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TURMA DA MÔNICA

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Muito legal a sua coleção Nunes. Eu até que gosto dos dibis da turma pela Panini, mas as vezes as histórias são muito sem criatividade.

Estou começando a comprar mais gibis da Disney. Ontem eu comprei o Disney JUMBO nº 1 com mais de 500 páginas!

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Lembra que mostrou o site para identificar as edições dos gibis da Turma da Mônica?

Coloquei como referência "história" e consegui identificar 4 dos 6 gibis que estão sem capa.

Cascão - Editora Globo

Edição 396

Cascão - Editora Globo

Edição 398

Magali - Editora Globo

Edição 345

Chico Bento - Editora Globo

Edição 382

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Que bom, eu diasse que ia dar certo :D

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Muito bom Bia; tem como identificar os Gibis sem capa? :hyper:

Será que tem pra Disney?

Postado

Muito bom Bia; tem como identificar os Gibis sem capa? :hyper:

Será que tem pra Disney?

Acho que para os gibis da Disney, é mais fácil identificá-los.

Dá uma olhada na última página de cada gibi, onde estão os créditos. Lá deve estar o nº da edição.

Desculpe por desviar do assunto.

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Gabriel Koller seus gibis de "Um tema só" é de que tema?Eu tenho um que é de namorados e outro de contos de fadas...que tá perdido por aí.

Vou ser bem sincera. Não curto muito os gibis da Turma da Mônica feitas pela editora Panini.

Eu também prefiro as hitórinhas mais antigas.Acho que até 2005 os gibis da turma eram legais é mais ou menos um desses anos que parei de ter as edições recentes,sem ser almaneques que é o q eu costumo comprar.

Muito bom Bia; tem como identificar os Gibis sem capa? :hyper:

Pra mim é só verificar o ano,se eu não me engano no comerço dos anos 80 que a distribuidora foi a Abril,depois na metade ficou com a Globo até chegar o ano da Panini.

Pior q eu não tenho nem como contar meus gibis são muitos e além disso outros desaparecerem misteriosamente.

Postado

Pópis, não me lembro bem uqal o tema deles, mas dois deles são dos namorados e o outro de futebol eu acho!

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Pópis, não me lembro bem uqal o tema deles, mas dois deles são dos namorados e o outro de futebol eu acho!

Eu tenho esse dos namorados a capa alias descolou mas continua encaixando na revista por "ordem" minha :P

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Acho que para os gibis da Disney, é mais fácil identificá-los.

Dá uma olhada na última página de cada gibi, onde estão os créditos. Lá deve estar o nº da edição.

Desculpe por desviar do assunto.

Ah é mesmo, eu tenho dois sem capa, um é identifiquei, mas o outro não porque não tem a bibliografia na última página :triste:

Pra mim é só verificar o ano,se eu não me engano no comerço dos anos 80 que a distribuidora foi a Abril,depois na metade ficou com a Globo até chegar o ano da Panini.

Pior q eu não tenho nem como contar meus gibis são muitos e além disso outros desaparecerem misteriosamente.

1- Hum, mas pra mim não é tão fácil assim :P

2- Os meus, meu irmãozinho pega e leva pra outro canto da casa, ai eu tenho que rodar casa pra ver se acho inteiro :P

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Ah é mesmo, eu tenho dois sem capa, um é identifiquei, mas o outro não porque não tem a bibliografia na última página :triste:

Pode estar na penúltima página ou na antepenúltima página.

Postado

1-è só pesquisar um pouco Achiles,aí vc vai ver como é facil.

2-acho q com vc é pior,mas...meus almanaques são tudo organizadinhos,eu cedo a qualquer um de confiança menos meu pai pq ele tirar o lugar e desorganiza tudo Ç__Ç

Postado

Pode estar na penúltima página ou na antepenúltima página.

Mas eu já olhei Bia, mas não tá :triste:

1-è só pesquisar um pouco Achiles,aí vc vai ver como é facil.

2-acho q com vc é pior,mas...meus almanaques são tudo organizadinhos,eu cedo a qualquer um de confiança menos meu pai pq ele tirar o lugar e desorganiza tudo Ç__Ç

1- Espero que sim ^^

2- Hum, o mesmo caso que o meu :o Eu organizo os meus por número e por personagem, ai meu irmão leva tudo e fica tudo assim: 539 → 874 → 756 → 625 → 925

E assim vai Ç_Ç ai, eu tenho que organizar tudo de novo, pra meu irmão não mexer :closedeyes:

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Mas eu já olhei Bia, mas não tá :triste:

Então... faz o mesmo o que eu fiz.

Olha o título da história (qualquer uma) do gibi que não tem capa. Vai lá no site do Guia dos Quadrinhos (mostrado anteriormente) e coloque como referência "história". Coloque o título. Lá, deve haver uma lista de histórias. Olhe se o título é o mesmo. Aí clica lá e acha a edição.

