encerramento do contrato dela com a Universal

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