Verifique com todas as histórias no mesmo gibi. Se direcionar para a mesma edição, a edição é essa.

Caso não apareça o título (em um dos títulos do gibi), procure por outros títulos do mesmo gibi. Caso não apareça em todos os títulos do mesmo gibi, então não sei.

Postado

Então... faz o mesmo o que eu fiz.

Olha o título da história (qualquer uma) do gibi que não tem capa. Vai lá no site do Guia dos Quadrinhos (mostrado anteriormente) e coloque como referência "história". Coloque o título. Lá, deve haver uma lista de histórias. Olhe se o título é o mesmo. Aí clica lá e acha a edição.

Verifique com todas as histórias no mesmo gibi. Se direcionar para a mesma edição, a edição é essa.

Caso não apareça o título (em um dos títulos do gibi), procure por outros títulos do mesmo gibi. Caso não apareça em todos os títulos do mesmo gibi, então não sei.

Caramba, eu procurei as 5 histórias que eu tinha e não achou nada :triste:

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Caramba, eu procurei as 5 histórias que eu tinha e não achou nada :triste:

As 5 histórias que estão no mesmo gibi?

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Atividades

  1. E.R
    E.R respondeu ao tópico de E.R em Terreno Baldio
    Madureira 0 x 8 Flamengo
  2. E.R
    E.R respondeu ao tópico de Victor235 em Todos Atentos Olhando pra TV
  3. TIO JOÃO
    TIO JOÃO respondeu ao tópico de Raphael em Fórum Único Chespirito
    Não sei qual horário que dá boa audiência para o Chaves além do extinto horário das 20h45m?
  4. E.R

    SBT

    E.R respondeu ao tópico de Raphael em Todos Atentos Olhando pra TV
    O sábado à noite do SBT passará a ser ocupado por uma nova temporada do Viva a Noite, comandado pelo apresentador Luis Ricardo. Fonte : https://jornaldebrasilia.com.br/entretenimento/katia-flavia/sbt-encerra-sabadou-e-aposta-no-retorno-do-viva-a-noite-aos-sabados/
  5. E.R
    E.R respondeu ao tópico de E.R em Terreno Baldio
    A Bundesliga consolidou nos últimos anos uma relação estratégica com o mercado brasileiro e hoje se posiciona como a liga europeia mais assistida no Brasil. Esse avanço ocorre em paralelo à renovação e ampliação de acordos de mídia com Globo e SporTV, além de CazéTV, Canal Goat e XSports. Os novos pacotes passam a valer a partir da temporada 2026/2027 e têm duração de três anos, ou seja, até 2028/2029, ampliando ainda mais a presença multiplataforma da competição. O movimento está ancorado em resultados recentes. Na última temporada, a liga alemã registrou 170 milhões de visualizações ao vivo ao longo do calendário, média de 5 milhões de visualizações ao vivo por rodada em sua rede de distribuição no Brasil, que reúne canais fechados, abertos e plataformas digitais. O volume representa um crescimento de 811 % em relação ao desempenho de uma década atrás, indicando a expansão consistente da audiência global do Campeonato Alemão. No ambiente digital, o desempenho também foi relevante : somadas, as plataformas de mídia social ultrapassaram a marca de 500 milhões de visualizações de vídeos na última temporada, ampliando o alcance internacional da competição. Como consequência dessa estratégia, a base de fãs da liga no Brasil dobrou entre 2018 e 2025, saltando de 12 milhões para 24 milhões, indicador que reforça o crescimento sustentado da marca no mercado local. Para entender esse processo de expansão, o MKTEsportivo conversou com Robin Austermann, vice-presidente-executivo da Bundesliga Américas. Ao detalhar a origem da estratégia no Brasil, o dirigente explicou que a liga percebeu limitações no alcance da TV por assinatura e decidiu diversificar a presença em outras plataformas. “Quando analisamos o mercado brasileiro, entendemos que a TV paga sozinha não seria suficiente para alcançar todo o potencial de público. O Brasil é um país continental, com diferenças regionais importantes e uma audiência muito conectada ao digital. Por isso, optamos por abrir novas frentes de distribuição, combinando TV fechada, canais abertos e plataformas digitais. A partir de 2023, aceleramos esse movimento e conseguimos ampliar de forma consistente o nosso alcance”, afirmou. Antes de detalhar os números mais recentes de audiência e alcance, o executivo contextualizou a estratégia adotada pela liga nos últimos anos para consolidar presença no mercado brasileiro. Segundo ele, a ampliação da distribuição, a diversificação de plataformas e a aproximação com parceiros locais fizeram parte de um planejamento estruturado para aumentar relevância e exposição no Brasil. O dirigente ressaltou que o movimento não se limitou à venda de direitos de transmissão, mas envolveu posicionamento de marca e construção de relacionamento com o torcedor brasileiro, criando as bases para os resultados que passaram a aparecer nos relatórios mais recentes de desempenho. “Nós vemos que os resultados estão realmente pagando, nós somos agora a Liga Europeia mais assistida no Brasil. Isso não aconteceu por acaso, mas por uma estratégia clara de estar presente onde o torcedor está. O Brasil se tornou o nosso maior mercado internacional fora da Alemanha, e isso reforça que a decisão de ampliar a distribuição foi correta. Para o próximo ciclo, mantemos essa lógica, porque ela mostrou ser sustentável e eficiente”, completou o vice-presidente-executivo da Bundesliga Américas. Ao abordar o cenário de mídia no país, o dirigente destacou que o desenho de distribuição da liga parte de uma leitura específica sobre o comportamento do público local. Para ele, o Brasil reúne perfis variados de consumo, o que exige um modelo menos engessado e mais adaptável às diferentes rotinas do torcedor. Nesse contexto, a estratégia passa por equilibrar presença em múltiplos formatos, evitando concentrar todo o conteúdo em um único canal e, ao mesmo tempo, preservando o potencial de monetização. A avaliação é de que a combinação de plataformas amplia o alcance sem comprometer posicionamento ou receita. “O mercado brasileiro é muito dinâmico e não existe apenas uma forma de consumir futebol. Há quem acompanhe pela TV tradicional, outros preferem o streaming e muitos transitam entre as duas opções. Não acreditamos que a exclusividade total seja sempre o melhor caminho. Quando você combina diferentes plataformas, consegue alcançar audiências complementares e ampliar o valor comercial da liga sem necessariamente perder relevância em nenhum canal”, explicou. Ao comentar sobre o posicionamento da liga no país, o executivo ampliou a análise para além dos números de audiência e contratos comerciais. Segundo ele, o Brasil se destaca não apenas pelo tamanho do mercado, mas pela intensidade da relação do público com o futebol, algo que influencia diretamente as estratégias de aproximação adotadas pela entidade. Robin Austermann ressaltou que há pontos de convergência entre o perfil do torcedor brasileiro e o modelo cultivado na Alemanha, especialmente no que diz respeito à centralidade do fã dentro do ecossistema do esporte. Essa identificação cultural, na avaliação do dirigente, é um dos pilares da conexão construída nos últimos anos. “O que nós vemos no Brasil é o maior interesse no futebol do mundo. Existe uma cultura muito forte de apoio aos clubes, de presença nos estádios e de engajamento constante. Isso se conecta com o que também valorizamos na Alemanha, que é o protagonismo do torcedor. Quando aproximamos essas duas culturas, criamos uma relação que vai além da simples transmissão de jogos”, declarou. A aproximação entre os mercados também envolve a presença física dos clubes. No último ano, equipes alemãs como o Bayer Leverkusen e o RB Leipzig realizaram pré-temporadas no Brasil, com amistosos e ativações locais. Para Robin Austermann, esse tipo de iniciativa reforça o vínculo institucional e comercial. “Trazer os clubes para o Brasil faz parte de uma estratégia mais ampla de conexão com o torcedor. Não se trata apenas de jogar uma partida, mas de promover encontros, ações com parceiros e experiências que aproximem as marcas do público local. Além disso, há um histórico relevante de jogadores brasileiros na Bundesliga, o que cria uma ponte natural entre os dois países e facilita esse diálogo”, afirmou o executivo. O intercâmbio também alcança o campo institucional. No início do ano, representantes da CBF e de clubes brasileiros estiveram na Europa para conhecer modelos de organização e governança da LaLiga, Premier League e Bundesliga. Robin Austermann avaliou que a troca tende a ser positiva para ambos os lados. “Nós não enxergamos outras ligas como concorrentes diretas, mas como parte de um ecossistema global do futebol. Sempre há algo a aprender e também a compartilhar, seja em gestão financeira, estrutura de liga ou relacionamento com torcedores. O Brasil e a Alemanha têm semelhanças importantes na forma como o futebol está inserido na sociedade, e isso cria um ambiente favorável para cooperação”, disse. Por fim, o executivo reforçou que o planejamento internacional da liga não está baseado em movimentos reativos ao mercado, mas em um projeto de longo prazo. Segundo ele, a prioridade tem sido consolidar uma atuação própria, com metas definidas e expansão gradual em mercados considerados estratégicos. “Estamos seguindo a nossa própria estratégia, estamos olhando para nós mesmos e não muito para os outros. O nosso foco é construir uma presença consistente, que combine direitos de mídia, produção de conteúdo local e relacionamento com parceiros. O Brasil é peça-chave dentro dessa visão internacional, e queremos continuar ampliando as conexões entre os dois mercados de forma estruturada e sustentável”, concluiu o vice-presidente-executivo da Bundesliga Américas. Fonte : https://www.mktesportivo.com/2026/03/bundesliga-dobra-base-de-fas-no-brasil-e-consolida-o-pais-como-principal-mercado-fora-da-alemanha/

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